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PRONAC 259570Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

NASCER DO SOM - 2026

EDNELSON DA SILVA
Solicitado
R$ 226,1 mil
Aprovado
R$ 226,1 mil
Captado
R$ 226,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Araras
Início
2026-05-01
Término
2027-06-15
Locais de realização (1)
Pirassununga São Paulo

Resumo

Nascer do Som 2026 propõe oficinas gratuitas de violão e coral para crianças, jovens e idosos em situação de vulnerabilidade, incluindo PCDs. As atividades ocupam espaços culturais de Pirassununga, aproximando gerações pela arte. O ciclo culmina em uma apresentação conjunta com a Orquestra Pé de Moleque em palcos alternativos.

Sinopse

NÃO HÁ.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS• Promover, com excelência, o ensino da música utilizando-se para esse fim, aulas teórico-práticas, ministradas em grupo;• Difundir a música, incluindo peças do folclore brasileiro, dando o alicerce necessário para que os alunos possam interpretar tais peças; • Introduzir nessa comunidade a apreciação da músical;• Descobrir novos talentos; • Inspirar os jovens músicos participantes das oficinas por meio da apresentação conjunta com a Orquestra Pé de Moleque;• Democratizar o acesso à cultura, criando condições para que o público alvo tenha chance de participar da renovação da cultura, através do violão e de canto coral; • Incentivar a leitura por meio de contação (teatro) com a distribuição de livro infantil da história "Nico, um coelho diferente". OBJETIVOS ESPECIFICOS* Oferecer, de modo gratuito, ensino de música, através das aulas de violões e canto coral para jovens e idosos em situação de risco social, moradores da cidade de Pirassununga/SP, beneficiando cerca de 100 pessoas diretamente, a maioria crianças e adolescentes em situação de risco social;* Formar 10 turmas de violão, com 1 hora de aula por semana, por turma, com as seguintes vagas: · 50 vagas para violão (crianças e adolescentes de 07 a 15 anos) podendo uma dessas aulas ser realizada para idosos;* Formar 2 turmas de coral, com 2 horas de aula por semana, por turma, com as seguintes vagas: · 40 vagas para idosos (adultos acima de 60 anos) e 40 vagas para crianças;* Realizar 01 apresentação publica das oficinas em conjunto com a Orquestra Pé de Moleque, em espaços como CCI, CDI, praças e centros comunitários ou outros espaços culturais alternativos, além de hospitais;

