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O presente projeto propõe a circulação de 12 apresentações da peça teatral "Um Pé de Quê?" do Grupo Cirandela por 03 (três) municípios do sul do estado de Santa Catarina. Cada município receberá 04 (quatro) apresentações voltadas ao público escolar pré-agendado. As apresentações acontecerão em um espaço cultural de cada cidade.Como complementação da proposta, que utiliza a apresentação teatral como principal instrumento pedagógico, o projeto realizará as seguintes ações de formação: 1) Palestra mediada pelo Instituto Alouatta, instituição que atua com questões econômico-sustentáveis aliadas à educação ambiental; 2) Bate-papo com o Grupo Cirandela após a apresentação da peça teatral "Um Pé de Quê?", sobre a pesquisa e construção do espetáculo, que traz reflexões sobre questões ambientais.
Rosa e Hortelão, dois jardineiros vindos de um futuro, convidam o público a abrir as janelas e adentrar em seu próprio universo: Um Pomar. Nesse estado poético, apresentam tudo que cultivam: plantas, sucos, grãos, raízes, frutos. Captam a inflorescência da essência, fazem suas rebeligrões e tem seus Plocs, afinal de contas, “um pomar não tem rei, um pomar é livre. Você é “Um Pé de Quê” se você é o que você come? Você é “Um Pé de Quê” se você é o que você cria?”
O objetivo geral do projeto é realizar a circulação de 12 (doze) apresentações da peça teatral "Um Pé de Quê?", do Grupo Cirandela, junto a ações de formação, que consistem em palestras de educação ambiental e bate-papos sobre a construção do espetáculo em três (3) municípios do extremo sul de Santa Catarina.- Realizar a circulação de 12 apresentações do espetáculo teatral "Um Pé de Quê?", do Grupo Cirandela em 03 (três) municípios do sul do estado de Santa Catarina, no período de 6 dias;- Promover em cada município apresentações teatrais e ações formativas relacionadas à questões artístico-culturais e ambientais;- Contemplar o público escolar dos municípios de Criciúma, Nova Veneza e Forquilhinha, com 30 palestras de educação ambiental com o Instituto Alouatta, dentro do período de 3 dias, totalizando 25h/a; - Evidenciar um espaço cultural de cada município para o público escolar através de ações artístico-culturais promovidas nesses espaços por meio do presente projeto;- Realizar 12 bate-papos após o espetáculo "Um Pé de Quê?" entre o Grupo Cirandela e o público presente sobre as formas de como a arte se relaciona com a diversidade e o meio ambiente;- Provocar no público contemplado pelo projeto um olhar sensível e crítico que incentive o desenvolvimento intelectual, buscando estabelecer uma relação transversal e interdisciplinar entre a arte e o meio ambiente;- Alcançar um público estimado de 300 crianças por apresentação, totalizando um público de aproximadamente 1800 estudantes atendidos pelo projeto na etapa de apresentação da peça teatral;- Atingir um público estimado de 30 crianças por palestra, totalizando ao final de 30 palestras realizadas um público de aproximadamente 900 estudantes atendidos na etapa de palestras ambientais.
