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PRONAC 260902Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DANÇA GAÚCHA- INCLUSÃO E TRADIÇÃO

PASCOAL HENRIQUE PIZZATTO FIORAVANTI 01126347027
Solicitado
R$ 174,3 mil
Aprovado
R$ 174,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SC
Município
Capinzal
Início
2026-08-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (2)
Capinzal Santa CatarinaÁgua Doce Santa Catarina

Resumo

O projeto Dança Gaúcha- Inclusão e Tradição, realizará oficinas de danças tradicionais e de salão em duas cidades catarinenses, promovendo a valorização da cultura gaúcha e a democratização do acesso à dança. Serão ofertadas oficinas de danças tradiconais adaptadas para alunos da APAE, como pezinho, balaio, maçanico e chote carreirinha, respeitando suas limitações e potencialidades, bem como danças de salão. Paralelamente, serão realizadas oficinas de danças de salão para a comunidade, com ritmos como bugio, valsa, milonga, chamamé, Vanerão, dentre outros. Ao final, ocorrerá uma Mostra de Danças aberta ao público, apresentando os resultados obtidos com os participantes da APAE e fortalecendo a inclusão cultural.

Sinopse

O projeto “Dança Gaúcha – Inclusão e Tradição” visa promover a valorização e difusão da cultura gaúcha por meio da realização de oficinas de danças tradicionais e de salão em duas cidades catarinenses. Serão ofertadas oficinas adaptadas para alunos de todas as idades atendidos pela APAE, com danças tradicionais como pezinho, querumana e caranguejo, respeitando as especificidades e potencialidades de cada participante. Paralelamente, serão realizadas oficinas gratuitas de danças de salão abertas à comunidade, incluindo ritmos como bugio, valsa e chote, fortalecendo a integração social e comunitária. Ao final do projeto, será realizada uma Mostra Final de Danças aberta ao público, apresentando os resultados das oficinas desenvolvidas com os alunos da APAE e promovendo inclusão cultural, acessibilidade e democratização do acesso à arte e à cultura.

Objetivos

OBJETIVO GERALPromover a difusão da cultura gaúcha e a democratização do acesso às danças tradicionais e de salão por meio de oficinas inclusivas voltadas aos alunos da APAE e à comunidade em geral, em duas cidades catarinenses, culminando em uma Mostra Cultural aberta ao público. OBJETIVOS ESPECÍFICOSa) Realizar oficinas de danças tradicionais gaúchas adaptadas para alunos da APAE, e danças de salão, garantindo acessibilidade, inclusão e participação ativa de pessoas de todas as idades, durante 12 meses, uma vez por semana, durante 02h00;b) Desenvolver duas oficinas de danças gaúchas de salão com ritmos como bugio, valsa e chote, para a comunidade em geral, de dois municípios, com duração de três meses cada oficina, que terá aulas semanais com duração de 02h00 ampliando o acesso às manifestações culturais e incentivando a convivência comunitária. c) Realizar uma Mostra de Danças das oficinas das APAES, em cada município, aberta à comunidade, apresentando os resultados das oficinas e promovendo a integração entre APAE, familiares e público em geral.

