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PRONAC 259898Autorizada a captação total dos recursosMecenato

BRESIL NOIR no FESTIVAL DES PLACES

EMPORIO EMPREENDIMENTO ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 3,04 mi
Aprovado
R$ 3,04 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-13
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Todos os fins de semana de verão, de julho a setembro, o Festival des Places, vem apresentado pela Prefeitura de Paris e o Théâtre de la Ville , transforma as praças de Paris em palcos abertos a todos. Este evento totalmente gratuito propõe uma programação pluridisciplinar no espaço público, centrada no encontro e na espontaneidade. Organizado numa ótica de partilha e de inclusão, este importante festival francês incentiva os parisienses e os visitantes a apropriarem-se do espaço público através da arte.Ainda ecoando os eventos trazidos com o grande sucesso da Saison Brasil França em 2025, o encontro Brésil Noir, como um capítulo do Festival des Places, propõe durante - três finais de semana - o que há de melhor na pluralidade da nossa cultura, festejando através de uma programação multicultural as nossas raízes ancestrais trazidas de África. Festival e Musica propular brasileira

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Destaca-se como objetivo geral desta proposta, promover a diversidade cultural de um Brasil Negro, através de um Festival Multicultural que apresentará as mais diversas manifestações artísticas. Ademais, com base no artigo 3º do Decreto 11.453 de 2023, o projeto se destina a seguinte finalidade: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento;XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países;XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;Justificativa: o festival tem atividades gratuitas, amplia o acesso, e tem atividades acessíveis para portadores de deficiências.OBJETIVOS ESPECÍFICOSa) Realizar no decorrer do Festival des Places, o projeto do encontro Brésil Noir, ao longo de três finais de semana, entre os meses de julho a setembro, abrindo um espaço de encontro na Place du Châtelet para artistas, artesãos, grupos e/ou coletivos artísticos, representantes da cultura afrobrasileira no âmbito da música, da dança, da gastronomia, do cinema e da literatura;b) Apresentar 09 (nove) espetáculos de música, no formato pocket show, em palco ao ar livre na Place du Châtelet durante 03 (três) finais de semana a serem agendados, entre os meses de julho e setembro (um final de semana/mês);c) Contra partida social - 09 (nove) workshop ou palestra no periodo do projeto com contrapartida social.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura ampliando o acesso às suas coleções. Assim, o projeto se justifica por atender: Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sabemos que a cultura se configura em uma dimensão privilegiada da identidade de um país e permite sua afirmação soberana no diálogo internacional, além de possuir enorme potencial no incremento de relações exteriores. A afirmação de uma sociedade no cenário internacional, quando passa pela dimensão da cultura, torna-se mais duradoura. Exemplo disso é a própria França, que firmou esse modelo de utilização da cultura com forma de afirmação política e consolidação de um papel protagônico na geopolítica internacional. A França firmou seus valores ideológicos e políticos, influenciando fortemente a constituição de novas sociedades democráticas, por meio da difusão cultural. No caso do Brasil, até os anos 30 do século XX, a cultura francesa influenciou fortemente a estruturação de instituições e modelos políticos. A própria constituição da República experimentou clara influência do positivismo francês. Se a França fez escola na configuração de sistemas de governo e sistemas jurídicos e, mesmo, na difusão do pensamento científico, com a proliferação de modelos universitários, o Brasil parece ter assimilado bem a experiência da convivência ao aproveitar, com grande rentabilidade, a oportunidade criada com o convite do governo francês. Na primeira edição do Ano Brasil França em 2005 foram criadas as condições favoráveis para o exercício abrangente da diplomacia cultural. Foi uma experiência que pode servir de exemplo para outras iniciativas governamentais, tendo sido este, até então, o maior programa de difusão da cultura brasileira no exterior e de diplomacia cultural já realizado pelo País. Na época, a cultura pode ser pensada não somente no sentido das expressões artísticas, mas também nas dinâmicas econômicas e sociais e na afirmação dos costumes e valores de um povo.Passado vinte anos, o Brasil, mais uma vez, retoma aos olhos do mundo a sua vocação de ator multicultural, promovendo nos meses de abril a setembro uma programação rica e plural no contexto da concertação política. O Brasil tem uma característica interessante por ter desenvolvido, desde o seu nascimento como país, uma tecnologia da mestiçagem cultural". Trata-se de uma temática recorrente nos estudos de antropologia que se lançam à identificação da gênese da cultura brasileira. Recordando Darcy Ribeiro, Sérgio Buarque de Holanda, Antônio Cândido, Alfredo Bosi, Gilberto Freire e outros pensadores brasileiros, o Brasil tem a capacidade de ter uma diversidade cultural imensa, mas com uma unidade linguística também poderosa. Nessa perspectiva, a experiência brasileira de maior miscigenação e tolerância racial _ embora relativa _ talvez possa contribuir para o encaminhamento dos conflitos sociais pelos quais passa a França e o resto do Mundo. Por certo, em tantas outras áreas da vida em sociedade o Brasil tem ainda muito a caminhar para chegar ao estágio alcançado pela França. No entanto, no que se refere à questão da pluralidade cultural, é legítimo pensar que a influência se dê no sentido inverso. O encontro Brésil Noir no contexto do Festival des Places, pretende celebrar as nossas raízes ancestrais, festejando os artistas e a nossa capacidade criativa de transpor barreiras sociais e políticas, de partilhar opiniões num ambiente criado em favor da criatividade e da colaboração.

