Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 259732Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mesa Para Dois

Diego de Oliveira e Silva
Solicitado
R$ 198,8 mil
Aprovado
R$ 198,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2027-03-02
Término
2027-11-02
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto "Mesa Para Dois" é a montagem e temporada gratuita de uma obra teatral inédita e autoral, com as seguintes ações do projeto: 01 leitura dramática, 01 ensaio aberto e roda de conversa na estreia do espetáculo. O projeto prevê as seguinte proposta de contrapartida sociail: oficina _ "Corpo e Palavra: Teatro do Afeto".

Sinopse

Mesa Para Dois é a montagem e apresentação de uma obra teatral inédita e autoral que propõe reflexões sobre o direito ao amor nas relações homoafetivas, contribuindo com movimentos que visam desmistificar a homossexualidade como algo trágico, marginal ou estereotipado. O projeto integra o setor artístico-cultural das artes cênicas, no subsetor teatro, com foco na criação de uma dramaturgia que dialoga com as vivências LGBTQIAPN+, propondo novos olhares sobre o afeto, a memória e a resistência.O espetáculo será ambientado em um bar na Vila Dias, região periférica de Santa Tereza, em Belo Horizonte, e tem como referência o texto "O Banquete", de Platão, principalmente o mito de Aristófanes e o discurso de Sócrates sobre o amor. Na trama, Neném (Diego) espera os amigos para comemorar seus 43 anos no bar de Ronny, amigo de longa data. Durante a espera dos convidados que nunca aparecem, os dois se enveredam por lugares nostálgicos que os direcionam para o tema amor. O diálogo franco, as confissões e os tristes boleros despertam gatilhos que revelam memórias, traumas e histórias dos atores que se confundem com as das personagens. A dramaturgia será construída de forma colaborativa entre dramaturgo e elenco, a partir de elementos documentais e experiências pessoais, fundamentando-se em autores como Caio Fernando Abreu, Judith Butler, Zygmunt Bauman, Renan Quinalha, entre outros. A encenação se estrutura com base no teatro épico, renunciando à ilusão cênica e provocando o estranhamento por meio da "quebra" da quarta parede, da partitura corporal, da coreografia e do "gesto". Nesse contexto, a utilização de elementos simbólicos no espetáculo não tem o propósito de sensibilizar a plateia, de modo que esta não se projete nas dores das personagens, mas, sim, analise o processo social que levou os indivíduos a desenvolverem traumas, ampliando o olhar crítico e reflexivo acerca de preconceitos e da opressão contra a diversidade. Por outro lado, haverá momentos de alívio cômico e de festejo, afinal, a alegria é algo primordial na vida de pessoas LGBTs, como propõe Caetano Veloso: “Respeito muito minhas lágrimas, mas ainda mais minha risada.” Entendemos que festejar a vida é também nossa forma de resistir e de nos fortalecer diante das violências sociais.A proposta prevê a realização das seguintes ações e atividades:01 leitura dramática com roda de conversa (na fase de pré-produção e escrita da dramaturgia);01 ensaio aberto com debate, durante a fase de ensaios e produção;04 apresentações teatrais presenciais e gratuitas, com o objetivo de ocupar um espaço não convencional (um bar na Vila Dias), promovendo o acesso democrático à arte;Desenvolvimento de cenário, iluminação e figurino integrados, concebendo uma ambiência que ressignifica o "Simpósio platônico" para o contexto periférico mineiro;Experimentação de tecnologias imersivas, como som espacializado surround e trilha quadrifônica, aproximando o público da ambientação de boteco com sons reais e afetivos;Trilha sonora composta por referências da música popular brasileira (Maysa, Ângela Maria, Clara Nunes, Elis Regina, Gal Costa) e gêneros como bolero, samba e pop.A realização do projeto está prevista para ocorrer em Belo Horizonte, no primeiro semestre de 2027, com foco em promover a acessibilidade à arte na periferia e estimular o debate sobre diversidade e direitos humanos. A escolha da Vila Dias se dá, também, porque o território periférico da zona leste é o lugar que o ator Ronny Stevens vive desde sua infância e que Diego Oliveira morou durante os vinte anos que residiu em Belo Horizonte. A observação do cotidiano, das relações sociais e das lutas diárias, influenciou a construção artística e subjetiva dos dois atores.Mesa Para Dois é, portanto, uma iniciativa que une arte, afeto, memória e ativismo, fortalecendo vozes marginalizadas e propondo uma reflexão urgente e sensível sobre o amor, o respeito e a existência LGBTQIA+ em territórios historicamente “minorizados”.

