| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 18485037000112 | METALGRAMPO COMERCIO E SERVICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 340,0 mil |
| 01612795000151 | Brasal Refrigerantes S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 22685341000180 | Lima e Pergher Indústria Comércio e Representação Ltda. | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 43214055000107 | Martins Com. e Serviços de Distribuição S.A. | 1900-01-01 | R$ 6,5 mil |
| 04154059000195 | FARMA SERVICE DISTRIBUIDORA LTDA | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
Programação cênica ao longo de 2026, incluindo o recorte Todos em Cena _ 2º Festival de Inclusão e Acessibilidade do Triângulo Mineiro, com vistas ao pertencimento e protagonismo de minorias e pessoas com deficiência. Em toda ela há ações paralelas como performances de artistas e grupos locais, oficinas de formação e capacitação e exposição interativa de artes visuais.
A programação local, antecedendo todas as apresentações de fora, serão definidas na etapa de pré-produção, por meio de convite direto, edital ou audição para pré-seleções. As oficinas estabelecidas priorizam a diversificação das linguagens.Haverá a exposição Esculturas Sonoras, onde o artista Rafael Naufel expõe, com liberdade criativa, instrumentos musicais de médio e grande porte criados a partir de materiais reciclados, com perspectivas de interação do espectador com a obra, de modo que ele perceba os seus sentidos auditivos, visuais e táteis. O projeto pretende também tentar a viabilidade de uma exposição coletiva de artes visuais, com artistas que sejam pessoas com deficiência, uma perspectiva ainda em andamento e, portanto, não oficializada na proposta. Debates e rodas de conversa também serão estabelecidas a partir do detalhamento com cada produção nacional, na etapa de pré produção. As peças teatrais programadas são:MARÇO: Rita Lee, Uma Autobiografia - Musical com Mel Lisboa e elenco. Dez anos depois da estreia do sucesso Rita Lee Mora ao Lado, a atriz Mel Lisboa volta a interpretar a roqueira-mor em um musical inédito, desta vez inspirado na autobiografia da cantora. Com direção de Marcio Macena e Débora DuboisABRIL: Tom na Fazenda - Premiado espetáculo com Armando Babaioff, Denise Del Vecchio e elenco, que promoveu uma nova ótica da internacionalização do teatro brasileiro. Sob o tema da homofobia, a montagem celebra a diversidade. MAIO: Um Dia Muito Especial, com Reynaldo Gianechini e Maria Casadevall, trata de uma relação afetuosa entre dois vizinhos no período de ascenção do fascismo. Montagem que estreou recentemente, foi baseada no filme italiano homônimo lançado no fim da década de 1970. JUNHO: Memórias do Vinho, com Caio Blat e Elias Andreato. Última peça escrita por Jandira Martini, traz o reencontro entre pai e filho, na adega do primeiro, quando a história de ambos é reconstituída através das valiosas garrafas ali contidas. JUNHO: TODOS EM CENA - 2º Festival de Inclusão e Acessibilidade do Triângulo Mineiro (com Virada Inclusiva).Autismo: AZUL - A peça sobre autismo que comoveu a plateia uberlandense retorna à cidade. Com ética e respeito o espetáculo traz luz ao tema, ao mostrar a personagem Violeta recebendo, com rejeição e ciúme o irmão Azul. Tenta “devolvê-lo”. Com o passar do tempo, estabelece com ele uma conexão por meio da música. E aprende a amá-lo e a compreender o seu espectro autista. E compartilha esse aprendizado com os pais. Um encantador teatro de bonecos e máscaras, realizado pela Cia Artesanal, do Rio de Janeiro. Deficiência visual: Espetáculo teatral REPERTÓRIO 01, com a Oquestra Brasileira de Cantores Cegos - É um espetáculo multi-linguagem que trabalha a diversidade no repertório de canções advindas da oralidade popular de um Brasil de Norte a Sul, e experimenta uma estética híbrida, no cruzamento das Artes Cênicas com o Canto Coral. São vinte e quatro artistas em cena, dentre eles dezesseis cantores cegos regidos pelo maestro brincante Thomas Davison, com o piano de