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O Festival Reconexão Africanidades 3ª edição realizará ações de formação e difusão em Congonhas e Belo Horizonte, entre abril e novembro de 2026. A principal ação formativa será a criação do FVV (Fórum Voz e Vez), com 10 encontros virtuais mensais para debater o antirracismo e gerar oportunidades de trabalho. O projeto também levará oficinas de dança, capoeira e congado a 20 escolas públicas em Congonhas. No eixo de difusão, serão realizados 4 grandes eventos (de 4 dias cada) nas duas cidades, promovendo o intercâmbio de artistas. Esta programação entregará: 36 contratações de bandas de samba, 48 oficinas de formação, 8 espetáculos cênicos, 8 palestras e 2 cortejos de cultura popular (Congado e Folia de Reis). O projeto cumpre a Lei 10.639/2003, promove acessibilidade total (Libras, audiodescrição) e visa gerar mais de 900 postos de trabalho (diretos e indiretos), reforçando a produção artística negra.
não se aplica
Apresentação:O projeto Festival Reconexão Africanidades 3ª edição nasceu da necessidade e do compromisso de contribuir para reparar erros históricos e qualificar o debate sobre a cultura afro-brasileira. Nossa filosofia é trabalhar para instrumentalizar artistas e agentes culturais para que construam trajetórias mais humanas, pautadas pela alteridade e pelo respeito às identidades, que possuam espaço e oportunidades reais de trabalho e visibilidade durante todo o ano, e não somente em novembro, na semana da Consciência Negra. O objetivo é lutar contra o racismo sistêmico e estrutural dentro do campo das artes. Com isso, a Notom Produções Artísticas vem, desde 2024, promovendo ações em conjunto com a Prefeitura de Congonhas e de Belo Horizonte, pela valorização de artistas locais — artistas que têm suas trajetórias desenvolvidas no território — e projetando-os para além das fronteiras mineiras.A programação abraça todas as manifestações culturais afrodescendentes, desde as folias de reis, guardas de congado, capoeira, a Festa de Landra, danças afro (jongo, maracatu, maculelê, entre outras); na música, elegeu-se o samba e o rap, além de artes visuais urbanas como o grafite. Nas duas edições realizadas, estiveram presentes mais de 180 artistas, com nomes como Manoel Soares (ex-apresentador do Programa Encontro, da Globo), Ministra Macaé Evaristo, Arlindinho e o Grupo Katinguelê. Neste ano de 2025, a Prefeitura de Congonhas lança seu Selo de Cidade Antirracista, com a presença de autoridades defensoras da luta antirracista. A cidade respira e se move através do olhar de artistas e profissionais negros e negras da cultura de Minas Gerais, e este movimento só é possível em rede, construído coletivamente. Vivenciando a experiência do projeto em suas duas edições, percebemos o quanto é importante ampliarmos o território, mobilizar e incorporar novas ações artísticas e de formação, para instrumentalizar pessoas para que sejam agentes de transformação deste território. Porque sabemos que o fato de ter lugar de fala não significa que existe voz; então, a vocalização de pessoas negras passa pelas oportunidades que são dadas.Assim, entre os meses de abril e novembro, realizaremos uma série de atividades artístico-culturais em Congonhas e Belo Horizonte. A escolha estratégica destes meses visa ampliar o calendário de oportunidades em todas as frentes. A programação, integralmente desenvolvida em consonância com a Lei 10.639/2003, estrutura-se nos eixos de difusão, fruição e formação. Dentro das ações que compõem o objeto central, haverá dois grandes momentos (um no primeiro semestre e outro no segundo) em cada cidade, BH e Congonhas, promovendo o intercâmbio e alternando artistas de Congonhas em Belo Horizonte e de Belo Horizonte em Congonhas. Ocupamos escolas públicas, centros culturais e convidamos projetos artístico-sociais que desenvolvam o tema no cotidiano, levando oficinas de dança, capoeira e palestras sobre letramento racial.Nosso objetivo é criar um espaço permanente de educação e protagonismo para artistas negros e negras, celebrando nossa ancestralidade. Os palcos, exposições e todas as ações destacarão os signos e símbolos da cultura negra, ensinando como nosso país é marcado pelo sincretismo religioso, pela diversidade cultural e por uma história que é contada a partir da população negra deste país.O Festival Reconexão Africanidades 3ª edição reforça Congonhas e Belo Horizonte como territórios criativos e produtivos, onde artistas negros e negras fomentam e destacam sua pulsão artística, elevando e maximizando a memória ancestral