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O projeto tem como objetivo promover exposições coletivas de fotografia em diversas cidades brasileiras, reunindo e valorizando obras produzidas pelos próprios moradores de cada região. A iniciativa busca transformar a comunidade em protagonista de sua própria narrativa, estimulando o olhar sensível sobre o território, a identidade cultural e as múltiplas realidades locais. Para além das exposições, o projeto realizará oficinas de fotografia, oficinas de arte e sustentabilidade e rodas de contação de histórias, criando espaços formativos e participativos que incentivem a inclusão social, o diálogo intergeracional e a consciência socioambiental.
Não se aplica
Por meio da arte como ferramenta de expressão, escuta e transformação social, o projeto propõe fortalecer vínculos comunitários, ampliar o acesso à cultura e promover o reconhecimento da diversidade como valor essencial para o desenvolvimento humano e social. A fotografia será utilizada como linguagem acessível e democrática, capaz de traduzir vivências, denunciar invisibilidades, valorizar identidades e gerar empatia.Para a concretização da proposta, a equipe estabelecerá, em cada cidade participante, parcerias com as Secretarias Municipais de Cultura e demais instituições locais, definindo os espaços de realização das oficinas, rodas de histórias e exposições. Essa articulação territorial garantirá que as atividades aconteçam em locais estratégicos, acessíveis e integrados à realidade da comunidade.O projeto terá início com uma ampla campanha de divulgação, envolvendo escolas, equipamentos culturais, instituições sociais e meios de comunicação locais, garantindo participação diversa e inclusiva. A seleção dos participantes priorizará o acesso democrático, incentivando a participação de jovens, adultos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.A metodologia será dividida em etapas formativas e expositivas.Inicialmente, serão realizadas oficinas de fotografia que combinarão fundamentos técnicos (enquadramento, luz, composição, narrativa visual) com reflexão temática. Os participantes serão convidados a desenvolver ensaios fotográficos a partir de eixos como sustentabilidade, saúde, meio ambiente, qualidade de vida, empoderamento, combate ao preconceito, educação e sonhos. Mais do que aprender técnica, os participantes serão estimulados a refletir sobre sua própria realidade e a transformá-la em narrativa visual.Paralelamente, ocorrerão oficinas de Arte e Sustentabilidade, estruturadas em formato de dinâmicas interativas e jogos colaborativos, baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Nessas atividades, os participantes discutirão desafios e potenciais de seus territórios, sendo posteriormente convidados a traduzir essas reflexões em produções visuais autorais, fortalecendo a compreensão crítica e o protagonismo social.As rodas de contação de histórias complementarão o processo formativo, promovendo momentos de escuta, partilha e conexão emocional. As narrativas serão adaptadas às diferentes faixas etárias e dialogarão com os temas trabalhados nas oficinas, utilizando a oralidade como instrumento de pertencimento, memória e construção coletiva de sentido.Como resultado desse percurso, cada cidade realizará uma miniexposição fotográficacom as obras produzidas localmente. Esses momentos funcionarão como celebração do protagonismo comunitário e como espaços de encontro entre autores, familiares e público visitante, estimulando o reconhecimento e a valorização das narrativas locais.Ao final do circuito, serão realizadas Grandes Exposições em locais de ampla circulação de público, reunindo uma curadoria das imagens produzidas em todas as regiões participantes. Essas exposições ampliadas terão o objetivo de dar visibilidade nacional às produções, potencializando o alcance do projeto e promovendo a empatia entre diferentes realidades sociais, ao apresentar ao público múltiplos olhares sobre o Brasil contemporâneo.Mais do que exposições fotográficas, o projeto constitui um processo formativo e transformador, no qual a arte atua como instrumento de inclusão cultural, fortalecimento da autoestima, ampliação de repertório e construção de cidadania. Objetivos específicos: · Realizar 06 miniexposições de imagens com visitação prevista de 400 pessoas por local, totalizando 2.400 pessoas· Impactar 50 pessoas por local com oficinas de fotografia, totalizando 300 pessoas impactadas; · Realizar oficina de arte e sustentabilidade com previsão de 200 pessoas por local, totalizando 1.200 pessoas· Realizar rodas de Contação de histórias com expectativa de 30 participantes por local, totalizando 180 pessoas. · Realizar 2 grandes exposições com as melhores imagens do projeto com a previsão de 10.000 visitantes.
