Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Projeto resulta em 02 (dois) produtos culturais. Sejam eles: PRODUTO PRINCIPAL: produção, montagem e temporada de estreia no Rio de Janeiro com circulação em 4 (quatro) capitais, do espetáculo "Tragédia Nº1", inspirado na história real do julgamento midiático da jornalista Silvia Serafim Thibau, em 1930. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Ações sócio-educativas, ações ambientais, ações de diversidade, equidade e inclusão acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, Rodas de Escuta e Troca com Organizações da sociedade civil com foco na proteção dos direitos da mulher, Ações de diálogo e pluralidade com o público.
PRODUTO PRINCIPAL: Montagem, Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e Circulação Baseado em fatos reais que pararam o Brasil em 1929, "Tragédia Nº 1" é um espetáculo teatral que revisita a história de Silvia Serafim Thibau, jornalista, poeta e ativista feminista, que se viu no centro de um escândalo. Em 26 de dezembro de 1929, na redação do jornal "Crítica", de propriedade da família de Nelson Rodrigues, Silvia disparou contra o jornalista Roberto Rodrigues. O motivo? Uma reportagem difamatória, ilustrada por Roberto, que a humilhava publicamente por conta de seu desquite. O crime gerou um julgamento midiático sem precedentes, transmitido ao vivo pelo rádio e marcado pela campanha ofensiva da família Rodrigues. Apesar de absolvida pela justiça, Silvia foi condenada pelo tribunal da opinião pública ao apagamento e ao silenciamento, culminando em sua trágica morte anos depois.A dramaturgia de Dione Carlos e a direção de Vladimir Brichta, com Agnes Brichta no papel de Silvia, trazem essa história à tona para provocar uma reflexão urgente sobre os mecanismos de opressão contra a mulher, a violência simbólica, a manipulação midiática e os pactos patriarcais que ainda hoje moldam a sociedade. O espetáculo é um gesto de resgate e justiça, buscando dar voz a uma mulher que foi silenciada e apagada.Após a temporada de estreia no Rio de Janeiro, a peça circulará por São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador, democratizando o acesso à cultura e levando a obra a públicos em diferentes estados. Por meio de uma linguagem cênica que une o fato histórico, o teatro popular e a cena contemporânea, "Tragédia Nº 1" busca estimular o pensamento crítico e a formação cidadã do público. PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDAS As contrapartidas de "Tragédia Nº 1" são um pilar fundamental do projeto, garantindo seu caráter transformador e alinhamento com a sustentabilidade social e ambiental. As ações vão além do palco, promovendo a acessibilidade, a diversidade, a equidade e a inclusão, e incentivando o diálogo cultural com o público e a sociedade civil.A acessibilidade é abordada de forma ampla, incluindo:Acessibilidade física e arquitetônica: Escolha de teatros com rampas, elevadores e banheiros acessíveis.Acessibilidade comunicacional: 12 apresentações com intérprete de Libras e audiodescrição, e legendas em tela para o texto da peça.Acessibilidade atitudinal: Capacitação da equipe para acolhimento inclusivo de pessoas com deficiência e da comunidade LGBTQIAPN+, garantindo um "ambiente seguro para a pessoa Transgênero".O projeto também se destaca pela democratização de acesso e ações socioeducativas. Haverá distribuição de ingressos a preços populares e a oferta de gratuidade para alunos e professores do 3º ano do ensino médio da rede pública, além de sessões especiais gratuitas para convidados e públicos especiais.Em uma iniciativa inovadora, as “Rodas de Escuta e Troca com Organizações da Sociedade Civil” serão realizadas em cada cidade, promovendo debates com entidades de proteção à mulher. O “Espaço da Mulher – Presença, Escuta e Caminhos”, um espaço físico e virtual de acolhimento e orientação para vítimas de violência, fortalece a conexão entre arte e cidadania.Por fim, o projeto abraça a consciência ambiental com a produção de parte do material impresso em papel semente e a exibição de um vídeo de conscientização antes das apresentações. As plataformas digitais, como o “Mural Virtual” e o “Diário de Bordo Virtual”, criam um espaço de diálogo contínuo e transparente com o público, tornando a experiência cultural mais participativa e engajadora.
