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Arte em Cena é um projeto cultural de design cênico e luteria digital que integra cartonagem artística, modelagem/impressão 3D e reaproveitamento criativo de plásticos e papelão como linguagem estética para criação de máscaras, adereços, módulos de cenário e instrumentos musicais originais. O projeto articula formação artístico-cultural, produção de bens culturais e difusão gratuita, culminando em mostras públicas e concertos-performance da "Orquestra de Sons Reciclados" pela Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba, com obras e instrumentos concebidos nas oficinas.O foco é integralmente cultural: desenvolvimento de competências artístico-criativas, produção autoral em artes da cena e música, e circulação pública dos resultados. O uso de materiais não convencionais (papelão, plásticos) é meio expressivo e campo de experimentação poética — não o objeto do projeto. Todo o conteúdo formativo (cadernos de processo, moldes e arquivos) comporá um acervo digital aberto, ampliando o acesso, a fruição e o legado.O projeto está alinhado à Lei 8.313/91 (art. 1º e art. 3º, II e IV) — formação e acesso a bens culturais —, ao Plano Nacional de Cultura (metas 1, 6, 19, 20 e 21) e contribui para os ODS 4, 9, 11 e 12 ao combinar educação cultural, inovação aplicada à cultura e difusão responsável. Todas as atividades serão gratuitas.
Arte em Cena — Luteria Digital e Cenografia Sustentável promove, em Sorocaba e Porto Feliz, formação artístico-cultural em design cênico (cartonagem + 3D) e luteria digital, culminando na criação de máscaras, adereços, módulos de cenário e instrumentos musicais. Com gratuidade, acessibilidade integral e prioridade a jovens da rede pública e mães de crianças atípicas, o projeto desenvolve competências técnicas e criativas e gera bens culturais prontos para cena. A difusão inclui mostras processuais, exposição dos resultados e concerto-performance da “Orquestra de Sons Reciclados” com a Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba. O legado contempla catálogo impresso e digital (com registros e arquivos para estudo), acervo circulante em escolas e equipamentos culturais e doação dos instrumentos produzidos a estudantes de baixa renda — afirmando a centralidade da cultura como direito, formação e fruição pública.
OBJETIVO GERALFormar e produzir bens culturais com jovens da rede pública de ensino e mães de crianças atípicas de Sorocaba e Porto Feliz (SP), por meio de oficinas semanais de design cênico (cartonagem + modelagem/impressão 3D) e luteria digital com plásticos inservíveis, culminando na criação e doação de instrumentos e peças cênicas, na realização de mostras públicas e de concertos-performance com a Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba, e na publicação de catálogo (digital) e acervo técnico aberto.OBJETIVOS ESPECÍFICOSOE1 _ Formação continuada (12 meses / 10 de aulas):Implementar 6 turmas (3 por cidade), com 2 aulas semanais de 2h (4h/semana), durante 10 meses letivos (2 meses para ensaios, circulação e fechamento), atendendo 120 participantes (≥70% jovens da rede pública e ≥30% mães de crianças atípicas), em escolas, APAEs e espaços da ASSEC, com gratuidade e acessibilidade (Libras e recursos comunicacionais quando pertinentes).OE2 _ Produção cultural (bens e conteúdos):Produzir, ao longo do ciclo, mínimo de 100 peças cênicas (máscaras, adereços e módulos de cenário padronizados) e 30 instrumentos musicais funcionais de luteria digital, com testes de palco/ensaio técnico junto à Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba.OE3 _ Doação e acervo circulante:Doar 100% dos instrumentos produzidos a crianças e adolescentes de baixa renda; organizar um acervo circulante com ≥20 kits de cena (máscaras/adereços/módulos) para empréstimo gratuito a escolas e equipamentos culturais da região, com termos de cessão e calendário de circulação.OE4 _ Difusão pública e fruição gratuita:Realizar 2 mostras públicas (1 por cidade) e 5 concerto-performance da "Orquestra de Sons Reciclados" com a Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba, alcançando público presencial agregado ≥ 3.000 pessoas, com gratuidade, sinalização de acessibilidade, mediação cultural e documentação audiovisual.OE5 _ Memória, catálogo e acesso aberto:Editar e distribuir 1 catálogo em versão digital aberta, com processos pedagógicos, moldes e arquivos; hospedar o repositório digital no site/ambiente da ASSEC, garantindo licenças de uso adequadas e rastreabilidade dos produtos.OE6 _ Monitoramento e avaliação de desempenho e equidade:Alcançar frequência média ≥ 75% e conclusão ≥ 70%; obter ≥ 85% de avaliações positivas de aprendizagem (rubricas: design cênico, técnica de luteria, musicalidade e trabalho coletivo); cumprir as metas de priorização de público (jovens rede pública e mães de crianças atípicas) e emitir relatórios bimestrais e relatório final com indicadores e evidências (listas, termos de doação, registros técnicos e de difusão).
