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PRONAC 259801Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira

18.984.035 FABIANA VIEIRA LIMA
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Foz do Iguaçu
Início
2026-04-15
Término
2026-09-15
Locais de realização (6)
Cascavel ParanáGuarapuava ParanáLondrina ParanáMaringá ParanáPato Branco ParanáPonta Grossa Paraná

Resumo

Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira é um projeto musical autoral, com 11 composições de músicas regionais, inspirado na Mata Atlântica do Parque Nacional do Iguaçu, no Lago de Itaipu e nos rios Paraná e Iguaçu. O show apresenta composições que revelam peculiaridades do território trinacional do Iguaçu e sua diversidade étnica e cultural, com sonoridades presentes na região como baião, xote, Ijexá, ao som instrumental da gaita, violão, flauta, percussão, tais como congas, triângulo e bombo leguero. A proposta inclui seis apresentações abrangendo diferentes regiões do estado do Paraná, onde ao final de cada uma convida a plateia para um bate papo com o autor sobre o trabalho, além de uma oficina musical em cada cidade como contrapartida.

Sinopse

O projeto “Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira”, propõe um espetáculo musical autoral composto por 11 obras que celebram a diversidade cultural do território trinacional do Iguaçu. Inspirado nas paisagens naturais da Mata Atlântica, do Lago de Itaipu e dos rios Paraná e Iguaçu, o projeto revela a riqueza sonora da região por meio de composições que dialogam com ritmos tradicionais e identitários. A diversidade cultural se manifesta nas músicas por meio de gêneros como a rancheira em Na Lagoa, o ijexá em Um Dia no Parque, o samba em Do Que Não Abro Mão, a chacareira em Canto Final, a guarânia em Mata Atlântica e a nana zamba em Para a Vida Preservar. Os arranjos são executados com instrumentos como gaita, violão, flauta, congas, triângulo e bombo leguero, reforçando o caráter regional e plural da obra. O projeto previsto para acontecer de 15 de abril a 15 de setembro, será apresentado em seis cidades do Paraná — Pato Branco, Cascavel, Ponta Grossa, Guarapuava, Londrina e Maringá — com uma apresentação musical, ao final de cada espetáculo, o público é convidado para um bate-papo com o autor, promovendo o diálogo entre arte, território e identidade. Como contrapartida o projeto prevê uma oficina gratuita de composição musical em cada localidade, para até 20 participantes Com composições e direção musical de Sérgio Copetti, artista de reconhecida trajetória, a obra propõe uma experiência sensível e formativa, posicionando a música como ferramenta de valorização da cultura regional, pertencimento e transformação social.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Produzir e realizar o projeto autoral Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira, por meio da circulação de apresentações musicais de caráter regional por seis cidades do estado do Paraná, integrando arte e cultura como instrumento de valorização do território trinacional do Iguaçu por meio da diversidade cultural presente na letra, arranjos musicais, ritmos e instrumentos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:· Realizar seis apresentações em municípios que representem diferentes territórios do estado do Paraná;· Estimular o reconhecimento da música regional, promovendo sua valorização junto às comunidades locais e instituições culturais.· Promover o acesso à música autoral tocada e cantada na região a diversos públicos;· Promover o intercâmbio, a formação artística e fomentar a criação musical, ampliando as possibilidades para novos compositores e músicos; · Valorizar a cultura por meio da diversidade e a riqueza cultural do território;· Promover e valorizar ritmos e composições da música regional;· Utilizar a música como ferramenta para conscientização e identidade do território trinacional do Iguaçu;· Oferecer apresentações e oficinas para cidade, ampliando o contato com produtos culturais e incentivando novas produções artísticas.· Promover e valorizar a diversidade e a pluralidade estimuladas pelo constante intercâmbio cultural do território trinacional do Iguaçu, composto por Brasil, Paraguai e Argentina.

