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Este projeto propõe a publicação de um livro sobre o emblemático álbum Lô Borges, lançado em 1972. A capa do disco, que traz a imagem de um tênis usado pelo próprio artista, chamou a atenção pela originalidade e acabou eternizando a obra como o famoso "disco do tênis do Lô Borges". Na época, a capa inusitada foi comparada de forma criativa à do álbum Atom Heart Mother, do Pink Floyd, que estampava apenas a imagem de uma vaca — outra ousadia visual no universo musical.Após o lançamento do histórico disco Clube da Esquina, em parceria com Milton Nascimento, Lô Borges, por força de contrato com a gravadora Odeon, tinha que lançar um álbum solo. Como seu irmão e parceiro de composições, Márcio Borges, não conseguiu entregar todas as letras dentro do prazo estipulado, Lô decidiu escrever por conta própria as letras de nove das quinze faixas do disco — um gesto que ajudou a consolidar o caráter autoral e experimental dessa obra icônica da música brasileira.
Sinopse do Projeto de Livro Lô Borges - Poemas musicaisEste projeto propõe a publicação de um livro inédito que resgata um aspecto pouco explorado da carreira de Lô Borges: sua atuação como letrista no icônico “Disco do Tênis”, lançado em 1972. Fruto da parceria com Milton Nascimento no movimento Clube da Esquina e da projeção artística que se seguiu, o álbum revela uma faceta única do artista, que assina nove das quinze letras — algo jamais repetido em sua trajetória até 2025, com ilustrações exclusivas de Gilberto de Abreu e sua parceria artística com Lô Borges.A obra reunirá análises poéticas das composições, depoimentos de músicos que participaram das gravações (como Toninho Horta, Beto Guedes, Danilo Caymmi, Tavinho Moura, Sirlan e entre outros), textos do letrista Ronaldo Bastos e relatos do autor das fotografias das capas. O livro contará ainda com ilustrações exclusivas do artista plástico Gilberto de Abreu, parceiro visual em projetos marcantes da música brasileira.SÚMARIO DA OBRA Capítulo 1 – O Clube da EsquinaContexto histórico do movimento e a participação de Lô Borges ao lado de Milton Nascimento.Capítulo 2 – O Disco do TênisA criação do primeiro álbum solo de Lô Borges e sua importância na música brasileira. Capítulo 3 – Lô Borges LetristaAnálise das letras escritas por Lô no disco — um momento único em sua carreira. Capítulo 4 – Vozes do DiscoDepoimentos dos músicos que participaram das gravações. Capítulo 5 – Ronaldo BastosContribuições do letrista e produtor na construção do álbum. Capítulo 6 – A Fotos e a ImagensA história de Lô Borges documentada fotograficamente pelo autor do livro de 1972 até 2025. Capítulo 7 – Mosaico de fotos com legendas Referências bibliográficas
Objetivo geral:Destacar e eternizar o lado inédito e poético de Lô Borges como letrista, algo único em sua trajetória musical, revelado no álbum Lô Borges (1972), conhecido como o "Disco do Tênis".Objetivos Específicos: 1. Promover a valorização da produção autoral de Lô Borges, destacando sua inédita atuação como letrista em nove das quinze faixas do álbum homônimo de 1972, evidenciando um momento singular em sua trajetória artística.2. Publicar e difundir as letras do álbum como peças de poesia musical, reconhecendo seu valor literário e histórico, com foco na preservação e divulgação de uma vertente pouco explorada da obra do artista.3. Documentar o processo criativo das capas dos discos de Lô Borges, por meio do meus depoimentos como o fotógrafo responsável e análise conceitual dos elementos visuais, contribuindo para o registro e preservação da memória gráfica da música brasileira.4. Registrar e narrar as apresentações históricas de lançamento dos discos, com ênfase em shows realizados em diferentes regiões do país, reforçando o papel dessas performances na difusão nacional da obra do artista.5. Recolher e divulgar depoimentos inéditos de músicos e produtores envolvidos nas gravações originais, como forma de preservar e compartilhar os bastidores da criação musical, incluindo nomes fundamentais da cena musical brasileira.6. Apresentar ilustrações inéditas do artista plástico Gilberto de Abreu, destacando sua contribuição para o cenário visual da música brasileira, e promovendo a integração entre artes visuais e música no contexto da obra de Lô Borges.Realizar palestras do autor em 2 escolas públicas para professores (em data a ser definida pelas escolas públicas).Serão realizados 01 lançamentos do livro: 1 em Belo Horizonte.Realizar 02 palestras para estudantes/professores em Belo Horizonte e/ou Nova LimaOs lançamentos do livro com palestra do autor serão abertos ao publico formadores de opinião e produtores culturais.Produzir, publicar, distribuir e vender 500 exemplares do livro - LÔ BORGES - POEMAS MUSICAIS.