A ASSEC soma mais de 35 anos de atuação contínua na cena cultural de Sorocaba e região. Desde 2018, é reconhecida como Ponto de Cultura com a Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba e integra o Programa Rede de Escolas Livres do Ministério da Cultura, por meio do Sorocaba Arte Viva, voltado à musicalização de crianças em extrema vulnerabilidade. Nesse percurso, consolidou uma rede viva com escolas públicas, APAEs, asilos e equipamentos socioassistenciais, revelando uma demanda recorrente: há público, educadores e coletivos ávidos por criação cênico-musical de qualidade, mas faltam metodologias acessíveis, de baixo custo e alto impacto que possibilitem conceber cenários, adereços e instrumentos com autonomia estética, sobretudo em territórios mais vulneráveis.O êxito do programa Rede de Corais Terapêuticos de Sorocaba — que integra música, acessibilidade, inclusão de pessoas com deficiência e parcerias com instituições de cuidado, como APAEs e asilos — demonstrou a capacidade da ASSEC de democratizar o acesso, conduzir formações continuadas e produzir e circular bens culturais com qualidade técnica e impacto social.Arte em Cena — Luteria Digital e Cenografia Sustentável nasce para responder, no campo cultural, a essa lacuna. O projeto integra cartonagem artística, modelagem/impressão 3D e luteria digital (construção de instrumentos com materiais não convencionais) como linguagens de formação, criação e difusão. O foco é artístico: formar repertório técnico-criativo, produzir bens culturais (máscaras, adereços, módulos de cenário e instrumentos originais) e circulá-los em mostras públicas e em concertos-performance da "Orquestra de Sons Reciclados" com a Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba. Todas as ações serão gratuitas, com acessibilidade comunicacional, e terão priorização de vagas para jovens da rede pública e mães de crianças atípicas. Para reduzir barreiras de tempo, deslocamento e renda, as turmas ocorrerão também em espaços parceiros (APAEs e escolas), em horários inclusivos.Do ponto de vista das políticas culturais, o projeto alinha-se à Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) — art. 1º (fomento à produção, difusão e acesso à cultura) e art. 3º, incisos II e IV (formação artístico-cultural e ampliação de acesso) — e dialoga com o Plano Nacional de Cultura (metas 1 _ universalizar o acesso; 6 _ formação; 19 _ presença da cultura na educação não formal; 20 _ inovação/ambientes de criação; 21 _ sustentabilidade das iniciativas culturais). Observa, ainda, a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, especialmente no que se refere às diretrizes de acessibilidade, inclusão e democratização do acesso, assegurando gratuidade das atividades, acessibilidade comunicacional e arquitetônica (como Libras e audiodescrição quando pertinente) e publicização de resultados/registros digitais para fruição ampliada. Como efeito setorial (sem desvio de finalidade), o projeto contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: ODS 4 _ Educação de Qualidade, ODS 8 _ Trabalho Decente e Crescimento Econômico (cadeia da economia da cultura), ODS 9 _ Indústria, Inovação e Infraestrutura (inovação aplicada à cultura), ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis (vida cultural e fruição pública) e ODS 12 _ Consumo e Produção Responsáveis (uso consciente de insumos como linguagem técnico-expressiva na criação cultural).Importa sublinhar: o reaproveitamento de materiais e a impressão 3D são meios técnico-expressivos a serviço da arte — não se propõem ações ambientais autônomas. O projeto promove a restituição de direitos culturais historicamente negados ao abrir acesso