Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Festival Campão 2026: Palco Vivo — Arte, Memória e Transformação Cultural realizará programação gratuita com espetáculos de teatro, dança, circo e música, mostras audiovisuais e literárias, oficinas formativas, feira de economia criativa e produtos de difusão como documentário, catálogo digital e websérie acessível, promovendo diversidade, inclusão e valorização da cultura popular e periférica de Campo Grande/MS.
O Festival Campão 2026: Palco Vivo — Arte, Memória e Transformação Cultural é uma grande celebração das artes, da diversidade e da memória popular de Campo Grande/MS e do Centro-Oeste brasileiro. Durante nove meses de atividades e seis dias de programação presencial intensa, o festival transforma a cidade em um palco vivo, onde múltiplas linguagens — teatro, dança, circo, música, cultura popular, audiovisual, literatura e artes visuais — se cruzam para criar experiências de encontro, pertencimento e transformação.A edição 2026 assume o tema “Palco Vivo”, simbolizando o corpo coletivo da cidade como espaço de criação, resistência e partilha.As atividades contemplam mais de 120 atrações artísticas, 30 oficinas e residências criativas, 1 mostra audiovisual e literária, 1 feira de economia criativa e solidária, além de painéis, rodas de conversa e produtos de difusão como documentário, catálogo digital acessível e websérie “Palco Vivo”.Com classificação indicativa livre, o festival é aberto e gratuito, voltado a públicos diversos, priorizando acessibilidade universal (física, comunicacional e sensorial), formação cidadã e valorização de identidades culturais afro-brasileiras, indígenas, periféricas e urbanas.A proposta reafirma o papel da arte como mediadora de afetos, saberes e direitos, transformando Campo Grande em território de convivência e expressão livre — uma cidade viva, pulsante e poética.
OBJETIVO GERALPromover o Festival Campão 2026 como espaço de encontro entre arte, memória e diversidade, fortalecendo a produção cultural do Centro-Oeste e garantindo acesso gratuito, acessível e plural às expressões artísticas e formativas da cidade de Campo Grande/MS.OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Realizar 01 festival multilinguagens com programação gratuita de mais de 120 atrações em teatro, dança, circo, música e cultura urbana.2) Oferecer 30 oficinas e residências artísticas voltadas à formação e intercâmbio entre artistas, educadores e comunidades.3) Produzir 01 feira de economia criativa e solidária, fortalecendo empreendedores culturais e práticas sustentáveis.4) Exibir 01 mostra audiovisual e literária, com produções regionais e nacionais voltadas à valorização da memória e da diversidade cultural.5) Realizar painéis e rodas de conversa sobre arte, políticas culturais, acessibilidade e sustentabilidade.6) Registrar e difundir a memória do evento por meio de 01 documentário, 01 catálogo digital acessível e 01 websérie em 5 episódios, assegurando o legado cultural e educativo do festival.7) Garantir acessibilidade plena (física, comunicacional e sensorial) em 100% das atividades, com tradução em Libras, audiodescrição, legendas e mediação inclusiva.
O Festival Campão 2026 se fundamenta na necessidade de reafirmar a força da cultura como campo estratégico de transformação cultural e fortalecimento de identidades plurais. Campo Grande, pela sua diversidade étnico-cultural e posição geográfica, é um território de confluência entre Brasil, Bolívia e Paraguai, reunindo tradições afro-brasileiras, indígenas e migrantes.O projeto atua como instrumento de democratização do acesso à arte, contribuindo para o fortalecimento do ecossistema criativo no território, a valorização da economia da cultura e a ampliação das redes de formação e difusão artística regional.Além de difundir a produção cultural do Estado, o festival propõe ações formativas e acessíveis, estimulando o encontro entre mestres da cultura popular, artistas emergentes e novos públicos.O Festival Campão 2026: Palco Vivo — Arte, Memória e Transformação Cultural justifica-se pelo seu caráter de interesse público e pela relevância sociocultural de suas ações de formação, difusão e valorização da diversidade cultural brasileira. A proposta se enquadra nos incisos I, II, III e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por tratar-se de iniciativa voltada à formação, produção, difusão e preservação de bens culturais, promovendo o acesso da população aos valores artísticos nacionais.O projeto contribui para os objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos incisos:I — Estimular a produção, a difusão e a circulação de bens culturais e artísticos;II — Ampliar o acesso da população às fontes da cultura e apoiar a difusão de suas criações;III — Proteger e valorizar as expressões culturais