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O Projeto AMDS _ Berimbau da Esperança tem como objetivo promover a inclusão social e cultural de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na comunidade de Salinas _ MG, por meio da prática da capoeira. A proposta contempla oficinas regulares de capoeira, rodas culturais, vivências com mestres e apresentações públicas. Serão desenvolvidas atividades que envolvem música, dança, expressão corporal e valores como respeito, disciplina e identidade cultural afro-brasileira. O projeto visa fortalecer vínculos comunitários e oferecer alternativas saudáveis de lazer e formação cidadã.
O projeto propõe a realização de um conjunto de ações culturais e formativas voltadas à valorização da capoeira como patrimônio imaterial brasileiro, em seus aspectos de luta, dança, música e expressão afro-brasileira. A proposta reúne atividades presenciais e virtuais, democratizando o acesso e promovendo a inclusão de diferentes públicos.Produtos e atividades do projeto:Aulas Regulares de CapoeiraEncontros semanais com foco na prática corporal, musical e cultural da capoeira.Conteúdos: fundamentos técnicos (ginga, golpes, esquivas), musicalidade (toques de berimbau, pandeiro e cantos tradicionais) e reflexão histórica.Público-alvo: crianças, jovens, adultos e idosos, com adaptações para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Classificação indicativa: Livre.Oficinas Paralelas TemáticasRealização de oficinas mensais sobre: história e ancestralidade da capoeira; musicalidade e confecção de instrumentos; canto e expressão corporal.Serão ofertadas também oficinas de acessibilidade cultural, com uso de Libras, audiodescrição e materiais pedagógicos inclusivos.Classificação indicativa: Livre.Rodas e Ensaios AbertosAtividades mensais abertas à comunidade, realizadas em praças, escolas ou centros culturais.Espaços de integração cultural, troca entre mestres, alunos e público em geral, fortalecendo a dimensão comunitária da capoeira.Classificação indicativa: Livre.Apresentações CulturaisEspetáculos públicos de capoeira, música e dança afro-brasileira, integrando os participantes das aulas e oficinas.Conteúdos: coreografias coletivas, rodas de capoeira e demonstrações musicais.Classificação indicativa: Livre.Transmissões Online e Registro AudiovisualGravação e transmissão pela internet de aulas, oficinas e rodas, ampliando o alcance do projeto para públicos que não podem comparecer presencialmente.Disponibilização de conteúdos em plataformas digitais, incluindo versões acessíveis (com legendas, Libras e audiodescrição).Classificação indicativa: Livre.
Objetivo geral: Promover a inclusão social, cultural e educativa de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade na comunidade de Salinas _ MG, por meio da prática regular da capoeira, fortalecendo valores como respeito, disciplina, identidade cultural e cidadania.Objetivos específicos:1 - Oferecer oficinas de capoeira para 100 crianças e adolescentes da comunidade, divididos em turmas nos turnos da manhã e tarde, em contraturno escolar.2 - Realizar aulas práticas e teóricas de capoeira com duração de 2 horas/aula, em 3 dias por semana, ao longo de 12 meses.3 - Desenvolver atividades complementares como roda de capoeira, musicalização com instrumentos típicos (berimbau, atabaque, pandeiro) e vivências com mestres e instrutores convidados.4 - Promover apresentações culturais abertas à comunidade, com periodicidade trimestral, valorizando a expressão artística e o protagonismo dos participantes.5 - Estimular o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários por meio da participação ativa dos responsáveis e moradores nas atividades do projeto.6 - Contribuir para o desenvolvimento físico, emocional e social dos participantes, oferecendo uma alternativa saudável de lazer, aprendizado e convivência.7 - Registrar e documentar todas as atividades realizadas, garantindo a prestação de contas transparente e o acompanhamento dos resultados e impactos do projeto.
