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PRONAC 259478Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Temporada do musical JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR, inspirado no àlbum Refazenda, de Gilberto Gil

59 PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,66 mi
Aprovado
R$ 2,66 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-01
Término

Resumo

Realização de apresentações do musical original JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR, espetáculo livremente inspirado no disco Refazenda, composto por Gilberto Gil em 1975. Além da circulação da peça teatral, o presente projeto prevê ações formativas culturais, como: dois (02) ensaios abertos seguidos de bate-papo com a equipe artística, uma (01) palestra sobre a História do Disco e um (01) workshop sobre Teatro Musical Brasileiro. Além disso, como uma das medidas de ampliação de acesso, será feita a gravação profissional e distribuição gratuita das sete canções inéditas da montagem. O espetáculo faz sua estreia no Teatro Anchieta (Sesc Consolação), de 24 de outubro a 23 de novembro de 2025, depois de sua dramaturgia ter sido contemplada pela 42a Edição da Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo, em 2023.

Sinopse

O musical autoral JECA – UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR é livremente inspirado no disco Refazenda, composto por Gilberto Gil em 1975 e que completa 50 anos. No espetáculo, as personagens, paisagens e situações poetizadas nas letras das canções do álbum ganham vida no palco. Como na música “Meditação”, Jeca relembra diferentes fases da vida em que regressou às suas raízes e sua terra natal, encontrando seu Pai e sua Mãe, o amor da sua vida e o velho Abacateiro da cidade. Com Grupo 59 de Teatro, dramaturgia de Lucas Moura e Marcelino Freire, direção de Kleber Montanheiro e direção musical de Marco França, JECA é a jornada de um homem do povo a partir de sua conexão com suas origens. Um Brasil plural em busca de um sentido de vida profundamente vinculado à terra. Na montagem, além das 11 canções do álbum Refazenda, há ainda 07 canções originais compostas em diálogo com as faixas do disco. Essas canções originais serão gravadas profissionalmente, sendo lançadas e distribuídas em plataformas de streaming. A classificação indicativa é de 12 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar temporada de três meses de JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR, espetáculo musical livremente inspirado no disco Refazenda, composto por Gilberto Gil em 1975 e que comemora 50 anos em 2025. Adicionalmente, promover todas as ações formativas culturais previstas no projeto, como ensaios abertos e bate-papos, palestra e workshop.OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 3 (três) meses de temporada do espetáculo JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR, com total de 36 (trinta e seis) apresentações, na cidade de São Paulo, em teatro a ser definido e com venda de ingressos a preços populares em atendimento às normas da lei de incentivo.- Executar a gravação das sete músicas originais e inéditas compostas com exclusividade para o espetáculo JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR, seguidas de seu lançamento e distribuição gratuita em plataformas de streaming.- Compartilhar dois (02) ensaios abertos gratuitos para pessoas de segmentos vulneráveis e estudantes e professores de instituições públicas de ensino, em complemento à democratização do acesso (art. 28, VI da IN MinCn. 01/2023).- Produzir uma (01) palestra de 2 horas sobre a história do álbum Refazenda com a pesquisadora musical e biógrafa Chris Fuscaldo, dirigida para segmentos vulneráveis e estudantes e professores de instituições públicas de ensino.- Promover Workshop de Teatro Musical Brasileiro, com 16h (dezesseis horas) de duração, no teatro em que a peça estiver em cartaz, tendo como público-alvo estudantes ou interessados em artes cênicas, canto e performance, pertencentes a grupos de pessoas de segmentos vulneráveis. - Implementar políticas de acessibilidade de maneira integral nas atividades do projeto, com respeito às medidas de tradução para as comunidades surda e cega.