Justificativa

O projeto Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira nasce da necessidade de valorizar e difundir a música regional como expressão artística e instrumento de transformação social. Inspirado na riqueza natural da Mata Atlântica presente no Parque Nacional do Iguaçu, no Lago de Itaipu e nos rios Paraná e Iguaçu, o trabalho propõe um diálogo sensível entre arte e diversidade cultural, evidenciando as peculiaridades e a diversidade étnica e cultural da região pertencente ao território do Iguaçu situado na tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.A cidade de Foz do Iguaçu é reconhecida por sua vibrante pluralidade cultural e étnica, fruto de uma história marcada pelo encontro de povos e pelo cotidiano da comunidade trinacional, onde brasileiros, paraguaios e argentinos convivem lado a lado com representantes de mais de 93 nacionalidades. Apesar dessa riqueza humana e simbólica, ainda são escassas as iniciativas que promovam a fruição artística, a formação cultural e a valorização das expressões locais. É nesse cenário que o projeto se insere, como uma oportunidade concreta de democratizar o acesso a bens culturais de qualidade, fortalecer a identidade regional e estimular a criação musical. A diversidade cultural da região se manifesta nos ritmos presentes nas composições, como a rancheira em Na Lagoa, o ijexá em Um Dia no Parque, o samba em Do Que Não Abro Mão, a chacareira em Canto Final, a guarânia em Mata Atlântica e a nana zamba em Para a Vida Preservar, evidenciando a riqueza sonora que emerge do território e dialoga com suas múltiplas raízes.Considerando a ausência de recursos financeiros próprios para atender a essa demanda e viabilizar a execução integral do projeto, torna-se imprescindível utilizar a Lei Federal de Incentivo à Cultura nº 8.313/91. Tendo em vista que o projeto se enquadra os incisos do Artigo 1º: I contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País, nos incisos do Artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e no Artigo 18º: § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: c) música erudita, instrumental ou regional. A referida legislação, se apresenta como uma ferramenta essencial para garantir o financiamento necessário, assegurando a execução com a devida efetividade da capacitação técnica para proporcionar a realização do projeto.Com a experiência e o reconhecimento de Sérgio Copetti, o projeto Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira alia excelência artística a um compromisso transformador, por meio de apresentações e oficinas que irão percorrer seis cidades em diferentes regiões do estado do Paraná. Ao promover o encontro entre música e formação, a iniciativa fortalece a cena musical regional, valoriza as identidades locais e contribui para a preservação da memória cultural. Trata-se de uma ação que não apenas celebra a diversidade sonora da fronteira, mas também inspira novos olhares sobre o papel da arte como agente de conexão, pertencimento e transformação cultural.Com a experiência e reconhecimento de Sérgio Copetti, o projeto Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira alia excelência artística a um compromisso educativo e transformador, por meio de apresentações, oficinas e diálogos com a comunidade. Ao unir música e reflexão, a iniciativa contribui para a preservação da memória cultural, o fortalecimento da cena musical regional e a promoção de práticas sustentáveis, posicionando a arte como ferramenta essencial para o desenvolvimento humano e social.

Especificação técnica

Produto Principal: Show musical.Duração: 60 minutos de música aproximadamente e 20 minutos de conversa com a plateia sobre o trabalho.Configuração necessária: De preferência em teatro com palco italiano.Preparação dos Músicos: Se faz necessária a utilização de camarins ou sala para preparação dos artistas. Contrapartida social: Oficina de composição musicalDuração: três horas/aula.Limite de participantes: até 30 pessoas por oficina.Tipo de Espaço: Sala ampla com cadeiras.

Acessibilidade

O projeto Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira foi concebido com um compromisso genuíno com a inclusão, assegurando que suas apresentações e oficinas sejam acessíveis a diversos públicos. Para garantir essa experiência plural, todas as atividades contarão com interpretação em Libras, permitindo que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar e vivenciar plenamente os conteúdos artísticos e formativos.Além disso, os eventos serão realizados em espaços com infraestrutura adequada para receber pessoas com mobilidade reduzida, oferecendo conforto, segurança e autonomia. Ao incorporar medidas de acessibilidade desde sua concepção, o projeto reafirma a arte como um direito universal e como ferramenta de integração social.

Democratização do acesso

O projeto “Sérgio Copetti e Os Sons da Fronteira” tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, adotando medidas concretas para ampliar a participação da comunidade em todas as cidades contempladas.Política de ingressos acessíveis:Todos os Show terão entrada franca.Para as oficinas não será cobrada taxa de inscrição dos participantes.Além disso, 15% da carga total de ingressos será disponibilizada a instituições sociais, escolas públicas e grupos em situação de vulnerabilidade, assegurando o acesso gratuito à públicos prioritários.10% dos ingressos serão reservados para patrocinadores, como contrapartida institucional. Formação artística e inclusão:Como ação complementar, o projeto oferecerá oficinas gratuitas com até 30 vagas por cidade, sem cobrança de inscrição. Essas atividades visam promover a formação artística, o desenvolvimento de habilidades criativas e o contato direto com os processos de produção cultural, fortalecendo o vínculo entre artistas e comunidade.Essas iniciativas reforçam o compromisso do projeto com a arte como direito universal e como ferramenta de transformação social, ampliando o alcance da produção cultural e promovendo a inclusão de diferentes públicos.