Estratégia de execução

Concebido como um evento semanal no coração de Paris, o Festival des Places reinveste o espaço urbano, colocando-o sob o signo da cultura, do desporto e da cidadania. Realizado pelo Théâtre de la Ville em parceria com a cidade de Paris, este festival gratuito realiza-se todos os fins-de-semana de maio a meados de outubro de 2025, começando pela Place du Châtelet e estendendo-se a outros locais emblemáticos da capital. O objetivo? Criar uma cidade participativa e criativa, onde artistas, cidadãos e transeuntes convivem para uma performance, um workshop ou um debate.O festival oferece um programa eclético de espetáculos, concertos, exposições, performances, oficinas participativas, encontros intelectuais e eventos desportivos. Todos os fins de semana, artistas das mais diversas disciplinas são convidados a ocupar as praças públicas para criar uma espécie de palco ao ar livre.O Festival des Places foi concebido para atrair um vasto público de todas as idades. A sua entrada livre, a diversidade da sua oferta artística e desportiva e o facto de estar enraizado no espaço público fazem dele um evento acessível às famílias, aos curiosos, aos habitantes locais e aos turistas. É tanto para os adeptos da dança contemporânea como para os entusiastas dos desportos urbanos ou dos debates cívicos. Por outro lado, aqueles que preferem ambientes artísticos formais ou espaços de palco fechados podem encontrar uma experiência mais difusa, centrada no encontro e na espontaneidade.Com o Festival des Places, a cidade de Paris e o Théâtre de la Ville propõem uma nova forma de levar a cultura ao espaço público. Através de uma programação variada e inclusiva, este festival semanal pretende transformar as praças de Paris em lugares de ligação, de experimentação e de imaginação coletiva.https://www.sortiraparis.com/pt/o-que-ver-em-paris/articles/330018-o-festival-des-places-transforma-a-place-d-italie-num-palco-vivo-a-29-de-junhoRESPOSTA A DILIGENCIA 12/NOV.25Prezados Senhores, agradecemos o desarquivamento da proposta e informamos que realizamod as correções onde o projetose trata de Festiva e Apresentaçao Musical e incluimos a contrapartida social obrigária.Dessa forma, esperamos ter atendido as correções necessárias e nos colocamos a disposiçao para prestar qualquer esclarecimento.AtenciosamenteEquipe Empório

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Produto Principal “Festival/Bienal” Acessibilidade física: O palco aberto onde serão realizados os workshops de dança, a roda de samba literária, o circuito gastronômico e o panorama do cinema brasileiros é acessível aos portadores de necessidades especiais e idosos por meio de rampas de acesso à Place du Châtelet, além de sanitários adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição quando aplicável Acessibilidade para deficientes auditivos - Tradução em libras para todo eventual conteúdo sonoro que venha a ser apresentado nos shows; Classificação indicativa: Livre Produto “Apresentação Musical” Acessibilidade física: O palco aberto onde serão realizados os shows é acessível aos portadores de necessidades especiais e idosos rampas de acesso na Place du Châtelet, além de sanitários adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos - Tradução em libras para todo eventual conteúdo sonoro que venha a ser apresentado nos shows.Classificação indicativa: Livre

Democratização do acesso

O acesso à programação dos produtos aqui oferecidos, é democratizado, dirigido a todos os públicos e totalmente gratuito. As iniciativas estão aptas a oferecer atendimento especializado a grupos com portadores de necessidades especiais, incluindo utilização de materiais multissensoriais e intérpretes de libras. A proposta contempla especificamente: Festival/Mostra: incisos III, IV, V, VI, VIII e IX do Art 30 e inciso I do Art 31 da IN nº 11/2024 do Ministério da Cultura.