Justificativa

Nosso projeto se encaixa, segundo o "Art. 3° - Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos", nos seguintes seguimentos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes. (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) O projeto "NASCER DO SOM 2026 " nasce da necessidade de continuar a oferecer atividades culturais em regiões ainda carentes de projetos dessa natureza na cidade de Pirassunga/SP, com leitura, aulas de canto coral e violão. Desde 1997 (quando criou a Orquestra Pé de Moleque em Araras), o maestro Ednelson da Silva tem ensinado música de orquestra para crianças e adolescentes em situação de risco social, sempre de forma gratuita. A orquestra principal é formada hoje por 40 músicos, todos moradores da zona leste da cidade de Araras/SP (zona de maior concentração de pobreza da cidade de Araras). Além da Orquestra, o Maestro coordena um coral para 30 crianças moradoras de assentamentos, área rural e zona leste, também de forma gratuita. Ele também é responsável pelo coral adulto, um projeto que trabalha a autoestima de pessoas da terceira idade, através do canto coral, também na cidade de Araras. Entendendo que esse projeto continuará a beneficiar crianças, adolescentes e idosos de áreas de vulnerabilidade social e pessoal, dando mais oportunidades a moradores dessas regiões carentes de participar de aulas gratuitas e, assim, desenvolver seus talentos e aprender a viver em "conjunto" pretende-se desenvolver o Projeto Escola do Som 2026 na cidade de Pirassununga. Para que uma orquestra soe bem é preciso que cada um faça a sua parte estudando e depois se harmonizando com os demais do grupo. A eficiência de cada um reflete no todo de uma orquestra. A música, nesse caso, torna-se um auxiliador de desenvolvimento cognitivo, trazendo benefícios aos jovens, tornando-os mais críticos na questão cultural, trazendo benefícios imensuráveis na questão de raciocínio-lógico. Por ter um modelo de "aula em grupo", o projeto mostra a importância do trabalho em equipe, da disciplina e da cooperação. E é nesse contexto que se insere o projeto "NASCER DO SOM - 2026". Numa orquestra não é possível pensar individualmente. É preciso que todos trabalhem em prol do resultado final, ou seja, da música realizada plenamente com a participação de cada um em benefício do todo. O "NASCER DO SOM - 2026" se baseia num projeto que foi desenvolvido na cidade de Porto Ferreira (realizado em 2018/2019 e que contou com apoio da Broto Legal para sua realização através da Lei Rouanet) e no Projeto "NASCER DO SOM 2024", também em Pirassununga, de forma gratuita, com absoluto sucesso. Por meio da música, a criança expressa emoções que não consegue expressar com palavras. A música fez bem para a autoestima do estudante, já que alimenta a criação. AS TURMAS DE VIOLÃO E CORAL É muito fácil encontrar jovens interessados em aprender música e instrumento nessas áreas carentes, e em Pirassununga encontramos uma quantidade de jovens interessados principalmente no que se refere a instrumentos populares, como o violão. Por isso, as aulas de violão serão oferecidas a crianças de 7 a 15 anos de idade visando propiciar um primeiro contato com a música. O repertório será composto de músicas brasileiras, principalmente as folclóricas do cancioneiro infantil e outras do interesse dos participantes. As aulas de coral serão oferecidas a idosos do Centro de Convivência do Idoso, que frequentam essa instituição em busca de entretenimento e companhia, podendo também serem oferecidas aulas de