O Brasil é um país marcado por profundas desigualdades sociais e culturais, nas quais grande parte da população ainda enfrenta barreiras significativas de acesso à produção, fruição e formação artística. Embora a cultura seja um direito garantido constitucionalmente, o acesso a processos formativos e espaços de visibilidade cultural permanece concentrado nos grandes centros urbanos, excluindo comunidades periféricas e territórios com menor oferta cultural.Nesse contexto, o presente projeto justifica-se pela necessidade de democratizar o acesso à cultura e promover o protagonismo comunitário por meio da fotografia — uma linguagem artística contemporânea, acessível e de forte impacto social. Ao capacitar moradores de diferentes regiões do país para que se tornem autores de suas próprias narrativas visuais, a proposta rompe com a lógica de invisibilidade histórica e fortalece a representação autêntica das identidades locais.A fotografia, enquanto instrumento de registro e reflexão, possibilita que temas como sustentabilidade, saúde, qualidade de vida, preconceito, empoderamento e meio ambiente sejam abordados a partir do olhar de quem vivencia essas realidades. Esse processo amplia o repertório cultural dos participantes, estimula o pensamento crítico e fortalece o sentimento de pertencimento ao território.Do ponto de vista cultural, o projeto contribui para a formação de novos públicos e novos criadores, incentivando a produção artística descentralizada e valorizando a diversidade regional brasileira. As exposições — tanto locais quanto as grandes mostras finais — promovem intercâmbio cultural, circulação de obras e ampliação do diálogo entre diferentes realidades sociais, fomentando empatia e reconhecimento da pluralidade cultural do país.Além disso, ao integrar oficinas formativas, rodas de histórias e atividades relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a proposta articula cultura, educação e consciência socioambiental, ampliando seu alcance para além da dimensão artística e consolidando-se como ação de impacto social estruturante.Assim, o projeto se justifica como uma iniciativa de democratização cultural, inclusão social e fortalecimento da cidadania, utilizando a arte como instrumento de transformação, escuta ativa e valorização das múltiplas vozes que compõem o Brasil contemporâneo.O projeto está alinhado com a Lei 8313/91, que estabelece políticas de apoio à cultura, promovendo o acesso a atividades culturais e valorizando manifestações culturais em todo o território nacional. Ele reconhece a necessidade de democratizar o acesso à cultura, rompendo com barreiras geográficas e sociais que historicamente marginalizaram comunidades vulneráveis. Também está alinhado a IN 29 de 29 de janeiro de 2026.
· Importante: o projeto é totalmente gratuito e por isso não consideramos contrapartida social. · Estimamos passagens aéreas para as cidades Recife e Santarém. Estas passagens serão para os as 03 artes educadores previstos para executar o projeto e 02 contadores de histórias.· Apesar do plano de acessibilidade e os projetos pedagógicos das atividades estarem descritos também anexamos os mesmos no campo “INFORMACOES ADICIONAIS”
O projeto ficará em cada local por 04 semanas para realização das oficinas, contação de histórias e miniexposições além das inscrições e outras ações necessárias. O detalhamento das oficinas e contação de histórias estão descritos nos projetos pedagógicos de cada atividade e na proposta museográfica detalhamos as exposições.
