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PRONAC 259498Autorizada a captação total dos recursosMecenato

República Bico Doce e a história das repúblicas estudantis femininas de Ouro Preto

ASSOCIACAO DE EX-ALUNAS, MORADORAS E AMIGOS DA REPUBLICA BICO DOCE.
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-12-01
Término

Resumo

Pelas ladeiras de Ouro Preto, em meio à tradição das repúblicas estudantis, nasceu em 1978 a República Bico Doce, uma das primeiras repúblicas femininas da cidade.O Média metragem documental resgata a trajetória de jovens mulheres que ousaram ocupar um espaço até então dominado pelos homens, enfrentando preconceitos e desafios para construir uma comunidade marcada pela solidariedade, resistência e irreverência. Entre memórias, arquivos raros e depoimentos emocionantes, o filme revela como a Bico Doce se tornou não apenas um lar, mas também um símbolo de autonomia e protagonismo feminino em uma cidade histórica, onde passado e presente se entrelaçam.

Sinopse

Sinopse do Projeto da Entidade ou Grupo:Em meio às ladeiras de pedra de Ouro Preto, ex-alunas retornam para revisitar a trajetória da República Bico Doce. Fundada em 1978, o documentário resgata essa história e entrelaça memórias de moradoras, fundadoras, vizinhos e amigos da casa. Entre afetos, reencontros e festas, revela-se a força da vida comunitária e da cidade universitária. Recordar torna-se também fabular, ressignificando memórias individuais e coletivas. Mais que registro histórico, o filme é um gesto de partilha, cuidado e pertencimento.

Objetivos

Objetivos gerais:Realizar uma obra audiovisual (documentário de média-metragem) sobre a história das repúblicas em Ouro Preto, em especial sobre a República Bico Doce e suas relações com a cidade, seus moradores, estudantes e turistas.Objetivos específicos: Realizar uma pesquisa sobre as repúblicas de Ouro PretoRealizar uma pesquisa sobre as origens da república Bico Doce (fotos, textos e vídeos);Valorizar a cultura e a tradição republicana e a cidade de Ouro Preto; Preservar o patrimônio histórico material e imaterial de Ouro Preto;Preservar a tradição republicana na cidade de Ouro Preto;Conservar as obras existentes no acervo e pensar que forma registrar e arquivar a memória da república; Planejar e realizar atividades que tragam compartilhamento entre estudantes e ex-alunos; Reforçar as experiências de territorialidade, senso de identidade coletiva, e pertencimento comunitário;Envolver o público que contempla as diferentes gerações da república e da cidade;Incentivar o turismo, os estudos em cidades históricas e a valorizar o patrimônio material e imaterial;Incentivar e ampliar a oferta de ações culturais para a fruição das artes e da cultura.