O Grupo Cirandela e´ um grupo arti´stico com sede em Criciu´ma/ SC que desenvolve sua pesquisa no encontro da mu´sica com outras linguagens arti´sticas, como o teatro, a literatura e o audiovisual, buscando no atravessamento dessas linguagens um estado poe´tico do som, da palavra, da imagem e do movimento.O grupo foi fundado em 2009 pelos artistas Priscila Schaucoski e Bruno Andrade. Desde enta~o agrega outros artistas em seus trabalhos e apresenta em seu reperto´rio espeta´culos voltados para espaços alternativos, rua, salas de teatro, entre outros espaços.Para a proposta, o Grupo Cirandela agrega o Instituto Alouatta, entidade que, desde 2005, atua com objetivo de fomentar o ecoturismo aliado à educação ambiental e à conservação. O instituto é declarado de Utilidade Pública Municipal em 2011 pelo Município sede, em Treviso/SC, onde possui uma área destinada à conservação e pesquisa, participando de diversos projetos de estudos em parceria com universidades da região.A iniciativa de agregar o Instituto Alouatta como complemento formativo na proposta de projeto do Grupo Cirandela, busca atingir os objetivos de conscientização ambiental, que visam a valorização e reconhecimento da diversidade cultural mediante abordagem interdisciplinar entre a arte e o meio ambiente.O projeto tem como objetivo geral a circulação de 12 (doze) apresentações da peça teatral "Um Pé de Quê?" por 03 (três) municípios do sul do estado de Santa Catarina: Criciúma, Nova Veneza e Forquilhinha.Como complementação da proposta, que utiliza a apresentação teatral como principal instrumento pedagógico, o projeto realizará as seguintes ações de formação: 1) Palestra mediada pelo Instituto Alouatta, instituição que atua com questões econômico-sustentáveis aliadas à educação ambiental; 2) Bate-papo com o Grupo Cirandela após a apresentação da peça teatral "Um Pé de Quê?", sobre a pesquisa e construção do espetáculo, que traz reflexões sobre questões ambientais. Na etapa da palestra, a iniciativa irá atender cerca de 900 estudantes do Ensino Fundamental II de escolas públicas dos três municípios contemplados pelo presente projeto. A palestra será conduzida pelo Instituto Alouatta com o intuito de promover a conscientização ambiental nas crianças, propondo atividades lúdicas que possibilitem a inclusão de todos e o despertar para as boas práticas relacionadas ao meio ambiente. As palestras serão realizadas em três dias, sendo cada um correspondente a um dos municípios. As mesmas serão divididas por turmas e acontecerão dentro das próprias escolas contempladas, atendendo 5 turmas matutinas e 5 turmas vespertinas, totalizando 30 oficinas dentro do projeto.Na etapa da apresentação artística e bate-papo, a iniciativa visa atender cerca de 1.800 estudantes do Ensino Fundamental II de escolas públicas dos três municípios contemplados pelo presente projeto. Para o segundo e terceiro dia do projeto haverá a apresentação da peça teatral "Um Pé de Quê?", com o Grupo Cirandela, fomentando a produção cultural e artística mediante realização de espetáculo de artes cênicas, conforme alínea "e" do inciso II do artigo Art. 3° da Lei 8313/91, seguido do bate-papo promovido, também, pelo grupo. Tal etapa será realizada em um espaço cultural de cada município. Dessa forma, o grupo realizará 2 apresentações por dia, uma no período da manhã e uma no período da tarde. Cada município receberá 2 dias de programação, resultando em 4 apresentações por município. Ao total, serão realizadas 12 apresentações seguidas de bate-papo sobre o tema proposto.Todas as instituições de ensino contempladas serão selecionadas pela equipe de produção do projeto junto às Secretarias de Educação de cada município. As Secretarias de Educação também serão responsáveis por garantir o transporte dos alunos participantes até os locais de realização da segunda etapa da proposta.O espetáculo "Um Pé de Quê?" tem como eixo norteador o conceito de alteridade - o reconhecimento e o respeito das diferenças entre as pessoas. A ideia de que nos formamos e nos reconhecemos a partir das diferenças do outro, seja o outro uma pessoa ou o próprio meio ambiente que habitamos.A peça apresenta dois personagens que são "jardineiros do futuro". Eles carregam e cultivam um grande pomar, elemento cenográfico que se transforma em diversas imagens e formas no decorrer da apresentação.Para o bate-papo após a apresentação, o Grupo Cirandela mediará discussões com o público, com enfoque artístico, abordando sobre as relações da arte com o meio ambiente, buscando fortalecer a conexão entre a identidade cultural, diversidade e o respeito pelo meio ambiente nas crianças. Para nós do Grupo Cirandela, promover um projeto que leva apresentações artísticas para o público escolar seguido de