Evelyn Drummond e sete atores do coletivo Poéticas da Cena Contemporânea. Deficiência visual: O MEU AMOR É CEGO. Sara Bentes e Jeffinho Farias. O cotidiano do casamento entre duas pessoas cegas, provocando risadas e reflexões sobre situações frequentes das pessoas com deficiência. Saúde mental: O ELOGIO DA LOUCURA, com Leona Cavalli, ESBOÇO, com Rafael Costa. Antirracismo: E VOCÊS, QUEM SÃO?, com Samuel Costa. Arte surda: À DERIVA, com o grupo Expressomos. JULHO: Imersão com o aclamado cinquentenário GRUPO CORPO. Duas apresentações, quatro workshops e ensaios abertos, ambos com acessos gratuitos. AGOSTO: CÉU DA LÍNGUA, com Gregorio Duvivier e elenco. Sucesso de público e crítica, o premiado espetáculo presta uma divertida homenagem à língua portuguesa. SETEMBRO: VIRGÍNIA, com Claudia Abreu, sobre Virgínia Wolf. Uma das atrizes mais aclamadas do Brasil apresenta seu primeiro solo teatral, "VIRGINIA", com direção magistral de Amir Haddad, renomado no cenário teatral brasileiro, e e co-direção de Malu Valle. “VIRGINIA" é um mergulho profundo no universo complexo e fascinante de Virginia Woolf (1882-1941). OUTUBRO: O MOTOCICLISTA NO GLOBO DA MORTE, com Eduardo Moscovis. Uma peça escrita por Leonardo Netto e dirigida por Rodrigo Portella que explora a violência em sociedade, com o protagonista, Antônio, um matemático pacífico que se vê envolvido em uma ação de violência. Uma provocação ao diluir as fronteiras entre vítima e algoz, civilizado e selvagem. NOVEMBRO: BALADA ACIMA DO ABISMO, com Maria Fernanda Cândido e Sônia Rubisnki. O espetáculo passeia pelo universo literário da escritora mesclando elementos cênicos e musicais. No palco, momentos emblemáticos da vida e da obra de Clarice dialogam com grandes obras do repertório para piano, interpretadas ao vivo pela premiada pianista Sonia Rubinski.
OBJETIVO GERAL: Este projeto pretende, prioritariamente, formar plateias em uma cidade estrategicamente localizada para ser rota de passagem dos espetáculos que saem percorrendo o país. Paralelamente, há também o caminho de fortalecimento da cena local, por meio de oficinas de formação e capacitação e performances de artistas e grupos locais. Para além disso, o projeto se pauta também pela necessidade emergente de promover a igualdade, seja ela racial, de gênero ou de condições físicas, promovendo momentos específicos de visibilidade e reflexões sobre o cerne da sociedade e suas adjacências e, desse modo, por meio da arte, expor um mundo mais inclusivo e igualitário. Desse modo, o projeto Uberlândia na Rota das Culturas se propõe a atingir essa metas: formar plateias, inserir a cidade na rota dos espetáculos, instrumentalizar a cena local com apresentações e com referências teóricas e práticas da construção artística e compor uma cena que seja de um mundo artístico plural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) Apresentar no mínimo dez espetáculos teatrais convidados: em março, Rita Lee - Uma autobiografia Musical, com Mel Lisboa e elenco, em abril, Tom na Fazendo, com Armando Babaioff, Denise Del Vecchio e elenco, em maio, Um Dia Muito Especial, com Reynaldo Gianechini, Maria Casadevall e Carolina Stofella, em junho, Memórias do Vinho, com Elias Andreato e Caio Blat, ainda em junho, Todos em Cena - 2º Festival de Inclusão e Acessibilidade do Triângulo Mineiro, com apresentações teatrais, como apresentação teatral da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos, além das peças teatrais E Vocês Quem São?, Elogio da Loucura, Azul, À Deriva e O Meu Amor é Cego em julho, Grupo Corpo, em agosto, Céu da Língua, com Gregório Duvivier e elenco, em setembro, Virgínia, com Claudia Abreu e em outubro, O Motociclista no Globo da Morte, com Eduardo Moscovis, e em novembro, Balada Acima do Abismo, com Maria Fernanda Cândido e Sônia Rubinski.2) Apresentar performances de artistas e grupos locais, com acesso gratuito, antecedendo cada atração convidada. 