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O projeto tem o genuíno objetivo de apoiar as ações de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial contido nas técnicas artesanais de mestres e comunidades tradicionais brasileiras, ampliando e fortalecendo o entendimento da sociedade sobre o tema. Em formato de um Festival, a intenção é criar um evento-movimento, capaz de reunir diversos atores desse ecossistema e mobilizar um número significativo de pessoas e formadores de opinião a se juntar a essa causa de promoção e defesa das brasilidades imateriais na contemporaneidade. Temos na programação: Festival-feira, mostra expositiva, oficinas de vivências e um seminário. Essas atividades vão potencializar o setor artesanal de tradição cultural como vetor de desenvolvimento socioeconômico no âmbito da economia criativa, considerando os aspectos do patrimônio cultural, da inclusão socioprodutiva, da sustentabilidade ambiental e do protagonismo dos detentores de saberes e fazeres artesanais de grande valor identitário para o Brasil.
O projeto acontece de forma presencial a partir das premissas:_ A curadoria mapeará as produções artesanais mais representativos do país _ Serão selecionados criativos (individuais e coletivos) _ O artesanato comercializado será qualificado e totalmente adequado ao público do evento _ A cenografia e estruturas serão planejadas a partir de materiais sustentáveis _ Serão contempladas organizações artesanais estruturadas de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais _ Serão articuladas parcerias estratégicas com a gestão pública _ O projeto tem caráter educativo sobre a qualidade e o valor da produção artesanal cultural brasileira Conteúdo sobre os produtos do projeto:* Feira Criativos por TradiçãoA comercialização é a base estrutural da salvaguarda nesse setor produtivo. Somente a geração de renda digna e a maior valorização da atividade conseguirá manter vivo o artesanato de tradição cultural nas comunidades. Essa feira assim, é uma estratégia para promover o artesanato brasileiro a partir de uma curadoria que enalteça os objetos para que sejam vendidos a preços justos para todos (artesãos e consumidores). Para isso, é fundamental que a feira tenha como pano de fundo um ambiente educativo que traduza a beleza e o valor simbólico dos objetos, que guardam valores sociais, culturais e ambientais. Haverá uma seleção criteriosa dos expositores e uma curadoria de produtos que traga de forma diversificada e acessível aos visitantes, produtos cheios de brasilidade e propósito. * Mostra Criativos por TradiçãoÉ necessário criar e manter de forma sistemática exposições sobre o nosso artesanato, pois os brasileiros, em sua grande maioria, conhecem pouco essa rica produção e por consequência não a consomem. As mostras pontuais e para públicos restritos contribuem para que a grande massa da nossa sociedade continue a valorizar objetos industrializados de grande risco para a sustentabilidade do planeta e que empobrecem nosso senso cultural de pertencimento. A mostra que aqui propomos vai ao encontro dessa ação formativa, onde cada objeto exposto mostra o Brasil por trás da sua feitura. * Oficinas Criativos por TradiçãoAs técnicas artesanais são mais valorizadas quando experimentadas por aquelas que não a dominam e minimizam seu valor. As oficinas experimentais têm esse caráter sensibilizador e ao mesmo tempo lúdico para divertir e envolver os visitantes na atmosfera do festival. Os artesãos e artesãos que ministrarão as oficinas ganham outro status de valorização nessa programação ao serem vistos e percebidos como mestres no repasse de seus conhecimentos. * Seminário Criativos por Tradição É essencial promover discussões nesse setor que sejam arcabouço para a criação de políticas públicas e que articulem os diferentes atores em rede. Os desafios no artesanato são de diferentes aspectos, tais como: infraestrutura, qualificação, marco legal, comercialização, inovação, sustentabilidade ambiental. Temas como esses serão levados para mesas de debate, envolvendo os próprios artesãos, a gestão pública, entre aqueles interessados em desenvolver e fortalecer o setor.