É notório o impacto do movimento Clube da Esquina na música brasileira e seu reconhecimento crescente também no cenário internacional. Lô Borges, um dos protagonistas deste movimento, foi convidado por Milton Nascimento para participar da gravação do emblemático disco Clube da Esquina, lançado em 1972. Em 2024, esse álbum foi eleito o 9º melhor disco de todos os tempos pela revista norte-americana Paste Magazine, evidenciando sua relevância histórica e artística. A partir dessa colaboração, a gravadora Odeon identificou em Lô Borges um talento singular e o convidou a lançar seu primeiro álbum solo, ainda em 1972. Assim nasceu o disco Lô Borges, conhecido popularmente como o "Disco do Tênis", em razão da capa que exibe um par de tênis usados pelo artista. Esta obra, considerada uma das mais importantes do rock progressivo brasileiro, destaca-se pelo experimentalismo sonoro e pela originalidade, representando uma nova linguagem musical que mesclava elementos da música regional com influências internacionais, especialmente da psicodelia dos anos 1970. Este projeto propõe a publicação de um livro inédito que resgata e valoriza um aspecto pouco explorado da trajetória de Lô Borges: sua atuação como letrista. Das quinze faixas do Disco do Tênis, nove contam com letras escritas pelo próprio artista — algo único em sua carreira, que jamais voltou a se repetir até o ano de 2025. A obra pretende, portanto, não apenas eternizar esse momento raro como também reconhecer o valor poético e autoral dessas composições, tratadas aqui como verdadeiros poemas musicais. Além de resgatar essa faceta criativa de Lô Borges, o livro incluirá depoimentos de músicos consagrados que participaram das gravações do álbum, como Toninho Horta, Beto Guedes, Nelson Angelo, Danilo Caymmi, Robertinho Silva, Novelli e Sirlan, além de textos do compositor e letrista Ronaldo Bastos, produtor de diversos álbuns de Lô. Também serão abordados os bastidores da criação visual dos discos, com destaque para os meus relatos como autor das fotografias de capas. E terá ilustrações exclusivas do artista plástico Gilberto de Abreu, parceiro na concepção de cenários de shows e capas históricas, como Sol de Primavera, de Beto Guedes. O projeto busca, assim, contribuir para a preservação da memória da música brasileira, promovendo o acesso público a conteúdos inéditos e relevantes sobre a obra de um dos maiores artistas do país, e fortalecendo o reconhecimento cultural de uma produção que segue influenciando gerações.