3) Realizar no mínimo sete oficinas de formação e capacitação e rodas de conversas, com acesso gratuito:3.1) Abril: a internacionalização do teatro brasileiro, com Armando Babaioff e elenco.3.2) Maio: Radamés, produção teatral3.3) Junho: Elias Andreato, direção teatral3.4) Grupo ExpreSsomos (arte surda) _ Oficina: Formação artística e cursos de LIBRAS com ênfase em saúde e cultura.3.5) Ana Kutner, Bel Kutner e Clara Kutner _ Oficina: A Arte Surde3.6) Orquestra Brasileira de Cantores Cegos - Uma Obra Teatral de Visionários com Deficiência Visual3.7) Junho: Oficina de construção de instrumentos musicais com materiais reutilizados. Com roda de conversas sobre acessibilidade em projetos de arte 3.8) Julho: Quatro oficinas com o Grupo Corpo3.9) Agosto: Literatura brasileira e dramaturgia4) Realizar uma exposição interativa de artes visuais, com vistas às experiências sensoriais no espectador como forma de conhecimento dos próprios sentidos e conscientização da necessidade de inclusão das pessoas que são privadas de algum deles. Na abertura da mostra, o artista realiza uma performance.
A Lei Rouanet é a principal ferramenta para a produção cultural no país. A ela recorremos e por meio dela temos como promover o desenvolvimento cultural de nossa cidade e o acesso das pessoas não somente à cultura mas também à formação e capacitação de grupos e artistas locais e à visibilidade de seus processos criativos, uma vez que a proposta prevê que eles realizem apresentações precedendo as dos grupos de fora convidados, assim como serão realizados alguns ensaios abertos, palestras e/ou oficinas com cada grupo convidado, além de acessos gratuitos como contrapartida social. Tudo isso só é possível graças ao incentivo da Lei Federal. Os recursos oriundos da referida Lei serão canalizados para que a programação se estabeleça exatamente como desenhada. Assim, teremos como garantir a presença de espectadores que dificilmente iriam ao teatro pelo baixo poder aquisitivo, já que teremos, além das apresentações gratuitas existentes como contrapartidas, cota de preços populares e cota de gratuidade em toda a programação, como uma maneira de aplicar o exercício legal dos direitos culturais. Por conta da lei é que poderemos destacar a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, já que artistas e grupos serão contratados para performances, estalecendo uma vitrine onde se mostra às pessoas atraídas pela programação nacional que na cidade também se produz arte em nível de excelência, incentivando dessa forma que esses novos espectadores passem a frequentar também os espetáculos locais que acontecem na cidade. Ao incluirmos artistas e grupos, existe também o fomento aos seus processos criativos, uma vez que as apresentações programadas no projeto serão inéditas, o que acaba sendo um exercício da criatividade, buscando a plenitude cênica para que seja compatível com a consistência artística existente nos espetáculos de fora. A programação é prevista dentro de uma pluralidade, trazendo à tona o que mais caracteriza a cultura brasileira, que é a diversidade. Além dos eixos temáticos diferenciados em cada atração, há também a ênfase na acessibilidade, uma vez que uma das atrações será pautada pela inclusão, incluindo na programação o Todos em Cena - Festival de Acessibilidade, com atrações realizadas por PCDs. Desse modo é que a proposta tende a salvaguardar a pluralidade e acessibilidade à cultura brasileira, mostrando-a como uma força essencial à vida e sobrevida da existência humana e constituição fundamental para a sociedade brasileira. Um projeto, portanto, que tem como premissa o desenvolvimento cultural da segunda cidade de Minas, cujo crescimento vertiginoso é incompatível com a cultura ainda embrionária. Em decorrência dessa proposta, têm-se a demonstração e valorização da arte como elemento que deve constar neste progresso acelerado. Os cachês oferecidos a todos os grupos convidados, de fora e locais, é como uma premiação, uma coroação ao trabalho realizado até àquele que se pontua no momento específico. Os criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras