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PRONAC 259667Autorizada a captação total dos recursosMecenato

3º FERA - FESTIVAL DE ROTEIRO AUDIOVISUAL DA AMAZÔNIA

DUDA FILMES LTDA
Solicitado
R$ 800,4 mil
Aprovado
R$ 800,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
AP
Município
Macapá
Início
2026-03-02
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
Marabá Pará

Resumo

O 3º Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia _ FERA propõe a continuidade de um projeto vital para o fortalecimento do setor na Amazônia. Reunindo roteiristas, diretores, produtores da Amazônia e de todo o Brasil, com a missão de fomentar roteiros que valorizem narrativas e a diversidade cultural do norte, abrindo caminhos para os mercados audiovisual nacional e internacional. Na programação terá formação, intercâmbio, além de laboratórios e premiação em 6 categorias:Longa Ficção, Longa Documentário, Série Documental, Série Ficção, Curta Ficção e Curta Animação.

Sinopse

Classificação indicativa: 12 anos

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar o 3º Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia _ FERA, em Marabá (PA), de forma gratuita, híbrida e acessível, promovendo a formação, difusão e valorização da escrita audiovisual na Região Norte, por meio de laboratórios, masterclasses, premiações e intercâmbio entre profissionais, contribuindo para o fortalecimento da produção independente brasileira, a geração de emprego e renda no setor cultural e a ampliação do acesso à cultura e à diversidade de narrativas amazônidas. OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar cinco (5) masterclasses online gratuitas, abordando temas fundamentais como estrutura narrativa, desenvolvimento de personagens, diálogos, linguagem e técnicas de escrita audiovisual, ampliando o acesso ao conhecimento técnico e criativo.Oferecer seis (6) laboratórios híbridos (online e presenciais), com foco nas categorias Longa Ficção, Longa Documentário, Série Documental, Série Ficção, Curta Ficção e Curta Animação, selecionando até 30 projetos (até 5 por categoria) de proponentes dos sete estados da Região Norte, garantindo representatividade territorial e diversidade temática.Realizar o festival presencialmente, durante cinco (5) dias, em Marabá (PA), com inscrições gratuitas e atividades abertas ao público, estimulando a circulação de obras, ideias e experiências entre profissionais, estudantes e o público local.Premiar em dinheiro (até R$ 80.000,00) os melhores roteiros de cada categoria, incentivando a excelência criativa, o reconhecimento do talento regional e a continuidade dos projetos premiados até sua realização audiovisual.Impulsionar o desenvolvimento profissional de até 60 roteiristas, diretores e produtores da Amazônia, fortalecendo a cadeia produtiva do audiovisual regional e ampliando o protagonismo amazônico no cenário nacional.Estimular a geração de emprego e renda por meio da contratação de mais de 50% de profissionais e serviços locais, dinamizando a economia criativa e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região.Fomentar a inclusão social e cultural, garantindo ações afirmativas de diversidade e oportunidades de participação com reserva de vagas de até 20% para pessoas com deficiência (PCD) e grupos sub-representados.