Justificativa

O espetáculo JECA _ UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR, do Grupo 59 de Teatro, atende de forma direta às finalidades e objetivos estabelecidos pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conforme previsto no Art. 1º da Lei nº 8.313 | Lei Rouanet, de 23 de dezembro de 1991, em seus incisos: I, IV, V, VI e IX. Também alcança os objetivos do Art. 3º da referida norma de acordo com os incisos II alínea "c" e IV alíneas "a" e "b". A seguir, destacam-se as correspondências entre os dispositivos legais e a proposta artística apresentada. Caput - Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:Inciso I _ Livre acesso às fontes da cultura e exercício dos direitos culturais.O espetáculo JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR promove o acesso democrático às fontes da cultura brasileira ao revisitar o histórico álbum Refazenda, de Gilberto Gil, e recriá-lo em linguagem cênica e musical contemporânea. A montagem oferece ao público a possibilidade de vivenciar, em formato teatral e acessível, um patrimônio cultural que se renova em cena e amplia o pleno exercício dos direitos culturais. A fusão entre música, dramaturgia e encenação garante que diferentes públicos tenham contato direto com um repertório essencial da memória artística nacional, em diálogo com questões atuais e urgentes do país. O álbum Refazenda, de Gilberto Gil, foi criado em 1975 durante a ditadura militar como um manifesto à inclusão democrática, destacando as vozes populares dos interiores do País como representantes de um saber ecológico e originário. O disco inaugurou a chamada Trilogia Re, composta também pelos LPs Refavela (1977) e Realce (1979) - criações artísticas que repensam e reconfiguram o imaginário da brasilidade em torno da democracia cultural. Ao revisitar Refazenda quase cinquenta anos depois, o espetáculo atualiza seu caráter documental e histórico, permitindo que novas gerações tenham contato direto com esse patrimônio. Assim, garante-se não apenas o livre acesso às fontes da cultura, mas também o pleno exercício dos direitos culturais, na medida em que a obra traduz um projeto de país mais inclusivo, no qual vozes populares, interioranas, sertanejas e rurais são reconhecidas em sua centralidade. Inciso IV _ Proteção às expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.O enredo de JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR valoriza as expressões culturais de comunidades formadoras do Brasil, sobretudo as tradições populares. Ao dar voz às histórias do povo, ao universo das feiras, das rezas e das festas dos rincões do País, o espetáculo protege e projeta no palco práticas que compõem o pluralismo cultural brasileiro — e que, aliás, Gilberto Gil já havia destacado como fundamentais em sua Trilogia Re. Em Refazenda, o artista reivindica, em canção, a inclusão democrática do povo sertanejo e nordestino, apontando os impactos da modernização e do êxodo rural sobre suas tradições e modos de vida. Essas expressões, articuladas por Gil como parte essencial da identidade nacional, são retomadas pela encenação e ganham nova força diante dos desafios contemporâneos, como a crise ambiental, a busca por uma transição ecológica justa e os conflitos de terra que desafiam os tempos atuais. Dessa forma, a obra reafirma o papel das culturas populares como pilares do pluralismo cultural brasileiro, assegurando sua preservação e atualização simbólica na cena teatral. Inciso V _ Salvaguarda dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileiraO espetáculo JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR cumpre este inciso ao salvaguardar e atualizar os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira por meio da criação de uma dramaturgia musical autoral inédita e autenticamente brasileira. A produção se insere em um contexto histórico no qual o gênero teatro musical, após atravessar fases marcantes — do teatro de revista no final do século XIX ao teatro de arena nos anos 1960 e 1970, seguido pela influência da Broadway nos anos 2000 e pelo predomínio de espetáculos biográficos recentes — apresenta escassez de dramaturgias musicais inéditas e brasileiras. Nesse cenário, a obra do Grupo 59 de Teatro representa um gesto de resistência estética e de reafirmação da autenticidade da criação nacional independente.Diferentemente dos modelos jukebox, centrados em espetáculos com setlists musicais, ou das montagens biográficas que narram trajetórias pessoais de artistas consagrados, a dramaturgia de JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR parte da reflexão crítica sobre as canções do álbum Refazenda e de sua inserção no projeto estético-político da Trilogia Re, de Gilberto Gil. O processo criativo não se restringiu a reproduzir repertórios existentes, mas gerou composições originais em diálogo direto com as músicas de referência, indagando quais personagens, filosofias e sonoridades poderiam inspirar novas cenas teatrais e como a própria Refazenda poderia ser recriada, no Brasil de hoje, com linguagem contemporânea.Essa investigação exigiu um mergulho musicológico e dramatúrgico: estudo sistemático de versos, poemas, arranjos, contextos histórico-políticos e fonográficos, integrados à pesquisa teatral. O Grupo 59 adotou métodos de trabalho multidisciplinares, articulando dramaturgos, musicólogos, filósofos, músicos, atores e encenadores em processos colaborativos em que a cena, mais do que a escrita individual, se constituiu como instância decisiva de criação. Trata-se, portanto, de um modo de fazer que rompe com a lógica de gabinete e reafirma a centralidade do coletivo, da transversalidade de saberes e da prática investigativa como essência da produção artística.A manutenção e sobrevivência de um grupo independente de 12 artistas em pesquisa continuada, somada ao compartilhamento público de seus processos e resultados, atesta a relevância desse trabalho como prática que salvaguarda modos de criação cultural em