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O EP "Confete", trabalho de estreia da cantora e compositora Cinthia Arruda, ? um percurso musical e po?tico que explora, em quatro faixas, dimens?es distintas da experi?ncia cancional: do lirismo ?ntimo marcado por voz e viol?o ? cr?tica social acompanhada de banda e refer?ncias ao rock 70 brasileiro.Em um percurso sonoro e po?tico da introspec??o ? celebra??o, o trabalho parte da busca de uma sonoridade de m?sica acontecendo no aqui-agora contando com arranjos da banda gravada ao vivo e vocais potentes sob a produ??o de Bri Gambogi e mixagem e masteriza??o de Gilberto Ribeiro Jr.O presente projeto tem por objetivo viabilizar o lan?amento do EP contemplando as seguintes a?es: plano de comunica??o pr? e p?s lan?amento, v?deo clipe e show de lan?amento com banda. Estima-se que cerca de 10.000 pessoas ser?o alcan?adas atrav?s das a?es do projeto.
"Compor uma canção é procurar uma dicção convincente. É eliminar a fronteira entre o falar e o cantar. É fazer da continuidade e da articulação um só projeto de sentido. Compor é, ainda, decompor e compor ao mesmo tempo. O cancionista decompõe a melodia com o texto , mas recompõe o texto com a entoação. Ele recorta e cobre em seguida. Compatibiliza as tendências contrárias com seu gesto oral. Desse modo, a paixão e a ação, vistas acima, são elaboradas no perfil traçado pela dicção. O compositor traz sempre um projeto geral de dicção que será aprimorado ou modificado pelo cantor e, normalmente, modalizado e explicitado pelo arranjador. Todos são, nesse sentido, cancionistas” (TATIT, Luiz.O cancionista: composição de canções no Brasil. São Paulo: Edusp, 1996. ) Em “Confete”, EP de estreia da cantora e compositora Cinthia Arruda abraça as possibilidades do dizer através da canção indo da intimidade introspectiva de voz e violão 7 cordas ao vocal intenso junto a banda ao vivo com referências ao rock brasileiro dos anos 70.A artista paulistana que agora debuta como compositora, vem de uma longa e múltipla caminhada nas artes: teatro, música de concerto e o universo cancional se mesclam na formação da cantautora que agora assume todos estes elementos como fundantes do seu fazer criativo. O trabalho conta com a produção musical de Bri Gambogi que trouxe para o conceito com muita assertividade um carácter de música feita diante do ouvinte: as faixas Revanche e No meio do caminho tinha uma self contaram com arranjo e gravação de banda ao vivo no estúdio o que agregou um frescor e espontaneidade a sonoridade final.A banda é formada por: Bri Gambogi (Guitarra), Keyth Felix( Baixo), Rafael Stanguini ( piano) e Diego Pereira (bateria) Cantiga para um violão, é uma faixa feita a voz e violão aos moldes de música de câmara: com arranjo do violonista Luciano Figueiredo, voz e violão 7 cordas foram gravadas sincronamente em sala trazendo um quase camerístico a proposta em diálogo a com proposta da banda ao mesmo tempo em que revela outras sutilezas vocais e composicionais da autora. Por fim, a faixa título, Confete foi inteiramente produzida por Bri Gambogi que assume as guitarras, baixo, violão e beats fazendo síntese entre a sonoridade de rock brasil e música popular. O trabalho conta com mixagem e masterização de Gilberto Ribeiro Jr.FAIXAS01. Cantiga para um violão (Cinthia Arruda) - Arranjo: Luciano Figueiredo - Interpretes: Cinthia Arruda e Luciano Figueiredo02. No meio do caminho tinha uma self (Cinthia Arruda) Arranjo e intérpretes: Cinthia Arruda, Bri Gambogi, Keyth Felix, Rafael Stanguini e Diego Pereira.03. Revanche (Cinthia Arruda) Arranjo e intérpretes: Cinthia Arruda, Bri Gambogi, Keyth Felix, Rafael Stanguini e Diego Pereira.04. Confete (Cinthia Arruda)- Arranjo- Bri Gambogi