ações formativas sobre educação ambiental, atreladas ao exercício de formação de plateia por meio de bate-papo sobre o espetáculo e a temática abordada, é uma forma de despertar o interesse cultural a partir de temáticas relevantes e complementares: arte, cultura e meio ambiente.Assuntos relacionados ao meio ambiente têm ganhado cada vez mais espaço nas discussões atuais. Promover atividades e diálogos que possibilitem reflexões e respeito pelo meio ambiente mediante práticas sustentáveis e contato artístico-cultural para as crianças nos faz enxergar, em probabilidades maiores, cenários de uma maior conscientização ambiental e valorização da diversidade cultural, utilizando do teatro como agente de reflexão e transformação social, incentivando um desenvolvimento intelectual em diversos aspectos.Propor o segundo e terceiro dia de ações em espaços culturais se dá pelo entendimento quanto a necessidade de ocupação dos mesmos pelas crianças para sua formação cidadã, sensível e crítica, contribuindo, também, à democratização da cultura com apresentações artístico-culturais totalmente gratuitas, embasado na alínea "a" do inciso IV do artigo Art. 3° da Lei 8313/91, para aqueles que, muitas vezes, não conseguem ter o acesso por questões socioeconômicas, visando uma sociedade mais inclusiva e igualitária e facilitando, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, conforme discorre o inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91. Entendemos que o contato dessas crianças com os espaços culturais e com as diferentes linguagens artísticas podem impactar positivamente em seus desenvolvimentos e estímulos.O projeto atua diretamente em áreas fundamentais da política pública: educação, cultura e meio ambiente, por sua natureza formativa, inclusiva e de interesse coletivo, sendo uma iniciativa que democratiza o acesso à cultura e incentiva a formação de uma sociedade mais crítica, sensível e consciente, visando o impacto social e educacional. O uso de recursos públicos advém dessa necessidade de concretizar a equidade no acesso a experiências culturais e formativas, garantindo a gratuidade das ações para a participação das escolas públicas.Em questão de acessibilidade, todos os locais de realização das ações, dentre escolas e espaços culturais, são acessíveis no aspecto arquitetônico e todas as atividades e apresentações são acessíveis no aspecto comunicacional.Acreditamos que a execução da programação proposta, em diferentes momentos, espaços e formas, podendo trocar essa energia com o público de todas as idades através da música, da poesia, do teatro e demais ações é uma importante forma de estar levando uma reflexão sobre temas tão necessários como a alteridade, o respeito consigo mesmo e com o outro, com a natureza e o meio ambiente em que vivemos. O respeito com o universo de cada ser. Tudo isso por meio de uma linguagem lúdica e poética, levando arte e cultura para todos os espaços.
O projeto não prevê, em sua planilha orçamentária, custos com equipamentos de sonorização e iluminação, pois o proponente já possui toda a estrutura técnica necessária para as apresentações a serem realizadas pelo projeto.No entanto, a proposta prevê a aquisição de 10 abafadores de ruídos como medida de acessibilidade no aspecto comunicacional para pessoas com hipersensibilidade auditiva, incluídos em planilha orçamentária. Esses bens permanentes adquiridos permanecerão com o proponente, assegurando que esses equipamentos permaneçam disponíveis para ações culturais futuras, ampliando o alcance social e garantindo condições inclusivas de participação para pessoas com hipersensibilidade auditiva em diferentes atividades realizadas pelo proponente.
O produto cultural consiste na realização da peça teatral “Um Pé de Quê?”, do Grupo Cirandela, que será apresentada em 12 sessões em teatros e espaços culturais dos municípios contemplados, com duração de 50 minutos cada. O espetáculo possui classificação indicativa livre, mas é especialmente voltado para crianças a partir de 10 anos, e cada apresentação terá como público estimado cerca de 150 estudantes da rede pública de ensino. Em cena, estão os atores Priscila Schaucoski e Bruno Andrade (Rosa e Hortelão), integrantes do Grupo Cirandela, conduzindo uma narrativa que combina teatro, música e poesia. A trilha sonora é totalmente original, composta pelo próprio grupo e interpretada ao vivo, trazendo maior dinamismo à encenação. O cachê do elenco é definido em R$1.500,00 por apresentação. O cenário representa um pomar que se desdobra em diferentes formatos ao longo da peça, criando uma atmosfera lúdica e versátil que dialoga diretamente com a temática ambiental. O espetáculo tem como eixo norteador o conceito de alteridade, destacando a importância