risco diante da lógica imediatista do mercado. Nesse sentido, o espetáculo se afirma como um projeto de pesquisa teatral continuada, com impacto direto na vitalidade e autenticidade do teatro brasileiro, contribuindo para o fortalecimento de linguagens críticas e contra-hegemônicas. A existência e circulação desta obra, ancorada em dramaturgia musical brasileira inédita é, assim, um indicador concreto da efetividade da Lei de Incentivo à Cultura em seu objetivo de preservar e fomentar os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.Inciso VI _ Preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroJECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR contribui para preservar bens imateriais do patrimônio cultural ao trazer à cena músicas, narrativas e imaginários que marcam a história cultural do Brasil. Na montagem, o repertório do álbum Refazenda - que se tornou um marco histórico na música popular brasileira por reafirmar a força do cancioneiro nordestino e consolidar uma MPB mais plural e conectada com as diversas identidades do Brasil - somado à clássicos de autores populares como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Anastácia, é reatualizado em forma teatral, assegurando sua permanência viva na memória coletiva. Ao mesmo tempo, o espetáculo preserva materialmente o legado artístico de Gilberto Gil e, em especial, da Trilogia Re, ao projetá-lo para novas plateias, transformando o patrimônio em experiência estética presente, atualizada e ressignificada.Inciso IX _ Priorizar o produto cultural originário do paísO espetáculo se ancora em matriz essencialmente brasileira: as canções de Gilberto Gil, os ritmos populares como o baião, o forró, o xote e a embolada, além de referências e manifestações tradicionais da cultura popular nordestina, incorporando elementos como a cantoria coral, as feiras livres, o ofício das rendeiras, a simbologia dos jangadeiros. Tais referências, contextualizadas em ambiente contemporâneo, ampliam a densidade simbólica da obra e promovem uma aproximação efetiva com a memória cultural brasileira. Ao mobilizar práticas de oralidade, música, dança, religiosidade popular e mitopoética regional, o projeto assegura a valorização e a atualização de matrizes estéticas fundamentais, projetando-as em diálogo com linguagens contemporâneas do teatro musical e contribuindo para a construção de uma dramaturgia autoral no cenário nacional. Adicionalmente, trata-se de um produto cultural concebido, escrito, produzido, dirigido e protagonizado 100% por artistas brasileiros, o que também reafirma o valor das criações originárias do País, mesmo num setor onde ainda se destacam musicais estrangeiros. Ao priorizar tais elementos, a obra fortalece a circulação de referências autênticas da cultura nacional e reafirma a importância da produção local frente a tendências de homogeneização global. Caput - Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:Inciso II _ Fomento à produção cultural e artística, alínea "c": Realização de espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.O espetáculo cumpre a função de fomentar a produção cultural ao levar ao grande público uma produção musical inédita, autoral e genuinamente brasileira, a partir de um patrimônio de enorme relevância cultural: a poesia de Gilberto Gil, autor que tem sido capaz de organizar percursos político-históricos-sociais e culturais em canções que conversem (com) e reflitam o desenvolvimento contemporâneo da nação. Além disso, o espetáculo reúne dramaturgos, músicos, filósofos, pesquisadores musicais, atores e técnicos em um processo de criação coletiva e colaborativa. O projeto amplia o campo das artes cênicas, investindo na experimentação estética e na valorização da música popular como narrativa dramatúrgica. A proposta se concretiza na realização de um espetáculo que integra música ao vivo, dramaturgia original inédita a partir de canções e encenação teatral, em diálogo direto com expressões da cultura popular brasileira. A trilha composta por canções de Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Anastácia, além de composições autorais, reforça a conexão com tradições do forró, baião, xaxado e xote, criando um espaço cênico onde as tradições musicais se reinventam no presente. Dessa forma, o projeto cumpre o objetivo da lei ao viabilizar um espetáculo que sintetiza múltiplas linguagens artísticas em torno da cultura nacional.Inciso IV (Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais), alínea a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.O espetáculo estimula o conhecimento dos bens e valores culturais brasileiros ao aproximar o público de referências que compõem o patrimônio imaterial da nação. O enredo, construído a partir das canções de Refazenda e da memória cultural do sertão, amplia a consciência crítica sobre a diversidade e a profundidade das tradições nacionais. Ao tornar visíveis em cena símbolos como a feira, o abacateiro, as festas populares, a cultura das rendeiras e dos jangadeiros, e a trajetória de resistência de um povo profundamente vinculado à terra, a montagem fortalece a compreensão e a valorização dos bens culturais do Brasil. O projeto prevê a democratização do acesso por meio da distribuição gratuita de mínimo de 10% (dez por cento) do total de ingressos em caráter social ou educativo, e ainda a distribuição de 20% dos ingressos a preços promocionais e populares. Além disso, prevê-se acesso gratuito de segmentos vulneráveis e alunos e professores da rede pública à ensaios abertos, bate-papos, palestra e workshop, assegurando que diferentes camadas da população possam participar da experiência cultural. Adicionalmente, está prevista ampla divulgação, via plataformas de streaming, a registros audiovisuais dos espetáculos, das atividades de ensino e de outros eventos referente ao produto principal. Tais ações concretizam o compromisso de ampliar o público, reduzir barreiras sociais e econômicas e fortalecer o direito universal à