Objetivo geralViabilizar as a?es de lan?amento do EP Confete, trabalho de estreia da cantora e compositora Cinthia Arruda, contemplando as a?es de plano de comunica??o, clipe e show de lan?amento com banda.Objetivos EspecificosRealiza??o de plano de comunica??o( identidade visual,registro fotogr?fico, registro audivisual, impulsionamento de redes sociais e assessoria de imprensa)Grava??o e difus?o de 1 video clipeRealiza??o de Show de lan?amentoCircula??o de show
Justificativa"Compor uma can??o ? procurar uma dic??o convincente. ? eliminar a fronteira entre o falar e o cantar. ? fazer da continuidade e da articula??o um s? projeto de sentido. Compor ?, ainda, decompor e compor ao mesmo tempo. O cancionista decomp?e a melodia com o texto , mas recomp?e o texto com a entoa??o. Ele recorta e cobre em seguida. Compatibiliza as tend?ncias contr?rias com seu gesto oral.Desse modo, a paix?o e a a??o, vistas acima, s?o elaboradas no perfil tra?ado pela dic??o. O compositor traz sempre um projeto geral de dic??o que ser? aprimorado ou modificado pelo cantor e, normalmente, modalizado e explicitado pelo arranjador. Todos s?o, nesse sentido, cancionistas? (TATIT, Luiz.O cancionista: composi??o de can?es no Brasil. S?o Paulo: Edusp, 1996. )O trabalho conta com a produ??o musical de Bri Gambogi que trouxe para o? conceito com muita assertividade um car?cter de m?sica feita diante do ouvinte: as faixas Revanche e No meio do caminho tinha uma self contaram com arranjo e grava??o de banda ao vivo no est?dio o que agregou um frescor e espontaneidade a sonoridade final. A banda ? formada por: Bri Gambogi (Guitarra), Keyth Felix( Baixo), Rafael Stanguini ( piano) e Diego Pereira (bateria) Cantiga para um viol?o, ? uma faixa feita a voz e viol?o aos moldes de m?sica de c?mara: com arranjo do violonista Luciano Figueiredo, voz e viol?o 7 cordas foram gravadas sincronamente em sala trazendo um quase camer?stico a proposta em di?logo a com proposta da banda ao mesmo tempo em que revela outras sutilezas vocais e composicionais da autora. Por fim, a faixa t?tulo, Confete foi inteiramente produzida por Bri Gambogi que assume as guitarras, baixo, viol?o e beats fazendo s?ntese entre a sonoridade de rock brasil e m?sica popular.?O trabalho conta com mixagem e masteriza??o de Gilberto Ribeiro.O presente projeto tem por objetivo viabilizar o lan?amento do EP contemplando as seguintes a?es: plano de comunica??o pr? e p?s lan?amento, v?deo clipe e show de lan?amento com banda. Estima-se que cerca de 10.000 pessoas ser?o alcan?adas atrav?s das a?es do projeto.Compreendendo os multiplos fatores que perpassam o projeto , podemos apontar que o mesmo se enquadra na Lei 8313/91 se enquadrando no incisos I,II, III e VIII do artigo 1 e se enquadrando nos seguinte objetivos do Art. 3? da referida norma:?II - fomento ? produ??o cultural e art?stica, mediante:a)?produ??o de discos, v?deos, obras cinematogr?ficas de curta e m?dia metragem e filmes documentais, preserva??o do acervo cinematogr?fico bem assim de outras obras de reprodu??o videofonogr?fica de car?ter cultural;?????????????????????(Reda??o dada pela Medida Provis?ria n? 2.228-1, de 2001)b) edi??o de obras relativas ?s ci?ncias humanas, ?s letras e ?s artes;c) realiza??o de exposi?es, festivais de arte, espet?culos de artes c?nicas, de m?sica e de folclore;
