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O Festival TROVOADA será realizado em Cotijuba (Belém/PA) e reúne música, cultura popular e sustentabilidade em defesa das florestas e rios da Amazônia. A programação inclui cortejo de abertura, dois dias de shows, feira de economia criativa e oficinas. O projeto homenageia mestres da cultura popular, fomenta a economia local e garante acessibilidade e acesso gratuito ao público.
O festival será realizado ao longo de dois dias intensos de música, arte e oficinas formadoras. A programação será dividida em:- Oficinas de Percussão --- Do Fazer ao Tocar;Shows:- Conexão Ancestral – Com uma cerimônia de abertura que honrará os povos originários da Amazônia e as matrizes africanas, o TROVOADA começará com um cortejo de ritmos percussivos da cultura Amazônica, simbolizando a união entre natureza e pessoas. Dispositivos luminosos serão conectados aos tambores criando um mar de sensações e ainda, teremos 02 laser projetando formas geométricas de animais em extinção ou quase extintos.Shows e Performances – Grandes shows com artistas e percussionistas locais e nacionais, onde o palco será um espaço de trocas culturais e de conscientização ambiental, com performances que integrarão ritmos amazônicos, por meio da técnica de vídeo mapping e projeções artísticas de imagens da floresta e das águas;Tecnologia e Acessibilidade – O festival contará com uma consultoria de acessibilidade cultural com rampas de acesso, tradução em Libras, audiodescrição e interfaces adaptadas para pessoas com baixa visão e autistas, área para cadeirantes, garantindo que todos possam vivenciar a experiência completa do evento, além da contratação de trabalhadores com deficiências físicas e neuroatípicas para atuarem na equipe técnica do evento.
Objetivo GeralPromover um festival cultural e socioambiental que valorize a percussão e os ritmos amazônicos como ferramentas de resistência, consciência ambiental e fortalecimento da cultura popular, contribuindo para a preservação da Amazônia e para a democratização do acesso à arte. Objetivos Específicos:Realizar 02 oficinas formativas ( ritmos afro-brasileiros e percussão amazônica - construção de alfaias), atendendo 100 participantes no total, preparando os alunos para o cortejo percussivo Trovoada.Instalar uma Feira de Economia Criativa com 50 stands, movimentando cerca de R$ 25 mil em vendas de produtos sustentáveis e artesanais.Homenagear mestres da cultura popular amazônica, reconhecendo sua relevância para a salvaguarda cultural.Realizar 02 noites de shows musicais com 08 atrações, com nomes do carimbó, guitarrada, tambor de crioula, Afrocubano, etc, Serão 2 noites de shows, com 4 atrações cada dia, atraindo um público estimado de 10 mil pessoas.Promover uma cerimônia de abertura que honrará os povos originários da Amazônia e as matrizes africanas, com um cortejo de ritmos percussivos da cultura Amazônica, simbolizando a união entre natureza e pessoas. Dispositivos luminosos serão conectados aos tambores criando um mar de sensações e ainda, teremos 02 lasers projetando formas geométricas de animais em extinção ou quase extintos.
Num contexto em que a Amazônia em 2025 se tornou palco central das discussões climáticas globais e Belém foi reconhecida como Capital da COP-30, o TROVOADA emerge como um festival que articula arte, cultura e meio ambiente.A proposta parte da compreensão de que a arte é instrumento de resistência e transformação social, sendo capaz de mobilizar afetos, formar consciência e inspirar práticas de cuidado com o planeta. O festival valoriza a cultura popular amazônica — Carimbó, Guitarrada, Samba, Tambor de Crioula, Côco — ao mesmo tempo em que conecta tradição e tecnologia por meio de projeções audiovisuais e cortejos luminosos.Dessa forma, o projeto contribui para:Preservação da memória cultural e saberes ancestrais;Fomento à economia criativa local, com geração de renda para artesãos, feirantes e artistas;Fortalecimento da identidade amazônica em escala nacional e internacional.Mais do que um festival, o TROVOADA é uma rede viva de proteção e mobilização cultural em defesa da Amazônia.Este projeto promove diálogo direto com todos os incisos que Art. da Lei 8.313/91, que rege o Programa Nacional de Apoio à Cultura, mas podemos destacar:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;são os incisos onde o projeto mais se enquandra. No entando, todos os incisos do Art. que rege a lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, estão totalmente intrísecos a este projeto.A defesa da floresta Amazônica não é apenas uma bandeira, mas o próprio motivo que nos une. E é por meio da arte, da música e da cultura popular que este chamado se dá por meio de incentivo público federal, porque o Brasil quer cuidar da Amazônia através do impulsionamento de sua cultura popular.