O projeto será desenvolvido com a acessibilidade como princípio estruturante, em conformidade com a IN 29/2026, garantindo condições de acesso, participação e fruição cultural às pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e outras necessidades específicas. O projeto compreende a acessibilidade não apenas como obrigação legal, mas como compromisso ético e cultural. Ao incorporar medidas arquitetônicas, comunicacionais, tecnológicas e atitudinais, garante-se não apenas o acesso físico às atividades, mas a plena fruição cultural, respeitando a diversidade humana em todas as suas dimensões. Exposições: Acessibilidade Física: Serão realizadas visitas técnicas prévias em todos os espaços expositivos para avaliação das condições de acessibilidade arquitetônica, considerando rampas, corrimãos, sanitários adaptados, circulação adequada entre as obras, sinalização tátil e ausência de barreiras físicas. Caso necessário, serão adotadas medidas compensatórias ou escolha de novo espaço que atenda às normas vigentes de acessibilidade. Acessibilidade Comunicacional e Visual · Produção de textos curatoriais em braille e em fonte ampliada. · QR Codes com audiodescrição profissional das obras e dos textos curatoriais. · Disponibilização de conteúdo digital acessível compatível com leitores de tela. · Mediação acessível com descrição detalhada das imagens :Acessibilidade Auditiva · Presença de intérprete de Libras na abertura das exposições e em visitas mediadas previamente agendadas.· Disponibilização de vídeos institucionais com janela de Libras e legendas. Acessibilidade Atitudinal: Formação prévia da equipe em atendimento inclusivo e acessível, promovendo acolhimento adequado e respeitoso. Oficinas Acessibilidade Física: As oficinas ocorrerão em espaços previamente avaliados quanto à acessibilidade arquitetônica. Será garantida circulação adequada para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade Visual: Utilização de dispositivos com recursos de acessibilidade (Voice Over, ampliação de tela, contraste). Apoio individualizado quando necessário. Exercícios adaptados para exploração sensorial da fotografia (trabalho com textura, luz e percepção espacial). Acessibilidade Auditiva: Intérprete de Libras durante as oficinas. Materiais didáticos com linguagem simples e apoio visual ampliado. Acessibilidade Pedagógica Metodologia flexível e adaptável a diferentes perfis de aprendizagem. Ritmo adequado às necessidades do grupo. Dinâmicas acessíveis com linguagem clara e inclusiva. Materiais adaptados para participantes com limitações motoras. Contação de Histórias Acessibilidade Física: Espaços organizados com áreas reservadas para cadeirantes e circulação segura. Acessibilidade Visual: Materiais em braille e fonte ampliada. Descrição oral detalhada dos elementos visuais da narrativa. Experiência tátil quando houver cenografia ou objetos cênicos. Acessibilidade Auditiva: Intérprete de Libras durante as apresentações. Histórias adaptadas para comunicação visual ampliada. Outras ações: Contratação de consultoria especializada em acessibilidade para acompanhamento do projeto. Treinamento da equipe técnica e artística em práticas inclusivas, acessibilidade atitudinal e legislação vigente. Divulgação acessível (cards com descrição de imagem, vídeos com Libras e legenda, linguagem simples). Canal de comunicação prévio para que participantes informem necessidades específicas. Atenção a públicos com TEA, com previsão de ambientes organizados, sinalização clara e possibilidade de adaptação sensorial quando necessário.
O projeto será integralmente gratuito, garantindo amplo acesso da população às atividades formativas e às exposições fotográficas, sem qualquer cobrança de ingresso ou taxa de participação.Em conformidade com a IN 29/2026, a democratização do acesso está estruturada como eixo central da proposta, contemplando medidas de acesso físico, econômico, territorial, digital e social.Acesso Econômico· 100% das atividades (oficinas, contações de histórias, miniexposições e grandes exposições) serão gratuitas.· Não haverá venda de ingressos ou cobrança de taxas de inscrição.· As ações ocorrerão prioritariamente em espaços públicos ou instituições de acesso aberto à comunidade.Acesso Territorial e Descentralização· O projeto será realizado em diferentes cidades brasileiras, promovendo descentralização cultural e ampliando o acesso em regiões com menor oferta de atividades artísticas.