afro-brasileira, ampliando o conhecimento acerca da diáspora africana e suas consequências. Objetivo geral:Desenvolver uma programação cultural e artística que englobe as manifestações de matrizes afro-brasileiras em suas diversas linguagens, música; dança; saberes populares da cultura popular (folias de reis, congado, entre outras); com ações de formação, difusão e fruição. Objetivos especificos:1. Criar o FVV ( Fórum Voz e Vez), um Fórum Virtual das Artes Negras, encontros mensais com autoridades do campo da luta antirracista, oferecendo palestras, debates e compartilhando as programações que acontecem em Minas e no Brasil, que irá contribuir na oferta e demanda de espaços de trabalho. Ao longo de 2026 seriam 10 encontros virtuais. 2. Realizar 4 eventos de 4 dias nas duas cidades, dois no primeiro semestre e dois no segundo semestre, ofertando 36 espaços para contratação de bandas de samba, 48 oficinas de formação, 8 palestras e 8 espetáculos de artes cênicas, 2 cortejos de guardas de congado e folia de reis. 3. Promover oficinas ( dança, capoeira, congado) em 20 escolas públicas de Congonhas, sendo metade no primeiro semestre e metade no segundo semestre. 4. Gerar mais de 300 postos diretos de trabalho e mais de 600 indiretos, considerando toda programação nas duas cidades. 5. Promover a acessibilidade através da educação popular, destacando o papel do profissional de libras, audio descrição, escritor em braille, inserindo estes em todas as ações do projeto e qualificando a equipe de produção e execução.6. Dar acesso ao participantes do fórum virtual ao advogado do projeto, para consultas relativas à violação do direitos humanos, casos de racismo, homofobia, misoginia
Justificativa culturalO Festival Reconexão Africanidades, em sua terceira edição, justifica-se culturalmente como uma plataforma necessária e urgente de combate ao racismo estrutural no campo das artes. A cultura afro-brasileira, pilar fundante da identidade nacional, é frequentemente confinada a um calendário simbólico, que limita a visibilidade e as oportunidades de trabalho para artistas negros e negras majoritariamente ao mês de novembro. O festival nasce, assim, do compromisso ético e artístico de reparar erros históricos e romper com essa sazonalidade excludente.O projeto vai além da simples difusão de eventos; ele se estrutura de forma sistêmica nos eixos de difusão, fruição e formação. Sua relevância cultural está em "instrumentalizar" artistas e agentes culturais, fornecendo-lhes ferramentas para a construção de trajetórias profissionais sustentáveis e pautadas pelo respeito às identidades. A criação do FVV (Fórum Voz e Vez) é uma ação estratégica nesse sentido, materializando a filosofia do projeto: transformar o "lugar de fala" em "voz" ativa, ao criar uma rede permanente de debate, conexão e geração de oportunidades reais de trabalho.Em total consonância com a Lei 10.639/2003 — que estabelece o ensino da história e cultura afro-brasileira —, o festival atua como uma ferramenta viva de educação e letramento racial. A programação é ampla e diversa, abraçando manifestações que vão dos saberes tradicionais (Folias de Reis, Congado, Capoeira, Festa de Landra) às expressões urbanas contemporâneas (Samba, Rap, Grafite). Ao levar oficinas e palestras a escolas públicas e centros culturais, o projeto democratiza o acesso e forma novos públicos.Mais do que um evento, o Reconexão Africanidades é uma ação de política cultural afirmativa. Ele promove o intercâmbio entre territórios (Congonhas e Belo Horizonte), fomenta a economia criativa local — gerando mais de 900 postos de trabalho (diretos e indiretos) — e reforça essas cidades como polos de produção artística negra. O festival se justifica, portanto, como um espaço vital de protagonismo, celebração ancestral e reescrita de narrativas, essencial para que a história do Brasil seja, de fato, contada a partir da perspectiva da população negra que a construiu. Sobre a Notom Produções Artísticas:Toda marca nasce de uma ideia. A NoTom nasceu de uma trajetória. Há mais de 25 anos, Regina Moura transforma ideias em projetos, sonhos em aprovações e artistas em protagonistas. Produtora, gestora e articuladora, ela é quem conduz cada etapa com sensibilidade e precisão. Seu olhar une técnica e arte, porque entende que fazer cultura é muito mais do que planejar: é cuidar de histórias que merecem ser contadas. Jornal Estado de Minas (Portal https://www.google.com/search?q=EM.com.br). A equipe e parceiros do projeto são comprometidos com a força da arte negra, com a luta antirracista, por isso cada detalhe é pensado