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"Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas" é uma exposição fotográfica de Bruno Jungmann sobre manifestações populares brasileiras, composta por cerca de 50 imagens, 01 texto curatorial e 01 vídeo. Após temporada de 54 dias no Espaço Oscar Niemeyer (Brasília), a mostra será itinerante no Rio de Janeiro, São Paulo e Recife, com entrada gratuita e plena acessibilidade. O projeto inclui 01 catálogo impresso e 04 visitas guiadas para escolas públicas e coletivos culturais por cidade, totalizando 12 visitas, realizadas para alunos da rede pública e coletivos culturais, priorizando grupos em vulnerabilidade social. Estima-se beneficiar diretamente 15 mil pessoas, ampliando a democratização do acesso e a valorização do patrimônio imaterial.
Sinopse do Produto 1 – Exposição FotográficaUma mostra de fotografias das ruas, festas, ritos e tradições populares que percorrem o Brasil. Cada imagem é um fragmento de memória coletiva que se revela ao visitante, conectando estética, espiritualidade e identidade. A expografia valoriza a experiência sensorial, convidando o público a um percurso visual que une contemplação, reflexão e pertencimento.Sinopse do Produto 2 – Catálogo ImpressoUm catálogo impresso, produzido como produto complementar da exposição, que registra e documenta as fotografias apresentadas. Destinado a acompanhar a mostra, o catálogo funciona como registro afetivo e memória da experiência, ampliando o alcance do projeto e permitindo que o conteúdo cultural permaneça acessível mesmo após o término da exposição.Sinopse da Contrapartida Social – Mediação GuiadaVisitas mediadas gratuitas realizadas durante a exposição, com foco em estudantes da rede pública, jovens de comunidades periféricas e coletivos culturais. A mediação promove diálogo, reflexão e aproximação com o patrimônio cultural, garantindo que a experiência da exposição seja educativa, inclusiva e transformadora.
Objetivo Geral:Promover a itinerância da exposição "Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas", ampliando o acesso gratuito e acessível às artes visuais e ao patrimônio cultural imaterial brasileiro, por meio da circulação no Rio de Janeiro, Recife e São Paulo, com ações educativas (visitas guiadas), catálogo impresso e recursos de acessibilidade.Objetivos Específicos:Realizar visita técnica ao Círio de Nazaré, em Belém do Pará, com o objetivo de incorporar novos registros fotográficos e audiovisuais ao acervo do projeto, ampliando a representatividade das manifestações populares brasileiras contempladas na exposição.Realizar a exposição com cerca de 50 fotografias documentais de Bruno Jungmann, composta de 01 vídeo e 01 texto curatorial. Abrir a exposição com apresentação de 01 grupo de cultura popular e 01 artista local, visando assim aumentar o alcance do projeto, reverberando as ações na cidade.Produzir e distribuir gratuitamente um Catálogo Impresso (100 exemplares), com imagens, texto curatorial e QR Code de acessibilidade, como produto secundário do projeto.Valorizar as manifestações populares brasileiras, difundindo sua importância como patrimônio imaterial.Garantir entrada gratuita e ações de democratização de acesso ao público em geral.Promover visitas guiadas para escolas públicas e coletivos culturais, com foco em públicos periféricos e de baixa renda;Implementar medidas robustas de acessibilidade física, comunicacional e pedagógica, garantindo participação plena de pessoas com deficiência.Movimentar a economia da cultura, por meio da contratação de profissionais e fornecedores locais em cada cidade.