PRODUTO PRINCIPAL: Montagem, Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e CirculaçãoObjetivo Geral do Produto PrincipalMontar, apresentar e circular com a peça "TRAGÉDIA Nº1" pelas cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador, realizando 108 apresentações, ampliando o alcance da obra e promovendo a descentralização do acesso à cultura, promovendo uma reflexão crítica sobre os mecanismos de opressão contra a mulher, a partir de dramaturgia escrita específicamente para o projeto pela dramaturga, Dione Carlos, sobre o caso real da jornalista, poeta e ativista do movimento feminista, Silvia Serafim Thibau que, em 1929, depois da tragédia do assassinato do jornalista Roberto Rodrigues, foi submetida a um julgamento midiático que, longe da imparcialidade, parou o Brasil à época e mesmo inocentada pela justiça, foi condenenada pelo tribunal da opinião pública ao apagamento e ao silenciamento. Democratizando o acesso à cultura, o projeto atende às prerrogativas do Art. 1º da Lei nº 8.313/91 em seus incisos: I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX.Objetivos Específicos do Produto Principal- Realizar a produção e montagem do espetáculo, contratando profissionais e serviços de notório reconhecimento, realizando processo de ensaios do espetáculo para uma temporada de 44 apresentações no Rio de Janeiro, em horário nobre de quinta a domingo, durante 8 semanas, com ensaios abertos e sessões especiais para convidados e gratuitas para públicos especiais, conforme preconiza o § 1º do Art. 46 da IN 23/2025.- Realizar 16 apresentações do espetáculo em cada cidade ( São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Salvador), em horário nobre de quinta a domingo, durante 4 semanas.- Divulgar a temporada em mecanismos de mídia, conforme plano de divulgação. - Ampliar o acesso e a compreensão da obra em diversas regiões do Brasil, levando o espetáculo a públicos em diferentes estados.- Resgatar e dar visibilidade a um acontecimento que mobilizou o país há quase 100 anos e que ainda hoje é um flagelo social, contribuindo para a difusão de textos brasileiros de grande relevância social e estética, alinhado ao Art. 3º da Lei nº 8.313/91 em seu inciso: II, alínea C - inciso III, alínea d.- Estabelecer uma ponte entre o fato, o teatro popular e a cena contemporânea, utilizando acontecimentos reais, brasileiros, como linguagem cênica.- Estimular o pensamento crítico do público, refletindo sobre estruturas de opressão ainda vigentes na realidade social do país, promovendo a formação crítica e cidadã.- Promover e ampliar o acesso e a compreensão do caso junto a públicos historicamente marginalizados.- Fomentar processos colaborativos e coletivos de criação artística, promovendo o intercâmbio com artistas de diversos estados e fortalecendo a rede cultural nacional.- Contribuir para a memória das artes cênicas no Brasil, documentando e registrando o processo artístico da montagem e sua circulação.- Firmar o compromisso com a sustentabilidade, promovendo: acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal, ações socioeducativas com ingressos a preços populares e gratuidade para alunos e professores do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino; ações de diversidade, equidade e inclusão garantindo "ambiente seguro para a pessoa Transgênero" e preparando a equipe através de curso online; acessibilidade comunicacional com 12 apresentações com intérprete de Libras e Audiodescrição (para até 30 pessoas) e acessibilidade atitudinal, garantindo a contratação de consultoria especializada em acessibilidade, promovendo cursos de preparação para a equipe, para a comunicação e a divulgação, visando o alcance de todos os públicos para que se possa oferecer fruição plena da experiência cultural; ações ambientais com parte do material impresso produzido em papel semente.- Privilegiar a presença feminina na ficha técnica do projeto.- Servir como instrumento artístico e social de combate à violência contra a mulher.- Enaltecer a voz feminina na sociedade.PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDASObjetivo Geral das ContrapartidasGarantir a sustentabilidade social e ambiental do projeto, promovendo a acessibilidade, a diversidade, a equidade, a inclusão e a consciência ambiental, e estimulando o diálogo cultural com o público.Objetivos Específicos das Contrapartidas- Promover e ampliar o acesso a públicos marginalizados, oferecendo gratuidade a alunos do 3º ano do ensino médio da rede pública de todas as cidades, garantindo acesso democrático em todas as sessões mediante cadastro prévio.- Assegurar acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, em espaços equipados com rampas, cadeiras e banheiros especiais, guias táteis, etc. Realizar dez apresentações com intérprete de Libras e audiodescrição (até 30 pessoas), além de preparar a equipe para acolhimento inclusivo, especialmente da pessoa trans, em consonância com o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos.- Implementar ações de diversidade, equidade e inclusão, assegurando ambiente acolhedor e respeitoso para todos os públicos, em especial a comunidade LGBTQIAPN+.- Adotar ações ambientais e de diálogo com o público, como produção de parte do material impresso em papel semente, reforçando práticas sustentáveis. Criar espaços de troca através das "Rodas de Escuta e Troca com organizações da sociedade civil ligadas à proteção da mulher", do "Mural Virtual", do "Espaço da Mulher _ Presença, Escuta e Caminhos" e do "Diário de Bordo Virtual".- Realizar as Rodas de Escuta e Troca: uma edição em cada cidade (duração máxima de 2h, em horário alternativo), com entidades locais de proteção à mulher, orientando debate sobre os temas do espetáculo e sua relação com a contemporaneidade. O elenco e a equipe participarão, mas o foco será a ESCUTA. As organizações convidadas terão acesso gratuito ao espetáculo e ao evento. Serão oferecidas 500 vagas por edição, amplamente divulgadas, configurando-se como Ação Formativa do Projeto.- Realizar o Mural Virtual e o Diário de Bordo Virtual: criação de um mural acessível via QR Code no programa para impressões do público e de um blog onde a equipe compartilhará o processo criativo, incentivando comentários e perguntas.- Realizar o Espaço da Mulher _ Presença, Escuta e Caminhos: durante todas as temporadas será oferecido um espaço híbrido (físico e digital) de acolhimento e encaminhamento de mulheres vítimas de violência. Contará com apoio de redes locais de proteção (ONGs, CRAMs, coletivos e defensorias), sem custos diretos ao projeto. O espaço garante segurança, sigilo e orientação qualificada, sendo divulgado com conteúdos educativos e mapas de apoio local.- Motivar consciência ambiental e sustentabilidade: parte dos materiais impressos (flyers) será em papel semente, que pode ser plantado após o uso. Além disso, será exibido antes de cada apresentação um vídeo de até 1 minuto com tema de consciência ambiental relacionado à peça.