Objetivos

Objetivo Geral: Produzir uma obra de teatro inédita e autoral que propõe reflexões sobre o direito ao amor nas relações homoafetivas, contribuindo com movimentos que visam desmistificar a homossexualidade como algo trágico, marginal ou estereotipado. O projeto integra o setor artístico-cultural das artes cênicas, no subsetor teatro, com foco na criação de uma dramaturgia que dialoga com as vivências LGBTQIAPN+, propondo novos olhares sobre o afeto, a memória e a resistência. Objetivo Específico:Objetivo especifico:Montagem do espetáculo Mesa Para Dois (produto principal);08 meses de execução das ações do projeto;Temporada com 04 apresentações em um bar, na vila dias, região periférica da cidade de belo horizonte;Contrapartida Social: oficina _ "Corpo e Palavra: Teatro do Afeto".

Justificativa

A presente proposta "Mesa Para Dois" recorre ao apoio da Lei Federal de Incentivo à cultura por ser esta a melhor possibilidade de viabilização econômica da produção, e por acreditarmos que tanto o Objetivo Geral quanto o Objetivo Específico estão de acordo com as premissas da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991 no que tange à importância da difusão da obra artística de relevância cultural. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: Ver tópico (524 documentos) I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Ainda a título de justificativa para expor a importância do projeto destacamos:Ao longo dos séculos, as histórias referentes ao amor fizeram parte do imaginário da vida das pessoas. Desde textos bíblicos até o clássico final trágico de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, esse tema inspirou poemas, contos, filmes, novelas e tantas outras obras que ultrapassaram gerações, ditando costumes, modos de vida e fortalecendo estruturas de pensamento hegemônico. Porém, durante muito tempo, as relações afetivas entre pessoas LGBTQIAPN+ foram apagadas por essas narrativas. Não obstante, quando se começou a pensar em inserir esse grupo na literatura, no teatro e no cinema — como aqui no Brasil, por exemplo, com o romance Bom-Crioulo (1895), de Adolfo Caminha —, as histórias foram contadas, com algumas exceções, sempre a partir da ótica heteronormativa e homofóbica. Construíram-se, assim, apenas possibilidades de existência que deviam viver em silêncio, escondidas, beijando e fazendo amor no escuro, morrendo, destruindo casamentos ou sendo abandonadas pela família e pelos amigos. Durante muito tempo, a cultura do patriarcado inventou um mundo onde o amor homoafetivo não era possível.Por séculos, acusados de pecadores nas Igrejas, de doentes nos hospitais e manicômios, de criminosos no sistema penal e prisional, de ameaçadores à ordem pública e aos bons costumes pelos poderes estatais, LGBTI+ foram permanentemente atravessados pelos discursos e práticas de controle político e sexual de suas subjetividades (QUINALHA, 2023, pg. 34).Na atualidade, grupos de teatro, escritores, poetas, ativistas, entre outros, estão lutando para mudar essa realidade. No entanto, sabemos que ainda há muitos enfrentamentos a serem feitos para que nossas histórias se tornem visíveis e respeitadas, em razão de séculos de apagamentos e distorções de nossas vivências. Dessa forma, a aprovação deste projeto é necessária para reparar esses silenciamentos históricos, dando voz e visibilidade a novas histórias e construindo outras referências de amor, resistência e pertencimento. Além disso, contamos com uma equipe artística experiente e engajada, parcerias locais e um contexto social que demanda, com urgência, iniciativas voltadas ao fortalecimento da