Justificativa

O projeto Dança Gaúcha- Inclusão e Tradição, propõe a realização de oficinas culturais voltadas ao ensino e à difusão das danças tradicionais gaúchas e danças de salão, promovendo ações formativas e inclusivas destinadas a alunos de todas as idades atendidos pela APAE, bem como à comunidade em geral, em duas cidades catarinenses. A proposta busca fortalecer a identidade cultural regional, estimular o pertencimento e salvaguardar manifestações tradicionais, valorizando expressões artísticas que fazem parte do patrimônio cultural do Sul do Brasil.A execução do projeto apresenta relevante impacto social, cultural e educativo, especialmente por contemplar a inclusão de pessoas com deficiência e necessidades específicas, garantindo-lhes o direito ao acesso à cultura e à participação em atividades artísticas. A dança, além de ser manifestação cultural, constitui ferramenta essencial para o desenvolvimento motor, cognitivo e emocional, fortalecendo a autoestima, a socialização e os vínculos comunitários.Entretanto, para que tais ações sejam viabilizadas com qualidade técnica, acessibilidade e estrutura adequada, torna-se indispensável a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet). As oficinas demandam profissionais qualificados, infraestrutura apropriada, deslocamentos entre municípios, além de custos de produção relacionados à realização de uma Mostra Cultural ao final do projeto. Ressalta-se que as APAEs e as comunidades atendidas possuem limitações orçamentárias, não sendo possível absorver integralmente os custos necessários para a execução plena e gratuita das atividades.Dessa forma, o incentivo cultural torna-se essencial para assegurar a democratização do acesso e a continuidade das ações, permitindo que pessoas em situação de vulnerabilidade social e pessoas com deficiência possam participar de forma gratuita, digna e inclusiva.No que se refere ao enquadramento legal, o projeto se adequa aos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por contribuir para:Inciso I _ a facilitação do acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao ofertar oficinas gratuitas e abertas à comunidade;Inciso II _ a promoção e estímulo à regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando as danças tradicionais gaúchas e sua permanência em Santa Catarina;Inciso III _ o apoio, valorização e difusão do conjunto das manifestações culturais, ao promover danças tradicionais e de salão como expressão cultural imaterial;Inciso IV _ a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, fortalecendo a identidade regional e o tradicionalismo.Além disso, o projeto atende diretamente aos objetivos previstos no Art. 3º da referida Lei, alcançando especialmente:Inciso I _ contribuir para facilitar o acesso à cultura, promovendo atividades formativas e apresentações abertas ao público;Inciso II _ promover e estimular a regionalização da cultura e da produção artística brasileira, com oficinas em dois municípios catarinenses;Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais, por meio do ensino e prática das danças tradicionais gaúchas;Inciso IV _ proteger e valorizar a diversidade cultural brasileira, com ações inclusivas voltadas ao público da APAE;Inciso V _ estimular a expansão e preservação do patrimônio cultural, especialmente o patrimônio imaterial relacionado às danças tradicionais.Ao final do projeto, a realização de uma Mostra de Danças permitirá a socialização dos resultados, fortalecendo a integração entre APAE, famílias e comunidade, ampliando o alcance das ações e garantindo maior visibilidade à cultura gaúcha enquanto manifestação artística, educativa e social.Assim, o projeto justifica-se como uma ação cultural de grande relevância pública, com potencial de impacto direto na formação cultural dos participantes e na valorização das tradições regionais, sendo plenamente adequado para execução por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, assegurando viabilidade financeira, inclusão social e democratização do acesso às artes e à cultura.