regionais, étnicas e populares;IV — Promover e difundir a arte e a cultura brasileiras;V — Apoiar a capacitação de agentes culturais e a formação de público;VII — Incentivar programas que assegurem a acessibilidade e a democratização dos bens culturais.A realização do festival demanda o apoio do Mecanismo de Incentivo Fiscal à Cultura (Lei Rouanet) para viabilizar sua amplitude, estrutura e acessibilidade, assegurando a gratuidade das atividades e a remuneração justa dos artistas e técnicos envolvidos. Por sua natureza multilinguagem, inclusiva e formativa, o projeto transcende o alcance de ações pontuais, fortalecendo a economia criativa regional e ampliando o acesso da sociedade à produção artística de Mato Grosso do Sul e do Brasil.Assim, o incentivo fiscal torna-se instrumento essencial para garantir a sustentabilidade financeira e o impacto sociocultural do Festival Campão, possibilitando que a arte e a memória popular se consolidem como bens coletivos, acessíveis e transformadores.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Cultura, Identidade e DiversidadeHALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. → Fundamenta o eixo conceitual do festival sobre identidade, representação e pluralidade cultural.CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. São Paulo: Edusp, 2015. → Base teórica para o diálogo entre tradição e inovação, central na proposta “Palco Vivo”.BHABHA, Homi K. O Local da Cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2001. → Sustenta a ideia de hibridismo cultural e zonas de contato entre culturas urbanas, afro-brasileiras e indígenas.GILROY, Paul. O Atlântico Negro: Modernidade e Dupla Consciência. Rio de Janeiro: 34, 2012. → Fundamenta as conexões afro-diaspóricas presentes nas linguagens artísticas do festival. 2. Afrocentralidade, Povos Originários e DecolonialidadeGONZALEZ, Lélia. Por um Feminismo Afro-Latino-Americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. → Inspira a valorização de saberes afrocentrados e a centralidade das mulheres negras nas práticas culturais.MBEMBE, Achille. Crítica da Razão Negra. São Paulo: N-1 Edições, 2018. → Contribui para compreender as dimensões políticas e históricas da arte e da memória negra no Brasil.QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do Poder e Classificação Social. Buenos Aires: CLACSO, 2005. → Fundamenta a abordagem decolonial e a crítica às hierarquias culturais coloniais.KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. → Referência essencial para a perspectiva ambiental e espiritual do festival, pautada na interdependência entre arte e natureza.RIBEIRO, Djamila. O que é Lugar de Fala? São Paulo: Pólen, 2017. → Sustenta o eixo de protagonismo e visibilidade das vozes marginalizadas. 3. Acessibilidade, Comunicação e InclusãoDORNELES, Beatriz A. P. Cultura e Acessibilidade: Perspectivas Contemporâneas. Brasília: MinC/Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural, 2020. → Referência para as diretrizes de acessibilidade cultural do festival.SILVA, Claudia Werneck. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. Rio de Janeiro: WVA, 2003. → Fundamenta o princípio da inclusão ativa, não assistencialista, no desenho das ações.BRASIL. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI (Lei nº 13.146/2015). → Base legal para todas as estratégias de acessibilidade física, comunicacional e sensorial previstas no projeto. 4. Economia Criativa, Cultura Popular e Políticas CulturaisSANTOS, Boaventura de Sousa. A Gramática do Tempo: Para uma Nova Cultura Política. São Paulo: Cortez, 2006. → Inspira a abordagem de rede, solidariedade e justiça cognitiva aplicada à gestão cultural do festival.SODRÉ, Muniz. A Verdade Seduzida: Por um Conceito de Cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Vozes, 1999. → Fundamenta a dimensão política e epistemológica da cultura popular como forma de resistência.YÚDICE, George. A Conveniência da Cultura: Usos da Cultura na Era Global. Belo Horizonte: UFMG, 2013. → Apoia o debate sobre o papel da cultura como recurso social, econômico e simbólico.NOGUEIRA, Sidnei Barreto. O Racismo Estrutural e o Campo da Cultura. São Paulo: Selo Negro, 2021. → Base analítica para a formulação de políticas culturais inclusivas e antirracistas.UNESCO. Cultura, Memória e Desenvolvimento Sustentável. Paris: UNESCO, 2022. → Referência institucional para os eixos de sustentabilidade e diversidade cultural. 5. Educação, Arte e Formação CidadãFREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2011. → Fundamenta o caráter formativo das oficinas e residências artísticas, centradas na emancipação e no diálogo.FERRAZ, Maria Heloísa C. de T. & FUSARI, Maria F. R. Arte na Educação Escolar. São Paulo: Cortez, 2009. → Sustenta a proposta pedagógica das oficinas “Saberes em Movimento”.SANTOS, Marilena Chauí. Cultura e Democracia. São Paulo: Moderna, 2012. → Fundamenta a relação entre arte, participação e cidadania como práticas de transformação social.BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e Mudanças no Ensino da Arte. São Paulo: Cortez, 2005. → Referência metodológica para a mediação cultural e processos criativos coletivos. 