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O Colóquio Raça e Interseccionalidades é um festival protagonista que envolve ciência e cultura na América Latina. O foco está na linguagem-discurso-raça-interseccionalidade, contribuindo para aproximar a universidade, os movimentos sociais e a população do racismo e antirracismos, mostrando como a linguagem e o discurso são importantes neste ponto. Os produtos que compõem a proposta são: palestras, oficinas, rodas de conversa, lançamento de livros, apresentação de trabalhos e feira das quitandeiras. Neste espaço seguro, pretende-se reunir a comunidade negra e a sociedade de modo geral para tratar da importância da luta de antirracista na sociedade.
PROGRAMAÇÃO DO SEMINÁRIO19/05 – Terça-feira 8h às 16h: credenciamento 8h30 às 9h: Mesa de abertura com homenagens às pessoas negras em destaque na região 9h às 10h: Palestra de abertura: Democracia e Antirracismos na América Latina Palestrante: Prof. Valter Silvério (UFscar) 10h às 10h20: Café com cultura - Microfone aberto para recitais literários e improvisações musicais do público 10h30 às 13h: Grupos de Trabalho e Comunicações em Vídeo no Youtube 13h às 14h: almoço 14h às 17h: oficinas e comunicações em vídeo no Youtube 17h: Café com Cultura - Microfone aberto para recitais literários e improvisações musicais do público 18h às 19h30: mesa-redonda: Políticas de Ações Afirmativas, democracia e antirracismos Profa. Zélia Amador de Deus - UFPA e Prof. Adilson Pereira dos Santos – UFOP/ABPN 19h45 às 20h45: Apresentação artística: Hip-hop com Daniel Skova. Album Skinas 20/05 – Quarta-feira 8h às 16h: credenciamento 8h30 às 10h30: Grupos de Trabalho e Comunicações em Vídeo no Youtube 10h30 às 10h50: café com cultura - Microfone aberto para recitais literários e improvisações musicais do público 11h às 13h: mesa-redonda: A interseccionalidade entre raça e gênero para a democracia na América Latina Profa. Mara Viveros - Universidade Nacional da Colômbia e Profa. Nilma Lino Gomes - UFMG 13h às 14h: almoço 14h às 17h: Grupos de Trabalho e Comunicação em vídeo no youtube 17h: café com cultura. Apresentação teatral da peça Andei Procurando Carolina 18h às 19:30: mesa-redonda: A relevância do Movimentos sociais para a democracia e os antirracismos. Profa. Mariana Coelho – COMDECON-Franca e Profa. Anny Occoró Loango – AINALC 19:45 às 20:45: Apresentação Artística: Tem Rosa no Samba 21/05 – Quinta-feira 8h às 16h: credenciamento 8h30 às 10h30: Grupos de Trabalhos e Comunicações em vídeo no Youtube 10h30 às 11h: café com cultura - Microfone aberto para recitais literários e improvisações musicais do público 11h às 13h: exposição de pôsteres de estudantes/ lançamento de livros 13h às 14h: almoço 14h às 17h: Grupos de trabalho e Comunicação em vídeo no Youtube 17h às 17h20: café com cultura - Microfone aberto para recitais literários e improvisações musicais do público 18h às 20h: mesa-redonda: O ódio e o racismo que circulam nas redes: a hora do antirracismo Palestrante: Nina D’Hora - Instituto Nina D’Hora, Tarcizio Silva – UFABC e Luciana Barreto – EBC 22/05: Sexta-feira 8h às 15h: credenciamento 8h30 às 10h30: Grupos de Trabalho e Comunicação em vídeo no Youtube 10h30 às 11h: café com cultura - Microfone aberto para recitais literários e improvisações musicais do público 11h às 13h: Mesa-redonda: A importância do discurso para os antirracismos Profa. Kassandra Muniz - UFRPE, Profa. Danielle de Oliveira - UFBA e Prof. Gabriel Nascimento - UFRB 13h às 14h: almoço 14h às 17h: Grupos de Trabalho 17h: Apresentação artística Banda Peluk 18h às 19:30: mesa-redonda de encerramento: A arte como forma de luta contra o racismo e em prol da democracia APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS Daniel Skova – Album Skinas 1. ApresentaçãoArtista da Cultura Hip Hop desde os 90, atuante de forma independente na cidade de Franca através do Rap, da Poesia, Produções musicais, Teatro, oficinas dentre outras formas possíveis de arte e cultura, com foco em letras conscientes, crítica social e identidade sonora inspirada no boombap clássico dos anos 90, permitindo se experimentar e influenciar com batidas e timbres atuais. Formação do Show• Formação: 2 MCees + 1 DJ ( Possibilidade de participação especial de dançarinos de break) Tem Rosa no Samba O show“Tem Rosa no Samba”, idealizado pela sambista Marina Rosa, nasceu em Alfenas, sul de Minas Gerais, em 2017. Uma homenagem a sua avó, que foi cantora de rádio, e a sua mãe que cantava em igreja. Duas anciãs que a presentearam, também, com seu sobrenome, "Rosa". Honraria que Marinacarrega com muito orgulho. Formação do show: VozViolão Flauta TransversalSaxofonePandeiroSurdoPercussão de efeito Andei Procurando Carolina Apresentação do Projeto"Andei procurando Carolina" é uma obra teatral inspirada na trajetória de Carolina Maria de Jesus, que ilumina o percurso da escritora desde sua infância em Sacramento até sua luta e vivência na cidade de Franca. Em forma de monólogo com duração de 15 minutos, a peça mergulha na memória social, nas dores e nas resistências dessa mulher negra, intelectual e periférica, dando voz às suas experiências invisibilizadas. Peluk & Banda O objetivo do projeto "MPB - Música Preta Brasileira" da Banda Peluk é; trazer à tona o resgate musical da black music no Brasil, apresentando em ordem cronológica as músicas que marcaram os anos de ouro desse movimento musical. Formação do show:VocalistaGuitarristaBateristaBaixista MINICURSOSONLINE1 - O que a raça tem a ver com o internacional? Construindo itinerários afrodiaspóricos nos estudos de RI2 - Descolonizando os estudos decoloniais da linguagem3 - Milton Santos 1926–2026: trajetória, silenciamentos de um intelectual negro e caminhos da cidadania no Brasil4 - Antirracismo e o debate de gênero na LDBEN: proposições e reflexões5 - Ensino de Alemão em Perspectiva Decolonial: Raça, Interseccionalidades e Escrevivências no campo de DaF6 - Construções de saberes socialmente justos na análise/produção de materiais didáticos antirracistas7 - Epistemologia branca, escrita negra? escritas Zangadas como prática decolonial de escrita acadêmica8 - O cuidado em disputa: discursos, exploração e resistência de mulheres negras no capitalismo dependente9 - Entre o Quarto e a Sala: Carolina Maria de Jesus como prática de resistência e escrita antirracista10 - A Lei 10.639/03 e a produção de material educativo: caminhos possíveis para uma educação antirracista11 - Escrevivências de mulheres negras: a arte de narrar o vivido12 - Reflexões sobre raça, a partir da Análise de Discurso francesa, em textos de Marie-Anne Paveau13 - Cinemas negros em sala de aula: narrativas e práticas contracoloniais14 - MODOS INSURGENTES DE FAZER E PENSAR METODOLOGIAS DE PESQUISAS FEMININAS NEGRAS15 - NADA DE PARALISAR MINHA GENTE: FALAR DA MULHER-PRETA-PESQUISA É UM EXERCÍCIO ANTIRRACISTA!16 - Introdução ao “pardo-indígena”: identidade racial e vulnerabilidade social entre pardos amazônicos17 - “Nkyinkyim”, iniciativa, dinamismo e versatilidade no ensino de matemática em perspectiva afrocentrada18 - Plurilinguismo na Educação Básica: tecendo ressonâncias em múltiplas linguagens19 - Tecendo memórias escritas de si/nós – corpos pretos autores20 - Guerra, Crise Estrutural do Capital e a Ecopolítica21 - Diáspora Africana e Artes: histórico, conceitos e agência negra22 - Entre o cânone e a insurgência: