| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 45989050000181 | WESTROCK, CELULOSE, PAPEL E EMBALAGENS LTDA | 1900-01-01 | R$ 430,0 mil |
O projeto propõe a realização de uma exposição cultural permanente em um espaço transformado em ateliê criativo e inspirador. As peças produzidas serão expostas e comercializadas, valorizando o bordado em pedrarias como expressão do patrimônio cultural local. Paralelamente, palestras formativas capacitarão mulheres, fortalecendo saberes tradicionais e promovendo sua autonomia econômica. A iniciativa também contempla acompanhamento pedagógico e manutenção dos materiais artísticos, assegurando a continuidade e a sustentabilidade das ações ao longo do tempo.
Objetivo GeralPromover a valorização do bordado em pedrarias como expressão artística e patrimônio cultural, tendo como principal produto uma exposição permanente, na qual as participantes criarão as peças que serão exibidas e poderão ser comercializadas ao público. O projeto busca apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade, oferecendo condições adequadas de trabalho, insumos, formação técnica e empreendedora, acompanhamento pedagógico e ações de difusão cultural. A iniciativa visa preservar a memória têxtil, fortalecer a economia criativa e promover a autonomia financeira e social das participantes.Objetivo específico- Promover 1 exposição permanente das peças produzidas pelas bordadeiras, que ficarão à disposição do público, beneficiando 3000 pessoas circulando pelo local, em cada cidade. - Capacitar 2 mulheres por cidade, que serão as gestoras do espaço, oferecendo-lhes habilidades práticas de bordado em pedrarias e bolsa auxílio por 4 meses, totalizando 4 mulheres ao longo do projeto e - Oferecer 4 palestras, 1 por mês, para as bordadeiras, beneficiando 20 mulheres por cidade.
A desvalorização que as obras de arte realizadas em suportes têxteis sofreram ao longo do tempo vincula-se, inextrincavelmente, a um outro fenômeno que transcende questões estilísticas, colocando-se em um terreno mais amplo, de injunções políticas e de hierarquias construídas socialmente: o de sua feminização. (SIMIONI, 2010).O bordado, ao longo da história, foi muitas vezes desvalorizado por estar associado ao universo feminino. Enquanto atividades tidas como "masculinas" receberam maior reconhecimento social, econômico e artístico, práticas como o bordado foi excluída ao espaço doméstico e vistas como simples "passatempos" ou "obrigações femininas".Essa marginalização não se deu pela falta de valor estético ou técnico da prática, mas pela lógica de gênero que estruturou a sociedade, colocando a produção das mulheres em um patamar inferior. Na história da arte, por exemplo, pinturas e esculturas foram consagradas como expressões legítimas, enquanto os trabalhos em tecido, por mais sofisticados que fossem, raramente eram reconhecidos como arte, eram reduzidos à condição de "trabalhos manuais", um rótulo que diminui seu valor cultural e simbólico e reforça a ideia de que se tratava apenas de uma atividade doméstica sem relevância no campo das artes.Essa desvalorização está ligada ao fato de o bordado ser uma prática transmitida de mãe para filha, dentro do ambiente doméstico, sem a chancela de instituições oficiais ou academias artísticas, que sempre privilegiaram os espaços masculinos. Como destaca SIMIONI (USP, 2010), "as artes têxteis, e em particular os bordados, parecem ser o caso de objetos naturalmente atrelados ao fazer feminino" e por isso foram reduzidos a uma categoria menor, não digna de prestígio artístico.Hoje, entretanto, há um movimento de ressignificação: o bordado vem sendo reconhecido como expressão de memória, resistência cultural e afirmação da identidade das mulheres. Ele é visto não apenas como herança estética, mas também como registro social e político, revelando histórias de vida e formas de enfrentamento da desigualdade.O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão do governo federal, reconhece o bordado como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Esse reconhecimento abrange diversas manifestações culturais que utilizam o bordado como técnica tradicional associada a identidades regionais.Na conexão do processo com a sensibilidade, o bordado carrega histórias e afetos, sendo tanto um gesto artístico quanto um elemento de resistência e afirmação cultural. Entre suas variedades, o bordado em pedrarias, que é o produto principal desse projeto, se destaca pelo valor estético e simbólico que agrega, transformando tecidos em joias têxteis de alto valor artístico. Essa linguagem singular une sofisticação e exclusividade, criando peças que dialogam com o universo da moda, do design e das artes visuais contemporâneas, mas que ao mesmo tempo preservam a essência manual e comunitária do fazer artístico.No Brasil, segundo dados do IBGE, o artesanato movimenta aproximadamente R$ 100 bilhões por ano, representando 3% do PIB nacional