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Musical com o protagonismo de não enxergantes. O espetáculo teatral/musical apresentará um grupo de pessoas ainda invisibilizado, descreditado, mas que produz e consegue se conectar com o seu público. A história se passa na época da Ação T4: programa eugenista do governo de Hitler que eliminou por volta de 300 mil pessoas com deficiência. Este programa foi obscurecido, pois quem passou por ele simplesmente não sobreviveu.
Sara Bentes e Edgar Jaques, atores não enxergantes, decidiram criar um musical no qual pudessem exercer a profissão de atores cantores. Há mais de cinco anos eles pesquisam o trabalho de artistas com deficiência visual e o programa “Ação T4”. Pretendemos que as pessoas que assistirem ao nosso espetáculo percebam que artistas e atores cegos tem a arte tão potente e transformadora quanto a de qualquer outro grupo de artistas. Estes atores não querem e não pretendem fingir que não são cegos. Um corpo cego em cena oferece sim perspectivas características da cegueira, mas tais perspectivas não são frágeis ou uma mera cópia daquilo que produz um corpo enxergante. O musical é baseado na época da Ação T4: programa eugenista do governo de Hitler que eliminou por volta de 300 mil pessoas com deficiência. Este programa foi obscurecido, pois quem passou por ele simplesmente não sobreviveu. A segunda guerra e Hitler não serão citados nominalmente, mas a referência às atrocidades da eugenia e do capacitismo que ocorreu neste triste episódio da humanidade serão evocados. No século XX, num certo país, o jovem médico Klaus começa a trabalhar em um sanatório para pessoas cegas. Klaus é um idealista e carrega consigo um segredo: ele está perdendo a visão e quer estar por perto quando a cura chegar, essa era a promessa da Ação T4 e o sanatório para deficientes visuais era um dos pontos de atendimento. Durante seus primeiros dias no sanatório, Klaus recebe uma nova interna, Ana. Uma mulher sonhadora, que viveu em contato com Artes, mas que por ser cega passou toda a vida isolada da sociedade. Ana foi morar no sanatório pois sua família está convencida de que o novo programa médico do governo pode dar a ela a visão que nunca teve. Ana e Klaus e começam a descobrir uma atração entre si. Klaus observa os outros internos, e inspirado em suas experiências conta histórias para Ana, fazendo-a fantasiar com o mundo que nunca viu. Ana, aos poucos, percebe que os internos estão desaparecendo. A princípio, a desculpa dada é a de que eles estariam recebendo a cura. Depois, Klaus descobre que os internos foram considerados "inviáveis", e estão servindo de experimento para um novo meio de eliminação. No sanatório, entre os internos, destaca - se o o jovem Gerald, que tem a fama de ser perigoso. A chegada do Soldado, sobrevivente de guerra que perdeu a visão, amargo e cheio de segredos ao sanatório, transforma o jovem Gerald. Entre os dois nasce uma explosiva conexão afetiva, até descobrirem que ambos já se cruzaram antes. Anos atrás o Soldado fora designado para a segurança de um orfanato governamental destinado a crianças cujos pais foram presos ou executados devido a sua etnia ou posição politica. Gerald, devido a sua cegueira, fragilidade e delicadeza, foi abusado e perseguido por meninos mais velhos com a anuência do Soldado nos tempos do orfanato. Gerald, alimentado pela vingança, assassinou um dos seus algozes secretamente no orfanato. A presença do Soldado traz esse fantasma do passado. De imediato, Gerald não reconhece o Soldado. Ao longo da peça, no entanto, Gerald vinga-se dele: entrega-o aos médicos do Ação T 4 quando Klaus lhe conta o que acontece com quem é levado do sanatório. Ana e Klaus tem um desfecho trágico. O Ação T4 descobre o gás assassino, e o casal é levado para um dos primeiros testes. Klaus, por sua posição, não seria condenado, mas prefere ficar ao lado de Ana, e com isso fantasia com ela um baile enquanto a fumaça se espalha por todo o lugar. Gerald é quem registra a história do sanatório, ele é o único a sobreviver ao genocídio.
