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O projeto "Trançar é Esperançar" articula um ciclo integrado de formação, produção de conhecimento, patrimônio e difusão cultural em São Gonçalo/RJ. Ao longo de 2026, serão promovidas oficinas de tranças, agrofloresta urbana, agroecologia e confeitaria, voltadas para a capacitação e autonomia de mulheres negras. A metodologia adota a produção de um curta documentário como ferramenta para sistematizar as memórias e os saberes gerados durante todo o processo. As criações e aprendizados culminarão em um grande evento público, com exposição dos trabalhos e celebração da cultura afro-brasileira. Todas as atividades são gratuitas, garantindo a democratização do acesso e o fortalecimento de identidades locais.
O projeto "Trançar é Esperançar" propõe um ciclo integrado de formação, produção de conhecimento e difusão cultural em São Gonçalo/RJ, voltado para o protagonismo e a autonomia de mulheres negras. Ao longo de 2026, serão oferecidas oficinas gratuitas de tranças, agrofloresta urbana, agroecologia e confeitaria artística, visando a capacitação técnica, a geração de renda e a valorização de saberes ancestrais. Como ferramenta metodológica, um curta-metragem documental será produzido para registrar e sistematizar as memórias e os saberes compartilhados durante todo o processo. O ciclo culmina em um grande evento público e gratuito, com duração de dois dias, que celebrará a cultura afro-brasileira por meio da exibição do documentário, de uma exposição com os trabalhos criados nas oficinas e de uma feira de produtos locais. A iniciativa busca fortalecer a identidade local, democratizar o acesso à cultura e fomentar a economia criativa no município, afirmando-se como uma ação de necessária valorização das expressões culturais afro-brasileiras.
Objetivo GeralArticular um ciclo integrado de formação, produção de conhecimento e difusão cultural para promover o protagonismo de mulheres negras, valorizar a cultura afro-brasileira e fortalecer a identidade local em São Gonçalo/RJ, garantindo a democratização do acesso e a preservação do patrimônio e de saberes ancestrais.Objetivos EspecíficosEixo 1: Formação e Capacitação(I) Promover a capacitação técnica e a geração de renda para mulheres negras por meio de oficinas de formação em Tranças, Agrofloresta Urbana, Agroecologia e Confeitaria artística, valorização de saberes ancestrais e a geração de renda. Esta ação atende ao Art. 3º, I, "c" da Lei 8.313/1991, que visa a "instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos";Eixo 2: Produção de Conhecimento e Memória(II) Utilizar o audiovisual como metodologia para sistematizar as memórias, as práticas e os saberes vivenciados ao longo do projeto, resultando em um curta documentário sobre as trancistas de São Gonçalo e sua importância cultural. A iniciativa se alinha ao Art. 1º, IV e V da Lei 8.313/1991, que determinam "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira" e "salvaguardar os modos de criar, fazer e viver";(III) Dar visibilidade à produção criativa do território, organizando uma exposição de artes visuais com trabalhos oriundos das oficinas e produções locais, garantindo espaço de visibilidade e circulação para artistas e mulheres negras do território. Esta atividade se enquadra no Art. 3º, II, "c" da Lei 8.313/1991, que prevê a realização de exposições de artes visuais;Eixo 3: Difusão e Celebração Cultural(IV) Realizar um grande evento público de culminância para compartilhar os resultados do projeto com a comunidade, oferecendo uma programação gratuita que integre a exibição do documentário, a exposição, feiras criativas e apresentações artísticas. Esta iniciativa se alinha ao Art. 3º, II, "a" e "e", III "d" da Lei 8.313/1991, que apoia a realização de festivais e espetáculos de artes cênicas, música e cultura popular;(V) Fomentar a cidadania e a valorização da memória local por meio de rodas de conversa e da difusão pública dos conteúdos produzidos, reforçando o Art. 3º, II e III da Lei 8.313/1991 (fomento à produção artística e preservação do patrimônio);Objetivos Transversais(VI) Fortalecer a cadeia produtiva da cultura local, contratando prioritariamente mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e profissionais residentes em São Gonçalo. Este objetivo corresponde ao Art. 3º, I, "d" da Lei 8.313/1991, ao estimular a participação de artistas e técnicos locais, e atende ao princípio da Equidade (Anexo II, item XIV, da IN MinC nº 23/2025);(VII) Garantir a democratização de acesso, assegurando a gratuidade integral de todas as atividades e a distribuição de 10% das vagas/ingressos para mulheres em situação de vulnerabilidade, coletivos femininos e estudantes da rede pública. Esta ação está em consonância com o Art. 3º, IV, "a" da Lei 8.313/1991 e com o Art. 46, III, da IN MinC nº 23/2025;(VIII) Assegurar acessibilidade plena em todas as etapas do projeto, com intérpretes de Libras, espaços adaptados e materiais de comunicação acessíveis, em conformidade com o Art. 42 da IN MinC nº 23/2025;
