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O Festival de Cultura Popular e Afro-Brasileira será realizado em Goiânia, entre os dias 18 e 21 de novembro de 2026, com o objetivo de valorizar e difundir tradições que compõem a identidade cultural do Brasil. O evento reunirá expressões como Congada, Bumba Meu Boi, Maracatu, Djongo e Catira, fortalecendo o legado ancestral dessas manifestações. Durante três dias, mestres, griots e grupos tradicionais participarão de rodas de conversa, vivências e apresentações, compartilhando saberes, histórias e práticas com o público. O encerramento, no quarto dia, será marcado por grandes shows de artistas de renome nacional, conectando passado e presente, tradição e contemporaneidade. Mais que um festival, o projeto propõe-se a ser um espaço de diálogo, inclusão e celebração da diversidade cultural brasileira.
Apresentações de Grupos de Cultura Popular e Afro-BrasileiraAs apresentações culturais são o coração pulsante do festival, onde grupos tradicionais expressam a potência de seus territórios, memórias e espiritualidades por meio da dança, da música, do corpo e da coletividade. Ao longo de três dias, o palco se torna terreiro de celebração, onde manifestações como a Congada, o Bumba Meu Boi, o Maracatu, o Jongo, o Coco, a Catira e o Samba de Roda revelam sua beleza, resistência e ancestralidade viva.Cada grupo traz em sua apresentação não apenas um espetáculo estético, mas uma narrativa profunda de pertencimento, identidade e continuidade. São mestres, mestras, jovens e anciãos que, com trajes, instrumentos e gestos, atualizam saberes que atravessam gerações. As performances acontecem em formato de cortejos, encenações e rodas, com participação ativa do público e interação comunitária.As apresentações reafirmam o protagonismo das culturas de matriz africana e indígena, ressignificando os espaços urbanos e conectando a plateia à diversidade cultural brasileira. Com elas, o festival reconhece o valor inestimável dos grupos tradicionais como agentes de transformação, guardiões de conhecimento e pilares da cultura nacional.Roda de Conversa As Rodas de Conversa são momentos centrais do festival, onde mestres, mestras, griôs, artistas populares, estudiosos e representantes de comunidades tradicionais se reúnem para compartilhar experiências, histórias, saberes e reflexões. Em um ambiente horizontal e acolhedor, o público participa ativamente dessas trocas, que transitam entre memória, ancestralidade, cultura popular e os desafios contemporâneos da preservação dos saberes tradicionais.Mais que debates, as rodas propõem um exercício coletivo de escuta, pertencimento e valorização dos saberes orais e práticos. Cada roda será mediada por pesquisadores ou comunicadores culturais, sempre respeitando os modos de fala e expressão próprios de cada cultura presente.Esse produto promove o fortalecimento da oralidade como tecnologia ancestral e ferramenta de resistência. A cada roda, o festival se transforma em território de encontro entre gerações, etnias, cosmovisões e territórios, tecendo pontes entre tradição e futuro.Show de Encerramento O encerramento do festival é uma grande celebração que une tradição e contemporaneidade em uma noite vibrante de música, arte e emoção. No palco principal, artistas de renome nacional, profundamente conectados às raízes da cultura popular e afro-brasileira, se apresentam ao lado de convidados especiais, em um espetáculo que homenageia a ancestralidade e traduz a força dessas tradições em linguagem musical atual.Mais do que um show, trata-se de um grande ritual de celebração pública, onde os sons do samba, maracatu, ijexá, jongo, axé, coco, rap e MPB ecoam como forma de resistência, memória e pertencimento. As apresentações promovem encontros entre gerações e estilos, criando um ambiente de festa, reflexão e reverência às culturas que moldam o Brasil profundo.Com estrutura de qualidade, acessível e democrática, o show de encerramento fecha o festival em grande estilo, convidando o público a celebrar, dançar e reconhecer a importância das culturas populares no presente e no futuro.
