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"O Caipira e os Caipiras" é uma exposição de artes visuais que propõe um mergulho no universo paulista. Partindo da ideia de que o caipira não é o oposto do moderno, mas uma forma de modernidade enraizada, resistente e inventiva, o artista revisita suas origens e ancestralidade caipira para retratar a vida cotidiana nas regiões do Vale do Paraíba, São José dos Campos e Grande São Paulo. A exposição evidencia as interações entre o mundo urbano e o universo caipira, revelando as transformações culturais e simbólicas decorrentes dessa convivência. Por meio de obras sensíveis e de caráter multissensorial, o projeto busca romper estereótipos e valorizar o caipira como sujeito histórico e portador de saberes ligados à coletividade e à relação com a terra. A mostra terá entrada gratuita, circulação por diferentes cidades, e prevê público mínimo de 2.000 pessoas, além de ações educativas voltadas à ampliação do acesso e da reflexão sobre as identidades paulistas contemporâneas.
Classificação etária - livreO caipira não é o oposto do moderno. Ele é outra forma de modernidade – enraizada, resistente e inventiva.A exposição "O Caipira e os Caipiras por Felipe Uchôas” propõe através das artes visuais, um mergulho nos aspectos culturais de duas realidades distintas que atualmente compõem o universo paulista: o da cidade, como símbolo de progresso e modernidade, e o do caipira, como figura ancestral, periférica e, muitas vezes, estigmatizada. Felipe Uchôas, utilizando-se de vivências advindas de sua ancestralidade caipira, explora esse universo ao retratar a simplicidade do dia a dia caipira do estado de São Paulo, mais especificamente das regiões do Vale do Paraíba, São José dos Campos, Alto do Tietê e Grande São Paulo. Suas obras irão traçar uma sequência de tempo que apresentam as transformações culturais advindas da socialização dessas duas realidades, com o objetivo de desestabilizar leituras simplistas e revelar camadas de complexidade que atravessam esses mundos. Com isso, apresenta o caipira não como uma figura folclórica ou caricata, mas sim como um sujeito histórico, guardião de saberes e modos de vida profundamente conectados à terra, à oralidade e à coletividade. O caipira representa uma modernidade alternativa, muitas vezes invisível aos olhos urbanos, mas central para uma crítica à cultura de consumo e ao esvaziamento das relações humanas.O projeto prevê pesquisa e produção das peças e exposição por um período de 5 dias em espaços públicos com entrada gratuita em cada cidade que irá compor o circuito completo de circulação do evento, iniciando em São Paulo, capital. A exposição com proposta imersiva e inclusiva, prevê um público estimado mínimo de 2.000 pessoas interessadas em arte.
OBJETIVO GERAL Produção e Circulação da Exposição Iconográfica O Caipira e os Caipiras em São Paulo e municípios que estão geograficamente dentro da Grande São Paulo, apresentando o trabalho do artista visual Felipe Uchôas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS· Exposição gratuita em espaço público da cidade de São Paulo Capital por um período mínimo de 5 dias por local.· Circulação da exposição em 4 municípios que compõem a Grande São Paulo como Guarulhos, Osasco, Santo André , São Bernardo do campo com temporadas de 5 dias em cada local.· Contratação mínima de 10 profissionais diretos e 10 indiretos· Exposição imersiva com tecnologia utilizada em benefício do público PcD. Utilização de audiodescrição, braile, libras e obra tátil· Realização de oficinas gratuitas de iniciação em artes por local de circulação _ 1 OFICINA POR CIDADE - 5 oficinas para público idoso com 20 participantes em cada oficina.
