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PRONAC 260937Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A máquina na identidade de um povo

INSTITUTO CECILIO ELIAS NETO - ICEN
Solicitado
R$ 525,6 mil
Aprovado
R$ 525,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
Piracicaba
Início
2026-05-04
Término
2027-05-03
Locais de realização (1)
Piracicaba São Paulo

Resumo

O Projeto tem como objetivo tratar o tema da industrialização como um processo histórico-cultural, com impacto na formação da identidade e modo de vida do povo e da cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo. Um patrimônio cultural nas dimensões material e imaterial, e, portanto, de interesse público. Nesse contexto se inserem os produtos:- Livro bilíngue português-inglês (produto LIVRO), com tiragem de três mil exemplares para distribuição gratuita. Realizaremos entrevistas em audiovisual sobre o tema: Desenvolvimento Sócio-Cultural e Industrial de Piracicaba, que fará parte do conteúdo editorial e acessíveis via QR Code impresso no livro;- Exposição de painéis fotográficos aberta ao público, em local a ser definido no lançamento do livro.Execução: 12 meses.

Sinopse

Produto LIVROPúblico-alvo: público em geralO livro vai avançar no contexto mais amplo, já apresentado na justificativa desse Projeto, para, então, dar foco na cidade de Piracicaba. A seguir, referências sobre a abordagem local.Registre-se, no entanto, que a estrutura da obra poderá sofrer alterações de acordo com o resultado da pesquisa e do detalhamento do projeto editorial. O processo histórico em PiracicabaA primeira indústria reconhecida em Piracicaba foi uma fabriqueta de descaroçar algodão, criada em 1872. Localizou-se, então, na precária Rua do Porto que, ao longo dos anos, se tornaria um dos centros culturais e turísticos da cidade. Instalada num acanhado barracão, adquiriu prestígio, mas não reconhecimento. Alguns anos depois, em 1878, foi construída, por Pedro Krahenbuhll, aquela que seria a primeira indústria do Estado de São Paulo – acontecimento confirmado pelo jornal Diário de São Paulo, em edição de 18 de fevereiro de 1955. A sua sede estava na Rua do Comércio (atual Governador Pedro de Toledo). A propriedade foi adquirida pelo fundador com as economias que trouxera da Suíça. Foi, também, a primeira metalúrgica da Província de São Paulo e fabricava troles, tílburis, charretes, carroças, carroções, jardineiras e carros fúnebres. Quando faleceu, em 23 de fevereiro de 1887, Pedro Krähenbühl já era considerado um pioneiro da industrialização do Estado de São Paulo. Ele, a partir de sua oficina, criara um autêntico complexo industrial, constituído de serraria, de estufa para maturação da madeira, de extensa secção mecânica com dezenas de tornos mecânicos, ferraria, fundição de ferro e bronze, carpintaria, marcenaria, pintura, etc.Em 1907, três, entre os 21 maiores estabelecimentos industriais do interior paulista, estavam em Piracicaba. Sorocaba contava outros seis e Campinas, apenas um. É o que relata Barjas Negri, em seu livro “Concentração e desconcentração industrial de São Paulo”.A mais importante indústria do interior foi a Sociedade Ítalo Americana, em Itu/São Roque – da área de fiação e tecelagem, que possuía 1.131 operários e um capital de 9.779 contos de réis. A seguir, estavam as empresas Moinho de Santos e Fábrica Votorantim, de Sorocaba. A quarta foi a S.A de Piracicaba, do segmento de açúcar, que mantinha 170 operários e capital de dois mil contos de réis. As outras duas empresas piracicabanas eram a Fábrica Arethusina – de fiação e tecelagem, com 300 operários e capital de 1800 contos de réis – e a Dr. A.A Carvalho, de açúcar, com 350 operários e capital de 750 contos de réis.Precursores visionáriosTrês imigrantes italianos – pobres, audaciosos, trabalhadores – foram os responsáveis pela grandeza piracicabana na produção agrícola e na agroindústria sucroalcooleira: Mário Dedini, Pedro Morganti e Pedro Ometto. “Seo” Mário, reconhecido como o Capitão da Indústria, construiu usinas de açúcar e desenvolveu tecnologias. Pedro Morganti, como o visionário de Monte Alegre, tornou-se proprietário de diversas usinas. E Pedro Ometto, que se tornou conhecido como o “Rei do Açúcar”, desenvolveu como que uma dinastia de frutuosa liderança no universo açucareiro.São, eles, os precursores visionários da industrialização em Piracicaba e que tiveram ativa participação na cultura local.Mario Dedini, em especial, sempre esteve presente, atuando em diversas áreas – social, cultural, artística, educacional, desportiva, turística e ambiental. Ele construiu escolas, hospitais, igrejas; custeou o serviço de abastecimento de água; patrocinou monumentos públicos e incentivou o esporte local – entre os quais, o Basquete do XV, base da seleção campeã mundial em 1959. O visionário industrial financiou, também, bolsas de estudos no exterior a jovens e profissionais talentosos. Em apoio às artes e cultura, Mário Dedini foi sensível até mesmo com talentos, então, tidos como singulares e