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Cidade Canvas é um festival de arte urbana contemporânea inspirado na relação das pessoas, moradores e visitantes em cidades do Rio de Janeiro. Todas as obras e intervenções terão estética e cunho de arte urbana e os artistas serão convidados, pela regionalidade ou relevância temática, trazendo propostas acessíveis utilizando tecnologias atuais como matéria-prima. O Festival busca relacionar as novas tecnologias com a mobilidade urbana e cidades através da arte.
OBRAS DE ARTE URBANA CONTEMPORÂNEA O projeto visa transformar espaços públicos de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, em telas vivas, onde artistas selecionados irão criar obras de arte urbana inspiradas na cidade, usando tecnologias atuais. Este evento busca integrar a comunidade local (re)apresentando ambientes de vivência cotidiana através da óptica e poéticas contemporâneas nacionais, explorando artisticamente o nosso espaço na cidade. PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL As principais atividades culturais e educativas do Festival: • Atividades culturais urbanas: momentos que tragam inspirações, lazer e diversão para os participantes do evento, sempre integrando-os com os espaço urbanos para criar uma conscientização do viver na cidade e se movimentar por ela. • Performances artísticas: a cidade influencia o corpo, o morador, o transeunte. Vamos traduzir artisticamente os mesmos conceitos das intervenções urbanas que orbitam o festival em espaços de performances no palco. • Paineis sobre tecnologia e mobilidade urbana: trazendo um pouco sobre o que vem sendo feito na temática e qual a ligação das pesquisas com o dia a dia nas cidades. • Palestras sobre arte, inovação, cidades, novas tecnologias em mobilidade urbana e inclusão de grupos minoritários: palestras sobre experiências artísticas urbanas, qual a ligação da arte com a tecnologia, onde a mobilidade urbana se encaixa nisso tudo e sobre experiências de vida em mobilidade urbana de grupos minoritários e outras esferas da sociedade. • Workshops sobre “arte contemporânea e a cidade” e “desenvolvimento de produtos artísticos”: workshops com atividades práticas para os participantes do festival, trazendo propostas de dinâmicas que sejam acessíveis para diferentes áreas de conhecimento e que estimulem também novas formas de aprendizado e desenvolvimento pessoal.
Objetivo geral Realizar um festival de arte urbana, convidando artistas brasileiros a produzirem obras contemporâneas, usando tecnologias modernas como matéria-prima ou inspiração conceitual. O projeto visa estimular a expressão cultural de diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira (abrindo um chamado e incentivando artistas locais a participarem do Festival); fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural (trazendo em nossa equipe profissionais que trabalham ativamente com essas frentes); apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental (incentivando o uso e a reflexão sobre o tema de mobilidade urbana e cidades através da arte); e também apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais. Objetivos específicos mensuráveis • Circuito de arte urbana com 3 obras de 3 artistas brasileiros, cuja pesquisa seja com intervenções, instalações artísticas e/ou site specifics; • Calendário contando 3 dias de Festival, com estrutura montada com palco para cerca de 16 atividades artísticas e culturais. -> dentro do calendário do festival, entre as atividades propostas, contaremos com contrapartidas sociais de acordo com a instrução normativa: § 2º II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (serão elas: performances artísticas, Workshops e voltados para arte urbana e mobilidade, arte urbana e tecnologia e bate-papos e palestras com os artistas convidados)
Um festival de arte urbana contemporânea é relevante para a Lei de Incentivo pelos seguintes motivos: 1. Impacto Social e Urbano: O festival visa inspirar a comunidade através da arte e das obras sobre a relação das pessoas com as cidades em que vivem, integrando arte e tecnologia para explorar artisticamente os espaços de convívio. 2. Acesso à cultura local: Através das obras, o evento busca refletir artisticamente a "personalidade" da cidade e o comportamento de quem a habita, incentivando o debate com intervenções urbanas e a arte no espaço público. 3. Inovação Artística: festival desafia artistas a criarem obras que inspirem e provoquem, utilizando a cidade como tela (Canva), o movimento como tema, e a tecnologia como forma e a arte como meio de experimentar a cidade. Além disso, o projeto contribui para facilitar e incentivar o acesso democrático à cidade e a fontes de cultura, como o próprio festival proposto. A exposição das obras será gratuita e aberta ao público. As atividades culturais complementares terão cobrança de ingresso, mas com distribuição acessível. Como não temos nenhum recurso previsto para montar a estrutura do festival, alugar o espaço para o evento, realizar a divulgação, remunerar de forma justa os artistas e palestrantes e nem custear a realização das obras, a Lei de Incentivo à Cultura é a melhor forma de promover o acesso ao tema. Além disso, o projeto contará com artistas brasileiros de diferentes áreas e regiões, tornando-se ainda mais relevante para a Lei de Incentivo. O festival proposto conta com a inspiração em festivais artísticos e culturais internacionais, como o Iminente Takeover, realizado em Lisboa, Portugal. E as obras esperadas são inspiradas em artistas urbanos como Banksy, Eduardo Srur e VJ Suave. O objetivo da proposta está de acordo com as finalidades previstas no art. 1º, incisos II, III e IX, e o objetivo de realizar exposições e festivais de arte indicados no art. 3º da Lei nº 8.313, de 1991. Art. 1º II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (festival local em Cabo Frio-RJ); III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, (artistas convidados irão realizar as obras contemporâneas de Arte Urbana); IX - priorizar o produto cultural originário do País, (incentivando e apoiando a criação de obras nacionais, feitas por artistas nacionais). Art. 3° c) realização de exposições e festivais de arte, [...].