O projeto "Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas" justifica-se pela necessidade de difundir, democratizar e valorizar o patrimônio cultural imaterial brasileiro por meio das artes visuais, garantindo acesso gratuito e acessível a diferentes públicos. A itinerância da exposição fotográfica amplia o impacto da primeira edição, realizada com êxito no Espaço Oscar Niemeyer (Brasília), e leva a experiência a três pólos fundamentais da cultura nacional: São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. Nessa itinerância novos registros serão incorporados, será realizada pelo artista uma visita ao Círio de Nazaré, uma das maiores manifestações religiosas e culturais do Brasil, fortalecendo o caráter documental e a diversidade do patrimônio imaterial representado. Além da mostra, a proposta contempla a produção e distribuição gratuita de um catálogo impresso, que se constitui como um registro consistente da exposição, concebido para permanecer como fonte de pesquisa, memória e difusão junto à sociedade. Sua qualidade editorial garante não apenas a valorização das obras apresentadas, mas também o fortalecimento do acesso democrático ao conteúdo cultural. O uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei Rouanet se torna fundamental porque a natureza do projeto _ gratuito, educativo e de acesso democrático _ não é viável financeiramente apenas com recursos próprios ou bilheteria. O patrocínio incentivado é o que possibilita que a entrada seja gratuita, que as ações de acessibilidade sejam implementadas e que o catálogo e visitas guiadas sejam oferecidas sem custo à população. Enquadramento na Lei nº 8.313/91 Art. 1º _ O projeto se enquadra nos seguintes incisos: Inciso I _ Estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais; Inciso II _ Promoção e difusão da cultura e do acesso aos bens culturais; Inciso IV _ Preservação do patrimônio cultural material e imaterial; Inciso V _ Estímulo a novas linguagens, formas de expressão e modos de produção cultural. Art. 3º _ Serão alcançados os seguintes objetivos: Inciso I _ Contribuir para o desenvolvimento cultural do país, promovendo o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso II _ Promover a universalização do acesso à arte e à cultura; Inciso III _ Estimular a produção e difusão cultural regional e nacional; Inciso V _ Proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira; Inciso VII _ Valorizar a diversidade cultural e as manifestações populares. Relevância Cultural A exposição reúne cerca de 50 fotografias documentais do artista Bruno Jungmann, acompanhada por 01 vídeo e 01 texto curatorial. Ao registrar e difundir manifestações religiosas, festivas e tradicionais, o projeto contribui para a preservação do patrimônio imaterial e para o fortalecimento da identidade cultural brasileira. O Rio de Janeiro é palco de intensa vida cultural e artística, onde a circulação da exposição garante ampla visibilidade e diálogo com públicos diversos. Já Recife, com suas tradições afro-brasileiras, maracatus e frevo, conecta diretamente o conteúdo da mostra aos territórios de origem de muitas manifestações populares. Essa itinerância, portanto, não apenas difunde a produção artística, mas também devolve às comunidades um olhar valorizador de suas práticas. São Paulo, por sua vez, com sua diversidade étnica e seu papel como centro cultural e artístico do país, amplia ainda mais o alcance da exposição, promovendo o encontro entre diferentes culturas e saberes. Impacto Social e Educativo O projeto contempla enquanto contrapartida social Visitas guiadas para escolas públicas e coletivos culturais, com foco em públicos periféricos e de baixa renda, com conteúdo sobre as manifestações , garantindo o acesso de públicos tradicionalmente afastados do circuito cultural, promovendo a democratização do acesso e a formação de novos públicos. Acessibilidade e Democratização O projeto adota medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal Libras nas visitas guiadas e sinalização inclusiva nos espaços expositivos, que devem contemplar acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, além de iluminação e sonorização adequada para o público autista e monitor especializado no acolhimento a esse público. Dessa forma, atende às diretrizes da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que exige a inclusão de medidas efetivas de acessibilidade em todos os projetos aprovados. Contribuição Econômica Além do impacto artístico e social, o projeto movimenta a cadeia produtiva da cultura, contratando profissionais local de montagem, comunicação, acessibilidade e produção em cada cidade. Essa dinâmica gera renda e fortalece o setor cultural local, em consonância com o objetivo da Lei Rouanet de estimular a economia criativa. Síntese O financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar a gratuidade, a itinerância e a acessibilidade integral do projeto. Sem esse apoio, a execução em três capitais seria inviável nos moldes propostos. Assim, "Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas" reafirma o papel da Lei Rouanet como política pública de democratização do acesso, preservação da memória, valorização da diversidade e estímulo à economia da cultura, em perfeita consonância com os dispositivos legais do Art. 1º e Art. 3º da Lei nº 8.313/91.