6. Sustentabilidade, Território e Memória VivaMORIN, Edgar. A Cabeça Bem-Feita. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. → Inspira a transversalidade e a complexidade no pensamento curatorial e metodológico do festival.BARTHES, Roland. Mitologias. Lisboa: Edições 70, 2009. → Apoia o eixo simbólico da memória e da narrativa cultural.LEFEBVRE, Henri. O Direito à Cidade. São Paulo: Centauro, 2001. → Fundamenta o conceito de “cidade como palco vivo” e o uso dos espaços públicos como territórios de criação.LATOUR, Bruno. Reagregando o Social: Uma Introdução à Teoria do Ator-Rede. São Paulo: Edusc, 2012. → Inspira a compreensão da rede de agentes culturais, humanos e não humanos, que compõem o ecossistema do festival. 7. Legislação e Documentos OficiaisBRASIL. Lei nº 8.313/1991 – Lei Rouanet.BRASIL. Instrução Normativa MinC nº 23/2025 – Normas para Apresentação e Execução de Projetos Culturais.BRASIL. Lei nº 13.146/2015 – Lei Brasileira de Inclusão (LBI).UNESCO. Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Paris, 2005.
O Festival Campão 2026 é composto por um conjunto de produtos culturais e pedagógicos interligados, organizados em eixos de atuação: Programação Artística, Formação, Economia Criativa e Memória Viva. Cada produto segue parâmetros técnicos específicos que asseguram qualidade artística, acessibilidade e coerência metodológica.1. Programação Artística Multilinguagens· Formato: Espetáculos e performances de teatro, dança, circo, música e cultura urbana.· Duração: 06 dias consecutivos de apresentações (em setembro/2026), com cerca de 20 atrações por dia.· Espaços: Praças, centros culturais e espaços públicos de Campo Grande/MS.· Materiais técnicos: Estruturas modulares, palco, sonorização, iluminação cênica, painéis de LED, camarins móveis e acessibilidade física (rampas, piso tátil, sinalização visual e braille).· Acessibilidade: Tradução simultânea em Libras, audiodescrição, legendas e mediação sensorial.· Classificação indicativa: Livre.· Projeto pedagógico: A programação é acompanhada de mediações culturais, conversas pós-espetáculo e acessos educativos para escolas públicas, promovendo diálogo entre artistas e comunidades.2. Oficinas e Residências Artísticas – “Saberes em Movimento”· Formato: 30 oficinas e residências criativas de 4 a 12 horas/aula, com instrutores locais e nacionais.· Público-alvo: Jovens artistas, professores, estudantes e agentes culturais.· Duração: Abril a agosto/2026.· Materiais: Kits pedagógicos (apostilas, materiais recicláveis e digitais em PDF acessível).· Metodologia: Aprendizagem colaborativa baseada em práticas interativas, corpo e território.· Acessibilidade: Interpretação em Libras, materiais em braille e leitura facilitada.· Projeto pedagógico: Baseado na Pedagogia da Cooperação e na Educação Estética, com foco na construção de saberes coletivos e valorização das identidades culturais regionais. 3. Mostra Audiovisual e Literária – “Imagem e Palavra”· Formato: Exibição de curtas, médias e longas-metragens regionais e nacionais, além de lançamento de obras literárias, saraus e leituras dramáticas.· Duração: 05 dias integrados à programação principal.· Espaço: Cine-teatro municipal e tendas culturais.· Materiais: Telas de projeção, projetores de 10.000 lúmens, som ambiente, microfones, cadeiras acessíveis, legendagem descritiva e audiodescrição.· Projeto pedagógico: Mediação com diretores, escritores e público escolar; incentivo à leitura e ao audiovisual como linguagens de memória e identidade.· Acessibilidade: Legendagem em português, Libras e audiodescrição para deficientes visuais.4. Feira de Economia Criativa e Solidária· Formato: Espaço de exposição e comercialização de produtos culturais, artesanato, moda autoral e gastronomia local.· Duração: 04 dias dentro do festival.· Materiais: Estruturas de tendas modulares (3x3m), iluminação LED, sinalização tátil, bancadas e mobiliário sustentável.· Participantes: 60 expositores selecionados via chamada pública.· Projeto pedagógico: Formação de empreendedores criativos, práticas de comércio justo e consumo consciente, valorizando o protagonismo feminino, indígena e afro-brasileiro.· Acessibilidade: Comunicação em Libras, materiais visuais em braille e acessos nivelados.5. Painéis e Rodas de Conversa – “Palavra Viva”· Formato: 05 encontros temáticos sobre arte, políticas culturais, acessibilidade e sustentabilidade.· Duração: 2 horas cada.· Materiais: Microfones, projetor, banners acessíveis, gravação audiovisual e espaço com acessibilidade plena.