diversidade e da liberdade de expressão.O histórico dos idealizadores _ Ronny Stevens e Diego Oliveira _ é marcado por uma longa trajetória de colaboração e protagonismo em iniciativas culturais de destaque, como a Namarra Cultural e a Cia Lupercus de Teatro. Com mais de 20 anos de atuação conjunta, eles construíram não apenas uma parceria artística sólida, mas também um compromisso político de utilizar a arte como ferramenta de transformação social. Essa trajetória de colaboração artística e amizade foi construída não apenas nos palcos, mas também em espaços cotidianos, como ruas, ônibus e mesas de bar, onde conversas profundas sobre suas relações homoafetivas e enfrentamentos ao preconceito enriqueceram seus diálogos e fortaleceram seus vínculos.Em 2020, os dois apresentaram a ideia do espetáculo para o escritor Leandro Aguiar, dando início aos primeiros experimentos na escrita da dramaturgia. Contudo, por limitações financeiras, seguiram se dedicando a projetos paralelos, o que adiou a produção de um trabalho autoral. Nesse período, Diego mudou-se para São Paulo em busca de melhores oportunidades profissionais. Apesar da distância geográfica, a parceria entre eles persistiu, resultando em colaborações esporádicas e mantendo vivo o desejo de criação conjunta. As trocas e reflexões continuaram a acontecer, mesmo à distância, alimentando ainda mais a urgência artística e pessoal de conceber uma obra que expressasse suas vozes, experiências e visões de mundo. Esse impulso se intensificou diante do atual cenário político, em que pautas conservadoras ameaçam restringir ou suprimir os direitos da comunidade LGBTQIA+. Assim, a criação deste trabalho surge como um gesto de resistência, de afirmação de identidade e de celebração da potência transformadora da arte.Ademais, a atuação do proponente Ronny Stevens, aliada à cofundação da Companhia Toda Deseo, reafirma seu compromisso com a inclusão e a visibilidade das questões de gênero e sexualidade. Sua trajetória é marcada por uma presença significativa em festivais de renome, como a Mostra Oficial de Teatro de Curitiba, o Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte, Virada Cultural de São Paulo e Bienal Sesc de Dança, evidenciando sua relevância e reconhecimento no cenário cultural brasileiro.Esse novo projeto dá continuidade a esse percurso, reunindo artistas como Hudson Muniz, Victor Pedrosa, Istéfani Pontes, Ana Cecília, Juliana Costa, Sophia Alberti, Vinicius Alves e Leandro Aguiar, o que amplia ainda mais a força criativa e a diversidade do grupo envolvido.Nesse contexto, Mesa para Dois surge como uma resposta potente aos discursos de ódio e aos retrocessos sociais, tendo como diferencial a abordagem afirmativa e sensível do amor LGBTQIA+. Ao invés de reforçar narrativas centradas no sofrimento e na exclusão, o espetáculo propõe uma nova perspectiva, que celebra afetos e vivências diversas.Além disso, o projeto busca ocupar afetivamente os espaços públicos e não convencionais, dialogando diretamente com a realidade das periferias — territórios onde muitos corpos e histórias LGBTQIAPN+ ainda são silenciados ou violentados. Assim, trata-se de uma iniciativa que entrelaça arte, política e cotidiano, profundamente conectada às trajetórias dos artistas envolvidos e às comunidades que almejam alcançar."Mesa para Dois" é, portanto, um ato de resistência, de visibilidade e de amor. Um projeto que reafirma o teatro como lugar de encontro, transformação e democratização cultural, sobretudo para aqueles que, historicamente, foram "minorizados," mas que hoje reivindicam seu direito de existir, amar e de ser plenamente.