violão para essa faixa etária, se houver interesse e horário disponível. Além do CCI, os participantes do CDI (Centro Dia do Idoso) também participarão com aulas de coral com o objetivo de entretenimento, mas também de melhorar a capacidade vital e a performance vocal. O repertório contará com canções populares brasileiras. A metodologia de se utilizar aulas coletivas tem se mostrado eficaz em inúmeras experiências e é dessa forma que o projeto trabalhará desde o seu início. A maior parte dos arranjos para o coral será escrita pelo Maestro Ednelson da Silva. No final do projeto, pretende-se realizar 02 apresentações do coral (adulto ou infantil) e da orquestra de violões, em conjunto ou separadamente. As atividades semanais programadas serão as mesmas em todos os meses e estarão organizadas seguindo o cronograma proposto nesse projeto. Para o público da terceira idade, o coral será novamente realizado num espaço já frequentado por eles no CCI, Centro de Convivência do Idoso. Para o violão, as aulas deverão ser realizadas em duas escolas em bairros de alta vulnerabilidade social em Pirassununga, no período em que estão na escola. Os bairros serão escolhidos com auxílio da Secretaria de Educação Municipal de Pirassununga, tendo como premissa à sua localização e a ausência de projetos dessa natureza. APRESENTAÇÃO MUSICAL DA ORQUESTRA PÉ DE MOLEQUE COM OS PARTICIPANTES DAS OFICINAS O Projeto também prevê a realização de uma apresentação pública gratuita da Orquestra Pé de Moleque juntamente com os alunos das oficinas de coral e de violão. A Orquestra Pé de Moleque, cujo maestro é o também proponente e professor de coral e violão deste projeto, foi formada em 1997 pelo Maestro Ednelson da Silva, com o objetivo de tirar os jovens das ruas e criar um ambiente acolhedor, de aprendizado e amizade. Desde então, a orquestra já modificou a vida de centenas de crianças, jovens e adultos que encontraram no instrumento, uma razão para sair da violência doméstica e pressão para entrar no mundo das drogas, comum em bairros com alta vulnerabilidade, como ainda é a realidade de grande parte do grupo, ainda moradores dos bairros da Zona Leste da cidade de Araras/SP, local de maior concentração populacional da cidade e carente de atividades culturais dessa natureza. Desta forma, ao levarmos essa apresentação da Orquestra em conjunto com os participantes dessas oficinas que ofereceremos, estaremos realizando duas importantes tarefas: mostrar à comunidade o quanto eles se desenvolveram ao se dedicar ao estudo de um instrumento ou ao canto coral; e incentivar, por meio do exemplo dos integrantes da Orquestra, a continuarem seus estudos no violão e, quem sabe, servirem de exemplo a outro jovens que enfrentam as mesmas situações que eles. Não há inclusão de transporte para os participantes das oficinas por que na cidade de Pirassununga há gratuidade de transporte público para idosos e portadores de necessidades especiais. Portanto, não é o projeto que vai oferecer a gratuidade, mas sim a própria prefeitura, que já mantém esse serviço para a população. Os demais participantes, serão alunos regulares da rede e as atividades acontecerão no período escolar, não necessitando de transporte. Importante ressaltar que todas as atividades serão oferecidas à população envolvida de forma totalmente gratuita, ou seja, o projeto cumpre seu papel de DEMOCRATIZAÇÃO do acesso aos bens culturais resultantes.Desta forma, esse projeto se mostra relevante e totalmente inserido nos princípios e objetivos da Lei Rouanet.