Ficha técnica

BRÉSIL NOIR – FESTIVAL DES PLACES Robson Bento Outeiro, Diretor Artístico Graduado em Administração de Empresas com especialização em Gestão Cultural, Robson Bento Outeiro é diretor da Empório Empreendimento Artísticos e Culturais e da RBO Escritório de Arte, tento atuado em diversos projetos de relevância nacional e internacional, entre os quais, como coordenador de cenografia e eventos paralelos na Associação Brasil 500 Anos e como gerentes de projetos das itinerâncias da Mostra do Redescobrimento: Brasil + 500. A partir de 2001, assumiu a coordenação executiva da Brasil Connects Cultura em projetos expositivos na Argentina, no Chile, nos Estados Unidos, no Reino Unido e em Veneza - Itália. De 2007 a 2010, respondeu pela área de Gestão e Direção Cultural e de Novos Projetos, do Instituto Sangari, em parceria com AMNH – American Museum of Nature History. Foi responsável, ainda, pela coordenação executiva e direção artística da exposição Brasília 50 Anos – Meio Século da Capital do Brasil, apresentada no Ministério de Vivendas em Madri, com remontagem em Lisboa, Brasília, Buenos Aires e em Santiago do Chile. Entre os anos de 2011 e 2012, atuou na assessoria especial da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, acumulando também a coordenação de artes visuais, dos centros culturais e de museus da cidade. De 2012 a 2016, foi diretor executivo da Fundação Cidade das Artes, ficando responsável pelo planejamento estratégico de reposicionamento da instituição. Fez parte do Conselho Consultivo que formatou a Proposta de Inscrição do SÍTIO ARQUEOLÓGICO CAIS DO VALONGO na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco. Em 2015 foi selecionado pelo Ministério da Cultura da França para atender ao programa Séjour Culture Arts Vivants – Courants du Monde. De volta ao Brasil, assumiu a coordenação executiva da Semana de Arte de São Paulo em suas duas edições . No biênio 2020 e 2021, idealizou e assinou a direção artística de duas obras digitais: Programa de arte-educação Oficinas Fibralab, prêmio Aberj 2021 na categoria mídia audiovisual; e 1) o projeto de memória e patrimônio imaterial “A Nação Efon – Religiosidade e Fé”, disponível no canal @aseolorokepantanal.com. Desde setembro de 2022, vem atuando como conselheiro do Pacto pela Educação @pactopelaeducacao, um movimento da sociedade civil que tem a função de auxiliar na definição de estratégias e planos de ação, que conectem às políticas públicas da área da educação dos municípios e estado do Rio Grande do Sul às realidades e necessidades do século XXI. Atualmente, responde pela Superintendência Executiva da Fundação Iberê, é Consultor de Projetos Incentivados da Associação Parceiros da Educação, Presidente do Instituto Back2Black e recentemente assumiu a Coordenação Executiva da Saison Ano Brasil na França 2025. Outorgado Doutor Honoris Causa pela Ordem dos Capelães Afro e Ameríndios do Brasil junto com a ASBRAC e as Faculdades FACETE e FSACTEFERJ pela sua contribuição à Cultura Afro Brasileira e as Matrizes Africanas. “Eu sou porque nós somos.” (Ubuntu) Luiz Antônio Simas, Curador convidado Luiz Antonio Simas é carioca, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É escritor, professor, historiador, educador e compositor. É autor e coautor de mais de vinte livros, além de ter uma centena de ensaios e artigos publicados sobre carnavais, folguedos populares, macumbas, futebol e culturas de rua. Foi colunista do jornal O Dia e jurado do Estandarte de Ouro, prêmio carnavalesco do jornal O Globo. Recebeu o Prêmio Jabuti de Livro de Não Ficção do ano de 2016, pelo Dicionário da história social do samba, escrito em parceria com Nei Lopes. Foi finalista do Prêmio Jabuti de 2018 e 2020, na categoria Crônica. Também ao lado de Nei Lopes, assinou a curadoria textual da mostra Semba/Samba: Corpos e Atravessamentos – Brasil e África (Museu do Samba, 2021).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.