real à formação, à autoria e à fruição.A economia da cultura é dinamizada como consequência da própria realização: o projeto contrata e remunera artistas-educadores, cenógrafos, designers 3D, luthiers digitais, técnicos de som e luz, produtores e músicos e equipe administrativa; gera portfólios e repertórios que qualificam trajetórias no setor; mantém difusão gratuita (mostras e concertos) e deixa legado público por meio de cadernos pedagógicos, registros audiovisuais e acervo digital aberto. A governança contempla indicadores de participação e aprendizagem, documentação de acesso e prestação de contas conforme as boas práticas e normativas do MinC.Em síntese, Arte em Cena é um projeto cultural de formação, criação e difusão que transforma limitações materiais em potência estética, amplia repertório técnico-artístico e democratiza o acesso à produção e ao consumo cultural. Não se trata de reciclagem ou de empreendedorismo como fim; trata-se de cultura como direito, autoria e circulação pública de bens culturais. Ao final, máscaras, adereços, cenários e instrumentos feitos em sala de aula ganham a cena — e o público — provando que a cultura pode (e deve) ser para todos.Resultados esperadosFormação culturalRetenção ≥ 75% e conclusão ≥ 70% das/os matriculadas/os.Avaliação de aprendizagem por rubricas (design cênico, técnica de luteria, musicalidade e trabalho coletivo).Produção culturalQuantitativos de peças cênicas (máscaras/adereços/módulos), instrumentos originais funcionais e registros musicais.Difusão gratuitaMostras públicas e concertos-performance com a Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba;Acervo digital publicado.Acesso e equidade% de vagas preenchidas por jovens da rede pública e mães de crianças atípicas;Nº de parcerias ativas (APAEs, escolas, equipamentos públicos).Sustentabilidade na cultura como princípio estético e de acessoConversão de resíduos em objetos e instrumentos artísticos, ampliando repertórios criativos e reduzindo barreiras de acesso (insumos de baixo custo), com restituição de direitos culturais a públicos vulnerabilizados — sem desvio de finalidade.Gratuidade e democratização do acessoOficinas, mostras e concertos 100% gratuitos.Doação dos instrumentos produzidos a crianças e adolescentes de baixa renda.Peças cênicas integrando acervo circulante (escolas, equipamentos e cidades da região metropolitana).Economia da cultura Contratação remunerada de profissionais do setor;Formação prática que gera portfólios e qualifica futura inserção no campo cultural.
Público-alvoDireto (formação) – 120 participantesDistribuição: 60 em Sorocaba e 60 em Porto Feliz, em 4 turmas de 30 (2 por cidade).Perfil prioritário:Jovens da rede pública (Fundamental II/Médio e EJA).Mães de crianças atípicas (TEA e outras deficiências) e cuidadoras.Educadores de arte/música, agentes culturais locais e integrantes de coletivos cênico-musicais.Acessibilidade e inclusão: reserva de vagas para PCDs; acolhimento de participantes com diferentes níveis de letramento digital.Indireto (difusão e legado)Público das mostras e do concerto-performance: estimado 3.000 espectadores (somando as duas cidades).Alcance digital: comunidade escolar e cultural que acessará o catálogo (PDF/impresso), o acervo digital e os arquivos; visualizações e downloads monitorados.Critérios de priorização e acesso.Gratuidade integral e busca ativa junto a escolas públicas, APAEs, CRAS/CREAS e equipamentos culturais.Critérios transparentes de seleção: vulnerabilidade social, vínculo com escola pública/APAEs, ordem de inscrição e equilíbrio de gênero/raça/território.Adequações de horário e logística para mães/cuidadoras (turnos inclusivos).