O município de Salinas, localizado no Norte de Minas Gerais, possui uma população de aproximadamente 40.178 habitantes (IBGE, 2022). Situado em uma região marcada pelo clima semiárido e por desafios socioeconômicos históricos, Salinas convive com índices que revelam fragilidades no acesso a políticas públicas, especialmente voltadas para a infância e juventude. A densidade populacional é baixa, cerca de 21,58 habitantes por km², o que contribui para a dispersão de serviços e menor acesso a atividades culturais e esportivas regulares. Inciso X _ estimular o conhecimento dos valores culturais e artísticos, em especial das crianças e jovens, promovendo o desenvolvimento integral e a formação cidadã.No aspecto socioeconômico, o município apresenta IDHM de 0,679 (classificação média), revelando desigualdades em dimensões fundamentais como renda, educação e longevidade. Embora a escolarização de crianças de 6 a 14 anos seja elevada (97,2%), ainda há índices preocupantes de evasão escolar no ensino fundamental e médio, agravados pela falta de atividades complementares em contraturno escolar. A ausência de espaços de lazer estruturados e de iniciativas culturais permanentes faz com que crianças e adolescentes fiquem expostos à ociosidade e a riscos sociais.Os dados de infraestrutura e saneamento também indicam vulnerabilidade: cerca de 90,86% da população tem acesso a abastecimento de água, mas 3.671 moradores ainda vivem sem atendimento adequado. Apenas 66,01% contam com coleta de esgoto, e a coleta de resíduos sólidos atinge 84,01% da população, deixando parte significativa em condições precárias (SNIS, 2022). Esses indicadores refletem a realidade de um município que, embora em desenvolvimento, enfrenta limitações estruturais que impactam diretamente a qualidade de vida da população mais jovem.A juventude de Salinas, como em outras cidades do semiárido mineiro, encontra poucos espaços de valorização cultural e de inserção em práticas esportivas de baixo custo. Muitas vezes, as escolas não conseguem suprir sozinhas as necessidades de formação cidadã e cultural, reforçando a importância de projetos que atuem no contraturno escolar. O resultado dessa lacuna é a reprodução de ciclos de exclusão, falta de perspectivas e vulnerabilidade social. Nesse contexto, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais _ Lei Federal nº 8.313/91 (Lei Rouanet) se torna essencial para viabilizar a execução do projeto, garantindo a democratização do acesso a práticas culturais de qualidade.O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso II _ estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória coletiva;Inciso III _ apoio a projetos culturais que preservem e promovam manifestações da diversidade cultural e artística brasileira, com especial atenção às de caráter popular, indígena e afro-brasileiro;Inciso V _ incentivo à formação cultural e artística, com ênfase em crianças e adolescentes;Inciso IX _ apoio a projetos que promovam a integração entre cultura e educação, ampliando o acesso da população a bens e atividades culturais.Já em relação aos objetivos previstos no Artigo 3º da mesma Lei, o projeto contribui para:Inciso II _ garantir o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional;Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores;Inciso IV _ proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, com ênfase na cultura afro-brasileira, que tem na capoeira um de seus símbolos mais representativos;Inciso V _ preservar e valorizar a memória, a produção cultural e os bens de natureza material e imaterial do povo brasileiro;Inciso VIII _ assegurar meios para a continuidade das práticas culturais de caráter comunitário;Nesse cenário, a capoeira se destaca como uma ferramenta pedagógica, cultural e esportiva de grande potência. Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a capoeira transcende o caráter físico: é música, canto, corpo, expressão, história e identidade afro-brasileira. Mais do que uma prática corporal, é um espaço de transmissão de valores como respeito, disciplina, solidariedade, cooperação e fortalecimento da autoestima.Diversos estudos (Falcão, 2010; Silva, 2016) demonstram que a prática da capoeira em contextos sociais vulneráveis promove ganhos expressivos no desenvolvimento físico e psicossocial de crianças e adolescentes, favorecendo a coordenação motora, a expressão corporal, o convívio coletivo e o reconhecimento da diversidade cultural. Além disso, como prática cultural