Objetivo Geral:- Fomentar a economia criativa na perspectiva da geração de trabalho e renda para os fazedores de cultural envolvidos com o artesanato de tradição cultural;- Difundir, promover o reconhecimento e fortalecer a valorização de artesãos e artesãs como protagonistas da preservação de seus ofícios e práticas artesanais tradicionais, em muitos casos em risco de desaparecimento;- Formar público consumidor de produtos e conteúdo qualificado dessa temática;- Estimular os jovens a apreciar e se interessar pelo artesanato como uma atividade laboral rentável e de inestimável valor cultural, social e ambiental. Específicos:Realizar nova edição do Festival com acesso gratuito, com os seguintes produtos e dinâmica operativa:- 01 Festival-Feira com cerca de 5 dias para fomentar a comercialização da produção artesanal, com até 50 expositores de diferentes regiões do Brasil e com conteúdo educativo para conscientizar o mercado consumidor sobre a importância do artesanato e suas práticas como vetor de desenvolvimento sociocultural e econômico;- 01 Mostra com a curadoria de cerca de 80 objetos/obras de arte popular;- 10 Oficinas/workshops de técnicas artesanais diversas, ministradas por artesãos;- 01 Seminário de 02 dias com a participação de artesãos, estudiosos e agentes do setor para debater sobre os temas desafiadores desse ecossistema
Segundo a UNESCO, é "amplamente reconhecida a importância de promover e proteger a memória e as manifestações culturais representadas, em todo o mundo, por monumentos, sítios históricos e paisagens culturais". Contudo, o texto ressalta que "não só de aspectos físicos se constitui a cultura de um povo. Há muito mais, contido nas tradições, no folclore, nos saberes, nas línguas, nas festas e em diversos outros aspectos e manifestações, transmitidos oral ou gestualmente, recriados coletivamente e modificados ao longo do tempo". Esses conhecimentos transmitidos entre gerações constituem o patrimônio cultural imaterial que ainda segundo a UNESCO para "muitas pessoas, especialmente as minorias étnicas e os povos indígenas, o patrimônio imaterial é uma fonte de identidade e carrega a sua própria história. A filosofia, os valores e formas de pensar refletidos nas línguas, tradições orais e diversas manifestações culturais constituem o fundamento da vida comunitária. Num mundo de crescentes interações globais, a revitalização de culturas tradicionais e populares assegura a sobrevivência da diversidade de culturas dentro de cada comunidade, contribuindo para o alcance de um mundo plural".Dessa forma, é clara a relevância de projetos que abordam o tema, fortalecendo os valores e as ações previstas na Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de 2003, ratificada pelo Brasil em março de 2006. A Artesol, proponente desse projeto, atua desde 1998 com a missão de apoiar a salvaguarda do fazer artesanal de tradição cultural, promovendo a autonomia dos artistas e artesãos, valorizando sua cultura e o desenvolvimento social e econômico de suas comunidades. Com tantos anos de experiência, desde 2006 é credenciada e integra o comitê para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO, tendo a convicção de que é crucial ampliar a conscientização coletiva sobre a importância desses bens culturais, para que haja maior valorização dessas práticas e respeito aos detentores desses saberes e fazeres. Esse projeto vai ao encontro dessa abordagem como forma de contribuição institucional à essa desafiadora causa.Este projeto atende ao Art. 1ª da Lei nº 3.313 de 23 de dezembro de 1991, em seus seguintes itens:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ao Art. 3º da mesma Lei, nos itens: - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; E ao Art. 2º do Decreto 10.755 de 26 de julho de 2021, principalmente em seus seguintes itens:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não;XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal.
