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> RESUMO:O projeto implanta um hub de cultura sustentável em Porto Alegre, voltado a experiências artísticas, educativas e participativas a partir do resíduo como matéria cultural. Por meio de exposições e ações formativas, promove criação, reflexão crítica e acesso à cultura em território socialmente vulnerável.
> OBJETIVOS GERAL:Implantar um hub cultural de caráter expositivo, formativo e experimental, dedicado à produção, mediação e difusão de práticas culturais contemporâneas que utilizam o resíduo como elemento simbólico, educativo e artístico. O projeto será realizado no Terceiro Distrito de Porto Alegre, território marcado por vulnerabilidade social e recentemente impactado por eventos climáticos extremos, reforçando o papel da cultura como instrumento de reconstrução simbólica, pertencimento e desenvolvimento social.O hub será estruturado como um espaço de vivências culturais integradas, reunindo exposição artística e informativa, oficinas práticas, workshops, palestras e atividades maker, articulando arte, educação cultural, inovação e sustentabilidade. As ações priorizam processos criativos coletivos, o aprendizado pelo fazer e a valorização da cultura material, estimulando novas leituras sobre consumo, cidade e território.O projeto tem como foco a formação de público e a democratização do acesso à cultura, atendendo prioritariamente estudantes da rede pública e, de forma complementar, públicos empresariais, por meio de experiências culturais imersivas e participativas. Ao integrar diferentes públicos, linguagens e saberes, a iniciativa contribui para o fortalecimento do ecossistema cultural local, amplia o acesso a bens e práticas culturais e promove a cultura como eixo estruturante de reflexão, criação e transformação social.> OBJETIVOS ESPECÍFICOS:> Produzir uma Exposição > Produzir um Espaço Maker de Oficinas > Produzir um Espaço Externo de Atividades> Produzir um Material Complementar do Projeto
> JUSTIFICATIVA:O projeto nasce da necessidade de ampliar o acesso a práticas culturais que dialoguem com os desafios contemporâneos da sociedade, especialmente aqueles relacionados à sustentabilidade, ao território e à formação cidadã. Ao utilizar o resíduo como matéria-prima para processos artísticos, educativos e criativos, o projeto propõe uma abordagem cultural que ressignifica materiais descartados e os transforma em linguagem, conhecimento e expressão simbólica, fortalecendo o papel da cultura como agente de transformação social.A escolha do Terceiro Distrito de Porto Alegre como local de realização do projeto reforça sua relevância cultural e social. Trata-se de um território historicamente marcado por vulnerabilidades sociais, econômicas e urbanas, e que foi severamente impactado pelas enchentes no Rio Grande do Sul. A ocupação cultural de parte do galpão da empresa Trashin contribui para a reativação simbólica e cultural da região, promovendo a cultura como ferramenta de reconstrução social, fortalecimento comunitário e valorização do espaço urbano.O projeto apresenta benefícios diretos à população ao oferecer experiências culturais gratuitas, acessíveis e participativas, voltadas principalmente a estudantes da rede pública e a públicos provenientes de contextos socialmente vulneráveis. Por meio de exposições, oficinas, workshops, palestras, atividades maker e dinâmicas coletivas, o projeto estimula a criatividade, o pensamento crítico, o aprendizado prático e a formação de público, ampliando o acesso aos bens culturais e promovendo o exercício dos direitos culturais.Além do impacto local, o projeto contribui para reflexões mais amplas sobre consumo, descarte, memória e futuro, conectando cultura, sustentabilidade e inovação. O material educativo complementar, distribuído gratuitamente, amplia o alcance das ações e fortalece o caráter formativo do projeto, garantindo que os conteúdos gerados extrapolam o espaço físico do hub e alcancem um público ainda maior.O aporte por meio do incentivo fiscal se justifica por se tratar de uma iniciativa de interesse público, com forte impacto cultural, social e educativo, cuja realização depende do apoio governamental para assegurar a gratuidade das ações, a qualidade técnica das atividades e a adequada remuneração dos profissionais envolvidos. O investimento incentivado viabiliza a democratização do acesso à cultura, fortalece a produção cultural local e garante que o projeto cumpra sua função social, em consonância com os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura.Alinhamento com as Normativas da Lei de Incentivo à CulturaLei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 (Lei Rouanet)Art. 1º, incisos I, II e III:I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Art. 3º, incisos I e II:I _ Incentivar a formação artística e cultural, mediante apoio a projetos de formação, educação e capacitação na área cultural;II _ Estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informativos.