enraizada na resistência negra, a capoeira resgata memórias, estimula a identidade e reforça o protagonismo comunitário.O Projeto AMDS _ Berimbau da Esperança surge como resposta concreta a esse contexto. A iniciativa propõe a oferta de oficinas regulares de capoeira para 100 crianças e adolescentes de Salinas, organizadas em turmas de manhã e à tarde, em contraturno escolar. As aulas terão duração de 2 horas/aula, 3 vezes por semana, ao longo de 12 meses. Além das práticas regulares, o projeto contemplará:* Vivências com mestres e instrutores convidados,* Rodas culturais mensais,* Atividades de musicalização com instrumentos típicos (berimbau, atabaque, pandeiro), e* Apresentações públicas trimestrais, abertas à comunidade.Essas ações pretendem criar um ambiente educativo e inclusivo, no qual os participantes não apenas aprendam movimentos da capoeira, mas também compreendam sua dimensão cultural e histórica. O projeto estimulará a participação das famílias e da comunidade, fortalecendo vínculos e ampliando o impacto para além dos beneficiários diretos. Estima-se que cerca de 400 a 500 pessoas sejam impactadas indiretamente, entre familiares, vizinhos, comunidade escolar e público das apresentações.Outro aspecto relevante é que o projeto contribui para a construção de uma rede de proteção social e educativa em Salinas, colaborando com escolas, associações comunitárias e equipamentos públicos existentes. Ao integrar as dimensões cultural, social e pedagógica, o Berimbau da Esperança amplia as oportunidades de desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, oferecendo alternativas saudáveis frente aos riscos da exclusão social.Em termos de alinhamento com políticas públicas, o projeto dialoga com:a Política Nacional de Juventude, ao ampliar oportunidades para adolescentes em situação de vulnerabilidade;a Política Nacional de Cultura Viva, ao valorizar e difundir a cultura afro-brasileira;a Política Nacional de Esporte Educacional, ao promover práticas esportivas educativas, inclusivas e comunitárias;e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial:ODS 3 _ Saúde e Bem-estar,ODS 4 _ Educação de Qualidade,ODS 10 _ Redução das Desigualdades,ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis,ODS 16 _ Paz, Justiça e Instituições Eficazes.Portanto, a justificativa para a implementação do Projeto AMDS _ Berimbau da Esperança é sólida e urgente. A iniciativa responde a necessidades reais da juventude de Salinas, oferecendo acesso a uma prática cultural de grande relevância histórica e pedagógica, fortalecendo a identidade comunitária e promovendo inclusão social. Ao unir esporte, arte e cidadania, o projeto cria condições para transformar vidas, reduzir desigualdades e ampliar horizontes de futuro para crianças e adolescentes que, de outra forma, teriam oportunidades limitadas.
Informações ComplementaresAlém das informações já apresentadas nos campos anteriores, cabe destacar alguns aspectos adicionais que reforçam a relevância, a consistência e o impacto do projeto, tanto no campo cultural quanto no social e educacional.1. Capoeira como Patrimônio Cultural ImaterialA capoeira é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (IPHAN, 2008) e da Humanidade (UNESCO, 2014). Assim, cada atividade do projeto não se limita à prática corporal ou à realização de eventos isolados, mas representa a preservação e a difusão de uma tradição histórica de resistência, ancestralidade e identidade cultural afro-brasileira. Nesse sentido, o projeto cumpre papel fundamental na valorização da cultura nacional, promovendo acesso, continuidade e renovação dessa expressão.2. Impacto Social e EducacionalO projeto busca contribuir para o desenvolvimento integral de seus participantes, promovendo:Formação cidadã: a capoeira ensina valores como disciplina, respeito, solidariedade e cooperação, que extrapolam o espaço da roda e influenciam positivamente a vida em comunidade.Prevenção social: ao oferecer atividades regulares e gratuitas ou a preços populares, o projeto se torna alternativa saudável e formativa para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.Inclusão: o projeto amplia a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, oferecendo adaptações pedagógicas e recursos de acessibilidade.3. Relevância ComunitáriaO caráter comunitário do projeto é central. Todas as atividades são pensadas como espaços de encontro, convivência e celebração coletiva. As rodas abertas e apresentações públicas funcionam como