Objetivo Geral* Promover e difundir as culturas populares e afro-brasileiras, fortalecendo a memória, a identidade cultural e a democratização do acesso à cultura por meio do Festival de Cultura Popular e Afro-Brasileira em Goiânia. Objetivos Específicos* Valorizar mestres, griots e grupos tradicionais como protagonistas culturais.* Difundir manifestações como Congada, Bumba Meu Boi, Maracatu, Djongo e Catira, dentre outras.* Realizar rodas de conversa, vivências e apresentações gratuitas.* Estimular o pertencimento e autoestima de comunidades afrodescendentes e periféricas.* Oferecer acesso democrático com ingressos sociais.* Gerar impacto socioeconômico envolvendo artistas, artesãos e empreendedores locais.* Contribuir com os ODS 4, 5 e 10 (educação, igualdade de gênero e redução das desigualdades).* Conectar tradição e contemporaneidade por meio de shows com artistas de renome nacional.* Fortalecer redes culturais entre mestres, artistas, pesquisadores e comunidades.
O Festival de Cultura Popular e Afro-Brasileira nasce como um espaço de afirmação cultural, de resistência simbólica e de diálogo intergeracional em um contexto onde a diversidade cultural brasileira é constantemente ameaçada pela homogeneização imposta pela globalização, pela hegemonia midiática e pela marginalização histórica de tradições de matriz africana e popular.As manifestações culturais como a Congada, o Bumba Meu Boi, o Maracatu, o Djongo, a Catira e o Samba de Crioula são expressões que guardam em si a memória, a espiritualidade e a identidade de comunidades que, ao longo dos séculos, ajudaram a construir o Brasil. São práticas que nasceram da luta pela sobrevivência, da criatividade diante da adversidade e da força coletiva da ancestralidade. No entanto, por estarem associadas a territórios periféricos, comunidades negras, quilombolas e indígenas, essas manifestações sofreram — e ainda sofrem — processos de invisibilização, preconceito e subvalorização.Diante disso, este festival se apresenta como uma ação cultural de caráter estratégico: dar visibilidade, reconhecimento e valorização a saberes e práticas que sustentam a memória cultural do país, colocando no centro da cena aqueles que historicamente foram colocados à margem — os mestres e griots da cultura popular. Ao reunir em um único espaço esses guardiões da memória com estudantes, pesquisadores, artistas contemporâneos e público em geral, o projeto cria uma ponte essencial entre tradição e presente, ancestralidade e contemporaneidade.Mais do que um evento artístico, o festival cumpre uma função pedagógica, social e política. Cada roda de conversa, cada vivência, cada apresentação de grupo tradicional se torna um ato de transmissão de conhecimento, de fortalecimento de vínculos comunitários e de reconstrução da autoestima coletiva. Ao oferecer acesso gratuito à maior parte das atividades, garantir transporte para estudantes da rede pública e disponibilizar ingressos sociais para pessoas em situação de vulnerabilidade, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a inclusão de públicos historicamente excluídos do circuito cultural.O impacto do festival não se limita à dimensão simbólica. Sua realização gera movimentação econômica significativa ao envolver artistas, produtores, técnicos, artesãos, empreendedores e fornecedores locais, estimulando a economia criativa e gerando oportunidades de trabalho e renda. Estima-se a ativação de centenas de postos de trabalho diretos e indiretos, fortalecendo o entorno social e econômico de Goiânia e consolidando o festival como motor de desenvolvimento regional.Além disso, o projeto contribui diretamente para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). No ODS 4 (Educação de Qualidade), ao promover vivências e rodas de conversa que ampliam o repertório cultural e educativo de jovens e crianças; no ODS 5 (Igualdade de Gênero), ao dar visibilidade a mestras e lideranças femininas das culturas populares; no ODS 10 (Redução das Desigualdades), ao garantir acesso e protagonismo a grupos historicamente