O projeto "O Caipira e os Caipiras por Felipe Uchôas" fundamenta-se nos objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura _ PRONAC, instituído pelo artigo 1º da Lei nº 8.313/1991, que visa promover, apoiar e difundir a cultura brasileira em suas diversas manifestações. Sua execução ocorre por meio do mecanismo de incentivo a projetos culturais, previsto no artigo 4º, inciso III, que possibilita a captação de recursos via renúncia fiscal. No campo das artes visuais, a proposta enquadra-se nos incisos I e II do artigo 3º da referida lei, por tratar da produção e difusão de obras e conhecimentos artísticos que contribuem para a valorização das expressões culturais brasileiras. Assim, a exposição reafirma o papel da Lei Rouanet como instrumento de democratização do acesso à arte e de fortalecimento da identidade cultural, promovendo reflexão crítica sobre o imaginário caipira e suas relações com a modernidade paulista.A exposição propõe uma reflexão profunda sobre a dualidade entre o universo urbano e o caipira no estado de São Paulo. Ao abordar essa temática, o projeto busca resgatar e valorizar a cultura caipira paulista — frequentemente marginalizada e estigmatizada —, reconhecendo-a como uma das bases mais sólidas da identidade cultural e social do estado. Estudos recentes, como os desenvolvidos no Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, destacam o "modo de ser caipira" como uma das mais importantes matrizes culturais brasileiras, pela sua capacidade de resistência, reinvenção e contribuição à formação do território nacional.No contexto histórico e simbólico paulista, o caipira surge como sujeito formado a partir do encontro entre povos indígenas, colonizadores portugueses e africanos escravizados — agentes que moldaram modos de vida próprios, enraizados na terra, na oralidade e na coletividade. Sua presença foi determinante na constituição da Paulistânia, território cultural que compreende partes de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás e Mato Grosso, e exerceu papel essencial nos ciclos do tropeirismo, da agricultura de subsistência e na formação dos vilarejos que deram origem a diversas cidades paulistas.Longe de representar atraso, o caipira paulista expressa uma modernidade alternativa, inventiva e resiliente, conectada aos saberes tradicionais, à sustentabilidade e às relações comunitárias. A exposição propõe, portanto, romper com a visão caricata e folclorizada do caipira, apresentando-o como agente cultural ativo e guardião de valores que permanecem presentes na culinária, na música, na linguagem, nos rituais e nas práticas sociais do estado.Além de seu conteúdo simbólico e histórico, o projeto se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, ao promover a inclusão social, a valorização da diversidade cultural e a consciência ambiental. As obras são produzidas com materiais reciclados, e o espaço expositivo contará com recursos de acessibilidade sensorial — como audiodescrição, obras táteis e trilha sonora original —, assegurando a fruição plena de pessoas com deficiência e ampliando o alcance da ação cultural.Em um momento de crescente necessidade de reconexão com as origens, "O Caipira e os Caipiras" oferece ao público uma experiência estética, sensorial e imersiva que contribui não apenas para a preservação da memória coletiva, mas também para o fortalecimento da identidade cultural paulista — reafirmando que o caipira, longe de ser o oposto do moderno, é uma das suas expressões mais autênticas e vitais.