fruição artística. O projeto reafirma, assim, seu caráter inclusivo e a missão pública de difusão cultural.Inciso IV (Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais), alínea b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.O presente projeto é resultado direto de um amplo processo de levantamento, estudo e pesquisa na área da cultura e da arte, em especial no campo da música popular brasileira e de sua transposição para a cena teatral. Contemplado pela 42a edição da Lei de Fomento Ao Teatro da Cidade de São Paulo em 2023, o Grupo 59 de Teatro realizou uma investigação sistemática da obra Refazenda (1975), de Gilberto Gil, compreendendo-a não apenas como repertório musical, mas como documento artístico, histórico e político de grande relevância. O estudo abrangeu a análise musicológica das canções — em seus aspectos poéticos, harmônicos, melódicos e fonográficos —, bem como o exame de seus contextos culturais e de sua inserção no projeto estético-político da Trilogia Re. Esse processo investigativo, desenvolvido de forma multidisciplinar, reuniu dramaturgos, músicos, filósofos, atores e encenadores em um diálogo que extrapolou a mera adaptação do disco, configurando-se como pesquisa independente aplicada em artes cênicas e musicais. O resultado é uma dramaturgia inédita que não apenas preserva e atualiza valores culturais brasileiros, mas também oferece novos métodos e procedimentos para o teatro musical contemporâneo. Assim, o projeto exemplifica a função de estimular e consolidar levantamentos e pesquisas na área cultural, assegurando a produção de conhecimento crítico e a inovação estética a partir de matrizes genuinamente nacionais.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: APRESENTAÇÃO DE ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (TEATRO MUSICAL)36 (trinta e seis) sessões do espetáculo, com duração de 2h/cada, sem intervalo. Espetáculo com música executada ao vivo por banda composta por quatro musicistas, e elenco de 10 atores e atrizes. A mensuração precisa da capacidade de público por sessão dependerá da capacidade do teatro pautado - estima-se teatro de médio porte com mínimo de 250 assentos. Haverá acompanhamento de monitores e profissionais de acessibilidade tanto nas apresentações, quanto nos ensaios abertos e bate-papos, assim como na palestra e no workshop.PRODUTO SECUNDÁRIO: GRAVAÇÃO E LANÇAMENTO DAS 7 MÚSICAS ORIGINAIS DO ESPETÁCULO A ação contempla a produção fonográfica completa das sete músicas originais compostas para o espetáculo JECA: UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR, incluindo:Pré-produção: arranjos, ensaios com músicos e preparação vocal.Gravação em estúdio profissional com recursos adequados de captação de áudio.Edição, mixagem e masterização das faixas, assegurando qualidade técnica compatível com os padrões de mercado.Registro fonográfico (ISRC e códigos necessários para distribuição digital).Lançamento em plataformas de streaming (Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music, entre outras).Distribuição gratuita, garantindo amplo acesso ao público sem custos.CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS:A) ENSAIOS ABERTOS SEGUIDOS DE BATE-PAPOSerão realizados 2 (dois) ensaios abertos, no mesmo teatro que a peça estará em cartaz, com acesso gratuito à segmentos vulneráveis e/ou alunos e professores da rede pública de ensino, em complemento à democratização do acesso (art. 28, VI da IN MinCn. 01/2023). Os ensaios serão seguidos de uma sessão de bate-papo com elenco e direção para compartilhamento dos processos criativos e bastidores da produção. Os ensaios contarão com infraestrutura adequada para acessibilidade física, assim como intérprete de libras e áudio descrição. De modo a viabilizar a realização desses eventos, serão disponibilizados ônibus de transporte para o deslocamento dos alunos da rede pública. Duração: 3 horasPúblico do evento: 170 pessoas por ensaio aberto - segmentos de vulneráveis e/ou alunos e professores da rede pública.B) PALESTRA SOBRE O ÁLBUM/LIVRO "REFAZENDA"Nessa exposição, a pesquisadora musical, jornalista, escritora, biógrafa e cantora Chris Fuscaldo contará a história do álbum Refazenda, lançado em 1975. Aproveitará ainda para biografar Gilberto Gil, explorando os temas que inspiraram esse trabalho, que marcou uma guinada na carreira de Gil. Chris Fuscaldo é autora do livro "Refazenda - O interior floresce na abertura da fase 'Re'”, lançado pelas Edições Sesc em 2023 (e-Book) e 2024 (livro físico) e é o quinto da autora, que assina também "Discobiografia Mutante" (2018) e "Viver é melhor que sonhar: Os últimos caminhos de Belchior" (2021), entre outros. A palestra será ministrada no mesmo teatro que acolherá a temporada do espetáculo.Duração: 2 horasLocal: em teatro a ser definido.Público do evento: 160 pessoas (mínimo de 50% deste total será representado por segmentos vulneráveis e alunos e professores da rede pública de ensino, sendo que poderá haver ainda: músicos, pesquisadores musicais, jornalistas e interessados em música e cultura popular brasileira).C) WORKSHOP DE TEATRO MUSICAL BRASILEIROA proposta equilibra prática, teoria e criação coletiva — inspirado tanto em técnicas de teatro musical quanto nas características únicas da dramaturgia e música brasileiras. O workshop será ministrado por Kleber Montanheiro, renomado encenador como o musical da Broadway Cabaret, o espetáculo Tatuagem (prêmio APCA de melhor diretor) e o musical original inspirado em João Cabral de Melo Neto, João, indicado ao prêmio APCA de melhor direção 2025.Duração: 2 semanas Local: em teatro a ser definido.Aulas: 2 por semana (total de 4 aulas) Carga horária por aula: 4h Número de alunos: 30 Público-alvo: estudantes ou interessados em artes cênicas, canto e performance, de nível iniciante a intermediário. Serão priorizadas pessoas negras, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e/ou inscritos no CadÚnico - nomeados pela lei como "segmento de vulneráveis".