Especificação técnica

Projeto: Dança Gaúcha – Inclusão e Tradição1. Concepção Pedagógica:O projeto “Dança Gaúcha – Inclusão e Tradição” fundamenta-se na dança como instrumento de educação cultural, inclusão social e desenvolvimento humano. As oficinas serão desenvolvidas de forma participativa, respeitando a diversidade de idades e habilidades, garantindo que os alunos das APAEs e os participantes da comunidade tenham acesso à vivência artística e cultural por meio das danças tradicionais gaúchas e danças de salão.A proposta pedagógica busca integrar cultura, movimento e convivência comunitária, valorizando as tradições regionais e promovendo o fortalecimento da identidade cultural. Além disso, considera a dança como prática que contribui para o desenvolvimento motor, cognitivo, emocional e social, especialmente para pessoas com deficiência. 2. Metodologia de EnsinoAs oficinas serão conduzidas por profissional qualificado, com metodologia baseada em:a) Aprendizagem prática e vivencial, por meio da repetição orientada e demonstração dos passos;b) Progressão gradual de movimentos, iniciando por exercícios simples e avançando conforme evolução do grupo;c) Adaptação pedagógica, com adequação dos passos e ritmos para alunos com limitações físicas, cognitivas e motoras;d) Trabalho em pares e em grupo, estimulando cooperação, socialização e integração;e) Uso de músicas tradicionais gaúchas, reforçando o aspecto cultural e tradicionalista das atividades;f) Dinâmicas de aquecimento e alongamento, priorizando segurança e bem-estar;g) Ensaios orientados, preparando os alunos das APAEs para a apresentação final. 3. Conteúdos ProgramáticosAs oficinas contemplarão conteúdos culturais e técnicos relacionados às danças propostas, incluindo:Danças Tradicionais Gaúchas: Pezinho, Queromana e CaranguejoDanças de Salão: Valsa, chote e outros.Além dos passos básicos, serão trabalhados elementos como:a) postura corporal;b) ritmo e musicalidade;c) deslocamento e coordenação;d) interação em pares;e) noções de espaço cênico e apresentação pública. 4. Estratégias de Inclusão e Acessibilidade (APAE)Para as oficinas destinadas aos alunos das APAEs, serão adotadas estratégias pedagógicas inclusivas, tais como:a) adaptação dos passos conforme capacidade individual;b) simplificação de sequências coreográficas;c) repetição de movimentos para fixação;d) estímulo ao ritmo por meio de marcação sonora e corporal;e) acompanhamento individualizado quando necessário;f) valorização da participação e evolução de cada aluno;g) atividades lúdicas e motivacionais para favorecer aprendizagem.A proposta prioriza a inclusão plena e o fortalecimento da autoestima dos alunos, garantindo que todos possam vivenciar a dança como expressão cultural e artística. 5. Desenvolvimento das Oficinas5.1 Oficinas nas APAEs (Capinzal/SC e Água Doce/SC)As oficinas serão realizadas uma vez por semana, com duração de 01h30, ao longo de 10 meses, envolvendo alunos de todas as idades atendidos pelas APAEs. As aulas seguirão planejamento contínuo, visando evolução progressiva e preparação para a Mostra Cultural.5.2 Oficinas para Comunidade (Capinzal/SC e Água Doce/SC)Serão ofertadas oficinas abertas gratuitamente à comunidade, com duração de 03 meses em cada município, realizadas uma vez por semana, com encontros de 02h00. As aulas serão organizadas para atender iniciantes e participantes com diferentes níveis de experiência, estimulando a integração social e cultural. 6. Avaliação e AcompanhamentoA avaliação do processo pedagógico será realizada de forma contínua e qualitativa, considerando:a) participação e assiduidade dos alunos;b) desenvolvimento motor e rítmico;c) evolução na execução dos passos e movimentos;d) socialização e integração entre participantes;e) envolvimento com a cultura tradicional gaúcha.A equipe realizará acompanhamento periódico do desempenho dos participantes, ajustando estratégias pedagógicas conforme necessidades do grupo. 7. Mostra CulturalAo final do projeto será realizada uma Mostra Cultural, com apresentações dos alunos das APAEs de Capinzal e Água Doce, aberta aos familiares, amigos e comunidade em geral. A apresentação terá duração de 04 horas, em um único dia, sendo um momento de valorização cultural, socialização dos resultados e fortalecimento da inclusão.A Mostra será também uma oportunidade de reconhecimento público do esforço dos participantes e de ampliação do acesso cultural à comunidade.

