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O projeto consiste na publicação do livro de artes Coleção Gilberto Chateaubriand - 100 Anos - apresentando a evolução da arte brasileira através de obras de nomes icônicos como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, José Pancetti, Waltercio Caldas, Iole de Freitas, entre outros; representando o melhor do modernismo e da produção contemporânea nacional. Com uma edição bilíngue, o projeto contribuirá para o reconhecimento global do acervo como pilar fundamental da nossa identidade visual e artística. A edição comemorativa também apresentará textos escritos por grandes curadores, essenciais para dar reflexão ao conteúdo e elaboração à narrativa visual. O livro se tornará um objeto de estudo, literário e histórico brasileiro.
O livro terá 240 páginas, compostas por imagens e textos, apresentando a trajetória do centenário Gilberto Chateaubriand, responsável pelo acervo mais emblemático do país e uma parte fundamental da história da arte e da cultura brasileira. A publicação utiliza critérios como a preservação histórica e cultural das artes visuais, a documentação de obras icônicas, o rigor na arte fotográfica e estética, além da valorização da memória social e individual através do registro de personagens e protagonistas do cenário artístico. Como contrapartida social, o projeto envolve a publicação e distribuição de 2.000 exemplares, sendo 200 deles destinados de forma gratuita a instituições públicas e de ensino, além da realização de um evento de lançamento gratuito e com plena acessibilidade para o público.
Objetivo geral- Publicar e distribuir o livro com o propósito de ampliar o conhecimento público em relação a sua trajetória como importante parte da arte brasileira.Objetivos específicos- Publicar 2000 exemplares.- Realizar a distribuição gratuita de 200 exemplares destinados à população em locais estratégicos na área de arte/cultura, como: bibliotecas, escolas, universidades públicas, museus, centros de arte e cultura, organizações sem fins lucrativos com objetivo cultural, etc. - Realizar a tradução da biografia de português para inglês.- Realizar como contrapartida social um evento cultural sobre o livro em local acessível às pessoas portadoras de deficiência física e com entrada gratuita, aberta ao público.
A arte brasileira é reconhecida mundialmente por sua singularidade, sendo um pilar fundamental da identidade e da soberania cultural do país. A Coleção Gilberto Chateaubriand se consolidou, ao longo de sete décadas, não apenas como um acervo privado, mas como a mais completa crônica visual da nossa produção artística, tornando-se patrimônio afetivo e intelectual do Brasil.Preservação do Patrimônio e Memória: A obra atua na salvaguarda da memória do colecionismo brasileiro. Ao reunir nomes que definem o país, desde o Modernismo até as experimentações contemporâneas, o livro assegura a documentação de um acervo que é referência obrigatória para a compreensão da nossa história visual e da evolução das artes plásticas nacionais. Narrativa curatorial e reflexão crítica: O projeto vai além do catálogo de imagens, priorizando o pensamento crítico. A contribuição de grandes curadores é estratégica para oferecer novas camadas de interpretação sobre o acervo, reafirmando a produção como uma indústria de conhecimento e pesquisa. Representatividade e difusão cultural: O livro funciona como uma ferramenta de diplomacia cultural, posicionando o Brasil em instituições e bibliotecas globais como detentor de um patrimônio sofisticado, capaz de dialogar com as principais correntes artísticas do mundo.O projeto também está alinhado com o Art 1º da Lei 8.313, mais especificamente no inciso abaixo:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;E de acordo com o Art 3º, o projeto atingirá os seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
A publicação será da Barléu Edições, responsável pela produção e distribuição do livro (produto principal deste projeto), que vem se destacando como a principal editora de artes do país, lançando inúmeros livros como Beatriz Milhazes; Jorge Guinle; Anos 80: embates de uma geração; Arte no Brasil no século XIX; Arte no Brasil de 1920 a 1940; Então, Maria Bethânia (fotobiografia); Coleção MAM; entre outros diversos livros de artistas e coleções.
Formato 26x27cm240 páginasPapel couché mate fosco 170gCapa dura com laminação fosca a 4 cores e guardas impressasTiragem 2000 exemplaresValor: R$ 180,00O livro será feito com papel selo FSC, uma certificação internacional concedida a empresas que promovem o uso responsável das florestas e da conservação de seus recursos naturais.