Produto 1 – Exposição Fotográfica Formato: Mostra de aproximadamente 50 fotografias autorais em grande e médio formato, impressas em papel fotográfico de alta qualidade, montadas em quadros com molduras de madeira e instalação simplificada. Paginação/Extensão: Exposição física com percurso contínuo, duração de 30 a 45 minutos por visitação individual. Material: Impressões fotográficas, painéis, suportes de exposição, iluminação adequada, equipamentos de acessibilidade. Produto 2 – Catálogo Impresso Formato: Publicação complementar com diagramação que organiza fotografias, textos curatoriais e de apresentação das manifestações. Paginação: 100 páginas, incluindo fotos, legendas e contextualização das manifestações populares. Material: Papel couché fosco de alta qualidade, capa cartonada, impressão colorida. Distribuição: Tiragem limitada, entregue de forma estratégica como registro da exposição. Produto 3 – Contrapartida Social – Mediação Guiada Formato: Visitas guiadas conduzidas por pelo artista Duração: 2h30 minutos por grupo. Material: blocos de notas, acessibilidade em libras Projeto pedagógico: Aproximação do público ao conteúdo cultural, estímulo à reflexão crítica e promoção de inclusão.
A acessibilidade é um eixo central do projeto “Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas”. Todas as etapas foram planejadas para garantir a plena participação de pessoas com deficiência, tanto no espaço físico da exposição quanto na compreensão do conteúdo cultural apresentado. A proposta cumpre rigorosamente as exigências da Instrução Normativa MinC nº 23/2025 e dialoga com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), promovendo o direito à fruição cultural em condições de igualdade.1. ACESSIBILIDADE FÍSICAPara garantir a circulação segura e autônoma de todas as pessoas nos espaços expositivos, serão observadas as seguintes medidas:Escolha de espaços culturais que já possuam rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Uso de iluminação adequada para pessoas com baixa visão;2. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONALAlém do acesso físico, o projeto implementará ações que assegurem a compreensão integral da exposição e das atividades:Audiodescrição: O vídeo expositivo terá versões audiodescritas, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão compreendam as imagens e a conversa, além do uso de de QR Code para audiodescrição no catálogo impresso.Libras (Língua Brasileira de Sinais): A visita guiada contará com intérpretes de Libras, assegurando a participação plena da comunidade surda;Legendagem descritiva: O vídeo apresentará legendas que descrevem diálogos e sons relevantes, beneficiando pessoas surdas e ensurdecidas;3. ACESSIBILIDADE ATITUDINALIluminação e sonorização adequada para o público autista.Treinamento da equipe de recepção e mediação para o acolhimento de visitantes com diferentes tipos de deficiência.4. IMPACTO SOCIALCom essas medidas, o projeto busca não apenas cumprir uma exigência normativa, mas construir uma experiência cultural inclusiva e diversa, onde diferentes públicos possam fruir, interpretar e dialogar com a arte.Acreditamos que garantir acessibilidade é também garantir cidadania cultural. Ao proporcionar entrada gratuita, visitas guiadas inclusivas, e a impressão de catálogos, a itinerância promove o direito constitucional de acesso à cultura e fortalece o compromisso do pro
O projeto “Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas ” foi concebido para garantir que a experiência cultural chegue ao maior número de pessoas, em especial aquelas que historicamente enfrentam barreiras no acesso às artes. Todas as suas ações seguem os princípios da Lei Rouanet e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que determinam cotas de gratuidade, políticas de preços populares e medidas de ampliação de público.1. GRATUIDADEExposição gratuita: todo o público poderá visitar a mostra sem cobrança de ingresso.Atividade educativa gratuita: visitas guiadas serão oferecidas sem custo, priorizando estudantes da rede pública, jovens de comunidades e coletivos culturais.Catálogo impresso, distribuído gratuitamente.2. PÚBLICOS PRIORITÁRIOSO projeto se compromete a direcionar ações específicas a grupos que frequentemente encontram barreiras de acesso:Estudantes da rede pública: agendamento de visitas guiadas com transporte facilitado quando possível;Comunidades periféricas e grupos de vulnerabilidade social: convites especiais e parcerias com organizações locais;Pessoas com deficiência: garantia de acessibilidade plena (física e de conteúdo).3. DISTRIBUIÇÃO E ALCANCEEstimativa de 15.000 visitantes diretos nas três cidades (5.000 no Rio de Janeiro, 5.000 em São Paulo e 5.000 em Recife);Produção e distribuição gratuita de um catálogo impresso, em tiragem limitada, como material complementar da exposição, servindo de registro e memória da mostra e ampliando a difusão do conteúdo cultural.4. AMPLIAÇÃO DE ACESSOAlém da gratuidade, o projeto implementará ações extras de democratização previstas pela legislação:Adoção de horários alternativos (manhã/tarde/noite), garantindo a participação de diferentes perfis de público;Produção de materiais de comunicação em linguagem simples e acessível, para facilitar a compreensão de todos os públicos; 5. IMPACTO ESPERADOInclusão de públicos que historicamente têm pouco acesso a exposições de artes visuais;Fortalecimento de vínculos com escolas e comunidades locais;Estímulo à formação de novos públicos, em especial, jovens e estudantes;Democratização da fruição artística, garantindo diversidade de perfis sociais, econômicos e culturais entre os beneficiados.O projeto assume a democratização do acesso como um compromisso estruturante, oferecendo não apenas gratuidade, mas também estratégias concretas de inclusão, em consonância com os objetivos da Lei Rouanet de universalizar o direito à cultura.