· As atividades ocorrerão em equipamentos públicos, escolas, centros culturais e espaços comunitários.Acesso Social e Inclusão de Públicos PrioritáriosO projeto priorizará a participação de públicos em situação de vulnerabilidade social e pertencentes a grupos historicamente sub-representados, tais como:· Pessoas negras e indígenas;· Povos e comunidades tradicionais;· Pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica;· Beneficiários do CadÚnico e programas de transferência de renda;· Pessoas com deficiência;· Comunidade LGBTQIA+;· Estudantes da rede pública de ensino.A mobilização será realizada em parceria com Secretarias Municipais, escolas públicas, CRAS, instituições sociais e organizações comunitárias, garantindo que o acesso seja efetivamente direcionado a quem mais necessita.Acesso EducativoAlém das exposições, o projeto oferecerá gratuitamente:· Oficinas formativas de fotografia;· Oficinas de arte e sustentabilidade;· Rodas de contação de histórias;· Visitas mediadas às exposições.As atividades possuem caráter educativo e formativo, contribuindo para ampliação de repertório cultural, desenvolvimento de habilidades artísticas e fortalecimento da cidadania cultural.Acesso Digital· Registros audiovisuais das atividades e das exposições serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais e redes sociais do projeto.· O conteúdo será publicado com recursos de acessibilidade (legendas, Libras quando aplicável e descrição de imagens).· Será estimulada a veiculação das ações em mídias públicas e canais institucionais locais, ampliando o alcance gratuito.Formação de PúblicoO projeto contribui para a formação de novos públicos ao:· Estimular a participação ativa da comunidade como autora das obras;· Incentivar o hábito de frequentar exposições culturais;· Criar experiências culturais acessíveis e participativas;· Promover diálogo entre diferentes realidades sociais nas Grandes Exposições.Para detalhar e relacionar as medidas de democratização de acesso com base na IN 29 de 29/1/2026, o projeto atende aos critérios com bases no artigo 42, seguintes itens: · I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto p gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 41, caput, inciso III, d Normativa, totalizando 20% (vinte por cento) – o projeto é 100% gratuito. · III - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das e atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado de audiodescrição; · V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; · VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
Diretor Geral / Responsável técnico pelo projeto: O proponente desempenhará o papel de Responsável técnico e toda gestão do projeto;Coordenadora Produção: Gleice Lacerda - graduada em Produção Cultural pela Universidade Cruzeiro do Sul de São Paulo. Sua carreira no setor cultural teve início em 2021, quando atuou como coordenadora do StudioK Escola de Dança. Ao longo dos anos, desempenhando diversas funções como produtora, acumulando experiência valiosa em diferentes aspectos da produção cultural. No início de 2024, ela começou a se especializar na produção de projetos incentivados, incluindo a gestão e prestação de contas, ampliando ainda mais seu conhecimento e competência na área. Coordenação Pedagógica: Carla Cristiana Arruda – Educadora com bacharelado em Língua Portuguesa pela Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e licenciatura plena pela Faculdade de Educação da Universidade São Paulo. Além disso, é especialista em Neurociências Aplicadas à Educação e Projetos Culturais para Inovação e Inclusão. Curador: a definir Arte Educador: Dani Leon – formada em Processos Fotográficos pelo SENAC; Processos Históricos – Cianotipia e Marrom pelo SESC SP; bacharel em Administração de Empresas. Atua como fotógrafa e empreendedora, além de ministrar oficinas como arte educadora em projetos culturais em instituições públicas. Arte Educadora: Sabrina Queirantes – formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Carlos tem vasta experiência em atendimento ao público, relações interpessoais e solução de conflitos. Além disso, é experiente no planejamento de eventos, captação de recursos e parcerias. Sua formação inclui metodologias de pesquisa qualitativa e quantitativa, e ela também possui conhecimento em indicadores de ESG (Environmental, Social, and Governance), refletindo seu compromisso com práticas sustentáveis e de responsabilidade social. Arte Educadora: Clara Magaldi: Clara Magaldi é uma artista com experiência em diversas linguagens artísticas, com destaque para instalações. Ela atua como arte educadora, facilitadora de oficinas e palestrante. É bacharel em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes. Contador de História: Giovana Arruda: Atriz, diretora e professora, Giovana tem formação em artes cênicas e pedagogia. Ela é conhecida por sua atuação em diversos espetáculos teatrais e também como diretora. Contador de História: Gabrielle Figueiredo: Atriz com formação em interpretação para TV, Teatro e Cinema, Gabrielle realizou vários cursos na área. Sua experiência inclui atuações em peças de teatro e produção cultural. Assistente de coordenação: : Giulia Fierro Cavelagna: formação em Comunicação e atua com execução, prestação de contas e apoio financeiro de projetos sociais, incluindo iniciativas de educação e cultura. Assistente de Produção: a definir
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 19/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.