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O Concreto e o Imaginado é uma obra audiovisual documental média metragem, com cerca de 40 minutos, de caráter educativo, que compara, por meio de imagens observacionais, entrevistas pontuais e registros aéreos, os diferentes modelos de urbanização de São Paulo e Maringá. O filme investiga como diferentes formas de planejamento urbano impactam o cotidiano das pessoas e a qualidade de vida nas cidades. A proposta inclui ações de acessibilidade e um evento de lançamento com debate público em Maringá.
“O Concreto e o Imaginado” é um média-metragem documental que investiga como diferentes modelos de urbanização moldam a experiência cotidiana das pessoas nas cidades. A obra contrapõe o crescimento desordenado de São Paulo às características planejadas de Maringá, que é frequentemente destacada em rankings nacionais de gestão pública e qualidade de vida urbana, em razão de seu planejamento urbano, infraestrutura, áreas verdes e organização dos serviços públicos. Iremos agregar registros aéreos e entrevistas pontuais para refletir sobre bem-estar urbano, mobilidade e qualidade de vida.O projeto inclui a realização de um evento de lançamento em Maringá, com exibição gratuita do filme e debate com a equipe para apresentar o processo de criação da obra e discute seus temas centrais. A classificação indicativa prevista é livre.
Objetivo Geral Realizar um média-metragem documental educativo que estimule a reflexão sobre modelos de urbanização no Brasil, evidenciando como diferentes formas de planejamento urbano impactam o bem-estar coletivo e a qualidade de vida nas cidades.Objetivos específicos • Produzir um filme média-metragem documental de aproximadamente 40 minutos comparando as dinâmicas urbanas de São Paulo e Maringá. • Registrar imagens observacionais, entrevistas pontuais e imagens aéreas das duas cidades. • Após o ciclo de festivais, disponibilizar o filme gratuitamente em plataforma digital de acesso público. • Realizar um evento de lançamento em Maringá, com exibição e palestra aberta ao público. • Garantir recursos de acessibilidade: legenda descritiva, audiodescrição e interpretação em Libras.• Garantir recursos de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal no evento de contrapartida social.
"O Concreto e o Imaginado" aborda temas diretamente relacionados ao interesse público, à educação cidadã e ao debate sobre qualidade de vida urbana, alinhando-se ao Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente nos incisos que tratam da produção de obras cinematográficas de caráter educativo e da difusão de bens culturais. O projeto também contribui para os objetivos do Art. 3º, ao promover a formação cultural (filme de caráter educativo), estimular a reflexão crítica sobre o espaço urbano e ampliar o acesso da população a conteúdos audiovisuais que tratam de temas relevantes para o desenvolvimento social.A escolha pela Lei de Incentivo é necessária porque a temática, de natureza educativa, não possui viabilidade comercial nem modelos tradicionais de retorno financeiro, exigindo apoio público para ser realizada com qualidade técnica e para garantir ampla oferta gratuita ao público. O mecanismo permite que o filme mantenha sua função social, assegure recursos de acessibilidade, realize ação de contrapartida social em Maringá e alcance escolas, equipamentos culturais e comunidades que dificilmente teriam acesso a produções audiovisuais desse tipo sem o apoio da política pública de fomento.
O projeto prevê abordagem estética e narrativa alinhada à tradição do documentário brasileiro, priorizando observação direta, montagem reflexiva e valorização do cotidiano urbano como elemento poético. A escolha por comparar São Paulo e Maringá amplia o potencial educativo da obra, permitindo discutir modelos de urbanização e seus impactos sobre mobilidade, bem-estar e convivência social.A circulação em festivais, prevista antes da disponibilização online, busca ampliar o alcance cultural do média-metragem e fortalecer sua visibilidade nacional. A realização do evento formativo em Maringá, cidade retratada no filme, reforça o compromisso com o território e oferece retorno direto à comunidade envolvida.O projeto também adota um conjunto robusto de medidas de acessibilidade, assegurando participação inclusiva de diversos públicos. A natureza educativa da obra, sua distribuição gratuita e seu foco em temas de interesse coletivo justificam plenamente o enquadramento no Art. 18 e sua relevância para políticas de fomento cultural.
Média-metragem documental • Formato: média-metragem documental. • Duração: aproximadamente 40 minutos. • Captação: câmera digital em resolução 4K, com uso de lentes cinematográficas e gravação de som direto. • Imagens aéreas: captação com drone autorizado, em 4K. • Estrutura narrativa: comparativa e contemplativa, articulando imagens observacionais, entrevistas pontuais e montagem poética. • Finalização: correção de cor, mixagem de som estéreo e masterização digital. • Acessibilidade: versão final com legenda descritiva, interpretação em Libras e audiodescrição. • Classificação indicativa: livre.Ação formativa (exibição e palestra) • Exibição do filme em equipamento cultural ou instituição de ensino de Maringá. • Ação formativa realizada após a sessão, com apresentação sobre o processo de criação e reflexão sobre planejamento urbano. • Duração aproximada do encontro: 60 a 90 minutos.Disponibilização online • Upload do média-metragem finalizado em plataforma digital gratuita (como YouTube) e de amplo acesso, após o ciclo de participação em festivais. • Arquivo em formato digital compatível com exibição online (H.264 ou superior).