Livros - Lô Borges - Poemas Musicais 500 exemplaresCapa: 44,5x21cm, , 4x4 Cores, Cartão C1s - 250g.Tinta Escala.Miolo: 64pág. - 14x21cm, 4x4 Cores, Couche Fosco - 150g.Tinta Escala.Intercalado | Laminação Fosca (Capa -Nro de Lados = 1) | Verniz UV Brilho Localizado (Capa -Nro de Lados = 1) | Corte /Vinco | Colado | Shrink | DobradoCosturado e ColadoTítulo da Palestra:"Lô Borges, o Disco do Tênis e a Poesia Escondida: resgate de uma faceta inédita" Duração sugerida: 30 minutos Estrutura da Palestra:1. Abertura –Introdução pessoal e contextualizaçãoIntrodução ao tema: a importância de resgatar histórias pouco exploradas da música brasileira.2. O Movimento Clube da Esquina –Breve contextualização do Clube da Esquina como um dos movimentos mais importantes da música brasileira.Parceria entre Milton Nascimento e Lô Borges no emblemático disco Clube da Esquina (1972).Impacto internacional crescente do movimento.3. O nascimento do “Disco do Tênis”· Convite da gravadora Odeon a Lô Borges para um álbum solo ainda em 1972.A origem e o simbolismo do apelido "Disco do Tênis" — a capa com os tênis usados.Destaques do disco: uma fusão inovadora entre o rock progressivo, a psicodelia e a música regional brasileira.Colaborações de grandes nomes da música: Toninho Horta, Beto Guedes, Nelson Angelo, entre outros.4. A faceta letrista de Lô Borges –· Foco principal do projeto: a redescoberta da atuação de Lô como letrista.Das 15 faixas do disco, 9 têm letras de Lô Borges — um feito inédito e não repetido até 2025.As letras como poesia musical: sensibilidade, originalidade e expressão autoral.Reflexão: por que essa faceta foi esquecida ou pouco valorizada? 5. O projeto do livro –· Objetivo principal: eternizar esse momento raro e valorizar a poesia das letras de Lô Borges.Estrutura do livro:Letras comentadas e contextualizadas.Relatos sobre o processo criativo das capas feito pelo fotógrafo.Ilustrações exclusivas de Gilberto de Abreu.Importância da preservação de memórias musicais para a cultura brasileira.6. Encerramento e convite à reflexão –· O legado de Lô Borges vai além da música: é também literário, visual e afetivo.O projeto do livro não é apenas sobre um disco, mas sobre uma época, um movimento e uma voz que ainda ecoa.Convite ao público para revisitar o Disco do Tênis com novos olhos e ouvidos.Agradecimento ao público e espaço para perguntas (se houver tempo). 7. Materiais visuais recomendados para a palestra:Projeção da capa do Disco do Tênis.Trechos das letras escritas por Lô Borges.Fotografias de bastidores ou capas mencionadas.Ilustrações de Gilberto de AbreuTrechos musicais de algumas faixas do álbum, para ilustrar a fala.8. Referencias bibliográficas Proposta da Palestra Educativa:Teremos uma palestras em cada um destes municípios para escolas sobre as música ou em escolas públicas de Belo Horizonte· Palestra com autor do livro e um músico citado no livro para escolas de músicos ou escolas publicas e a importância de Lô Borges e seu lado poético no Clube da Esquina, e na cultura nacional. Descrição:As palestras aconteceram em momentos diferenciados com o acompanhamento de um músico ou ilustrador da obra literária, com temas que serão abordados:· A riqueza cultural encontrada nas melodias do artista Lô Borges para a música mineira e no o “Clube da esquina e sua representatividade na música popular brasileira e na atualidade;”· Trabalhar a sensibilização para a importância da valorização e preservação da música mineira e brasileira, do universo popular ao das artes em geral.· Preservar e valorizar a identificação cultural do contexto histórico da música do clube da esquina e seus poemas. Fazendo assim um paralelo da sua importância no passado e na atualidade para a música brasileira nas esferas estadual e federal.Desenvolvimento:Palestra – realização: 30 minutos (cada palestra)/manhã ou tarde.As palestras poderão ser realizadas em Belo Horizonte e/ou Nova Lima· Apresentação de material visual como PowerPoint relacionado com identificação e preservação de patrimônio imaterial identificado pelo projeto no território trabalhado.· Mostra de acervo e documentação fotográfica das entrevistas realizadas durante projeto e usado na produção do livro de Lô Borges e seu lado poetico;· Apresentação do livro – A proposta original, caminho percorrido e resultados alcançados com a obra literáriaNão há aquisição de material fisico ou patrimônial.