Estratégia de execução

Destacamos que as oficinas de violão e coral infatil e adulto tem sido realizadas pelo projeto Rodapé 2024 com absoluto sucesso, tornando-se um projeto importante do ponto de vista cultural, social e para a formação de platéia.

Especificação técnica

Como dito anteriormente, o projeto pretende atuar na comunidade carente em situação de vulnerabilidade social e pessoal em Pirassununga/SP.Jovens de 07 a 15 anos serão os mais diretamente beneficiados, seguidos dos idosos, que terão a oportunidade de conhecer de perto instrumentos populares, como o violão, sua sonoridade e mecanismos de extrair os sons, assim como participar do coral infantil e adulto.Num segundo momento, toda comunidade poderá ser beneficiada com as apresentações públicas do coral e dos violões, em conjunto ou separadamente com a Orquestra Pé de Moleque, onde a comunidade poderá participar apreciando de modo gratuito, essas apresentações.Os 12 violões adquiridos no projeto ficarão à disposição dos alunos para as aulas e também em horários especiais, para estudo e aprofundamento. Essa atitude foi pensada nos alunos que ainda não tem instrumentos próprios para estudo em casa. Os 12 melhores alunos de violão, que se destacarem pelo compromisso, assiduidade e desenvolvimento musical, ganharão um violão do projeto.Importante aspecto do trabalho é a aquisição de instrumentos simples mas de boa qualidade para o uso exclusivo dos membros do projeto. Eles estarão disponíveis para os alunos do projeto, que em sua maioria, não poderiam estudar um instrumento de outra forma. Princípios e experiências em que se baseia a metodologia a ser utilizadaA metodologia de se formar orquestras e bandas em aulas coletivas tem se mostrado eficaz em inúmeras experiências e é dessa forma que o projeto trabalhará desde o seu início.Serão utilizados cadernos de estudos, conhecidos internacionalmente, que foram escritos para serem usados de forma coletiva e que são utilizados em escolas de música e conservatórios de alto conceito.A maior parte dos arranjos será escrita pelo Maestro Ednelson da Silva, visando a melhor sonoridade para os instrumentos propostos. Mas também executarão arranjos de outros maestros fazendo adaptações para a instrumentação proposta, quando necessário.O professor de violão será responsável pelos arranjos de suas aulas, podendo também executar arranjos de outros maestros ou professores caso achar importante para o desenvolvimento dos alunos.As atividades semanais programadas serão as mesmas em todos os meses e estarão organizadas da de forma a atender a demanda, e funcionarão nas escolas parceiras no CCI e no CDI.As contações serão feitas por um ator (Nico, Sr Elefante e Sr Macaco) e uma atriz (D. Ciça). Todas as apresentações contarão com um intérprete de libras. AULAS DE INSTRUMENTOS E CORALCANTO CORALProfessor: Maestro Ednelson da SilvaPrimeiro mês: teoria musical e leitura de partituras;Segundo mês: ensaios de músicas em uníssono; leitura rítmica e melódica;Terceiro mês: cânones (músicas que cantam a mesma melodia em dois tempos); leitura rítmica e melódica;Quarto mês: introdução de músicas a duas vozes; leitura rítmica e melódica;Quinto ao décimo primeiro mês: ensaios de músicas e desenvolvimento de repertório. CORDAS – VIOLÃOProfessor: Davis Silveira da Silva e Gustavo A. B. de LimaMes 01 e 02:1- Alongamento e relaxamento corporal.2- Exercícios motores sem instrumento.3- Exercícios rítmicos sem instrumento.4- Exercícios ao instrumento para mão direita.5- Notas musicais, e seus acidentes, na pauta.6- Exercícios com pauta7- Primeiros acordes Mes 03 e 04:1- Exercícios para mão direita.2- Exercícios para mão esquerda, todos com instrumento.3- Notas musicais no braço do violão4- Novos acordes e sequencias5- Músicas cifradas escolhidas pelos alunos/professor Mes 05 e 06:1- Novos acordes e sequencias2- Desenvolvimento de ritmos: estilo “ Pop Rock”3- Exercícios4- Músicas cifradas escolhidas pelos alunos/professor Mes 07 e 08:1- Novos acordes2- Processo de cifragem3- Músicas cifradas escolhidas pelos alunos/professor4- Exercícios Mes 09 e 101- Novos acordes2- Ensaios para apresentação pedagógica

