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PRONAC 260923Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Alfabeto Azul

GLAZ VIDEO PRODUCOES AUDIOVISUAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,20 mi
Aprovado
R$ 1,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-05-04
Término
2026-12-16
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar o documentário Alfabeto Azul para que este possa contribuir e ampliar a cultura oceânica para a construção de uma sociedade mais consciente, participativa e preparada para enfrentar os desafios ambientais do presente e do futuro. O oceano regula o clima, gera empregos e alimentos, movimenta a economia e sustenta modos de vida. O documentário será de média metragem focado na disseminação da Cultura Oceânica no Brasil. O filme traduz conceitos complexos — como acidificação e biodiversidade — em uma narrativa visual acessível e poética. Alinhado à Década do Oceano da ONU, a obra busca reconectar o brasileiro com o mar, apresentando o oceano não apenas como um recurso, mas como um pilar de nossa identidade cultural e sobrevivência econômica.

Sinopse

O Brasil possui mais de 8.500 km de costa, mas o que realmente sabemos sobre o que existe abaixo da linha d'água? "Alfabeto Azul" é um mergulho documental que busca alfabetizar o olhar do brasileiro sobre o oceano. Das águas geladas do Sul aos recifes tropicais do Nordeste, o filme revela como a saúde do mar dita o ritmo da nossa economia, do nosso clima e da nossa própria sobrevivência. No contexto da Década do Oceano, o projeto transforma dados científicos em uma narrativa visual urgente e inspiradora.Título: O Projeto Alfabeto Azul Gênero: DocumentárioTexto da Sinopse: Muitas vezes vivemos de costas para o mar, enxergando o oceano apenas como cenário de lazer ou um horizonte infinito. Mas e se o oceano fosse uma linguagem que esquecemos como ler? "Alfabeto Azul" propõe uma jornada de redescoberta do território marinho brasileiro.O documentário estrutura sua narrativa através de "letras" fundamentais que compõem a vida oceânica: do A de Acidificação ao B de Biodiversidade; do C de Clima ao E de Economia Azul. Através de imagens subaquáticas de alta definição e depoimentos de cientistas, comunidades tradicionais e entusiastas do mar, o filme desmistifica temas técnicos, tornando-os palpáveis para o grande público.A obra percorre pontos estratégicos da costa brasileira, investigando como o aumento da temperatura das águas e a poluição por plásticos não são apenas problemas ecológicos, mas desafios sociais que afetam a segurança alimentar e a regulação do clima em todo o país. Mais do que um diagnóstico de crise, o filme apresenta soluções e celebra a riqueza cultural de um Brasil que pulsa no ritmo das marés. "Alfabeto Azul" é o registro documental do nosso compromisso com a Década da Ciência Oceânica, convocando o espectador a aprender, finalmente, a ler e proteger o nosso maior patrimônio azul.

Objetivos

Objetivo Geral: Produzir um filme documental (média metragem) alta qualidade técnica e estética sobre a influência do oceano na vida dos brasileiro, com forte carácter educativo e cultural com o objetvo de a ampliar o conhecimento e a sensibilização do público sobre o oceano. E aco mesmo tempo o fortalecer a cultura oceânica no Brasil, através da criação de um conteúdo audiovisual com potencial de uso continuado em escolas, universidades, eventos e espaços científicos e culturais.Específicos: - Entrevistar especialistas, oceanógrafos e representantes de comunidades costeiras.- Registrar imagens subaquáticas e aéreas da costa brasileira.- Disponibilizar o conteúdo em plataformas de streaming e canais educativos.- Como desdobramentos, o projeto gerará: exibições gratuitas acompanhadas de debates; versões reduzidas ou seriadas para uso educacional; materiais complementares para professores; circulação em festivais e eventos nacionais e internacionais; difusão em plataformas digitais institucionais.- O projeto apresentará amplo potencial de articulação com parceiros institucionais já consolidados e com novas parcerias estratégicas, tanto na etapa de produção quanto na circulação e difusão do filme. A proposta dialoga diretamente com empresas, organizações da sociedade civil, instituições de ensino, centros de pesquisa e órgãos públicos que atuam nas áreas de cultura, ciência, educação e sustentabilidade.- Um wokshop sobre audovisual para uma turma de universidade e apresentação do filme (obra) em contrapartida.