são contemplados com a possibilidade de realizações por meio da Lei Fedetal de Incentivo à Cultura. Afora esse reconhecimento, é necessário também que a programação preveja momentos de intercâmbio, de reflexões e amadurecimento artístico, por meio dos ensaios abertos, palestras e/ou oficinas oferecidos na programação. Isso forma e capacita novos artistas, técnicos, estudantes de artes cênicas e aspirantes a artistas a moldarem-se dentro de um caráter cultural ou artístico. Outro aspecto de alta positividade na proposta é a formação de plateias, seja na programação central, onde sempre há pessoas que nunca foram ao teatro, como nas atrações oferecidas para escolas e espaços públicos, onde se leva a arte para pessoas que nunca se imaginaram consumindo-a e revelando a crianças, adolescentes e adultos que os caminhos da arte são transitáveis e é um percursos agradável para quem queira neles se sinserir, às vezes desviando da periculosidade e dos riscos que podem fazer parte de seu contexto geográfico. Paralelamente, é preciso acentuar que tudo se enquadra em um processo histórico. Por isso, a exposição de fotos, mostrando o que já veio à cidade, de modo que desperte a curiosidade de quem não foi e a memória afetiva de quem esteve na plateia. E, diante do repertório diverso da programação, o projeto se empenha em uma atenção especial à questão da acessibilidade, inserindo nele a segunda edição do Todos em Cena - Festival de Inclusão e Acessibilidade, quando artistas portadores de alguma deficiência mostram espetáculos construídos por eles próprios. Ou seja, uma orquestra que prima também pela intervenção cênica comporta só por cegos, um espetáculo de deficientes auditivos, uma perspectiva sensorial com ênfase nos cinco sentidos, promovendo a experiência, o conhecimento e o esclarecimento nos espectadores e a demonstração de artistas que atravessam as fronteiras das limitações físicas. Para além dessa coragem artística específica, há também as minorias que necessitam do encontro com os canais de expressão artística, com espetáculos antirracistas e anti qualquer forma de preconceito, um repertório com vistas à inclusão das minorias e ao protagonismo das pessoas com deficiência. Trata-se, portanto, de um projeto que desencadeia na população o olhar sobre a cultura em uma vertente nacional, partindo da visão do que é produzido localmente, das tradições populares existentes desde sempre até processos criativos da contemporaneidade e expressões culturais com respeitabilidade em níveis nacional e internacional, ressaltando a brasilidade como o mote das principais criações artísticas brasileiras, o que faz juz às premissas da Lei Federal de Incentivo à Cultura, que viabiliza suas realizações e impregna na coletividade a valorização e apreço de nossos conteúdos essenciais.
Nos dois anos recentes, 2024 e 2025, o público alcançado foi em torno de 50 mil espectadores por ano. Além das apresentações convidadas para a programação, permeada por espetáculos premiados em nível nacional, boa parte delas com incursões internacionais, houve dezenas de oficinas de formação e capacitação, rodas de conversa, debates e exposições. A curadoria dessa programação tem sido alvo de grandes elogios dos espectadores e, sobretudo, do setor cultural de Uberlândia. Em 2025, o marco foi mobilizar diretamente mais de 5 mil pessoas apenas no mês de setembro, com o recorte da programação definido como 1º Festival de Inclusão e Acessibilidade de Uberlândia – Todos em Cena, destacando a inclusão de minorias e o acesso e protagonismo das pessoas com deficiência, o que resultou em uma esfuziante sensação de pertencimento de pessoas surdas, cegas, pretas, transsexuais, autistas, cadeirantes, entre outras, a um universo do qual geralmente se sentem excluídas, o que também alavancou elogios de público, artistas e profissionais da área. A programação segue em 2026, com o mesmo escopo de atuação, potencializando as possibilidades e plantando sementes para um mundo mais inclusivo. O futuro agradece!