A Associação Mulheres da Parada, fundada em 2022 em São Gonçalo/RJ, é formada por mulheres negras, trancistas e ativistas culturais. Sua missão é fortalecer a identidade cultural local e promover a emancipação social e econômica de mulheres periféricas, a partir da arte, da ancestralidade e da economia criativa.O projeto "Trançar é Esperançar" nasce da experiência acumulada no Festival realizado em 2023 e 2024, ampliando seu escopo para integrar formação, produção e difusão cultural. A estrutura foi desenhada para que as etapas se retroalimentem: ao longo do ano, as oficinas de tranças, confeitaria artística, agroecologia e agrofloresta urbana funcionarão como um pilar de capacitação técnica e geração de renda.Simultaneamente, todo o processo de aprendizado, as trocas e as memórias geradas serão sistematizadas por meio de um curta documentário, que funciona aqui como uma ferramenta metodológica de registro e valorização dos saberes. As criações artísticas e os conhecimentos desenvolvidos nas oficinas comporão também uma exposição de artes visuais, garantindo um espaço de visibilidade para as participantes.A inclusão das oficinas de agroecologia e agrofloresta urbana é estratégica, pois essas práticas são expressões culturais diretamente ligadas à ancestralidade de comunidades negras e quilombolas. Em consonância com o Art. 1º da Lei nº 8.313/91, o projeto reconhece esses modos de fazer como saberes intrínsecos à identidade afro-brasileira, que preservam a memória, fortalecem a relação com o território e promovem a sustentabilidade.Essas práticas dialogam diretamente com a ancestralidade de comunidades negras e quilombolas, preservando modos de fazer que entrelaçam técnicas produtivas, valores comunitários e visão de mundo. Nesse sentido, práticas como a agroecologia e a agrofloresta vão além da aplicação de métodos agrícolas. Elas representam conhecimentos profundamente ligados à identidade cultural afro-brasileira e expressam, de forma histórica, a conexão entre o ser humano e o ambiente natural.Ao integrá-las ao processo formativo do projeto, fortalece a preservação da memória cultural e contribui também para a sustentabilidade ambiental, reforçando a indissociabilidade entre cultura, território e ancestralidade.A culminância do ciclo será um grande evento público em São Gonçalo, que funcionará como um espaço de celebração, reconhecimento e partilha de todos os resultados alcançados. Em um município com quase 1 (hum) milhão de habitantes e um conhecido déficit de equipamentos e políticas culturais, o projeto se afirma como uma iniciativa necessária para descentralizar a produção artística, valorizar saberes tradicionais e oferecer oportunidades concretas de formação e circulação cultural para a população local.Enquadramento Legal do ProjetoO presente projeto "Trançar é Esperançar" está fundamentado na Lei nº 8.313/91, dialogando diretamente com os objetivos e princípios do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;As ações deste objeto estão em plena consonância com os incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao facilitar o acesso, estimular a produção local, valorizar criadores de São Gonçalo, gerar memória com o documentário e priorizar a cultura nacional. Este projeto atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da mesma Lei, ao fomentar a produção artística por meio de exposições e de um festival. Além disso, esta produção está em plena consonância com o Art. 215, inciso I, da Constituição Federal de 1988, que estabelece que o Estado deve proteger as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras.Dessa forma, o projeto consolida-se como instrumento de promoção e difusão cultural, fortalecendo o direito constitucional de acesso à cultura e reafirmando o compromisso com a preservação e valorização das identidades negras e afrodiaspóricas que compõem a diversidade brasileira, em especial no território de São Gonçalo.