Justificativa

O 3º Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia _ FERA justifica-se como uma iniciativa estratégica e transformadora voltada ao fortalecimento do setor audiovisual na Região Amazônica, contribuindo para o fomento à produção cultural, a capacitação de novos profissionais e a valorização das expressões artísticas regionais. A ser realizado em Marabá (PA), entre março e novembro de 2026, o projeto representa a continuidade de uma ação cultural consolidada, cuja relevância reside em promover a descentralização das políticas culturais e a democratização do acesso à cultura no Norte do país.A realização do festival fora das capitais reforça o compromisso com a interiorização das políticas culturais, aproximando comunidades periféricas e interioranas de conteúdos audiovisuais inspiradores e originais. Essa descentralização fortalece a identidade amazônica, amplia o repertório artístico da região e cria condições para a emergência de novas vozes e narrativas que refletem a diversidade sociocultural brasileira.A programação do FERA, de formato híbrido (presencial e online), contempla laboratórios, masterclasses e estudos de caso voltados à formação técnica e criativa de roteiristas, produtores e realizadores independentes, nas modalidades de longas, curtas, séries, documentários e animações. Essas atividades contribuem diretamente para o desenvolvimento da cadeia produtiva do audiovisual, estimulando a economia criativa local e ampliando as oportunidades de trabalho e geração de renda no setor.Comprometido com os princípios da inclusão, diversidade e equidade, o festival reserva 10% das vagas para pessoas com deficiência (PCD) e dedica parte de sua programação à abordagem de temas como afrodescendência, povos indígenas, gênero, mulher, etariedade e meio ambiente. Tais ações garantem representatividade, participação plural e fortalecimento das políticas de inclusão sociocultural na Amazônia.Além de seu impacto cultural e social, o FERA contribui para o desenvolvimento sustentável regional, promovendo o intercâmbio entre profissionais locais e de outras regiões do país, estimulando redes de colaboração e parcerias institucionais que fortalecem o ecossistema criativo amazônico.O projeto enquadra-se nos incisos I, II e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais, proteger e valorizar as expressões culturais regionais e locais e propiciar meios de acesso da população aos produtos culturais. Alinha-se também aos objetivos previstos no Art. 3º da referida Lei, especialmente os incisos I (estimular a criação, produção e difusão cultural), III (proteger as expressões culturais regionais e locais), IV (ampliar o acesso da população à cultura) e VII (promover a descentralização da produção e circulação de bens culturais).Dessa forma, o projeto consolida-se como instrumento efetivo de promoção da cultura, inovação e cidadania, plenamente aderente aos princípios e finalidades da Lei Rouanet, contribuindo para o desenvolvimento humano e social por meio da arte e da cultura.

Especificação técnica

Inscrições dos laboratórios - (FERA Lab):Serão selecionados 5 projetos de cada formato contemplando os 7 estados do norte através de curadoria nos formatos: Longa Ficção, Longa Doc, Série Doc, Série Ficção, Curta Ficção e Curta Animação, totalizando 30 projetos selecionadosMasterclass - Online:Duração de 3 horas cada, abordando estrutura narrativa, desenvolvimento de personagens, diálogos e outros temas essenciais da escrita audiovisual explorando o universo e as técnicas de roteiro.Laboratórios - (FERA Lab): HíbridoSerão 6 laboratórios de desenvolvimento de roteiros, onde os selecionados receberão consultorias com profissionais renomados do mercado. O espaço proporcionará trocas e debates coletivos, horizontais, visando o desenvolvimento dos projetos com aulas essenciais para a escrita de roteiros audiovisuais em seus diversos formatos, além de treinamento para a apresentação dos projetos ao mercado (pitching).Abertura do 3º Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia.Realização dos Laboratórios - (FERA Lab) Longa Ficção, Longa Documental, Série Animação, Série Documental, Curta Ficção, Curta Animação Mesa de debate e Estudo de casoPitching: Defesa oral dos projetos selecionados para os canais e playersPremiação e encerramento: Entrega do PRÊMIO aos melhores roteiros de cada categoria. Todas as etapas serão divulgadas nas redes sociais e nos meios de comunicação pontuados no plano de divulgação do evento.