do reconhecimento e do respeito às diferenças, sejam elas entre pessoas ou em relação ao meio ambiente que habitamos, reforçando, assim, a conexão entre arte, cultura e conscientização socioambiental.As palestras de Educação Ambiental, a serem realizadas pelo Instituto Alouatta, entidade que atua no fomento do ecoturismo aliado à educação ambiental e à conservação, têm como objetivo geral promover a conscientização ambiental entre estudantes do ensino fundamental II de escolas públicas, estimulando o senso crítico e a corresponsabilidade na preservação ambiental por meio de atividades educativas e interativas. Busca-se sensibilizar os alunos quanto à importância da conservação e do uso sustentável dos recursos naturais, apresentar conceitos básicos de ecologia, biodiversidade e sustentabilidade de forma acessível e lúdica, relacionar a temática ambiental com o cotidiano das crianças e adolescentes, incentivar práticas de cidadania ativa voltadas à proteção do meio ambiente e fortalecer a conexão entre cultura, natureza e comunidade, integrando experiências educativas à preservação ambiental.A questão ambiental é um dos grandes desafios contemporâneos e a infância e a adolescência representam fases estratégicas para a formação de valores e atitudes que impactarão toda a vida em sociedade. A realização em escolas públicas garante que o conteúdo seja democratizado, oferecendo oportunidades de aprendizado que extrapolam o currículo tradicional. Com uma abordagem dinâmica e interdisciplinar, as palestras abordarão temas atuais e regionais relacionados à educação ambiental. O impacto esperado é a formação cidadã de aproximadamente 900 crianças.A carga horária total será de 25 horas-aula, distribuídas em trinta palestras de 50 minutos cada. As atividades serão organizadas em três dias, sendo um em cada município atendido pelo projeto (Criciúma, Forquilhinha e Nova Veneza), com a realização de dez palestras por dia — cinco no período da manhã e cinco no período da tarde. O público-alvo são estudantes do ensino fundamental II, oriundos de escolas públicas. A seleção das instituições participantes será feita em articulação com as Secretarias Municipais de Educação de cada município. As metodologias de ensino utilizadas serão a expositiva-dialogada, que valoriza a interação e o diálogo com os alunos, o uso de recursos visuais, como imagens e vídeos, dinâmicas interativas que aproximam os conteúdos da realidade cotidiana. Serão utilizados como materiais didáticos apresentações digitais, cartilhas educativas e recursos audiovisuais.
MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:- Todos os espaços em que acontecerão as programações contam com infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e, caso necessário, será realizada a adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso para aqueles com mobilidade reduzida; - Reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida;MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:- Visita tátil antes do espetáculo, permitindo que as mesmas sintam os personagens e cenário para suas percepções individuais.Para pessoas com deficiência auditiva:- Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produções culturais em linguagem fonética.Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: - Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho (janelas antirruído) ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída);- Disponibilização de abafador de ruído/protetor auricular projetados para a redução do impacto de ruídos em pessoas com hipersensibilidade auditiva, como as pessoas autistas;- Acompanhamento pela rede de apoio das escolas participantes, como professores (as) e auxiliares, os quais já possuem relações e conhecimento sobre as crianças, sendo facilitadores no aspecto atitudinal.
As medidas de ampliação de acesso adotadas no projeto, conforme artigo 47 da IN 23/2025, atendem ao inciso II, considerando que o transporte dos estudantes das escolas públicas para os espaços culturais onde serão realizadas as apresentações teatrais e bate-papos acontecerão de forma totalmente gratuita, assim como todos os espaços a serem utilizados são acessíveis para aqueles com mobilidade reduzida e contarão com adaptações, caso necessário. Tendo em vista que o público alvo do projeto são estudantes do ensino fundamental II de escolas públicas dos municípios, o projeto atende ao inciso VI do artigo 47, que traz a realização de ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores. O inciso V também é atendido no projeto pois, além da apresentação teatral oferecida de forma totalmente gratuita, os estudantes desfrutarão de palestras de educação ambiental em um primeiro momento, gratuitamente, dentro dos espaços escolares.