· Participação: Artistas, gestores, pesquisadores e público geral.· Projeto pedagógico: Diálogo e escuta ativa como práticas de formação cidadã e construção de políticas públicas culturais participativas.6. Documentário “Palco Vivo”· Formato: Filme documental de 60 minutos, em alta definição (Full HD).· Conteúdo: Registros de bastidores, entrevistas, apresentações e depoimentos de artistas e público.· Equipe técnica: Direção, roteiro, captação, edição e finalização com acessibilidade.· Distribuição: Gratuita em plataformas digitais e redes sociais do festival.· Acessibilidade: Versão com audiodescrição, legendas e Libras.· Materiais: Câmeras 4K, drones, microfones direcionais, estação de edição digital e servidor de armazenamento.7. Websérie “Palco Vivo” (5 episódios)· Formato: Série documental em 6 episódios de 10 a 15 minutos.· Conteúdo: Temas como arte e território, acessibilidade, economia criativa e bastidores do festival.· Veiculação: Redes sociais, YouTube e site oficial.· Materiais: Captação audiovisual digital e edição com acessibilidade.· Acessibilidade: Legendas descritivas, Libras e audiodescrição.· Projeto pedagógico: Difusão de práticas culturais acessíveis e inspiradoras para novos gestores e coletivos.8. Catálogo Digital Acessível· Formato: Publicação digital interativa em PDF navegável e audiolivro.· Paginação: 120 páginas (edição bilíngue: Português/Libras).· Conteúdo: Textos críticos, fotografias, entrevistas e registros das atividades.· Acessibilidade: PDF com leitor de tela, audiodescrição, legendas e QR Codes para vídeos acessíveis.· Distribuição: Gratuita via site do festival e redes institucionais.· Materiais: Design gráfico inclusivo, uso de fontes legíveis, contraste alto e estrutura responsiva.
O Festival Campão 2026: Palco Vivo — Arte, Memória e Transformação Cultural adota a acessibilidade como princípio transversal, garantindo que todas as pessoas possam participar plenamente das atividades, tanto no espaço físico quanto na experiência artística e formativa.Acessibilidade Física: Os espaços de realização do festival serão adaptados para garantir circulação e conforto de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão instaladas rampas de acesso, banheiros acessíveis, piso e guias táteis, sinalização em braille e em alto contraste, além de áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes. As equipes técnicas e de produção receberão treinamento específico em acolhimento e atendimento acessível.Acessibilidade de Conteúdo: Todas as atividades do festival contemplarão recursos de acessibilidade comunicacional e sensorial, incluindo:· Tradução e interpretação em Libras em espetáculos, oficinas e painéis;· Audiodescrição e legendas descritivas em vídeos, projeções e conteúdos digitais;· Materiais informativos em braille e em formato digital acessível (PDF com leitor de tela);· Visitas sensoriais e mediações multissensoriais em exposições e atividades formativas;· Websérie e documentário com legendas, audiodescrição e Libras.Essas ações asseguram o acesso integral à arte, à informação e à participação cultural, promovendo inclusão, autonomia e equidade no encontro entre artistas, público e território.
Todas as atividades do Festival Campão 2026 serão gratuitas e de livre acesso ao público, sem cobrança de ingressos ou restrição de participação. A programação será descentralizada, abrangendo praças, escolas, centros culturais e bairros periféricos de Campo Grande/MS, garantindo a democratização territorial e o alcance de diferentes públicos.Os produtos culturais resultantes do projeto — documentário, catálogo digital acessível e websérie “Palco Vivo” — terão distribuição pública e gratuita em plataformas digitais e redes sociais do festival, com versões em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, ampliando o acesso de pessoas com deficiência e do público em geral. O catálogo digital será disponibilizado no site oficial e em formato acessível (PDF navegável e audiolivro), sem fins comerciais.Como estratégias de ampliação do acesso, o festival realizará:· Ensaios abertos e apresentações itinerantes em comunidades, escolas e espaços não convencionais;· Oficinas e rodas de conversa paralelas, estimulando o diálogo entre artistas e público;· Transmissões ao vivo e cobertura online, garantindo o acesso remoto e ampliando o alcance nacional;· Ações de mobilização comunitária e divulgação popular com foco em escolas públicas, coletivos culturais e grupos sociais diversos.Essas medidas consolidam o caráter público, educativo e inclusivo do Festival Campão 2026, assegurando que seus resultados alcancem o maior número possível de pessoas e territórios, em consonância com os princípios da democratização do acesso à cultura previstos na Lei nº 8.313/91.