Acessibilidade

O projeto “Dança Gaúcha – Inclusão e Tradição” assegurará condições adequadas de acessibilidade e participação cultural, garantindo que todas as atividades sejam desenvolvidas de forma inclusiva, especialmente para os alunos atendidos pela APAE, bem como para a comunidade em geral.As oficinas de danças tradicionais e de salão destinadas aos alunos da APAE serão realizadas com metodologia adaptada, respeitando as limitações e potencialidades individuais de cada participante, com acompanhamento contínuo, ritmo adequado, repetição orientada de movimentos e estratégias pedagógicas inclusivas, proporcionando segurança, autonomia, estímulo motor, cognitivo e socialização.O projeto contemplará também acessibilidade física, priorizando locais com acesso facilitado, espaços amplos para circulação, rampas, ausência de barreiras arquitetônicas e banheiros adaptados, garantindo mobilidade e conforto aos participantes com deficiência e/ou mobilidade reduzida.Além disso, serão adotadas ações de acessibilidade comunicacional e atitudinal, com linguagem clara e objetiva, atendimento humanizado e incentivo à integração entre alunos da APAE e demais participantes, fortalecendo a inclusão social e cultural.As oficinas de danças de salão abertas à comunidade serão ofertadas de forma gratuita e acessível, possibilitando a participação de pessoas de diferentes idades e perfis sociais, ampliando a democratização do acesso às atividades culturais e promovendo integração comunitária por meio da dança.Quanto à divulgação do projeto e da Mostra Final, serão utilizados materiais acessíveis, com informações objetivas, linguagem simples, letras em tamanho adequado e ampla divulgação em redes sociais, garantindo que o público tenha acesso facilitado às informações sobre inscrições, locais e datas das atividades.A Mostra Final de Danças, resultante das oficinas com alunos da APAE, será aberta ao público e realizada em espaço acessível, garantindo condições adequadas de participação e fruição cultural para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e demais membros da comunidade, reforçando o compromisso do projeto com a inclusão e a democratização do acesso à cultura.

Democratização do acesso

O projeto Dança Gaúcha – Inclusão e Tradição promoverá a democratização do acesso à cultura por meio da oferta de oficinas gratuitas de danças tradicionais e de salão, garantindo a participação de diferentes públicos, com destaque para os alunos atendidos pela APAE, pessoas com deficiência, familiares e comunidade em geral.As atividades serão realizadas em duas cidades catarinenses, ampliando o alcance territorial do projeto e possibilitando que públicos de diferentes realidades sociais tenham acesso às ações culturais. As oficinas serão desenvolvidas em espaços acessíveis e com metodologia adaptada, assegurando condições de participação efetiva e inclusiva para pessoas com limitações físicas, intelectuais e/ou múltiplas.Além disso, o projeto ofertará oficinas de danças de salão abertas à comunidade, incentivando a participação de jovens, adultos e idosos, fortalecendo o convívio social, a integração comunitária e o acesso às manifestações culturais regionais.A culminância do projeto ocorrerá com a realização de uma Mostra Final de Danças dos alunos da APAE, aberta ao público, com acesso gratuito, permitindo que toda a comunidade possa prestigiar e vivenciar os resultados das oficinas realizadas, promovendo visibilidade à cultura gaúcha e fortalecendo a inclusão cultural e social dos alunos da APAE.A divulgação será realizada em escolas, entidades sociais, redes sociais e meios comunitários, com linguagem acessível, garantindo ampla informação ao público e facilitando o acesso às inscrições e participação nas atividades.