pontos de integração entre gerações, famílias e diferentes grupos sociais, fortalecendo vínculos e ampliando o senso de pertencimento à comunidade.4. Formação Continuada e Multiplicação CulturalO projeto não se limita à vivência pontual, mas estimula a formação continuada. Ao longo do processo, os alunos aprendem não apenas os movimentos da capoeira, mas também sua musicalidade, filosofia e história, tornando-se potenciais multiplicadores culturais. Os conteúdos produzidos (registros audiovisuais, apostilas digitais, transmissões online) permanecem como legado e podem ser utilizados para além do período de execução, ampliando o impacto a médio e longo prazo.5. Diversidade de Linguagens CulturaisEmbora a capoeira seja o eixo principal, o projeto também dialoga com outras linguagens: música, canto, dança e artes visuais (na confecção de instrumentos). Essa diversidade amplia o alcance pedagógico e cultural das atividades, favorecendo a participação de pessoas com diferentes interesses e habilidades.6. Sustentabilidade Cultural e AmbientalO projeto valoriza práticas sustentáveis, como a confecção de instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis, aliando preservação ambiental à criação cultural. Essa prática reforça o compromisso com a responsabilidade socioambiental, ao mesmo tempo em que conecta os participantes a saberes tradicionais de construção artesanal de instrumentos.7. Metodologia Inclusiva e IntergeracionalA metodologia prevê a participação de crianças, jovens, adultos e idosos, respeitando as diferenças de idade e condição física. As aulas e oficinas são adaptadas às necessidades de cada grupo, reforçando o caráter intergeracional da capoeira. Além disso, as adaptações para pessoas com deficiência física ou sensorial garantem que o projeto seja efetivamente inclusivo.8. Parcerias e Articulação em RedeO projeto pretende estabelecer parcerias com escolas públicas, associações culturais e organizações sociais, ampliando sua capilaridade. Essa articulação permite maior engajamento da comunidade, potencializa o alcance e fortalece a sustentabilidade das ações. A presença de mestres de capoeira convidados de outras localidades também favorece o intercâmbio cultural e enriquece a formação dos participantes.9. Democratização do Acesso DigitalO uso de transmissões online e disponibilização de conteúdos acessíveis em plataformas digitais garante que o projeto extrapole as fronteiras do espaço físico, chegando a públicos de outras regiões do país. Essa estratégia democratiza o acesso, permitindo que pessoas interessadas, mas impossibilitadas de comparecer presencialmente, possam acompanhar, aprender e interagir com o projeto.10. Avaliação e LegadoA etapa final do projeto prevê mecanismos de avaliação qualitativa e quantitativa, com registro de indicadores de participação, depoimentos de alunos e comunidade, além da produção de relatórios técnicos e financeiros transparentes. Os registros audiovisuais funcionarão como memória e material pedagógico, permitindo que os resultados sejam divulgados e utilizados em futuras edições.SínteseEsses aspectos complementares reforçam que o projeto não é apenas uma atividade cultural pontual, mas uma proposta consistente, de forte impacto comunitário, educativo e social, comprometida com a preservação da capoeira enquanto patrimônio imaterial e com sua democratização. A combinação entre tradição e inovação, inclusão e acessibilidade, formação e participação comunitária confere ao projeto relevância cultural e pertinência para financiamento por mecanismos de incentivo.
Detalhamento Técnico dos Produtos1. Aulas Regulares de CapoeiraFormato/Paginação: encontros semanais, totalizando 36 aulas ao longo de 9 meses. Cada aula terá duração de 90 minutos, estruturada em três blocos: aquecimento (15 min), prática técnica e musical (60 min), roda de encerramento (15 min).Material: instrumentos musicais (berimbaus, atabaques, pandeiros), uniformes, cordas de graduação, material audiovisual de apoio.Projeto Pedagógico: abordagem progressiva, partindo dos fundamentos básicos da ginga e das esquivas até movimentos mais complexos, sempre associando a prática corporal à musicalidade e à reflexão histórica da capoeira. Adaptações garantem participação de pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência sensorial.Classificação indicativa: Livre. 