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O Grand Prix Ana Botafogo Edição 2026 consiste na realização da terceira edição de um festival de dança de caráter artístico, formativo e institucional, a ser realizado no município de Macaé/RJ, ao longo de 4 (quatro) dias consecutivos, entre 4 e 7 de junho de 2026. O projeto contempla uma programação integrada composta por: (i) apresentações de dança em mostras competitivas e não competitivas, organizadas por modalidades e faixas etárias; (ii) ações formativas gratuitas, como palestras, rodas de conversa e encontros educativos; e (iii) atividades institucionais de difusão cultural, acessibilidade e integração com a comunidade local.
Programação artística de dança (competitiva e não competitiva); Ações formativas gratuitas (mínimo de 3); Encontro artístico-institucional com Ana Botafogo. Classificação livre e fruição integralmente gratuita.
Objetivo Geral: Realizar a terceira edição do Grand Prix de Dança, promovendo a difusão da dança, a formação cultural, a inclusão e a democratização do acesso, por meio de programação gratuita e processo competitivo estruturado.Objetivos Específicos: • Realizar 4 dias consecutivos de programação artística de dança;• Promover a participação de aproximadamente 500 bailarinos/participantes;• Executar no mínimo 3 ações formativas gratuitas;• Garantir acesso gratuito do público;• Assegurar condições de equidade e acessibilidade;• Estimular a profissionalização da cadeia produtiva da dança.
O projeto consolida-se como ação continuada de difusão e formação em dança, com impacto cultural comprovado em edições anteriores, alinhado à IN MinC nº 29/2026, promovendo descentralização cultural, equidade, acessibilidade e ampla fruição cultural gratuita.
Público-alvo • Bailarinos, coreógrafos e companhias de dança; • Professores e estudantes de dança; • Público em geral interessado em artes cênicas.Público Estimado • Participantes diretos: aproximadamente 500 bailarinos • Companhias participantes: aproximadamente 255 • Público espectador total estimado: entre 5.000 e 7.000 pessoas
Apresentações organizadas em blocos por modalidade e faixa etária, com tempo máximo por coreografia definido em regulamento. Comissão julgadora composta por profissionais reconhecidos. Registro fotográfico e audiovisual das atividades.
O projeto assegura acessibilidade arquitetônica, comunicacional e artística, incluindo a participação de artistas com deficiência no caráter competitivo, com adaptações razoáveis previstas em regulamento e critérios de avaliação contextualizados.Haverá intérprete de Libras e audiodescrição em atividades selecionadas, monitor de apoio para pessoas com deficiência intelectual e canal específico para solicitações de acessibilidade.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOA democratização do acesso ao projeto será garantida por mecanismos operacionais e comunicacionais, assegurando ampla fruição cultural e participação social. Todas as atividades abertas ao público — incluindo apresentações artísticas, cerimônias, palestras, rodas de conversa e encontros educativos — terão acesso gratuito.A divulgação da programação será realizada de forma ampla e territorializada, por meio de plataformas digitais do festival, redes sociais, parceiros institucionais, escolas e companhias de dança, além da rede Âmbar+Ana Botafogo, garantindo alcance a diferentes públicos e regiões.A participação das companhias e bailarinos ocorrerá mediante edital/regulamento público, com regras transparentes, critérios técnicos objetivos, categorias organizadas por modalidade e faixa etária e orientações claras sobre inscrição, seleção, apresentação e avaliação.CONTRAPARTIDA SOCIALComo contrapartida social, o projeto realizará ações formativas gratuitas, integradas à programação oficial do festival. Estão previstas, no mínimo, 3 (três) ações formativas, com duração média de 1h30, beneficiando entre 100 e 150 participantes por atividade, totalizando entre 300 e 450 beneficiários diretos.As ações abordarão temas como acessibilidade e inclusão na dança, profissionalização e empreendedorismo na carreira do bailarino, e trajetórias artísticas e mercado da dança. O acesso será gratuito, mediante ordem de chegada ou inscrição prévia gratuita, quando necessário.
A instituição proponente, Mais Que Dança, desempenhará um papel fundamental em várias atividades ao longo do projeto, assumindo principalmente a coordenação geral. Além disso, os principais participantes do projeto incluem: Juliano Fonseca: Co-fundador da Mais Que Dança e diretor artístico do evento. Juliano é um dançarino profissional com vasta experiência em produção de espetáculos de dança. Ele trará sua expertise em coreografia e direção artística para garantir a qualidade das apresentações. Érica Mendes: Co-fundadora da Mais Que Dança e coordenadora geral do evento. Érica é uma renomada professora de dança e gestora cultural, com ampla experiência em produção de eventos culturais. Ela será responsável pela coordenação geral do projeto e pela garantia do seu sucesso. Ana Botafogo: Co-fundadora do evento e uma das maiores referências do ballet clássico no Brasil.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 13/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.