JUSTIFICATIVA GERALO Eco Silenciado: Uma Tragédia de Apagamento e Memória Na tarde de 26 de dezembro de 1929, a jornalista e escritora Sylvia Serafim Thibau, 28 anos, casada e mãe de dois filhos pequenos, deu um tiro na barriga do jornalista e desenhista Roberto Rodrigues, 23 anos, na redação do jornal "Crítica", de propriedade da família de Nelson Rodrigues. Naquele mesmo dia, a primeira página do jornal trazia uma reportagem difamatória sobre o desquite de Sylvia, cuja ilustração _ assinada por Roberto _ insinuava que ela traíra o marido. O desenho mostrava um médico _ no caso, o Dr. Manoel de Abreu, com quem Sylvia se tratava _ alisando as coxas de uma mulher, Sylvia. O desenhista não morreu imediatamente. Padeceria ainda por três dias. O atentado transformou-se em tragédia rodrigueana: três meses depois da morte de Roberto, o patriarca da família, Mário Rodrigues, que nunca se conformou com a perda do filho querido, morreu de trombose cerebral. Cinco meses após a morte de Mário, Sylvia, responsabilizada pelos Rodrigues pelas duas mortes, foi julgada e absolvida, apesar da família ter feito uma das maiores, mais duras e ofensivas campanhas contra uma pessoa na imprensa carioca. O julgamento foi histórico, não só porque foi o primeiro júri transmitido ao vivo pelo rádio, mas porque confrontava dois grandes advogados e envolvia outras personagens de destaque da história do Judiciário brasileiro. Dois meses depois, estourou a Revolução de 30, e o jornal "Critica", defensor do regime que era derrubado, acabou sendo empastelado e nunca mais circulou. Era a desgraça completa da família Rodrigues. No entanto, o último capítulo desta dramática história ainda não estava escrito. Dois anos depois de ser absolvida, Sylvia se apaixonou pelo tenente-aviador Armando Menezes. Os dois tiveram um filho chamado Rohny. Armando foi transferido para Curitiba e abandonou Sylvia. Logo em seguida, um juiz decretou a prisão de Sylvia porque ela foi acusada de falsificar documentos para estudar numa faculdade de direito. Com medo de um novo escândalo, Sylvia fugiu para Curitiba atrás de Armando. Ela foi rejeitada pelo tenente e tentou o suicídio em um quarto de hotel. A polícia transferiu Sylvia para a enfermaria da casa de detenção em Niterói, RJ. Na madrugada de 27 de abril de 1936, Sylvia suicidou-se ao lado de seu filho de três anos, que estava dormindo. A morte de Roberto Rodrigues deixou marcas profundas num dos seus irmãos mais famosos: Nelson Rodrigues, considerado o maior dramaturgo brasileiro, que era apenas um jovem de 17 anos quando testemunhou a tragédia. É o próprio Nelson quem revela: "E confesso: o meu teatro não seria como é, nem eu seria como sou, se eu não tivesse sofrido na carne e na alma, se não tivesse chorado até a última lágrima de paixão o assassinato de Roberto." Montar "Tragédia Nº1", cem anos depois do fato ocorrido é um gesto artístico de resgate e de justiça, profundamente alinhado aos princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) e da Instrução Normativa nº 23 de 05 de fevereiro de 2025. Em um país onde os ciclos de opressão e apagamento feminino se repetem sob novas máscaras — seja pela violência simbólica das instituições, a violência efetiva de indivíduos, pela manipulação midiática ou pela criminalização da mulher —, a peça de Dione Carlos se apresenta como uma lente contundente para enxergar o Brasil de agora. A urgência da obra reside em sua capacidade de expor as engrenagens do poder patriarcal e seus pactos silenciosos com a ignorância e a violência, temas que ressoam fortemente na contemporaneidade. Revisitar esse fato tão importante e significativo é necessário, justamente porque ainda hoje não são raras as situações de apagamento, silenciamento e a negação dos direitos da mulher. Assim, a obra cumpre a sua função de mostrar ao público que os avanços das pautas de direitos humanos caminham a passos lentos e que precisamos refletir sempre sobre o assunto. Este projeto visa não apenas entreter, mas