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PRONAC 260951Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Bel Barcellos - Exposição “Corpo, abrigo e abismo”

DOIS UM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,11 mi
Aprovado
R$ 1,11 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-04-01
Término
2029-03-31
Locais de realização (3)
Salvador BahiaRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O presente projeto propõe a realização da itinerância de uma exposição a partir da obra da artista plástica Bel Barcellos, acompanha a publicação de um catálogo, entre outras ações desenvolvidas no âmbito do projeto.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Gerais1. Democratizar o acesso à cultura e às artes visuais promovendo a aproximação de diversos públicos por meio de ações de ampliação e mediação do acesso; 2. Fomentar e difundir as artes de um modo geral, em especial, as artes visuais, valorizando a produção da arte contemporânea brasileira, oportunizando ao público o acesso a exposições visando o contato, conhecimento e ampliação de repertório artístico e simbólico; 3. Promover o acesso ao contexto de criação artística, gerando material crítico acerca desta produção; 4. Mediar o acesso às artes visuais para públicos em situações sociais diversas; 5. Possibilitar e estimular diferentes apropriações das obras, destacando a multiplicidade potencial da arte, com a produção de diferentes produtos artísticos a partir da obra apresentada. Específicos1. Realizar uma exposição da artista Bel Barcellos nas cidades de Recife e Salvador; 2. Lançar de 01 catálogo de 200 páginas, formato 24 x 28cm, capa dura, de artes visuais, com a impressão de 1.500 exemplares, com obras do artista Bel Barcellos, e textos bilíngues de críticos, curadores e artistas convidados.

Justificativa

Na exposição "Corpo, abrigo e abismo" a artista Bel Barcellos mergulha em suas experiências pessoais e em trocas feitas com outras mulheres, para falar sobre a existência- física e emocional. A exposição apresenta um conjunto de obras onde as mãos se fazem presente em cada gesto, tecendo confissões, entrelaçando histórias, escavando a memória da terra, equilibrando leveza e densidade em imagens que parecem conter em suas tramas a passagem tempo. A artista usa a figura feminina como protagonista de suas investigações em obras muitas vezes autorreferenciadas, aproximando as fronteiras entre o íntimo e o exposto, o individual e o coletivo, o real e o imaginário, com uma poética que cria identificação e promove reflexões. Este projeto propõe um desdobramento de sua individual, "Corpo abrigo", que aconteceu na Galeria do Lago do Museu da República, no Rio de Janeiro, de março a junho de 2025, com curadoria de Isabel Sanson Portella e que marcou seus 30 anos de trajetória nas artes visuais. Para essa nova proposta, Bel fala do corpo como abrigo e como abismo, trazendo à tona os opostos que nos habitam, expondo o que o universo subjetivo carrega de fantástico e de assombroso. A mostra convida os espectadores a voltarem o olhar para dentro, para refletirem sobre os labirintos existenciais e as buscas pelos possíveis refúgios das intempéries.Obras inéditas e obras apresentadas anteriormente ocuparão as paredes e o centro dos diferentes espaços expositivos, trazendo narrativas construídas com linhas, tecidos e barro. A artista, com formação em artes cênicas e um percurso que passa por linguagens como pintura, desenho e, desde os anos 2000, o bordado, traz para esta exposição sua pesquisa mais recente com a cerâmica. Bel encontrou no elemento terra, um elo com sua infância no Nordeste, bem como um material que carrega a simbologia da fertilidade intimamente relacionada ao universo feminino. O conjunto poético que