Produto #1: LivroProduto #2: Contrapartidas sociais (Evento de lançamento com entrada gratuita)ACESSIBILIDADE FÍSICA: o evento será realizado em local acessível.Item da planilha orçamentária: não se aplica.
O projeto prevê estratégias sólidas para garantir que o bem cultural atinja diversos públicos, indo além do mercado comercial. O evento de lançamento terá caráter cultural, com acesso franqueado ao público e registro audiovisual para ampla divulgação digital; provavelmente será localizado no MAM, um dos centros culturais mais prestigiados do Rio de Janeiro.A tiragem total será de 2.000 exemplares, distribuídos da seguinte forma:1.400 exemplares (70%) – Comercialização: Serão destinados à venda em livrarias e pontos de venda direta, com preço médio de mercado, garantindo a sustentabilidade da obra e sua presença no mercado editorial.600 exemplares (30%) – Distribuição Gratuita: Divididos conforme as normas vigentes da IN nº 01/2023:200 exemplares (10%) – Institucional: Destinados ao patrocinador (limite máximo permitido por lei).200 exemplares (10%) – Caráter Social e Educativo: Destinados à doação para universidades, escolas públicas, bibliotecas, museus e organizações sem fins lucrativos, garantindo o acesso gratuito à população.200 exemplares (10%) – Divulgação: Destinados à imprensa, formadores de opinião e críticos literários para promoção do bem cultural.Portanto, como medidas de democratização de acesso, as estratégias estão estritamente alinhadas com o art. 28 da IN nº 01/2023, especificamente no inciso I, ao garantir a doação de pelo menos 10% da tiragem para fins sociais, inseridos dentro de um plano de distribuição que disponibiliza 30% da obra de forma inteiramente gratuita.
O dirigente, Carlos Leal, é editor da Barléu Edições e fará a gestão do processo editorial com os profissionais abaixo citados:- Coordenação editorial: Manoela Vaghi GamaManoela é uma escritora carioca, estudante de psicologia, e trabalha em editoras de livros na área de coordenação de projeto, edição, revisão e tradução. Publicou o livro "Na sombra da dúvida" pela Editora7Letras. Possui o certificado do curso de extensão "Cinema e Pintura" ministrado pelo departamento de Comunicação Social na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; do curso de "Objeto-poema/Poesia visual" ministrado pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage; e do curso de roteiro idealizado e dirigido pela Manuela Cantuária, roteirista e colunista da Folha de São Paulo. Em 2023, trabalhou na Azougue Editorial e, atualmente, assume a coordenação editorial das editoras Francisco Alves e Barléu Edições. Foi convidada a participar como organizadora e autora integrante do livro “Sinapse – literatura no Brasil hoje” lançado em 2024 na Academia Brasileira de Letras.- Designer (sugestão): Sonia Barreto Sônia Barreto foi uma das principais designers do escritório de Aloísio Magalhães (PVDI), consolidando-se como figura central do design moderno brasileiro entre as décadas de 1960 e 1970. Sua atuação foi técnica e estratégica, marcada pelo rigor geométrico e pela criação de sistemas de identidade visual para grandes instituições nacionais.Sua contribuição mais icônica foi a coautoria do logotipo "br" da Petrobras (1970), um marco da síntese visual no país. Além disso, participou de projetos estruturais para o Banco Central, Copesul e Souza Cruz. Pioneira em um campo majoritariamente masculino, Barreto ajudou a elevar o padrão do design corporativo brasileiro ao nível internacional, deixando um legado de clareza e racionalismo que ainda define a paisagem urbana do Brasil. - Tratamento de imagem: Carlo CirenzaCarlo Cirenza, brasileiro, 58 anos, editor da revista Carcara Photo Art. Atua na fotografia editorial e artística desde 1974, com atuação em em várias exposições no Brasil e no exterior. Foi editor da revista Paparazzi Photo Art de 1993 até 2003. Foi curador da Paparazzi Galeria de 1997 até 2006. Participou, como curador, da Exposição "Brasileins Gesichter"no Ludwig Museum em Koblens - Alemanha.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 18/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.