Estratégia de execução

Link de textos de referência, ideia de cenário, refância de luz e figurino. https://drive.google.com/drive/folders/1w-3ioXXc48dyvrjaVM6s82wwSu2TDeS-?usp=sharing

Especificação técnica

O produto é o espetáculo teatral "Mesa para Dois", proposto pelos artistas Diego Oliveira e Ronny Stevens, dramaturgia será construída de forma colaborativa entre dramaturgo Leandro Aguiar e elenco, direção de Hudson Muniz. A duração do espetáculo é de aproximadamente 90 minutos. Serão realizadas 04 apresentações em um bar na Vila Dias, região periférica de Santa Tereza, em Belo Horizonte. O projeto conta com as medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atidudinal. O espetáculo é voltado para público de todas as classes sociais.Será realizado 01 leitura dramática com roda de conversa (na fase de pré-produção e escrita da dramaturgia);Será realizado 01 ensaio aberto com debate, durante a fase de ensaios e produção;Será realizado 04 apresentações teatrais presenciais e gratuitas, com o objetivo de ocupar um espaço não convencional (um bar na Vila Dias), promovendo o acesso democrático à arte;Será realizada 1 sessão do espetáculo com Tradução Libras. Será realizada 1 uma leitura dramática com tradução Libras.Será realizada uma live no instagram durante a apresentação da leitura dramática.Classificação Indicativa - 16 anos.

Acessibilidade

O projeto propõe as seguintes ações de acessibilidade:Acessibilidade Arquitetônica: Durante a temporada de estreia do espetáculo iremos proporcionar medidas de acessibilidade arquitetônica à pessoas com deficiencia, tais como: Vaga para cadeirantes, assentos reservados para pessoas obesas; o local de apresentação possui rampas, corrimão e guarda corpos; Iremos alugar um baneiro químico ambientado para PCDs; iluminação adequada, orientando as pessoas ao lugar da apresentação. O local de apresentação será próximo à estação de metrô, beneficiando o acesso. Acessibilidade comunicacional:O projeto contará com intérprete de libras na fase de pesquisa ( leitura dramática) e na estreia do espetáculo, contemplando a comunidade surda.Acessibilidade atitudinal:Contrataremos uma profissional PCD (Pessoa com Deficiência) para atuar na assistência de produção durante as apresentações.

Democratização do acesso

O projeto promoverá a democratização do acesso através das seguintes ações:a) Ingressos gratuitos: Serão disponibilizados ingressos gratuitos para o público em geral;Seção IIIDa Ampliação do AcessoArt. 24 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): b) Leitura dramática gratuita.II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;Como uma forma complementar de envolvimento do público, será realizada uma leitura dramática do texto do espetáculo. Essa leitura será aberta ao público e ocorrerá tanto presencialmente quanto em formato de transmissão online. A leitura dramática será realizada em espaço alternativo e não tradicionais, garantindo o acesso de comunidades que não têm o hábito de frequentar teatros ou espaços culturais mais formais. c) Ensaio Aberto Gratuito a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;Uma das ações mais significativas será a realização de ensaio aberto, em que a comunidade poderá assistir ao processo de construção das apresentações. Esse momento será uma oportunidade para o público se aproximar da produção artística e compreender o trabalho por trás das performances, ampliando a educação cultural e fortalecendo o vínculo entre o público e os artistas.