2. Oficinas Paralelas TemáticasFormato/Paginação: realização de 9 oficinas, uma por mês, com duração de 3 horas cada.Material: materiais recicláveis para confecção de instrumentos, apostilas digitais acessíveis (PDF e audiodescrição), recursos audiovisuais para contextualização histórica.Projeto Pedagógico: cada oficina terá um eixo temático:História e ancestralidade da capoeira;Musicalidade – toques do berimbau e percussão;Cantos e improvisação;Construção de instrumentos;Expressão corporal e dança;Capoeira inclusiva (movimentos adaptados);Filosofia e valores da capoeira;Capoeira e identidade cultural;Preparação para apresentações.Classificação indicativa: Livre. 3. Rodas e Ensaios AbertosFormato/Paginação: encontros mensais em espaços públicos ou culturais, totalizando 9 rodas abertas. Duração média de 2 horas cada.Material: instrumentos musicais, som portátil, banners de identificação do projeto, estrutura de apoio para acessibilidade (cadeiras, sinalização tátil).Projeto Pedagógico: prática coletiva em formato de roda, com interação entre mestres, alunos e comunidade. A ênfase está na vivência comunitária e na integração cultural, promovendo valores de respeito, disciplina e solidariedade.Classificação indicativa: Livre. 4. Apresentações CulturaisFormato/Paginação: realização de 3 apresentações públicas (trimestrais), com duração aproximada de 60 minutos cada.Material: figurinos, instrumentos, cenário simbólico de roda, recursos de sonorização e iluminação simples.Projeto Pedagógico: apresentações concebidas como culminância das etapas de aprendizado. Estrutura: abertura musical, roda de capoeira com alunos de diferentes níveis, números coreografados e momento final de interação com o público.Classificação indicativa: Livre. 5. Transmissões Online e Registro AudiovisualFormato/Paginação: transmissão de pelo menos 1 atividade por mês (aula, oficina ou roda), totalizando 9 transmissões. Registro audiovisual das principais atividades para posterior disponibilização em plataformas digitais.Duração: cada transmissão terá em média 60 a 90 minutos.Material: câmeras de alta definição, microfones, software de edição de vídeo, plataformas digitais de streaming.Projeto Pedagógico: uso de linguagem clara e acessível, com intérprete de Libras, legendas descritivas e audiodescrição quando necessário. Os registros servirão como material pedagógico de continuidade, possibilitando que os participantes revisitem conteúdos e que novos interessados tenham acesso.Classificação indicativa: Livre.
Acessibilidade Física:O projeto garante condições de acesso e participação de pessoas com mobilidade reduzida e outras deficiências, incluindo:Espaço físico adaptado, com rampas de acesso, pisos antiderrapantes e banheiros acessíveis;Área de prática segura e adequada, com assentos ou apoios para quem não consegue realizar movimentos completos;Sinalização visual e tátil para orientação dentro do espaço;Possibilidade de participação adaptada em rodas, apresentações e aulas, com acompanhamento de instrutores.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto prevê medidas para que todos compreendam e participem das atividades de capoeira, tais como:Ensino de movimentos adaptados, incluindo prática sentada ou com apoio, respeitando limitações físicas;Participação musical e rítmica, incluindo canto, palmas e instrumentos (berimbau, pandeiro, atabaque);Orientação individualizada e acompanhamento do instrutor para garantir segurança e aproveitamento das atividades;Inclusão de informações sobre história, cultura e filosofia da capoeira em formatos acessíveis, quando necessário.;
O projeto garante ampla circulação e acesso às atividades e produtos culturais, adotando as seguintes medidas:Distribuição e Comercialização* Aulas, oficinas e apresentações serão oferecidas com ingresso a preços acessíveis ou gratuitas;* Produtos relacionados ao projeto (como materiais didáticos, DVDs ou gravações de aulas) serão disponibilizados a preços populares ou por doação;* Parceiras com escolas, centros comunitários e associações locais para ampliar o alcance do projeto.* Ampliação de Acesso* Ensaios abertos: apresentações e práticas abertas ao público em geral;* Oficinas paralelas: atividades educativas e de capacitação oferecidas em paralelo às aulas principais;* Transmissão online: aulas, rodas e apresentações serão transmitidas ao vivo ou disponibilizadas em plataformas digitais, garantindo acesso a pessoas que não possam comparecer presencialmente;* Ações inclusivas: participação adaptada para pessoas com deficiência física ou sensorial, garantindo que todos possam vivenciar a capoeira.