e garantindo o sustento de cerca de 8,5 milhões de pessoas. Estima-se que 77% dessas pessoas sejam mulheres, muitas das quais vivem em contextos de vulnerabilidade social, com pouca escolaridade e restrito acesso ao mercado formal de trabalho. Essa predominância feminina no setor artesanal demonstra o papel central da atividade manual como instrumento de autonomia e geração de renda. No entanto, apesar da relevância do artesanato, a inserção da mulher no mercado de trabalho ainda está marcada por desigualdades estruturais. O Relatório Anual Socioeconômico da Mulher (RASEAM), publicado pelo Ministério das Mulheres em 2024, mostra que a taxa de participação feminina na força de trabalho era de apenas 52,5%, contra 71,9% entre os homens, e que a desigualdade salarial permanece expressiva, com mulheres recebendo em média apenas 79,3% do rendimento masculino.Essa fragilidade econômica tem efeitos diretos na vida social e pessoal das mulheres. Muitas ainda dependem financeiramente de seus companheiros e, em situações de violência doméstica, essa dependência se torna um dos principais fatores que as impedem de romper o ciclo. Segundo Instituto Patrícia Galvão/Consulting do Brasil 2024, a falta de autonomia financeira é um dos elementos que mantém milhares de mulheres expostas à violência e sem condições de buscar alternativas seguras de vida. O trabalho artesanal, nesse contexto, assume um papel não apenas cultural, mas também social e de proteção, oferecendo uma via de liberdade e recomeço.O projeto nasce do encontro entre cultura, arte e transformação social, ocupando espaços comunitários escolhidos em diálogo com lideranças locais e pessoas ligadas ao artesanato. A proposta central é promover uma exposição contínua de peças bordadas em pedrarias, criadas pelas participantes, fortalecendo a memória do bordado, promovendo a troca de saberes e oferecendo visibilidade artística. Esses momentos também possibilitam a comercialização das peças, ampliando o reconhecimento do trabalho manual e a geração de renda.Como forma de garantir e fortalecer as atividades das bordadeiras, duas mulheres de referência em cada cidade, serão selecionadas como gestoras comunitárias. Elas receberão treinamento direto com a artesã Fernanda Nadal e bolsa-auxílio por quatro meses, atuando como multiplicadoras do conhecimento e apoiando o grupo no dia a dia. Paralelamente, as bordadeiras participarão de palestras sobre Sustentabilidade no Bordado em Pedrarias, Empreendedorismo Criativo para Bordadeiras, Bordado e Economia Criativa e Comunicação Visual e Presença Digital para Bordadeiras l, ampliando suas possibilidades de autonomia e inserção no mercado.O espaço comunitário será ambientado de maneira acolhedora, com pintura criativa e elementos personalizados que transmitam pertencimento. Para marcar o início do projeto, será realizado um momento simbólico e integrador, enriquecido pela presença de um artista local. A ação celebrará o ponto de partida da iniciativa, fortalecendo o sentimento de pertencimento e incentivando a participação coletiva da comunidade.O projeto prevê ainda reposição de material artístico e acompanhamento técnico por quatro meses, assegurando que a produção e as exposições se mantenham mesmo após o ciclo formativo. As Bordadeiras que se destacarem pelo engajamento, qualidade das criações e interesse em comercializar suas peças, serão convidadas a integrar a plataforma Bordadeiras do Brasil (https://bordadeirasdobrasil.com.br), idealizada por Fernanda Nadal, que conecta artesãs a clientes e encomendas, fortalecendo redes de apoio, visibilidade e geração de renda.Assim, a proposta vai além da simples disponibilização de materiais: trata-se de um investimento no protagonismo feminino, na preservação do patrimônio cultural imaterial e na formação de novos arranjos produtivos sustentáveis. Justifica-se, portanto, o uso da Lei de Incentivo à Cultura, pois o projeto está em consonância com o Art. 1º, incisos I e VIII, da Lei 8.313/91, ao facilitar o acesso às fontes da cultura e estimular a produção de bens culturais de valor universal, além de atender ao Art. 1º, incisos II e III, ao fomentar a produção cultural e preservar tradições que, além de artísticas, são também meios de transformação social e econômica.Para cumprir com essas finalidades, ele se enquadra, também, nos seguintes incisos do Art. 3°:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.Por último , o projeto se enquadra no Art.18, inciso III, letras d) exposições de artes visuais; porque sua proposta central envolve a criação, curadoria e exibição pública de obras artísticas produzidas pelas participantes, utilizando o bordado em pedrarias como linguagem estética e meio de expressão visual; e g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial, pois contempla tanto os objetos produzidos (materialidade) quanto os saberes, memórias e tradições que sustentam essa prática (imaterialidade).