também estimular a consciência crítica e a reflexão social, em consonância com o Art. 1º da Lei nº 8.313/91, inciso II, alíneas "d" e "e". JUSTIFICATIVA DO PRODUTO PRINCIPAL: Montagem e Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e circulação A temporada de estreia no Rio de Janeiro justifica-se por ser o ponto de partida e o epicentro do fato ocorrido. A capital fluminense, reconhecida por sua efervescência cultural e grande público consumidor de teatro, berço da criação artística de Nelson Rodrigues, oferece o ambiente ideal para o lançamento de uma obra de tamanha relevância. A montagem inédita, sob a direção de Vladimir Brichta com equipe majoritariamente feminina e protagonismo de Agnes Brichta, no papel de Sylvia, garante que a história seja contada sob a ótica feminina, conferindo ao espetáculo originalidade e excelência artística. Além disso, a estreia no Rio de Janeiro proporciona uma plataforma estratégica para a geração de mídia e o fortalecimento da imagem do projeto e da Colombo Produções. A densidade cultural e a reverberação de um projeto na capital carioca são cruciais para o sucesso da sua proposta de alcance nacional. A circulação do espetáculo por São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Salvador é essencial para o objetivo de democratização do acesso à cultura. É um investimento na formação de público e na construção de um repertório teatral nacional mais inclusivo, fortalecendo a rede cultural do país e cumprindo a função social da arte. JUSTIFICATIVA DO PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS No cerne da justificativa do projeto está o forte compromisso com a sustentabilidade, acessibilidade e a consciência social, ambiental e socioeducativa. As contrapartidas não são meros adendos, mas elementos que garantem o caráter transformador do projeto. O projeto assegura acessibilidade comunicacional com dez apresentações com intérprete de Libras e audiodescrição para até 30 pessoas, além da acessibilidade atitudinal, preparando a equipe para acolhimento inclusivo, conforme diretrizes do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos. As ações de diversidade, equidade e inclusão são intrínsecas, especialmente o compromisso em garantir um "ambiente seguro para a pessoa Transgênero" e a preparação da equipe para acolher o público trans e outros grupos marginalizados. Isso reforça a visão de que a cultura deve ser espaço de diálogo e respeito, sem barreiras. As ações socioeducativas, como ingressos a preços populares e gratuidade para alunos do 3º ano do ensino médio da rede pública, são um investimento na formação de novas gerações e na ampliação do acesso à arte para públicos historicamente excluídos, objetivo fundamental da Lei Rouanet. A consciência ambiental é manifestada pela produção de parte do material impresso em papel semente, além de um vídeo de 1 minuto sobre preservação ambiental a ser exibido antes das apresentações. As Rodas de Escuta e Troca com Organizações da Sociedade Civil são iniciativa potente e inovadora, abrindo espaço de escuta crítica e afetiva em torno dos temas centrais da peça. Essa ação não só enriquece o projeto artisticamente, mas também promove diálogo intercultural e valorização de diversas formas de conhecimento e expressão. O "Mural Virtual" e o "Diário de Bordo Virtual" ampliam o diálogo com o público, tornando o processo criativo mais transparente e participativo. A criação do Espaço da Mulher _ Presença, Escuta e Caminhos justifica-se pela necessidade urgente de oferecer acolhimento seguro e qualificado a mulheres em situação de violência, dialogando com os temas do espetáculo e ampliando seu impacto social. A ação fortalece redes locais de proteção, conecta arte e cidadania e cria um ambiente de escuta crítica e afetiva. Além disso, promove acesso a informações e encaminhamentos, contribuindo para a conscientização do público. Sem custos diretos ao projeto, reforça o compromisso com a responsabilidade social e a transformação cultural.