Acessibilidade

Tornar o ensino de música de qualidade gratuita em comunidades carentes, não permite ao indivíduo somente o acesso a um bem cultural (embora esse seja o objetivo específico e visível de um projeto dessa natureza) e cujo benefício ele terá para a vida inteira. Ele permite o acesso a uma nova vida, a uma nova história, a um novo mundo. Portanto, a acessibilidade aqui proposta não se limita apenas ao acesso ao bem cultural aqui proposto, levando a cultura e a música até onde ela não iria de outra forma, ainda mais gratuitamente. Acessibilidade, nesse caso, significa a inserção desses indivíduos na sociedade, ao permitir o acesso a uma nova realidade e, quem sabe, acesso a uma nova oportunidade de vida. Para cumprir as disposições do art. 57 da IN nº 1/2017 do Minc, no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos e portadoras de deficiência, o projeto “NASCER DO SOM -2026 ” prevê que as aulas e as apresentações a adolescentes e idosos, portadores ou não de necessidades especiais, em unidades escolares de periferia, já com todas as adaptações necessárias.Além disso, todas as apresentações oferecidas para pais, amigos e comunidade, e para o público em geral, acontecerão de modo gratuito, sejam elas pedagógicas ou culturais, nos locais indicados no projeto, assim como as oficinas oferecidas. As oficinas acontecerão no CCI, no CDI e nas Escolas Municipais já mencionadas, todos de fácil acesso, com todas as adaptações necessárias a plena ocupação, sendo de fácil e amplo acesso aos diretamente beneficiados, quer sejam eles idosos ou portadores de alguma necessidade especial de locomoção, uma vez que todos possuem rampas de acesso e/ou adaptações necessárias ao seu uso.Portanto adotamos como ação o desenvolvimento de atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações urbanas periféricas, realizando-as de forma gratuita, fornecendo, inclusive, os violões para que os alunos possam ter acesso também ao instrumento.No final do projeto, esses violões adquiridos serão doados às 12 crianças que mais se destacarem no projeto. Acessibilidade Física Todos os locais de realização das oficinas já possuem os facilitadores de locomoção, como rampas e banheiros adaptados, já que se tratam de espaços públicos como escolas e unidades de acolhimento de idosos, como CCI.A apresentação da Orquestra Pé de Moleque em conjunto com os membros das oficinas, também acontecerá em espaços públicos com todas as adaptações necessárias para o pleno acolhimento da população, seja ela portadora de necessidades especiais, sejam idosos, incluindo a possibilidade de locação de cadeiras caso essa apresentação aconteça em espaços abertos como praças. Acessibilidade de conteúdoOFICINASO conteúdo será desenvolvido de forma simples e será adaptado a portadores de necessidades especiais, inclusive aos PDI, caso haja inscrição, uma vez que tanto o proponente Ednelson da Silva quanto o professor Davis S. da Silva, tem experiência no ensino a portadores de necessidades especiais como cegos e portadores de deficiência mental, incluindo autistas. Ambos tem especialização em musicoterapia.O Maestro foi o idealizador do curso de coral e violão na AVIDA (Associação para Valorização e Inclusão das Pessoas Com Deficiência de Araras). O professor Davis ainda trabalha nessa instituição por meio de canto coral, violão e percussão, curso ministrado a portadores de Síndrome de Down, cegos e surdos. Ambos ministram aulas na Orquestra Pé de Moleque, em Araras que possui membros com deficiência visual e também autistas. Para inclusão de pessoas com deficiência visual, antes da apresentação pública, será feita a audiodescrição do palco, dos músicos, dos instrumentos e do maestro. Desta forma, a população deficiente visual poderá não somente ouvir a apresentação, mas ser incluída em toda a gama de informações visuais concernentes a uma orquestra no palco. Será uma forma de enriquecimento informacional para essa população e acolhimento.Vale lembrar também que tal descrição detalhada contribui também para a inserção de jovens e idosos que podem ter alguma dificuldade visual ou simplesmente não conhecer os instrumentos de orquestra. Isso também é um fator primordial de inclusão de conteúdo.