BRUNO ANDRADE - PROPONENTE E ATORMúsico, ator e produtor culturalGraduado em Letras pela UNESC – Universidade do Extremo Sul Catarinense. Integrante e co-fundador do Grupo Cirandela, onde atua desde 2009 como ator, músico, produtor musical e produtor cultural. Com o Grupo Cirandela lançou os trabalhos musicais EP “Cata-rima” (2014), EP “Universo Diverso - Poemas Musicados” (2021) e o show musical autoral “Pequenas Canções Para Tempos Isolados” (2020). Participa do elenco, compôs e produziu a trilha sonora original das peças teatrais “Lá Vem Poesia” (2011), “Arroz e Feijão em: Colapso no Sistema” do Grupo de Teatro Revirado (2015), “Para Contar Estrelas” (2016), “Girândola” (2019) e "Um Pé de Quê?" (2023). Em 2021 compôs e produziu a Trilha Sonora Original da série de animação para primeira infância “Cine.EMA” e em 2022 compôs e produziu a trilha sonora original do espetáculo “PLÉC e a Criação do Mundo”, ambos do Eranos Círculo de Arte. Ainda em 2022 compôs e produziu a Trilha Sonora Original do espetáculo teatral “Criançar”, do Grupo de Teatro Reminiscências. Em 2024 compôs e produziu a Trilha Sonora Original do espetáculo “Cordel Carrossel”, da Cia Cobaia Cênica. Recebeu o Prêmio de Melhor Trilha Sonora no 47º FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa/PR (2019) e no XIII Festival Nacional de Teatro de Limeira/SP (2017) com o espetáculo “Para Contar Estrelas”. PRISCILA SCHAUCOSKI - ATRIZMusicista, atriz e produtora culturalGraduada em Artes Visuais pela UNESC – Universidade do Extremo Sul Catarinense (2008). Integrante e co-fundadora do Grupo Cirandela, onde atua desde 2009 como atriz, musicista, produtora musical e cultural. Com o Grupo Cirandela lançou os trabalhos musicais EP “Cata-rima” (2014), EP “Universo Diverso - Poemas Musicados” (2021) e o show musical autoral “Pequenas Canções Para Tempos Isolados” (2020). Participa do elenco, compôs e produziu a trilha sonora original das peças teatrais “Lá Vem Poesia” (2011), “Arroz e Feijão em: Colapso no Sistema” do Grupo de Teatro Revirado (2015), “Para Contar Estrelas” (2016), “Girândola” (2019) e "Um Pé de Quê?" (2023). Em 2021 compôs e produziu a Trilha Sonora Original da série de animação para primeira infância “Cine.EMA” e em 2022 compôs e produziu a trilha sonora original do espetáculo “PLÉC e a Criação do Mundo”, ambos do Eranos Círculo de Arte. Ainda em 2022 compôs e produziu a Trilha Sonora Original do espetáculo teatral “Criançar”, do Grupo de Teatro Reminiscências. Em 2024 compôs e produziu a Trilha Sonora Original do espetáculo “Cordel Carrossel”, da Cia Cobaia Cênica. Recebeu o Prêmio de Melhor Trilha Sonora no 47º FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa/PR (2019) e no XIII Festival Nacional de Teatro de Limeira/SP (2017) com o espetáculo “Para Contar Estrelas”. CLARISSA FACHIN - CAPTADORA E COORDENADORA GERALContadora e Produtora Cultural. Técnica em Administração pela Escola Técnica SATC (2016), Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade do Extremo Sul Catarinense UNESC (2021) e Técnica em Produção Cultural pelo Instituto do Teatro Brasileiro ITB (2023).Desde 2017 atuou na contabilidade interna e área de auditoria independente de grandes indústrias catarinenses e multinacionais, tais como PwC Brasil e Intelbras S.A.Em 2018 iniciou trabalhos com o Grupo Cirandela, assumindo o cargo de técnica de som do espetáculo “Para Contar Estrelas”, permanecendo até 2020 na função.A partir do início de 2022, vem atuando como Produtora Cultural do Grupo Cirandela.LARA FACHIN - PRODUÇÃO EXECUTIVA E OPERAÇÃO TÉCNICAAtua na área das Artes Visuais e Audiovisual, trabalhando como professora de artes, designer gráfica e editora de vídeos.Mestranda em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na linha de pesquisa Arte, Linguagem e Currículo.Graduada em Artes Visuais Licenciatura pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (2024).Técnica em Comunicação Visual EDUTEC - SATC (2020).Experiência profissional: Atua desde 2019 