MetodologiaEixos curatoriaisFormação — Criação — Difusão — Memória.O projeto nasce e se encerra em cena: o que se aprende vira obra; o que se cria encontra público; o que se apresenta vira acervo e legado.Percurso poético-pedagógico (um ciclo de 20 semanas)Tempo de Ateliê (semanas 1–14) → Tempo de Ensaio (semanas 15–19) → Estreia/Mostra (semana 20).1) Ateliê de Design Cênico (cartonagem e mascararia)Intenção artística: investigar o rosto-cena, o corpo-ampliado e a dramaturgia do objeto.Conteúdos: princípios de cenografia leve; estruturas em papel e papelão; máscaras (modelagem, conforto cênico, respiração e presença); adereços e módulos de cenário desmontáveis; pintura e acabamento.Entregas artísticas: série de máscaras autorais; adereços temáticos; 1–2 módulos de cenário modular por turma (pensados para montagem rápida e circulação).2) Laboratório de Poéticas Materiais (impressão 3D como linguagem)Intenção artística: transformar o “material ordinário” em signo cênico e musical.Conteúdos: pensamento tridimensional e modelagem criativa; prototipagem de peças para máscaras/adereços e elementos de instrumentos; impressão 3D; acabamento artístico (texturas, veladuras, pátinas).Entregas artísticas: coleções de pequenas peças cênicas e componentes estruturais para a luteria; arquivos digitais (.STL) organizados para o acervo do projeto.3) Luteria Digital (instrumentos não convencionais)Intenção artística: compor timbres e paisagens sonoras com instrumentos criados em sala.Conteúdos: escuta e organologia básica; desenho de instrumentos (aerofones simples, idiofones, membranofones e híbridos com partes 3D); construção, ergonomia, segurança, afinação e tocabilidade; técnicas de execução em conjunto.Entregas artísticas: conjunto de instrumentos originais funcionais (por turma) com fichas técnicas e mapas de palco.4) Integração Cênico-MusicalIntenção artística: costurar imagem, corpo e som numa mesma escrita de cena.Conteúdos: mapa de cena, ocupação do espaço, dramaturgia sonora; jogos de presença com máscaras; transições e partitura de ações.Entregas artísticas: estudo cênico-musical pronto para ensaio com orquestra.6) Estreia pública, Mostras e MemóriaMostras de processo (internas/abertas) e estreia ao final do ciclo.Memória e legado: catálogo (impresso + digital) com fotografias, relatos, partituras simples/tabulaturas, fichas técnicas e arquivos .STL das peças; publicação em repositório do projeto.Ritmo do ciclo (referência de calendário)Semanas 1–2: acolhida, percurso curatorial, bases de ateliê.Semanas 3–6: máscaras/adereços + protótipos 3D.Semanas 7–10: módulos de cenário + peças 3D aplicadas.Semanas 11–14: luteria digital (construção, afinação, primeira execução).Semana 15: mostra de processo (bancada aberta) e ajustes de criação.Semanas 16–19: ensaios setoriais e integrados com a Orquestra; ensaio geral.Semana 20: concerto-performance/estreia + captação audiovisual.Avaliação artística (com linguagem de campo)Mentorias de criação (orientações coletivas e devolutivas estéticas).Rubricas de cena: coesão visual, inventividade, funcionalidade em palco, presença, musicalidade conjunta.Dossiê do participante: croquis, fotos, ficha técnica, partitura/tabulação e link.Critérios de percurso: participação (≥75%), entrega de pelo menos 1 peça cênica e 1 instrumento funcional por dupla/grupo, participação em mostra/estreia.Difusão e acessibilidade culturalGratuidade total das atividades formativas e apresentações.Acessibilidade comunicacional nas falas públicas (Libras) e materiais de memória (legendas/audiodescrição sintética onde couber).Doação dos instrumentos produzidos a crianças e jovens de baixa renda da rede parceira; circulação do acervo cênico em escolas/equipamentos culturais.Acervo digital aberto (catálogo) para estimular reencenações e reinterpretações.Produtos culturais ao final do cicloPeças cênicas (máscaras, adereços, módulos).Instrumentos originais prontos para palco.Concerto-performance com a Orquestra Filarmônica Jovem de Sorocaba.Catálogo (digital) e acervo digital com arquivos de criação e fichas técnicas.