Ficha técnica

PASCOAL HENRIQUE PIZZATO FIORAVANTI- Função no Projeto: Instrutor de DançasAtua como Instrutor de Danças Tradicionais e Danças Gaúchas de Salão, além de exercer atividades como coreógrafo, compositor de músicas e poesias gaúchas, com trajetória consolidada de 24 anos de experiência na área cultural e tradicionalista.Iniciou sua carreira como instrutor e coreógrafo em 2003, atuando nas invernadas mirim, juvenil e adulta do CTG Sentinelas da Cascata, no município de Roque Gonzales/RS. Entre 2006 e 2008, integrou como dançarino a invernada adulta do CTG 20 de Setembro, de Santo Ângelo/RS. Em 2009 e 2010, passou a desenvolver apresentações artísticas com declamações e payadas (versos de improviso), ampliando sua atuação cultural.Em 2011, fundou o GDF (Grupo de Danças Folclóricas) Raízes do Sul, no município de Luzerna/SC, onde atua até hoje como instrutor e responsável pelas atividades de dança tradicional. Desde 2012, passou a ministrar oficinas e cursos de danças gaúchas de salão em diversas cidades do Meio-Oeste catarinense, incluindo também cursos realizados no Rio Grande do Sul.Entre 2015 e 2025, foi coreógrafo responsável pelos grupos de dança do GDF Raízes do Sul nas edições do I ao IX Baile à Moda Antiga, em Luzerna/SC. Desde 2018, desenvolve trabalhos voltados à inclusão, atuando com instrução de danças para crianças com necessidades especiais, incluindo alunos com Síndrome de Down em diferentes níveis, dentro do grupo folclórico.Em 2020 e 2021, foi contemplado com três projetos culturais aprovados no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, realizando oficinas de danças tradicionais gaúchas, danças de salão e poemas gaúchos, atendendo alunos das APAEs de Capinzal e Água Doce, bem como estudantes da rede pública municipal do interior de Capinzal.Desde outubro de 2024, passou a ministrar oficinas de danças gaúchas de salão para o público idoso do município de Água Doce/SC e, em 2025, ampliou sua atuação para crianças atendidas pelo CRAS da mesma cidade, fortalecendo seu compromisso com ações culturais de inclusão e democratização do acesso à dança. INSTITUTO HUMANIZA- Função no Projeto Coordenação TecnicaO Instituto Humaniza nasceu em 2011 com a MISSÃO de humanizar em defesa de um mundo melhor para todos através de projetos, programas e treinamentos, utilizando recursos de leis de incentivos fiscais, editais e doações. Ao longo de sua atuação a instituição desenvolveu diversos projetos sociais, culturais, esportivos, educacionais, ambientais, etc. Através da Lei de Incentivo à Cultura citam-se alguns projetos do Instituto Humaniza: Gera Ação: A Energia da Arte, Sabe o Lixo? Virou Arte!, Lapidando Talentos, Inspirando Talentos, Rodeio Artístico Nacional de Abdon Batista e Celeiro da Poesia, Mais Cultura Mais Prevenção, Natal Mágico, FÉ CONCÓRDIA - Arte e Cultura aliadas com a Fé, Tertulhão Cultural, e Encontro de Gaiteiros, Músicos do Contestado, etc. Nesse sentido, a entidade atua na elaboração e execução de projetos culturais próprios, bem como no assessoramento técnico e artístico de proponentes junto a diferentes mecanismos de incentivos fiscais. MAGNA REGINA TESSARO- Função no Projeto: PalestrantePedagoga com especialização em Educação, Mestrado na área das Ciências Humanas pela UNOESC, MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV, Técnica em Contabilidade pelo CNEC, Psicanálise Clínica (teórica). Palestrante nas áreas de Cultura, Educação, Comunicação, Autoconhecimento há mais de 15 anos. Atua na formação de professores e agentes culturais há mais de 20 anos; é Empreendedora individual e empreendedora social. É Produtora Cultural desde 2004. Premiada no Projeto Trajetórias Culturais da Secretaria de Estado da Cultura em 2021. Professora Universitária da UNOESC, FAE e IDEAU (graduação e pós graduação) por mais de 12 anos em diversos cursos na área das Ciências Humanas. Idealizadora de diversos projetos: “Lapidando Talentos”, “Sabe o lixo? Virou Arte”, Sê Mente, “ODS 11: Começando pela Cultura”, “Semana Mais Cultura mais Prevenção”, Geração a Energia da Arte, A cultura da sustentabilidade II, Natal Mágico, entre outros, onde atuou como coordenadora e palestrante em diversas palestras de formação cultural. Autora de 8 livros.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 13/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.