Ficha técnica

DIEGO OLIVEIRA - PROPONENTE/ ATOR / PRODUTOR GERAL Ator, diretor, cineasta independente e arte educador. Palestrante na Reunião LGBTQIAPN+ Violência e Invisibilidade, realizado pela RESAPA (Rede Socioassistencial Perus e Anhanguera) – São Paulo 2024. Concluiu o curso Livre Dramaturgia pluriversal 1 – narrativas LGBT+ Escola Itaú Cultural 2024.Técnico em Processos Teatrais Senac - Lapa Scipião - São Paulo/SP (2024). Atuou no espetáculo “Encruzilhadas” dr. Alberto Cecconi, São Paulo – 2023. Ator do espetáculo “Alma boa do Sertão”: Uma adaptação do texto “Alma Boa de Setsuan” de Bertolt Brecht, dr. Beto Marcondes, São Paulo, 2023, Leitura Dramática: Corinthians, meu amor – Segundo Brava Companhia- Uma homenagem ao Teatro Popular União e Olho Vivo, dr. Gleiziane Pinheiro, São Paulo, 2022. Aluno especial na Pós-graduação da Unesp, matéria Voz e Performance na Cena Contemporânea 2022. Ator no Projeto Flâneur, performance realizada pelo laboratório de experimentação e criação em dança da Escola Livre de Artes no segundo semestre de 2020, BH/MG. Diretor do “videoperformance” Corpos Plurais. Projeto aprovado no edital nº14 da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, com base no inciso III da Lei Federal nº 14.017 de 29 de junho de 2020 (Lei Aldir Blanc). Ator no curta experimental “A Verdade Não Rima". Direção: Léo Oliveira – Faculdade Paulista de Artes – São Paulo – (2020). Ator na CIA. Lupercus de teatro – BH – 2003 a 2013. PRINCIPAIS PARTICIPANTES DO PROJETORONNY STEVENS - ATOR/COCRIADOR DO PROJETO - PRODUTOR EXECUTIVORonny Stevens é multiartista na cidade de belo horizonte desde 2002. dentre seus ofícios destacam-se os trabalhos como ator, diretor, coreógrafo, pesquisador, performer e produtor. formou-se tecnicamente pelo teatro universitário da UFMG (3013). atuou na cia Lupercus de 2022 a 2013. foi fundador e integrante da companhia de teatro toda Deseo de 2013/2023, conhecida por abordar questões relacionadas às identidades e diferenças, com ênfase no universo LGBTQI++, recebendo o prêmio “direitos humanos e cidadania LGBT/2015”. entre os principais trabalhos destacam-se: "trilogia de traumas" (2023), "intoxicada" (2021), “nossa senhora da luz” - festival de Curitiba mostra oficial (maio/ abril 2017) e a performance "corpos que não importam” (2015). atuou e dirigiu o "campeonato Interdrag de Gaymada" na virada cultural de são Paulo (2018 ); prêmio BDMG cultural- circulação vale do Jequitinhonha e norte de minas (maio 2018); 13º FIT-BH festival internacional de teatro, palco & rua de belo horizonte (maio 2016). LEANDRO AGUIAR - DRAMATURGORepórter e roteirista freelancer com perfis, roteiros, reportagens e ensaios publicadas na revista piauí, rádio Novelo, Folha de S.Paulo, UOL, BBC Brasil, Le Monde Diplomatique, revista Cult, jornal Rascunho, Brasil de Fato e outros veículos de mídia. Mestre pela Universidade Federal Fluminense e doutor em Comunicação pela Universidade de Brasília. HUDSON MUNIZ - DIRETOR ARTÍSTICOEstudou teatro nos cursos livres do Atelier de Artes Integradas (Itabirito/MG) entre os anos de 2007 a 2011. Membro fundador da Cia. Teatral Dona Maria Fulô em 2008, grupo ativo com 16 anos de história. Em 2013 concluiu o curso técnico de ator pelo Teatro Universitário da UFMG. Entre 2016 e 2024 cursou a graduação em Composição Coreográfica com habilitação em Expressão Corporal na Universidad Nacional de las Artes(Argentina); Participou do coletivo SPRANGE, em Buenos Aires criando e dirigindo performances em conjunto. Em 2024,retornou ao Atelier de Artes Integradas de Itabirito como professor de teatro, dirigindo os espetáculos“Os Saltimbancos” e “Flicts”. Dirigiu os vídeos-dança “Barreira” e “Uma escada para o Nada”. Dirigiu de forma coletiva os últimos trabalhos da Cia. Teatral Dona Maria Fulô: “Piquenique no Front”, “Colecionando histórias” e “Travessia”.VICTOR PEDROSA - ASSISTENTE DE DIREÇÃO/ PREPARADOR CORPORALVictor Pedrosa é bailarino e ator formado pelo Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (2013) e