O projeto assegura acessibilidade física, comunicacional, digital e atitudinal em todas as etapas, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão – LBI (Lei nº 13.146/2015), com a ABNT NBR 9050 e com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025. Serão providos intérprete de Libras, audiodescrição, legendagem em vídeos, materiais em braile e fonte ampliada, além de equipe treinada em atendimento inclusivo. Todos os locais utilizados serão acessíveis a pessoas com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.1. AulasAcessibilidade Física:Realização em espaços parceiros previamente vistoriados, com rotas acessíveis, rampas, corrimãos, sanitários adaptados, portas e circulações conforme NBR 9050, piso antiderrapante e iluminação adequada.Quando necessário, uso de soluções temporárias removíveis (ex.: rampas móveis) e adaptação de mobiliário (mesas reguláveis, cadeiras com braços).Sinalização visível e com alto contraste; reserva de áreas para cadeiras de rodas e cães-guia.Acessibilidade Comunicacional e PedagógicaMateriais didáticos acessíveis (PDF navegável, fonte ampliada, alto contraste) e descrição verbal de recursos visuais.Ritmo de aula com pausas quando necessário; protocolos de acolhimento sem barreiras.Equipe docente e monitores capacitados em comunicação inclusiva e manejo de barreiras atitudinais.2. Eventos (mostras e concerto-performance)Acessibilidade FísicaLocais 100% acessíveis: rampas, corrimãos, sanitários adaptados, assentos reservados para PCD e idosos, rotas sinalizadas, vagas/embarque preferencial quando disponíveis.Mapeamento de assentos acessíveis e recepção dedicada para orientação e condução até os lugares.Acessibilidade de ConteúdoIntérprete de Libras no palco/tela.Programas impressos em braile e fonte ampliada; legendagem nos vídeos exibidos; anúncios orais de serviços de acessibilidade no início das sessões.Recepcionistas/monitores treinados para apoiar o público PCD e idosos durante toda a permanência.Acessibilidade DigitalPublicações digitais acessíveis (descrição de imagens) e vídeos com legendas e janela de Libras.Itens da planilhaProdução/Execução: Locação de espaços acessíveis para mostras/concerto.Serviços de Acessibilidade: Intérprete de Libras; Audiodescrição ao vivo (narrador + operação); Legendagem e transcrição de vídeos; Impressão em braile e fonte ampliada; Sinalização tátil/visual temporária; Capacitação da equipe em atendimento inclusivo; Monitores de acessibilidade/recepcionistas.Comunicação/Digital: Janela de Libras em peças audiovisuais e descrições textuais.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO1) Gratuidade e inexistência de barreiras econômicasTodas as ações são 100% gratuitas: oficinas, mentorias, laboratório 3D, mostras públicas, concerto-performance, mediações e catálogo (digital).Vedação de cobranças: não haverá taxas de inscrição, mensalidades, venda de ingressos, “taxa de material” ou qualquer contraprestação financeira do público.2) Critérios de seleção públicos e inclusivosChamadas abertas com edital simplificado (LGPD), amplamente divulgado em escolas públicas, APAEs, CRAS/CREAS, equipamentos culturais e redes sociais.Prioridade de vagas:Jovens e adolescentes da rede pública de ensino;Mães de crianças atípicas;Pessoas com deficiência;Moradores de territórios periféricos ou com maior vulnerabilidade social.Cadastro acessível: formulário on-line e presencial, autodeclaração socioeconômica, atendimento mediado para quem tiver baixa letrabilidade digital.Lista de espera transparente e reposição contínua de vagas para manter taxa de ocupação alta.3) Ampliação de alcance territorial e de horáriosDois