Eixo 1: Formação e CapacitaçãoOficinas de Tranças, Confeitaria Artística, Agroecologia e Agrofloresta:Carga Horária: 40h/aula por turma;Vagas: 20 por turma;Público: Mulheres de São Gonçalo, com prioridade para negras, LGBTQIAPN+ e mães solo;Estrutura: módulos (básico, intermediário, avançado) + noções de empreendedorismo e precificação.Oficinas de Escrita e Narrativas Afro-brasileiras:Cursos de “Escrevivências para Mulheres Negras” e “Contação de Histórias”;Formato: laboratórios semanais e quinzenais;Mostras semestrais abertas ao público.Eixo 2: Produção de Conhecimento e MemóriaDocumentário “Memória Trançada”Formato: Curta-metragem (15 min), em Full HD.Recursos de acessibilidade: LSE.Distribuição: estreia no Festival + disponibilização gratuita online.Exposição de Artes VisuaisConteúdo: trabalhos das oficinas e artistas locais.Público Estimado: 1.000 pessoas.Objetivo: valorizar memórias e práticas culturais do território.Eixo 3: Difusão e Celebração CulturalEvento Público de Culminância “Trançar é Esperançar”Duração: 2 dias.Público Estimado: 1.000 pessoas.Atividades:Feira de artesanato e gastronomia;Oficinas abertas ao público;Mostra cênica e sarau e artistas locais;Exibição do documentário;Exposição de artes visuais;Roda de conversa sobre saberes ancestrais;Show de encerramento com artistas convidados.
O projeto Trançar é Esperançar garante acessibilidade plena, em conformidade com o Art. 42 da IN MinC nº 23/2025.1. Acessibilidade Arquitetônica e Física:1.1. Espaços das Atividades: Todas as oficinas, eventos e atividades presenciais do projeto serão realizados em locais e espaços parceiros. A escolha desses locais levará em conta, obrigatoriamente, a infraestrutura de acessibilidade, que deverá conter:1.2 Rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;1.3 Sanitários adaptados, sinalizados e de fácil acesso;1.4 Sinalização visual clara para garantir a locomoção segura de todos os participantes.2. Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo:2.1. Intérprete de Libras: Contratação de profissionais para a tradução em Língua Brasileira de Sinais durante os principais eventos do projeto, como as rodas de conversa e o festival "Trançar é Esperançar".2.2. Conteúdo Audiovisual Acessível: O documentário produzido pelo projeto contará Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE), sendo disponibilizado de forma acessível nas plataformas digitais.2.3. Comunicação Digital: Todo o material de divulgação online (redes sociais, site) utilizará recursos como textos alternativos em imagens (alt text) e linguagem clara para facilitar a compreensão por pessoas com deficiência e com baixa literacia digital.
1. Distribuição de Produtos Culturais:1.1 Gratuidade Total: Todas as vagas nas oficinas, exposições e para o festival "Trançar é Esperançar" serão 100% gratuitos.1.2 Distribuição Direcionada: Conforme o Art. 46, III, da IN MinC nº 23/2025, será realizada a distribuição de 10% do total de vagas e ingressos com foco em grupos prioritários. Será feita uma busca ativa por meio de parcerias com escolas públicas, coletivos femininos e Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) para garantir que as oportunidades cheguem a mulheres em situação de vulnerabilidade;2. Medidas de Ampliação de Acesso - Além da gratuidade, o projeto adotará outras estratégias para ampliar seu alcance:2.1 Transmissão pela Internet: Os principais eventos, como as rodas de conversa sobre direitos e as apresentações do festival, serão transmitidos ao vivo pelas redes sociais do projeto, permitindo que pessoas de outras localidades ou com dificuldade de locomoção possam acompanhar a programação;2.2 Disponibilização de Conteúdo Digital: O documentário e os registros audiovisuais de oficinas e palestras serão disponibilizados de forma permanente e gratuita no canal de YouTube do projeto, criando um acervo digital que poderá ser acessado a qualquer tempo;2.3 Oficinas e Atividades Paralelas: A programação inclui atividades como as rodas de conversa e oficinas que dialogam diretamente com os temas do projeto, reforçando o caráter formativo e ampliando o engajamento do público, em consonância com o Art. 47 da IN MinC nº 23/2025.
