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PRONAC 259786Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FLIS - FESTA DO LIVRO EM SECRETÁRIO

INSTITUTO CAMINHO DA ROCA
Solicitado
R$ 453,2 mil
Aprovado
R$ 453,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Petrópolis
Início
2026-01-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Petrópolis Rio de Janeiro

Resumo

A FLIS _ Festa do Livro em Secretário é um evento literário e cultural inédito na zona rural de Petrópolis/RJ, criado para democratizar o acesso ao livro, à leitura e à produção literária em uma localidade com pouca oferta regular de atividades culturais. A proposta parte da convicção de que o livro, além de instrumento de conhecimento, é um agente de transformação social e pertencimento. A FLIS busca conectar o universo da literatura com a realidade local, valorizando a cultura da roça, a oralidade, os autores regionais e o encantamento do encontro entre palavra e território.A primeira edição da FLIS será realizada na Praça de Secretário, em 2026, e representará um espaço democrático e inclusivo, com uma programação diversa e gratuita para todas as idades. A festa contará com lançamentos de livros, rodas de conversa com escritores, feiras de editoras independentes, oficinas de leitura e escrita, saraus, contação de histórias, apresentações musicais, exposição fotográfica, intervenções poéticas e uma biblioteca ao ar livre. Parte da programação será dedicada ao público infantojuvenil, com foco no estímulo à leitura desde a infância e na formação de novos leitores, no espaço FLISINHA.

Sinopse

O evento contará com uma programação diversificada composta por cerca de 10 (dez) atividades culturais e literárias, entre mesas com autores, lançamentos de livros, contações de histórias, saraus, oficinas e intervenções artísticas. PROGRAMAÇÃO GERAL- Rodas de conversa (mesas com participação de autores);- Lançamento de livros; - Sessões de autógrafos; - Apresentações culturais; - Saraus;- Intervenções artísticas;- Debates; - Exposições. PROGRAMAÇÃO INFANTO/JUVENIL - Contação de histórias; - Oficinas de leitura; - Jogos literários.