Não se aplica ao produto principal. Se aplica às oficinas:ABRIL:PRODUTO PRINCIPAL: Espetáculo Tom na Fazenda Oficina "A internacionalização do teatro brasileiro", com Armando Babaioff e elenco / Levantamento histórico de espetáculos que alavancaram expressivas trajetórias internacionais repercutindo as artes cênicas brasileiras para outros continentes e tomando como referência central a experiência de Tom na Fazenda. Além de elucidação dos caminhos adotados para este feito, o ator e parte do elenco acompanha os participantes a uma visita aos bastidores da cena, revelando-a como parte essencial de uma construção artística, dos camarins às coxias, os elementos cênicos como figurinos, cenografia, iluminação, sonoplastia, direção de palco e contra regragem vão sendo revelados aos participantes.MAIO:PRODUTO PRINCIPAL: Espetáculo Um Dia Muito Especial. Oficina de produção cultural. Como começa a construção de um projeto teatral? Onde e como é o seu processo embrionário? O percurso da ideia original à transposição para os palcos. O uso das leis de incentivo para consolidar a construção dessa ideia e os caminhos a serem percorridos para que ela se concretize. Os diferentes tipos de produtores em cada produção e as funções de cada um.JUNHO:PRODUTO PRINCIPAL: Espetáculo Memórias do Vinho. Oficina de direção. A relação entre obra e intérpretes e até onde é possível atravessar os limites da criação literária na transposição cênica. O papel do diretor nessa transposição. O valor das rubricas estabelecidas pelo autor no processo criativo da dramaturgia. Os conceitos da dramaturgia e as metáforas que ela carrega. A fidelidade ao texto e as releituras assumidas por alguns diretores.JUNHO:PRODUTO PRINCIPAL: Vários espetáculos da programação Todos em Cena - 2o Festival de Inclusão e Acessibilidade do Triângulo Mineiro. Diversas oficinas, com foco em inclusão e acessibilidade:Grupo ExpreSsomos (arte surda) _ Oficina: Formação artística e cursos de LIBRAS com ênfase em saúde e cultura. Instrumentalizar pessoas que queiram atuar na área. Ana Kutner, Bel Kutner e Clara Kutner - Oficina: A Arte Surda. Relatar a experiências das três atrizes com o universo da arte surda. Inserir pessoas surdas, despertando nelas o interesse pelas construções cênicas. Orquestra Brasileira de Cantores Cegos - Uma Obra Teatral de Visionários com Deficiência Visual. Relato sobre o repertório e formação da Orquestra. As adversidades e conquistas do grupo. O ato de extrapolar os limites físicos e adentrar o universo cênico. Desafios e atravessar eventuais dificuldades para realizações do espetáculo. Rafael Naufel. Construção de instrumentos musicais com materiais reutilizados. Com roda de conversas sobre acessibilidade em projetos de arte abordando inclusão, mediação cultural e estratégias de ampliação de acessos. Aulas práticas de confecção de instrumentos. Despertar o senso de reutilização de materiais diversos descartados e a sensibilidade para os resultados sonoros que eles possam reproduzir, explorar as potencialidades criativas dos participantes, refletir sobre as necessidades de conscientização ambiental e sobre a abertura de espaço para todos os sentidos humanos, em pessoas com e sem deficiência, conscientizar participantes do que representa a ausência de algum destes sentidos para as pessoas com deficiência. JULHO:PRODUTO PRINCIPAL: apresentações de duas coreografias inéditas do GRUPO CORPO, com acesso totalmente com cota popular. Quatro oficinas de formação e capacitação ainda a serem definidas pelo Grupo Corpo, com acesso gratuito. Inscrições gratuitas, priorizando alunos e professores dos cursos de Dança e Teatro da Universidade Federal de Uberlândia. AGOSTO:PRODUTO PRINCIPAL: Espetáculo Céu da Língua. Oficina: Literatura brasileira e dramaturgia´. Modelos de criações brasileiras que fizeram sucessos por todo o país e extrapolaram fronteiras. Adaptações teatrais de autores brasileiros, como Clarice Lispector, Hilda Hilst, Caio Fernando Abreu, Machado de Assis, entre outros. Os processos criativos que envolvem uma obra teatral. A carga cênica da língua portuguesa. Homenagear a língua portuguesa o seu riquíssimo acervo de metáforas adequadas à cena. Mostrar os vários tipos de dramaturgia constituída a partir de construções originalmente literárias e não cênicas. Liberar nos participantes a criatividade e as potencialidades dramatúrgicas.
