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PRONAC 259485Autorizada a captação total dos recursosMecenato

EDUCATIVO ZUMVI: EDUCANDO ATRAVÉS DA MEMÓRIA E DA CULTURA AFRO BRASILEIRA

ZUMVI ARQUIVO FOTOGRAFICO
Solicitado
R$ 510,2 mil
Aprovado
R$ 510,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-26
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O Zumvi Arquivo Afro Fotográfico é um quilombo visual, composto de acervos de 07 fotógrafos negros, e cerca de 50.000 fotografias produzidas ao longo de 35 anos. Para nós, a fotografia é o vetor para o desenvolvimento de atividades de preservação da memória negra e debates sociais voltados a formação de uma sociedade antirracista, através de ações educativas e culturais. Assim, pensamos esse projeto em três vertentes: metodologia para visitas mediadas de escolas públicas às galerias do Zumvi; entrega de Kit com imagens do acervo e sugestões aos professores dessas escolas de como o material pode ser trabalhado em sala de aula; e a realização de curso de curta duração para jovens negros na área de mediação cultural, para que possam atuar em museus e espaços culturais. Pretendemos assim, contribuir para a aplicação da lei 11.645, com as visitas mediadas e interação com os professores, como contribuir na formação de jovens para o mercado de trabalho, através do curso de mediação.

Sinopse

CURSO DE MEDIAÇÃO CULTURAL: A partir das imagens do ZUMVI, serão realizadas práticas pedagógicas que ampliem a consciência crítica dos participantes, utilizando a fotografia como dispositivo de rememoração, fabulação, identidade e resistência. A mediação sendo entendida não como mera transmissão de informação, mas como prática política e afetiva, capaz de desestabilizar discursos hegemônicos e abrir caminhos para a presença de outras histórias. Os participantes serão estimulados a criar narrativas próprias a partir do acervo do ZUMVI e das experiências vividas, promovendo uma apropriação crítica de espaços culturais como território de afirmação. Inspirados por pensadores como bell hooks, Achille Mbembe, Lélia Gonzalez e Beatriz Nascimento, a formação buscará problematizar as narrativas eurocentradas que tradicionalmente ocupam os espaços institucionais de cultura. A proposta é criar um espaço de escuta e diálogo, onde os jovens possam reconhecer-se como sujeitos históricos, produtores de conhecimento e memória. A proposta incorpora a pauta da acessibilidade como eixo essencial da formação. Encontros dedicados à reflexão e prática para mediação acessível, abordando o uso de LIBRAS, estratégias sensoriais, dentre outras, com participação de profissionais com experiência técnica em acessibilidade cultural e pessoas com deficiências como profissionais e participantes do curso. A intenção é preparar os jovens para desenvolver práticas que contemplem diversos públicos, promovendo um acesso mais democrático à cultura e a esse setor profissional no mercado das artes que a cada dia se amplia mais. Mais do que uma formação técnica, este curso é um espaço de aprendizagem partilhada, onde a escuta, o pensamento crítico e o respeito pelas diversidades de narrativas se tornam ferramentas essenciais para transformar a relação entre o público e a arte. Refletir criticamente sobre a memória, identidade e justiça social na arte visual.Visitas Mediadas Visita mediada com recepção do grupo agendado no espaço da galeria, com exposição curada pelo fotógrafo Lázaro Roberto idealizador do arquivo ZUMVI apresentando parte do importante acervo com registros do Movimento Negro Unificado da Bahia, de momentos importantes da construção da luta de direitos da população negra no Brasil nas últimas décadas. Como a construção da narrativa de uma consciência negra na participação da população negra na política, educação, ciência, economia, na estética, e na luta por liberdade. A herança africana se apresentando também na arte, na cultura, o papel importante da religiosidade afrobrasileira, os candomblés como preservadores dessas manifestações discriminadas por uma sociedade ainda em processo de desconstrução de um passado escravocrata muito recente. Combatendo estigmas a partir de leis de ensino da história da África no Brasil obedecendo a implementação da lei 11.645.Finalização da visita com bate papo sobre a importância da fotografia como conservação da memória de um lugar, de um grupo e como podemos pensar isso para próximas gerações com as tecnologias e ferramentas atuais e a importância de instituições e arquivos como ZUMVI para a preservação da memória negra. Encontro com EducadoresEncontro com educadores das escolas agendadas para visitas para introdução dos assuntos relacionados a implementação da lei 11.645, lei federal que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas do país e como o arquivo ZUMVI é uma instituição de preservação de registros importantes da história da população negra no Brasil, elaborando como os educadores podem contextualizar essas imagens no ambiente escolar e na abordagem de diversos temas, desde a abolição da escravidão no Brasil, como também a movimentação no movimento negro para acesso de pessoas negras no ensino superior, ou a importância das irmandades negras, instituições religiosas centenárias que também possibilitaram a alforria de muitos negros escravizados no período colonial e resistem nos tempos atuais. Encontro mensais. Estudo de imagens - historicidades, elementos estéticos,Kit professor: 10 Postais + Poster (Elaboração de formas de utilizar no ambiente educativo) + 3 fotografias tamanho 20x30cm

