Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO chega a sua 13ª edição, sendo reconhecido como um dos principais festivais de música instrumental do Brasil. Um festival que traz atrações internacionais, nacionais, estaduais e locais. A programação inteiramente gratuita, que preenche de musicalidade o Vale do Capão, município de Palmeiras, na Chapada Diamantina-Bahia, apresentando além dos shows musicais, oficinas e workshops. Sempre com preocupação com o retorno ambiental e social.
Não se aplica
O Festival de Jazz do Capão é um projeto calendarizado, apoiado pela Secretaria de Cultura da Bahia, através do Edital de Eventos Calendarizados 2024 a 2027. Nestes quatro anos de apoio, a SECULT/BA contempla parte dos custos do evento, que desde 2017 recebe o complemento de patrocínio através da Lei Rouanet. Em 12 edições realizadas o projeto contou com os patrocínios do Ministério da Cultura; Programa Petrobras Cultural; Fundo de Cultura da Bahia; e de diferentes empresas, através da Lei de Incentivo Federal. No palco do Festival, já passaram nomes como: Naná Vasconcelos, Raul de Souza, Egberto Gismonti, Orkestra Rumpilezz, Pedro Martins e tantos outros, levando mais de 80 atrações musicais diferentes para o interior do Brasil, entre 2010 e 2025. Nesta nova Edição, com o patrocínio via Lei Rouanet, a proposta em ampliar a programação já definida no Edital de Eventos Calendarizados, que prevê 6 apresentações musicais e 2 workshops; e realizar uma programação com 6 dias de evento: 1º dia _ Oficina de Introdução à Sonorização; 2º dia _ Oficina de Criação Artística Coletiva; 3º dia - Oficina de Criação Artística Coletiva; 4º dia - Oficina de Criação Artística Coletiva; 5º dia _ Workshop Musical + Apresentações Musicais; 6º dia _ Workshop Musical + Apresentações Musicais. OBJETIVO GERAL: Realizar 6 dias de atividades diversas do FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, oficinas, intercâmbios, workshops e apresentações musicais, em Salvador e no Vale do Capão, Chapada Diamantina _ Bahia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 1 Oficina de Criação Artística Coletiva, promovendo o intercâmbio artístico entre uma artista convidada e músicos locais do Vale do Capão; - Realizar 1 Oficina de Introdução à Sonorização para jovens da rede pública de ensino do Vale do Capão, fomentando o interesse da juventude pela música instrumental; - Realizar 2 workshops musicais, aberto ao público, no Coreto da Vila do Capão; - Realizar 6 apresentações musicais, gratuitas e aberta ao público, no Circo do Capão; - Fortalecer a Economia Criativa da região, através da contratação de serviços de restaurantes, pousadas e outros prestadores de serviço locais.
O projeto se enquadra nos Incisos I, II, III, IV, V, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei nº 8.313/91. Assim como atingem os objetivos do Art. 3º da mesma Lei nos incisos II c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III d) Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. O FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO promove o incentivo à formação artística e cultural, mediante realizações de 8 dias de programação gratuita para todos os públicos, fomentando à produção cultural e artística, estimulando o acesso a bens e valores culturais, ligadas à musical e a produção artística. Nas duas primeiras edições do FESTIVAL, que contou com o patrocínio do Ministério da Cultura, o Vale do Capão pôde conferir as apresentações: em 2010 de Hermeto Pascoal, Mou Brasil, Toninho Horta, Grupo Garagem, Banda de Boca, Coral do Capão, Grupo Instrumental do Capão; e em 2011, as apresentações foram de Naná Vasconcelos, Orkestra Rumpilezz, Viola de Arame, Jaques Morelenbaum Cello Samba Trio, Ivan Lins, Jurandir Santana e Grupo, Carlos Malta e Pife Muderno. Em 2013 e 2014, o Programa Petrobras Cultural foi o patrocinador, possibilitando trazer para o evento nomes como: Munir Hossn, Gabriel Grossi, Letieres Leite