Justificativa

O Brasil possui uma das maiores faixas litorâneas do mundo, mas sofre de "analfabetismo marinho". A justificativa deve focar em:Relevância Estratégica: Apoio direto aos objetivos da Década da Ciência Oceânica (UNESCO/ONU).Democratização do Conhecimento: Transformar dados técnicos em conteúdo sensível e compreensível para o grande público.Urgência Climática: O papel do Atlântico Sul na regulação do clima brasileiro e na economia (Economia Azul).Valor Cultural: A relação de comunidades tradicionais, caiçaras e jangadeiros com o ecossistema marinho.O projeto Alfabeto Azul surge da necessidade de ampliar a cultura oceânica no Brasil. Apesar da profunda relação do Brasil com o oceano, grande parte da população ainda possui pouco conhecimento e acesso a informações básicas sobre sua importância ecológica, cultural, social e econômica. Temas como mudanças climáticas, acidificação do oceano, biodiversidade marinha e poluição ainda são percebidos como distantes ou excessivamente técnicos.Ao mesmo tempo, a Glaz Video atua há anos na tradução do conhecimento científico para o público geral por meio de conteúdos audiovisuais, percebendo a necessidade de novas linguagens que dialoguem também com um público mais amplo, principalemnte crianças, jovens e educadores. O uso do alfabeto como estrutura narrativa nasce da busca por um recurso universal, simples e afetivo, capaz de organizar conteúdos complexos de forma acessível, lúdica e memorável.Fazer este projeto é uma forma de democratizar o acesso ao conhecimento científico, utilizando o audiovisual como ferramenta cultural, educativa e de sensibilização. Além disso, o filme se insere no contexto da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021_2030), contribuindo para seus objetivos por meio de uma produção cultural brasileira, com potencial de alcance nacional e internacional.A Glaz Vídeo é uma produtora audiovisual fundada em 2002, com atuação contínua na realização de programas de televisão, documentários, curtas-metragens, vídeos institucionais e de treinamento, além de serviços de apoio à produção para filmagens internacionais. Ao longo de mais de duas décadas, a produtora consolidou-se como uma referência na criação de conteúdos audiovisuais de alta qualidade, com forte compromisso ambiental, cultural, educativo e social.A atuação da Glaz parte do princípio de que o conhecimento científico, quando traduzido de forma acessível, sensível e territorializada, torna-se uma ferramenta central para a transformação socioambiental e para a construção de políticas públicas, práticas coletivas e comportamentos mais sustentáveis. Nesse contexto, a produtora desenvolveu especialização na realização de documentários de alto impacto sobre oceanos, meio ambiente e sustentabilidade, com reconhecimento nacional e internacional.Entre suas principais produções destaca-se o documentário Mar Urbano (2014), que acompanhou ao longo de 15 anos a vida de cinco pescadores que sobrevivem da pesca artesanal nas praias de Ipanema e Copacabana, no Rio de Janeiro, abordando de forma sensível a relação entre cidade, oceano e modos de vida tradicionais. Em 2017, a Glaz produziu Baía Urbana, documentário sobre a biodiversidade da Baía de Guanabara, exibido na 1ª Conferência do Oceano da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, e amplamente reconhecido no circuito de festivais, incluindo o prêmio de Melhor Filme _ Escolha do Público no Filmambiente 2019 (Brasil), o Grande Prémio Lusofonia / Camacho Costa no Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela (Portugal, 2017), e o prêmio de Melhor Documentário no International Short Film Festival Bangalore (Índia, 2018).Em 2022, a produtora realizou Rios Urbanos, documentário sobre os rios Tejo e Sado, em Portugal, produzido sob encomenda da Organização das Nações Unidas e lançado durante a 2ª Conferência do Oceano da ONU, em Lisboa. Dando continuidade a essa trajetória internacional, a Glaz lançou, em 2025, o documentário Quanto Vale o Azul?, com estreia na 3ª Conferência do Oceano da ONU, em Nice, na França, abordando a economia azul e os caminhos para um futuro sustentável dos oceanos.Além dos documentários ambientais, a Glaz Vídeo possui sólida atuação na produção de obras autorais e culturais. Em 2011, produziu o curta-metragem Lápis-de-cor, dirigido por Alice Gomes, vencedor de mais de 25 prêmios nacionais e internacionais e selecionado para mais de 75 festivais no Brasil e no exterior, com destaque para a Mostra de Tiradentes, o Festival Internacional de Cine de Guadalajara (México), o Chicago International Children’s Film Festival (EUA), o Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana (Cuba) e o Rencontres Cinémas d’Amérique Latine de Toulouse (França).A Glaz Vídeo também possui ampla experiência na cobertura e produção de eventos culturais e audiovisuais de grande porte, tendo realizado os vídeos das quatro edições do RioContentMarket, evento internacional de conteúdo audiovisual para TV e mídias digitais promovido pela Associação Brasileira de Produtores Independentes (ABPITV).No âmbito das produções internacionais, a produtora já colaborou com veículos como BBC, RDI Canadá, Lonely Planet, TV2 Denmark, Discovery e CBS, atuando como produtora local em diversos documentários e programas de televisão. Entre esses trabalhos destaca-se o documentário Kids Behind Bars, produzido para o Channel 4, vencedor do prêmio Emmy, além do documentário Rio Breaks, dirigido por Justin Mitchell.Essa trajetória evidencia a capacidade técnica, artística e institucional da Glaz Vídeo para a realização de projetos audiovisuais complexos, com circulação nacional e internacional, forte impacto cultural e alinhamento com temas contemporâneos de relevância social e ambiental. E por toda a sua expertise em projetos de audiovisuais complexos é que o projeto em tela se justica.O projeto terá acesso gratuito e está perfeitamente adequado às finalidades e objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, de onde decorre a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme incisos do Art. 1o e do Art. 3o da Lei 8313/91, transcritos a seguir:"Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim deoutras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.""Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;"