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o diálogo e fomentar debates com escolas e universidade públicas sobre preservação da memória do povo preto na Bahia. Objetivos específico:· Promover visitas guiadas e atividades lúdicas através das fotografias do Zumvi expostas nas galerias da instituição;· Disponibilizar um ambiente acessível e equipe capacitada para o público que visite a galeria do Zumvi;· Despertar em nossos visitantes o entendimento sobre a importância de buscar a preservação do registro de suas próprias memórias;· Levar para a sala de aula os debates suscitados pelas fotografias do Zumví;· Contribuir na implementação efetiva da lei Referência a lei nº 11.645.· Capacitar jovens entre 18 e 29 anos, principalmente oriundos de escolas públicas, para atuarem em atividades de mediação cultural em museus de Salvador.· Entregar a cada escola ou universidade visitante, ao final de cada visita, um Kit com fotografias, postais e poster com imagens do Zumvi que podem ser trabalhadas como material didático em sala de aula.

Justificativa

O ZUMVI Arquivo Afro Fotográfico é uma instituição idealizada, em 1990, por Lázaro Roberto, Aldemar Marques e Raimundo Monteiro, três jovens negros das periferias de Salvador, que viveram em um contexto histórico adverso em meio à ditadura Militar e os percalços de serem negros na cidade mais negra fora do continente Africano. Eram fotógrafos afrodescendentes comprometidos com o registro das atividades culturais políticas e produção de imagens da cultura Afro-Brasileira. Tudo girava em torno do campo da documentação e memória: "Fotografar hoje para o futuro", era assim que eles pensavam. Sem tal pretensão, esses fotógrafos criaram um "Quilombo visual", desenvolvendo uma afro maneira de registrar e criando um arquivo de memórias imagéticas dos negros, algo jamais feito no Brasil contemporâneo.Hoje o arquivo tem cerca de 50.000 fotografias de 07 fotógrafos e continua aberto a receber novos acervos e cumprir sua missão de "Preservar e Promover a memória afirmativa afro-brasileira através da educação, do fomento e da difusão da fotografia feita pelo povo negro." Para isso o trabalho de preservação do acervo é uma demanda constante dessa instituição, que recentemente vem passando por um processo de formatação de uma estrutura adequada para suas atividades. Essa estrutura adequada compreende o novo espaço que o Zumvi passou a ocupar no Pelourinho desde o segundo trimestre de 2024. Trata-se de imóvel que comporta nossa galeria de fotos, atividades de preservação do acervo, o próprio acervo e nossas atividades de formação, com as primeiras turmas de fotografia negra e preservação de acervos fotográficos já formados nesse segundo semestre de 2024. Também, a partir de novembro de 2025 inauguraremos outro espaço no bairro do Rio Vermelho, o qual comportara as atividades administrativas da instituição, residências artísticas, uma galeria para exposições temporárias do Zumvi e de artistas negros de outros estados e países além da ampliação das nossas atividades formativas, a ideia é promover o intercâmbio de visões, histórias, memórias, realidades sociais relacionadas à diáspora.Com tais atividades caminhando em harmonia e potencializando o uso dos imóveis como espaços culturais, formativos e de memória, entendemos que é o momento de potencializar o diálogo do Zumvi com escolas e universidades públicas, pois entendemos como fundamental essa aproximação na contemplação do nosso propósito.Sendo assim, propomos com esse projeto desenvolver nosso setor educativo, promovendo uma metodologia de visita e interação de escolas e universidades em nossas galerias, através de visitas mediadas, conversas e atividades lúdicas (com o público infanto-juvenil) em nossas galerias e interação com professores sobre como trabalhar as fotografias produzidas pelo Zumvi em sala de aula. Nossa proposta também inclui tornar a galeria do Pelourinho um espaço mais acessível com a disponibilização de audiodescrição das 54 fotografias ali expostas. Além disso, e também como suporte ao desenvolvimento dessas atividades, pretendemos realizar curso de curta duração com jovens negros, preferencialmente oriundos de escolas públicas, para capacitá-los para atuação na mediação cultural de museus e espaços culturais, os quais existem em grande número na cidade de Salvador, como importantes pontos turísticos da cidade, principalmente na região do Pelourinho. Seria também uma contribuição direta da nossa instituição na capacitação de jovens para atuarem profissionalmente na região em que vivem.Sobre as visitas mediadas, destacamos que atualmente nossa galeria recebe cerca de 1000 visitantes por mês e de maneira orgânica universidades e escolas veem nos procurando e solicitando o trabalho de visitas mediadas. Com esse projeto pretendemos formar uma equipe específica para fazer o trabalho de planejamento das atividades, divulgação e mobilização junto a escolas e universidades públicas e execução dessas atividades. O foco nesse público faz referência a Referência a lei A Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena no currículo escolar de ensino fundamental e médio, tanto público quanto privado, contribuir para a implementação efetiva dessa lei faz parte do propósito da nossa organização.Ressaltamos que a galeria do Zumvi no Pelourinho tem exposta uma curadoria de 54 fotografias que versam sobre a história do movimento negro em Salvador, estética negra, manifestações artístico culturais dessa população, feira de São Joaquim e Quilombos da Bahia. Trata-se de um rico panorama que em uma visita guiada consegue tratar de marcos importantes da história brasileira, assim como provocar debates sociais, econômicos e culturais, fomentando o diálogo sobre a importância da preservação dessa memória e do espaço para diferentes olhares e perspectivas da história da formação de nossa sociedade. Conhecer um pouco de como funciona o trabalho de da conservação é também um ponto importante pois envolve trazer a tona uma outra vertente envolvida no trabalho fotográfico, para o público mais jovem é interessante também o contato com o suporte película negativa, que para essa nova geração da era digital é algo muito distante e pode suscitar a curiosidade de buscar as memórias no seu próprio ambiente familiar, provocando assim uma disseminação da ideia da preservação da memória através da fotografia. Importante notar que este projeto contribui para o atendimento de alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, além da Lei 11.645 , que atendemos com nossas metas de visitas mediadas de escolas e universidade e interação com professores dessas escolas. Com o curso de Mediação Cultural, aqui também colocado como meta, atendemos ao ODS 4 - Educação de qualidade, tendo em vista que capacitaremos de maneira gratuita jovens que poderão atuar não apenas como mediadores culturais, mas que terão vivências para conhecer as diferentes vertentes de trabalho disponíveis no cenário cultural e museal de Salvador. O Zumvi vem se destacando com local de preservação da memória negra no Brasil, além de já ter articulação com diferentes museus e espaços culturais da cidade, por isso um curso com o selo da instituição abre portas nesses espaços para empregar esses jovens, atendemos portanto o ODS 8 - Trabalho decente e crescimento econômico.