Acessibilidade

O 3º Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia – FERA tem o compromisso de garantir acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, assegurando a participação plena e autônoma de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto — desde as ações formativas até o evento presencial em Marabá (PA). A política de acessibilidade será realizada por uma Consultora em Acessibilidade, a Keké Bandeira, mulher preta e PCD.No eixo formativo, serão reservadas até 20% das vagas para pessoas com deficiência (PCD) nos laboratórios e masterclasses, com inscrições acessíveis via formulário digital compatível com leitores de tela. As aulas e oficinas online serão transmitidas por plataformas que oferecem recursos de acessibilidade, como legenda automática, intérprete de Libras e ajuste de contraste e fonte. Os materiais de apoio (apostilas e apresentações) serão disponibilizados em formatos PDF acessível e texto editável, garantindo leitura por tecnologia assistiva.Durante o evento presencial, o espaço do festival será 100% acessível, observando as normas da ABNT NBR 9050, com rampas, banheiros adaptados, piso tátil direcional e área reservada para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Todas as sessões públicas e atividades formativas contarão com intérprete de Libras e disponibilização de abafadores de ruído. Haverá, ainda, apoio de equipe de monitores treinada em atendimento inclusivo, identificada e preparada para acolher participantes com diferentes tipos de deficiência.No eixo comunicacional, o FERA adotará mídias acessíveis e linguagem inclusiva em todas as peças de divulgação, incluindo:Produção de vídeos institucionais com audiodescrição e legendas;Postagens em redes sociais com texto alternativo (descrição de imagem) e contraste adequado;Disponibilização de informações em Libras no site e nas redes do festival, com vídeos informativos curtos sobre programação e inscrição.Além das medidas de acessibilidade física e comunicacional, o festival adota uma abordagem de acessibilidade atitudinal, promovendo a formação da equipe técnica e dos monitores em atendimento inclusivo, com apoio de consultoria especializada. Essa ação visa consolidar uma cultura de respeito, empatia e valorização da diversidade entre os profissionais e participantes.A proposta reafirma o compromisso do FERA com a democratização do acesso à cultura, garantindo que a experiência artística, educacional e profissional proporcionada pelo festival seja efetivamente acessível a todas as pessoas, em consonância com os princípios da Lei Rouanet, da Lei Brasileira de Inclusão e da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Democratização do acesso

O 3º Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia – FERA foi concebido com base no princípio da democratização do acesso à cultura, assegurando que seus benefícios alcancem públicos diversos, prioritariamente da Região Norte, com atenção especial a grupos historicamente sub-representados nas políticas culturais.Todas as atividades do projeto serão gratuitas, tanto nas ações online quanto no evento presencial em Marabá (PA), eliminando barreiras econômicas que frequentemente restringem a participação de artistas e espectadores da Amazônia. O formato híbrido (presencial e digital) amplia o alcance do festival, permitindo a participação de interessados de todo o Brasil, inclusive de comunidades rurais e ribeirinhas com menor acesso a eventos presenciais.Serão reservadas 10% das vagas para pessoas com deficiência (PCD), e as ações afirmativas de seleção priorizarão a diversidade regional, de gênero, étnico-racial e geracional, contemplando roteiristas e realizadores de todos os sete estados da Região Norte. A seleção dos participantes dos laboratórios e masterclasses adotará critérios de representatividade territorial e equilíbrio entre iniciantes e profissionais em formação, assegurando equidade de oportunidades.O festival também promoverá ações educativas e formativas gratuitas, como masterclasses abertas, mesas temáticas e exibições comentadas, possibilitando a ampliação do repertório cultural e técnico dos participantes. Parte dessas atividades será transmitida ao vivo e permanecerá disponível em plataformas digitais de acesso livre, garantindo a continuidade do impacto formativo mesmo após o término do evento.A estratégia de comunicação do FERA foi desenhada para alcançar públicos diversos, com ênfase em estudantes, jovens realizadores, comunidades periféricas, povos indígenas, coletivos de mulheres e criadores independentes. Para isso, serão utilizadas mídias acessíveis, linguagem inclusiva e parcerias com universidades, escolas técnicas, cineclubes e coletivos culturais da região, ampliando a capilaridade da difusão.O projeto adota, ainda, medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, conforme previsto na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), assegurando que todas as pessoas possam participar plenamente das atividades.Dessa forma, o FERA reafirma seu compromisso com os objetivos da Lei Rouanet, promovendo o direito de acesso à cultura, o fortalecimento das identidades regionais amazônicas e a formação de novos agentes culturais capazes de atuar de forma crítica, criativa e sustentável no campo do audiovisual brasileiro.