Objetivos

Objetivo Geral:Promover o acesso à leitura, à literatura e à diversidade cultural por meio da realização da FLIS _ Festa do Livro em Secretário, fortalecendo o vínculo da comunidade da região com o livro, a palavra e a produção literária, com foco na formação de leitores e na ocupação criativa dos espaços públicos do território rural de Secretário, Petrópolis.Objetivos Específicos e Metas por Etapa1. Ampliar o acesso ao livro e à leitura em território ruralMeta: Realizar uma festa literária gratuita e aberta ao público, com duração de 3 dias, reunindo pelo menos 10 atividades culturais e literárias, entre mesas com autores, lançamentos, contações de histórias, saraus, oficinas e intervenções artísticas.2. Valorizar a diversidade da produção literária e o protagonismo de autores de diferentes vozesMeta: Convidar autores e autoras de diferentes origens e representatividades (mulheres, negros, indígenas, LGBTQIAPN+, escritores periféricos, promovendo o encontro de múltiplas narrativas.3. Estimular a formação de novos leitores entre crianças e jovensMeta: Desenvolver ações formativas no espaço do Instituto Caminho da Roça e nas escolas nos dois meses que antecedem o evento, com atividades como rodas de leitura, oficinas de escrita, alcançando estudantes do ensino fundamental e médio. 4. Conectar a literatura com o território, os saberes populares e a cultura localMeta: Realizar ao menos 1 roda de conversa ou intervenções temáticas sobre cultura da roça, oralidade, agroecologia e memória rural.5. Criar uma experiência literária sensorial no espaço públicoMeta: Montar a instalação "Galeria da Palavra", com painéis e varais poéticos, poemas ilustrados e frases espalhadas pela praça, promovendo o contato espontâneo e criativo com a literatura durante todos os dias do evento.6. Promover acessibilidade e inclusão no eventoMeta: Garantir que pelo menos 3 mesas literárias tenham tradução simultânea em Libras; adaptar os materiais gráficos com linguagem simples; instalar banheiros acessíveis; e formar monitores capacitados para atendimento a pessoas com deficiência.7. Fortalecer o pertencimento e a identidade cultural localMeta: Envolver ao menos 10 moradores da comunidade na produção do evento (como monitores, oficineiros, artistas locais e mediadores de leitura), criando vínculos de afeto e protagonismo com a festa.8. Estimular a economia criativa localMeta: Contar com expositores e produtores culturais da região na feira de livros, artesanato e alimentação, incentivando o consumo local e a valorização de produtos autorais e independentes.9. Contribuir para a sustentabilidade cultural e ambiental do eventoMeta: Incentivar o descarte correto de resíduos e divulgar boas práticas ambientais ao longo do evento.10. Garantir desdobramentos permanentes da ação culturalMeta: Criar e iniciar o funcionamento de um Clube de Leitura Comunitário, com encontros mensais mediado por educadores e leitores da comunidade, com meta de pelo menos 6 encontros no ano seguinte à FLIS, consolidando a continuidade da ação.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país.Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A FLIS _ Festa do Livro em Secretário é uma ação estratégica para promover o acesso à leitura e à produção literária em um território rural marcado pela escassez de equipamentos culturais e pela dificuldade de acesso ao centro do município. Secretário, localizado na zona rural de Petrópolis (RJ), possui cerca de 5 mil habitantes, com população distribuída em sítios, vilas e comunidades espalhadas por vales e estradas de terra, a mais de 30 km do centro urbano mais próximo.Secretário conta com apenas duas escolas públicas (uma municipal e uma estadual), que atendem majoritariamente crianças e adolescentes da zona rural, muitas vezes com acesso restrito a bibliotecas, livrarias ou eventos culturais. A sede do Instituto Caminho da Roça, proponente deste projeto, é o único espaço cultural com uma biblioteca comunitária em funcionamento regular, que empresta cerca de 150 livros por mês, além de doações.Segundo dados do Instituto Pró-Livro (Retratos da Leitura no Brasil, 2020), o acesso ao livro no Brasil ainda é profundamente desigual: 44% da população brasileira não é considerada leitora ativa, e a falta de incentivo na infância e ausência de espaços de leitura estão entre os principais fatores. Em áreas rurais, essa realidade é ainda mais crítica, com menor frequência de ações estruturadas de incentivo à leitura.Neste cenário, a FLIS se justifica como uma ação transformadora, com objetivo de romper o isolamento simbólico e cultural de Secretário por meio de uma festa literária gratuita, plural e acessível. O evento ocupará a praça central da Vila, com uma programação diversificada (atividades culturais e educativas) ao longo de três dias, abrangendo lançamentos de livros, contações de histórias, rodas de conversa com autores, saraus e oficinas.A curadoria da FLIS, formada por profissionais seniors da cultura, da literatura e formadores de opinião, moradores de Petrópolis e de Secretário, será pautada pela diversidade, incluindo autores e autoras de diferentes gêneros, etnias, entre eles autores negros, indígenas, periféricos e da própria região serrana e dando visibilidade a editoras independentes.Outro elemento central da proposta é a valorização da cultura local, com a inclusão de saberes da roça, tradições orais e memória popular na programação, promovendo o diálogo entre literatura e território. A festa pretende também fomentar a economia criativa local, com uma feira de livros e produtos artesanais que contará com expositores regionais, além de incentivar o turismo cultural na região.Além do impacto direto, a FLIS prevê desdobramentos permanentes, como a criação de um clube de leitura comunitário com encontros mensais, promovendo a continuidade da formação leitora e a articulação de uma rede de mediadores culturais locais.Portanto, a FLIS se apresenta como uma ação de grande relevância cultural, educacional e social para Secretário, arredores e para a zona rural de Petrópolis. Ao democratizar o acesso ao livro e à leitura, promover a diversidade literária e ocupar o espaço público com arte, palavra e encontro, a festa contribui para a construção de uma cultura mais plural, descentralizada e comprometida com os direitos culturais de todos os cidadãos.