Especificação técnica

PARA O CURSODurante os 12 meses do projetos formaremos 03 turmas de 15 alunos, cada.Cronograma de Atividades (10 encontros, de 3 horas cada)Carga horária de 30horas - 3 turmas de 10 participantes● Semana 1:○ Encontro 1: Apresentação do ZUMVI com visita mediada na galeria; da proposta de formação em mediação cultural e introdução aosconceitos de cultura, arte, memória, imagem e identidade.○ Encontro 2: Contato com o acervo ZUMVI e sua organização; Oficina de leitura de imagens com curador(a) convidado(a) e introdução ao pensamento decolonial.● Semana 2:○ Encontro 3: Acessibilidade na mediação cultural: introdução à Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); troca de experiência com pessoassurdas e/ou cegas com prática em mediação cultural. (exercícios prático para próxima aula)○ Encontro 4: Visita mediada a centro cultural na região do centro,(exemplo MUHNCAB, Casa do Benin, Solar do Unhão, MAB, MAC…) com participação de mediador(a) convidado(a) (Acompanhamentopara prática de profissional de Acessibilidade/ LIBRAS)● Semana 3:○ Encontro 5:. Acessibilidade na mediação cultural; Elaboração de visita com grupo de pessoas + Planejamento e criação prática de mediação com arte Educadores convidados(as).○ Encontro 6: Planejamento, criação e prática de mediação NA GALERIA DO ZUMVI com grupos agendados previamente para visita,como também com público espontâneo.● Semana 4:○ Encontro 7: Planejamento, criação e prática de mediação NA GALERIA DO ZUMVI com grupos agendados previamente para visita,como também com público espontâneo.○ Encontro 8: Visita mediada a centro cultural distante da região do centro (exemplo: Acervo da Lage, centro cultural Alagados…) comacompanhamento de pesquisador(a) e/ ou artista negro(a) e debate sobre artes visuais e curadoria.● Semana 5:○ Encontro 9: Exibição de filme do ZUMVI; Encontro com coordenador(a) Pedagógico de Educativo de algum centro cultural com referência;Exercício de elaboração de atividade educativa de mediação com fotografias.○ Encontro 10: Roda de conversa com Arte Educadores convidados de outros centros culturais; Planejamento coletivo de mediações culturais possíveis e apresentação das elaborações finais dos participantesPARA AS VISITAS MEDIADAS (guiadas)40 visitas ao longo de 12 meses com máximo de 30 pessoas e duração de 1h (incluindo o bate papo no final).