nasce do encontro do algodão com a terra apresenta obras onde fios são bordados nas esculturas de cerâmica, como nas instalações "Manas" e "Oferenda", e na série "Iabá" onde contas de cerâmica são costuradas nas lonas cruas ao lado dos desenhos bordados. A artista traz novas leituras para estas técnicas manuais historicamente relacionadas ao universo feminino, subvertendo suas funcionalidades domésticas, para usar a memória dos saberes que lhes foi transmitido por suas antepassadas e a força da sororidade, como tema das séries citadas acima bem como nas obras "O rio abaixo do rio" e "Segunda pele". No conjunto que compõe o pensamento do Corpo como abrigo, Bel fala do ato criativo e do trabalho com as mãos como uma forma potente de autoconhecimento e de devaneio. A artista percebe que as práticas da costura e da modelagem do barro demandam concentração, repetição, paciência e delicadeza, como um exercício que conduz a estados imersivos, um escape, uma pausa no tempo, um contraponto necessário na correria da vida cotidiana. Séries como "Devaneio", "Sim" e "Ânima" falam dessa fortaleza interior construída a partir do movimento das mãos, do encontro do eu com o silêncio e apontam para uma possibilidade mais plena de existência. A artista lançará a instalação inédita "Eu, meu próprio lar", construída a partir de uma pesquisa realizada para a residência artística que fez no Mosteiro Zen do Morro da Vargem, no Espírito Santo, em 2023, quando entrevistou mais de 50 mulheres, para abordar questões sobre suas vulnerabilidades, desconfortos e dores. Desde então, Bel vem trabalhando nesse projeto, bordando as imagens dessas mulheres e suas falas em pequenas bandeiras, para pendurá-las em varais e simbolicamente ventilar a energia daqueles conflitos. Esta instalação atravessará o centro da sala, num percurso que levará o espectador a percorrer o universo íntimo das confissões, passando por abismos e vertigens, por buscas e aceitações.Ainda nesta temática, as séries "A sós com os meus demônios", "Desassossego" e "Adentro, afora" compõem o conjunto de obras nas quais a artista se debruça sobre suas próprias feridas, revelando suas angústias através de imagens inquietantes, na tentativa de buscar o sentido poético e incontornável da existência.A exposição "Corpo, abrigo e abismo" revela o território sagrado da existência individual com obras construídas sobre narrativas comuns a muitas mulheres - o peso das múltiplas jornadas, a força para carregá-las, os trabalhos manuais como práticas de resistência, de transformação, a irmandade que conecta as mulheres, o corpo como abrigo na gestação de outra vida, entre outras tramas subjetivas que costuram elos, revolvem memórias e ativam os circuitos de empatia dos visitantes.O desejo de levar esta exposição para novas instituições culturais nasce do desejo de expandir os caminhos de uma mostra que teve passagem vitoriosa pelo Rio de Janeiro, onde foi visitada por mais de 6.000 pessoas e promoveu intensas trocas com diversos projetos sociais e coletivos culturais. Durante sua temporada no Rio, a exposição recebeu várias escolas infantis, juvenis e de adultos, realizou ações com associações de artesãs de comunidades periféricas, mulheres quilombolas do norte Fluminense e do interior da Bahia. Esses encontros fortaleceram o compromisso da artista com uma arte viva, acessível e capaz de conectar universos distintos, compartilhar saberes e semear a sensibilidade em diferentes territórios.A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País.Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Proposta museográfica anexada no campo de documentos da proposta.Catálogo: Formato fechado 25 x 34 com, 200 páginas, capa dura, miolo em papel Eurobulk 150/m².Tiragem: 1.500 exemplares