Justificativa

Antiga Vila Rica, depois denominada Ouro Preto, foi fundada em 1698 e tornou-se um dos principais cenários do Ciclo do Ouro no Brasil até o século XVIII. Na época, a cidade movia a economia do Brasil, e assim atraiu portugueses, que consigo trouxeram africanos para serem escravizados na mineração. A cidade manteve seu legado arquitetônico e cultural, mesmo depois de perder seu prestígio econômico, e desde sempre encanta pessoas do mundo inteiro com suas igrejas e casarões. Em 1839 foi fundada a Escola de Farmácia e em 1876, surge a Escola de Minas. Com a mudança de capital para Belo Horizonte em 1897, as características de Ouro Preto como cidade estudantil modificaram-se substancialmente, com a vantagem dos aluguéis mais baratos, ou melhor, diante do abandono de diversas casas, vieram as repúblicas estudantis. A partir de 1940, surgiram entidades de assistência estudantil cuja principal função foi a compra ou construção de casas para estudantes. O resultado da atuação da Casa do Estudante de Ouro Preto e da Casa do Estudante da Escola de Minas foi a aquisição de grandes casas que se tornaram repúblicas públicas. Com isso, os estudantes deram títulos dos mais interessantes aos seus espaços, como República Castelo dos Nobres, República Maracangalha, República Sparta, República Território Xavante, República Hospício, República Reino de Baco, República Tabu, República Gaiola de Ouro, dentre dezenas de outras. Ouro Preto teve um protagonismo estudantil durante o golpe militar de 1964, tendo prendido estudantes e professores, a sua grande maioria eram moradores de repúblicas e tiveram suas casas revistadas, além da apreensão de objetos. Nos anos seguintes os movimentos estudantis vinham reivindicando mais repúblicas, tendo sido feito um acampamento de protesto na Praça Tiradentes em 1967 sob a liderança do Diretório Acadêmico da Escola de Minas, o que ensejou uma compra sistemática de casas para repúblicas por parte da direção da Escola de Minas. Nos anos posteriores houve várias "invasões" bem-sucedidas pelos estudantes dos imóveis da Universidade que eram subutilizados. Em 1982 são constituídas 14 repúblicas no campus do Morro do Cruzeiro.A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) foi criada em 1969, integrou essas duas escolas, e nos anos seguintes nasceram outros departamentos como o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), o Instituto de Ciências Exatas e Biológicas (ICEB), a Escola de Nutrição (ENUT), o Instituto de Filosofia, Artes e Cultura (IFAC), e outros departamentos. Devido às dificuldades de manutenção de edifícios históricos, onde são as repúblicas estudantis, a Casa do Estudante de Ouro Preto, transfere 7 repúblicas para o patrimônio da UFOP em 1975.Independente de serem repúblicas pertencentes ao patrimônio público ou locadas/particulares, a organização das repúblicas é com autogestão, autonomia e cooperação entre as pessoas que habitam ou que já habitaram o local. Existe uma auto-suficiência dos estudantes em relação à universidade; a gestão interna baseia-se na democracia direta. Há um estímulo à autonomia e liberdade do indivíduo cujo projeto de vida tende a conjugar-se com o grupo, com base na cooperação, solidariedade e apoio mútuo. Porém, não sem problemas, que inclusive nos dias de hoje são questionados e até judicializados.A República Bico Doce nasceu em 1978, no endereço de Praça Juvenal Santos, 100B, Bairro Pilar, em Ouro Preto e era inicialmente formada por estudantes do curso de farmácia. Com o crescimento e a diversificação da UFOP, a casa passou a acolher universitárias de praticamente todos os cursos, tornando-se um espaço plural de vivências, afetos e trajetórias acadêmicas. Situada no histórico bairro