marginalizados; e no ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ao valorizar o patrimônio imaterial e estimular práticas sustentáveis no festival.O projeto também se alinha à Constituição Federal de 1988, em seu artigo 215, que garante o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional, assim como à Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO, reafirmando o Brasil como país comprometido com a proteção e valorização de sua diversidade cultural.Outro diferencial está na perenidade das ações: o festival não se encerra em si mesmo. Todo o evento será documentado e disponibilizado gratuitamente na internet, garantindo que as falas dos mestres, as rodas de conversa, as vivências e as apresentações fiquem registradas como um patrimônio acessível a todo o Brasil e ao mundo. Dessa forma, o impacto rompe barreiras geográficas e temporais, perpetuando o alcance das ações.Portanto, a justificativa para o festival se assenta em três dimensões fundamentais:Cultural e simbólica _ valorização da ancestralidade, preservação da memória e reconhecimento da contribuição das culturas populares e afro-brasileiras.Social e educativa _ democratização do acesso, inclusão de comunidades periféricas, fortalecimento da identidade e formação de novos públicos.Econômica e política _ geração de emprego e renda, dinamização da economia criativa e alinhamento com políticas públicas e compromissos internacionais de preservação do patrimônio cultural.Em síntese, o Festival de Cultura Popular e Afro-Brasileira é mais que um evento: é um instrumento de transformação social, de resistência cultural e de fortalecimento da democracia cultural no Brasil. Ele se faz necessário porque responde a uma demanda histórica de visibilidade e valorização de culturas que moldaram a identidade brasileira e que precisam ser preservadas e celebradas para as futuras gerações.Este projeto está de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E, também, com o Art. 3° da Lei 8313/91II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS DO FESTIVAL1. Rodas de ConversaQuantidade: 3Duração de cada roda: 2 horasFormato: PresencialLocal: Espaços culturais, auditórios ou tendas com estrutura adequadaMaterial técnico: sistema de som com microfones, cadeiras para público e convidados, banners de identificação visual, intérprete de Libras, iluminação básica e gravação audiovisual para registro.Projeto pedagógico: As rodas terão como tema central a ancestralidade, as práticas culturais afro-brasileiras e populares, e a valorização dos mestres e mestras da cultura. Convidados serão mestres griôs, estudiosos, artistas e representantes de comunidades tradicionais. A metodologia será dialógica, buscando escuta ativa, valorização da oralidade e construção coletiva de conhecimento.2. Apresentações Culturais de Grupos Populares e Afro-brasileirosQuantidade: 6 grupos tradicionaisDuração média por apresentação: 40 minutosMaterial técnico: palco com estrutura de som e luz, camarins, equipamentos de segurança, equipe técnica de apoio, intérprete de Libras, gravação audiovisual.Especificação: Cada grupo apresentará sua manifestação tradicional com autonomia, respeitando seus rituais, musicalidades e formações. Serão priorizados grupos de Congada, Bumba Meu Boi, Maracatu, Catira, Coco e Djongo, com histórico de atuação comunitária e reconhecimento cultural.3. Show de Encerramento com Artistas NacionaisQuantidade: 1 show (com 2 a 3 atrações)Duração total: 3 a 4 horasMaterial técnico: palco profissional com PA de alta potência, sistema de iluminação cênica, telão de LED, camarins, gerador de energia, ambulância de plantão, intérprete de Libras, banheiros químicos, equipe de limpeza e segurança, sinalização acessível.Especificação: O show reunirá artistas de renome nacional com vínculos com a cultura afro-brasileira ou popular. A proposta é integrar o contemporâneo com a ancestralidade, criando pontes entre gerações e territórios. O público estimado é de 5.000 pessoas, com entrada gratuita e estrutura para acessibilidade plena.'