com o Grupo Cirandela, desenvolvendo pesquisa e trabalhos dentro da área das Artes Visuais e Audiovisual, com foco em projetos de Designer Gráfico e Edição de Vídeos. Desde 2020 vem pesquisando e desenvolvendo projetos na área de animação gráficaCom o Grupo Cirandela, participou de trabalhos audiovisuais, como o projeto "Sorridente", curta de animação para crianças sobre a temática saúde e higiene bucal.Trabalha como editora de video da série de animações para crianças "Canal SuperXoke" do Grupo Cirandela, a qual teve sua primeira temporada produzida em 2020 e seu segunda temporada produzida em 2021.Participou da produção do curta-metragem "Intimidades", da cineasta Beatriz Kestering, na etapa de edição, montagem e finalização (2024).Atuou como Produtora Executiva no projeto "Mostra de Repertório - 15 Anos Grupo Cirandela" em 2025.Participou do projeto "CineXoke - 2ª Edição: Exibição de Série de Animação" como Coordenadora de Comunicação.Informações adicionais: Trabalhou como editora de vídeo da série de animação para crianças "Canal SuperXoke", a qual foi selecionada para a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2021.JULIANA KULKAMP - OPERAÇÃO TÉCNICABacharela pelo curso de Teatro da UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense. Trabalha desde 2022 com o Grupo Cirandela, atuando como técnica de som e luz nos espetáculos "Para Contar Estrelas" , "Lá Vem Poesia!" , "Um Pé de Quê?" , “Pequenas Canções Para Tempos Isolados” , “Universo Diverso” e “CineXoke” . Como atriz participou da montagem e atuou nos espetáculos "Dorotéia" (2022) de Nelson Rodrigues, "Rose" (2022) de Cecília Ripoll, “Queda Livre” (2023) onde também assina a dramaturgia da adaptação do texto da Verônica Gentilin da Cia. Mungunzá, “Território Banal ou Uma Pequena Lição de Amor” (Marici Salomão) e “Parece Que Vim Por El Camino” (2024) dramaturgia autoral construída a partir dos estudos e processos de sala. Autora da dramaturgia “Entre Um e Outro” que participou da Chamada Pública Rosa dos Ventos - Reencontro do Teatro Catarinense em 2024, autora da dramaturgia “Não devemos nos mudar tão cedo com nossos amores porque um deles pode vir a ser uma vampira nas horas vagas” que foi selecionado como texto destaque no 20º JOTE TiTac em 2025. PAULO RENATO CADALLÓRA LEITES - EDUCADOR AMBIENTAL (INSTITUTO ALOUATTA)Graduado em Publicidade e Pós Graduado em Gestão Estratégica.Atua na área ambiental desde 1984. Em 2005 idealizou o Instituto Alouatta, do qual faz parte até hoje.LUAN MARQUES JOAQUIM - DRAMATURGOLuan Marques Joaquim trabalha profissionalmente com o teatro desde 2010. Foi ator nas peças “Amor por Anexins”, “Arroz e Feijão em: Colapso no Sistema”, “Revirando a Padaria” e “O Sonho de Natanael” do Grupo de Teatro Revirado. Trabalhou, também, como técnico, sonoplasta e iluminador em diversos trabalhos do grupo. Presta consultoria e mentora a escrita de projetos culturais desde a adolescência, estando sempre próximo ao ofício da família Revirada. Já foi coordenador geral do Festival Nacional de Teatro Revirado.Em 2015 inicia seus trabalhos com literatura. É premiado na categoria letras pelo Edital Elisabete Anderle de estímulo à cultura com o projeto “Inundar o Ato: a Construção de uma Dramaturgia e seu Laboratório Prático”. No mesmo ano escreve a dramaturgia de “Arroz e Feijão em: Colapso no Sistema” com a parceria Adriano Medeiros Marcírio e no ano seguinte a dramaturgia de “Para Contar Estrelas” do Grupo de Teatro Cirandela. Desde então foi dramaturgo em diversas peças e laboratórios de dramaturgia. Luan também lançou diversos zines de poesia, crônicas e ensaios literários. Seus últimos trabalhos foram o lançamento do livro de poesia “Trilogia Pé do Morro” e a dramaturgia da peça “Um Pé de Quê?” do Grupo de Teatro Cirandela. Atualmente Luan presta consultoria e mentora projetos da área da música, do teatro e da literatura e caminha para formalizar seu método de escrita dramatúrgica.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.