Acessibilidade

Serão feitas audiodescrição para todas a obras já expostas na galeria do Zumvi que está localizada no Centro Histórico da cidade de Salvador. O espaço onde acontecerão as atividades é todo em andar térreo o que permite acesso à pessoas com dificuldade de locomoção, a equipe terá uma capacitação (realizada por um profissional especialista em acessibilidade cultural, que também é PCD) sobre acessibilidade para a área cultural. Além disso, também haverá no curso para os jovens, uma carga-horária dedicada a capacitação dos alunos para acessibilidade cultural.

Democratização do acesso

O projeto em si é voltado à democratização do acesso equitativo e diversificado, uma vez que a pretendemos abrir asportas aos jovens atingidos de museus e espaço culturais da cidade, que apesar de entrada gratuita ou a baixos preços, nãosão frequentados por este público, por um estranhamento e o distanciamento social que tais espaços aparentam ter à estepúblico. Tanto com as visitas guiada quanto com as formações pretendemos não só levar ao conhecimento do público otrabalho do Zumvi, mas também desmistificar o espaço dos museus de Salvador e, no caso do curso, mostrar a variedadede atividades a atuações que são possíveis realizar nesses espaços, que podem sim ser ocupados por todos eles.Todas as atividades do projeto serão realizadas de forma gratuita.Este projeto se enquadra nos seguintes intens do art 30 da IN 11: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;Ofereceremos transporte para os estudantes do curso de Mediação Cultural.VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;Nossas visitas guiadas terão como público estudantes de escolas e universidade públicas, com metodologia para receber estudantes do ensino fundamental ao universitário. X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.Atendemos a este item com a oferta de curso gratuito para jovens negro, prioritariamente oriundos de escolas públicas, em mediação cultural para atuação em museus e espaços culturais da cidade.

Ficha técnica

Lázaro Roberto Ferreira dos Santos - Diretor Artístico – Palestrantedas visitasFotógrafo e arte-educador, conhecido como “LENTE NEGRA”, teve sua inserção no universo da fotografia em meados dosanos 1970. Em 1990 foi cofundadoro Zumvi Arquivo Fotográfico, uma associação de fotógrafos negros, ainda em atividade. Em 1992 produziu a exposição Onegro e o seu trabalho na Feira de Água de Meninos a São Joaquim, onde, no ano de 1995 circulou em Recife-PE. Em 2018produziu a Exposição Memórias de resistências Negras, Mafro-BA. E participou dos festivais: Internacional da imagem doValongo, São Paulo, 2018. Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, 2019. Festival Transatlântico de fotografia. Instituto Mario Cravo Neto, Salvador,2019Danielle Freire - Produtora ExecutivaCom Mestrado em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia, UFBA, Especialização em Gestão de Projetos(SENAC) e Graduação em Arte e Mídia (Universidade Federal de Campina Grande - UFCG), atua há 12 anos no campo daprodução cultural, gestão de projetos e captação de recursosJosé Carlos Ferreira dos Santos Filho - Coordenador de produçãoJosé Carlos Ferreira dos Santos Filho, licenciado em História e com mestrado profissional em História da África, diáspora edos povos indígenas, pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Atua no Zumví Arquivo Afro-Fotográfico há maisde 10 anos na divulgação e articulação institucional.Joa Assumpção - Coordenadora pedagógicaJoa Assumpção, Artista da cena, da palavra, do corpo. Pesquisa Danças Afro, diaspóricas, contemporâneas e dentro dessesestudos fundamentos das Danças Populares Brasileiras e seus movimentos, transmutações. Pedagoga formada pela UFF(2017). Artista Educadora no projeto de Danças Afro Xica Manicongo; Artista visual, e como Atriz tem atuações no teatro,audiovisual e performances, Direções de movimento e percorre uma experiência em Assistência de Produção em projetosculturais e de estratégias políticas.Viviane Ramos - ProdutoraProdutora Cultural formada pela UFBA, especialista em Gestão Cultural pelo SENAC. Atua na área de Produção Cultural desde 2009 e com Gestão da Cultura desde 2014. Experiências nos setores público e privado, além de trabalhos realizados em Coletivos Culturais e no Terceiro Setor. Ao longo de sete anos atuou como Assessora Chefe da Assessoria Estratégica de Gestão da Fundação Gregório de Mattos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.