Plano de Acessibilidade do FestivalO Festival de Cultura Popular e Afro-Brasileira — que celebra expressões como Congada, Bumba Meu Boi, Maracatu, Djongo e Catira — tem como princípio a garantia de acesso pleno, digno e seguro para todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou sociais. A seguir, apresentamos o plano detalhado de acessibilidade, estruturado em três dimensões principais: física, comunicacional e atitudinal. 1. Acessibilidade FísicaObjetivo: Garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam circular, acessar e participar de todas as atividades com autonomia e segurança.Medidas:Escolha de local com acessos nivelados, rampas e banheiros adaptados;Implantação de pisos táteis e sinalização em alto contraste para pessoas com deficiência visual;Áreas reservadas na plateia para cadeirantes e acompanhantes;Vagas de estacionamento acessíveis e próximas às entradas principais;Instalação de banheiros químicos acessíveis em áreas externas;Rotas acessíveis para todas as áreas do festival, incluindo pontos de alimentação, feira, palco e vivências. 2. Acessibilidade ComunicacionalObjetivo: Assegurar que pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual compreendam e interajam com todos os conteúdos e atividades do festival.Medidas:Presença de intérpretes de Libras nas rodas de conversa, vivências e cerimônias;Tradução simultânea para Libras nas apresentações de palco principal com projeção em telões;Produção de materiais de divulgação acessíveis, com descrição de imagens (alt text) e versão em áudio dos principais conteúdos;Utilização de legendas em vídeos promocionais e nos registros audiovisuais do evento;Criação de um guia do festival em formato acessível (versão digital em PDF acessível, com leitura compatível a leitores de tela). 3. Acessibilidade AtitudinalObjetivo: Promover o acolhimento, o respeito e o entendimento da diversidade humana entre equipe, público e artistas.Medidas:Capacitação da equipe (produção, segurança, recepção, monitores e voluntários) sobre acessibilidade, inclusão e atendimento humanizado;Sinalização de atendentes treinados com broches e camisetas de identificação;Elaboração de material informativo sobre acessibilidade para o público geral;Parceria com instituições e coletivos de pessoas com deficiência para escuta prévia e avaliação das ações;Criação de um canal de escuta e sugestões acessível (WhatsApp com Libras, formulário com leitura de tela e atendimento telefônico). ConclusãoA acessibilidade no Festival de Cultura Popular e Afro-Brasileira não será um apêndice, mas parte central do conceito de cultura viva, democrática e ancestral que o projeto se propõe a celebrar. Garantir que todas as pessoas possam participar plenamente é honrar as raízes de coletividade e resistência que sustentam as tradições afro-brasileiras e populares. Um festival que se propõe a celebrar a diversidade deve, antes de tudo, ser acessível à diversidade de corpos, histórias e modos de existir.
Plano de Democratização de AcessoO Festival de Cultura Popular e Afro-Brasileira foi concebido com o compromisso de garantir ampla democratização do acesso à cultura, por meio de estratégias que assegurem a participação de públicos diversos — especialmente aqueles historicamente excluídos dos circuitos culturais formais. A proposta articula ações afirmativas, acesso gratuito a atividades formativas, cota de ingressos sociais, transporte solidário, acessibilidade comunicacional e territorial, além de práticas justas de comercialização dos produtos gerados. 1. Acesso Gratuito a Atividades Formativas e FeirasGrande parte da programação do festival será totalmente gratuita e aberta ao público, especialmente as ações com foco educacional e de valorização da cultura tradicional:Rodas de conversa, vivências, oficinas e palestras com mestres e mestras da cultura popular e afro-brasileira: 100% gratuitas;Feira de Saberes e Fazeres, com exposição e venda de artesanato, livros, comidas tradicionais, roupas, instrumentos e cosméticos de matriz africana: acesso livre, com estímulo à economia solidária e à circulação de renda local;Encontros intergeracionais entre artistas, mestres e estudantes da rede pública;Visitas mediadas para escolas, ONGs, movimentos sociais e coletivos periféricos. 