Livros - Lô Borges - Poemas Musicais 500 exemplaresCapa: 44,5x21cm, , 4x4 Cores, Cartão C1s - 250g.Tinta Escala.Miolo: 64pág. - 14x21cm, 4x4 Cores, Couche Fosco - 150g.Tinta Escala.Intercalado | Laminação Fosca (Capa -Nro de Lados = 1) | Verniz UV Brilho Localizado (Capa -Nro de Lados = 1) | Corte /Vinco | Colado | Shrink | DobradoCosturado e Colado
ACESSIBILIDADE FÍSICAOs lançamentos ocorrerão em local público e gratuito, com acessibilidade a deficientes físicos com banheiros eram rampas, como o Museu Clube da Esquina, situado em prédio tombado em Belo Horizonte.Por esse motivo não existe custo na planilha orçamentaria. Será feita uma apresentação interprete de libras para surdos durante a palestra que será realizada na Associação Mineira de Surdos - ASMG em Belo Horizonte, já acordado com o Supervisor ASMG, contato: 313411.1032.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Item da planilha orçamentária - Monitor no lançamento do livro - item 11 da planilha de Contrapartida.ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS Estão previstas palestras do autor e fotógrafo, durante os lançamentos do livro em Belo Horizonte, com intérprete de libras, permitindo assim a acessibilidade dos deficientes visuais e auditivos.Item da planilha orçamentária: item da planilha já está incluso na divulgação do projeto A divulgação do evento e a distribuição gratuita de 5% da tiragem será feita junto a instituições como Instituto São Rafael, Associação Mineira de Surdos, União de Paraplégicos de Belo Horizonte, e também para as Obras São Vicente de Paula, que atende aos idosos.PRODUTO CONTRAPARTIDA:ACESSIBILIDADE FÍSICAO curso será realizado conjuntamente com a Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, dessa forma o local escolhido contará com banheiros e rampas para atender aos participantes com mobilidade reduzida. Por esse motivo não existe custo na planilha orçamentaria.ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOSItem da planilha orçamentária - item da planilha já está incluso na divulgação do projetoACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS:ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Item da planilha orçamentária - Monitor na palestra do livro - item 11 da planilha de Contrapartida.
Atendendo as medidas I, V e IX do art. 21 da IN 05/2017, apresentamos o plano de distribuição dos livros. I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo: 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, escolas de músicas ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, ONG's, museus e regionais de Belo Horizonte, devidamente identificados; 5% para Biblioteca Nacional e para bibliotecas dos municípios mineiros. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Serão realizadas 2 palestras com o autor e fotógrafo, utilizando recursos áudio visuais e legendas descritivas, durante os lançamentos do livro, previstos para Belo Horizonte. IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. Serão distribuídos 5% dos livros para instituições de pessoas com deficiência física como UNIPABE, AMR – Associação Mineira de Reabilitação e ASMG - Associação Mineira de Surdos; ampliando assim a acessibilidade ao produto cultural. Complementando, serão distribuídos: 5% para divulgação junto à imprensa de Minas Gerais e os estados contemplados na obra literária; 10 % para autores e fotógrafos; 10% para Patrocinador; 50% para o autor vender no mercado livreiro.