Acessibilidade

O Teatro a ser escolhido para a temporada de JECA – UM POVO AINDA HÁ DE VINGAR disporá de infraestrutura adequada para acomodar pessoas com deficiência física (como rampas e/ou elevadores com largura adequada, portas e salas com largura e espaço adequados, assentos adequados para deficientes e assentos diferenciados para pessoas obesas, bem como banheiros adaptados). O ensaio aberto, assim como a palestra e o workshop previstos, também serão feitos no mesmo espaço, garantindo assim a devida infraestrutura arquitetônica de acessibilidade. Além disso, serão contempladas as seguintes medidas:ACESSIBILIDADE FÍSICA: estão previstas visitas técnicas prévias aos espaços para mapeamento de trabalho dos monitores e para o planejamento das sinalizações e demais medidas para mitigação de obstáculos.ACESSIBILIDADE PARA PESSOA SURDA OU ENSURDECIDA: disponibilidade de intérprete de Libras em 100% dos produtos programados neste projeto, inclusas ações comunicacionais específicas para informar a disponibilidade dos serviços.ACESSIBILIDADE PARA PESSOA CEGA: realização de procedimentos de audiodescrição para 100% das sessões do espetáculo; arquivos de materiais de leitura e apoio disponíveis para uso de tecnologias assistivas; ações comunicacionais específicas para informar a disponibilidade dos serviços. ACESSIBILIDADE PARA PESSOA NEURODIVERGENTE: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões; empréstimo de abafadores de ruído; disponibilidade de sala de regulação sensorial para momentos de crise ou desconforto.

Democratização do acesso

O plano de distribuição deste projeto prevê medidas de democratização do acesso aos produtos culturais produzidos, em conformidade com o Artigo 28 da IN nº 01/2023, observados as seguintes medidas:- Distribuição gratuita de 40% do total de ingressos, sendo:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita em caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e- Mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores promocionais, que não ultrapassem 3% (três por cento ou pouco mais de R$ 45,00) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.- Meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e- Meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. O Estatuto da Pessoa Idosa (Lei no 10.741/2003) define a condição de "idoso/idosa"a partir dos 60 anos.- O restante dos ingressos serão comercializados livremente pelo proponente, não podendo ultrapassar o valor unitário de até R$ 250,00.Como medidas de ampliação de acesso: - disponibilizaremos gratuitamente, via plataformas de streaming, a gravação profissional das sete canções inéditas do espetáculo “Jeca - Um Povo Ainda Há de Vingar”;- disponibilizaremos gratuitamente, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das atividades de ensino e de outros eventos referente ao produto principal;- garantiremos o acesso para captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

DIREÇÃO: KLEBER MONTANHEIRODRAMATURGIA: LUCAS MOURA COM POEMAS CÊNICOS DE MARCELINO FREIREDIREÇÃO MUSICAL, COMPOSIÇÕES ORIGINAIS E ARRANJOS: MARCO FRANÇAPREPARAÇÃO DE CANTO: RAFA MIRANDA DESENHO DE LUZ: GABRIELE SOUZACENÁRIO E FIGURINOS: KLEBER MONTANHEIRODESENHO DE MOVIMENTO: GABRIEL MALODESENHO DE SOM: NICHOLAS RABINOVITCHASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO E DIREÇÃO RESIDENTE: ANA ELISA MATTOSASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO MUSICAL, PIANISTA ENSAIADOR, SUPERVISÃO VOCAL E COPISTA: DANIEL CARVALHODRAMATURGISMO: MIRIAN BLANCO E THOMAS HUSZARCANÇÕES ORIGINAIS: MÚSICAS DE MARCO FRANÇA E LETRAS DE LUCAS MOURA, MARCELINO FREIRE, MIRIAN BLANCO E THOMAS HUSZARPREPARAÇÃO PARA CANTO: RAFAEL MIRANDACANÇÕES ORIGINAIS: MÚSICAS DE MARCO FRANÇA E LETRAS DE LUCAS MOURA DA CONCEIÇÃO, MARCELINO FREIRE, MIRIAN BLANCO E THOMAS HUSZARCENOTÉCNICO: EVAS CARRETEROARTE GRÁFICA: NATHÁLIA ERNESTOIDEALIZAÇÃO DO PROJETO ARTÍSTICO, COORDENAÇÃO DE PESQUISA E PRODUÇÃO ARTÍSTICA: MIRIAN BLANCOELENCO E REALIZAÇÃO: GRUPO 59 DE TEATROCAROLINA FARIA, FELIPE GOMES MOREIRA, FERNANDO VICENTE, GABRIEL BODSTEIN, GABRIELA