2. Ingressos Acessíveis e Cotas SociaisPara os espetáculos musicais e shows de encerramento com artistas de renome nacional, serão praticadas políticas de preços que respeitam a diversidade socioeconômica da população:Ingressos a preços populares e com valores progressivos por faixa de renda (meia-entrada, solidária, inteira);Criação de uma cota de ingressos sociais (mínimo de 20% do total) distribuídos gratuitamente para:Estudantes de escolas públicas;Pessoas em situação de vulnerabilidade econômica;Grupos periféricos, quilombolas, povos de terreiro, pessoas com deficiência e população LGBTQIAPN+;Distribuição via cadastro em ONGs, CRAS, escolas e associações culturais da região.Essa política garante que o acesso ao conteúdo artístico não seja limitado pela condição econômica, promovendo justiça cultural. 3. Programa de Estágio RemuneradoA proposta inclui a implementação de um programa de estágio remunerado destinado a jovens estudantes do ensino médio técnico ou superior de escolas públicas:Seleção de jovens para atuar nas áreas de produção cultural, comunicação, audiovisual, mediação de público e acessibilidade;Acompanhamento por profissionais experientes do festival, com foco em formação e inserção no mercado da cultura;Bolsa remunerada com carga horária adaptada, incluindo certificado de participação e carta de recomendação ao final.O objetivo é estimular a qualificação de jovens em situação de vulnerabilidade e integrá-los ao ecossistema da cultura popular e da economia criativa.4. Divulgação e Comunicação PopularA divulgação do festival será descentralizada, inclusiva e territorializada:Parcerias com rádios comunitárias, jornais de bairro e mídias alternativas;Materiais de divulgação produzidos também em linguagem simples e acessível, com versões em Libras, áudios e fontes ampliadas;Campanhas de mobilização em escolas, feiras, centros comunitários, terreiros, coletivos de juventude e espaços periféricos;Utilização de redes sociais com linguagem horizontal e visual popular;Distribuição de cartazes, panfletos e uso de carros de som em regiões de menor acesso à internet. 5. Compromisso Ético na Comercialização de ProdutosOs produtos culturais e artísticos que forem comercializados durante o festival seguirão princípios de comércio justo, economia solidária e valorização da cultura tradicional:Prioridade para expositores locais, mestres e mestras da cultura popular, coletivos de mulheres e grupos de matriz africana;Curadoria baseada na representatividade e originalidade dos produtos;Preço livre e acessível, com estímulo à troca de saberes, afetos e narrativas;Venda de produtos autorais como CDs, livros, bonecas Abayomi, instrumentos artesanais, alimentos da culinária ancestral etc.
IRE GBOGBO PRODUÇÕES LTDA – Kesley Rocha Dias (Baale)Função: Coordenador do Projeto / Diretor-GeralAtividade: Contratar e coordenar equipe / Planejamento Estratégico / Gestão Operacional / Tomada de Decisões/ Gestão dePessoas / Gestão Financeira / Relacionamento Externos / Acompanhar todos os desdobramentos do projeto.Baale é multiartista, empresário, fundador e responsável legal da Irê Gbogbo Produções LTDA, se debruça sobre a escrita, o Slam, o teatro, a música, a moda e o empreendedorismo. Criou o Festival de Musica MisturAi, Criou a revista periférica e marca de roupas Marginal Mente, criou o MicroBar do Malandro. Aprovou o Festival MisturAí na Lei Rouanet nas Favelas, com patrocínio da Vale (2025). Atuou nos filmes curta-metragem “Queimem a Bruxa” e “Casca de Ferida” (a serem lançados)(2024). Sua notória trajetória lhe rendeu uma premiação em segundo lugar no Edital Premio Nacional do Hip Hop 2023. Kauara Lana da Silva e SousaFunção: Elaboração de Projeto / Produtora Executiva Atividade: Pesquisa e análise de viabilidade / Identificação de Editais, Leis de Incentivo / Elaboração do Projeto / Gestão e Acompanhamento / Orientação e Suporte / Formular Contratos / Resolver Problemas AdministrativosA partir de 2016 começou a atuar na coordenação e supervisão de eventos, programas e projetos de extensão na Universidade Federal de Goiás, de onde vem sua experiência com produção de eventos e produção executiva de projetos e programas ligados a eventos. Em 2020 ingressou mais ativamente nos estudos e eventos ligados à inclusão, o que a capacita para o desenvolvimento de atividades de inclusão e acessibilidade. Em 2023 atuou como produtora e idealizadora do BRABAS Festival, festival de hip hop construído e protagonizado por mulheres goianas ligadas ao hip hop.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.