Atuação da Instituição Proponente – Associação dos ArtistasA Associação dos Artistas será responsável pela coordenação geral, gestão administrativa e execução institucional do Festival Campão 2026. Entre suas atribuições estão:· A gestão financeira e administrativa dos recursos incentivados;· A contratação de profissionais, serviços e fornecedores;· O acompanhamento técnico das ações de acessibilidade e sustentabilidade;· A articulação de parcerias locais, regionais e nacionais;· A supervisão do cumprimento das metas e prazos estabelecidos no cronograma.A instituição atuará também na coordenação executiva compartilhada, garantindo o diálogo entre curadoria, produção, artistas e comunidade, e assegurando a transparência e a democratização dos processos culturais.Principais Participantes e Currículos Resumidos[NOME DO RESPONSÁVEL LEGAL] — Coordenação GeralResponsável legal da Associação dos Artistas. Atuará na direção institucional, tomada de decisões estratégicas e supervisão da execução do projeto. Possui experiência em gestão cultural, políticas públicas e articulação de redes culturais. Coordena projetos voltados à valorização da arte e da diversidade no Centro-Oeste.Bruno Cavalini Bispo Araujo — Curadoria e Direção ArtísticaArtista e pesquisador(a) com experiência em curadoria de festivais multilinguagens e mediação entre arte e território. Responsável pela concepção artística geral, curadoria das atrações e acompanhamento estético das ações formativas e das mostras. Atua em diálogo com artistas locais e nacionais, promovendo a valorização de expressões afro-brasileiras, indígenas, urbanas e populares.Stanley Kennedy Garcia — Produção ExecutivaProdutor cultural, escritor e historiador. Atua há mais de 15 anos na elaboração, gestão e execução de projetos culturais de abrangência nacional. Especialista em políticas públicas, acessibilidade cultural e economia criativa, é responsável pela coordenação executiva e logística geral do festival, incluindo planejamento técnico, contratação de equipe, gestão orçamentária e acompanhamento de resultados. Tem experiência comprovada em projetos aprovados pela Lei Rouanet, Funarte, Itaipu Binacional e Leis de Fomento Estaduais e Municipais.Thatianne Andréa da Silva — Coordenação de Comunicação e AcessibilidadeGestora cultural e comunicadora. Atua na criação de estratégias de comunicação inclusiva, acessibilidade e mediação cultural. Será responsável pelo plano de comunicação integrada, abrangendo mídias sociais, campanhas institucionais e articulação com imprensa, além da coordenação das ações de acessibilidade física, comunicacional e digital. Tem formação em Processos Gerenciais, com especialização em marketing e inclusão cultural.Luiz Carlos dos Santos Junior — Coordenação Técnica e LogísticaProfissional especializado em produção técnica de eventos, responsável pela infraestrutura, montagem, som, luz e logística operacional do festival. Atuará na gestão de fornecedores, transportes e cronograma técnico, garantindo eficiência e segurança nas etapas de realização.Lucila Poppi — Coordenação de Formação e OficinasEducador(a) e artista com experiência em pedagogia cultural e mediação de saberes. Responsável pela coordenação das 30 oficinas e residências artísticas, elaboração dos planos pedagógicos e acompanhamento dos facilitadores. Atuará em interface com escolas, coletivos e instituições de ensino para promover formação cidadã e criativa.Agoora Cultural] — Registro Audiovisual e MemóriaProdutora ou coletivo audiovisual especializado em registros culturais. Responsável pela filmagem, edição e finalização do documentário e da websérie “Palco Vivo”, além da produção de conteúdos para redes sociais e catálogo digital. Atuará na documentação de bastidores, entrevistas, espetáculos e ações formativas, garantindo acessibilidade (Libras, legendas e audiodescrição).Atividades VoluntáriasA Associação dos Artistas contará com colaboradores voluntários nas áreas de apoio à produção, mediação cultural e recepção de público, priorizando estudantes de cultura, artes e comunicação. Essas ações visam à formação prática de novos profissionais e à ampliação da rede local de agentes culturais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.