As passagens aéreas foram previstas da seguinte forma: PRÉ Viaja 2 produtores e 1 cenógrafo, a rubrica prevê o valor de ida e volta.PRODUÇÃO Exposição: Viaja 2 produtores e 1 cenógrafo, a rubrica prevê o valor de ida e volta.Evento de Inauguração:Viaja 1 coordenadora do projeto e 2 produtores, a rubrica prevê o valor de ida e volta.Capacitação Gestoras e acompanhamento do projeto:Viaja 1 coordenadora do projeto 4 vezes, a rubrica prevê o valor de ida e volta.
FORMAÇÃO GESTORASFormação 1 (8:00 de duração) – Fundamentos do Bordado e Profissão• Prática:Ensinar os 10 principais pontos de bordado com pedrarias.• Teoria / oficina:“O bordado como carreira e mercado de trabalho”Nas diferentes áreas: moda, decoração, arte, produtos autorais.• Atividade extra:Desenvolverem um produto sobre orientação da designer Fernanda NadalFormação 2 (8:00 de duração) – Técnicas de Preparação e Acabamento• Prática:Como passar riscos em tecidos.Introdução a modelagens simples para aplicação de bordado.Técnicas de acabamento interno e externo (como esconder fios, acabamento limpo no avesso).• Teoria / oficina:• “Pesquisa de tendencias, paletas de cores e mistura de materiais”• Atividade extra:Apresentação do produto pronto e criação de MoodBoard Formação 3 (8:00 de duração) – Mistura de Técnicas e Sustentabilidade• Prática:• Exercícios de mistura de diferentes pontos e estilos de bordado.• Criação de broches, aplicações e peças autorais.• Produção de um produto utilizando materiais recicláveis.• Teoria / oficina:• “Sustentabilidade e inovação no bordado”• Reflexão sobre consumo consciente, reaproveitamento de materiais e impacto positivo da economia criativa.• Atividade extra:Apresentação do MoodBoard e criação de produtos com materiais recicláveis.Formação 4 (8:00 de duração) – Gestão e Empreendedorismo Criativo• Prática:• Orientações sobre administração de um ateliê de bordado.• Onde comprar materiais e lista de fornecedores.• Métodos de precificação para peças artesanais e artísticas.• Teoria / oficina:• “Marketing digital e posicionamento de marca”• Estratégias de divulgação nas redes sociais, vendas online e fortalecimento de identidade criativa.• Atividade extra:Apresentação do produto com materiais recicláveisFundamentação Teórica - Formação:No mundo contemporâneo, o bordado deixou de ser visto apenas como uma atividade artesanal tradicional e ganhou novos espaços, conquistando lugar de destaque no design, na moda, nas artes visuais e até em instalações artísticas. O bordado em pedrarias, em especial, carrega um brilho singular: cada ponto é enriquecido com contas, miçangas e cristais que conferem textura, profundidade e luminosidade às peças. Mais do que uma técnica, é uma forma de transformar tecidos em joias têxteis, criando produtos únicos, cheios de identidade e delicadeza. O valor desse trabalho está justamente no gesto humano que o constrói com cuidado, paciência e dedicação que tornam cada criação exclusiva e sofisticada, atendendo ao desejo crescente por peças que transmitam autenticidade e história.A proposta destas oficinas parte do entendimento de que o bordado em pedrarias não é apenas sobre aprender pontos e acabamentos, mas sobre viver uma experiência criativa. Bordar é também silenciar o mundo à volta e mergulhar em um processo meditativo, no qual mãos e pensamentos se encontram em ritmo, criando não só objetos, mas também significados. Como lembra Richard Sennett em O Artífice (2009), o trabalho manual integra corpo, mente e emoção, permitindo que cada gesto dê forma a algo que é, ao mesmo tempo, individual e coletivo. Nesse sentido, o bordado é linguagem artística que traduz sensibilidade, memória e expressão, mas é também caminho de autoconhecimento e de pertencimento.