CRISTIANO QUINTINO – Coordenador geral e editorial, fotógrafo e autorFormação Profissional:07/05/2021Em julho de 2008, obteve o grau de bacharel em Comunicação Social - Jornalismo, pela Faculdade Estácio de Sá -Belo Horizonte – MG (MTb 13807 MG).Natural de Belo Horizonte - Minas Gerais, nasceu em 24 de setembro de 1951.Outras Atividades:É editor e fotógrafo do jornal Nosso Sol, com circulação mensal no bairro Vale do Sol e nos condomínios da regiãoNoroeste da cidade de Nova Lima, em Minas Gerais.Sua Carreira Cultural destacam-se seus principais trabalhos:As surpresas do trabalho deste mineiro vêm de longa data.Este ano completa 50 anos de carreira, e sua trajetória artística começou fotografando peças de teatro para o atormineiro José Maier, e a partir daí suas lentes dirigiram-se por muitos anos para os artistas da Música PopularBrasileira. Registrando instantes e captando “a alma da canção” como escreveu sobre ele o poeta Fernando Brant;num acervo muito rico, com fotografias em várias capas de discos e CDs; num trabalho muito participativo com osmais importantes músicos mineiros e o grupo de artistas do Clube da Esquina.A versatilidade de Cristiano Quintino pode ser constatada também em livros e songbooks publicados com suasfotos, entre eles: - BONECOS E VASILHAMES DE BARRO do Vale do Jequitinhonha Minas Gerais – Brasil, Funarte/Instituto Nacional doFolclote – Rio de Janeiro – 1984- “Contemporary Brazilian Photography” – Londres e Nova York (Novas Travessias 1996);- “Belo Horizonte – A cidade Revelada” – Odebrecht (1989);- Gabinete de Arte “Uma Cidade e seus artistas” – editado pela Prefeitura de Belo Horizonte (Junho de 2000).- “Chanina: Arte e Trajetória” – fotografia das obras (2003)- “UAKTI um estudo sobre a construção de novos instrumentos musicais acústicos” - 2004- “Maria Maria” espetáculo teatral de música e dança (Fernando Brant e Milton Nascimento), literatura infanto-juvenil, Edições Dubolsinho (Sabará 2005).- “Palavras Musicais” de Paulo Villara, sobre Fernando Brant, Márcio Borges, Murilo Antunes e Chico Amaral (B.Horizonte 2006).- “ Marquetti – O Senhor das Cores” (B. Horizonte 2007), do artista plástico “ Mario Mariano” e “Série Brasília” deCarlos Bracher – 2007- “Coração Americano – 35 anos do album Clube da Esquina”, organização de Andréa Estanislau. (BH, primavera de2008).- “A música de Milton Nascimento”- de Chico Amaral – Editora Gomes – B. Horizonte, 2013.- “ Carlos Bracher Pintura & Permanência” – Ouro Preto - 2015.- “Manhãs com pássaros, exercício de síntese” de Paulo Vilara, B. Horizonte 2015.- Canto mineral/Carlos Drummond Andrade; ilustração Carlos Bracher, reprodução de originais; Bazar do Tempo, Riode Janeiro – 2018.Songbook de músicos:- Lô Borges (2013)- Beto Guedes (2013)- Flávio Venturini (2015)Entre outras capas de discos, de Cds, de Songbooks e shows de artistas como: - Lô Borges, Beto Guedes, Milton Nascimento, Toninho Horta, Tavinho Moura e Fernando Brant, Tadeu Franco, CelsoAdolfo, Grupo UAKTI, Grupo 14 Bis, Sirlan, Pena Branca e Xavantinho, Tino Gomes, e muitos outros.Entre mostras e prêmios, destacam-se: - Organizador e expositor da Mostra Skol de Fotografias – Restaurante Cozinha de Minas - Belo Horizonte (1991 a1992).- Exposição “Clubes do Brasil/Clube da Esquina” no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, Forum das Artes2009. Cine Vila Rica, Ouro Preto/MG , 08/26 de Julho.- Exposição Coletiva na II Mostra Mineira de Fotografia durante o “I Festival Foto em Pauta Tiradentes”, no CentroCultural Ives Alves cidade de Tiradentes/MG, 16 a 27 de- Exposição “Clube da Esquina 10” na Semana da Fotografia de Belo Horizonte e Fórum Mineiro de Fotografia Autoral,no 104 Cultural, de 17 a 20 de agosto 2011.