com muita atenção, desde a forma como se escreve um release, à escolha e convite aos artistas. O sucesso das edições passadas, que tiveram ampla adesão de público e parcerias institucionais com as prefeituras de Congonhas e Belo Horizonte, evidencia a capacidade de realização desta equipe, que logrou trazer nomes de projeção nacional como Manoel Soares, Arlindinho e Grupo Katinguelê, integrando-os de forma coesa e profissional aos mais de 180 artistas locais e manifestações tradicionais, confirmando a excelência e a relevância do festival no cenário estadual.A parceria com a prefeitura de Congonhas é apartidária, estamos entrando na terceira edição com a cidade, passando por dois governos distintos, mantendo o compromisso com a cidade, tendo o patrocinio contínuo da empresa CSN. Em anexo material das duas últimas edições, que podem comprovar este trabalho coletivo e que mostra o desenvolvimento do território. Por todo este conjunto de motivos, precisamos que este projeto seja aprovado na lei rouanet, no artigo 18, com 100% de renúncia fiscal, para que possamos viabilizar ainda em 2024 a segunda edição do Festival Reconexão Africanidades. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Parcerias exigidas pelo Territórios criativos:O projeto é desenvolvido em parceria público privada com a presença de:1. Gestão administrativa da prefeitura de Congonhas neste momento representada por João Sabará2. Conselho da Promoção e Igualdade Racial Municipal3. Secretaria de Igualdade Racial da prefeitura de Congonhas, neste momento representada pela Alice Vieira 4. Movimentos sociais da cidade, incluindo as Folias de Reis, Guardas de Congado, Associação de Capoeiristas, UCR União das Culturas de Rua. Análise Metodológica do Projeto "Reconexão Africanidades" (1ª e 2ª Edições) O projeto "Reconexão Africanidades", em suas edições realizadas (notavelmente em 2024 e 2025), serve como um estudo de caso prático para a aplicação de diretrizes técnicas no fomento à economia criativa. As atividades do festival demonstram a execução dos pilares metodológicos essenciais. 1. Delimitação do Território O projeto executou uma delimitação de território estratégica, focando suas ações em cidades com forte densidade cultural afro-brasileira em Minas Gerais, como Belo Horizonte e Congonhas. A escolha de locais específicos, como a Funarte MG, também representa uma delimitação de território simbólico, ativando equipamentos culturais centrais para a difusão da pauta. 2. Programas Estruturantes com Foco na Sustentabilidade A exigência de programas e ações estruturantes e contínuos é visível na concepção das edições. A 2ª edição (2025), por exemplo, foi planejada em três etapas ao longo do ano (fevereiro, maio e novembro), quebrando o paradigma de eventos pontuais.A sustentabilidade do projeto é buscada através de estratégias de "formação de plateia", como a repetição de artistas-chave (a exemplo de Adriana Araújo) em diferentes edições, criando uma identificação contínua com o público e fortalecendo a cena local. O objetivo declarado de "ir além da Semana da Consciência Negra" reforça o caráter contínuo e estruturante. 3. Identificação das Dinâmicas Econômicas Locais O festival atuou diretamente na identificação e ativação das dinâmicas econômicas da cultura afro-brasileira:Criação: Abertura de espaço para a experimentação, como visto nas oficinas de "Danças Urbanas" e "Corpo Árvore/Corpo Território".Produção: Estruturação de eventos de médio e grande porte, como o "Galpão do Samba", com artistas como Tom Nascimento e Fran Januário.Consumo: Adoção de um modelo de negócio para o consumo cultural, utilizando plataformas de bilheteria (como Sympla) e oferecendo modalidades de ingressos sociais, demonstrando uma profissionalização da cadeia. 4. Mapeamento dos Ecossistemas Criativos e Atores-Rede As edições do "Reconexão Africanidades" funcionaram como um mapeamento ativo dos ecossistemas criativos. A curadoria do projeto conectou deliberadamente diversos "atores-rede" que muitas vezes não dialogam no mesmo espaço.Isso foi evidenciado pela "miscigenação de ritmos" promovida, colocando no mesmo palco e programação:Música: Samba (Adriana Araújo), Rap (Renegado), DJs (DJ Zeu) e grupos tradicionais (Congado).Dança: Breaking e Capoeira.Artes Visuais: Grafite, através de ações coletivas de live painting. 