EXPOSIÇÃOAcessibilidade para pessoas com deficiência física: Caso haja algum participante com deficiência física os locais previstos para a realização das atividades do projeto serão escolhidos considerando acessibilidade, priorizando ambientes planos, sem desníveis ou obstáculos. Além disso, será avaliada a facilidade de circulação interna, a disposição das bancadas/expositores e a sinalização visual para garantir participação plena de todos os públicos.Se necessário, também serão adquiridas mesas de trabalho ajustáveis em altura, permitindo acomodar cadeirantes e regular altura para diferentes posturas. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Caso haja algum participante com deficiência auditiva, serão contratados profissionais de tradução simultânea em libras para realizarem as devidas adaptações. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Havendo necessidades, serão adquiridas lupas de bancada para baixa visão, auxiliando a enxergar detalhes minuciosos, reduzindo a fadiga ocular, melhorando a precisão do bordado e mantendo uma postura confortável e segura durante o trabalho e agulhas com olhos maiores e/ou alternativas de agulhas de ponta grossa para quem tem baixa coordenação.PALESTRASAcessibilidade para pessoas com deficiência física: Caso haja algum participante com deficiência física os locais previstos para a realização das atividades do projeto serão escolhidos considerando acessibilidade, priorizando ambientes planos, sem desníveis ou obstáculos. Além disso, será avaliada a facilidade de circulação interna, a disposição das bancadas/expositores e a sinalização visual para garantir participação plena de todos os públicos. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Caso haja algum participante com deficiência auditiva, serão contratados profissionais de tradução simultânea em libras para realizarem as devidas adaptações. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Havendo necessidade, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Havendo necessidade, na hipótese de Pessoa com TEA e PcD intelectual, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento. CURSOAcessibilidade para pessoas com deficiência física: Caso haja algum participante com deficiência física os locais previstos para a realização das atividades do projeto serão escolhidos considerando acessibilidade, priorizando ambientes planos, sem desníveis ou obstáculos. Além disso, será avaliada a facilidade de circulação interna, a disposição das bancadas/expositores e a sinalização visual para garantir participação plena de todos os públicos.Se necessário, também serão adquiridas mesas de trabalho ajustáveis em altura, permitindo acomodar cadeirantes e regular altura para diferentes posturas. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Caso haja algum participante com deficiência auditiva, serão contratados profissionais de tradução simultânea em libras para realizarem as devidas adaptações. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Havendo necessidade, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Havendo necessidade, na hipótese de Pessoa com TEA e PcD intelectual, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento.