PLANO DE OFICINA – Iniciação em Artes Visuais para IdososVinculado ao projeto: O Caipira e os Caipiras por Felipe Uchôas Faixa etária: Pessoas idosas (a partir de 60 anos) Modalidade: Oficina de iniciação artística Carga horária total: 12 horas (divididas em 4 encontros de 3h) Número de participantes: 20 pessoas Público prioritário: Idosos atendidos por centros comunitários, CRAS, associações culturais ou grupos de convivência da região da exposição. Caráter: Gratuito 🧭 1. Objetivo GeralPromover o acesso de pessoas idosas às artes visuais, estimulando a expressão criativa, a valorização da memória e o fortalecimento de vínculos comunitários a partir das temáticas do universo caipira e da cultura popular paulista. 🎯 2. Objetivos EspecíficosFavorecer o contato dos participantes com diferentes linguagens artísticas (desenho, pintura, colagem e técnicas mistas);Estimular a expressão individual e coletiva a partir das memórias e experiências de vida;Promover a socialização e o bem-estar emocional por meio da criação artística;Integrar o público idoso ao contexto da exposição O Caipira e os Caipiras, valorizando seus saberes e sua visão sobre o território e a cultura local;Incentivar o protagonismo cultural da pessoa idosa e o reconhecimento de seu papel como guardiã da memória coletiva. 🖌️ 3. MetodologiaA oficina será desenvolvida por meio de práticas participativas, combinando escuta, experimentação artística e diálogo cultural. Cada encontro terá momentos de acolhimento, partilha de memórias, demonstração de técnicas e criação de obras individuais ou coletivas. Serão utilizados materiais acessíveis (papel, tintas, lápis de cor, tecidos, colagens e elementos naturais), priorizando sustentabilidade e reaproveitamento de recursos. A condução das atividades será pautada por metodologias de educação não formal e arte-educação, respeitando ritmos, limites e potências do público idoso. 🪶 4. Conteúdo Programático e CronogramaEncontroTemaAtividadesDuração1. Raízes e MemóriasApresentação e roda de conversa sobre memórias do campo, da infância e das tradições caipiras. Exercício de desenho livre com base em lembranças.3h 2. Cores da TerraIntrodução às cores naturais e simbólicas da cultura caipira (tons de terra, natureza, festas). Prática com pintura em papel e colagem de tecidos.3h 3. O cotidiano e a invençãoProdução de pequenas composições inspiradas em cenas cotidianas, objetos e afetos. Técnicas mistas com materiais reciclados.3h 4. Mostra e partilhaFinalização das obras, montagem simbólica de uma mini exposição e partilha com o grupo. Avaliação participativa e encerramento.3h 🌱 5. Resultados EsperadosAproximação do público idoso das artes visuais contemporâneas;Ampliação da autoestima e da percepção estética dos participantes;Fortalecimento da relação entre arte, memória e pertencimento;Criação de um acervo simbólico de obras produzidas durante a oficina, que poderá integrar ações educativas da exposição principal;Ampliação do alcance social do projeto O Caipira e os Caipiras por Felipe Uchôas, com efetiva inclusão de grupos etários frequentemente afastados das práticas culturais. 💬 6. AvaliaçãoA avaliação será contínua, baseada na observação da participação, envolvimento e satisfação dos participantes, e na autoavaliação coletiva ao final do processo. Serão utilizados registros fotográficos e depoimentos para documentação do impacto qualitativo das oficinas. 👥 7. Equipe EnvolvidaArte-educador(a): responsável pela concepção pedagógica e condução dos encontros;Monitor(a) de apoio: acompanhamento do grupo, acessibilidade e suporte logístico;Produtor(a): responsável pela articulação com instituições parceiras e registros. ♻️ 8. Recursos e MateriaisTintas, papéis diversos, pincéis, tecidos, cola, tesoura, elementos naturais (folhas, sementes, terra pigmentada), materiais reciclados, mesas de apoio e cavaletes. Sempre priorizando o uso consciente e o reaproveitamento de materiais. 🌼 9. AcessibilidadeSerão asseguradas condições físicas e sensoriais adequadas (ambiente acessível, boa iluminação, materiais adaptados, letras ampliadas e pausas frequentes), garantindo a participação plena das pessoas idosas.