excepcionais, como a ópera – financiando jovem tenor piracicabano para estudar no Scala (Teatro alla Scala), em Milão, Itália. A criação do Distrito IndustrialAs negociações para a criação do Distrito Industrial de Piracicaba começaram durante a administração do prefeito Cassio Paschoal Padovani (1969/1972) – que faleceu antes de concluir o mandato. Enfrentando conturbada crise política, foi vítima de graves problemas cardiológicos, mas não se afastou. “Morro, mas não deixo o cargo. Prometi realizar algo e acredito que posso alcançar o meu objetivo nestes poucos meses que me restam”. Não conseguiu. Ele faleceu em 7 de março de 1972, sendo substituído por Homero Paes de Athayde (1972/1973).Na sequência, o plano de criação do Distrito Industrial foi retomado por seu sucessor eleito, o jovem Adilson Benedito Maluf (1973/1977). Com ele, foram feitas novas negociações para que grandes empresas pudessem se instalar em Piracicaba.O processo foi permeado por muitas discussões. Especialmente sobre a localização do complexo – já que o local reservado para a sua instalação era considerado, pelos defensores do cinturão verde, como ideal para produção agrícola, em função de suas terras férteis.Como exemplo de empresas expressivas que se instalaram no novo espaço, a Caterpillar construiu, em 1976, sua segunda fábrica no Brasil. Sua chegada transformou-se no grande trunfo e marco da implantação do Distrito Industrial do município, gerando média de 5.000 novos empregos. E abriu portas para outras empresas multinacionais. Outra referência, esta, mais atual: instalada em 2012, a Hyundai estimulou a criação de 3.000 oportunidades de trabalho para fornecedores instalados no polo automotivo e outros 20.000 empregos indiretos.Parte indissociada da cultura localSeguindo a tradição, as empresas do Distrito Industrial têm contribuído significativamente para o desenvolvimento cultural de Piracicaba. Pois estas têm participação decisiva na viabilização de inúmeros projetos culturais, incluindo a revitalização de patrimônios histórico-culturais – seja por meio de restaurações, seja por meio de manter vivas antigas tradições, festas e celebrações religiosas e culturais. Cooperação que resulta, também, na preservação da memória histórica e ampliação da democratização de acesso à cultura.Alguns exemplos marcantes serão abordados no livro. Como o caso do Engenho Central. Autorizado a funcionar, por decreto imperial de D. Pedro II, em 1881, essa é uma das grandes obras do Barão de Rezende – “com sua arquitetura majestosa, como que pairando sobre as águas do rio”, segundo Cecílio Elias Netto, autor do livro proposto neste Projeto. “Em cada tijolo seu, há um pedaço de história. Nele, Piracicaba se imortaliza. A cidade ainda não avaliou a importância de grandes vultos que, durante o Império e o início da República, engrandeceram esta terra. Os barões de Serra Negra e de Rezende estão entre eles, ao lado de Luiz de Queiroz”. O autor acrescenta: “Todo o sofisticado maquinário veio da França. Poucos anos depois do início de seu funcionamento, já como propriedade da Sucrérie Bresiliennes, tornava-se a mais importante produtora de açúcar do país. Vendido, em 1970, a Adolpho da Silva Gordo, o Engenho Central encerrou suas atividades em 1974”. Poucos anos mais tarde, teve início a sua aquisição pela Prefeitura Municipal. Hoje, o Engenho Central é um dos principais centros culturais e turísticos de Piracicaba. Além de abrigar o Teatro Municipal Erotides de Campos (no Edifício 6, a antiga destilaria) e a Pinacoteca Municipal Miguel Dutra (no Armazém 14), o Engenho Central é palco de expressivas manifestações culturais como: a “Festa das Nações” (um dos mais tradicionais eventos filantrópicos anuais da região, que, paralelamente à solidariedade, difunde a arte e a culinária de povos imigrantes); a “Paixão de Cristo” (considerado um dos maiores e mais tradicionais espetáculos teatrais encenado a céu aberto do país, apresentado anualmente, desde 1992).Também parte desse mesmo complexo histórico-cultural e turístico, o Largo dos Pescadores, na Rua do Porto, recebe, anualmente, a “Festa do Divino Espírito Santo” – celebração religiosa e cultural entre as mais tradicionais da cidade que, em 2026, completa 200 anos.A história a ser narrada ainda mostra, assim, a transformação de espaços e processos industriais em patrimônios histórico-culturais materiais e imateriais, integrantes da identidade da cidade e do povo de Piracicaba. O conteúdo editorial do livro também contará com depoimentos de lideranças locais – formadores de opinião e representantes de entidades artísticas e assistenciais, entre outras – incrementando o “olhar piracicabano” sobre a contribuição das indústrias ao processo histórico de avanço cultural e de formação da identidade local. As entrevistas em audiovisual serão acessíveis por meio de QR Code impresso no livro. Produto EXPOSIÇÃOpúblico-alvo: Publico em geralExposição com fotos e documentos históricos registrando o desenvolvimento econômico, social e cultural de Piracicaba.