Estratégia de execução

A produção da FLIS tem como princípio o respeito ao meio ambiente, incorporando práticas sustentáveis em todas as etapas do projeto. Desde a escolha dos materiais utilizados até a gestão dos resíduos, buscamos reduzir impactos ambientais e promover a consciência ecológica junto ao público, fortalecendo a relação entre cultura, comunidade e natureza.Seguem abaixo as medidas que serão implantadas:Incentivo ao uso de copos reutilizáveis nas áreas de alimentação e aos expositores, reduzindo a geração de resíduos plásticos.Coleta seletiva e educação ambiental: serão instalados pontos de coleta com sinalização e destinação correta dos resíduosUso consciente de energia e água: priorização de equipamentos com baixo consumo e planejamento logístico que evite desperdícios.Divulgação de boas práticas ambientais por meio de mensagens educativas nos painéis da Galeria da Palavra e nas redes sociais da FLIS.Contratação de mão de obra e serviços preferencialmente de moradores da região, garantindo geração de renda e valorização de saberes locais.Acesso gratuito a toda a programação da festa, promovendo a democratização cultural em território rural, onde as oportunidades de fruição artística são escassas.Promoção da diversidade cultural e da inclusão social, com curadoria plural e ações de acessibilidade, garantindo o direito à participação plena de todos os públicos.Valorização da economia local: a feira de expositores contará com empreendedores e produtores culturais da região, entre livreiros, editoras independentes, artesãos, cozinheiras e artistas locais.A priorização de fornecedores locais (alimentação, transporte, impressão, montagem) reduz o custo ambiental com deslocamentos e estimula o fortalecimento da economia criativa de base comunitária.Planejamento financeiro equilibrado, com previsão de desdobramentos permanentes de baixo custo, como a criação de um clube de leitura comunitário, que garantem a continuidade das ações mesmo após o encerramento do evento.Fortalecimento do sentimento de pertencimento e identidade local, ao reconhecer e valorizar as narrativas da roça, a oralidade, a memória e os saberes tradicionais.Integração entre literatura e território, promovendo uma festa enraizada nas práticas culturais locais, com o envolvimento direto da população de Secretário em todas as etapas da festa.Criação de legados culturais permanentes, como o clube de leitura, ações de formação de mediadores e a memória fotográfica e audiovisual da festa, que poderão ser utilizadas como recurso educativo em ações futuras.

Especificação técnica

Realizar em média 4 atividades por dia (durante três dias) como segue abaixo: - Programação adulta – estimativa de público: 1.000 pessoas (3 atividades presenciais) - Programação infanto-juvenil – estimativa de público: 800 pessoas (3 atividades presenciais) - Lançamento de livros – estimativa de público: 1.000 pessoas (4 atividades presenciais) - Instalação da livraria do evento (Com vendas presenciais – participação de diversas editoras); Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES As exposições de artes têm como objetivo proporcionar uma plataforma para a exibição de obras com a temática indígena, a fim de expor o público a novos debates e perspectivas culturais e estéticas. - Exposição/mostra de arte presencial com dois fotógrafos: Alaor Filho e Piratá Wauja (fotógrafo indígena da etnia Wauja do Xingu). Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL A FLIS contará com apresentações musicais, feitas por bandas e músicos locais e/ou nacionais. Gerando uma plataforma para a apresentação de novos artistas e sonoridades ao público geral. - Realizar 3 apresentações musicais com bandas e músicos locais e/ou nacionais Produto OFICINAS A FLIS contará com 3 oficinas - Realizar 03 oficinas (público estimado pessoas): 500 Toda a programação da FLIS será gratuita! *Os curadores da FLIS e componentes da comissão organizadora poderão ser substituídos, porém Janice Caetano, idealizadora do evento, atuará na coordenação e curadoria geral do projeto. *As atividades de curta duração já definidas para o evento terão a duração média de 1h00 entretanto a temática e o conteúdo programático será ainda definido pelos curadores na etapa de pré-produção do evento. O universo das letras chega à zona rural de Petrópolis/RJ, trazendo reflexões contemporâneas e conteúdos culturais e literários que dialogam do regional ao universal. Um encontro que gera sinergias, em que a cultura preserva o patrimônio e, ao mesmo tempo, é por ele fortalecida.

Acessibilidade

A FLIS adotará medidas concretas de acessibilidade (como tradução em Libras, banheiros adaptados e linguagem simples em todos os materiais). Acessibilidade física e estrutural:Banheiros químicos acessíveis serão instalados na praça central, com estrutura adequada para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Os espaços das atividades serão organizados com circulação ampla, para facilitar o deslocamento de cadeiras de rodas, bengalas e carrinhos.Mesas e cadeiras para atividades formativas estarão dispostas com distanciamento adequado, respeitando espaço livre de obstáculos.Acessibilidade de conteúdo:As mesas principais e rodas de conversa contarão com intérpretes de Libras, garantindo o acesso amplo da comunidade com dificuldade de audição à programação.Os materiais gráficos e digitais (folders, sinalizações, postagens e vídeos) utilizarão linguagem simples e objetiva, com fontes ampliadas e alto contraste de cor, facilitando a leitura por pessoas com baixa visão, dislexia ou baixo letramento.Os conteúdos audiovisuais divulgados nas redes sociais do evento serão legendados e com descrição de imagem, ampliando a compreensão e o acesso. A equipe de produção, recepção e mediação passará por uma capacitação básica em atendimento acessível, incluindo orientações sobre como lidar com diferentes tipos de deficiência de forma respeitosa e acolhedora.Serão disponibilizados monitores treinados para apoiar o público com deficiência na circulação, orientação e aproveitamento das atividades.Atividades para o público infantil e familiar serão realizadas com mediação sensível, respeitando os tempos e formas de expressão de cada público. Com essas ações, a FLIS busca garantir não apenas a presença física de pessoas com deficiência, mas sua participação plena, ativa e respeitosa em todas as dimensões do evento. A acessibilidade é um princípio que atravessa todo o projeto, da curadoria à recepção, e reforça o compromisso da festa com a democratização do acesso à cultura como um direito de todos.