Ficha técnica

Ana Conceição Hutima Vidigal Guimarães - Coordenadora Geral do Projeto e Proponente - o poder decisório está nas mãos do proponenteAna Vidigal é acadêmica do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá(UNIFAP). Iniciou a carreira em Belém (PA) no final dos anos 80 e, no Amapá,consolidou-se como produtora, roteirista e diretora com obras premiadas e voltadasao resgate da memória cultural amazônica. Realizou documentários, ficções etelefilmes, dirigiu produções para TV e liderou projetos como a Mostra Cinema eDireitos Humanos e o I Edital de Produção Audiovisual do Amapá. Selecionada emprogramas e laboratórios nacionais, está à frente do longa A Ponte e o Tempo e decurtas como Esmeraldina – A Fortaleza da Floresta, Vidas e Em Órbita, além dolonga em finalização Grafismo – Traços que Revelam a Alma. Idealizadora e diretorado Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia – FERA e da Feira de Negócios doAudiovisual da Amazônia Criativa, Ana segue impulsionando o cinema amazônicopara o Brasil e o mundo.A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto,incluindo atividade técnico-financeira, e receberá pela rubrica de Coordenação Geral.Direção de produção: Maria Eduarda ReisIniciou sua trajetória no audiovisual em 2016, como assistente de produção da 11º Mostra deCinema Direitos Humanos e atuou na pesquisa do roteiro do longa de ficção A Ponte e oTempo, projeto selecionado pelo programa Brasil no Set, da BRAVI, em parceria com aAmazon Prime.Entre 2020 e 2023, produziu a websérie “Nosso Canto, Nossa Gente”. Assinou a direção dearte do curta “Magrela”( PLG- AP), assim como é assistente de produção executiva no curta“Vidas” (LPG -Macapá ). É diretora de produção da websérie ”Meu Mundo é onde Moro”(LPG -Macapá ) e do Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia – FERA.Atualmente, cursa Design na Universidade Estadual do Amapá e integra a equipe daincubadora de projetos audiovisuais Roteiraria Amazônia Criativa, da Duda Filmes. Dirige aprodução da 1ª Feira de Negócios Audiovisuais da Amazônia Criativa e assina a direção dearte dos curtas “Esmeraldina – A Fortaleza da Floresta” e “Em Órbita", ainda em pré -produção.Produtor: Alessandro EngroffRoteirista e jornalista. Atua no FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre -desde 2014, o maior festival de roteiro da América Latina, onde atualmente é vice-diretorgeral. Desde 2023, também trabalha na curadoria e coordenação do Sur Frontera WIP LAB,do Festival Internacional de Cinema da Fronteira (Bagé/RS), evento do qual tambématualmente é diretor de produção. Curador e coordenador do N2B WIP LAB, do Noronha2B- Film Commission Forum. Em 2023, foi curador e produtor do I Mercado InternacionalFRAPA, realizado em Sevilha (Espanha), junto ao Encuentro de Guionistas. Em 2025 atuouainda como produtor da 1ª Feira de Negócios Audiovisuais da Amazônia Criativa (Macapá).Assistentes de produção: Iremos contratar agentes culturais do localCuradoria: Antônio Duarte, Cynthia Falcão, Janete Jan Rockenbach. Ministrantes dos Laboratórios: Aprovado o projeto as entidades do mercado audiovisual irão nos enviar relação dos profissionais renomados de todo Brasil, porém iremos diversificar entre profissionais no norte e de outras regiões. Ministrante das Masterclass: Aprovados o projeto iremos contratar profissionais renomados do cinema nacional para ministrarem as masterclass. Contaremos também com o apoio das entidades nacionais do mercado audiovisual. Estamos com o apoio da Associação Brasileira de Autores e Roteiristas - ABRA, Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro - API, Conexão Norte, Nordeste e centro -Oeste - CONNE Convidados para as mesas de debates: Será ressaltada a participação de realizadores da região Norte com a presença dos players nacionais e será pontuado a descolonização da imagem amazônica no audiovisual, a representatividade de gênero, povos indígenas e afrodescendentes, além de estratégias de coprodução com plataformas OTT (Netflix, Globoplay). Também em pauta: políticas de incentivo à produção independente e à economia criativa local, com um estudo de caso sobre o telefilme paraense "Vatapá ou Maniçoba?", de Fernando Segtowick.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.