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEAcessibilidade Física: Pretendemos selecionar espaços culturais aptos no tocante à acessibilidade de portadores de necessidades especiais. Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida.Acessibilidade para PcD visual: Produção de audioguia bilíngue português/inglês; Objetos relacionais que possibilitam uma experiência sensorial (tátil, sonora, corporal).Acessibilidade para PcD auditivo: produção audiovisual (filme) sobre a exposição em libras - disponibilizando seu conteúdo em QR Code específico dentro do espaço expositivo e para utilização em tablets (off-line)Acessibilidade para PcD intelectual: Contaremos com profissionais especializados para o atendimento de público especial.PRODUTO CATÁLOGOAcessibilidade Física: não se aplica.Acessibilidade para PcD visual: audiolivroAcessibilidade para PcD auditivo: não se aplicaAcessibilidade para PcD intelectual: não se aplica

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 41 da IN 29/2026: O acesso às exposições será gratuito a todos os públicos em todos os dias e horários.Para atendimento ao Artigo 42 da IN 29/2026: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.PRODUTO CATÁLOGO – optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados com recursos do PRONAC.Coordenação geral e de produção: DOIS UM/Claudia Pinheiro (proponente)Artista: Bel Barcellos Nasceu em Boston, em 1966. Passou a infância no Recife e desde 1984 vive e trabalha no Rio de Janeiro.Formou-se em artes cênicas pela Uni-Rio, em 1989. Em 1990 foi como bolsista da CAPES para a Inglaterra onde recebeu, com louvor, o título de Mestre em artes cênicas pela University of Hull.Sua obra divaga sobre os aspectos emocionais e psicológicos que perpassam os ciclos da vida, discutindo as dualidades da existência, os sonhos, angústias, limites, afetos e as nuances das relações humanas. Através da representação figurativa, suas pesquisas passaram por aguadas de acrílica, desenhos e transfers com grafite para, desde 2009, se firmarem no bordado como linguagem representativa de suas referências femininas, mantendo elos com sua ancestralidade. Há mais de uma década, linha e agulha passaram a ser as ferramentas através das quais Bel compõe suas obras, pensando a vida por meio de fios, ora pontilhados, ora expandidos, costurando tramas de caráter íntimo para falar de questões inerentes a condição humana. Suas obras são construídas lentamente, num exercício de paciência e meditação, desafiando a aceleração da vida contemporânea, transmutando poesia têxtil em tempo tátil.Desde 1995 vem expondo seu trabalho em diversos museus e centros culturais no Brasil e no exterior. Destacam-se as exposições individuais no Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1995; na Casa de Cultura Laura Alvim, em 1996; no Centro de Estudos Brasileiros de Maputo, em Moçambique, em 1997; no Museu da República do Rio de Janeiro, em 1998; e entre os anos de 2005 e 2009, sua individual “De tão Alvas, quase almas“ percorreu vários espaços culturais como o Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Olinda, SESC Petrópolis e Museu Brasileiro de Escultura em São Paulo. Em 2010 sua individual “Fios/Hilos” ocupou três salas do Museu MACAY, no México, integrando o panorama sobre a Arte Contemporânea do Brasil.Em galerias comerciais, realizou as individuais “Nós” na HAP Galeria, no Rio de Janeiro; em 2014, “Como Somos” na Galeria Karla Osório; Brasília, em 2016, e “Conexões” na galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, em 2018Dentre as mostras coletivas que participou, destacam-se: “A medida do olhar”, na Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea”, Rio de Janeiro, 2023; “AR”, na OÁ Galeria, em Vitória, 2020; “Mulheres na coleção MAR”, Museu de Arte do Rio, 2019; “De Pedras a pássaros: direções e sentidos”, na OÁ Galeria, em Vitória, 2019; “Lacunas Preenchidas”, Galeria da Villa Aymoré, no Rio de Janeiro, 2019; “Drawing Lines” na Shüebbe Projects em Düsseldorf, 2009; “Brasilidades”, no Centro Cultural da Light, no Rio de Janeiro, em 2000 e “O feminino” no Museu da República, no Rio de Janeiro, em 1997.Seu trabalho faz parte do acervo do Ella Fontanal-Cisneros Collection, do Museu de Arte do Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes do Rio de janeiro, Centro Cultural Correios, Cia Souza Cruz S/A e também de diversas coleções particulares no Brasil e no exterior.Tem seu trabalho representado pela galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea no Rio de Janeiro, a OÁ Galeria em Vitória, ES, e a galeria Luciana Caravello em São Paulo, que vêm anualmente apresentando suas obras nas principais feiras de arte no Brasil.Teve seu processo criativo registrado na série de documentários “Ateliê Aberto” do Canal Curta em 2022, e foi convidada a fazer uma Residência artística no Mosteiro Zen do Morro da Vargem pela OÁ Galeria, no Espírito Santo em junho de 2023.Curadoria: Isabel Sanson PortellaÉ graduada em museologia pela Unirio, com especialização em História e Arquitetura do Brasil pela PUC-Rio, mestrado e doutorado em Crítica e História da Arte, pela Escola de Belas-Artes/UFRJ. Atualmente é coordenadora e curadora da Galeria do Lago Arte Contemporânea do Museu da República/Ibram. Conselheira do Prêmio Pipa de 2024, com vários textos críticos em publicações (catálogos, periódicos e livros). Curadora de várias exposições, entre as quais estão: Intervenções Urbanas Bradesco —ArtRio 2015 e 2016; “Aquilo que nos um”, no Centro Cultural da Caixa Federal/SP e “Uma casa toda sua”, Museu Casa Eva Klabin (2024). Integrou a curadoria do Projeto Decorporeidade: Poéticas Artísticas da Deficiência (2022), selecionado no apoio às artes da DGArtes, Portugal. Escreveu um capítulo sobre acessibilidade no livro Hackeando o poder (2023), de Panmela Castro.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 18/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.