Objetivos

Objetivo Geral:O Projeto tem como objetivo geral tratar o tema da industrialização como um processo histórico-cultural, com impacto na formação da identidade e modo de vida do povo e da cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo. Um patrimônio cultural nas dimensões material e imaterial, e, portanto, de interesse público. Nesse contexto, o objetivo é produzir um livro, entrevistas em audiovisual e uma exposição.Objetivos Específicos:- Realizar pesquisa sobre o impacto da industrialização no desenvolvimento cultural da cidade.- Realizar entrevistas em audiovisual.- Elaborar textos inéditos, a partir da pesquisa e entrevistas realizadas. - Revisar o conteúdo produzido.- Traduzir o conteúdo para o inglês.- Pesquisar imagens.- Fotografar o contexto atual.- Tratar imagens.- Editar o conteúdo do livro.- Elaborar projeto gráfico, fazer a editoração eletrônica e preparar arquivos finais para a impressão.- Produzir uma exposição aberta ao público de painéis fotográficos.- Encaminhar a impressão de 3.000 exemplares do livro: contratação de gráfica que fará o serviço da impressão, boneco e prova de cor, além de acabamento final.- Produzir versão acessível do livro, em formato audiobook.- Fazer a divulgação do lançamento do livro e da exposição.- Realizar o lançamento do livro.- Distribuir os exemplares, gratuitamente, de acordo com o Plano de Distribuição e Democratização de Acesso.- Disponibilizar a versão digital do livro, audiobook e entrevistas audiovisuais no site do proponente, para acesso público gratuito.- Concluir o Projeto com a sistematização de informações e a prestação de contas.