Quinteto, Grupo Instrumental do Capão e João Bosco, em 2013; e Tiganá Santana, Raul de Souza, Gabi Guedes, Ricardo Herz e Dori Caymmi, em 2014. Em 2015, além do Programa Petrobras Cultural, o FESTIVAL contou também com o Apoio Financeiro do Fundo de Cultura da Bahia e foi possível realizar apresentações dos músicos Ricardo Castro e André Mehmari, com um piano de cauda dentro do Circo do Capão; além de levar para o palco principal do evento, as atrações: Aguidavis do Jêje, Jorge Solovera, Joatan Nascimento, Toninho Ferragutti e Joyce Moreno. Em 2012 e 2016 o FESTIVAL não foi realizado por falta de patrocínio. Em 2016, o Festival foi aprovado no Edital de Eventos Calendarizados 2017/2019, para três anos de apoio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia _ Secult/BA. E em 2017, aconteceu a primeira ação conjunta do Fundo de Cultura da Bahia, e do patrocínio através da Lei Rouanet, quando se conseguiu captar R$ 50.000,00 de 3 empresas via lei de incentivo federal. Neste ano a programação contou com: Egberto Gismonti, Ubiratan Marques, Quintetrio, Michaela Harrison, Pirombeira, além da Mostra Capão. Em 2018, a captação via Lei Rouanet foi menor, gerando R$ 32.000,00 de 3 empresas. A novidade deste ano foi a criação da Mostra EMUS, convidando uma banda formada por alunos da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia. A programação ainda teve, Mostra Capão, Paulo Mutti, Filipe Moreno & Tarcísio Santos, Conexão Berlin, Joander Cruz, Eric Assmar Trio, além de Dani e Débora Gurgel. Em 2019, conseguimos mais uma vez o patrocínio complementar da Rouanet e a programação contou com o guitarrista baiano radicado na França, Nelson Veras, o instrumentista Luã Almeida, a banda alemã Kapelle 17, o renomado Cesar Camargo Mariano Trio, além das Mostra Capão (com 3 grupos TerrAqua, Andréa Chatalá e Yaya Massemba) e a Mostra Emus, com o grupo Quarteto Alquife. Em 2020, por conta da Pandemia, não foi possível realizar o Festival de Jazz pela terceira vez em 10 anos. Em 2021, sua primeira edição online, através da renovação do Edital de Eventos Calendarizados para mais 2 anos. Nesta edição a programação contou também com o patrocínio da Fundação Coelho & Oiticica, garantindo 8 atrações musicais: Ivan Sacerdote & Felipe Guedes; o venezuelano Otmaro Ruiz Quartet; o grupo alemão Wanja Slavin Lotur Eaters; Quartinas; Marcelo Galter Grupo; Salomão Soares e Vanessa Moreno; além das Mostras Capão e UFBA. Em 2022, comemorando sua 10ª edição realizada a programação contou com: Jordi Amorim Sexteto, Beto Martins Quinteto, Henrique Albino Quarteto, Morgana Moreno & Marcelo Rosário, Sidmar Vieira Quarteto, Leo Gandelman Quarteto, além da Mostra UFBA com Edward Luis Emmerling Quinteto e da Mostra Capão com Pablo Rozas, Fabrício Santana e Melquíades Ferraz. Em 2024, após um ano sem patrocínio, o Festival retomou a parceria com a Secretaria de Cultura da Bahia, através do Edital de Eventos Calendarizados 2024 a 2027. Com o patrocínio complementar da Suzano e Axxo Construtora, através da Lei Rouanet, o evento ampliou sua programação que contou com Oficinas, Workshops e uma programação musical com: Mostra Capão com Paulo Souza e Arian Pinho & Marcelo Nishimori; Itiberê Zwarg Quarteto; Tatiana Parra; Nei Sacramento; Mostra UFBA com Nino Bezerra; Vanessa Melo; Michael Cain (EUA); e Pedro Martins e a Banda Rádio Mistério. Em 2025, o Festival aconteceu através do Edital de Eventos Calendarizados + o patrocínio da CAIXA, com verba direta, com a seguinte programação: Mostra UFBA com Tito Pereira; Joana Queiroz Quinteto; Tedy Santana; Mostra Capão com Evapora & Vozes de Raiz; Luiza Britto & Trio Cravo e Canela; e a atração espanhola Antonio Lizana Quinteto Em 2025, o Festival não conseguiu captar através da Lei Rouanet. E mais uma vez buscamos um patrocínio para complementar os custos do evento e para ampliar os dias de atividades, atendendo um público ainda maior de espectadores no Vale do Capão e também em Salvador.