Ficha técnica

SÉRGIO COPETTI - Compositor, contrabaixista e produtor musicalNatural de Porto Alegre RS. Participou da Orquestra Popular de Porto Alegre e atuou com músicos e artistas como Sergio Reis, o acordeonista Luiz Carlos Borges, Borguetinho, Yamandú Costa, Diego Guerro, Amado Batista, Gerry Adriane, Gilberto Gil, com o trombonista Serginho Coelho, grupo de música instrumental Jazzcaré, quarteto instrumental Four Jazz entre tantos outros renomados artistas da MPB e da música instrumental. Cursou bacharelado de música pela Universidade Federal da Integração Latino-americana (UNILA). Participou de projetos culturais na Áustria (Viena), Alemanha (Frankfurt), Eslováquia (Bratislava), Venezuela (Caracas, Cumaná e Maracaibo), Argentina (Buenos Aires, Possadas, Puerto Iguazú), Uruguai (Rivera, Artigas) entre outros. Ganhador do concurso da PR FM na categoria MPB (Projeto musical “Fenda” com a gravação de um clip com a música O Rei do Rio - 2013), segundo lugar no festival de música Cultivando Água Boa da Itaipu Binacional com a música o Rei do Rio (2013) e participou de eventos de música com o Projeto Fenda como Virada Cultural 2010, Feira do Livro de Foz do Iguaçu de 2009 a 2021, FARTAL em Foz do Iguaçu de 2008 a 2022, show no Teatro Barrageiros na Usina de Itaipu, Festival do Litoral de Posadas Argentina 2020, show no dia Mundial da Água na Usina de Itaipu 2024, semana Literária do SESC 2018, festivais de música como Musicanto (RS), Fercapo e Femucic (PR), Fecult (UNILA). Produz trilhas sonoras para curta e longa metragens como o filme “Boteco Mil Vezes Boteco”. Lançou em fevereiro de 2025 o disco autoral “Fenda” em todas plataformas digitais de música.DIEGO GUERRO – Acordeonista Acordeonista natural de Pato Branco (PR), compositor, arranjador e educador. Possui uma extensa participação na cena da música instrumental brasileira, com participação em dezenas de cds e importantes festivais nacionais e internacionais como Savassi Jazz, Joinville Jazz, Femucic, Sesc Instrumental Brasil, Sesc Musica sem Fronteiras, Recanati Art. Festival (Itália), Festival del Litoral (Argentina), Voyage vers um autre Bresil (França), entre tantos outros. Tem sete cds solo e em parceria com indicações a diversos prêmios 2014-Grammy Latino, 2013-Prêmio Funarte e 2016-Elizabeth Anderle. Em 2017 foi considerado um dos melhores instrumentistas do ano pelo prêmio Melhores da Música Brasileira. Possui diversas premiações em concursos de acordeom e em 2000/2002 foi campeão brasileiro de acordeom. É idealizador e regente da Orquestra Sinfônica de Pato Branco. Em abril de 2025 lançou o disco Afon, álbum que apresenta releituras instrumentais de clássicos infantis imersos em arranjos orquestrais.AURA ALEJANDRA ESPITIA SAAVEDRA - FlautistaPossui formação em técnico musical pela Fundação Batuta Meta da Colômbia, bacharelado em música pela UNILA – Universidade Federal de Integração Latino-americana. Participou de cursos, masterclass no Seminário Internacional de Flauta Transversa na Colômbia. Membro de destaque de vários grupos musicais, incluindo Orquestra Infantil Batuta Meta, A Orquestra Filarmônica do Alto Paraná, o Grupo Herencia Latina, o Grupo Coda, O Duo de Flautas e a Orquestra Filarmônica Colombiana. AMAURI COPETTI- BateristaMúsico gaúcho, baterista, natural de Porto Alegre RS. Ha mais de 40 anos trabalha ativamente no mercado da música não só na tríplice Fronteira com Argentina e Paraguai bem como outros estados brasileiros. Participou da Orquestra Popular de Porto Alegre, acompanhou artistas como Nana Caymi, Sergio Reis, Luís Carlos Borges, Jane Duboc, Francys Hime, o trombonista Sergio Coelho, da Banda Bixo de Pé, dos grupos de música instrumental 4 jazz e Jazzcaré (música de fronteira). Amauri leciona bateria para jovens e adultos.JAIME ANDRÉ SCHLOGEL (PINGO) – Violonista (Violão Sete Cordas)Violonista nascido de família de músicos, estudou com o professor Willian Nunes na Escola de Música Virtuose em Foz do Iguaçu no ano de 1.999. Em 1997 iniciou-se na profissão de músico