Democratização do acesso

A democratização ao acesso de bens e produções culturais, nesse projeto em particular, está intimamente ligada à acessibilidade.Por serem as aulas ministradas para crianças e adolescentes em situação de alta vulnerabilidade social, moradoras dos dois bairros mais carentes da cidade acreditamos que a maioria deles não possua instrumento próprio. Por isso, para garantir o acesso ao instrumento durante as aulas, 12 violões estarão disponíveis (6 para cada professor). Esses violões poderão ficar disponíveis para os estudantes em horário diferente das aulas, se houver interesse dos mesmos em utilizar horários de aulas na própria escola, para estudo do instrumento.Os estudantes também receberão cadernos, lápis e borracha do projeto e, para as apresentações, receberão uniforme (camiseta), um modo de incentivar a sua participação.Todas as atividades desenvolvidas serão divulgadas pela internet nas redes sociais que serão criadas especialmente para o projeto. Isso ajudará não somente a divulgar e comprovar a realização dessas atividades, mas também tornará esse público visível à sociedade, permitindo ainda mais a sua inclusão.As inscrições para o violão serão feitas nas unidades escolares parceiras, o que facilitára o acesso.Para as aulas de coral, as inscrições serão feitas no CCI e no CDI. Para o coral infantil, o mesmo raciocínio será usado para as turmas de violão, ou seja, inscrição direto nas escolas. Vagas remanescentes para essa oficina, serão divulgadas via propaganda paga pela internet e por meio de parceria com as Secretarias de Cultura, Educação e Promoção Social.Com relação às contações e ao livro, estes não serão comercializaçãos, ou seja, novamente serão feitas de forma gratuita em escolas da rede pública municipal ou estadual de PIRASSUNUNGA/SP.Acreditamos, dessa forma, contribuir para a democratização do acesso aos bens culturais desse projeto: oficinas, apresentações, livro e contação (teatro).Será prioridade do projeto atingir, primeiramente, as escolas da periferia da cidade, portanto mais carentes de atividades dessa natureza.O compromisso social, expresso primordialmente na competência profissional e no incremento de ações que permitam a ampla distribuição dos produtos culturais, é também um exercício de cidadania por parte de toda a comunidade. O compromisso ético-político e uma tomada de posição frente aos interesses sociais de projetos em que a iniciativa privada possa participar é também um dispositivo que permite que a esta mesma sociedade participe diretamente da política pública de cultura, em benefício da sociedade. Isso é o que de melhor temos na democratização dos bens culturais: oferece-lo a todo e qualquer cidadão, preferencialmente de forma gratuita, principalmente aos que tem menos acesso. O projeto prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - Doar além dos 10% (dez por cento) exigidos dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 100% de gratuidade nas oficinas quanto na apresentação pública;III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas: as oficinas do projeto serão oferecidas de forma 100% gratuita, assim como a apresentação pública dos membros das oficinas nos locais já determinados no projeto;VI - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil.