Este projeto tem o objetivo de valorizar artistas, produtores, performancers, etc, que ainda não estão no circuito dos grandes festivais, para intercambiarem juntamente com artistas já reconhecidos, Mestras e Mestres da cultura popular, numa verdadeira imersão e aprofundamento da cultura amazônica para proteção das nossas florestas e rios, de maneira real e orgânica, pensada por quem vive a Amazônia no dia a dia. Vale a pena frisar também que este é um projeto feito por Amazônidas para a Amazônia, isso facilita muito o nosso diálogo e a percepção do que deve ser feito em sua realidade quanto valorização da vida humana e sua natureza.Classificação: Livre
Garantir a inclusão e a acessibilidade – Contratação de até 10 pessoas para compor o quadro da equipe de trabalho do projeto, ocupando cargos nas equipes de produção; técnica, e comunicação. - Tornar o festival acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência, e garantir a participação ativa de todos, sem exceções - libras, audiodescrição, visita sensorial, legenda descritiva, em todas as atividades do conhecimento - acesso de rampas e espaço especial para que deficientes em cadeiras de rodas participem de toda a programação do Festival. O projeto assegura:Intérpretes de Libras durante os shows e mesas de debate;Espaço reservado para pessoas com mobilidade reduzida;Material digital com audiodescrição;Oficinas inclusivas, abertas a pessoas com deficiências físicas e neuro atípicas e público diverso.
Conforme os artigos 47 e 48 da Instrução Normativa nº 23/2025, o festival garante:Acesso gratuito a todas as atividades;Disponibilização de transporte fluvial subsidiado para moradores de baixa renda das ilhas vizinhas;Evento gratuito - palco aberto em Praça aberta (Campo de futebol do Vila Nova na Ilha de Cotijuba)Atividades do Conhecimento - oficinas gratuitas com inscrição prévia até a quantidade da lotação da localidade;Disponibilização de internet gratuita em link dedicado para os participantes da Feira e oficinas e link aberto para o público do evento. Transmissão online de shows, ampliando o alcance nacional: Shows e oficinas serão gravadas e colocadas no canal do festival - até 30 dias após o Festival (ação pós evento).
Fabrício Lobo: é VJ, arte educador, ator, técnico em infraestrutura e elétrica, e produtor cultural. Proponente, o poder decisório está em suas mãos.VJ Lobo é um artista amazônida com mais de duas décadas de atuação nas áreas de Gestão em Produção Cultural, cenografia, artes visuais e vídeo mapping, destacando-se como referência na criação de experiências imersivas que articulam tradição, tecnologia e identidade territorial. Graduado no Curso Técnico em Cenografia pela Escola de Teatro e Dança da UFPA, com formação complementar em design de animação, Lobo é idealizador de projetos como Cores, Sons e Sensações, que há seis anos realiza o Vídeo Mapping de encerramento do Círio de Nazaré, Exposição Imersiva Círio de Sensações, levando o visitante em um passeio sensorial contando histórias que atravessam o Círio de Nazaré e a memória cultural da cidade de Belém. Entre seus principais projetos, destacam-se o Festival Trovoada de Percussão Amazônica, Curupira: Formando Crianças Guardiãs da Floresta, Festival Antropofagia Mapping e o Sabor da Ilha - 1º Circuito Grastronomico da Ilha de Cotijuba, que aliam arte, educação, empreendedorismo, ecologia e identidade territorial.FVJ Lobo é um artista amazônida com mais de duas décadas de atuação nas áreas de Gestão em Produção Cultural, cenografia, artes visuais e vídeo mapping, destacando-se como referência na criação de experiências imersivas que articulam tradição, tecnologia e identidade territorial. Graduado no Curso Técnico em Cenografia pela Escola de Teatro e Dança da UFPA, com formação complementar em design de animação, Lobo é idealizador de projetos como Cores, Sons e Sensações, que há seis anos realiza o Vídeo Mapping de encerramento do Círio de Nazaré, Exposição Imersiva Círio de Sensações, levando o visitante em um passeio sensorial contando histórias que atravessam o Círio de Nazaré e a memória cultural da cidade de Belém. Entre seus principais projetos, destacam-se o Festival Trovoada de Percussão Amazônica, Curupira: Formando Crianças Guardiãs da Floresta, Festival Antropofagia Mapping e o Sabor da Ilha - 1º Circuito Grastronomico da Ilha de Cotijuba, que aliam arte, educação, empreendedorismo, ecologia e identidade territorial.FVJ Lobo é um artista amazônida com mais de duas décadas de atuação nas áreas de Gestão em Produção Cultural, cenografia, artes visuais e vídeo mapping, destacando-se como referência na criação de experiências imersivas que articulam tradição, tecnologia e identidade territorial. Graduado no Curso Técnico em Cenografia pela Escola de Teatro e Dança da UFPA, com formação complementar em design de animação, Lobo é idealizador de projetos como Cores, Sons e Sensações, que há seis anos realiza o Vídeo