As apresentações, performances, exposição, oficinas, visitas guiadas e demais ações constantes no projeto possuem os recursos técnicos e material humano para a acessibilidade (audiodescrição, intérprete de libras, equipes de apoio, etc.).As despesas adicionais para essas ações são contempladas dentro do percentual destinado aos custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis constantes no projeto. O projeto é absolutamente acessível. Além de prever libras e audiodescrição em toda a programação, a revista-guia com os conteúdos das atrações terá audiodescrição, assim como a exposição de fotos. Ainda na estrutura física, além de toda a acessibilidade prevista no teatro, o projeto disponibilizará pessoas experientes para apoio aos espectadores PcDs, além de, em caso de captação integral, instalação de piso tátil e totens com orientações em braile para os deficientes visuais. Na parte de conteúdos, um trecho da programação caberá ao Todos em Cena – 2º Festival de Inclusão e Acessibilidade do Triângulo Mineiro, quando as atrações serão espetáculos protagonizados por PCDs e/ou alusivos à inclusão e acessibilidade. Eventualmente, serão alavancadas também visitas sensoriais orientadas a todos os ambientes cenográficos. Todos os espaços de realização dos eventos são públicos e, portanto, cumprem rigorosamente as regras legais de acessibilidade, incluindo a concepção arquitetônica, com rampas, corrimões, banheiros adaptados e elevadores. Para os deficientes auditivos, visuais e intelectuais, além dos mecanismos oferecidos como ferramentas de acesso, haverá sempre uma equipe de apoio, composta por PcDs e profissionais da área. As ações que contam com o profissional de apoio para orientação e suporte, a distribuição de ingressos para as instituições do setor e para grupos específicos como já ocorridos, de autismo e de cadeirantes. A comunicação também se torna um elemento facilitador deste acesso, sobretudo para os deficientes visuais e intelectuais, posto que em vários segmentos do projeto, como a exposição e a revista de divulgação, ela se dá por audiodescrição acessada via QR Code, o que favorece esse público específico. Reuniões já estão acontecendo com vistas à capacitação da equipe do projeto para atender e orientar o público com deficiência intelectual. Entre os produtos do projeto, estão estabelecidos como prioritários os mecanismos da acessibilidade. Nas oficinas, o formulário de inscrição já aponta para a demanda. Caso se inscrevam PcDs, o profissional de nossa equipe estará presente oferecendo o atendimento necessário à(s) pessoa(s) inscrita(s). Ou seja, se for com deficiência auditiva, teremos o intérprete de libras, se deficiência visual, teremos a audiodescrição, e assim por diante. Nas performances de artistas e grupos locais, como elas antecedem a atração principal da noite, a equipe de apoio também estará lá e contemplará com atendimento aos espectadores, de acordo com a necessidade apresentada. O mesmo se aplica às apresentações dos grupos convidados, uma vez que todos os espetáculos terão, pelo menos, uma noite com intérprete de libras e audiodescrição. Todo esse aparato de apoio a PcDs e de oferta dos mecanismos de acesso não é a única característica do projeto neste quesito. A experiência anterior nos fez desejosos de potencializar esse atendimento, com o foco sobretudo em seu aprimoramento. Por isso, dentro da programação há o importante e essencial Todos em Cena, quando apresentações, exposições, debates, palestras e oficinas trarão novos conhecimentos e elementos para a aprimoramento das formas de lidar com o tema e reflexões das melhores formas de estabelecer essa lida, com inclusão de fato e, sobretudo, respeito aos artistas e espectadores que são PcDs. Esse recorte pretende se expandir e ser uma ação contínua, com vistas à participação efetiva de PcDs em momentos cruciais do desenvolvimento cultural como um todo, promovendo não somente o acesso mas também a equidade. ESPETÁCULOS: Projeto oferece equipe de apoio de prontidão e intérprete de libras e audiodescrição em todas as atividades. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Teatro Municipal possui elevadores de acesso a todos os pontos (plateias, camarins, etc.) e banheiros acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição durante o espetáculo e leitura em braile na comunicação do evento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras e equipe de apoio especialista em acessibilidade à disposição. CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: oficinas de formação e capacitação a ser realizada em espaços públicos que já contemplem as ferramentas de acesso necessárias. Item da planilha orçamentária: informar qual é o item inserido na planilha orçamentária referente às medidas que serão adotadas. Ficha de inscrição solicitando a informação se é participante com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras.