Nos anexos segue: - Rider Técnico; - Edital Mostra UFBA; - Programação; - Ementa das oficinas e workshops.
Rider técnico em anexo.
Nestas 12 edições realizadas, o Festival do Capão sempre teve uma atenção especial para a Acessibilidade. Desde a contratação de equipe técnica (técnico de luz cadeirante, assistente de produção com nanismo) e contratação de especialistas em acessibilidade cultural. As apresentações acontecerão em locais que possuem total acessibilidade a portadores de deficiência, sejam elas de locomoção, auditivas ou visuais. PRODUTOS FESTIVAL/MOSTRA E APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados, espaço reservado para cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões; e distribuição de tampões de ouvido. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS OBESAS: locação de cadeiras para obesos. PRODUTO OFICINA / CURSO (WORKSHOP) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. PRODUTO AUDIOVISUAL (VÍDEO) Pacote de acessibilidade com Janela de Libras e Legenda Descritiva. O orçamento de Interprete de Libras está previsto pelo Edital de Eventos Calendarizados, verba do Lei Estadual (conforme detalhado nas Outras Fontes). Os demais orçamentos estão previstos dentro da Lei Rouanet.
Conforme o Plano de Distribuição, o Festival é ao ar livre, não há venda de ingressos. As apresentações são todas gratuitas. Inclusive os workshops ministrados pelos artistas, que também não terão nenhum custo. Assim como as 2 oficinas, que serão ministradas para alunos da Rede Pública de Ensino (dentro da Escola); e para artistas do Vale do Capão (em local central e acessível – Anfiteatro da Pousada do Capão). O perfil do público do Festival de Jazz do Capão é o mais diverso possível, atraindo visitantes de todo o Brasil, que viajam para conhecer os recantos naturais da Chapada Diamantina e assistir ao Festival de Jazz, assim como o público que mora no Vale do Capão e regiões vizinhas. PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA / APRESENTAÇÃO MUSICAL - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial; - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como Passagem de Som aberta ao público e os Workshops Musicais; - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO OFICINA / CURSO (WORKSHOP) As oficinas e workshops são gratuitas. - A Oficina para os músicos do Vale do Capão terá uma inscrição prévia, com previsão de 20 participantes. As inscrições serão gratuitas, via internet, com a devida divulgação para o público local; - A Oficina para alunos da Rede Pública acontecerá dentro da Escola Municipal local, para alunos do Ensino Fundamental 2 e Médio, com uma previsão de 50 pessoas; - Os Workshops musicais acontecem no Coreto da Vila do Capão, no centro do distrito, aberto ao público e sem necessidade de prévia inscrição. Média de 100 pessoas por workshop. PRODUTO AUDIOVISUAL (VÍDEO) Todo produto audiovisual produzido será disponibilizado nas redes do Festival do Capão, seja o instagram @festjazzcapao ou o Youtube https://www.youtube.com/@FestJazzCapao
COORDENADOR ADMINISTRATIVO e COORDENADOR GERAL - Tiago TAO Formado em Comunicação Social, com Habilitação em Publicidade, e com mais de 20 anos de experiência no mercado cultural. Atua como elaborador e administrador de projetos culturais, produtor executivo e diretor de produção. Com mais de 100 projetos aprovados em editais de diversos e Leis de Incentivo, trabalha em todas as áreas artísticas (audiovisual, artes visuais, artes cênicas, música e patrimônio cultural). Dentre os trabalhos com música destaca-se: produção executiva do Festival de Jazz do Capão, entre 2013 e 2024; produção executiva dos projetos do artista Tiganá Santana; produção da turnê do show “Fica... Vai!”, da cantora e sanfoeira Lívia Mattos; produção executiva dos programas para web da VandexTV: “Berlim Puro” e “Jazz em Plutão”; produtor do disco do violeiro e luthier Pedro Santos; administração e prestação de contas do projeto “Orquestra de Pandeiros de Itapuã”; produção executiva do projeto “Sons da África”, para a Caixa Cultural. Em Artes Visuais, atuou nos projetos: Perambulantes (2010), Fotopoética ou a Arte de Transver o Mundo (2011), Ciclos da Vida (2013), Vale do Grafite (2013), O Gabinete de Alice (2014, 2016 e 2017) - executado em 2016 na Caixa Cultural São Paulo; Ocupação Coaty (2016); Mestre Didi - Revisitações Artísticas (2017); Arte Eletrônica Indígena (2018/2019). Em Literatura, produziu os livros: “Almanaque Picolino – 18 anos de arteducação revolucionária” (2004); “Dança com Lobos – a rua dos meninos e meninas de rua” (2010); “Palhaço Chupeta – histórias e causos sob a lona do Circo Dallas” (2012); “Caymmianos – personagens das canções de Dorival Caymmi” (2015); “Bahia, 2 de Julho – guerra pela independência do Brasil” (2023). DIRETOR ARTÍSTICO e CURADOR - Rowney Scott Professor Adjunto da Escola de Música da UFBA, onde leciona Saxofone, Improvisação e Música de Câmara, participou da criação e foi coordenador do Curso de Graduação em Música Popular dessa universidade. Tem Doutorado em Execução Musical (Saxofone) pela UFBA (2007), Mestrado em Jazz Performance pela California Institute of the Arts (1990) e Graduação em Instrumento (Saxofone) pela UFBA (1986). É membro fundador do Grupo Garagem e integrante da Orkestra Rumpilezz, da banda de Carlinhos Brown e da banda da JamnoMam. Já atuou com Caetano Veloso (Prenda Minha), Gilberto Gil, Carlinhos Brown (Alfagamabetizado), Daniela Mercury (Feijão com Arroz) e Arnaldo Antunes (Paradeiro), entre outros. Atuou como solista das orquestras Sinfônicas da Bahia e da UFBA. É diretor artístico e curador do Festival de Jazz do Capão. É o idealizador do FESTIVAL DE JAZZ DO CAPÃO, tendo atuado DIRETORA DE PRODUÇÃO - Fabiana Carvalho Moradora do Vale do Capão desde 1988. De 1985 à 1987 – Ingressou no Curso de Comunicação com formação para jornalismo da Universidade Federal da Bahia, concluindo seis semestres. - Assistente de produção do VII Festival de Música Instrumental da Bahia (1986). - assistente de produção do Show Plano de Vôo do Grupo Garagem, com produção premiada no Troféu Cayme; - Assistente de produção do manifesto preservacionista do bairro Rio Vermelho, Salvador/Ba, no Show Som na Praça. De 1995 à 2007 - participou da implantação e da administração da Pousada Vale do Capão; - participou da implantação e da administração do Restaurante Jaqueira; - na Pousada Vale do Capão, produziu shows abertos com grupos e artistas de Salvador como o Grupo Garagem, o músico André Bernard e a banda de reggae Folha de Chá; - trabalhou com orçamentação e administração na área de construção civil na região da Chapada Diamantina. Realizou a produção local do Festival Internacional Diamantino de Circo, em 2017, na Chapada Diamantina. É a produtora do Festival de Jazz do Capão, desde sua segunda edição. COORDENADOR TÉCNICO - Vavá Furquim Inicia sua carreira em 1973, com a banda Mar Revolto, atuam como técnico de som, iluminador e auxiliar técnico. Como técnico de som trabalhou em dezenas de festivais de música nas últimas 4 décadas, destacando-se: Rock in Rio I, Free Jazz Festival, PercPan Festival, Festival de Verão, Festival de Jazz do Capão, entre outros. Trabalho na empresa João Américo Sonorizações por 4 anos, a principal empresa do segmento na Bahia. Foi técnico do Teatro Castro Alves por 3 anos. Trabalho como técnico de PA de Alceu Valença por 8 anos. Trabalhou como Operador de PA de Djavan por 1 ano. Por mais de 30 anos trabalho com Caetano Veloso, como designer de áudio, operador de áudio e mixer de PA. É sócio da Editora, Gravadora e Selo Tupynambá Produções Musicais.
Projeto ajustado pelo proponente e encaminhado ao MinC para avaliação