pela PUC-Minas (2011). Atuou no Ballet Jovem Minas Gerais (2014-2015) e no Coletivo Toda Deseo, com a performance "Gaymada". Em 2016, mudou-se para Buenos Aires, onde cursou Dança-Teatro na Universidad Nacional de las Artes e integrou a companhia de dança da UNA. Trabalhou em projetos voltados para crianças em situação vulnerável e foi intérprete e professor em Belo Horizonte. Também é instrutor de Pilates formado pela Pilates Method Alliance-PMA.ISTÉFANI PONTES - ILIMINAÇÃO/ PREPARADOR VOCALNos seus mais de 13 anos atuando como artista e iluminadora na cena teatral belorizontina, pode-se listar os projetos de luz - dança e teatro - para os espetáculos: “Piquenique no Front” (2024) da companhia de Teatro Maria do Fulô; “Maria Vermelha” (2024) de Bel Souza com Direção de Rosa Antuña; “Angelina” (2023) atuação e direção Rosa Antuña; Festival Cantos de Beagá 1º e 2º edição (2021); Espetáculo “Espera” (2020) de Rosa Antuña e da Cia Mário Nascimento; Show do Rapper Lincoln - Lançamento do álbum Moss(2020); “O quarto de Romeu” (El cuarto de Romeo) Brasil-Argentina (2017); o espetáculo premiado “Rua das Camélias” (BH Cool- Destaque em Artes Cênicas 2016); “Gábalo- uma ópera contemporânea” (2016) de Paulo Chamone; “O Capote” (2015) de Rodolfo Vaz e Yara de Novaes –temporada BH e Brasília. Atuou como professora de atuação e expressão vocal em instituições renomadas, como CEFART-FCS e Arena da Cultura. Minha formação inclui licenciatura em Artes Cênicas pela UFMG, mestrado em Artes Cênicas pela UFOP e especializações internacionais, como o trabalho com Francesca Della Monica na Itália.JULIANA COSTA - FIGURINISTASócia fundadora da Cia. Lupercus de Teatro, antiga Cia. Távola de Teatro, desde 2002 até Setembro de 2022, onde exerceu a função de figurinista, atriz, dramaturga e diretora. Em Outubro desse mesmo ano de 2022 a Cia. Lupercus mudando de microempresa, para MEI, passou a ter o nome Fantasia de DiversuS – Teatro Dança e eventos, na qual continua exercendo as mesmas funções.SOPHIA ALBERTI - CENÓGRAFAFormada em Arquitetura e Urbanismo em 2018 pela PUC Minas, com formação nos cursos de Cenografia e Expografia pelo CEFART. Desde 2020 tem colaborado com coletivos, artistas e produtores, contribuindo na transformação e valorização de ambientes urbanos e culturais. Minha atuação se concentra nas áreas de Cenografia, Expografia e Produção Cultural. Cenógrafa: Espetáculo “Firmamento” Poncã Coletivo de Teatro | @poncacoletivo | novembro e dezembro de 2024. Assistente de cenografia: Cortejo cênico-musical “Bagunça” Oficinão Cine Horto | @espetaculobagunca | outubro de 2023. Quadrienal de Praga: Projeto “Filhos da Lama” selecionado para ser exposto na 15ª Quadrienal de Praga - PQ23, juntamente com a turma de Cenografia do CEFART em 2022/23. Assistente de cenografia: Participação no processo de montagem e de desmontagem do espetáculo ÓRFAS DE DINHEIRO, dentro da circulação TROCANDO EXPERIÊNCIAS ACERCA DO FEMININO, Projeto nº: 0216/2021 | abril 2023. VINÍCIUS ALVES - DESIGN SONOROVinicius Alves é artista sonoro, técnico operador de som e pesquisador de tecnologias imersivas. Assina o design sonoro de diversos espetáculos entre eles “Os Gigantes da Montanha” (direção Gabriel Villela), “O Mercador de Veneza” (direção Catherine Paskell) e dos shows "Inversões" da cantora mineira Regina Souza, e "Mari e Celi estão na Cidade" de Marina Machado. É um dos idealizadores, coordenador técnico, desenhista sonoro e editor de vídeo da “I mostra PANORAMA VIRTUAL de cenas imersivas”. Em 2019 expôs sua primeira instalação sonora intitulada “Refúgios” no Galpão Cine Horto. Fruto de 7 anos de pesquisa sobre áudio imersivo, a obra busca refletir sobre panoramas sonoros urbanos e os efeitos da poluição sonora sobre a saúde da população. Em 2021 expôs a instalação sonora “Transposições” na galeria Mari’Stella Tristão do Palácio das Artes para o Programa de Residência Artística da instituição.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.