Justificativa

Demandado como impulsionador do desenvolvimento econômico do município de Piracicaba, o Distrito Industrial foi criado na década de 1970. A história, contando a chegada de grandes empresas à cidade, também narra a evolução cultural que acompanhou o processo, incentivada por esses empreendimentos. O impacto e a tradição de estímulo do segmento industrial ao desenvolvimento cultural local, no entanto, contam com histórico consistente, que remete a séculos passados.É pela perspectiva de memória cultural e da "presença histórica" das indústrias no município, que este Projeto foi elaborado. Pela perspectiva não apenas do impacto econômico da industrialização no desenvolvimento da cidade. Mas, principalmente, como parte significativa da história social e cultural de Piracicaba. Como elemento constituinte na formação da identidade de um povo, na caracterização de modos de vida. Um patrimônio humanístico, portanto, material e também imaterial de interesse público.O livro insere sua narrativa num contexto mais amplo, reportando-se ao século XIX. O mundo mantinha-se, então, fascinado pelas transformações trazidas, aceleradamente, pelo que se tornara conhecido como o ainda "século das máquinas". Desde o despontar do que viria a ser a "revolução industrial", a máquina tornara-se parte essencial da vida humana. A antiquíssima descoberta dos ancestrais _ o arado _ conduzira a criações cada vez mais notáveis e audaciosas. O significado original da própria palavra "máquina" tornara-se irremediavelmente inspirador: "engenho destinado a transformar uma forma de energia em outra e/ou usar dessa transformação para produzir determinado efeito". ("Houaiss")No século XIX, aconteceu, também, em Piracicaba. Numa cidade que já se destacava na dimensão paulista, sua vocação cultural e progressista foi impulsionada pelo latente espírito "machinalis". Emanada de seus criadores, essa busca do novo passou a ser parte da identidade do povo. E, de um conservadorismo sólido, passou-se a admitir e a aceitar um pioneirismo inteligente e cauteloso. A "Cidade das Escolas", o "Ateneu", a "Florença Caipira", a "Noiva da Colina", veio a tornar-se conhecida, também, como o "maior Centro Açucareiro da América Latina". Cérebro, coração e máquina, arte e ciência, cultura e tecnologia amalgamaram-se. Aos 86 anos, o autor do livro proposto, o piracicabano Cecílio Elias Netto conta com um valoroso acervo iconográfico e documental _ reunido ao longo de sua intensa carreira como jornalista (70 anos) e como escritor (60 anos). Um percurso profissional e de vida, em grande parte, dedicado à preservação e difusão da história, memória e cultura de sua cidade natal, Piracicaba. É nutrido por sua trajetória e por seu amor pela cidade, que Cecílio quer contar e cantar mais esta história. Enquadramento na Lei Federal de Incentivo à CulturaO projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1° da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - por meio de: doação do produto final LIVRO a instituições educacionais, culturais e sociais, entre outras _ conforme registro em "democratização do acesso"; estímulo à participação de outros apoiadores para viabilização de novos projetos.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - o LIVRO permite que a memória desse processo histórico-cultural seja reconhecida e acessível às futuras gerações; as entrevistas em audiovisual, assim como a exposição permitem a participação da comunidade local como geradora e guardiã de sua cultura.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - através de: registro de atores sociais fruto de grupos imigrantes, que impactaram a cidade tanto no setor industrial, quanto na formação cultural; estímulo à participação de outros apoiadores para viabilização de novos projetos.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - através de uma publicação de conteúdo consistente, perene e histórico.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações - através do registro da participação de imigrantes na formação cultural da cidade. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória _ por meio de: registro e difusão de diversas expressões da cultura local, com potencial de inspirar novos projetos; entrevistas com diversos atores sociais locais; estímulo à participação de outros apoiadores para viabilização de novos projetos. IX - priorizar o produto cultural originário do País _ por meio do registro e difusão de iniciativas socioculturais, artísticas e educacionais locais. Em relação ao Art. 3° da Lei 8.313/91 o projeto atende aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.Pois realizará edição, publicação e distribuição gratuita do livro, produto principal do projeto.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosPois a tiragem de 3.000 exemplares será distribuída gratuitamente a instituições educacionais, culturais e sociais, entre outras _ conforme registro em "democratização do acesso".V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturaisPois serão contratados fornecedores, colaboradores e afins especializados nos seus assuntos para a produção do projeto.

Especificação técnica

Produto LIVRO- Edição de luxo, impresso em capa dura, c/ costura (papelão 15), com laminação fosca, aplicação de verniz UV e/ou verniz de reserva + hot stamping ou aplicação similar no conjunto de capa;- Medida: 29cm x 29cm - Miolo: papel couchê 150g - Número de Páginas: 164 (4 Conjunto de Capa + 160 Miolo)- Cores: 4x4- Idiomas: Português e Inglês- Schiring individual - Tiragem: 3.000 exemplaresProduto EXPOSIÇÃO- Fotos impressas em banners 1,20 x 0,60- 4 cores

Acessibilidade

Produto LIVROA) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA - Não se aplica, por se tratar de livro impresso.Item orçamentário - não se aplica.B) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA - Não se aplica, por se tratar de livro impresso. Item orçamentário - não se aplica. C) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL - O livro será amplamente ilustrado, facilitando a leitura e compreensão pelo meio visual e interpretativo, assim como contará com linguagem acessívelItem orçamentário - não se aplica. D) RECURSOS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL – Será realizada audiodescrição integral da publicação. Item orçamentário - Audiobook (custos vinculados). Produto EXPOSIÇÃOApresentação dos painéis fotográficos impressa em braile, para possibilitar acesso de pessoas com deficiência visual.Item orçamentário – impressão em braile.