> ACESSIBILIDADE:O projeto garante condições plenas de acessibilidade física, comunicacional e pedagógica, assegurando a participação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e diferentes níveis de letramento. O espaço de realização conta com rampas de acesso, áreas planas de circulação e banheiros acessíveis. As atividades e conteúdos do projeto disponibilizam descrições, legendas, materiais em formatos acessíveis e, quando aplicável, recursos de audiodescrição. As ações educativas e culturais são conduzidas por pedagogos e arte-educadores, utilizando metodologias ativas, lúdicas e de fácil compreensão, promovendo uma experiência cultural inclusiva, participativa e acessível a todos os públicos.Alinhamento com as Normativas de AcessibilidadeInstrução Normativa MINC nº 29, de 29 de janeiro de 2026Capítulo IV – Da Acessibilidade, da Comunicação e Divulgação AcessíveisArt. 38“As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais deverão conter medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, compatíveis tecnicamente com as características do objeto para cada linguagem artística de seus produtos, justificados e fundamentados, de modo a contemplar:I – no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação;II – no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla).”
> DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO:O projeto assegura a democratização do acesso à cultura ao priorizar a participação de escolas públicas, especialmente aquelas localizadas em regiões socialmente vulneráveis de Porto Alegre, garantindo a gratuidade integral de todas as atividades oferecidas. A realização do hub cultural no Quarto Distrito, território fortemente impactado pelas enchentes no Rio Grande do Sul, amplia o acesso de comunidades historicamente afastadas dos equipamentos culturais formais, promovendo a descentralização das ações culturais. Ao ocupar um espaço acessível e inserido no cotidiano da população local, o projeto possibilita a fruição cultural direta, contínua e inclusiva, fortalecendo o direito à cultura como bem público.Alinhamento com as Normativas de Democratização de AcessoLei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 (Lei Rouanet)Art. 1º, inciso II – Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.Instrução Normativa MINC nº 29, de 29 de janeiro de 2026Seção II – Das Medidas de Democratização de AcessoArt. 41“O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:III – mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino.”
> FICHA TÉCNICA:HUGO DORIGON: Especialista em comunicação digital, direção geral e gestão empresarial, com foco em projetos ESG, ODS e ajuda humanitária. Possui ampla experiência na criação, execução e administração de projetos culturais e sociais. Atuou junto a instituições como o Instituto MRV e a Fundação Banco do Brasil, desenvolvendo iniciativas artesanais, artísticas, sociais, ambientais, ajuda humanitária e de geração de renda para comunidades em situação de vulnerabilidade em Porto Alegre, RS.ANTÔNIO FLÁVIO NUNES: Diretor de Produção e Produtor Executivo, com sólida experiência em projetos e ações de responsabilidade socioambiental para empresas, governo e entidades do terceiro setor. Idealizou, coordenou e desenvolveu projetos como: RodaSom, Jornada Nacional de Literatura, Jornadinha, Vida Urgente, Teatro do Sesi, Pró-Guaíba, Implantação do Programa da Mata Atlântica no RS, Viramundos, Viratrânsito, Cheganças, ZH Gastronomia, Donna Fashion Iguatemi, Caravana RGE – Educando para a Eficiência, AES Sul na Comunidade, RGE na Comunidade.RAFAEL SILVA: Rafael Silva é cenógrafo, figurinista, diretor de arte e filósofo. Há 30 anos atua nas áreas de: teatro, dança, circo, cinema, artes visuais e publicidade. No Rio Grande do Sul, trabalhou com a Cia dos Cinco, Cia Teatro Novo, Mosaico Cultural, Deborah Finocchiaro, Heitor Schmidt, Paulo Balardim, Jeferon Rachewsky, Eduardo Severino, Paulo Guerra, Mario de Balenti, Gustavo Spolidoro, Fabiano de Souza, Carlos Gerbase, Suzi Martinez, Farol Santander, Claro, Vivo, Coca-Cola, Braskem, RBS TV, Banrisul, Bienal do Mercosul, Fiergs, CEEE, RGE, AES Sul, Expointer, e Axis Mundi. No Rio de Janeiro seus trabalhos foram com a Intrépida Trupe, Cia Pulsar, Cia dos Atores, Faculdade Angel Vianna, Tápias Cia de dança, Orquestra Proarte e Grupo sarça de Horeb, Prefeitura do Rio de Janeiro e Museu Encantado BarbieEDU SAORIN: É arquiteto e urbanista graduado pela Universidade Federal de Santa Maria em 2000 e com mestrado em Planejamento Urbano e Regional pelo PROPUR-UFRGS na área de Sistemas Configuracionais Urbanos onde realizou uma pesquisa sobre simulação de crescimento de cidades. Após um período de estudos em Londres, retornou à Porto Alegre onde realizou trabalhos em diversos campos de atuação, da construção civil ao planejamento urbano, passando por projetos de paisagismo e design gráfico.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 18/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.