Mapping de encerramento do Círio de Nazaré, Exposição Imersiva Círio de Sensações, levando o visitante em um passeio sensorial contando histórias que atravessam o Círio de Nazaré e a memória cultural da cidade de Belém. Entre seus principais projetos, destacam-se o Festival Trovoada de Percussão Amazônica, Curupira: Formando Crianças Guardiãs da Floresta, Festival Antropofagia Mapping e o Sabor da Ilha - 1º Circuito Grastronomico da Ilha de Cotijuba, que aliam arte, educação, empreendedorismo, ecologia e identidade territorial.Carine Araújo - produtora executivaJornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em Políticas e Gestão da Cultura pela Universitat Girona - Espanha, Carine Araújo é produtora cultural há 20 anos, e há 16 dirige a Tabuleiro Produções. Por 10 anos atuou como parecerista Nível III do Ministério da Cultura nas áreas de música (Funarte), cultura popular e cultura negra (Palmares) e audiovisual (SAV) e hoje presta esse serviço para metade dos estados brasileiros. É especialista em leis de incentivo e na Política Nacional Cultura Viva, tendo prestado consultorias para prefeituras na implantação da Lei Paulo Gustavo e PNAB. Há 3 anos mora em Belém e atua na gestão, assessoria de projetos e captação de recursos para o Centro de Dança Ana Unger, Muirak Studio, para o Pontão de Cultura Incluir, Duda Filmes, além de atender clientes de todo o país. Premiada duas vezes pela Funarte, atuou no cinema como cineclubista, logo depois assumindo a Diretoria de Produção do Conselho Nacional de Cineclubes, onde produziu festivais como o de Atibaia e Bahia Afro Film Festival. Foi responsável pela produção local do premiado filme Pau Brasil, a produção executiva da Mostra Curto Encontro realizada simultaneamente em 13 cidades, além de produzir os documentários Capela D’ajuda já deu sinal e A vida na Boa Morte, ambos para a TVE, Viva São João e Preservar Igarassu, ambos para o IPHAN, todos eles com finalidade de registro como patrimônio, além de trabalhar no registro de manifestações carnavalescas no interior da Bahia, através da Tabuleiro Produções. Produziu as exposições Ana Bella Geiger Circa MMXI que circulou pelos Centros Culturais dos Correios e a Exposição Antanas Sutkus, que contou com a presença do renomado fotógrafo em unidades da Caixa Cultural. Produziu o Festival IN Bahia, patrocinado pela Caixa, os Festivais do Licor, Festival de Saveiros e Cachoeira Agosto do Blues, com patrocínio da Bahiatursa, além de produzir diversos eventos pela Bahia e Brasil. Lançou em 2020 seu primeiro livro de poesias, Desfile Poético sob a chuva, pela Amazon e premiado pelo BNB e FUNDAJ. Em música assumiu a produção do CD Origens do grupo Gêge Nagô pelo selo Conexão Vivo, a produção premiada da Banda Soro Caseiro, a produção e lançamento do premiado CD Quintais de Clécia Queiroz e a turnê do grupo Matingueiros pela Itália, China e Portugal. Atualmente produz as bandas Vitrolab, premiada no Festival da Educadora FM, em sua EuroTour, o grupo Cabuloso Trio, selecionado para representar a Bahia no Festival Nos Alive em Portugal, o músico guineense considerado Rei de Gumbe, Ramiro Naka, o Duo VibraCor que excursionou por 11 estados Norte americanos e Ordep Lemos - indicado ao Grammy Latino 2023 da banda Filhos de Jorge - indicada ao Grammy Latino 2025.Bruno Nery - Coordenação de OficinasBruno Nery é bacharel em Trombone e Mestre em Educação Musical pela UFBA. Autor do Método Trombone Criativo, há 4 anos é trombonista da Amazônia Jazz Band. Com uma trajetória múltipla, transita com naturalidade pelo universo acadêmico, erudito, popular e docente, unindo performance e pesquisa. Como educador, foi professor e coordenador de núcleo do NEOJIBA e do Conservatório de Música Sinfônica de Camaçari-BA. Bruno também é palestrante em diversas instituições, como Instituto Carlos Gomes, SESC, institutos federais e universidades. Produziu as trilhas dos filmes Traço Negro, de Tina Melo, O que o Pique Esconde, de Carine Araújo e para o Festival de Saveiros da Bahia, além de atuar em gravações e shows ao vivo como sideman para grandes artistas do Brasil. Atualmente é trombonista da Amazônia Jazz Band, músico da banda Fruta Quente e das cantoras Lia Sophia, Mel Chaves e criador do projeto Acarajazz que acontece mensalmente em Belém.Kleber Benigno (Paturi) - Direção Musical Integrante do Trio Manari, é Mestre e Prof. da UFPA no curso de percussão popular, tocou em diversos outros grupos e com vários artistas, como fafá de Belém, Vitor Ramil, Giovanni Hidalgo, percussão brasil, com o qual viajou pelo Brasil e Portugal. Também trabalhou com o Grupo de Percussão erudita do Conservatório Carlos Gomes e integrou a Orquestra Amazônia Jazz Band.Flávio Gama - oficineiro Compositor, músico e pesquisador, Mestre da Cultura popular Carimbó, Idealizador do projeto Vivência Percussiva e criador de instrumentos com materiais reciclados.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.