Não se Aplica
Número Total de Apresentações: 108Público Total Previsto: 32.400 espectadoresDuração do Espetáculo: 80 minutosClassificação Indicativa: 14 anos
ACESSIBILIDADE GERAL DO PROJETOO presente projeto cumpre rigorosamente as diretrizes legais referentes à acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis, em consonância com:- Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), especialmente os arts. 42, 43, 44, 54, 63, 64, 67, 68, 69, 70, 71, 73 e 102;- Decreto 3.298/1999, art. 46, itens I, II, IV, VII e VIII;- Decreto 9.404/2018, no que diz respeito à reserva de espaços para PcD;- Art. 42 da IN MinC nº 23/2025, que estabelece medidas arquitetônicas, comunicacionais e de divulgação acessíveisO projeto "TRAGÉDIA Nº1" reafirma seu compromisso inabalável com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, integrando a acessibilidade como um pilar fundamental em todas as suas fases, desde o produto principal até as contrapartidas. Todas as ações estão meticulosamente alinhadas com as diretrizes do Capítulo IV - Seção I da IN nº 23/2025 e com o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos, conforme recomendado na IN.ACESSIBILIDADE DO PRODUTO PRINCIPAL: Montagem e Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e Circulação do EspetáculoNa fase inicial de montagem e temporada de estreia no Rio de Janeiro, a acessibilidade é concebida desde o planejamento para garantir a participação plena e equitativa do público, promovendo a adoção de medidas que facilitem o acesso de pessoas com deficiência e necessidades especiais.Acessibilidade Física e Arquitetônica: Visando a eliminação de barreiras físicas em edifícios, espaços e equipamentos urbanos de artes cênicas, este projeto tem o compromisso de escolher teatros equipados com as seguintes ferramentas de acesso: rampas, elevadores, banheiros acessíveis, sinalização tátil, largura adequada de portas, áreas amplas para circulação, espaços destinados a cadeiras de rodas, poltronas para pessoas com obesidade e etc.Acessibilidade Comunicacional: Na temporada de estreia, serão oferecidas 04 apresentações (aos domingos) com intérprete de Libras e Audiodescrição (para até 30 pessoas por sessão), legendas com o texto da peça em tela acima do palco, atendendo às necessidades de espectadores com deficiência visual e auditiva. Essas ações visam assegurar que a obra seja compreendida e desfrutada por um público ampliado, superando barreiras comunicacionais. Além disso, as mesmas sessões serão adaptadas para receber o público TEA+ com redução de efeitos sonoros e estroboscópicos. No que concerne à acessibilidade na divulgação, a identidade visual será concebida com letras grandes e contrastadas para facilitar a leitura das informações. A divulgação nas redes sociais será acompanhada de Libras e descrição das imagens nas legendas.Acessibilidade Atitudinal e Inclusão: Reconhecendo a importância do acolhimento humano, o projeto investe na contratação de consultoria especializada em Acessibilidade Atitudinal e Democratização de Acesso, como forma de orientar e coordenar o processo de comunicação e divulgação, bem como na capacitação da equipe por meio de cursos online focado no acolhimento e correta recepção de pessoas com necessidades especiais e visando o alcance, de fato, de todos os públicos. Esta formação abrangerá, de forma específica, o acolhimento da pessoa Trans nos espaços de cultura, garantindo um "ambiente seguro para a pessoa Transgênero" e para a comunidade LGBTQIAPN+ em geral. Tal iniciativa está em sintonia com as prerrogativas da IN nº 23/2025 e do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos, que incentivam práticas de sustentabilidade e inclusão, promovendo um ambiente acolhedor e respeitoso para todas as diversidades.ACESSIBILIDADE DO PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDASAs contrapartidas do projeto extrapolam o escopo direto das apresentações, estabelecendo ações de acessibilidade de caráter socioeducativo e de diálogo, que refletem o compromisso integral com a inclusão.Ações Socioeducativas e Democratização do Acesso: O projeto oferecerá gratuidade para alunos e professores do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino. Esta medida sócio-educativa visa a ampliar o acesso e a compreensão da obra junto a públicos historicamente marginalizados, promovendo a formação de novas plateias e garantindo que o teatro seja um direito para todos em alinhamento com o Art. 46, inciso III, e Art. 48 e seus incisos, da IN nº 23/2025.Diálogo e Escuta Inclusiva: Em alinhamento com as diretrizes da Seção IV - Das Contrapartidas Sociais - Art. 49 - As "Rodas de Escuta e Troca com Organizações da sociedade civil de proteção dos direitos da mulher" oferecem gratuidade de ingressos para mulheres assistidas por programa de acolhimento e preteção e são uma iniciativa inovadora que, ao abrir um espaço de diálogo a partir das vivências e cosmopercepções a respeito dos temas do espetáculo, demonstra um compromisso com a acessibilidade cultural em sua dimensão mais ampla, reconhecendo e valorizando a diversidade cultural e de pensamento. Embora não esteja explicitamente detalhado como "acessibilidade" no sentido técnico, essa ação promove a inclusão de narrativas e perspectivas, alinhando-se ao Art. 48, incisos I e II, da IN nº 23/2025.Engajamento Acessível: O Mural Virtual (via QR code no programa) e o "Diário de Bordo Virtual" (blog) são ferramentas que promovem a interação e o diálogo contínuo com o público. A disponibilização dessas plataformas digitais com o devido cuidado em sua acessibilidade digital garante que pessoas com diferentes habilidades possam participar e compartilhar suas impressões, tornando o processo criativo mais transparente e participativo. Essas ações de comunicação e interação contribuem para a formação crítica e cidadã, utilizando a tecnologia como meio de engajamento acessível.Espaço da Mulher – Presença, Escuta e Caminhos dialoga diretamente com as ações de acessibilidade do projeto, pois amplia o conceito de acesso para além das barreiras físicas e comunicacionais, contemplando também a dimensão social e emocional. Ao oferecer acolhimento seguro a mulheres em situação de violência, o projeto garante um ambiente inclusivo e sensível às vulnerabilidades. Essa iniciativa, integrada às medidas de Libras, audiodescrição e estrutura física adaptada, reforça a ideia de um teatro como espaço democrático e de cuidado. Além de promover acessibilidade integral, fortalece o compromisso com a cidadania e os direitos humanos.