.EQUIPENome: Bruno Costa JungmannFunção no projeto: Diretor e artistaBio: Sou Bruno Jungmann, pernambucano de raiz, nascido e criado em Recife, mas atualmente morando em Brasília. Crio manifestos visuais que celebram um Brasil muito brasileiro, ajudando a preservar tradições que fortalecem e orientam comunidades inteiras. Antes de cada trabalho, estudo sobre a história do lugar, escuto as pessoas de lá e pesquiso o contexto social ao qual pretendo me envolver. Participo das manifestações, valorizo a ciência do povo e registro aquilo que faz do Brasil um lugar tão diverso e arretado.Nome: Flávia Rangel Tonassi Martins SathlerFunção no projeto: Coordenadora Geral e ExpografiaBio: Formada em Serviço Social e Designer de Interiores, utiliza seus conhecimentos de forma transversal na realização de projetos culturais, seja na produção, coordenação, curadoria ou expografia de exposições de arte. Também realiza consultoria para negócios criativos e presta acompanhamento de carreira para artistas locais. Nome: Gabriela Arzabe LehmkuhlFunção no projeto: Designer gráficaBio: Com experiência em projetos visuais relevantes, como os desenvolvidos para exposições na Câmara dos Deputados, possui um olhar apurado para a diagramação de livros e publicações institucionais, combinando o domínio de softwares gráficos com a busca pela clareza e acessibilidade da informação. Além disso, tem habilidade em comunicação visual, desenvolvimento de identidades visuais, e traz consigo uma visão estratégica e criativa para cada projeto. Nome: Jessica RodriguesFunção no projeto: Auxiliar de expografiaBio: Fotógrafa, printer e estudante de arquitetura, desde muito nova sempre teve interessepelo meio artístico e se dedica aos projetos fotográficos desde 2016, quando ingressouno curso tecnólogo de Fotografia, desde então tem desenvolvido trabalhos autorais e sededicando ao registro de processos criativos, fotografia de natureza e fotografia dearquitetura.Nome: Gisele LimaFunção no projeto: CuradoraBio: Gisele Lima é curadora, pesquisadora e diretora da galeria-escola A Pilastra. Formada em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília, desde 2015 investiga processos de criação artística e curadoria a partir de perspectivas dissidentes, com atenção especial às narrativas plurais, às pedagogias experimentais e à arte como prática crítica e coletiva.À frente da Pilastra desde 2019, Gisele coordena programas de formação e residências artísticas voltadas ao desenvolvimento profissional de jovens artistas e curadores, articulando exposições, publicações e experiências educativas em diálogo com territórios periféricos e saberes decoloniais. Foi idealizadora do projeto Sinestesia – entre imagem e som (2021–2024) e residente do Pivô Arte e Pesquisa (SP) no primeiro ciclo de 2024, além de atuar na concepção e curadoria de mostras como Ilhó – mostra de novus artistas (2022–2024),o Núcleo Brasília da exposição Traços Modernistas,2024 (Caixa Cultural Brasília) , Temporada de Exposições do Pé Vermelho | Contra-êxodo: estratégias de inserções (2023–2024), Co-curadoria da exposição "Depois da Cidade" no Centro Cultural TCU - DF (2023-24) e co-curadoria da mostra Triangular - Arte deste Século (2019/2020) na Casa Niemeyer - UnB, eleita a melhor exposição coletiva institucional pela revista Select (2019).Sua curadoria valoriza práticas artísticas ancoradas na experiência, na coletividade e no enfrentamento das ausências institucionais, consolidando a Pilastra como espaço de experimentação, pesquisa e afirmação política no circuito das artes visuais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.