Inserção em plataformas digitais das 4 faixas autorais do EP CONFETEDesenvolvimento de plano de comunicação com gestão de redes sociais e assessoria de imprensaGravação e veiculação de 1 video clipeRealização de show inédito com banda(2 apresentações)
Para todas as ações presenciais com público ( shows e workshop) serão considerados os espaços fisicos com acessibilidade para PCD'sA equipe de produção será orientada a facilitar o acesso através de filas e assentos preferenciais além de estar disponibilizadas para quaisquer necessidades que possam surgir durante o eventoO video clipe contará com legenda assim como todas as musicas contarão com legenda de texto nas plataformas digitais
O show de lançamento será realizado com entrada francaas músicas serão disponibiizadas em todas plataformas digitais buscando o acesso gratuito do publico ao bem cultural produzido por meio da realizaçã do projetoa Cantora e educadora musical Cinthia Arruda oferecerá um workshop de canto intitulado "Corpo-voz" totalmente gratuito ao público
FICHA TÉCNICAAbaixo relacionados, principais integrantes da ficha ténica que realizará a gravaçãoe lançamento do EPCinthia Arruda é cantora, compositora e educadora musical.Graduada pelo Curso de licenciatura em Música do Centro Universitário FIAM FAAM. estudou canto em instituições como Conservatório de Tatuí, EMMSP e EMESP e atualmente aperfeiçoa seus estudos sob a orientação de Mateus Corusse.Desde 2024 integra o grupo Ponteio,que dedica-se a releituras de repertórios regionais tendo lançado os singles “Amora” e "Merceditas".É integrante do quarteto vocal Mansa Fúria que dedica-se a pesquisa de repertório e elaboração de arranjos para canções de compositoras brasileiras . Junto ao violonista Luciano Figueiredo apresenta o show “Brasil Canção” com arranjos de músicas do cancioneiro brasileiro para formato voz e violão 7 cordas.Produção Musical/ GuitarraFabricio “Bri” Gambogi Compositor e multiinstrumentista natural de Porto Alegre. Bacharel e mestre em Composição Musical pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com especialização em Canção Popular pela Faculdade Santa Marcelina. Lançou, em julho de 2025, o álbum "Pequenas Criaturas", no qual além de assinar todas as faixas, tocou todos os instrumentos. As canções falam sobre crise climática, pós-verdade e os mistérios do tempo. Em 2021, ainda em meio a protocolos de isolamento social, lançou o EP “Bom dia, boa tarde, boa noite”, gravado integralmente por Bri em seu estúdio caseiro. No final de 2019, pouco tempo antes do início da pandemia, lançou seu primeiro disco de canções, intitulado “Bri”. Em 2016, lançou o disco Eco em Horizonte, ciclo de composições instrumentais para conjunto de câmara. Por esse trabalho, recebeu o Prêmio Açorianos de Música na categoria Compositor Erudito. Lançou no mesmo ano o livro “Eco em Horizonte: forma, estrutura e processo em um ciclo de composições”, pela Editora Prismas. Produziu os dois songbooks do cantor e compositor Vitor Ramil. Com a banda Dingo (antiga Dingo Bells), lançou os discos Maravilhas da Vida Moderna (2015), Todo Mundo Vai Mudar (2018) e A Vida é uma Granada (2022), além de assinar os arranjos de sopros e cordas. Coproduziu os discos “Gisele De Santi” (2010) e “Vermelhos e Demais Matizes” (2013), de Gisele De Santi, cantora e compositora com quem divide a autoria do hit “Do lado de cá”, interpretada pela banda Chimarruts (2010). Leciona música desde 2004, tendo sido responsável pela série de encontros Grupos de Estudo em Música, que entre