Como forma de estimativa geral, o projeto prevê 108 apresentações, incluindo ensaios abertos e apresentações especiais gratuitas em salas de espetáculos com lotação de 300 lugares e cada uma das cidades, totalizando 32.400 ingressos disponíveis que serão comercializados pelo valor máximo de R$ 80,00 inteira e R$ 40,00 meia-entrada, respeitando o que se segue:De acordo com as prerrogativas do Capítulo IV em suas seções II e III este projeto prevê medidas de Democratização e Ampliação de Acesso, distribuídas entre seus produtos culturais da seguinte forma:PRODUTO PRINCIPAL: Montagem e Temporada de Estreia no Rio de Janeiro e Circulação do Espetáculo-10% (dez por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados para distribuição gratuita promocional dos patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme preconiza o inciso I do Art. 46 da IN 23/2025;- 10% (dez por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados a para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto, conforme preconiza o inciso II do Art. 46 da IN 23/2025;- 10% (dez por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados para a distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores e alunos do 3º ano do Ensino Médio de instituições públicas de ensino, conforme preconiza o inciso III do Art. 46 da IN 23/2025;- 20% (vinte por cento) do total de ingressos disponíveis serão destinados a para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais) inteira e R$ 25,00 atendendo a política de meia-entrada;- 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados serão oferecidos como meia-entrada assegurada para estudantes, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013;- meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015.De acordo com a Seção III - Das Medidas de Ampliação de Acesso - Art.47 da IN 23/2025, o projeto prevê como medida de ampliação de acesso:- doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo para professores e alunos do 3º ano do Ensino Médio de instituições públicas de ensino , além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento) ;- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, cursos e treinamentos de acessibilidade atitudinal para a equipe do projeto, visando ampliar o público;- doar 5% (cinco por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita de caráter social para povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais.PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDAS:Em consonância com a Seção IV - Das Contrapartidas Sociais da IN 23/2025 em seu Art. 49, este projeto prevê:Rodas de Escuta e Troca com Organizações da Sociedade Civil de proteção dos Direitos da Mulher: As rodas acontecerão em (01) uma edição única em cada cidade, no mesmo espaço de apresentação em horário alternativo ao horário de apresentações, com duração máxima de 2h. Lideranças, entidades e representantes das entidades, em cada cidade, serão convidados a orientar um debate sobre os temas apresentados no espetáculo e como os temas afetam e dialogam com suas comunidades e suas existências no contexto da contemporaneidade. O elenco e a equipe do espetáculo farão parte do evento, entretanto o foco é a ESCUTA. Todas as mulheres acolhidas pelas entidades serão convidadas a assistir ao espetáculo de forma gratuita, bem como sua participação no evento de Roda de Escuta também será gratuita. Este evento será amplamente divulgado nas redes do projeto, direcionado para alunos e professores da rede pública, conforme preconiza o § 2º, funcionando como uma AÇÃO FORMATIVA DO PROJETO em seu inciso II . Serão oferecidas 500 vagas. EVENTO TOTALMENTE GRATUITO.Mural Virtual e Diário de Bordo Virtual: - Criação de um Mural Virtual (acessível via QR Code no programa) para que o público possa compartilhar impressões e reflexões sobre a peça; - Criação de um "Diário de Bordo Virtual" (blog) onde a equipe compartilhará o processo criativo, incentivando comentários e perguntas do público a respeito do processo de criação do espetáculo, aproximando e engajando o futuro espectador com a montagem. Consciência Ambiental e Sustentabilidade: Produção de parte do material impresso (flyers) em papel semente, que pode ser plantado após o uso, transformando-se em uma planta. Esta ação incentiva a adoção de práticas de sustentabilidade e consciência ambiental, demonstrando o compromisso do projeto com a responsabilidade ecológica e a promoção de valores de cidadania. Além disso, o projeto prevê a produção e exibição de um vídeo antes do início de cada apresentação, com duração máxima de 1 minuto, com tema da consciência ambiental, relacionado com as temáticas do espetáculo.Espaço da Mulher – Presença, Escuta e Caminhos é um espaço físico e virtual que visa oferecer acolhimento seguro e qualificado a mulheres em situação de violência com acompanhamento especializado. A ação fortalece redes locais de proteção, conecta arte e cidadania e cria um ambiente de escuta crítica e afetiva. Além disso, promove acesso a informações e encaminhamentos, contribuindo para a conscientização do público.