- Milton Nascimento (2015)- Toninho Horta (2017) - 14 Bis (2019) Sara Raquel Soares dos Santos - Assistente administrativoFormação Profissional - Bacharel em Turismo/ 2011 – ESTÁCIO DE SÁ ENSINO SUPERIORDe junho de 2012 até o presente momento, atuou como Assistente de Produção Executiva e produção executiva deprojetos culturais e editoriais, dando suporte à gestão administrativa e financeira dos projetos, atendimento econtato com clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores, inscrição em editais e acompanhamento até aprestação de contas, organização de contratos e gestão de pagamentos junto à contabilidade. Desenvolveu tambémprodução executiva e documental de obras e projetos variados vinculados a editais inerentes às leis de incentivo àcultura nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal. Atualmente atua como colaboradora contratada para prestação deserviços em produção cultural.Trabalhos desenvolvidos como Produção Executiva dos projetos culturais: · Na trilha do rio... cultura e cidadania na Bacia do Rio Doce – 2017;· Parques e Reservas de Minas: Patrimônio das Minas Gerais - 2016;· Parques Nacionais do Brasil - 2015;· Ouro Minas- 300 anos de História, em parceira com o Jornal Estado de Minas – 2014;· E a bola vai rolar... Retrato de 60 anos da alma brasileira pela janela da televisão – 2013;· Patrimônio Religioso em Minas - 2012;· Lapa Nova de Maquiné – 2012;Otávio Luiz Ribeiro Bretas – Projeto e designer GráficoDesenhista Industrial, graduado em Desenho Industrial em 1978 pela FUMA - Fundação Universidade Mineira deArte, hoje UEMG com experiência em design gráfico e design de arquitetura.Produtor cultural e produtor fonográfico, com experiência em produções de CDs, eventos culturais, direção depalco, design e operação de luz.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL COMO DESIGNER GRÁFICO. PROGRAMAÇÃO VISUAL Criação de logomarcas e identidade visual, folheterias e embalagens de empresas einstituições diversas: Fratezzi Gonçalves, Finelli – Engenharia e Construções, Beth Atelier, Conap – CooperativaNacional de Aptoxina, ACD Construtura, Best – Breakthrough English School Teachers, Fã Clube Milton Nascimento,SLG – Design and Creative Talent (USA), Bonex - Exportação, Federação Nacional dos Meninos Cantores do Brasil,Academia de Letras de Pará de Minas, dentre outras (1975 a 2021).Criação de folheterias e identidade visual de eventos diversos (2001 a 2021), dentre outras:• Logomarca e identidade visual do projeto Sabor & Som – São Paulo / SP (2021).• Logomarca e identidade visual do 1º Congresso online Pueri Cantores Brasil (2020).• Logomarca e identidade visual do “XLI Congresso Internacional Pueri Cantores” Rio de Janeiro / RJ (2017),• Logomarcas e identidade visual de diversos projetos do BDMG Cultural (2002 a 2010).• Logomarca e identidade visual do espetáculo “A Fogueira do Divino” de Tavinho Moura e Fernando Brant (2002),• Logomarca e identidade visual do “XI Congresso Nacional da Federação dos Meninos Cantores do Brasil”, SantaLuzia, Itabirito e Belo Horizonte/MG (2001)• “40 Anos do Clube da Esquina” de Márcio Borges (2012).• “De mãos dadas – Refelxões sobre o desenvolvimento de Minas” de Dr. Silviano Cançado Azevedo – organização Malluh Praxedes (2012).• “Jazz Interpretações – Pequenas histórias de fúria, dor e alegria” de Paulo Vilara (2011)• “Aquele olhar fora do corpo” de Malluh Praxedes (2010).• “Na Palma da Mão de Deus - De menino do Vale do Jequitinhonha a Cardeal de Belo Horizonte” – biografia de Dom Serafim Fernandes Araújo – organização Letra A (2009)• “Qualquer mulher tem um diário qualquer” de Malluh Praxedes (2008).• “Palavras Musicais - Entrevistas - Letras, processo de criação, visão de mundo de Fernando Brant, Márcio Borges, Murilo Antunes, Chico Amaral” de Paulo Vilara (2006).