O valor dos ingressos cumprirá as premissas da Lei Federal de Incentivo à Cultura, como também serão oferecidas as cotas previstas de gratuidade e de preço popular. A programação prevê ainda a oferta gratuita de oficinas destinada à população artística local, às pessoas com deficiência e a professores e estudantes da rede pública de ensico. O projeto prevê, além das oficinas, ações afirmativas como a presença em ensaio(s) aberto(s), a ser autorizada por cada produção nacional, a cota de ingressos populares, conforme a obrigatoriedade nas normas vigentes, assim como a gratuidade em contrapartida social para ONGs e instituições públicas, e ainda apresentações gratuitas de artistas e grupos locais. Em eventuais permissões de cada produção nacional, serão promovidas visitas sensoriais, para pessoas com deficiência ou não, ao ambiente cenográfico do espetáculo. Em algumas oficinas isso já está previsto. Também será com gratuidade o acesso à mostra interativa de artes visuais, aos debates e rodas de conversa e quaisquer outras eventuais ações de desdobramento do projeto que ocorrerem.A exposição Esculturas Sonoras, do artista Rafael Naufel, comporá a programação do projeto, como produto secundário, inserido no campo das contrapartidas sociais, com acesso gratuito, estando em cartaz no recorte Todos em Cena - Festival de Inclusão e Acessibilidade, como uma cortesia do mesmo. Eventuais despesas que possam, porventura, ocorrer serão cobertas por recursos próprios ou outras fontes de financiamento, não constando, portanto, na planilha orçamentária desse projeto.
Cada grupo convidado, tem a sua própria equipe técnica, designada para as atividades alusivas à produção nacional, em alinhamento com a equipe de produção local, responsável pelo projeto. A produção local será toda coordenada e executada pela produtora proponente do projeto, Uberlândia na Rota do Teatro Ltda, em consonância com as determinações, orientação e demandas de cada produção nacional. Michelle Coelho Pelizer, contabilista e administradora do projeto Uberlândia na Rota das Culturas. Foi coordenadora administrativa do espaço Estação Cultura, nos anos de 2003 a 2006, onde existiam diariamente atividades artísticas de artes cênicas e músicas. Atua junto à produção local de espetáculos em turnê, dentro do projeto Uberlândia na Rota do Teatro, que trouxe grandes nomes das artes cênicas brasileiras para a cidade, projeto desenvolvido até hoje. Participou da equipe coordenadora de eventos como as três edições do circuito cultural Udi em Cena, do Jazz de Verão e do Todos em Cena. Fez a supervisão e coordenação administrativa do projeto Gomes e Verdi, turnê da cantora erudita Manuela Korössy pelas cidades de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, ao lado do também cantor lírico Thiago Arancan, o pianista Wagner Tiso e uma orquestra de cada cidade. Maíra Coelho Pelizer - Produtora Atua como produtora executiva de eventos de grande porte, sobretudo a viabilização de espetáculos em circulação pelo país, sendo apenas no último ano, de 2022, eventos como Love Love Love, com Debora Falabela e seu Grupo 3 de Teatro, Maitê Proença com O Pior de Mim, show com Paulinho da Viola e Filhos, a peça Antes do Ano Que Vem, com Mariana Xavier, a Ninguém Dirá Que É Tarde Demais, com Arlete Salles, Edwin Luisi e elenco, o musical A Hora da Estrela O Canto de Macabéa, com Laila Garin e elenco, o show de Gal Costa As Várias Pontas de Uma Estrela, o show Viva Caymmi, com Danilo Caymmi contando a história e a obra de seu pai Dorival Caymmi, entre vários outros. Atuou também, com o mesmo escopo, no projeto Gomes e Verdi, turnê da cantora erudita Manuela Korössy pelas cidades de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, ao lado do também cantor lírico Thiago Arancan, o pianista Wagner Tiso e uma orquestra de cada cidade. Carlos Guimarães - Produtor Jornalista e produtor cultural, pioneiro da área de produção na cidade de Uberlândia. Responsável pela idealização e execução de vários projetos relevantes na cidade, com dezenas de grupos locais e centenas de grupos de fora. Foi assessor cultural e de comunicação em duas gestões da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (Aciub), idealizador e produtor do programa Cidade Especial, em duas temporadas de formatos distintos, com enfoque em artistas locais, veiculado pela TV Universitária (repetidora local antes da TVE e agora da TV Cultura), foi produtor da TV Globo local, editor de cultura e posteriormente colunista da mesma área no extinto jornal Correio de Uberlândia, foi assessor cultural da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Uberlândia, e autor dos livros Crônicas do Interior - Retratos de Minas, com enfoque em 20 cidades mineiras, trazendo em cada capítulo dois autores, um ele próprio e outro alguém da cidade abordada, e da obra Nau à Deriva - O Teatro em Uberlândia de 1907 a 2011. Rafael Pelizer - Coordenador de logísticaCom ampla experiência na coordenação logística de grandes eventos, atuou em dezenas de produção local de espetáculos e shows, incluindo edições anteriores do projeto Uberlândia na Rota das Culturas, assim como assumiu a coordenação em outros eventos de grande porte, como o Fundinho Jazz Festival, Cine Família na Praça, Mapping Festival, além de filmes como Valentina, A Arte Que Nos Cria, entre outros. Atuou também, com o mesmo escopo, no projeto Gomes e Verdi, turnê da cantora erudita Manuela Korössy pelas cidades de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, ao lado do também cantor lírico Thiago Arancan, o pianista Wagner Tiso e uma orquestra de cada cidade. Thavanna Silva e Lima - Comunicação e MarketingAssistente de produção do Cine Família na Praça, assistente de Produção e Bilheteria Trilogia da Cia Teatral Trupe de Truões, coordenação e produção local de O Fabuloso Circo de Natal, no Uberlândia Shopping, produção local em São Paulo da Turnê de Gisele Macri e Banda (La Plata, Argentina) pelo Brasil, assistente de produção no Festival Fundinho, produtora de camarim no Festival Cidade Encanto ( Mr Gym e Detonautas ), divulgação dos Teatro Mágico, Natiruts, Groundation, Ponto de Equilíbrio, entre outros, ações na Livraria Saraiva, como contação de história, lançamento de livros e eventos em geral, produção Local das Peças: Ensina-me a Viver, Rita Lee Mora ao Lado, Os Realistas, Rei Lear, Processo de Conscerto do Desejo, O Palhaço e a Bailarina, Noites de Orfeu, Melhor Ser Alegre Que Ser Triste, GOD, O Impecável, Léo e Bia, Master Class, Esta Criança, Constelações, A Gaiola, entre outros. assistente de produção do curta metragem Daniel na Cova dos Leões, produção do curta metragem - Remela, Um Super Herói de Meia Tijela, produção local Rede Terreiro de Dança, curta metragem Iara - Campo Cerrado, controller do longa Metragem Valentina, produtora executiva do Longa Metragem LPG – A Invenção do Mar.Wagner Júnior - Assistente de produção Participou da produção de vários espetáculos que chegaram a Uberlândia e também prestou serviços para inúmeros espetáculos e eventos realizados na cidade de São Paulo, para onde ainda desloca-se esporadicamente para efetivar a mesma colaboração como operador de logística e receptivo aos artistas. Em Uberlândia esteve junto da produção a espetáculos como Ensina-me a Viver, com Glória Menezes e elenco, Incêndios, com Marieta Severo e elenco, O Palhaço e a Bailarina, com Kiara Sasso e elenco, Gota D´Água a Seco, com Laila Garin e elenco, Boca de Ouro, com Mel Lisboa, Malvino Salvador, Lavínia Pannunzio e elenco, Suassuna O Auto do Reino do Sol, com a Barca dos Corações Partidos, entre dezenas de outros.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$575.000,00 em 16/04/2026.