Objetivo geral : Sara Bentes e Edgar Jaques, atores não enxergantes, decidiram criar um musical no qual pudessem exercer a profissão de atores cantores. Há mais de cinco anos eles pesquisam o trabalho de artistas com deficiência visual e o programa "Ação T4". Pretendemos que as pessoas que assistirem ao nosso espetáculo percebam que artistas e atores cegos tem a arte tão potente e transformadora quanto a de qualquer outro grupo de artistas. Estes atores não querem e não pretendem fingir que não são cegos. Um corpo cego em cena oferece sim perspectivas características da cegueira, mas tais perspectivas não são frágeis ou uma mera cópia daquilo que produz um corpo enxergante. O musical se passa na época da Ação T4: programa eugenista do governo de Hitler que eliminou por volta de 300 mil pessoas com deficiência. Este programa foi obscurecido, pois quem passou por ele simplesmente não sobreviveu. A segunda guerra e Hitler não serão citados nominalmente, mas a referência às atrocidades da eugenia e do capacitismo que ocorreu neste triste episódio da humanidade serão evocados. Como disse o célebre cineasta Pier Paolo Passolini "prefiro usar o passado para contar uma história de hoje, porque me parece que a única força realmente contestadora seja o passado. Não há nada que possa fazer desmoronar o presente como o passado". O musical apresentará um grupo de pessoas ainda invisibilizado, descreditado, mas que produz e consegue se conectar com o seu público. Uma conexão real, e não simplesmente baseada no sentimento comumente explorado quando se fala de pessoas com deficiência, que é focado na superação pessoal. Um musical para os nossos tempos, em que a intolerância é mascarada de tolerância para justificar perseguições e ativar o Bloqueio de Inclusão e Diversidade que infelizmente presenciamos pelo mundo.
O musical "Aconteceu na Rua 39:" oferece uma experiência sensorial, levando o público a sentir como um não enxergante vive, supera e inova através dos seus sentidos. O musical contribui para a quebra de estereótipos e amplia a percepção do público sobre as habilidades artísticas das pessoas cegas. Pretendemos ir além do entretenimento, trazendo para o espetáculo um caráter educacional, sensibilizando a sociedade sobre acessibilidade e inclusão. O projeto, um musical estrelado e escrito por não enxergante, se enquadra perfeitamente no Art. 1º da Lei 8.313/91, promovendo acesso democrático, apoio à produção e garantia dos direitos culturais e destaque para acessilibilidade nas artes. Garantindo que pessoas com deficiência visual tenham oportunidade de atuar, produzir e se expressar artisticamente, o projeto promove acessibilidade cultural. O uso da Lei de Incentivo à Cultura para um musical com elenco de não enxergantes pode ser justificado por fatores de inclusão, culturais e sociais embasando o impacto positivo do projeto. A lei de incentivo à cultura tem como um de seus princípios democratizar o acesso à cultura, e esse projeto amplia a participação de um grupo historicamente sub-representado no teatro e na música. Importante resssaltar que o projeto vai ao encontro do Plano Nacional de Cultura incentivando a diversidade cultural e a inclusão de pessoas com deficiência no setor artístico. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) reforça o direito à participação cultural de pessoas com deficiência. Dentro do escopo de inovação e experimentação artística nas artes, o musical escrito e estrelado por não enxergantes introduz na sua montagem novas linguagens teatrais e musicais, utilizando recursos como audiodescrição, sonoplastia imersiva e produção artística acessível tornando o teatro mais inclusivo. Projetos inovadores necessitam apoio e valorização na captação de recursos pela Lei Rouanet e por outros programas de fomento. O projeto vai incluir oficinas de formação, criando oportunidades reais para capacitação e profissionalização de atores cegos no meio artístico, estimulando a geração de empregos para pessoas com deficiência dentro da indústria cultural. O projeto assegura que pessoas com deficiência visual tenham acesso às artes cênicas não apenas como espectadores, mas como protagonistas, cumprindo a função da Lei de Incentivo à Cultura de garantir o direito de participação ativa na produção cultural.O espetáculo reforça o princípio da igualdade de oportunidades, proporcionando condições para que artistas não enxergantes possam se profissionalizar e atuar no meio cultural. No aspecto de impacto Social e formação profissional, o espetáculo abre portas para oficinas de formação, criando oportunidades reais para capacitação e profissionalização de atores cegos no meio artístico. Nosso objetivo é fortalecer e estimular a geração de empregos para pessoas com deficiência dentro da indústria cultural. Um dos nossos objetivos na realização desse espetáculo é o incentivo a adoção de práticas inclusivas inovadoras em outros eventos culturais, promovendo mudanças positivas no setor e ampliando a difusão da arte inclusiva. No escopo do patrocínio e responsabilidade social, empresas podem se beneficiar do projeto ao associar sua marca a valores de inclusão e diversidade, fortalecendo sua imagem institucional.