Antônio Dias, a república mantém laços profundos com a cidade de Ouro Preto, equilibrando a tradição das moradias estudantis com os desafios contemporâneos. O cotidiano da Bico Doce se constrói na amizade, no cuidado entre moradoras e na convivência intensa com outras repúblicas, em um fluxo constante de pessoas, ideias e celebrações. Até hoje, passaram pela república 65 meninas/moradoras, que se tornaram ex-alunas e inauguraram quadrinho na parede da casa com beca, sendo que a maioria continua frequentando a casa e a cidade.A república participa ativamente do calendário cultural da cidade e organiza seus próprios encontros anuais, que mobilizam ex-alunas, atuais estudantes e a comunidade republicana em geral, marcados pela ansiedade da espera e pelo reencontro. Atualmente, são consideradas ex-alunas da república 66 estudantes (mulheres) e 10 pessoas homenageadas (amigos).Hoje em dia, o contexto das repúblicas é outro, havendo inclusive batalhas jurídicas, relacionadas à manutenção das casas, regularização documental. Além disso, os estudantes já não fazem mais parte dos estereótipos associados à vida republicana. Esses desafios acompanham o processo de modernização das repúblicas e a crescente inclusão de estudantes LGBTQIA+, reafirmando a república como espaço de resistência, acolhimento e diversidade.Essa renovação constante é o que mantém viva a memória da República, fazendo dela não apenas uma moradia, mas um patrimônio cultural pulsante de Ouro Preto. Inserida no coração da cidade, a Bico Doce acompanha as transformações sociais e acadêmicas, acolhendo estudantes de diferentes origens e trajetórias, que encontram ali a possibilidade de permanecer em uma cidade marcada pelos altos custos de vida e, ao mesmo tempo, a oportunidade de cursar uma universidade pública de excelência como a UFOP. Assim, a República se firma como ponte entre gerações, guardiã de tradições e promotora de inclusão, garantindo que a permanência estudantil se traduza em pertencimento, memória coletiva e fortalecimento do cenário cultural e social de Ouro Preto. Nesse sentido, a República Bico Doce, ao longo de sua trajetória, reflete as mudanças geracionais próprias da dinâmica estudantil de Ouro Preto, em que cada grupo de moradores contribui para renovar tradições, fortalecer vínculos comunitários e atualizar práticas de convivência. Para garantir a concretização desse projeto, torna-se indispensável o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme previsto na Lei 8.313/91 (Lei Rouanet). O projeto se enquadra em diferentes dispositivos legais, especialmente no Artigo 1º, que estabelece o incentivo à preservação da memória nacional e ao acesso à cultura como objetivos fundamentais.Além disso, o projeto atende diretamente aos princípios do Artigo 3º da Lei 8.313/91, especialmente nos seguintes aspectos:Difusão e valorização cultural: a obra audiovisual contribuirá para a preservação e disseminação da história da cidade de Ouro Preto e das repúblicas, promovendo o reconhecimento de sua relevância dentro da cultura local.Preservação do patrimônio histórico e cultural: A documentação e a exposição da história garantirão a conservação da memória, valorizando tanto os aspectos materiais quanto os imateriais (relatos, tradições e experiências coletivas).Democratização do acesso à cultura: O produto final possibilitará que moradores, pesquisadores, estudantes e visitantes conheçam e interajam com a história das repúblicas para a identidade local e regional.Formação de público e incentivo à cultura e ao cinema: o filme também servirá como ferramenta educacional, promovendo atividades interativas e proporcionando a novos públicos o contato com a cultura estudantil e do patrimônio de Ouro Preto.