os anos de 2020 e 2022 ofereceu mais de 60 aulas online gratuitas para um total de cerca de 300 participantes.Keyth Felix- ContrabaixoKeyth Felix é graduada em Música pela Faculdade Fiam–Faam em São Paulo e Canto Popular na Escola Técnica Estadual de Artes, estudou Contrabaixo Popular na EMESP Tom Jobim com os professores Marinho Andreotti e Márcio Rampin e é formada em Sonoplastia na escola técnica SP Escola de Teatro.Atua como educadora musical em escolas livres de São Paulo há 7 anos, lecionando canto, baixo, piano, musicalização e violão para várias faixas etárias.Participa como baixista na banda de cumbia La Guacamaya, na Frevo Orquestra e também na Funmilayô Orquestra Afrobeat. Participou como baixista com o grupo Trupe Borboletras, já se apresentou com Martha Galdos, Mercedez Vulcão, Marcelo Nakamura, Claudia Manzo, Batuc Banzeiro, entre outros.Rafael Stanguini - PianoRafael Stanguini é músico multi-instrumentista, produtor musical e professor, residente em São Caetano do Sul, na região do ABC paulista. Com mais de 20 anos de experiência, Stanguini se destaca por sua versatilidade e atuação em diversos gêneros musicais. Já trabalhou em estúdio e ao vivo com artistas renomados como Vanguart, Adriano Damas, Lígia Auter, Lia Paris, Beto Bruno, Rod Krieger, Marcelo Gross, Filosofia Reggae, Mato seco, Esteban Tavares, entre outros.Como educador, lecionou durante mais de duas décadas em instituições reconhecidas, como as escolas Maxi Som, Free Music e M.A. Talentos, ensinando instrumentos e teoria musical. Em 2013, formou-se como bacharel em Contrabaixo Elétrico pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM).Atualmente, Rafael Stanguini é sócio e proprietário da banda de eventos Vertigo. Paralelamente, acompanha o ator e músico Gabriel Braga Nunes em seu espetáculo “Logo a escuridão vem nos fazer descansar”.Diego Pereira- BateriaNatural de Guaratinguetá, interior de São Paulo, Diego Pereira reside e atua na cena instrumental paulistana desde 2013. É baterista desde os 12 anos e iniciou seus estudos formais no 'Conservatório dramático e musical de Tatuí' onde permaneceu por um ano e meio e já estudou com grandes nomes da bateria: como Bob Wyatt, Nene, Edu Ribeiro, Heverton Silvera, Digão Braz, Alex Buck, Douglas Las Casas, Carlos Ezequiel; Percussão: Carlos Tarcha, Oscar Bolão, Chico Santana, Emílio Martins; e piano popular: com Daniel Maudonnet e André Marques. Adquiriu o título de bacharel em música popular pela Faculdade Souza Lima & Berklee, e atualmente está cursando pós graduação em percussão brasileira pela Faculdade Santa Marcelina (FASM). Já tocou com Thiago Espirito Santo, Nene, Arthur Maia, Daniel D'Alcantara, Vitor Alcantara, Sizão Machado, Alberto Luccas, Rodrigo Ursaia, Lupa Santiago, Gabriel Gaiardo, Zerró Santos, Guilherme Ribeiro, Rafael Abdalla, Gustavo Bugni, Marcelo Soares, Pedro Ramos, Paulo Ramos,Gabriela Machado, Maicira Trevisan, Ashlin Parker (EUA) Ricardo Marques (POR) e atualmente lidera seu grupo em diversas formações. Em 2015, foi vencedor da bolsa de estudos da Latin Grammy Foundation, representando a Faculdade Souza Lima e o Brasil. Em 2016, foi escolhido para ser baterista titular da montagem brasileira do musical 'Wicked', espetáculo de maior blockbuster da Broadway. Em seguida foi baterista titular do musical ‘Bibi – Uma Vida em Musical’, 'Aparecida, um Musical', 'Isso que é Amor' e substituto dos musicais ‘Carrossel’, ‘Hoje é dia de Maria’, 'Ayrton Senna' e ‘Peter Pan’.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.