municípios polos: Sorocaba e Porto Feliz, com turmas em espaços parceiros (APAEs, escolas públicas, equipamentos culturais) para reduzir deslocamentos.Horários alternados (manhã/tarde/noite) para acomodar rotinas de estudo, trabalho e cuidado – especialmente de mulheres cuidadoras.Circulação do acervo (máscaras, adereços e módulos de cenário) por escolas e equipamentos culturais da região metropolitana, com mediação gratuita.4) Difusão aberta e permanência do acessoMostras processuais e concerto-performance gratuitos, com comunicação multicanal (mural escolar, rádios/comunicação comunitária, redes sociais, secretarias de educação e assistência).Catálogo digital com QR-codes para acervo on-line.Documentação audiovisual publicada gratuitamente.5) Doação e legadoInstrumentos produzidos doados prioritariamente a crianças e adolescentes de baixa renda vinculados a escolas públicas/redes parceiras.Acervo circulante das peças cênicas, com termos de empréstimo e agenda de circulação gratuita.6) Comunicação para públicos prioritáriosPlano de mídia comunitária: escolas, CRAS/CREAS, APAEs, UBS, conselhos municipais, pastorais, associações de bairro.Materiais de divulgação com linguagem clara, versão leitura fácil, canal de contato acessível (telefone/WhatsApp/e-mail).7) Monitoramento da democratizaçãoIndicadores de acesso: perfil do público (faixa etária, PCD, raça/cor autodeclarada, CEP/bairro), ocupação de vagas por público prioritário, assiduidade, público das mostras/concerto, alcance digital.Relatórios semestrais com análise de barreiras e planos de mitigação (ex.: ajuste de horários, abertura de novas turmas/parcerias).Prestação de contas com evidências: listas de presença, termos de doação/empréstimo, registros de acessibilidade, clipping e analytics de difusão.Síntese de conformidade com a IN 23/2025: o projeto assegura gratuidade, seleção transparente, priorização de públicos vulnerabilizados, acessibilidade plena nas ações presenciais e digitais, difusão ampla com disponibilização on-line e legado público (acervo, doações e materiais pedagógicos), garantindo fruição cultural efetiva, não restrita, e com comprovação objetiva nos relatórios técnicos.
William CostaDesigner de Produto 3D com atuação desde 2019, unindo modelagem (Fusion 360, Blender), prototipagem/impressão 3D (FDM – TPU, PETG) e gestão de produto (do conceito à produção em escala, precificação e comercialização em marketplaces). Experiência em demandas B2B e B2C, desenvolvimento de peças automotivas fora de linha e produtos utilitários, além de comunicação visual (foto/vídeo) para marcas e projetos sociais.CompetênciasModelagem 3D: Fusion 360, BlenderPrototipagem & Impressão 3D: FDM (TPU, PETG)Gestão de Produto: prototipagem, validação funcional, produção em escala, precificação, e-commerce (Shopee, plataformas de STL), logísticaDesign Visual: Photoshop, Lightroom, CanvaIdiomas: Inglês (Avançado)ExperiênciaAgente de Comunicação (Fotografia/Vídeo) — Rede Cultural Beija-Flor (RCBF) · 2023 – atual - Produções audiovisuais de produtos, eventos e projetos sociais; fotografia institucional; edição e tratamento de imagem/vídeo; apoio à comunicação e identidade visual.Responsável Comercial & E-commerce — Bella Brasil Decor · 2019 – 2023 - Gestão do site e catálogo; vendas e relacionamento com clientes; organização de portfólio e comunicação visual da marca.Designer de Produto 3D (Autônomo) · 2019 – Modelagem, prototipagem e impressão 3D para clientes B2B/B2C; desenvolvimento de peças automotivas fora de linha e utilitários em TPU/PETG; ciclo completo do produto, da ideia à venda (inclui operação em marketplaces, como Shopee).FormaçãoBacharelado