Descrição das atividades do proponenteA Colombo Produções, representada por Leandro Daniel, é responsável por todas as etapas necessárias à realização do espetáculo e de suas contrapartidas sociais, incluindo: elaboração do projeto, inscrição em editais de financiamento, contato com patrocinadores, gestão financeira, contratações de equipe, elenco e fornecedores, aquisição de materiais, definição de pautas, divulgação, logística, produção de relatórios e organização de oficinas e atividades culturais, garantindo o pleno cumprimento das normas culturais vigentes.Produção Executiva e Gestão Financeira: Colombo Produções / Leandro DanielA Colombo Produções Artísticas atua no cenário cultural brasileiro desde 2002, fundada por Leandro Daniel e Fabieli Broio. Começou com a Mostra Back to Film School no CCBB-SP, e posteriormente produziu espetáculos como Moby Dick e Ahab na Terra do Sol, Contos Proibidos do Antropofocus e The Cachorro Manco Show. No Rio de Janeiro, esteve presente em eventos como a RIO+20 e produziu shows musicais para a Caixa Cultural. Entre seus trabalhos, destacam-se Adubo – ou a Sutil Arte de Escoar pelo Ralo, The Cachorro Manco Show (turnê internacional em Lisboa, Curitiba e São Paulo) e Cássia Eller – o Musical. A empresa também produziu os eventos literários Brasis – Leituras Plurais, XX Narrativas do Século XX e Entremundos. Entre 2022 e 2023, realizou O Tempo e a Sala, apresentado na Mostra Oficial do Festival de Curitiba e em temporada no Teatro Firjan SESI Centro-RJ. Em 2023/2024, produz Tiquequê – Todo Dia nas Caixas Culturais de Fortaleza, Recife e Salvador, a Oficina de Interpretação para o Audiovisual e o curta-metragem Circo Órion, contemplado pela Lei Paulo Gustavo em Fazenda Rio Grande-PR.Equipe e Funções:Dramaturgia – Dione CarlosAtriz, dramaturga, roteirista e curadora, Dione Carlos é formada em Dramaturgia pela SP Escola de Teatro e cursou Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Autora de cerca de quinze textos encenados no Brasil e exterior, publicou o livro Dramaturgias do Front e integra coletâneas como Dramaturgia Negra e Negras Insurgências. Atua como curadora, ministra oficinas e já colaborou com Disney Plus, GNT e Sesc TV. Atualmente é roteirista da Rede Globo e continua escrevendo e atuando em teatro. Vencedora dos prêmios Shell e APCA 2023 por Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos.Direção Artística - Vladimir BrichtaFormado em Artes Cênicas pela UFBA, ganhou projeção nacional em 2000 com A Máquina. Na TV, destacou-se em novelas como Porto dos Milagres, Coração de Estudante, Kubanacan, Rock Story, Segundo Sol e Amor de Mãe, além de séries como Sexo Frágil, Tapas & Beijos, Justiça e Pedaço de Mim (Netflix). No cinema, atuou em A Mulher Invisível, Quincas Berro D’Água e Bingo: O Rei das Manhãs, interpretando o palhaço BingoElencoAgnes BrichtaAgnes Brichta é psicóloga, atriz e social média. Formada em psicologia pela PUC Rio e em artes cênicas pela CAL. Trabalhou com psicóloga clínica com orientação psicanalítica no SPA PUC-Rio, atendendo pacientes de baixa renda. Como atriz, atuou na novela "Quanto Mais Vida Melhor" (TV Globo, 2022). É sócia, atriz, produtora, tesoureira e social média do Coletivo Descalços, desempenhando todas as referidas funções no espetáculo O Tartufo, com direção de Bruce Gomlevsky, no teatro CCJF (2023).Leandro DanielLeandro tem carreira sólida no teatro, televisão e cinema. No teatro, esteve em mais de 40 produções, entre elas o sucesso “The Cachorro Manco Show”. Na televisão, é conhecido por diversos trabalhos, tanto na TV Globo como em séries de streaming. No cinema, atuou em filmes como "VIPs" (2011) e, em 2021, recebeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Cinema de Gramado por sua atuação em "Jesus Kid". Sua trajetória é marcada pela versatilidade.Claudio GabrielCláudio Gabriel é um ator e diretor brasileiro nascido a 18 de setembro de 1969, no Rio de Janeiro, que iniciou a sua carreira no teatro em 1991 e, a partir de 1992, tornou-se