Atuação da Dirigente e da Instituição ProponenteA dirigente da AMDS atuará diretamente na gestão técnica e pedagógica do projeto, supervisionando a equipe, acompanhando as atividades formativas, articulando parcerias e garantindo a execução transparente e eficiente dos recursos públicos. Mesmo em caráter voluntário, sua atuação será essencial para assegurar que o projeto preserve seu caráter educativo, social e comunitário, mantendo a coerência entre os objetivos e a prática.A entidade assumirá também a responsabilidade pela infraestrutura das atividades, organização dos espaços, mobilização de participantes, e acompanhamento dos relatórios técnicos e financeiros. Currículos Resumidos dos Principais IntegrantesVerônica Rodrigues Santos – Coordenadora de ProjetosProfissional com ampla experiência na gestão e coordenação de projetos sociais e culturais, atuando há mais de 10 anos na área da cultura e da educação popular. Responsável pela coordenação geral do projeto “Berimbau da Esperança”, Verônica supervisionará todas as etapas do cronograma, desde a pré-produção até a prestação de contas final. Possui histórico de atuação em programas de inclusão sociocultural, oficinas de formação e acompanhamento de equipes multidisciplinares. Desenvolve ações voltadas à economia criativa, empreendedorismo cultural e valorização das tradições afro-brasileiras.Principais atribuições no projeto:Planejar, supervisionar e avaliar as atividades do curso;Gerenciar a equipe técnica e pedagógica;Realizar o acompanhamento administrativo e técnico junto ao MTE;Garantir a execução das metas e indicadores previstos no termo de fomento. Livânia Maria Seles Silva – Coordenadora de ComunicaçãoComunicadora social e produtora cultural, com experiência em divulgação institucional, assessoria de imprensa e mobilização comunitária. Atuou na produção de campanhas e coberturas de eventos culturais e esportivos, com foco na promoção da diversidade e da inclusão. No projeto “Berimbau da Esperança”, será responsável pela estratégia de comunicação, pela divulgação das atividades, pelo registro audiovisual das turmas e pela criação de conteúdo para mídias digitais e materiais informativos acessíveis.Principais atribuições no projeto:Planejar e executar o plano de comunicação e mobilização social;Gerenciar redes sociais, materiais gráficos e relatórios de mídia;Promover a democratização do acesso à informação e à cultura;Apoiar a documentação audiovisual das ações para fins de transparência e memória do projeto. Clemência Elis Regina Miranda – Coordenadora PedagógicaEducadora e gestora cultural com mais de 15 anos de experiência em formação social e educativa, especialmente em projetos comunitários e culturais. Possui sólida trajetória em programas de qualificação profissional, oficinas de cidadania e educação popular. No projeto “Berimbau da Esperança”, Clemência será responsável pela estruturação pedagógica do curso, elaboração dos planos de aula, metodologia, acompanhamento dos instrutores e avaliação dos participantes.Principais atribuições no projeto:Elaborar e supervisionar o conteúdo pedagógico dos módulos formativos;Promover reuniões e formações internas com a equipe de instrutores;Avaliar o desempenho dos participantes e emitir relatórios técnicos;Garantir a integração entre teoria, prática e vivência cultural. Genilvaldo Francisco de Barros – Professor de CapoeiraMestre de capoeira com mais de 20 anos de experiência na área, atuando como educador social e agente cultural em projetos de formação comunitária, escolas públicas e centros culturais. É reconhecido por seu trabalho de preservação da tradição da capoeira angola e da musicalidade afro-brasileira. No “Berimbau da Esperança”, Genilvaldo será o responsável principal pelas aulas práticas e teóricas de capoeira, incluindo fundamentos históricos, canto, ritmo, expressão corporal e valores de respeito, cooperação e ancestralidade.Principais atribuições no projeto:Ministrar as aulas práticas e teóricas de capoeira;Integrar os conteúdos culturais aos eixos de formação cidadã;Participar da elaboração do material pedagógico;Acompanhar o desempenho e a inclusão dos alunos nas rodas e oficinas. José Pereira Morais – Monitor de CapoeiraCapoeirista formado em projetos sociais e educacionais, com experiência no apoio a oficinas culturais e atividades esportivas. Atua na AMDS como monitor voluntário, auxiliando mestres e professores na condução de aulas e na organização de eventos comunitários. No projeto “Berimbau da Esperança”, José Pereira apoiará o professor nas atividades práticas e no acompanhamento dos alunos, garantindo acessibilidade, segurança e integração entre as turmas.Principais atribuições no projeto:Apoiar o professor de capoeira nas aulas e eventos;Acompanhar frequência e participação dos alunos;Auxiliar na organização dos espaços e materiais;Colaborar na execução das atividades culturais e apresentações públicas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.