CERQUEIRA, JANE FERNANDES, MIRIAN BLANCO, NILCÉIA VICENTE, NATHALIA ERNESTO, THOMAS HUSZAR.MINI BIO’S & CURRÍCULOS DA FICHA-TÉCNICA:KLEBER MONTANHEIRO - DIREÇÃO ARTÍSTICAMultiartista com 30 anos de carreira, é diretor cênico, cenógrafo, figurinista e artista visual em expografia. Ganhou o prêmio APCA 2008 pelo espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão e o prêmio FEMSA 2009 por A Odisséia de Arlequino, ambos de melhor diretor. Em 2022, foi indicado ao prêmio Bibi Ferreira e ganhou o prêmio APCA de melhor diretor pelo espetáculo Tatuagem, inspirado no filme homônimo de Hilton Lacerda. Dirigiu o musical Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Holanda (2014/2015), Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo (2016), inspirado no clássico de Henrik Ibsen, Carmen, a Grande Pequena Notável (2018/2019), musical com Amanda Acosta sobre a vida e obra de Carmen Miranda (onde recebeu o prêmio São Paulo de melhor figurino) entre muitos outros. Dirigiu recentemente o musical da Broadway Cabaret, que cumpriu temporada no 033 Rooftop, do Teatro Santander, recebendo o prêmio Bibi Ferreira de melhor figurino e melhor direção. Foi o expografista das ocupações Laura Cardoso, Lima Duarte, Tônia Carrero e uma inédita com abertura em dezembro de 2025, Grande Otelo, todas no Itaú Cultural. Atualmente seu último trabalho foi a direção e concepção do musical original inspirado em João Cabral de Melo Neto, João, indicado ao prêmio APCA de melhor direção 2025.MARCO FRANÇA - DIREÇÃO MUSICAL, ARRANJOS E COMPOSIÇÕES MUSICAISPotiguar de Natal/RN é ator, diretor musical, compositor, arranjador e músico multi-instrumentista. Residente em São Paulo há quase 10 anos, completou 35 anos de carreira marcada por sua trajetória no Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare, onde desenvolveu sua pesquisa unindo música e cena através de jogos teatrais. Premiado como ator e diretor musical, entre eles dois Prêmios Shell e Bibi Ferreira, participou dos mais importantes festivais de teatro do país e do exterior. Iniciou sua recente carreira no audiovisual como ator em novelas, séries e longa nacional, além de compor trilha para curtas e fazer voz original para filmes de animação, séries e audioséries. Trabalhou ao lado de nomes como Gabriel Villela, Newton Moreno, Zeca Baleiro, Chico Cesar, Kleber Montanheiro, Irandhir Santos, Esmir Filho, Marcélia Cartaxo, Galpão, Ói Nóis, Folias dentre outros. MARCELINO FREIRE - DRAMATURGIA E POEMAS CÊNICOSMarcelino Freire é escritor. Nasceu em 1967, em Sertânia, Pernambuco. Viveu no Recife e desde 1991 reside em São Paulo. É autor, entre outros, dos livros “Angu de Sangue” (Ateliê Editorial) e “Contos Negreiros” (Editora Record – Prêmio Jabuti 2006). Em 2004, idealizou e organizou a antologia de microcontos “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século” (Ateliê). Alguns de seus contos foram adaptados para teatro (a exemplo da peça "Hospital da Gente" pelo grupo Clariô de Teatro; "Nossos Ossos", pela Companhia da Revista; e "Angu de Sangue" e "Rasif", pelo Coletivo Angu de Teatro; além do texto original "Agropeça" para o Teatro da Vertigem em 2023). Participou de várias antologias no Brasil e no exterior. “Contos Negreiros” foi publicado em 2013 na Argentina, pela Editora Santiago Arcos e com tradução de Lucía Tennina, e no México, pela Librosampleados, com tradução de Armando Escobar. Criou a Balada Literária, evento que acontece em São Paulo desde 2006, com edições em Teresina (desde 2017) e Salvador (desde 2015). No final de 2013, publicou seu primeiro romance, intitulado “Nossos Ossos” (Record – Vencedor do Prêmio Machado de Assis, e finalista do Prêmio Jabuti de Literatura de 2014), publicado também na Argentina, pela editora Adriana Hidalgo, na França pela editora Anacaona, e em Portugal pela editora Nova Dheli. Em 2018, lançou pela José Olympio o livro “Bagageiro”, que reúne o que ele chama de “ensaios de ficção”, e em 2024, o romance “Escalavra”, pela Amarcord. Coordena oficinas de criação literária desde o ano de 2003, já tendo revelados nomes como os de Aline Bei, Carol