Democratização do acesso

A FLIS – Festa do Livro em Secretário foi criada como uma ação de fomento à leitura e à cultura com base na inclusão, pluralidade e democratização do acesso, sobretudo em um território rural onde há carência de atividades culturais regulares. Para garantir que a festa seja de fato um espaço de pertencimento e acolhimento para todos os públicos, a proposta adota um conjunto articulado de medidas práticas que ampliam o acesso em múltiplas dimensões: geográfica, econômica, social, cultural e comunicacional. 1. Acesso gratuito e aberto ao públicoTodas as atividades da FLIS serão inteiramente gratuitas, sem cobrança de ingressos ou inscrições pagas. A programação acontecerá na praça central de Secretário, espaço de convivência comunitária e de fácil acesso para moradores da região, com circulação livre, o que facilita a participação espontânea de crianças, famílias, trabalhadores rurais, jovens e idosos. 2. Interiorização da cultura e ocupação de território ruralSecretário está situado a cerca de 30 km da área urbana de Petrópolis, e seu território é composto por sítios, vilas e comunidades dispersas, muitas delas sem acesso contínuo a bibliotecas, centros culturais ou eventos literários. A realização da FLIS nesse contexto descentraliza a produção cultural, levando programação de qualidade a um público que muitas vezes é excluído do circuito cultural tradicional. Previsão de oficinas nas escolas locais dois meses antes do evento. 3. Inclusão de públicos diversos e ações de formaçãoA programação contempla diferentes faixas etárias e perfis de público:- Contação de histórias, oficinas de leitura e jogos literários para o público infantil- Mesas de conversa, saraus e atividades criativas para jovens- Rodas de memória e oralidade com foco nos saberes tradicionais para o público idoso e rural 4. Diversidade de vozes e representatividadeA curadoria da FLIS valoriza a pluralidade de narrativas e o reconhecimento de autores que representam diferentes grupos sociais. A proposta prevê a participação de pelo menos autores e autoras de diferentes identidades, entre eles escritores indígenas, negros, periféricos, LGBTQIAPN+, mulheres e autores da cultura popular e rural. Isso amplia não só a diversidade de conteúdos, mas também a identificação simbólica dos leitores com os convidados do evento. 5. Participação ativa da comunidade localA FLIS será construída com o envolvimento direto da comunidade petropolitana e de Secretário: moradores atuarão como monitores, mediadores de leitura, oficineiros e expositores, participando de todas as etapas da festa. Esse protagonismo comunitário fortalece o sentimento de pertencimento e rompe barreiras simbólicas de acesso à cultura, transformando o público em sujeito da ação.6. Divulgação acessível e em múltiplos canaisA comunicação da FLIS será feita de forma ampla e inclusiva, por meio de:- Cartazes e convites impressos distribuídos em escolas, postos de saúde, comércios locais e igrejas- Utilização de grupos de WhatsApp já existente das famílias atendidas pelo Instituto Caminho da Roça- Produção de conteúdos digitais com linguagem acessível, vídeos curtos e legendados- Materiais com orientação sobre como chegar à festa e aproveitar as atividades 7. Ações pós-evento com continuidade do acessoComo desdobramento da FLIS, será criado um clube de leitura comunitário na sede do Instituto com encontros mensais gratuitos e abertos à população, incentivando a permanência das práticas leitoras no território e a formação de mediadores locais.