PÚBLICO-ALVOQualquer pessoa sem limite de idade, raça, gênero e classes sociais, sendo que o público-majoritário das edições anteriores foi composto por adultos, com mais de 20 anos. Estimularemos a participação de estudantes, educadores, profissionais das áreas de antropologia, arquitetura, design, moda, decoração, história e de consumidores de cultura em geral. Agentes multiplicadores da noção da relação do artesanato tradicional como patrimônio na contemporaneidade.PLANO DE COMUNICAÇÃOOBJETIVOSDivulgar o projeto com conteúdo qualificado relacionado ao artesanato e à arte popular brasileira, incluindo histórias sobre os participantes, peculiaridades sobre técnicas artesanais presentes no projeto, bem como as tradições ancestrais e territórios contemplados.Divulgar a programação do evento nacional e internacionalmente, contemplando especialmente o público da cidade que vai sediar o evento, estimulando visitas ao festival e participação nas atividades de sua programação.Ativar parceiros, patrocinadores e influenciadores para uma articulação de divulgação do projeto em multicanais e redes ESTRATÉGIAS - IDENTIDADE VISUAL Contratar agência para criação de marca, identidade e peças gráficas do evento. - HOTSITE Produzir conteúdo sobre evento e atualizar hotsite com programação do evento, release, imagens, formulário de inscrição para atividades - REDES SOCIAIS Construção de uma linguagem narrativa e estética específica para o Projeto.· Impulsionamento regular de postagens para público da cidade sede · Engajar artesãos marcando os perfis das associações e artistas nas postagens · Postar imagens, vídeos e histórias de cobertura durante realização do evento· Gerar relatório de engajamento nas redes sociais durante o período de divulgação do evento. FacebookDivulgar regularmente link da programação, convite para inscrição e reportagens publicadas sobre o evento.InstagramUtilizar o stories para divulgar link dos perfis dos artesãos e coletivos participantes da programação.Divulgar vídeos pílulas de divulgação.Utilizar Canal do Insta TV para divulgar vídeos de cobertura do evento.Compartilhar no stories links de matérias publicadas na imprensa sobre o evento.Divulgar perfil de palestrantes, facilitadores de oficinas e artistas.Usar hashtags do Ministério da Cultura. ASSESSORIA DE IMPRENSA· Contratar assessoria de imprensa com experiência no segmento.· Criar releases e fazer divulgação para mailing estratégico de tv, jornais e portais.· Convidar jornalistas de veículos especializados para abertura do evento.· Articular ação com influenciadores digitais.· Acompanhar entrevistas concedidas durante o evento.· Fazer clipping de resultado de mídia. PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Cobertura em vídeo e fotografia.IMPORTANTE: Todo o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade aqui citadas.Da mesma forma, os participantes do projeto serão definidos por meio de uma curadoria, o que significa que a seleção poderá incluir profissionais de diferentes estados, mas não necessariamente de todos.
* Feira Criativos por TradiçãoFormato presencial com circulação arejada e bem-sinalizada aos visitantes para que estes tenham uma compreensão da origem, técnica e autoria de cada produto. Pretende-se assim, ter uma identidade visual aplicada em materiais como: embalagens, tags e vestimenta dos expositores. A ambientação da feira dialogará com a expografia e identidade da Mostra para que tudo seja percebido como uma unidade de brasilidade apesar da diversidade de linguagens artesanais que caracterizam o setor. * Mostra Criativos por Tradição Formato presencial com curadoria de cerca de 80 obras. O projeto expográfico será detalhado em momento oportuno a partir da contratação dos profissionais especializados. Pretende-se trabalhar em um espaço de aproximadamente 150 m² com painéis de madeira MDF pintados, iluminação, painéis fotográficos, recorte de vinil para textos de parede e legendas e equipamentos para exibição de materiais em áudio visual. * Oficinas Criativos por TradiçãoFormato presencial, contemplando várias técnicas, distribuídas ao longo dos dias do festival. Cada oficina terá duração de 2h para cerca de 15 pessoas. As inscrições serão gratuitas e abertas ao público. Quem ministrará as oficinas serão os próprios artesãos e artesãos. * Seminário Criativos por Tradição Formato presencial em 2 dias, contando com palestras de especialistas e rodas de conversa com a participação dos mestres, dos artesãos e artesãs - mediadas por profissionais com larga experiência no campo do artesanato e cultura popular. A programação final oficial será definida na fase pré-produção do projeto e a dinâmica levará em conta a participação ativa do público e deverá promover reflexões sobre o campo do patrimônio cultural imaterial, norteada por temáticas pertinentes às políticas de salvaguarda e suas implicações práticas, tendo em vista os reais benefícios socioeconômicos para os detentores desses saberes e sobre a importância desse patrimônio cultural para o Brasil. As mesas serão gravadas.