Especificação técnica

1. Formato e CaptaçãoGênero: Documentário de Média Metragem.Duração Prevista: Aproximadamente 45 minutos.Resolução de Imagem: Nativa em 4K (Ultra HD), para garantir longevidade e aceitação em plataformas de streaming (Netflix, Disney+, Discovery+).Taxa de Quadros: 23.976 fps (padrão cinematográfico) ou 29.97 fps.Janela de Exibição (Aspect Ratio): 2.39:1 (Widescreen Anamórfico) ou 16:9 (padrão HDTV/Streaming).2. Equipamentos (Workflow de Produção)Câmeras Principais: Utilização de câmeras com sensores Full Frame de alta latitude (Ex: Sony FX6/FX9, Canon C300 Mark III ou Blackmagic Ursa Mini Pro G2).Captação Subaquática: Utilização de caixas estanque profissionais (Nauticam ou similar), lentes grande-angulares e iluminação específica para correção de cor em profundidade (filtros vermelhos/magenta e luzes de vídeo LED de alto CRI).Imagens Aéreas: Drones com capacidade de filmagem em 10-bit Log para captar a vastidão da costa brasileira (Ex: DJI Mavic 3 Cine ou Inspire 2).Ópticas: Jogo de lentes prime (fixas) para entrevistas e lentes zoom de alta performance para vida selvagem (teleobjetivas).3. Captação de ÁudioCaptação Direta: Microfones de lapela (wireless) e microfones shotgun (boom) de alta sensibilidade.Desenho de Som (Sound Design): Captação de sons ambientes da costa e do oceano em Ambisonics (áudio 360º) para criar uma experiência imersiva na pós-produção.Trilha Sonora: Composição original e licenciamento de obras brasileiras, finalizadas em estúdio profissional.4. Pós-Produção e FinalizaçãoWorkflow: Edição não-linear (Adobe Premiere Pro ou DaVinci Resolve).Color Grading: Tratamento de cor profissional para equalizar a luz solar e a absorção de cores sob a água.Masterização: Entrega de Master em DCP (Digital Cinema Package) para salas de cinema e arquivo ProRes 422 HQ para televisão e streaming.5. Acessibilidade (Itens Obrigatórios)Conforme a Instrução Normativa da Lei Rouanet, o projeto contará com:Audiodescrição (AD): Faixa de áudio adicional descrevendo as cenas para pessoas com deficiência visual.Libras (Língua Brasileira de Sinais): Janela de intérprete no canto da tela ou versão específica.Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE): Legendas descritivas que incluem sons e entonações.

Acessibilidade

Nas atividades ONLINE:a) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS FÍSICAS: Por ser em plataforma online atende as pessoas com deficiência física, uma vez que o acesso será viacelulares e computadores em suas próprias residências.b) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS VISUAIS O projeto contempla acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, no que diz respeito a suas necessidades. c) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS AUDITIVAS: O projeto contempla acessibilidade, através das 10 legendas e intérprete de libras.O projeto deve prever no orçamento e na execução:Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE).Audiodescrição (AD).Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

Democratização do acesso

Democratização de Acesso:As atividades que integram o Projeto serão realizadas de forma inteiramente gratuita, visando promover a democratização do acesso à cultura.Exibições Gratuitas: Realização de sessões em escolas públicas ou centros culturais de periferias.Internet: Disponibilização do filme na íntegra no YouTube ou plataforma similar após a janela de exibição inicial.Licenciamento: Oferta gratuita do conteúdo para TV Brasil ou canais educativos públicos.Ampliação de acesso:No que tange ao inciso/medida do art. 28 da IN no 01/2023 abaixo será adotada no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras,exposições, mostras e oficinas;INSTRUÇÃO NORMATIVA MinC nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025Das Medidas de Democratização de AcessoArt. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Das Medidas de Ampliação de Acesso: Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;