em Design de Produto — UNIFATECIE · 2019 – atual Produção Audiovisual — UNIBAN · 2024 – 2026Técnico em Assistente de Computação Gráfica — SENAC · 2021 – 2023Projetos & Entregas SelecionadasPeças automotivas fora de linha: modelagem e prototipagem funcional para reposição (B2B).Produtos utilitários (TPU/PETG): concepção, testes de materiais e produção para venda direta e marketplaces.Comunicação visual para projetos sociais: fotografia/vídeo de campanhas e eventos (RCBF).Jefferson José TrocatoInstagram: @deartesustentavelFormação Acadêmica• Pedagogia – Ensino Superior (cursando)Cursos e Especializações• Informática• Administração de Empresas – SENAI• Curso de Especialização de Soldados – BEP – Estrutura e Pintura de Aeronaves• AutoCAD – Senac• Técnico em Design de Móveis – Centro Paula Souza• Projetista – Ambientes Planejados (Ideias e Soluções)• Design de Interiores – Centro Paula Souza• Sustentabilidade e Cenografia SustentávelExperiência ProfissionalAPAE SorocabaEducador Social – 07/03/2022 a 04/06/2022 e 08/08/2022 a 17/11/2024Electa – Prestação de Serviços e Gestão de RHOrientador Educacional – 01/06/2021 a 24/02/2022Associação Crianças Feliz de SorocabaEducador Social – 01/03/2019 a 01/04/2019 e 01/04/2022 a 01/04/2023Projeto GuriAuxiliar de Polo – 19/07/2018 a 09/02/2022C&A; Modas LtdaAuxiliar de Web Designer – 09/02/2015 a 01/12/2016Resumo de QualificaçõesExperiência em cenografia sustentável, arte e decoração sustentável.Atuação em oficinas de arte sustentável em instituições como: Arrastão Cultural de Sorocaba, AssociaçãoCrianças Feliz, SESC Sorocaba, SESC Osasco e SESC Vila Mariana.Projetos contemplados por leis de incentivo à cultura:• Lei Aldir Blanc (2021, 2022 e 2025)• Lei Paulo Gustavo (2024)DENIS VIEIRA - MAESTROIniciou seus estudos musicais aos 10 anos de idade, aprendendo percussão e, posteriormente, trompa. Durante sua jornada musical, integrou diversas orquestras e bandas, incluindo a Orquestra Filarmônica Jovem da ASSEC e a Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Continuou seus estudos na USP e participou de festivais de música, incluindo a Oficina de Música de Curitiba e o Festival Internacional de Campos do Jordão. Em 2006, assumiu a direção da Orquestra Filarmônica Jovem da ASSEC. Além de sua carreira musical, também é advogado, possui mestrado em Direito e é palestrante.Em julho de 2007, em turnê pela Europa, participou de concerto no Conservatório da Suíça Italiana, na cidade de Lugano, dando continuidade ao intercâmbio Suíça-Brasil, participou também do Laboratório Musical de Verão em Cortanze, na Itália, além de outras apresentações realizadas nas cidades de Veneza e Mezzovico. LUCIANA MACHADO - PRODUTORA CULTURALLuciana Machado, jornalista, é a produtora executiva dos projetos da Assec, com mais de 25 anos de experiência em elaboração e gestão de projetos nas áreas cultural, social e esportiva. Ela é membro da Associação Brasileira de Captadores de Recursos, da Conexão Captadoras e participou da Rede de Agentes Culturais do Sebrae. Possui experiência na mídia como produtora de TV e acumulou conhecimento em cultura trabalhando na Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba. Ela aprimorou sua formação com cursos, incluindo Lei Rouanet, marketing cultural e participação em congressos do terceiro setor. Ao longo dos anos, esteve envolvida em eventos relacionados ao terceiro setor e economia criativa, desenvolvendo habilidades em gerenciamento de projetos, parcerias com administração pública, indicadores sociais e mensuração de impacto social. Pós graduanda em Leis de Incentivo e Fomento Social.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.