profissional após concluir a Escola de Teatro Martins Pena. O ator é conhecido pelos seus trabalhos em cinema, como Anahy de las Misiones (1997), e na televisão, onde se destacou em novelas como Terra e Paixão (2023-2024) e filmes como Medida Provisória (2020), além de atuar como músico e pintor. Marcelo FloresNa televisão integrou o elenco das novelas QUANTO MAIS VIDA MELHOR (2021/2022) e BOM SUCESSO (2019), entre outras participações em TV. No cinema atuou em CARLINHOS E CARLÃO, O BEIJO NO ASFALTO, LONGE DO PARAÍSO, E AÍ, COMEU?, IRMÃ DULCE, TRANSEUNTE e outros. Integrante e fundador da Cia de Teatro OS ARGONAUTAS, atuou em mais trinta de espetáculos teatrais na Bahia, no Rio de Janeiro, atuou em HAMLET e MACBETH, dirigidos por Aderbal Freire-Filho e A HORA E VEZ DE AUGUSTO MATRAGA- direção André Paes Leme; idealizou e produziu em parceria com Vladimir Brichta o espetáculo ARTE com direção de Emílio de Mello.Iluminação - Adriana OrtizCom 25 anos de êxito na profissão, multipremiada, foi vencedora do Prêmio Shell 2024 por “Um Filme Argentino” e indicada ao Prêmio APTR 2025 por “Claustrofobia”, realizou trabalhos em diversos espetáculos de teatro, ópera e musicais. Possui ainda a experiência de 4 anos como Coordenadora Técnica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de diversos eventos na indústria do entretenimento, como o Panorama da Dança, no Rio Cena Contemporânea e o Festival Internacional de Linguagem. Nos últimos anos se especializou como diretora técnica , participando de importantes realizações do mercado cultural em todo Brasil. Cenografia - Carla BerriCenógrafa premiada com vasta experiência em teatro, ópera e eventos. Vencedora do Prêmio Shell por "Macbeth" é de notável criatividade, pesquisa aprofundada e colaboração com diretores.Figurinos – Inês SalgadoFigurinista e diretora de arte com trajetória no teatro e cinema brasileiros. Trabalhou em filmes como Brava Gente Brasileira, Quase Dois Irmãos e Cidade de Deus, além de montagens teatrais de destaque. Recebeu o Prêmio Shell de Melhor Figurino (2008) por O Jardim das Cerejeiras e o Prêmio APCA (1991). Mantém, com a irmã, amplo acervo de roupas, acessórios e objetos históricos usados em teatro, cinema e publicidade,Assessoria de Imprensa – Stella PontesFundadora da JS Pontes Comunicação, atua como assessora especializada em artes cênicas e produção cultural. Desenvolve estratégias de mídia, criação de pautas e gestão de imagem para companhias, artistas e projetos, fortalecendo marcas culturais e ampliando a visibilidade de estreias, temporadas e festivais, aproximando produções do público e da críticaTrilha Sonora - Flávia TygelFlávia Tygel é compositora e pianista carioca, especializada em trilhas sonoras para cinema, televisão, streaming e teatro. Destaca-se por sua atuação em projetos teatrais, como a peça Um Filme Argentino, pela qual foi indicada ao Prêmio APTR 2025 na categoria Música – trilha sonora original. Com uma carreira marcada por parcerias com artistas renomados e produções de relevância nacional, Flavia une sensibilidade estética e pesquisa musical, consolidando-se como referência na música para cena contemporânea.Preparação Corporal – Márcia RubinPreparadora corporal, coreógrafa e diretora de movimento com mais de 30 anos de experiência no teatro brasileiro. Formada em Arte e Filosofia pela PUC-RJ, atuou em montagens como A Alma Boa de Setsuan, Cabaré Filosófico, Confissões de Adolescente, Domando a Megera e Hamlet ou A Morte de um Príncipe. Indicada ao Prêmio Shell 2005 pelo conjunto da obra, é referência em preparação física e expressiva para atores e bailarinos.Fotos – Nil CaninéFotógrafa brasileira, colaborou com o Grupo Galpão e o Centro de Pesquisa Teatral (CPT) de Antunes Filho. Especializada na documentação de espetáculos e retratos de atores, expôs suas obras no Brasil e no exterior, sendo referência na fotografia cênica por seu registro preciso e sensível da expressão artística.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.