Democratização do acesso

Distribuição do LIVROA tiragem de 3.000 exemplares será distribuída gratuitamente, tendo em conta a IN 23/2025: Art. 46. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:- até 10% (300 exemplares) para distribuição gratuita promocional a patrocinadores, e havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - mínimo de 10% (300 exemplares) para distribuição gratuita com caráter educativo;- até 10% (300) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Das Medidas de Ampliação de AcessoArt. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte porcento). Diante das considerações, a distribuição se dará da seguinte forma:- 10% (300 exemplares) será para distribuição gratuita a patrocinadores; - 20% (600 exemplares) para distribuição gratuita com caráter educativo e social a sistemas de ensino público municipais e estaduais, entre outras instituições.- 20% (600 exemplares) para distribuição gratuita em caráter cultural e social, a instituições como: bibliotecas públicas e comunitárias; equipamentos, espaços e instituições culturais públicas e independentes; projetos sociais etc.Será respeitado, ainda, o Parágrafo Único que define “A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino”. - até 10% (300 exemplares) para a distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto: para jornalistas e profissionais de comunicação das pautas de arte, cultura e educação preferencialmente. - até 40% (1.200 exemplares) para uso pelo proponente (acervo e reserva técnica) e distribuição gratuita em situações não comerciais futuras, como: distribuição em eventos institucionais, culturais e educacionais (como festas e feiras literárias etc); ações promocionais; entre outras.Outras ações para “Democratização do Acesso” O livro, seu respectivo audiobook e entrevistas em audiovisual ficarão disponíveis para download gratuito no website do proponente (www.icen.org.br) – onde também constará orientação para ativar recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, com referência ao arquivo em formato pdf. Haverá ampla divulgação do lançamento do livro por meio de assessoria de imprensa e redes sociais do proponente – incluindo informações sobre locais e formas de distribuição gratuita da obra.A exposição fotográfica fará parte do evento de lançamento do livro, com acesso gratuíto.