Ficha técnica

EDNELSON DA SILVA – MAESTRO E PROFESSOR DE VIOLÃO, CORAL, ARRANJADOR E MAESTRO DA ORQUESTRA PÉ DE MOLEQUE Violão Clássico – Conservatório Dramático Musical Carlos Gomes de Campinas – 1987.Violino - Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí – 2003.Atuações antes da profissionalização musical:Estudou música desde criança para atuar nos grupos de igrejas evangélicas (bandas, orquestras e corais).Instrumentos: trompete, violão, violino, percussão, teclado.Especialização: Musicoterapia. Facuminas, Faculdade de Minas. Aos 18 anos começou a fazer arranjos e reger bandas de sopro.Organizou trabalhos musicais, fez arranjos e regeu nas seguintes instituições.1972/75 - Banda, Orquestra e Coral da Igreja Ev. Assembléia de Deus de Araras (Rua Cruzeiro 51).1973/75 - Estudou violão clássico com o professor Eraldo Cardoso em Araras e (1975) trabalhou como professor auxiliar em suas escolas.1975/79 – Coral e Conjunto da Igreja do Ev. Quadrangular de Araras.1984 – Tirou a Carteira da OMB (definitiva).1984 – Montou uma escola de Violão em Araras.1984/87 - Coral e Conjunto da Igreja do Ev. Quadrangular de Sta Gertrudes com os quais realizou trabalho de gravação.1984/88 – Cursou Violão Clássico no Conservatório Carlos Gomes – Campinas.1991/97 – Cantor (baixo) do Coral “Da boca pra fora” do Conservatório de Tatuí onde trabalhou como chefe de naipe com o Maestro Cadmo Fausto.1992/96 – Trabalhou com o Maestro Raul Sartori na formação da Escola Livre de Música de Araras. Foi monitor, professor de violino e viola e subregente da Orquestra.1995/2005 – Foi professor de Coral no Conservatório de Tatuí.1998/2003 – Estudou violino no Conservatório de Tatuí e participou de Orquestras.1999/2006 – Foi regente do Coral Municipal de Araras.2005/2006 – Foi regente do Coral da Terceira Idade de Araras.Participou de diversos cursos de curta duração:1998 – Festival de Inverno de Campos de Jordão 04 a 26 de julho – Regência.1999 – Festival de Inverno de Campos de Jordão 11 a 31 de julho.- Métodos Coletivos para Sopro.2002 – I Congresso de Regência Coral da APARC – Assoc. Paulista de Regentes Corais – Maestros Abel Rocha e Naomi Munakata 13 a 16 de novembro.2004 – Semana da Voz – Tatuí – 08 a 13 de novembro de 2004.2005 – 2º. Curso de Férias de Tatuí – 10 a 24 de julho de 2005. Orquestração, Arranjo e Transcrição para Sopro (Maestro Pablo Dell’Oca Salla) e Arranjos usando o programa Sibélius (Maestro Antonio Carlos Neves Campos), além de outras palestras.2010 – Composição das músicas que fizeram parte do livro “O Tigre Lisão”.2014 – Professor de Flauta e Coral no Projeto “Nascer do Som”.2015 – Professor de Flauta, Coral e Percussão no Projeto “Novo Som”.2016 – Professor de Flauta, Coral e Percussão no Projeto “Rodapé”.2017 - Professor de Flauta, Coral e Percussão no Projeto “Escola do Som”2018 a 2025 - Professor de Instrumentos de orquestra, violão e coral no Projeto “Rodapé”, Rodapé 2019/2020/2023 e Rodapé ao Vivo eNascer do Som 2024. MARIA ELIZA MELARE: COORDENADORA GERAL e ELABORADORA FORMAÇÃO ACADÊMICA - 1986: Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas na UNICAMP (Campinas/SP) / 1989: Mestrado em Biologia Vegetal na UNICAMP (Campinas/SP) / 2021: Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento E Mercado - Pós-graduação Lato Sensu – SENAC EAD Desde 2002, teve 46 aprovados (15 Lei Rouanet, 21 em ProAC ICMS, 4 Editais SESI, 1 FUNARTE, 1 Edital ProAC e 4 LAB (Lei Aldir Blanc) Cantora profissional desde 2001, lançou seis CDs, todos independentes, com mais de 500 apresentações por todo o Brasil, passando por cidades como São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Recife, Rio De Janeiro, Campinas, Ribeirão Preto e várias outras, além de ter participado de programas como Amaury Jr (Rede TV), Todo Seu de Ronnie Von (Gazeta) e Sr Brasil de Rolando Boldrin (TV Cultura), entre outros regionais. É produtora executiva da Orquestra Pé de Moleque, projeto social que existe há 26 anos e ensina música de orquestra para jovens e crianças em situação de risco social na cidade de Araras/SP e responsável pela elaboração e agenciamento dos projetos Novo Som, Escola do Som, Rodapé, Rodapé 2018, Rodapé 2019, 2020, 2022 e 2023 e Rodapé ao vivo. Trabalha, desde 2002 como Elaboradora, Agenciadora e Produtora Executiva de Projetos Culturais para inclusão na Lei Rouanet e ProAC ICMS, além de editais. Única cantora independente a ter patrocínio da NESTLÉ Brasil para realização de shows e produção de discos por 4 anos consecutivos. Atualmente, trabalha como coordenadora do projeto Rodapé 2023. Por quase 22 anos, lecionou no setor público e privado e durante esses anos trabalhou com diversos