práticas pedagógicas antirracistas e decoloniais na escola23 - A centralidade da raça nas miradas Interseccional, Feminista e Decolonial: branquitude e racismo no fazer pedagógico e acadêmico crítico24 - As Babalorixás e “iauôs”: fetichismo, apedrejamento e racismo religioso contra as mulheres de “santo” no Brasil PRESENCIAIS1 - Qual a sua raça/cor? Dispositivo de racialidade e as Comissões de Heteroidentificação no Brasil.2 - A Prática Docente Antirracista Pelos Elementos Do Jongo3 - Afrocentramento no ensino de idiomas: caminhos para práticas antirracistas em sala de aula4 - Racismo e Inteligência Artificial5 - Literatura Afro-Brasileira como mediadora para os conteúdos da Educação Física escolar6 - Surdez e Interseccionalidades: Um olhar sobra as diferenças na educação bilíngue de surdos7 - Racismo y antirracismo en médios8 - Minicurso de Escrita Criativa "Joselina da Silva"9 - Territórios clínicos: A saúde mental de mulheres negras, interseccionalidade e clínica ampliada10 - VCA e o enfrentamento ao racismo pela assertividade11 - Interseccionalidade no Ensino de Ciências: Raça e Gênero na Sala de Aula12 - Serviço Social e o “nó” entre raça, classe e gênero
Objetivo geral:O Festival do VI Colóquio Raça e Interseccionalidades visa abordar, debater e refletir sobre a articulação entre discursos, democracia, antirracismos e interseccionalidade, entendendo que o discurso é ação e produz efeitos por onde circula.Para isso, o festival une cultura e universidade, realizando, durante quatro dias de atividades e debates acadêmicos, um calendário de atividades culturais composto por música, teatro, gastronomia e artesanato.Objetivo geral: O Festival do VI Colóquio Raça e Interseccionalidades visa abordar, debater e refletir sobre a articulação entre discursos, democracia, antirracismos e interseccionalidade, entendendo que o discurso é ação e produz efeitos por onde circula. Para isso, o festival une cultura e universidade, realizando, durante quatro dias de atividades e debates acadêmicos, um calendário de atividades culturais composto por música, teatro, gastronomia e artesanato.Objetivos específicos- Realizar 36 minicursos, sendo 24 online e 12 minicursos presenciais sobre a temática do evento com profissionais variados;- Fazer discussão sobre o antirracismo e a democracia em formato de 05 mesas-redondas com pessoas convidadas;- Organizar e realizar 04 dias da feira das quitandeiras para que mulheres negras possam expor seus produtos (durante todo o evento);- Promover 04 apresentações artísticas para conscientizar a população da importância do discurso, antirracismo e democracia;- Realizar 02 palestras (1 na abertura e outra no encerramento)para promover a aprendizagem e conscientização da luta antirracista.- Realizar 01 oficina cultural de bonecas abayomi com o protagonismo das expositoras da Feira das Quitandeiras
O Festival Cultural: VI Colóquio Raça e Interseccionalidades é um projeto que irá celebrar e difundir diversas formas de manifestações artísticas e culturais afro-brasileiras, unindo fazedores de cultura à pesquisadores da temática antirracista. Sendo assim, o principal produto do projeto é a IV edição do Colóquio Raça e Interseccionalidades, que, embora já tenha se desenvolvido em anos anteriores com participação artistas, feiras e exposições, traz para o ano de 2026 um enfoque especial nas ações culturais como mediadoras entre a pesquisa e a sociedade. Trata-se de um projeto que, segundo o Artigo 1 da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, tem o potencial de: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;" bem como "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". O Projeto atende ainda