O projeto contempla uma programação diversa com várias atividades e deverá ser acessível para todas as pessoas.Acessibilidade Física: Conforme termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; Este projeto terá acessibilidade física para a população através das seguintes ações:Festival Feira: o local terá rampas de acesso ou elevadores, lugares reservados, banheiros adaptados e pessoas capacitadas e responsáveis por fornecer orientações aos portadores de necessidades especiais que delas precisarem. Exposição: o local terá rampas de acesso ou elevadores, lugares reservados, banheiros adaptados e pessoas capacitadas e responsáveis por fornecer orientações aos portadores de necessidades especiais que delas precisarem. Oficinas: o local terá rampas de acesso ou elevadores, lugares reservados, banheiros adaptados e pessoas capacitadas e responsáveis por fornecer orientações aos portadores de necessidades especiais que delas precisarem. Seminário: o local terá rampas de acesso ou elevadores, lugares reservados, banheiros adaptados e pessoas capacitadas e responsáveis por fornecer orientações aos portadores de necessidades especiais que delas precisarem. Acessibilidade de conteúdo: Seminário: Haverá interpretes de libras e pessoas qualificadas para apoiar as atividades de cunho educativo cultural para os portadores de necessidades especiais.Oficinas: Haverá pessoas qualificadas para apoiar as atividades de cunho educativo cultural das oficinas para os portadores de necessidades especiais.
FESTIVAL FEIRA, EXPOSIÇÃO, OFICINAS E SEMINÁRIOAlém de entradas totalmente gratuitas, o produto adotará as medidas contidas no inciso III do Art. 47 da IN 23/2025, abaixo transcrito:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; OFICINAS E SEMINÁRIO - programação educativa - culturalAlém de entradas totalmente gratuitas, o produto adotará as medidas contidas no inciso III do Art. 47 da IN 23/2025, abaixo transcrito: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
Proponente - GESTÃO DO PROJETO:A ONG Artesol foi fundada há 23 anos e neste percurso já realizou mais de 250 projetos de capacitação, beneficiando mais de 60 mil pessoas. É membro da World Fair Trade Organization – WFTO e credenciada na UNESCO – integrando o Comitê de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. Sua missão é apoiar a salvaguarda do fazer artesanal de tradição cultural, promovendo a autonomia dos artesãos e o desenvolvimento socioeconômico de suas comunidades. O projeto central da organização é a Rede Artesol (Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro), uma iniciativa pioneira e inovadora que mapeia, capacita, divulga e conecta artesãos de todo o país ao mercado através de uma moderna plataforma virtual. https://www.artesol.org.br/ Sonia Cristina Rehder Quintella de Carvalho - Diretora geral - Empresária, administradora de empresas com especialização em Marketing, presidente do Conselho Diretor da Artesol. É a responsável legal do projeto - com trabalho não remunerado pelo mesmo. Tem sob sua responsabilidade decisões sobre as diretrizes e aprovações de ações gerenciais do projeto. Responde pela comunicação com esferas governamentais, financeiras e investidores do projeto.Josiane Masson – Coordenação geral - Há mais de 30 anos atua no campo social e cultural no terceiro setor. É graduada em Terapia ocupacional, com MBA em Gestão de Organizações da Sociedade Civil. Presta consultoria de desenvolvimento institucional e já coordenou vários projetos em organizações privadas e públicas. Há 15 anos atua como diretora geral/executiva da ONG Artesol, onde idealizou e desenvolveu a Rede Artesanato do Brasil, tecnologia social premida pela Fundação Banco do Brasil que se tornou o maior portal de mapeamento, conteúdo e articulação do ecossistema do artesanato cultural do país. Idealizou e exerceu a função de curadora e diretora artística de outros dois projetos de significativa relevância para o setor da arte e cultura popular e da salvaguarda do patrimônio cultural imaterial que são: Arte dos Mestres e o Festival Criativos Por Tradição, ambos com duas edições concluídas. Possui larga experiência em articulação social, produção cultural e curadoria de iniciativas ligadas ao artesanato e cultura popular brasileira. É a representante da Artesol no comitê de Salvaguarda Intergovernamental do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO, membro do Comitê de Especialistas do Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro. Aprecia e atua na temática das políticas públicas para o setor cultural, com participação em diversos fóruns conduzidos pelo Ministério da Cultura. Atualmente conduz as ações do termo de cooperação técnica que a Artesol tem com o Programa do Artesanato Brasileiro no Ministério de Empreendedorismo e da Pequena Empresa, focado na produção artesanal