tocando música popular brasileira em casas noturnas de Foz do Iguaçu, como Bodega Bar, Café Concerto, cachaçaria Santos Dumont, Cachaçaria Água Doce, Armazém, Bar do Babel, Zeppelin Old Bar, entre outras casas de Foz e região. Entre 2001 e 2003 percorreu a Argentina com um projeto de música instrumental de bossa nova e tango, apresentando-se em Buenos Aires e Tilcara, na província de Jujui.DAMIAN DOMINGUES - PercussionistaBaterista e percussionista argentino atua há 20 anos em diferentes projetos musicais entre Brasil e Paraguai. Instrumentista de sessão e facilitador de oficinas de ritmos sul-americanos para jovens e adultos no IFPR, programa educativo M.A.T.E. Treinamento para professores de ritmo Taketina 2022 no instituto Taketina de educação e pesquisa de ritmos. O percussionista estuda música na UNILA com ênfase em percussão e atua em grupos de música como no coral da Itaipu e Herencia latina.FABIANA - Fotógrafa Produção de fotografia, produziu fotografia para capa de 7 edições da revista 100 Fronteiras, no Dia Internacional da Amamentação, para o Banco de Leite de Foz do Iguaçu e no Dia Internacional da Mulher, para o Centro de Nutrição Infantil de Foz do Iguaçu, além de serviços como voluntária, em evento beneficente promovido pelo Citi Tênis, em prol da Casa de Apoio ao Câncer. Com o músico Sergio Copetti realizou vários trabalhos como a Virada Cultural de 2012, Feira do Livro, Fartal, Semana literária do SESC Foz do Iguaçu, Natal Luz de Foz do Iguaçu, Show Cine teatro-Barrageiros da Itaipu, Ecomuseu, Refúgio Biológico da Itaipu e Zeppelin.JOAQUIM RODRIGUES DA COSTA (JUCA RODRIGUES) – Diretor de Produção CulturalFormado em Gestão Pública, Juca Rodrigues atua há mais de 34 anos como ator, diretor, gestor e produtor cultural. Atuou em 31 espetáculos e dirigiu 46. Coordenador artístico do Teatro Ludovico Riedi entre 1995 e 1997. Foi oficineiro em projetos como Arte e Cultura no PTI, Paranização (Teatro Guaíra), Trilha Jovem, Vira Vida e SENAC. Idealizou o projeto “Cultura de Ponto em Ponto” e coautor da Lei do Sistema Municipal de Cultura de Foz do Iguaçu. Atuou na produção local de eventos como Palestina Vive 2013 e 2014, Concertos Internacional Trio Smetana e Edita Randová (República Tcheca), Barbatuques, projeto Fenda, Miguel Wisnik, Giovane Iasi. Oficineiro das disciplinas de Captação de Recursos e Pratica no curso de Assistente de Produção Cultural no IFPR (PRONATEC). Em 2015 atuou como oficineiro de comunicação e expressão no projeto VIRA VIDA em Foz do Iguaçu; ator no Ponto de Cultura “PALAVRAS EM CENA”, curador e avaliador no FETACAM (Campo Mourão), FESTIVAL DE TEATRO DE SANTA CATARINA – FECATE; no FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE CHAPECÓ; FESTIVAL TECENDO O RISO (Concórdia); Consultor de cultura na Rede Regional de Cultura e Patrimônio da BP3. Entre 2017 e 2024, presidiu a Fundação Cultural de Foz do Iguaçu.DAYANA ANGELINA MADEIRA – Coordenadora de Produção CulturalProdutora cultural, formada em Jornalismo e Pós-graduação em Comunicação Audiovisual pela PUC-PR. Com expertise em coordenação, produção e gestão de projetos culturais e eventos. Ocupou cargos de liderança na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, atuando como Diretora de Cultura e Coordenadora de Ação Cultural. Gestora e Produtora cultural na Companhia de Teatro Amadeus em eventos como Grafite no Viaduto da BR 277, saraus, Palestina Vive I e II, shows de José Miguel Wisnik e Giovane Iasi, concertos, recitais e esquetes teatrais, assistente de produção do Salão Internacional do Livro de Foz do Iguaçu, Festival de Teatro de Foz do Iguaçu, Virada Cultural em Foz do Iguaçu e Agenda Cultural do Parque Tecnológico de Itaipu, Coordenadora do Ponto de Cultura “Palavras em Cena” “Esquina Cultural”. Produtora executiva do curta-metragem "Do Amor: Pequenas Coisas", produziu peças teatrais como "A Cantora Careca" e "Identidade", além de peças teatrais para o Parque Tecnológico de Itaipu e Itaipu Binacional.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.