As medidas que serão adotadas conforme artigo 47 da IN 23/2025 são:I - Considerando que o projeto é totalmente gratuito, a obrigatoriedade de destinar 10% (dez por cento) da produção para distribuição gratuita — medida prevista para fins de democratização do acesso — não se aplica de forma direta neste caso. Entretanto, mantém-se o compromisso com o caráter social e educativo da iniciativa, assegurando que quaisquer recursos eventualmente obtidos com a venda dos produtos sejam integralmente direcionados à instituição beneficiada, sem gerar retorno financeiro para o projeto.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
FERNANDA NADAL - Proponente, Coordenadora Geral e Professora, além de responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto. Graduada em Administração pela Faculdade Uniandrade - Campus Ponta Grossa-PR (2001), possui pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas pela FAE Business School (2003) e em Moda e Cultura pela UEL - Universidade Estadual de Londrina (2006). Cursou Desenho de Estilo pelo SENAI (2005), Panorama da Indústria da Moda pela Escola São Paulo (2009), Ilustração de Moda pela Escola São Paulo (2013),História da Moda pela Prime Cursos Brasil (2017) e Business Through a Culture of Health pela Universidade Harvard (2020). Possui experiência profissional com docência e produção de artes e moda desde 2004. Foi Coordenadora e Professora de História da Moda e Bordado no curso de Moda da Casa Leonardo (2017-2018), Consultora Empresarial a várias empresas do ramo (2017- atualmente) e Criadora e Coordenadora do Projeto Social “Bordado com Amor” (2004 - atualmente).AMORA PRODUÇÕES CULTURAIS – Produção Executiva A Amora busca a realização de projetos culturais que tenham impacto social e ambiental positivo e que contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas, fomentando a descentralização dos bens culturais e estimulando a capacitação profissional e a geração de renda, bem como criando novas plateias para o mercado cultural. Em 9 anos de atuação, a produtora tem mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas em mais de 150 cidades. Ela tem como foco, trabalhar pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de atender às premissas do ESG. Entre os últimos trabalhos executados, estão os projetos: Bi-Bi: Biblioteca itinerante (2023, 2024, 2025 - Várias cidades), Blitz da Alegria (2023, 2025 - Várias cidades), A Arte de Bordar (2022, 2023, 2024, 2025 - Várias cidades), Comunica: potencializando culturas locais (2023 – Campinas), Impulso: viajando pelo mundo (2023 - Várias cidades). RODRIGO SHALAKO - CENÓGRAFO, Cenógrafo, cenotécnico e produtor. Atuante no ramo da cenografia desde 2012 vem realizando um trabalho onde se destaca por criar, desenhar, produzir e construir suas cenografias com soluções criativas. Se tornou referência como cenotécnico pela experiência na confecção de cenografia, montagens de espetáculos nacionais e internacionais, montagem de exposições, sets de filmagens e festivais como Palco Giratório, Porto Alegre Em Cena e Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre (FTRPA). Como produtor, uniu as experiências na cenografia e cenotécnica e com isso tem sido nome frequente na coordenação de projetos, coordenação técnica de montagens, gerenciamento e fornecimento de equipes. Dentre os trabalhos mais expressivos nesta função está o de coordenador de cenotécnica do Festival Palco Giratório de 2016 a 2023. Em 2018 fundou a empresa Shalako Produções ME, espaço onde aperfeiçoa técnicas, materializa suas criações e possibilita que o cliente ensaie com a cenografia antes mesmo dos ajustes finais, otimizando o tempo de produção. A empresa também conta com acervo de materiais para locações que atende a diversos setores da cultura. Vencedor do Prêmio Açorianos de Teatro na categoria de Melhor Cenografia em 2016 e 2017 com os espetáculos Ramal 340 (Coletivo Errática) e "Imobilhados" (Máscara Encena), recebeu também o Prêmio Cenym de Teatro Nacional em 2017 e 2018 na categoria de Melhor Cenografia para o espetáculo "Imobilhados" e Melhor Direção de Arte para o espetáculo Ramal 340. Dentre os trabalhos mais recentes como cenógrafo, estão: Concepção expográfica e montagem da exposição Oliveira Solveira: poeta, negro no Centro Cultural UFRGS 2023. Opera I Pagliacci (Direção: Flávio leite. Regência: Evandro Matté -OSPA - 2022, Opereta "O Morcego" (Direção: Flávio Leite. Regência: Evandro Matté -OSPA - 2022), Concepção expográfica e montagem da Exposição Modernas ERAM elas - A dança em Porto Alegre da primeira metade do século XX (Goethe Institut). Concepção expográfica da Exposição "Palmares não é só um, são milhares - 50 anos do 20 de novembro (Memorial do Rio Grande do Sul MARS - 2021) ." Ópera O Engenheiro (Direção: José Henrique. Regência: Evandro Matté - OTSP - 2021), Ópera O Acordo perfeito (Direção: Flávio Leite. Regência: Evandro Matté -OSPA - 2021), Manual para náufragos (Direção: Tainah Dadda - 2021) .
PROJETO DILIGENCIADO NA FASE DE ANÁLISE TÉCNICA.