5. Proposição de Modelos de Governança Participativos O modelo de gestão do projeto é intrinsecamente participativo, embora não centrado (pelo que foi divulgado) em uma plataforma digital de governança pública. A participação se dá através:Parcerias Estratégicas: Articulação com editais públicos (Programa Funarte Aberta), leis de incentivo (Lei Rouanet) e patrocínio privado (CSN).Curadoria Compartilhada: Envolvimento de produtores e artistas (como a curadoria artística de Luiza Braz Batista) na definição dos rumos do projeto.Plataformas Digitais de Interface: Uso de tecnologia (Sympla) para a gestão da relação com o público (consumo), embora não para a governança decisória.E agora na terceira edição irá criar o FORUM VOZ E VEZ, fórum dedicado ao debate e enfrentamento ao racismo estrutural e sistêmico. 6. Realização de Estudos e Pesquisas sobre a Economia Criativa O projeto atende a esta exigência ao se posicionar como um objeto de estudo e um gerador de debate. A proposta de trazer uma "reflexão permanente sobre os comportamentos e as narrativas atuais que alimentam o racismo" (conforme mencionado pela direção do projeto) é, em si, uma forma de pesquisa-ação qualitativa. O evento produz dados vivos sobre o consumo de cultura afro-brasileira e gera indicadores de impacto simbólico e social. 7. Qualificação de Profissionais e Empreendimentos Criativos Este é um dos pilares mais explícitos nas atividades realizadas. A qualificação de profissionais e empreendedores locais ocorreu de forma direta através de:Oficinas Técnicas: Atividades formativas gratuitas, como oficinas de percussão, dança e grafite.Fomento à Competição: Realização de "batalhas de rimas", que funcionam como espaços de qualificação e visibilidade para MCs (empreendedores da palavra).Em síntese, as duas edições do "Reconexão Africanidades" demonstram a passagem bem-sucedida de um conjunto de diretrizes técnicas para a prática, consolidando um festival que não apenas celebra, mas ativamente estrutura, mapeia e qualifica a economia criativa afro-brasileira nos territórios onde atua.
não se aplica
Territórios Criativos ( produto principal) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Será montado um palco na Estação Ferroviária acessível para a população periférica, com rampas de acesso ao palco para cadeirantes, banheiros químicos adaptados. Na praça teremos espaços especiais para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, junto ao palco. Em Belo Horizonte será realizado na Funarte ou praça pública, com acesso gratuito. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras em todas as atividades do Festival. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição em totens estrategicamente posicionados junto ao palco, com fones para serem disponibilizados em cada apresentação. Além de material impresso em braile e placas indicativas em braile. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios.ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ( produto secundário) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: eles acontecem na rua, no espaço de circulação de pessoas, são espetáculos em que a rua é elemento cenográfico. Assim, teremos uma equipe para colocar rampas móveis para ajudar cadeirantes e construir parcerias locais para atendimentos especiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:: Tradução em libras em todas as atividades do Festival. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição feita pelos artistas e a produção para atender a população que circula nas vias públicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios. APRESENTAÇÃO MUSICAL ( produto secundário) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Será montado um palco na Estação ferroviária acessível para a população periférica, com rampas de acesso ao palco para cadeirantes, banheiros químicos adaptados. Na praça teremos espaços especiais para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, junto ao palco. Em Belo Horizonte será em espaço fechado com toda estrutura necessária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras em todas as atividades do Festival. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição em totens estrategicamente posicionados junto ao palco, com fones para serem disponibilizados em cada apresentação. Além de material impresso em braile e placas indicativas em braile. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios. OFICINAS ( produto secundário) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas irão acontecer no centro cultural e no teatro da cidade, com rampa de acesso e banheiro adaptado e nas escolas públicas em parceria com a secretaria de educação municipal. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição no inicio de cada oficina. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios.