Direção geral - Letícia da Hora Formada em Comunicação Social com bacharelado em Publicidade e Propaganda, Mídia e Educação – Curso de Extensão/ UFF, Universidade das Quebradas – Curso de Extensão em cultura e arte/ UFRJ, Publicidade Afirmativa da Escola Popular de Comunicação Crítica - ESPOCC – Curso de Extensão/UFRJ, Cultura e Políticas Públicas – Museu Nacional/UFRJ (2013). Atua em organizações do Terceiro Setor desde 2009, iniciou sua carreira na ONG Bem TV onde trabalhou como educadora social, produtora de eventos, assistente de comunicação e coordenadora do projeto Olho Vivo. Em 2012 atuou no Observatório de Favelas onde integrou o coletivo de igualdade racial e gênero e atuou nos projetos Solos Culturais, PRVL - Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens Negros e Rio em Rede como produtora de eventos. Idealizou e produziu o Cine de Buteco Sarau. Em 2016 integrou a equipe de Consultório na Rua como Agente Social para promoção de cultura e arte para pessoas em situação de rua. Em 2020 no início da pandemia fundou a OSC Mulheres da Parada e atualmente é coordenadora do programa de Gênero e Raça do Karanba Associação Filantrópica. Em 2016 integrou a equipe de Consultório na Rua como Agente Social para promoção de cultura e arte para pessoas em situação de rua. Em 2020 no início da pandemia fundou a OSC Mulheres da Parada e atualmente é coordenadora do programa de Gênero e Raça do Karanba Associação Filantrópica.Coordenadora Pedagógica - Joyce Cristina Gravano de SáProfissional dedicada e experiente nas áreas de educação, gestão pública e direitos humanos. Com uma sólida formação acadêmica em Pedagogia pela UERJ e atualmente cursando Gestão Pública na Universidade Estácio de Sá, Joyce combina seu conhecimento teórico com uma prática consistente em projetos sociais. Sua trajetória profissional é marcada por um profundo compromisso com causas sociais. Ela atuou como Perita no Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro e como Coordenadora Pedagógica na Associação Eu Sou Eu a Ferrugem, onde contribuiu significativamente para a área educacional. Como co-fundadora e coordenadora do Niyara Espaço de Acolhimento e Aprendizagem, Joyce demonstrou sua capacidade de idealizar e gerenciar projetos com impacto direto na comunidade. Atualmente, ela aplica toda a sua experiência como Coordenadora de Projetos na OSC Mulheres da Parada. Além de sua atuação profissional, Joyce é uma palestrante requisitada, tendo participado de eventos importantes como a Bienal do Livro do Rio de Janeiro e o Congresso Nacional de Educação (CONEDU), onde abordou o tema "Educação e Privação de Liberdade". Sua vasta experiência em palestras e cursos de capacitação a consolida como uma referência em seu campo de atuação.Coordenadora Sustentabilidade Ambiental - Paloma InamePaloma Iname Monção é Engenheira Ambiental e Sanitária com experiência em coordenação e desenvolvimento de projetos socioambientais, visando o desenvolvimento sustentável em diversas instituições. Atualmente, é coordenadora técnica do projeto Donas da Agro, coordenou o Conversão Ecológica (desde janeiro de 2022), focado na conscientização ambiental através de planos de gestão sustentável, capacitações, campanhas, e atividades práticas como compostagem, plantio de mudas e hortas orgânicas. Sua experiência inclui atuação na Secretaria de Meio Ambiente de Nova Friburgo.Coordenador de Operações - Maycom Santos Maycon Santos, um profissional com vasta experiência em produção audiovisual e gestão de projetos sociais. Com 17 anos de atuação no setor, Maycon se define como um produtor audiovisual, cursando Marketing e envolvido com o social desde 2006. Sua trajetória teve início na “Oficina de Produção de Vídeo no Projeto Olho Vivo” da ONG Bem Tv, em Niterói-RJ. Posteriormente, ele se tornou Assistente em Comunicação e, em seguida, Operador de Câmera e Editor de vídeos na mesma instituição. Sua expertise em audiovisual é comprovada pela produção de mais de 40 produtos, incluindo documentários veiculados em canais como Canal Saúde-FIOCRUZ e Canal Futura. Maycon desempenhou papel de destaque em diversas iniciativas. Foi Diretor Financeiro da ASCINE-RJ e Coordenador do Coletivo Jovens Comunicadores “Nós na Fita”, além de instrutor em projetos como o “Mais Educação” e “Escolas Criativas”. Atuou também como instrutor no “Projeto Viver” da FENASE, coordenando o coletivo de diversidade e juventude. Atualmente, Maycon Santos é o Coordenador de Operações da OSC Mulheres da Parada, onde aplica sua experiência em gestão e produção. Ele também é Conselheiro do COMSEA (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional) em São Gonçalo, reforçando seu compromisso com a comunidade e o impacto social.Jéssica de Souza Ferreira - Coordenação FinanceiraBacharel em Ciências Contábeis, experiência em gestão financeira e contabilidade, atuando atualmente como assessora financeira. Sua trajetória inclui a atuação como Analista Financeira Pleno na BRQ Soluções em Informática S.A., onde gerenciava conciliações bancárias, fechamentos de câmbio e controles de faturamento. Também possui experiência em cálculos trabalhistas, classificação contábil, conciliação bancária, fluxo de caixa e emissão de relatórios em funções de estágio, além de ter sido Analista Funcional responsável pela emissão de guias de ISS.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.