Rodrigues e Sheyla Samanioto. O escritor mantém o blog Ossos do Ofídio: marcelinofreire.wordpress.comLUCAS MOURA - DRAMATURGIALucas Moura é formado em dramaturgia pela SP Escola de Teatro (2015), pela Escola Livre de Teatro (2016) e pelo Núcleo de Dramaturgia do Sesi (2019). É também ator formado pela Cia. do Nó de Teatro (2016), e filósofo pela USP (Universidade de São Paulo). Como roteirista e diretor de podcast foi um dos vencedores do edital “Sound Up Brasil” do Spotify que premiou 20 podcasters negros e indígenas de todo o Brasil. Seu podcast ficcional para crianças negras “Calunguinha, o cantador de histórias” lançado em maio de 2022 é um dos podcasts infantis mais escutados do Brasil e conta com nomes como Lázaro Ramos, Yuri Marçal, Solange Couto, Douglas Silva, Theresa Cristina, Babu Santana, Ìcaro Silva, Naruna Costa, Luedji Luna e Margareth Menezes. Foi um dos curadores do Edital “Arte como respiro” de Literatura do Itaú Cultural (2021) e um dos palestrantes da FLUP 2021. Em junho de 2021, ainda durante o período pandêmico, estreou como roteirista a peça-filme "Desfazenda - me enterrem fora deste lugar" com o grupo teatral "O Bonde", direção de Roberta Estrela D'Alva e participação de Grace Passô. A peça-filme recebeu o prêmio APCA 2021 de melhor espetáculo virtual e foi contemplado com a Lei de Fomento ao Teatro. De dezembro de 2022 a janeiro de 2023 a versão presencial de “Desfazenda…” ficou em cartaz no Sesc Avenida Paulista e foi indicada ao Prêmio Shell (2023) de Melhor Dramaturgia. Ficou em cartaz como dramaturgo do espetáculo “Jogo de imaginar” no Itaú Cultural de novembro de 2022 até junho de 2023 - o espetáculo recebeu o Prêmio APCA de Melhor Direção (2023). Foi um dos cinco vencedores do Prêmio Dramaturgias do Tempo do TUSP com sua autoficção “Conceição”. Com “Planetário” novo podcast onde atua como roteirista, foi um dos selecionados para o Camp Serra Pilheira 2023, que selecionou 9 podcasts de sobre ciências do Brasil inteiro. Atuou como Orientador de Dramaturgia nas Fábricas de Cultura Zona Leste do ano de 2019 a 2022. E atuou como Artista Docente de Dramaturgia na SP Escola de Teatro (2022-2023). Dramaturgo do espetáculo MAGNÓLIA livremente inspirado na música Magnólia de Jorge Ben Jor; e integrante selecionado entre 2600 inscritos do CLIPE (Curso Livre de Preparação de Escritores).GABRIELE SOUZA - DESENHO DE LUZ Gabriele Souza é designer de luz e assina múltiplos projetos em teatro, dança, performances e shows, colaborando com diversos coletivos e artistas independentes. Integra a Cia. da Revista como designer de luz e o Grupo Folias, como designer e coordenadora técnica da sede do grupo, o Galpão do Folias. Entre seus últimos trabalhos teatrais, destacam-se os espetáculos “Ray - Você não me conhece” (2024) - em que está indicada como Melhor Desenho de Luz em Musicais no prêmio Bibi Ferreira 2025 -, “Tatuagem” (2022), “O Avesso da Pele” (2023), "A Woman With a Pipe" (2024), realizado na Das Theater em Amsterdam/NL, e “Cabaret” (2024) - este último lhe rendeu indicação aos Prêmios: Shell de Teatro, DID e Bibi Ferreira. Na linguagem da dança participou de duas criações com a São Paulo Companhia de Dança, em "Umbó" (2021) e "Autorretrato" (2024), ambos coreografados por Leilane Teles sob direção artística de Inês Bogéa. Além da função criativa, Gabriele tem se dedicado ao ensino de iluminação, ministrando aulas para o Programa Jovem Monitor Cultural da Prefeitura de São Paulo (2021), nos cursos livres do Galpão do Folias (2024-atualmente) e na SP Escola de Teatro (2022-Atualmente). Nesta última, atua também como artista convidada e membro da banca examinadora do curso de Iluminação ao lado de Guilherme Bonfanti e Francisco Turbiani.ANA ELISA MATTOS - ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃOAna Elisa Mattos é atriz formanda em Comunicação das Artes do Corpo - PUC SP. Ao longo de sua carreira, idealiza e produz seus espetáculos autorais - em 2026 estreia o espetáculo Marie. Ao lado de Erica Montanheiro, foi diretora Assistente em 05 espetáculos; desenvolveu o Núcleo de Dramaturgia Feminina e o