Para entender melhor a proposta, é interessante compartilhar o festival que serviu como referência para a idealização do projeto, reunindo cultura, arte, música, talks e meetups. Imente Takeover (Portugal) https://www.festivaliminente.com/ Entrada gratuita:- Artes visuais - Música- Talks- Performances
Obras de Arte Urbana contemporânea • 3 obras/instalações de arte urbana, de 3 artistas brasileiros diferentes Atividades na programação do Festival • 3 dias de festival com cerca de 16 atividades artísticas e culturais (palestras, performances, apresentações músicais, visitas sensoriais às obras) -> dentro do calendário do festival, entre as atividades propostas, contaremos com contrapartidas sociais de acordo com a instrução normativa: § 2º II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
ACESSIBILIDADE FÍSICA 1. Inclusão Universal: • Priorizaremos locar um espaço onde todas as instalações e atividades do festival serão acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida.• Caso necessário, haverá a instalação de recursos como rampas, banheiros adaptados e guias táteis para garantia de mobilidade no local. 2. Transporte Acessível: • Iremos fornecer informações claras sobre transporte público acessível até o local do festival e dos locais das obras.• Buscaremos parcerias com serviços de transporte que ofereçam veículos adaptados e gratuitos! ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 3. Comunicação Inclusiva Utilizaremos tecnologias assistivas para promover a participação de pessoas com deficiências visuais e auditivas:• Audiodescrição e legendas para atividades gravadas e digitais.• Vamos assegurar que toda a comunicação do festival seja disponibilizada em formatos acessíveis, como Braille ou leitura fácil.• Teremos na equipe (staff) do festival, profissionais em linguagem de sinais e comunicação inclusiva.
Democratização de acesso As obras/instalações serão feitas em local de acesso público, para contemplação da população residente. Em acordo com o Art.21 inciso II das MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, prevemos acessibilidade às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. Serão disponibilizados na internet registros audiovisuais das obras realizadas, além das atividades do festival, que contará com cobertura online gratuita e pública. No festival, realizaremos atividades específicas (como palestras, rodadas de conversa e atividades artísticas) que visam a inclusão. • Dentro da programação, buscaremos criar eventos e workshops que abordam diretamente questões de acessibilidade na mobilidade urbana. • E, principalmente, iremos incentivar os artistas convidados a explorarem temas de acessibilidade em suas obras. Buscaremos oferecer bolsas de estudo e/ou estágio durante a produção do evento para estudantes de graduação e pós-graduação da rede pública e oferecer a participação nas atividades do Festival, em virtude das atividades educacionais e profissionais desenvolvidas no âmbito da proposta cultural relacionada com arte urbana e a interação com as cidades.