ao parágrafo IV do Artigo 3 desta lei, a saber, o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Desta forma, está inscrito na área Patrimônio Cultural, no seguimento Ações de educação patrimonial, correspondendo, desta forma ao Artigo 18 da supracitada lei.A Portaria MCTI No 6.998, de 10 de maio de 2023, eixo 4, item VI - valorização e apoio às populações historicamente sub-representadas no Sistema Nacional de Ciência, Tencologia e Inovação - aborda de um aspecto relevante para o festival VI Colóquio Raça e Interseccionalidade que é tratar de temas caros para as populações negras e indígenas, já que elas são minorias nos espaços científicos, tecnológicos e culturais. Para além disso, considerando que estamos na Segunda Década Internacional de Afrodescendentes, 1 de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2034, cuja temática é "Pessoas Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento", observa-se cada vez mais a necessidade de trabalhar na sociedade, das formas mais variadas, o antirracismo para O Festival Cultural: VI Colóquio Raça e Interseccionalidades é um projeto que irá celebrar e difundir diversas formas de manifestações artísticas e culturais afro-brasileiras, unindo fazedores de cultura à pesquisadores da temática antirracista. Sendo assim, o principal produto do projeto é a IV edição do Colóquio Raça e Interseccionalidades, que, embora já tenha se desenvolvido em anos anteriores com participação artistas, feiras e exposições, traz para o ano de 2026 um enfoque especial nas ações culturais como mediadoras entre a pesquisa e a sociedade. Trata-se de um projeto que, segundo o Artigo 1 da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, tem o potencial de: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;" bem como "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". O Projeto atende ainda ao parágrafo IV do Artigo 3 desta lei, a saber, o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Desta forma, está inscrito na área Patrimônio Cultural, no seguimento Ações de educação patrimonial, correspondendo, desta forma ao Artigo 18 da supracitada lei. A Portaria MCTI No 6.998, de 10 de maio de 2023, eixo 4, item VI - valorização e apoio às populações historicamente sub-representadas no Sistema Nacional de Ciência, Tencologia e Inovação - aborda de um aspecto relevante para o festival VI Colóquio Raça e Interseccionalidade que é tratar de temas caros para as populações negras e indígenas, já que elas são minorias nos espaços científicos, tecnológicos e culturais. Para além disso, considerando que estamos na Segunda Década Internacional de Afrodescendentes, 1 de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2034, cuja temática é "Pessoas Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento", observa-se cada vez mais a necessidade de trabalhar na sociedade, das formas mais variadas, o antirracismo para um país democrático. Esse antirracismo também está ancorado no que as pessoas dizem, ou seja, nos discursos. Sendo assim, compreender que ao falar, escrever, gesticular, olhar, ou seja, usar a linguagem, as pessoas podem ferir, machucar umas as outras, mas também curar outras e colocar em circulação narrativas e histórias sobre as pessoas negras. Tais aspectos são fundamentais para a democracia.Neste sentido, esse festival torna-se importante, pois ele coloca em contato os conhecimentos e os saberes produzidos pela intelectualidade negra, movimentos sociais e coletivos negros mobilizando a sociedade a compreender e lutar pela antirracismo e a democracia, tensionando os discursos de ódio e contemplando discursos mais potentes e amorosos sobre uma parcela considerável da sociedade.