O projeto tem todas as suas atividades gratuitas em Congonhas e Belo Horizonte, a participação nas oficinas será mediante inscrição online e de acordo com o número de vagas, teremos as seguintes ações de democratização:1. 10% das vagas de trabalho serão reservadas para pessoas negras LGBTQIA+ . 2. 10% das vagas de trabalho serão reservadas para mulheres negras que são mães solo, terão que apresentar a certidão de nascimento dos filhos. Para divulgar e incentivar o acesso ao festival, faremos ações de formação nas escolas públicas, nos centros culturais e um carro de som passará em todos os bairros mais distantes do centro da cidade, para convidar a população. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
REGINA MOURA ( produtora, idealizadora e diretora do projeto). A empresa proponente é de propriedade de Regina Moura, assim, sua função no projeto vai além de ser a responsável legal, mas é a pessoa idealizadora do formato, da gestão de execução, será a diretora geral e de produção do mesmo, ou seja, tudo passa pelo proponente. Formação acadêmica:Licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, diretora de produção com registro profissional no SATED MG desde 2005, DRT 6605Experiência artística profissional:Comecei minha carreira em 2001 como professora de dança no Projeto BH Cidadania e Arena da Cultura em Belo Horizonte, posteriormente integrei a equipe da Cia Seráquê também como professora de dança, em seguida como produtora, onde fiquei por cinco anos. 2006,2007, fui produtora da Mimulus Cia de Dança, responsável pela produção dos espetáculos, elaboração e gestão dos projetos aprovados nas leis de incentivo.2007 até 2018, fui produtora do Grupo de Dança Primeiro Ato, onde coordenava a produção, construção de agenda dos espetáculos, elaboração captação dos projetos. 2018 até hoje: criei a Moura Projetos Artísticos e Culturais, foquei na elaboração e escrita de projetos, passando a atender artistas da música, daa dança, do teatro, audiovisual e artes plástica, montei um curso online de produção cultural durante a pandemia para auxiliar artistas na submissão de projetos nos editais de auxilio emergencial, dei mentorias. Este ano registrei a empresa como PJ e sigo sendo gestora de mais de doze artistas dentro de Belo Horizonte, onde cuido dos projetos, assessoria de execução e prestação de contas. Na minha trajetória, tive a oportunidade de produzir nos principais grandes teatros do país, Brasilia, Curitiba, Salvador, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Aracaju, Recife, Florianópolis, Espirito Santo. Festivais nacionais e internacionais, Argentina, Uruguai, Paraguai, Espanha (FIT DE CADIZ), Circuito de Artes do Sesc SP por três vezes. A experiência de produção de grandes espetáculos me deu a confiança de abrir minha própria empresa de produção, além da capacidade de captação de recursos que é fruto de um trabalho intenso de articulação politica e no setor privado.LUCAS SOUZAGestor de tráfego e coordenador de marketing Formação acadêmica: Graduado em Administração pelo IFMG e certificação de mobilidade internacional pelo IPB em Portugal. Curso de Marketing Digital e Gestão de Tráfego - 5 Liberdades Wendel Carvalho (2020)Curso de Investment Banking - IB na prática com Adriano Leite (2024)Experiência profissional: 2021/2022 atuou como consultor de investimentos na Strati Investimentos onde desenvolveu habilidades com mercado financeiro, economia e produtos de investimentos. 2023 atuou como gestor financeiro de projetos culturais (SID 2023 e Presley) ficando responsável por toda gestão financeira, desde pagamentos, fluxo de caixa e prestação de contas. 2024 trabalhou como estagiário em uma empresa de projetos cofinanciados em Portugal (MORE COLAB), onde auxiliou na gestão financeira de projetos incentivados pela União Europeia.2025 fundou a Logus Incentivos Fiscais, empresa que atua no ramo de captação de recursos via leis de incentivo, e também é sócio da NoTom Produções Artísticas. MARIA CLARA MOURAProdução executiva e prestação de contasFormação acadêmica:Jornalismo - Universidade Federal do Pampa (Incompleto)Técnico de design gráfico - Escola Zion (Cursando) Experiência profissional: Atendente de cafeteria - Splash Cafeteria 03 de novembro de 2021 à 15 de janeiro de 2022Atendente - Joker Janeiro de 2022 à abril de 2022Professor de inglêsProdutora executiva nos projetos:PROJETO ORQUESTRA JOVENS DA VILA PRONAC 231838.PROJETO 1546/2022 – PROJETO: BANDA SINFÔNICA COMUNA URBANAPROJETO 0439/2023 – PROJETO: FANFARRA e a Música Popular BrasileiraSemana da Consciência Negra: Oduduwa & Africanidades. PRONAC 231918Reconexão Africanidades 2024/2025 AC.: 2024.3808.0057Fotógrafa nos projetos:Semana da Consciência Negra: Oduduwa & Africanidades. PRONAC 231918
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 13/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.