Concepção Curatorial O Caipira e os Caipiras, exposição de artes visuais assinada por Felipe Uchôas, é uma imersão sensível e crítica na trajetória do caipira paulista — figura muitas vezes invisibilizada, mas profundamente presente na construção histórica e cultural do estado de São Paulo. A curadoria propõe uma imersão sensível e cronológica na trajetória dessa figura histórica, cultural e simbólica, revelando sua presença invisibilizada na construção do estado de São Paulo.A mostra se estruturará em núcleos temáticos que percorrem diferentes períodos da história paulista — desde os tempos da Paulistânia e do tropeirismo, passando pelo período escravocrata, até as contradições da vida contemporânea nos centros urbanos. A curadoria responsável orientará o processo criativo e selecionará 15 obras de destaque do conjunto produzido pelo artista, todas realizadas sobre materiais reciclados e com produtos produzidos por marcas eco friendly, reafirmando o compromisso com a sustentabilidade e com a ressignificação poética da matéria. As pinturas serão criadas a partir de pesquisas históricas focadas nas regiões do Vale do Paraíba, Alto Tietê, São José dos Campos e Grande São Paulo, inspirando-se em fotografias, relatos literários e documentos que revelam os modos de vida, os gestos e os símbolos que moldaram o imaginário caipira. Como referencias de pesquisa, Felipe tem utilizado para embasamento do seu trabalho obras como Os parceiros do Rio Bonito (1964), de Antonio Candido, Literatura e sociedade na cultura caipira: comentários sobre a oralidade em Antonio Candido, da mestranda em Teoria Literária Susan A. de Oliveira; Caipira: cultura, resistência e enraizamento (2017), de Ivan Vilela; O Povo Brasileiro - A formação e o sentido do Brasil (1995) de Darcy Ribeiro. E como referências visuais, obras de artistas como Candido Portinari, Anita Malfati, Alfredo Vieira, Almeira Júnior, Egon Schiele, Gustav Klimt, entre outros.Utilizando a técnica do nanquim aguado, as obras ganham um aspecto esfumaçado e etéreo — como se fossem lembranças que flutuam no inconsciente coletivo. O contraste entre os traços mais firmes e as manchas leves reforça a ideia de um tempo que se mistura, onde passado e presente convivem em tensão e continuidade. Experiência multissensorial e imersivaA concepção curatorial também propõe uma experiência multissensorial e imersiva, articulando artes visuais, trilha sonora original, paisagens sonoras, aromas do interior e iluminação cênica com lamparinas e luzes suaves. Um ambiente inclusivo é criado para estimular a contemplação e a sensibilidade, contando com recursos de audiodescrição, obra tátil e acessibilidade para públicos com deficiência.O espaço expositivo é concebido como uma experiência multissensorial que convida o público urbano a mergulhar no universo caipira de forma afetiva e reflexiva. As obras estarão dispostas em uma única sala, organizadas por núcleos temáticos que acompanham a cronologia das transformações históricas representadas. A disposição das peças favorece a contemplação, convidando o visitante a um olhar mais pausado e atento.A trilha sonora original reforça essa ambientação, com destaque para modas de viola e viola caipira, intercaladas por paisagens sonoras do campo: vento no mato, canto de cigarras, mugidos, passos na terra, e o som distante de um rádio antigo. Essa composição sonora será ouvida no ambiente e também disponível em headphones individuais, com audiodescrição, promovendo acessibilidade e uma experiência mais íntima.Além disso, o artista criará uma peça tátil exclusiva, desenvolvida especialmente para o público com deficiência visual, permitindo o contato com a obra por meio da percepção tátil.A exposição também incluirá uma dimensão olfativa, com aromas que evocam o interior: café coado, terra molhada, capim fresco, madeira rústica, fogão a lenha — que surgem sutilmente em diferentes momentos da visitação.A iluminação desempenha papel cênico fundamental, com o uso de lamparinas e luzes suaves, que ajudam a destacar as obras e a criar uma atmosfera imersiva e intimista.Extensão virtualPensando em ampliar o acesso e a permanência da experiência, a exposição contará com uma plataforma digital interativa, onde o público poderá realizar um tour virtual disponível por até 10 dias após o encerramento da mostra física. O site será amplamente divulgado nas redes sociais e imprensa, permitindo que mais pessoas tenham contato com a proposta e sua potência simbólica. ESGs consideradasAmbiental (E):Conscientização Ambiental: sensibilização do público sobre questões ambientais, como conservação da natureza e sustentabilidade.Reciclagem e Reutilização: utilização de materiais reciclados e reutilizados em suas obras, o que contribui para a redução do desperdício e o uso mais eficiente dos recursos.Social (S):Conscientização Social: a exposição aborda questão social, como igualdade, valorização e inclusão, atraindo a atenção para essas questões e promovendo o diálogo.