materiais didáticos, dos quais poderia citar: Objetivo, Universitário, Anglo, ETAPA e COC, além de livros didáticos. Coordenou e idealizou um projeto idealizado que foi implantado na zona lesta da cidade de Araras de 2008 a 2010, chamado Qualidade de Vida, que visava o ensino de noções básicas de nutrição e receitas fáceis e baratas, com a participação das alunas. De 2022 a 2025, ministrou aulas sobre Elaboração e Gestão de Projetos Culturais em Porto Ferreira/SP, curso de sua autoria. Coordenadora do projeto Nascer do Som 2024, Nico nas escolas de Indaiatuba (Lei Rouanet - 2025), Rodapé ao Vivo (ProAC ICMS). Musicoterapeuta (agosto de 2025). DAVIS SILVEIRA DA SILVA – PROFESSOR DE VIOLÃO 1996 a 1999 - estudou percussão e bateria no conservatório de Tatuí. 1997 - integrou o grupo vocal “Da boca pra fora” no conservatório de Tatuí; ingressou na Orquestra Pé de Moleque como baterista, onde está até hoje. 1997 a 1999 - Festival de Inverno de Campos do Jordão como percussionista em três edições consecutivas. 2001 a 2006 – também como tenor, participou do coral “ Ofício da voz” (da cidade de Araras). Desde 2003 a 2017 - professor de música no projeto “Cidadão de Futuro” na cidade de Araras (corais infantis e fanfarras). 2015 – formou-se em Pedagogia pela Universidade Anhanguera. 2017 – especialização em Educação Musical pela Faculdade Cristo Redentor de Cornélio Procópio. 2018 –Professor de violão do projeto Nascer do Som (Porto Ferreira, via Lei Rouanet) e de fanfarra no Projeto RODAPÉ 2018 e Rodapé 2020 (via ProAC ICMS). 2019 – Professor de violão e de fanfarra no Projeto RODAPÉ 2019. Músico e professor de bateria no Projeto RECREIO MUSICAL, todos vinculados ao ProAC ICMS. 2019 até os dias atuais – Professor de violão da AVIDA (Associação para Valorização e Inclusao das Pessoas Com Deficiencia). 2020/2021 - Professor de violão e fanfarra do projeto RODAPÉ 2020, do qual foi proponente. 2022 – Professor de violão e fanfarra do Projeto Rodapé 2022; músico e professor de violão do Projeto Recreio Musical. 2023 e 2024 – Professor de violão e fanfarra do Projeto Rodapé 2023; músico e professor de violão do Projeto Recreio Musical e professor na AVIDA (Associação para Valorização e Inclusao das Pessoas Com Deficiencia). 2024 até o presente momento – Professor de violão e fanfarra do Projeto Rodapé Ao Vivo; músico e professor de violão do Projeto Recreio Musical e professor na AVIDA (Associação para Valorização e Inclusao das Pessoas Com Deficiencia). Trabalha como percussionista, violonista e cantor nas casas noturnas de Araras e região. Musicoterapeuta (agosto de 2025). KÁTIA V. W. B. SENTINARO - ESCRITORACurrículo da autora - Kátia Sentinaro Vive em Campinas há mais de 30 anos, natural de Araras/SP, jornalista, pós-graduada em Marketing e Língua Portuguesa. Autora dos livros infantis A Princesa que queria domar o tempo (Editora Franco, 2025); Dois Traços (Krauss editora 2024), Gato em tudo se encaixa (Editora Coralina 2024), Matemágica (Casa Cultural 2023), A escolha do Cacique (Editora Franco, 2023), Os Conselhos Mágicos (2023, Editora Quase Oito), Inventando Moda (2023, Editora Puma) Um Gato Diferente (2021, Editora Coralina); PetPoema (2020 – ProAC ICMS) e Nico, o coelho diferente (2022 e 2024 ProAC ICMS) e Nico nas escolas de Indaiatuba (2025 Lei Rouanet), dos quais foi proponente, além de autora..Faz parte do grupo dos trovadores da Seção Campinas da UBT (União Brasileira dos Trovadores). Premiada em Nova Petrópolis/RJ (2020) como trovadora veterana. E anteriormente, em Juiz de Fora/MG, Arapongas/PR (2018) e Cantagalo/RJ (2017) como nova trovadora. Também teve obra selecionada em coletânea do concurso de poesias de Salto/SP (2018), poemas divulgados no Blog Bondinho dos Livros (Portal Bonde de Notícias/ Paraná) e outros sites com destaques pela qualidade de sua obra. Premiada em concurso de poesia infantil promovido pela revista eletrônica CaZemeck, em 2022, tema tesourinha; e em concursos de contos, do grupo Escreva Garota de 2022 e 2023, , que resultaram nas coletâneas “Contos de uma mulher só” e “As cores do assombro” (disponívelisna Amazon). Ministra oficinas de poesias para crianças. Promove atividades de contacão de histórias e mediação de dos seus livros e bate papo com leitores em escolas, bibliotecas e livrarias. Presente em feiras literárias como FLIP Paraty, Bienal de SP, Rio e Salvador. Participou de diversas antologias de trovas. Para seus poemas busca inspiração nos animais e no mundo infantil. É autora e criadora do que denomina de “petpoemas”, poesias sobre pets, com ilustrações ou fotos.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$226.076,40 em 17/04/2026.