brasileira como um ativo da economia criativa do país. Sheila Maiorali – Coordenação técnica administrativa - Formada em administração, com larga experiência na gestão de projetos sociais, culturais e de geração de renda junto a comunidades tradicionais. Desenvolve toda a estrutura administrativo-financeira e també faz a mediação do projeto com os artesãos envolvidos.Mariana Maria Pereira de Oliveira – Coordenadora de Comunicação - Comunicadora, especialista em marketing e construção de marcas. Sua abordagem multidisciplinar combina conhecimentos em diversas áreas, permitindo que ela atue de forma completa em todos os aspectos de um projeto. Atualmente, dedica-se ao desenvolvimento de comunicação institucional para organizações do terceiro setor, aplicando sua experiência para fortalecer a presença e transmitir as histórias que reforçam o impacto e a essência dessas marcas. Sua habilidade em gerir diferentes áreas e adaptar-se a diversos cenários faz dela uma comunicadora estratégica, trazendo resultados significativos para as marcas com as quais colabora. Jefferson Figueiredo – Analista em comunicação para implementação de estratégias na produção de conteúdo visual e escrito para mídias sociais - Tecnólogo em Mídias Sociais Digitais, graduado no pelo Belas Artes de São Paulo, e certificado como Agente Cultural e Analista de Marketing em Mídias Sociais pelo Senac. Com mais de 4 anos de experiência em comunicação institucional para organizações e instituições culturais, é especializado na implementação de estratégias para otimização e engajamento de presença online. Além disso, desenvolve peças de design gráfico e digital, e produz conteúdos audiovisuais para diversas plataformas. Isabel Franke - Desenvolvimento institucional e Pesquisadora - Graduada e mestra em Antropologia Social, ambos títulos obtidos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), tendo sido bolsista na área de pesquisa/iniciação científica e educação/docência durante quatro anos, pelos programas: PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência; PIBIC - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Pesquisa; PAD - Programa de Apoio à Docência, UNICAMP; e Programa SAE – Aluno Artista UNICAMP. Possui também especialização em Gestão Cultural pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Atua nas fronteiras da pesquisa acadêmica e independente, produção de conteúdo, educação museal, coordenação de projetos e afins, a partir de temáticas que relacionam a antropologia, a cultura, as artes visuais, o design, o artesanato e o patrimônio.Ana Clara Andrade Melo – Assistente de Produção e Pesquisadora - Cientista social, licence 3 pela Sorbonne Nouvelle, Paris 3 e mestra em Divulgação Científica e Cultural pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Tem experiência como educadora popular junto a cooperativas e grupos de economia solidária em comunidades tradicionais em São Paulo. Atualmente, trabalha como articuladora social da Rede Artesol - Artesanato do Brasil. Ahmad Claudio - Produtor - Produtor e curador com ampla experiência na criação, coordenação e execução de eventos culturais, sociais e publicitários nacionalmente. Atua desde 2010 em projetos de grande porte, como mostras artísticas, leilões beneficentes, campanhas publicitárias, festas itinerantes pela diversidade, festivais culturais e eventos institucionais. Possui pós-graduação em Bioquímica e Biologia Comparada pela USP, além de bacharelado em Antropologia com certificado em História da Arte pela Al Mustafa International University. Elaine Oliveira - Assistente financeira - Pós-Graduação – Psicologia Organizacional -Faculdade Centro Universitário Ítalo Brasileiro; Graduação - Gestão de Recursos Humanos - Faculdade Centro Universitário Ítalo Brasileiro. Profissional com carreira desenvolvida nas áreas Administrativa, Financeira e Comercial, atuando em empresas dos segmentos de Serviços e Varejo; atuação com cobrança e rotinas de contas a receber e pagar, realizando negociações; definição de estratégias para diminuir a inadimplência, controle e conferência de despesas, lançamento de notas fiscais, controle de estoque, compra de materiais de escritório; contato com cliente e fornecedores; prospecção de novos clientes, pós-venda, realização de cotações de frete e agendamento de coletas; emissão de notas fiscais e ct-e; organização dos documentos e envio para contabilidade; processo admissional, demissional, cadastro de funcionários sistema ponto, coletas e marcações de ponto; administração dos benéficos; conhecimentos nos sistemas de: Microsiga/Totvs (Protheus) e Capta. Os demais profissionais envolvidos no projeto como curador, técnicos, palestrantes, artesãos e artesãs que ministrarão as oficinas serão selecionados e contratados na etapa de pré-produção.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.