Serão desenvolvidos os seguintes produtos: - Anais para publicação de trabalhos: serão publicados resumos expandidos de estudantes que apresentarão seus trabalhos em uma revista gratuita e disponibilizada on-line no site do evento.Estrutura do Resumo Expandido- Título: Centralizado, em caixa alta (letras maiúsculas), sem negrito.- Palavras-chave: De 3 a 5, separadas por ponto e vírgula, com iniciais minúsculas (exceto nomes próprios).- Introdução: - Contextualização do tema - Problema de pesquisa - Objetivo geral e específicos - Justificativa da pesquisa- Metodologia: - Tipo de pesquisa (qualitativa, quantitativa, bibliográfica etc.) - Técnicas e instrumentos utilizados- Resultados: - Apresentação dos dados obtidos - Pode incluir gráficos, tabelas e citações relevantes- Conclusão: - Principais descobertas - Contribuições para a área - Escrita com verbos no presente do indicativo- Referências: - Apenas as citadas no texto - Seguir normas da ABNT (NBR 6023)Normas de Formatação- Fonte: Times New Roman, tamanho 12- Espaçamento: Simples- Alinhamento: Justificado- Margens: 2,5 cm em todos os lados- Extensão: 1200 palavras (ou conforme exigência do evento)- Citações: - Curtas: no corpo do texto, entre aspas - Longas (mais de 3 linhas): com recuo de 4 cm, fonte menor, sem aspas
O projeto busca acomodar necessidades de acessibilidade física e de compreensão de conteúdo, bem como acessibilidade atitudinal, de acordo com o Artigo 44 da Instrução Normativa nº23, a fim de que todas as pessoas participantes presentes ou remotas tenham seus direitos respeitados e suas singularidades contempladas da melhor forma possível.Providências para acessibilidade física:O Campus de Franca da UNESP – local onde será realizado o Festival – está equipado com os seguintes recursos para pessoas com dificuldades visuais e de locomoção:• Rampas de acesso,• Piso Tátil,• Cabines de banheiro acessíveis para cadeirantes,• Vagas de estacionamento reservadas para a Pessoa com Deficiência,• Orientação para que palestrantes iniciem suas apresentações com uma auto descrição,• Designação de pessoas da equipe para auxiliar locomoções que mesmo assim se façam necessárias.Providências para acessibilidade de conteúdo:Este projeto prevê contratação de profissionais e serviços para contemplar necessidades de acesso ao conteúdo do evento:• Tradutores de LIBRAS para as mesas redondas, palestras e minicursos,• Legendas automáticas nas transmissões online das atividades,• Recursos para baixa visão aplicados aos elementos digitais do projeto, como aplicativo de adaptação de contraste e leitor de tela, • Utilização da #pracegover nos posts de mídias sociais que contenham informações em imagens e fotografias.Providências para acessibilidade atitudinalO projeto prevê treinamento de seus monitores e voluntários relacionado a acessibilidade comportamental pra que as pessoas participantes do evento, desde convidados a prestadores de serviço e palestrantes em geral possam usufruir plenamente de seus direitos ao acesso às atividades e informações oferecidas. Dentre as orientações que serão oferecidas, destacam-se:• Linguagem descomplicada e empática no fornecimento de orientações e procedimentos, • Atitude cortês e inclusiva a todos os participantes, independente de características como idade, gênero, vestuário, vocabulário, entre outros,• Reconhecimento de sinalização referente a pessoas no espectro do autismo, desde crachás, pins, cordões até a autodeclaração verbal ou escrita da condição.
O festival será todo transmitido gratuitamente on-line visando a inclusão de pessoas de toda América Latina. Além disso, o conteúdo gravado poderá ser acessado por professores da educação básica futuramente. As palestras e mesas redondas do seminário têm capacidade para 400 pessoas por dia. O ingresso para a programação é totalmente gratuito, apenas serão cobradas taxas das pessoas que forem apresentar seus trabalhos (essa parte da programação não está incluída neste projeto), cerca de 200 pessoas. Não serão cobradas entradas de estudantes da Educação Básica, graduação e nem para integrantes de coletivos de movimento negro, coletivo de mulheres negras, juventude negra.Os 36 minicursos oferecidos durante o seminário serão gratuitos, tendo capacidade para 50 alunos em cada atividade.As duas oficinas de gastronomia serão gratuitas, com capacidade para 10 alunos em cada atividade.A Feira das Quitandeiras terá acesso gratuito durante os 04 dias do evento, com capacidade de público de até 300 pessoas por dia.As quatro atrações culturais, a saber 03 apresentações musicais e 01 apresentação teatral, serão abertas gratuitamente ao público.