• “Beijos de acender o dia” de Malluh Praxedes (2005). GILBERTO DE ABREU Artista Visual | Ilustrador | Cenógrafo | Educador Cultural Artista visual com mais de cinco décadas de trajetória, reconhecido por suas especificidades e contribuição significativa às artes visuais, ilustração, cenografia, quadrinhos, teatro e música. Seu trabalho é marcado pela fusão de linguagens, transitando entre desenho, pintura, gravura, cenografia e experimentações gráficas, sempre em diálogo com a identidade cultural mineira. Participou de exposições importantes nacionais e internacionais, colaborou com artistas do Clube da Esquina e consolidou-se como um dos grandes nomes das artes visuais em Minas Gerais. Além de sua produção artística, dedica-se à formação cultural, participando em projetos educativos e oficinas de arte.FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ARTÍSTICO ● Curso Livre de Pintura e Desenho – Escola Guignard (1972)● Formação autodidata em artes visuais, ilustração, quadrinhos e cenografia● Pesquisa e experimentação contínua em filmogravura, disciplinas urbanas e narrativas visuais GILBERTO DE ABREU Artista Visual | Ilustrador | Cenógrafo | Educador CulturalARTES VISUAIS, ILUSTRAÇÃO E PUBLICAÇÕES ● Ilustrador do Suplemento Literário de Minas Gerais (1976-1983)● Publicação do álbum de quadrinhos Meia-Sola (1977)● Lançamento do livro Acontece o que a gente tece (1981)● Publicação do livro Campo Magnético – Filmogravuras em Offset (2008)● Livro Gilberto de Abreu: Depoimento (Coleção Ateliê, Volume 56) (2016)● Produção de narrativas gráficas inovadoras para a Revista Graffiti (1996-2001)CENOGRAFIA E DESIGN VISUAL PARA MÚSICA ● Criação de capas e encartes para álbuns icônicos, incluindo: ○ Sol de Primavera – Beto Guedes (1979)○ Nuvem Cigana – Lô Borges (1982)○ Material gráfico para Toninho Horta e Orquestra Fantasma (2020) ● Direção visual e cenografia para espetáculos musicais: ○ Via Láctea – Lô Borges (1979)○ Terra dos Pássaros – Toninho Horta (1981)○ Estrela da Canção – Ângela Maria (1984)○ Terra do Diamante – Toninho Horta (1989)○ As Núcleos do Clube da Esquina – Palácio das Artes (2024)CINEMA, TEATRO E AUDIOVISUAL ● Direção de arte e cenografia para A Dança dos Bonecos (Helvécio Ratton, 1984)● Cenografia e ilustrações para Um Filme 100% Brasileiro (José Sette, 1984)● Desenhos de animação para Dormem Ainda os Homens (1985)● Criação de cenários para peças teatrais: ○ Risos e Facadas (1977)○ O Emprego da Lua (1988)○ Eu e os Anjos (2001)EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS E COLETIVAS ● XIII Bienal Internacional de São Paulo – Categoria "desenho-figuração narrativa" (1975)● Exposições no Museu de Arte da Pampulha (MAP) e Palácio das Artes ● Participação na 2ª Exposição: Cartoons of the World – Berlim, Alemanha (1977) ● Exposições internacionais em Buenos Aires, Santiago, Nova York e Osnabrück ● Exposição Meu Avô Cientista – Galeria Casa J (2022)● Exposição Desenhos na Pele do Planeta – Casa Lima D'Art, Belo Horizonte (2024)PROJETOS EDUCACIONAIS E ATIVIDADES CULTURAIS ● Projeto Curumim (1994) – Oficinas de pintura para jovens em situação de vulnerabilidade● Oficinas de Cordel na Memória Gráfica (2010-2011) – Trabalho com jovens em situação de risco● Festival de Inverno de Santa Luzia, Itapecerica e Nova Lima – Formação artística e cultural● Mesa "Quadrinhos, uma profissão a ser reinventada" (2000) – Centro de Cultura Belo HorizonteCOLETIVOS E PROJETOS ATUALIZADOS ● Cofundador do Libertas Coletivo de Artes (2019) ○ Organização de exposições e publicação da Revista Libertas (2021-2022)○ Exposições notáveis: Mascararte , Natureza da Arte e A Arte pela Sustentabilidade (2020-2024)PRINCIPAIS RECONHECIMENTOS E IMPACTO CULTURAL ● Artista reconhecido como um dos cronistas visuais da cultura mineira● Integrante ativo do circuito de exposições e salões de arte no Brasil e exterior● Colaborador de grandes nomes da música brasileira, criando identidade visual para discos e espetáculos● Contribuição expressiva para a cena cultural mineira através de quadrinhos, literatura e cinema● Forte atuação na democratização da arte e na formação de novos talentos
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.