O projeto assegura condições de acessibilidade física nos espaços onde ocorrerão as ações presenciais, incluindo circulação adequada para pessoas com mobilidade reduzida, rampas de acesso, banheiros adaptados e piso tátil, conforme as estruturas disponíveis no equipamento cultural de Maringá onde será realizada a exibição e palestra.No que se refere à acessibilidade de conteúdo, o média-metragem contará com legenda descritiva, interpretação em Libras e versão final com audiodescrição, garantindo que pessoas com deficiência auditiva ou visual tenham acesso integral ao filme. O conjunto das medidas reforça o compromisso do projeto com a inclusão e com o acesso democrático aos bens culturais.As ações de divulgação também contarão com acessibilidade comunicacional, com LIBRAS, audiodescrição e legenda descritiva.
O projeto prevê ampla democratização do acesso ao média-metragem, atendendo às diretrizes da IN 29/2026 e aos parâmetros do Art. 18, com oferta gratuita de seus produtos culturais e ações formativas. Após o ciclo de participação em festivais, o filme será disponibilizado integralmente em plataforma digital aberta, permitindo acesso irrestrito ao público de todo o país, inclusive estudantes, pesquisadores e interessados em urbanismo.Além da exibição online gratuita, o projeto realizará um evento de lançamento em Maringá, também de acesso livre, composto por exibição pública do filme. Essa atividade tem caráter educativo, promove reflexão sobre planejamento urbano e dialoga diretamente com a comunidade local, fortalecendo o papel social da obra.Todas as ações presenciais e digitais serão gratuitas, reforçando o compromisso do projeto com a ampliação de acesso, a formação cultural e a difusão de conteúdos audiovisuais de interesse público, em total conformidade com os objetivos previstos para projetos enquadrados no Art. 18.
Produção executiva - Rebeca Zootti Meira é produtora cultural, publicitária e geógrafa, com atuação desde 2020 no desenvolvimento e gestão de ações culturais em diferentes linguagens. Graduada em Geografia, tem experiência em projetos de curta, média e longa-metragem, podcasts e oficinas culturais voltadas à democratização do acesso à cultura. Assinou a direção e o roteiro do documentário Alerta Formol: Riscos nos Salões de Beleza (2025), contemplado pela Lei Paulo Gustavo. Atua ainda como produtora e coordenadora de marketing em iniciativas culturais aprovadas por leis de incentivo, com experiência em planejamento, comunicação estratégica e articulação institucional no setor cultural.Diretor de fotografia - Victor Buzzo é profissional do audiovisual com experiência desde 2012 em projetos de televisão, cinema e transmissões ao vivo. Graduado em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo (2015) e formado em Produção Audiovisual pelo Centro Audiovisual (CAV) de São Bernardo do Campo (2022). Atua como coordenador de produção em iniciativas culturais e educacionais, trazendo expertise na gestão de equipes, desenvolvimento de conteúdos multiculturais e realização de projetos voltados à democratização do acesso à cultura. Sua trajetória combina habilidades em criação, operação técnica e articulação de projetos com foco social. Compositor e coordenador de pós-produção - Luciano Mello é compositor, arranjador e sound designer, especializado na criação de trilhas sonoras originais para audiovisual e espetáculos. É formado em Composição de Trilhas Sonoras pela Universidade Anhembi Morumbi, em Educação Musical pela UNIMES (Universidade Metropolitana de Santos) e em Composição e Arranjo pela EMESP – Escola de Música do Estado de São Paulo. Sua atuação integra composição, sound design e mixagem, com destaque para os trabalhos La Base Brasil e Griots – Contos da África (podcasts), o longa-metragem Servílio, a produção internacional Luca – Seeing Red (Reino Unido) e a série musical Sukata – O Musical.Roteirista e diretor - Guilherme Escapacherri é produtor cultural com formação em Ciências Sociais, Cinema/TV e Áudio/Acústica, atuante desde 2018 em projetos de cinema, música, podcasts, artes visuais, oficinas e acessibilidade. Dirigiu os longas Servílio e Guerra de Cores, além de outras produções audiovisuais premiadas. É fundador da AVA (Audiovisual Acessível), empresa especializada em acessibilidade para o audiovisual, e tem ampla experiência na elaboração e execução de projetos contemplados por editais culturais. Entre seus trabalhos, destacam-se o podcast Griots – Contos da África, o álbum Solo Bem Acompanhado e o projeto gráfico Graff’Samba. Atualmente, dedica-se à produção de ações de cultura popular e ao lançamento de seu primeiro livro, Becos Etéreos (2025). Produtor audiovisual Diretora de produção/produtora executiva - Suzi Domingues é produtora audiovisual no Estúdio Flicts desde 2022. Graduada em Produção Audiovisual pela PUCMG, complementou sua formação no Instituto de Cinema e na AIC (Assistência de Direção e Direção de Atores). Participou de diversas oficinas de roteiro no MIS e na Oficina Cultural Oswald de Andrade, além de cursos no CPF SESC e no SESC, aprofundando-se em formatação e história do cinema. Atuou como produtora no programa La Base Brasil e, na Flicts, produz e dirige produtos institucionais, incluindo podcasts. Foi roteirista da série Constelação (suplente no PROAC 2021) e produtora da premiada série documental Byxa-preta-cabocla-de-quebrada (PROAC 2022). Seu roteiro Lucidez foi finalista do ROTA Festival 2018, e ela dirigiu o curta-metragem de mesmo nome, além de roteirizar o curta Eu sou a notícia que você viu na tevê.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 17/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.