PRODUÇÃOFunção: Coordenadora geral do eventoNome: Glenda Cristina Valim de MeloMini-currículo:Professora Permanente do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Departamento de Letras anglo-germânicas na mesma instituição. Foi, também, vice-presidenta da ALAB, na qual atuou, especialmente, na comunicação, mídias e articulação de políticas científicas. Fez parte ainda da Diretoria da Associação de Investigadores(as) Afrolatino-americanos(as) e Caribenhos(as) - AINALC, de 2018 a 2024, de forma voluntária. Tem vasta experiência na organização de eventos nacionais e/ou internacionais. É a idealizadora do Colóquio Raça e Interseccionalidade que está na sua sexta ediçãoFunção: Produtora ExecutivaNome: Heidi CostaMini-currículo: Doutoranda em Memória Social (PPGMS-Unirio)Produtora cultural desde 2012, desenvolvendo materiais didáticos, produzindo eventos culturais e pedagógicos, exposições, jogos, documentários e web-series.Pesquisadora para criação e elaboração de conteúdo.Desde 2020 produzindo produtos técnicos culturais e educativos para pesquisas acadêmicas. Função: Coordenadora da Comissão local (Participação voluntária)Nome: Regina LaisnerMini-currículo: Professora assistente doutor da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP/Campus de Franca, atuando no curso de graduação em Relações Internacionais, no Programa de Pós Graduação em Direito, na linha Cidadania Social e Econômica e Sistemas Normativos e como co-coordenadora do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas "Elza de Andrade Oliveira" (NEPPs). Função: Coordenadora Local do evento (Participação voluntária)Nome: Rosicler Lemos da SilvaMini- currículo: Professora do departamento de Serviço Social da Unesp/Franca. Coordenadora do NUPE/Franca e do GT Luana Barbosa. Coordenadora de Graduação na ABEPSS Sul II. Vice-coordenadora do Núcleo de Estágio em Serviço Social. Função: Coordenadora da Comissão Cultural e artística Nome: Maristela Botelho França Mini- currículo: Professora universitária (UNIRIO), doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (PUC- SP) Professora no curso de pós graduação em Ecoturismo e Conservação (PPGEC - UNIRIO) com pesquisa relacionada a Arte Popular, Turismo de base comunitária e sustentabilidade. É membro do Grupo de Pesquisa PRINT/ CNPq.Função: Coordenador da Plataforma de Submissão (Participação voluntária)Nome: Anderson Andrade da Silva Marques Mini- currículo: Doutorando do Programa Pós-graduação em Memória Social da UNIRIO, mestre no mesmo programa e licenciado em Letras Português/Literaturas, trabalha com performatividade, memória política e construção de identidades. Está na organização do Colóquio Raça e Interseccionalidade desde sua terceira edição.Função: Coordenadora da secretaria (Participação voluntária)Nome: Thais Regina Santos Borges (Participação voluntária)Mini- currículo: Docente DPTD/UNIRIO e PDJ-CNPq pelo PIPGLA/UFRJ, trabalha com questões de raça e linguagem, em contextos diversos. Está na organização do Colóquio Raça e Interseccionalidade desde sua quarta edição.Função: Apoio técnico na secretaria (Participação voluntária)Nome: Caroline da Costa Silva Mini- currículo:Mestre e doutoranda pelo Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada, trabalha com questões raciais, linguagem e afeto. Está na organização do Colóquio Raça e Interseccionalidade desde sua quinta edição.Função: Apoio técnico da secretaria (Participação voluntária)Nome: Clara Camargo da SilvaMini-currículo: Aluna da UFRJ, cursa licenciatura em letras: português/inglês COMUNICAÇÃOFunção: Coordenadora da mídia (Participação voluntária)Nome: Marnie Marques da FonsecaMini- currículo: Publicitária com especialização em Tecnologias Digitais Aplicadas ao Ensino (IFRJ), servidora pública do município de Armação dos Búzios/RJ, atuo na Escola Municipal