Diretoria: Maurício C. Scorza Funções: Gestão de Recursos e Captação; Planejamento Estratégico; Gestão da Comunicação e Divulgação; Gestão Financeira; e Supervisão Geral do festival. Currículo - Cineasta formado pela Academia Internacional de Cinema (2021), Bacharel em Ciências Humanas e Publicidade pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2017), Técnico em Marketing pela ETC - São José dos Campos (2013) e escritor nas horas. Trabalha com branding, marketing de eventos e propaganda digital há 9 anos. Conta com passagem por grandes empresas, como a Agência Ogilvy e Unilever Brasil. - Realizou a estratégia de divulgação e coordenou o time de comunicação do projeto cultural musical laureado pela Lei Aldir Blanc, Gira Geral, no Rio de Janeiro-RJ, que contou com a participação de artistas diversos locais e uma participação especial de lançamento do projeto feita por Elza Soares. - Participou do GT de Comunicação do Mob 4.0 (hub de pesquisadores e gestores de mobilidade urbana), criando a estratégia de comunicação e o branding do projeto. O Mob 4.0 contou com apoio da UFRJ e financiamento da FAPERJ e realizou diversos eventos que uniram tecnologia e mobilidade urbana em Campos dos Goytacazes-RJ. - Também já auxiliou na organização eventos de premiação de arquitetos e designer de interiores pelas revistas Decorar e Casa&Mercado, em São Paulo e Campinas, entre 2016 e 2017. Vice-diretoria: Cléo Adário Funções: Suporte à gestão e gerência da logística do evento, incluindo organização de fornecedores para infraestrutura, segurança e coordenação durante o festival. Currículo Mestre em Arquitetura e Urbanismo (PPG.au/UFV), na linha de Planejamento do Espaço Urbano e Regional. Trabalha como arquiteta autônoma e é gerente de projetos e gestora de atividades no Mob 4.0, grupo de pesquisadores que busca, através dos valores de Comunidade e Transformação, explorar, testar e distribuir conhecimento aplicado sobre o papel das novas tecnologias (IoT, Dados, IA) sobre o planejamento, gestão e operação da mobilidade, visando conectar pessoas, dados e cidades. Possui experiência no desenvolvimento e acompanhamento de projetos de arquitetura, na elaboração de planos diretores de cidades de pequeno porte, devido à bolsa de extensão durante a graduação (FAU/UFJF), e em Gestão e Desenvolvimento Urbano Sustentável, devido ao curso no período sanduíche (Programa CsF), no IHS - Universidade Erasmus, em Rotterdam, Holanda. Curadoria/Gestão artística: Letícia Feltrin Flores Funções: Seleção e coordenação de artistas e obras, garantindo o alinhamento com o festival e a relevância artística; Curadoria das obras e alinhamento das atividades artísticas do festival; coordenação da comunicação entre participantes e artistas. Currículo Artista, poeta, diretora de arte e educadora, Leticia Feltrin nasceu em março de 1997, no interior de São Paulo. Formou-se em Artes Plásticas pela Panamericana Escola de Arte e Design, em 2015, e tirou sua Licenciatura em Artes Visuais pela Unicsul, em 2019. Foi bolsista CAPES pelo programa de iniciação à docência PIBID, onde desenvolveu seu projeto de pesquisa em educação artística para escolas públicas por 18 meses. Já esteve em 4 exposições coletivas ao redor país, e sua primeira individual aconteceu em agosto de 2023, a segunda está marcada para novembro de 2024. Participou do estudo em campo de barroco mineiro com a Prof. Dr. Maria José Spiteri, em 2019, do curso de Arte na França no Século XX, ministrado pela filósofa e crítica Magnolia Costa, e estudou História da Arte com o professor Giovani Bagnoli. Consultoria PcD e parcerias: Júlia Piccolomini Funções: Captação de recursos, parcerias e no relacionamento com investidores e patrocinadores; além de realizar a consultoria de acessibilidade do festival. Currículo Julia Piccolomini, mulher cis, branca, bissexual, umbandista e possui uma deficiência física chamada distrofia muscular de cinturas. Analista Sênior de ESG do Escritório Trench Rossi Watanabe, Palestrante de D&I, Co-realizadora das Paradas do Orgulho de Pessoas com Deficiência (@paradapcd) e Fundadora da primeira ONG do Brasil voltada pra interseccionalidade PcD e LGBTQIA+. Formada em Artes Cênicas, Especialista em Gestão de Pessoas pela USP e Congressista no SEMEAD com o artigo sobre a Experiência de Inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. Possui experiência profissional com implementação e gestão de D&I, Desenvolvimento Organizacional, Onboarding, Programa de Desenvolvimento e Performance, e Business Partner. Já teve a oportunidade de palestrar com grandes parceiros, como: Google, Amazon, Natura, Oracle, Decathlon, Yara, ADP, Magnetis, Smart Bank, EY, Out & Equal, Ornellas, Diálogos Entre Nós, Elliott Scott, Incluir da Certo, Vitalk, Amanco.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.