AcessibilidadeI – Acessibilidade Física – A exposição será realizada em espaços selecionados com rampas de acesso, banheiros adaptados a deficientes físicos e assentos para pessoas obesas e idosos. Também serão considerados a prioridade de entrada a idosos, gestantes, crianças de colo, deficientes físicos e pessoas com necessidades especiais. II – Acessibilidade para Deficientes Visuais – Está previsto, com custo lançado na planilha orçamentária, de programação em áudio, para as contextualizações necessárias da exposição. Criação de peça exclusiva para deficientes com possibilidade de experiência tátil. Na exposição também teremos descritivo das obras em braile.III – Acessibilidade para Deficientes Auditivos – Está previsto, com custo lançado na planilha orçamentária, de Intérprete de Libras.
A Exposição será 100% gratuita para todos os perfis de público e em todas as cidades de circulação. Também ofereceremos oficinas de iniciação às artes de forma gratuita para idosos nas 5 cidades e está previsto em planilha orçamentária a exposição virtual para transmissão pela internet
Artista Visual - Felipe UchôasFelipe Uchôas é artista visual, designer e ilustrador. Formado em Comunicação Social pela Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP), atua há mais de oito anos no mercado criativo. Possui ampla experiência em direção de arte, gestão de projetos e desenvolvimento de campanhas, com atuação nos setores educacional, cultural e audiovisual — incluindo passagens por televisão e cinema. Seu trabalho combina apuro estético com visão estratégica, resultando em soluções visuais consistentes e impactantes.Portfólio disponível em: https://www.behance.net/FelipeUchoas Curadoria - Charles Maurício KrayCharles Kray é artista visual, curador e diretor teatral, com sólida formação em História, Teoria e Crítica das Artes Visuais. É Bacharel (2010) e Licenciado (2014) em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde desenvolveu pesquisas voltadas à crítica e ao ensino das artes, além de participar de projetos acadêmicos como o PIBID e banco de imagens de arte-educação.Com atuação desde 1993, desenvolve obras em cerâmica, pintura, cenografia, figurino e manipulação de bonecos. Fundou e dirigiu as companhias teatrais Cia. Caras de Totem e Cia. Titerritório, com as quais participou de importantes festivais nacionais e internacionais, como Porto Alegre em Cena, Festival de Bonecos de Canela, Festival MIRADA (Santos) e Festival Internacional de Teatro de Sombras.Idealizador da mostra Preta Pele – Olhares Transversais entre Brasil e Angola (Lei Aldir Blanc), atuou como artista e curador, promovendo diálogos entre produções afro-brasileiras e africanas. Também organizou a 1ª Mostra Du Barro, dedicada à cerâmica contemporânea do Vale do Paraíba. Suas exposições individuais — como a série TOTEM — foram realizadas em espaços culturais no RS e SP, integrando ainda mostras paralelas à Bienal do Mercosul.Kray une produção autoral consistente com visão crítica sobre a arte contemporânea, qualificando-se como artista, educador e curador com trajetória multidisciplinar.Proponência, Produção Executiva e Coordenação Geral - SIL CULTURAL - Silene Cristina da Silva – DRT 27.570/SPPublicitária, atriz e gestora cultural, Silene Cristina possui uma trajetória multidisciplinar com mais de 25 anos de experiência no setor criativo e cultural. É pós-graduada em Gestão de Projetos e Programas Culturais pelo Senac e em Cenografia e Figurino pelo Centro Universitário Belas Artes. É sócia-proprietária da Trevo Mídia e fundadora da Sil Cultural, iniciativa voltada à gestão de projetos culturais com foco na articulação de parcerias com microempresas, artistas independentes e demais agentes da cadeia produtiva do setor cultural.Como publicitária, desenvolveu uma carreira consolidada nas áreas de planejamento de comunicação, pesquisa de mercado, atendimento, mídia e estratégias de vendas tanto em plataformas digitais quanto offline.Na área artística, atuou profissionalmente como atriz por mais de 10 anos, participando de diversos espetáculos teatrais. Complementa sua formação com cursos nas áreas de roteiro para cinema e