Estratégia de execução

Outras informações do Projeto da Entidade ou Grupo: A experiência de viver na república sempre esteve profundamente articulada à vida acadêmica na UFOP, tanto em termos de permanência quanto de participação em projetos, atividades extracurriculares e de pesquisa e extensão. As atuais alunas e moradoras e ex-alunas da república contam que a moradia de baixo custo proporcionada pela República foi e é a condição necessária para permanecerem em Ouro Preto e usufruírem plenamente da formação universitária. Mais do que apenas assistir às aulas, elas se envolvem em projetos de pesquisa, grupos de estudo, entidades estudantis, programas de extensão, ensino e pesquisa e atividades culturais, que ampliam sua formação e permitem aplicar o conhecimento adquirido para além da sala de aula.A rotatividade de estudantes enriquece a história da República, garantindo sua inserção no contexto sócio-histórico da cidade e em diálogo permanente com a UFOP. Por meio dessa dinâmica, a Bico Doce vem se consolidando como espaço de acolhimento a estudantes de diferentes origens, oferecendo moradia de baixo custo e favorecendo a permanência acadêmica. Dessa forma, cumpre seu papel social, e essencial, para que jovens possam concluir graduação em uma universidade pública, ao mesmo tempo em que preserva e valoriza o patrimônio cultural, social e educacional de Ouro Preto. Assim, a República Bico Doce se afirma não apenas como espaço de moradia, mas como defensora de tradições culturais, promotora de inclusão social e parte essencial do patrimônio imaterial de Ouro Preto e da história da UFOP.Esses relatos mostram que a Bico Doce funciona como um elo de pertencimento entre estudantes e universidade: a república oferece não apenas abrigo, mas também apoio emocional e coletivo, o que favorece a participação ativa em atividades extracurriculares. Ao mesmo tempo, a convivência comunitária fortalece valores como solidariedade, organização e responsabilidade, competências que se refletiam também na atuação acadêmica.Dessa forma, as atuais alunas e ex-alunas deixam claro que a relação com a UFOP é enriquecida pela vida na Bico Doce, que garante não só a permanência na cidade, mas também a possibilidade de viver a universidade em sua plenitude, seja na sala de aula, na pesquisa científica, nos projetos de extensão ou nas vivências culturais e estudantis que integram o cotidiano de Ouro Preto.Assim, a trajetória da Bico Doce se insere na cronologia maior das repúblicas de Ouro Preto: formada por estudantes, incentivada e perenizada por ex-alunas e homenageados e atravessada por lutas e conquistas, preservando o espírito comunitário que há décadas marca a vida universitária na cidade. Realizar um documentário, ainda mais tendo todas as primeiras ex-alunas ainda vivas, é de grande importância para o registro desse patrimônio de Ouro Preto.A história da República Bico Doce é, antes de tudo, a história de um país em transformação. Criada em 1978, em plena Ouro Preto, a república nasceu como espaço de resistência, onde jovens mulheres ousaram desafiar estruturas marcadas pelo patriarcado e pelo conservadorismo acadêmico. Ao acompanhar essa trajetória, o documentário não se limita a narrar a vida dentro de uma casa estudantil: ele lança luz sobre a própria história do Brasil e de Minas Gerais, refletindo tensões e conquistas ligadas à redemocratização, ao papel das mulheres na universidade e às mudanças sociais que atravessaram as últimas décadas. A república, assim, funciona como lente e metáfora para observar como coletividades se organizam, resistem e se reinventam no tempo. A relevância do projeto também se afirma na valorização dos arquivos pessoais — fotografias, cartas, vídeos caseiros e registros íntimos que, muitas vezes, ficam à margem da história oficial. No contexto do documentário brasileiro, esse gesto é político e poético: ao reconhecer esses fragmentos como parte fundamental da memória coletiva, resgata-se a importância do testemunho pessoal como patrimônio cultural, ampliando os modos de narrar o país a partir de vozes que antes permaneceram invisíveis.