Espetáculo de teatro musical Duração: 2:20h com 2 atos 1 ELENCO E PROFISSIONAIS DE APOIO: Serão necessários dois meses para ensaios. Audiçoes serão realizadas para selecionar os artistas que formarão o elenco o espetáculo. 15 atores para o elenco e; Fisioterapeuta; Copista; Pesquisa e Dramaturgia 2 FORMAÇÃO DE BANDA: 7 músicos para formação de banda incluindo o Tecladista e Assistente de Maestro. 3 CRIAÇÃO / EXECUÇÃO: Diretor; Coreógrafo; Diretor Musical; Diretor de produção; Cenógrafo; Assistentes; Figurinista; Visagista; Produtor de Figurino; Aderecista; Coordenador de elenco; Produtor Executivo; Produtor de cenário; Maquinistas; Carregadores; Coordenador do Projeto; Coordenador financeiro; Chefe de Palco; Contrarregras; Camareira/o; Perucaria/Maquiador; Entre outros. Totalizando mais de 30 profissionais envolvidos diretamente, todos brasileiros, contribuindo para o aquecimento do mercado de trabalho das artes cênicas e dando oportunidade para estes profissionais mostrarem seu trabalho e seu valor num mercado cada vez mais competitivo. Serão apresentadas 25 músicas interpretadas e dançadas. Por se tratar de teatro musical a história é contada, cantada e dançada, com música ao vivo apresentada pela orquestra e elenco. Números Musicai
O tema e objeto do musical, que vai ao encontro do enfrentamento ao capacitismo, tem na acessibilidade um dos deus pilares. Elencamos como protagonistas da equipe artística os roteiristas, parte da dramaturgia, cantores e atores do espetáculo, buscaremos preencher também em áreas de destaque uma parte da equipe técnica com a promoção da diversidade, é premissa elementar do projeto trabalhar com equipe artística e técnica mista, entre pessoas com deficiência e não deficientes. Através destes dois vértices, um no campo prático quando promoveremos a junção de profissionais e aspirantes/ aprendizes nas equipes de criação e técnica e outro no campo das ideias e sensorial (apresentações e formação de público), a busca pela promoção da diversidade atravessa a montagem e a geração de debates após as apresentações. Sensibilizar e desmistificar são os dois aspectos norteadores no campo de debates do capacitismo e de questões do universo LGBTQIAPN+. Acessibilidade Física / Comunicacional / Atitudinal - Espaços Trabalharemos em parceria com o Desvio Padrão, coletivo composto por pessoas que transitam nas pontas da curva normal - pessoas com corpos e identidades plurais atuantes no campo da cultura em linguagens artísticas diversas. O trabalho do grupo inclui, entre outras coisas, traçar planos de acessibilidade para eventos culturais oferecendo recursos que alguns públicos necessitam para acessar e fruir, como intérpretes de Libras, legendas, pranchas de comunicação e audiodescrição. Os planos de acessibilidade são feitos em parceria com a produção e artistas do projeto, buscando soluções que possam proporcionar, mais do que acessibilidade comunicacional, acessibilidade estética. Em conjunto com o trabalho do Coletivo prevemos as seguintes ações: ● Acessibilidade Física / Comunicacional / Atitudinal - Espaços . visitas técnicas aos espaço das performances para diagnóstico de barreiras (físicas, arquitetônicas, urbanísticas, atitudinais e comunicacionais) e preparação de relatório com proposições de adequações, soluções e melhorias; . preparação de relatório resumido e em linguagem simples informando as barreiras e as acessibilidades do espaço. Este relatório pode acompanhar o material de divulgação para que cada espectador tenha informações para analisar por si se o local atende ou não às suas necessidades de acessibilidade. . reuniões de sensibilização