Ficha técnica

Cecílio Elias Netto - Autor do livroApaixonado por sua terra natal, desde muito jovem, Cecílio abraçou a missão de preservar e propagar a rica história de Piracicaba. Aos 86 anos de vida (2026), sua trajetória registra 70 anos dedicados ao Jornalismo, dos quais, 60 igualmente devotados à Literatura – com cerca de 30 livros publicados. E seja como jornalista ou escritor – ainda em atividade – seu foco tem sido a preservação e a difusão da história e memória de Piracicaba e região. No jornalismo, já foi diretor, editor e cronista de diversos jornais e revistas, além de ser idealizador e diretor do website “A Província”. Cecílio acumula participação em inúmeras publicações, juntamente com centenas de contos, crônicas e ensaios em jornais e revistas paulistas. Ele ainda escreveu para teatro, tendo recebido o “Prêmio Oswald de Andrade de Dramaturgia”, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (1990).Cecílio foi professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Política, além de Comunicação. E já realizou inúmeras palestras e conferências em associações, escolas e entidades culturais. Sua trajetória profissional lhe conferiu, ainda, diversos prêmios e homenagens. Ao longo de sua trajetória de vida, o escritor e jornalista tem reunido um significativo Acervo – fotos, negativos, desenhos, quadros, documentos, jornais, revistas e livros; paralelamente ao conteúdo produzido por ele próprio. Conteúdo, este, que se tornou fonte de referência sobre a história de Piracicaba.A preservação e o acesso público a este Acervo foi o estímulo para a constituição do instituto sem fins lucrativos que carrega o seu nome. Neste contexto, ainda, o ICEN está implementando o seu Centro de Memória. ICEN – Instituto Cecílio Elias Netto - ProponenteRealizará os seguintes serviços: coordenação geral, coordenação financeira, captação de recursos, comunicação.Criado em 25 de agosto de 2015, em Piracicaba, SP, o ICEN – Instituto Cecílio Elias Netto é uma entidade sem fins lucrativos, que tem por finalidade: resgatar, preservar, cultivar e difundir o patrimônio histórico-cultural de Piracicaba; produzir e apoiar projetos culturais em geral – como publicação de livros e realização de eventos, entre outros; estimular na sociedade o interesse e o respeito pelas questões culturais e sua interação e interdependência com os temas sociais e ambientais.Ao longo de sua trajetória de 10 anos, o Instituto tem atuado, prioritariamente, por meio da produção de livros e eventos com foco na história e cultura locais. Entre outras ações, por exemplo, o ICEN foi a força motriz do movimento cultural que culminou no reconhecimento oficial do “sotaque e dialeto caipiracicabanos” como Patrimônio Imaterial da cidade de Piracicaba. Nesse processo junto ao Conselho de Defesa de Patrimônio Cultural de Piracicaba (Codepac), contou com a parceria de outras três entidades culturais – o Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP), a Associação Piracicabana de Artistas Plásticos (APAP) e a Academia Piracicabana de Letras (APL).Entre os atuais projetos prioritários do instituto está a consolidação de seu Centro de Memória.Marcelo Fuzeti Elias / SOS Caminhos - Produção ExecutivaJORNALISTA - Registro Profissional em Jornalismo – MT nº 85.836/ SPFuncões e experiências profissionais- Fundador e Presidente do ICEN - Instituto Cecílio Elias Netto (gestão 2015 a 2023), entidade sem fins lucrativos, que tem por finalidade: resgatar, preservar, cultivar e propagar o patrimônio histórico e sociocultural de Piracicaba;- Produtor Cultural (gestão de projetos, eventos e comunicação corporativa e produção de conteúdos editoriais, culturais e educacionais);- Produção de Fotos e Edição de Imagens dos livros editados e publicados pelo ICEN em parceria com a B2 Comunicação:- Piracicaba que amamos tanto/ 2015- Dicionário do Dialeto Caipiracicabano/ 2016- Piracicaba, um rio que passou em nossa vida/ 2016- Piracicaba, a doçura da terra/ 2017- 250 anos de Caipiricabanidade/ 2017- Piracicaba, a Florença Brasileira - Belas Artes Piracicabnas/ 2017- 100 anos da Imigração Japonesa em Piracicaba/ 2018- Mulheres, semeadoras da cultura/ 2018- Anos de minha vida e a Cidade Geriátrica/ 2019- Arte e Cultura Sesquicentenárias de Campo Largo/ 2020- Rua do Porto, pia batismal de um povo/ 2021- Diretor da SOS CaminhosB2 Comunicação - Coordenação editorial e gráficaEmpresa especializada em Edição de livros, Projetos Culturais, Comunicação e Marketing Esportivo. Também atua com produção e promoção de eventos nacionais e internacionais. Seu diretor responsável é Arnaldo Branco Filho, jornalista profissional (MTB 11.896) e professor universitário (MTB 37.875).Arnaldo iniciou carreira jornalística em 1976, como free-lancer. Foi editor sênior do jornal Popular da Tarde; chefe de pauta e de reportagem da TV Gazeta; coordenador editorial do Programa Toque de Bola (Rádio Imprensa FM); editor executivo do Diário Popular; diretor de Esportes e Projetos Especiais de A Gazeta Esportiva; comentarista esportivo do Programa “É Hora de Esporte”, da Rádio Trianon, ao lado de nomes consagrados do jornalismo esportivo como Lucas Neto, Orlando Duarte, Sérgio Carvalho e Flávio Adauto. Na década de 1980, também foi professor de “Jornalismo Comparado” e de “Marketing” na Faculdade Anhembi Morumbi e FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado. Desde a criação do ICEN – Instituto Cecílio Elias Netto, em 2015, ele é o editor responsável pelas publicações do instituto.Entre outras publicações, a B2 Comunicação tem atuado na edição do Anuário do Futebol Brasileiro (publicação oficial do Sindicato do Futebol, com apoio da CBF e das 27 Federações de Futebol do Brasil) e do Anuário do Hipismo Brasileiro (com apoio da Confederação Brasileira de Hipismo)A B2 também já editou diversas publicações oficiais, produzidas em conjunto com a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo e Federação de Convention & Visitor Bureaux do Estado de São Paulo (FC&VB-SP). Ainda em parceria com essas duas organizações, a B2 criou, produziu e introduziu do Banco de Imagens do Estado de São Paulo no site da Secretaria Estadual (2009/2010).

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 13/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.