teatro (Senac), continuidade cinematográfica (CCBB), mímica (Globe SP, com Fernando Vieira) e iluminação para teatro (Denilson Marques), entre outros.Como produtora cultural, já assinou a produção de diversos espetáculos nos quais também atuou como atriz e assistente de direção. Entre eles destacam-se: Espaguete, uma aventura no navio (patrocínio da Adria); Alice Através do Espelho, no Teatro Bibi Ferreira (SP); Passional, no Teatro Augusta (SP), com direção de André Correa.Já atuou como assistente de direção ao lado de profissionais renomados como Zedú Neves, Lúcia de Lellis, Ariel Moshe, Beto Marcondes, Paco Abreu, Simone Shuba e Fernando Faria.Direção Musical - Raquel MarttinsViolonista, cantora e compositora. Como musicista atua intensamente na cena paulistana se apresentando em bares e espaços culturais como Bar Brahma, Jacaré Grill e rede SESC de São Paulo. Como compositora já lançou 4 CDs, 2 EPs e singles. Compôs em parceria com o multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo uma série de 5 músicas que foram lançadas em seu EP Oníricas. Seus álbuns têm participações importantes de músicos como Guilherme Arantes e Marcos Suzano. Suas músicas tocam em rádios como USP FM e UDESC FM. Também é produtora musical de seus trabalhos e de outros artistas que são lançados pelo seu selo Cafofo Beat. Possui doutorado em música (UNICAMP), mestrado (USP) e graduação em música (Famosp). Sonoplastia e Design de Som - João Vitor RussoDesigner de som, sonoplasta e técnico de som. Formado em Rádio, TV e Internet (Cásper Líbero) e Fundamentos de áudio e acústica (IAV), João possui sólida experiência na criação de produções sonoras e conteúdos voltados para rádio, internet, cinema e teatro. Atua na produção de peças radiofônicas, elaboração de trilhas sonoras originais, captação de áudio e na produção, edição e finalização de podcasts. Foi diretor de Som do documentário CRUZOS, da Cia. Teatro Documentário, teve passagem na Rádio Cultura de São Paulo e atua como técnico de som no JazzB.Portfólio disponível em: https://soundcloud.com/joaovrfAssessoria Jurídica - Liziane Luciana da Silva Sucena - OAB/SP 240049Formada em Direito em 2001 pela Universidade Cidade de São Paulo, advogada devidamente inscrita nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, atuou por mais de 15 anos na área de Direito Trabalhista (compliance). Pós-graduada em Direito Processual Civil pela Universidade Metropolitana de São Paulo. Atualmente trabalha como Advogada Coordenadora da EVI Sociedade de Advogados, nas áreas de Direito Médico e Biomédico, Trabalhista e Empresarial (com foco em compliance) e Cível com enfoque na área da família, sendo especializados na defesa de direitos de famílias homoparentais (LGBTQIA+). Na área docente, atua como professora de ensino superior, lecionando disciplinas voltadas ao Direito, mas em especial a de ética e responsabilidade social. Realiza palestras e workshops em diversas instituições de ensino superior e empresas privadas. Assessoria de Imprensa - Daniela Sevilha Daniela Sevilha é jornalista formada pela Universidade São Judas Tadeu, com especializações em marketing digital, marketing de influência e gestão de redes sociais. Com mais de 20 anos de experiência em comunicação corporativa, consolidou sua trajetória em áreas como assessoria de imprensa, relações públicas, comunicação interna, gestão de crises de imagem, produção de conteúdo e mídias digitais.Em 2015, fundou a Sevilha Comunicação, empresa da qual é CEO e que é hoje referência em assessoria de imprensa voltada ao setor cultural. À frente da empresa, Daniela alia sua ampla bagagem profissional a uma abordagem estratégica e sensível às transformações do mercado, oferecendo soluções integradas para marcas, artistas, instituições culturais e influenciadores.Sua atuação abrange desde o desenvolvimento de posicionamento de imagem até a criação de campanhas de comunicação multicanal, com foco em resultados e fortalecimento de reputação. Ao longo de sua carreira, liderou projetos para empresas e organizações de diferentes segmentos, com ênfase no universo cultural.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.