com as equipes - Cia, equipe de trabalho e dos espaços. ● Acessibilidade Comunicacional - Espetáculo ○ Audiodescrição: - audiodescrição dos elementos visuais da performance para acesso e fruição de pessoas cegas ou com baixa visão. - roteiro de audiodescrição construído conjuntamente com um consultor ou consultora com deficiência visual e atuante na área das artes do corpo. Cuidado na escolha das palavras, frases, onomatopeias, expressões, entendendo que não só o conteúdo mas também a forma do texto são elementos importantíssimos de construção de fruição para os usuários de AD; - escolha cuidadosa do locutor ou locutora. ensaio da locução, entendendo que a escolha do timbre, do modo de articular e do ritmo são elementos importantíssimos de construção de fruição para os usuários de AD. - notas proêmias e formato de programa sonoro * Os programas sonoros são uma criação do Desvio Padrão, que será feita em parceria com a equipe criativa do musical.São áudios de 5 a 10 minutos compostos por informações sobre o espetáculo e a companhia mescladas com descrições do espaço, do cenário, dos artistas na cena e outros detalhes importantes. Podem ficar disponíveis online e ser enviados com o material de divulgação. Além disso, nos dias de espetáculo o Desvio Padrão cria, nos locais dos eventos, uma ‘zona de transmissão’ onde, por meio de um equipamento de rádio, transmite essas informações minutos antes do espetáculo. As pessoas podem acessar a partir de seus telefones celulares ou dos equipamentos disponibilizados pelo Coletivo. ○ Libras: - tradução e interpretação em Libras para acesso e fruição de pessoas surdas ou com deficiência auditiva sinalizadas. - tradução construída conjuntamente com consultor ou consultora surde e atuante na área das artes do corpo; - equipe de intérpretes de Libras surdes e ouvintes, atuantes na área da cultura.
Em cumprimento art. 29 a IN 11/2024, o plano de distribuição dessa proposta prevê medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Este projeto prevê a concentração das cotas em sessões exclusivas conforme permite o §1º do art 29. Em complemento e atendendo ao art. 30 da IN 11/2024, esta proposta prevê as seguintes medidas de ampliação de acesso. Inciso VI - Realizar, gratuitamente, 01 ensaio aberto ao público. Em atendimento ao art. 32 da IN 11/2024, esta proposta prevê como produto secundário Contrapartida Social, constante no Plano de distribuição: Inciso II – Entendemos que o ensaio aberto é uma ação formativa que contribui para aumentar o interesse pelas artes cênicas, pois são nestes ensaios que o público tem a oportunidade de presenciar a equipe artisitica atuando diretamente no espetáculo, corrigindo, fazendo mudanças necessárias antes da estreia, além de contribuir para a formação de novas plateias.realização de 01 ensaio aberto acompanhado de 01 palestra para 500 beneficiários da contrapartida social que não se confunde com o público da democratização de acesso do art. 28 destinadas a alunos e professores de instituições públicas de ensino de qualquer nível, que visem a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio do produto cultural do projeto, que são as artes cênicas. Edgar Jacques, um dos protagonistas do musical é também profissional da área de acessibilidade, tendo mais de 800 trabalhos como consultor de audiodescrição para Cinema e TV. Será primordial aproveitar o seu conhecimento técnico para o melhor aproveitamento possível nos ensaios abertos e quebrar os paradigmas vigentes. Convidaremos para os ensaios público também pessoas com deficiência, visando que os ensaios sejam um laboratório inovador.