Ficha técnica

RICARDO GOMES – Biólogo marinho, diretor audiovisual e documentarista, com mais de 30 anos de experiência na produção de conteúdos audiovisuais voltados à conservação marinha. Palestrante e ativista pela saúde do oceano, teve seus documentários lançados nas Conferências do Oceano da ONU em Nova York (2017), Lisboa (2022) e Nice (2025). Recebeu o B.E.L.A. (Brazilian Environmental Leadership Award) por sua contribuição à conservação e é reconhecido como agente de transformação socioambiental, com trajetória profundamente ligada à Baía de Guanabara.GUILHERME RAMALHO – Roteiro, Pesquisa e Produção Executiva. Jornalista e documentarista formado pela UFRJ com mais de 10 anos de experiência em grandes redações brasileiras, como TV Globo, GloboNews e jornal O Globo. Atua na criação e produção de documentários e conteúdos audiovisuais com foco em meio ambiente e oceano. Trabalhou em coberturas de grande porte e em produções multimídia e para TV.DANIEL GARCIA – Roteiro e Edição. Montador de cinema desde 2000, professor de Cinema na ECDD e mestre em Mídias Criativas pela UFRJ. Trabalhou como editor em filmes de diretores como Ruy Guerra e Cacá Diegues, exibidos nos principais festivais internacionais de cinemaNATHAN LAGARES – Pesquisa, Consultoria Científica e Conteúdo. Biólogo, mestre em Ecoturismo e Conservação e doutorando em Biodiversidade Neotropical. Atua como gerente de projetos do Instituto Mar Urbano, contribuindo com pesquisa, curadoria de conteúdo e validação científica para produções audiovisuais com foco em biologia marinha. Coordena atividades científicas e ações de educação ambiental, aproximando ciência, narrativa e impacto socioambiental.PEDRO LUÍS – Composição e Música Original.Cantor, compositor e produtor musical, fundador do Monobloco. Com carreira consolidada na música brasileira, desenvolve trilhas sonoras e projetos autorais que dialogam com o cinema, o teatro e o audiovisual, imprimindo identidade rítmica e sensibilidade contemporânea às narrativas.LÉO SAAD – Trilha Sonora Original. Produtor Musical, Instrumentista e percussionista que atua no cenário da música brasileira, tocando com grupos como Monobloco, colaborando com artistas e produções musicais desde os anos 1990.BERNARDO NEDER – Colorista e Finalizador Audiovisual.Colorista e compositor de efeitos visuais, com atuação em finalização de cor para projetos audiovisuais exibidos em festivais e eventos nacionais. RAFAEL MONDAINI – Designer Gráfico, Motion Designer e ilustrador com atuação em projetos culturais e socioambientais. Desenvolveu identidades visuais para diversos projetos ambientais, criando soluções visuais que conectam narrativa, impacto e engajamento público.EMANUELLI RIBEIRO - Analista financeira e administrativa, formada em Gestão de Recursos Humanos. Exerceu a profissão através do setor de R&S. Desempenhou maior atuação na área administrativa, possuindo mais de 10 anos de experiência no gerenciamento dos processos organizacionais e financeiros.INGRID REIS - Espiral Soluções Socioculturais - Produtor Associado - Assessora de diversos projetos culturais no que diz respeito a gestão, logística e Produção. E neste projeto estará responsável por todos estes eixos (possui vasta experiência em gestão, elaboração de projetos e captação de recursos, tendo trabalhado ainda no SESC SP e Durante os últimos anos a empresa realizou: diversos workshops e a produção geral de diversos Projetos. Ministrou workshop na empresa LAMSA - Instituto INVEPAR; Atuou no SESC RJ com seus workshops; Foi professora da Pós Graduação da UVA; Escreveu projetos para Tavinho Paes, Instituto Fayga Ostrower, E atualmente é a produtora do Show Conversa de Violões do Paulão 7 Cordas e Ramon Araújo, e de alguns projetos do Núcleo Popular Céu na Terra e outros projetos. Foi em 2018 selecionada como empreendedora Musical para participação no MICBR2018. Foi palestrante do RIO2C 2019 e Mentora em 2025 e será julgadora na edição de 2026, e no BeyondTalks, na Fábrica de Startups 2019. É palestrante no Rio Innovation Week desde 2023. A empresa Espiral Soluções é consultora do Sebrae e do SESC RJ.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 17/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.