Quilombola Professora Lydia Sherman como Agente de Secretaria e coordenadora de projetos e mídias.Função: Coordenadora da mídia (Participação voluntária)Nome: Bárbara Oliveira RosaMini- currículo: professora da UFTM, trabalha no departamento de Serviço Social, com questões de gênero, raça e classe. Função: Designer Digital / Gráfico Nome: Gabriel Longo NevesMini - currículo: Bacharel em Design Gráfico pela Universidade de Franca. COMISSÕESFunção: Apoio técnico na comissão de cultura (Participação voluntária)Nome: Carlos Eduardo da Silva Mini- currículo: Arte educador B.boy , MC. membro da True School Crew de Hip Hop fundada em 1997 na cidade de Franca. Atualmente é Coordenador do Programa de Proteção Social Assistida para crianças , adolescentes jovens e suas famílias .(PPSA) Conselheiro do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de São Paulo. (CPDCN).Função: integrante da Comissão de Tradução (Participação voluntária)Carolina Silva CamposMini- currículo: Procuradora Municipal, advogada e Professora na Unifafibe. Doutoranda em Direito pela Unesp/Franca. Mestra, Pós-graduada em Direito Tributário e graduada em Direito pela Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP).Função: Coordenadora da Comissão Acadêmica (Participação voluntária)Nome: Luciana Cristina Furtado FontesMini- currículo: Advogada, professora universitária (UNILAGO - SJ Rio Preto), mestranda no programa de pós graduação em Direito da Unesp de Franca, com pesquisa relacionada à Política Nacional de Cuidados. É membro do NEPPs – Núcleo de Estudos de Políticas Públicas “Elza de Andrade Oliveira”, vinculado à Unesp de Franca, e do Grupo de Pesquisa CNPq em Direitos Humanos, Educação e Diversidades (DiHEDi).Função: Membra da Comissão Acadêmica e da Monitoria (Participação voluntária)Nome: Jaqueline Silva AyelloMini- currículo:Assistente Social. Mestranda em Serviço Social pelo Programa de Pós Graduação em Serviço Social da FCHS UNESP Franca. É membra do Educaxé, NUPE Franca, GT Luana Barbosa e do Coletivo AKILOMBAR. Função: Membra da comissão acadêmica (Participação voluntária)Nome: Larissa Vitória Cassiano BentoMini currículo:Assistente Social - servidora HC/UE e membra do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (Nepps). PALESTRANTESFunção: Palestrante na mesa A interseccionalidade entre raça e gênero para a democracia na América Latina.Nome: Nilma Lino GomesMini-currículo: Ex-ministra da igualdade racial no governo Dilma e professora emérita da Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. Criou o conceito de Movimento Negro educador e tem atuado tanto no campo político como acadêmico. Função: Palestrante na mesa A interseccionalidade entre raça e gênero para a democracia na América Latina.Nome: Mara Viveros:Mini-currículo: Professora e ativista colombiana. Ela trabalha na Universidade Nacional da Colômbia e estuda raça e gênero. Traduziu a obra de Aimé Cesáire para o Espanhol. Função: Palestrante na palestra de abertura do evento.Nome: Valter SilvérioMini Currículo:Professor de Sociologia aposentado da Universidade Federal de São Carlos, mas continua ativo na pós-graduação. Coordenou a tradução para o português sobre da Enciclopédia História da África. Função: Palestrante na mesa Políticas de Ações Afirmativas.Nome: Zélia Amador de Deus: Mini currículo:Mulher quilombola de Mangueiras no Pará. É professora emérita de Letras aposentada da Universidade Federal do Pará, atriz e diretoria de teatro. É uma das fundadoras do Centro de estudos do negro do Pará. Função: Palestrante na mesa Políticas de Ações Afirmativas.Nome: Adilson Pereira dos Santos: Mini-currículo: Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as. Especialista em políticas de ações afirmativas e professor da Universidade Federal do Ouro Preto
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