Otavio Juliano - Direção Geral É diretor de live concerts, showrunner, diretor e roteirista de filmes e espetáculos audiovisuais, formado pela University of California, Los Angeles (UCLA). É sócio da produtora Interface Filmes. ESPETÁCULOS, MUSICAIS e SHOWS. - DESTAQUES"Maria Bethânia 60 anos" - Direção Visual e concepção “Titãs Encontro” Tour – Direção Artística e Criação de Design de Palco “Caetano Veloso e Maria Bethânia Tour – 2024/2025 - Direção de Imagens e Live Câmeras "Ivete 30" - Ivete Sangalo/Maracanã - Direção Criativa e Co-Direção Artística “Queda do Muro de Berlim” - Criação e Direção Artística. Theatro Municipal de SP "Sepultura Farewell Tour" - Direção Visual “Andreas Kisser toca Villa Lobos” com o Quarteto de Cordas da Cidade, fechando a programação em homenagem ao Centenário da Semana de Arte Moderna. Theatro Municipal de São Paulo. Direção Artística e Concepção “80 anos do Coral Paulistano” com a participação do Balé da Cidade. Theatro Municipal de São Paulo. Direção Artística “Titãs Trio Acústico” com a participação de membros da Orquestra Sinfônica Municipal. Theatro Municipal de São Paulo e Tour. Direção Artística "Rita Lee por Beto Lee" Tour- Direção Artística “Doze Flores Amarelas”, a Ópera Rock dos Titãs. Codireção Artística com Hugo Possolo. Espetáculo multimídia com atores e a banda Titãs. Estréia no Festival de Teatro de Curitiba e temporada no Sesc SP. DVD lançado pela Universal Music, produção Interface Filmes. Criação e Direção Artística (show e gravação) FILMES DOCUMENTÁRIOS - DESTAQUESEm Los Angeles dirigiu documentários e music videos, com destaque para “Third World California”, documentário selecionado e premiado em festivais internacionais incluindo o Festival de Cinema de Havana. Em 2009, escreveu e dirigiu o premiado documentário “The Music Tree/ A Árvore da Música”, que foi selecionado por mais de 20 festivais internacionais, recebeu prêmios no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos. Por esse trabalho recebeu o prestigioso Annual Polly Krakora Award for Artistry in Film, em Washington, DC - EUA, e foi exibido no Brasil pela Globosat, Tv Cultura, Canal Brasil entre outros. Escreveu e dirigiu o longa metragem “Sepultura Endurance”, a história da mais conhecida banda do Brasil no exterior, Sepultura. O filme foi lançando nos cinemas em vários países e teve a sua estréia em Los Angeles, CA. Disponível na NETFLIX Latam de 2017 a 2022. Recentemente dirigiu o documentário "Secos e Molhados" abordando a trajetória da histórica banda de João Ricardo e Ney Matogrosso. O documentário longa foi destaque do público no Festival "InEdit". SÉRIES DE TV - DESTAQUES Criou, escreveu e dirigiu (showrunner) a série de 7 episódios “Canções do Exílio”, apresentada por Sérgio Britto (Titãs) na TV Brasil. Participações de Ana Maria Machado, Zé Celso Dzi Croquetes. Criou, escreveu e dirigiu (showrunner) a série Fause Haten - Entrada Franca na Fashion TV, 6 episódios LIVES/TRANSMISSÃO AO VIVO - DESTAQUES Seu Jorge - Teatro Bradesco. Direção Geral Gal Costa - Teatro Bradesco. Direção Geral Alexandre Pires - Teatro Bradesco. Direção Geral Paralamas do Sucesso - Teatro Bradesco. Direção Geral Titãs - Teatro Bradesco. Direção Geral Rita Lee por Beto Lee (acústico) - Teatro Bradesco. Direção Geral Melim - Teatro Bradesco. Direção Geral Alceu Valença - Teatro Bradesco. Direção Geral Alok - Teatro Bradesco. Direção Geral Paulo Ricardo - Teatro Bradesco. Direção Geral Ana Carolina - Teatro Bradesco. Direção Geral Blitz - Teatro Bradesco. Direção Geral Vanessa e Zezé de Camargo - Direção Geral Banda Eva Roupa Nova Jota Quest Elba Ramalho Together Live/ONU - Transmissão Internacional entre outros. CENÁRIOS AUDIOVISUAIS Pela Interface Filmes, criou com Luciana Ferraz vídeo cenários para os musicais da Broadway no Brasil: Evita, O Mágico de Oz, Alô Dolly!, Mulheres a Beira de um Ataque de Nervos, My Fair Lady, Chaplin, Memórias de um Gigolô, Cantando na Chuva e A Família Addams. Também pela InterFace Filmes, é um dos diretores responsáveis pelas gravações de filmes publicitários do Cirque Du Soleil no Brasil desde 2018 para a América Latina. VIDEOCLIPES SELECIONADOS - Direção, Concepção e Produção Means to An End - Sepultura Change - Rita Lee e Roberto de Carvalho Caos – Titãs Voando - Rita Lee e Roberto de Carvalho Enquanto Houver Sol (acústico) - Titãs Sonífera Ilha (acústico) - Titãs (com participação de Fernanda Montenegro, Rita Lee e Roberto de Carvalho, Elza Soares, Fabio Assunção, entre outros. Purabossanova - Sérgio Britto e Rita Lee Aqui Neste Lugar - Sérgio Britto e Negra Li Trabalhos e extras https://www.interfacefilmes.com.br Guilherme Bonfanti - Design de Luz É designer de iluminação desde 1988. Com Antônio Araújo, fundou o Teatro da Vertigem, do qual é membro atuante, ganhando parte de seus inúmeros prêmios. Com intensa carreira internacional, iniciou sua trajetória no espaço OFF. Trabalhou com dezenas de diretores, entre eles Márcio Aurélio, Gabriel Villela e Miguel Falabella.. Desenhou luz para óperas e ainda atuou em dança, com os principais coreógrafos do País. Tem, também, atuação destacada nas Bienais de São Paulo (artes visuais). Fause Haten - Figurinos É considerado um dos principais talentos do design de moda do Brasil. Fause Haten é um artista que surgiu no cenário brasileiro como estilista da geração que reacendeu a moda nacional nos anos 90. Seu trabalho na moda foi de grande contribuição, numa época onde pelas mãos de Paulo Borges, os desfiles de moda no Brasil começaram a ressurgir depois de longo hiato.Foi considerado um dos principais talentos do design de moda do Brasil até meados de 2010, quando começa a transformar sua presença na moda e inicia sua trajetória nas artes cênicas e visuais. Vem se destacando nos últimos anos em trabalhos como figurinista, artista visual e performer. Figurinos de teatro e musicais, destaque:Jeckyll and Hyde – O Médico e o Monstro, O Mágico de Oz – Direção Charles Moeller, Allô Dolly! – Direção Miguel Falabella, Sunset Boulevard - Direção Fred Hanson (Prêmio Bibi Ferreira de Melhor figurino em 2019, A Madrinha Embriagada – Direção Miguel Falabella (Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio Reverência de melhor figurino de 2014).Luciana Ferraz - Vídeo CenárioÉ cineasta e diretora de arte. Formada pela University of California, Los Angeles (UCLA), é especialista em vídeo cenário, pós-produção e direção de arte para os mercados dos Estados Unidos e LATAM. DESTAQUES: "Maria Bethânia - 60 anos - Criação e Design de Vídeo"Caetano Veloso tour 2025""Titãs Encontro" Tour | Vídeo Design"Titãs - Uma Noite no Teatro" Video Design | Teatro Opus"Cantando na Chuva" Video Design | Theater"Chaplin" Video Design "Mulher a beira de um Ataque de Nervos" "Alô, Dolly!" Video Design | Musical Theater"Mágico de OZ" "The Witches of Eastwick" Video Design "Evita" Video Design Mariana Barros Mariana tem em seu currículo grandes montagens musicais da Broadway no Brasil, como a Bela e a Fera, Cats, Evita, O Mágico de Oz, Cantando na Chuva, Chicago, Priscila – Rainha do Deserto entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.