Ficha técnica

INSTITUTO CAMINHO DA ROÇARealizador, Gestor Administrativo, Gestor Financeiro. Responsável por todo o planejamento e pela coordenação de todas as atividades ligadas ao projeto. Supervisiona os serviços de todos os fornecedores e profissionais envolvidos, planejando, organizando e supervisionando todas as atividades da exposição, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos. É responsável por assegurar o cumprimento dos objetivos, otimizar os recursos produtivos disponíveis, supervisionar a elaboração dos cronogramas da produção e estabelecer controles de processos. O Instituto Caminho da Roça (ICR) foi criado em 2019, e é uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública municipal, Ponto de Cultura, certificado pelo Ministério da Cultura. Janice Caetano – Coordenação GeralFormada em Comunicação Social/Jornalismo, especializada em comunicação corporativa e socioambiental, com pós-graduação em Gestão Ambiental (UFRJ). Diretora da Print Comunicação e presidente do ICR. Criadora do Festival AgroSerra – Da Roça ao Prato (2015). Atuou como repórter de economia (Gazeta Mercantil, JB e Estadão) e foi assessora de comunicação da Firjan. Alaor Filho – Direção de ProduçãoJornalista e fotógrafo, atuou 22 anos em veículos como O Globo, JB e Estadão. Cobriu campanhas presidenciais, Copas e Olimpíadas. Sócio da Fotos Públicas e diretor do ICR. Co-criador do Festival AgroSerra e responsável pelo planejamento e produção executiva desde 2015. Laís Lobo – ProdutoraPublicitária pela PUC-Rio, especializada em mídias digitais. Atuou na cobertura de grandes eventos (Rio Gastronomia, Semana Design Rio, Educação 360). Desde 2017, integra a Print Comunicação, produzindo conteúdo e colaborando na organização do Festival AgroSerra e ações do ICR. Igor Caetano Barreto – Gestor Financeiro e OperacionalGeofísico pela UFF, voluntário do ICR desde 2019. Atua na gestão financeira e de operações. Diretor administrativo da Print Comunicação, com experiência em gestão comercial e implantação de processos para eficiência interna. Bruno Levinson – Curador e MediadorPoeta, roteirista e produtor cultural. Autor de livros de poesia e biografias de Marcelo D2 e Marcelo Yuka. Criador da plataforma “Ode”, dedicada à poesia. Atuou como roteirista e diretor de TV. Morador de Secretário, onde ocorrerá a FLIS. Leandro Garcia Rodrigues – CuradorDoutor em Estudos Literários (PUC-Rio) com três pós-doutorados (PUC-Rio, FAJE-BH, Sorbonne Nouvelle). Professor adjunto de Teoria Literária na UFMG e pesquisador do CNPq. Foi presidente da Academia Petropolitana de Letras. Paula Isnard de Maracajá – CuradoraDiretora, roteirista e pesquisadora com 35 anos de atuação nacional e internacional. Dirigiu projetos premiados em dança, teatro e circo. Coordenadora do Cineclube Rural e da Escola Livre de Cinema Comunitário no Brejal. Finaliza o documentário “Ainda me lembro”, sobre memórias rurais. Flávia Oliveira da Fraga – Comissão OrganizadoraJornalista, colunista de O Globo, comentarista da GloboNews e rádio CBN. Podcaster no Angu de Grillo. Integra conselhos de diversas organizações sociais e culturais, incluindo a Bienal do Livro do Rio 2025. Aydano André Motta – Comissão OrganizadoraJornalista desde 1986, com passagens por JB, O Globo, Veja e IstoÉ. Vencedor do Prêmio Esso (2012). Pesquisador de carnaval, autor de livros e roteirista do documentário Mulatas! Um tufão nos quadris. Lucila Martinez C. Calvi – ConsultoraBibliotecóloga formada pela Universidade de Antioquia (Colômbia), especialista em gestão socioambiental. Consultora para PNUD, BID, Banco Mundial, UNICEF, UNESCO e OEA. Experiência em programas de leitura, criatividade infantil e fortalecimento comunitário, alinhados aos ODS. Fábio Ferreira – Organizador, Mediador e OficineiroDiretor de teatro, dramaturgo, escritor e pesquisador. Doutor em Literatura (PUC-Rio/Univ. Copenhague). Foi presidente da Rioarte e da cooperativa Projetéis. Curador internacional de artes cênicas. Dirigiu peças e o longa Vozes do Silêncio (2021). Francisco Otávio da Costa – Organização, Palestrante e MediadorConhecido como Chico Otavio, repórter e professor de Jornalismo (PUC-Rio). Passou por Última Hora, Estadão e O Globo. Sete vezes vencedor do Prêmio Esso. Autor de livros sobre política e Amazônia. Cristina Ferreira – Organização, Curadoria e Oficinas InfantojuvenisEscritora e contadora de histórias, foi professora por 38 anos em Petrópolis. Publicou livros para crianças e atua como mediadora de leitura na Casa Stefan Zweig. Especialista em Literatura de Infância. João Maurício Marques – ProdutorGraduando em Produção Cultural (UFF). Atua na Casa Stefan Zweig com mediação cultural e comunicação. Experiência no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Fundação de Arte de Niterói e produtora Artepadilla. Voluntário na Cinemateca do MAM-RJ.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.