Especificação técnica

Especificações técnicas do produto da Entidade ou Grupo: Filme de Documentário:- História da república Bico Doce- Acervo de camisetas - Acervo de homenagens- Depoimentos de ex-moradoras, estudantes e amigo- Visita às repúblicas amigas e homenageadas

Acessibilidade

PRODUTO 1: OBRA AUDIOVISUALACESSIBILIDADE FÍSICA:Os espaços onde serão exibidas terão os parâmetros de acessibilidade para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida.DEFICIENTES AUDITIVOS:AudiodescriçãoDEFICIENTES VISUAIS:Libras e Legendas Descritivas

Democratização do acesso

Forma de democratização da Entidade ou Grupo:A obra será exibida em festivais e outros locais de exibição pública.O projeto atenderá os seguintes incisos da legislação para atendimento das medidas:Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;

Ficha técnica

Ficha Técnica da Entidade ou Grupo (nome, função e minicurrículo):Associação de Ex-Alunas, Moradoras e Amigos da República Bico Doce - ProduçãoEntidade criada em 2025 para formalizar o coletivo de estudantes, pessoas formadas e amigos que frequentam e fazem parte da República Bico Doce, uma moradia feminina criada em 1978 por estudantes da Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP, em Ouro Preto, Minas Gerais. Desde seu início, as estudantes, em conjunto com amigos organizaram as mais diversas festas na casa e na cidade. Para além da produção de eventos em geral, nas festas de aniversário sempre é feita uma curadoria de fotografias que mostram a história e a relação com a cidade de Ouro Preto. Arthur Medrado - Diretor e RoteiristaArthur Medrado é doutor em Cinema e Audiovisual pelo PPGCine/UFF, mestre em Educação e graduado em Jornalismo pela UFOP, com período de mobilidade na Universidad Nacional de La Plata (Argentina). Atuou como professor substituto no curso de Jornalismo da UFOP e é educador da área de audiovisual da Escola Livre de Artes – Arena da Cultura, em Belo Horizonte. Sua trajetória é marcada por projetos que articulam arte, cultura, patrimônio e educação, com ênfase em processos formativos e de criação que incluem práticas colaborativas e o uso de linguagens para refletir sobre o entorno e as instituições de cultura e educação. É idealizador e coordenador dos projetos Olhares (Im)Possíveis e Olhares Periféricos, voltados à formação com o cinema e as artes visuais em diálogo com territórios periféricos e contextos educativos diversos. Foi coordenador do Roda de Imagem, destinado à formação de indígenas em contexto urbano, e da rede Soa Sirene, voltada à articulação de experiências audiovisuais e de memória em contextos de comunidades vulneráveis à mineração, promovido pelo coletivo MICA, OSC que integra desde 2021. Faz parte da Associação Filmes de Quintal, participando da produção, curadoria e organização do forumdoc.bh. Atuou nas equipes de coordenação (geral, pedagógica, de equipe e de comunicação) dos seguintes projetos: Ver-te Mundo, Atlas do Acolhimento, Cine Quintal Itinerante, Queerlombos e Programa Sentidos Urbanos – Patrimônio e Cidadania.Diversidade Gestão e Desenvolvimento de Projetos - Diana Gebrim e equipe - Coord Financeira e Prestação ContasAdvogada graduada pela UFOP (2003), OAB/MG 124322; · Sócia da Diversidade Gestão e Desenvolvimento de Projetos e da Diana Gebrim Sociedade Individual de Advocacia; · Pesquisadora Sênior do GEDAI, Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial, da Universidade Federal do Paraná, UFPR, 2024; Especialista em Direito de Empresa pelo IEC/PUC-MG (artigo final sobre a Mediação e a Arbitragem como Métodos de Solução de Controvérsias em matéria de Propriedade Intelectual); Especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA de Belo Horizonte (TCC sobre os Aspectos Jurídicos da Coprodução Internacional para o Cinema); Foi aluna do Copyright X, da Harvard Law School, em parceria com o Instituto de Tecnologia e Sociedade, ITS. Desde 2006 atua como assessora jurídica e gestora de projetos realizados através de leis, editais, mecanismos de incentivo e fomento públicos e privados à Cultura, direitos culturais, direitos autorais, do entretenimento, direito público, direito administrativo, direito internacional, Terceiro Setor e investimentos sociais. Experiência em 200 projetos, tais como obras audiovisuais, festivais de cinema, música e de artes integradas, exposições, pesquisas, publicações de livros, oficinas. Com comunidades tradicionais trabalha em especial em projetos de produção audiovisual, de formação, registros e pesquisas na área de patrimônio imaterial e de conhecimentos tradicionais, dentre outras assessorias para projetos, incluindo análise, negociação e desenvolvimento de documentos jurídicos bi e trilíngues. É professora de aspectos jurídicos, financeiros, elaboração, gestão e prestação de contas de projetos artísticos, culturais e sociais, em cursos presenciais e virtuais.Diana Gebrim e equipe - Assessoria Jurídicadianagebrim@gmail.com e (31) 98423-5576/3643-1018. Advogada graduada pela UFOP (2003), OAB/MG 124322; · Sócia da Diversidade Gestão e Desenvolvimento de Projetos e da Diana Gebrim Sociedade Individual de Advocacia; · Pesquisadora Sênior do GEDAI, Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial, da Universidade Federal do Paraná, UFPR, 2024; Especialista em Direito de Empresa pelo IEC/PUC-MG (artigo final sobre a Mediação e a Arbitragem como Métodos de Solução de Controvérsias em matéria de Propriedade Intelectual); Especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA de Belo Horizonte (TCC sobre os Aspectos Jurídicos da Coprodução Internacional para o Cinema); Foi aluna do Copyright X, da Harvard Law School, em parceria com o Instituto de Tecnologia e Sociedade, ITS. Desde 2006 atua como assessora jurídica e gestora de projetos realizados através de leis, editais, mecanismos de incentivo e fomento públicos e privados à Cultura, direitos culturais, direitos autorais, do entretenimento, direito público, direito administrativo, direito internacional, Terceiro Setor e investimentos sociais. Experiência em 200 projetos, tais como obras audiovisuais, festivais de cinema, música e de artes integradas, exposições, pesquisas, publicações de livros, oficinas. Com comunidades tradicionais trabalha em especial em projetos de produção audiovisual, de formação, registros e pesquisas na área de patrimônio imaterial e de conhecimentos tradicionais, dentre outras assessorias para projetos, incluindo análise, negociação e desenvolvimento de documentos jurídicos bi e trilíngues. É professora de aspectos jurídicos, financeiros, elaboração, gestão e prestação de contas de projetos artísticos, culturais e sociais, em cursos presenciais e virtuais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2028-06-30
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisOuro Preto Minas Gerais