curso Contos Que Ninguém Contou - estudando contos de fadas em suas versões originais. Em teatro e teatro musical, atuou como diretora assistente, diretora residente e assistente de direção nos espetáculos: Aquele Trem, Entre Os Trilhos e a Baleia, Os Dez Mandamentos, Marias do Brasil, Aparecida - um musical, Heathers, Noite de Patroa, Burnout e dirigiu o espetáculo Brilha La Luna. Realizou os seguintes espetáculos como assistente de direção de Kleber Montanheiro: Carmen - A Grande Pequena Notável, Cabaret - Kit Kat Club e João.DANIEL CARVALHO - ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO MUSICALDaniel Carvalho é cantor, pianista, regente, arranjador e professor de técnica vocal. Iniciou seus estudos em música com clarinete ainda criança. Participou de óperas, concertos, no Brasil e no exterior. Foi regente, pianista e professor de técnica vocal de vários grupos vocais. Hoje, seu foco é o teatro musical, no qual já registra mais de 10 montagens de musicais, tanto brasileiros, autorais, Broadway e off broadway, atuando tanto como preparador vocal, pianista, maestro, arranjador e diretor musical.GABRIEL MALO - DIREÇÃO DE MOVIMENTOFormado em teatro pelo INDAC, em dança por Gisele Bellot Escola de Dança, bailarino pelo 'International Student Program' na Steps on Broadway em Nova York e residente de criação coreográfica em 'Dance in Art' em Halfweg/Holanda. Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira 2023 como Melhor Coreógrafo em Musicais por ‘Once - Musical’, além de estar indicado ao mesmo prêmio neste ano por 'Clara Nunes - a tal guerreira' e 'Rio Uphill'. Ainda neste prêmio, foi indicado em 2019 por ‘Natasha Pierre e o Grande Cometa de 1812’; em 2021 por ‘Chaves Um Tributo Musical’ e em 2022 por ‘Cabaret dos Bichos’. Créditos como Coreógrafo e Diretor de Movimentos incluem: ‘Rocky – O Musical’, ‘Tom Jobim Musical’, ‘Brenda Lee e o Palácio das Princesas’, ‘Urinal O Musical’, ‘1984’ de George Orwell, ‘Senhor das Moscas’, entre outros. Como ator e bailarino trabalhou em espetáculos como: ‘Chicago, Lembro Todo Dia de Você’, ‘Cabaret Kit Kat Club’, ‘A Chorus Line’, ‘Wicked’, ‘Hairspray’, ‘West Side Story’, entre outros. Vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura 2022 na categoria Dança pela “Excelência na dança lendária de Bob Fosse no musical Chicago”. Gabriel foi integrante da companhia de dança contemporânea Steps Repertory Ensemble (NYC) por 2 anos. Participou do Reality/Documentário 'Dançando na Broadway', programa de TV exibido pelo canal Multishow, produzido e gravado em Nova York. Coreografou e produziu o espetáculo de dança contemporânea 'E se...' e trabalhou como Assistente de Direção na ópera 'Homens de Papel' da obra de Plínio Marcos, produzida pelo Theatro Municipal de São Paulo. Fez assistência de coreografia na turnê ‘Nossa História’ da dupla Sandy e Junior e direção artística do show ‘Submersa’ de Miranda Kassin. Coreografou o vídeoclipe ‘Mulher Oceânica’ de LUBO com direção de Maria Alice Arida. Em 2023, fez a direção de movimentos do espetáculo/performance Autorretrato dirigido por Felipe Hirsch. Coreografou as premiações “eSports Brasil 2023” (transmitida pelo canal Sportv e dirigida por Marisa Mestiço) e ‘Raízen - Programa de Excelência Shell 2024‘ em Madri-Espanha produzida pela TV1, além do programa The Masked Singer Brasil Especial de Natal 2024 (Rede Globo).RAFAEL MIRANDA - PREPARAÇÃO DE CANTORafa Miranda é preparador vocal, diretor musical, compositor e pianista, formado em Música com habilitação em Composição e graduando em Fonoaudiologia. Atuou como preparador vocal e diretor musical assistente nos espetáculos: Rocky – O Musical, Clara Nunes: A Tal Guerreira – O Musical, Once – O Musical, Sweeney Todd: O Cruel Barbeiro da Rua Fleet, Chaves – Um Tributo Musical, As Cangaceiras Guerreiras do Sertão, Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812, entre outros. Também compôs para os espetáculos: Brenda Lee e o Palácio das Princesas e Lembro Todo Dia de Você.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-09-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo