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Realizar a I edição do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival, com 05 dias de programação gratuita em Parauapebas (PA). Promover 02 noites de concertos de jazz e blues com artistas nacionais, regionais da Amazônia e talentos locais. Executar 03 dias de ações formativas, incluindo oficinas, workshops e roda de conversa. Fomentar a difusão da música instrumental e a formação de platéia na Região de Integração Carajás.
A programação reunirá apresentações de música instrumental brasileira e concertos de música popular brasileira, com curadoria comprometida com a diversidade estética do jazz, do blues e da produção instrumental contemporânea. A grade artística será composta majoritariamente por música instrumental executada ao vivo, correspondendo a 60% da programação, enquanto 40% será dedicada à música popular brasileira, promovendo equilíbrio entre formação de plateia e ampliação de alcance cultural. O festival será realizado em espaço aberto estruturado com palco profissional, sonorização e iluminação adequadas, garantindo padrão técnico compatível com eventos de médio porte. Todas as apresentações serão gratuitas e contarão com medidas de segurança, acessibilidade arquitetônica e comunicacional, assegurando inclusão e ampla participação da comunidade. A classificação indicativa será livre, possibilitando o acesso de públicos de todas as idades. No eixo formativo, serão realizadas 04 (quatro) oficinas e 02 (dois) workshops voltados à prática musical, improvisação, arranjo, processos criativos e aspectos da cadeia produtiva da música. As atividades terão caráter educativo e serão destinadas prioritariamente a estudantes, músicos iniciantes e agentes culturais locais, contribuindo para o fortalecimento técnico e artístico do território. Complementando esse eixo, será promovida 01 (uma) roda de conversa aberta ao público, mediada, com a participação de artistas convidados, estimulando o intercâmbio de experiências, a reflexão sobre a música instrumental e o diálogo entre criadores e comunidade. Todas as ações formativas terão classificação indicativa livre. Como medida de contrapartida social, o projeto disponibilizará 01 (um) serviço de transporte gratuito durante o evento principal, viabilizando o deslocamento de público oriundo de áreas periféricas ou com maior dificuldade de acesso ao local do festival. A iniciativa visa ampliar o alcance social do projeto e garantir efetiva democratização do acesso às atividades culturais. O Morro dos Ventos Jazz Blues Festival se propõe a consolidar-se como a principal plataforma de difusão da música instrumental e do cancioneiro popular brasileiro em Parauapebas, promovendo espetáculos musicais de excelência, inspirados nas melhores práticas de festivais nacionais e internacionais do segmento. Todas as atividades serão coordenadas por produtores e artistas locais, fortalecendo a economia criativa do município e ampliando o acesso da população a experiências culturais qualificadas, inclusivas e gratuitas.
OBJETIVO GERALPromover a formação de plateias para a música instrumental e os concertos de música brasileira executados ao vivo, por meio da realização da I edição do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival em Parauapebas (PA), ampliando o acesso da população à fruição cultural, estimulando a apreciação estética qualificada e fortalecendo a cadeia produtiva musical na Região de Integração Carajás.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar 08 (oito) concertos musicais e instrumentais durante a programação principal do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival, com acesso gratuito, garantindo medidas de acessibilidade, e alcançar público estimado de até 2.000 (duas mil) pessoas no total do evento;Promover 04 (quatro) oficinas formativas sobre instrumentos musicais, ministradas por artistas integrantes da programação do festival, destinadas a estudantes de escolas públicas e privadas de música de Parauapebas (PA), com acesso gratuito;Realizar 02 (dois) workshops técnicos, voltados à composição e desenvolvimento musical, destinados ao desenvolvimento de artistas locais, com acesso gratuito e garantia de acessibilidade;Realizar 01 (uma) roda de conversa com estudantes e artistas locais, abordando música, meio ambiente e sustentabilidade, com acesso gratuito;Disponibilizar serviço de transporte gratuito (transfer) para o público acessar o local de realização dos concertos do festival principal, considerando a localização em área elevada do município, ampliando a democratização de acesso.
A realização do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival _ I Edição demanda a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/1991, considerando as especificidades econômicas, logísticas e estruturais da Região de Integração Carajás, no Sudeste do Estado do Pará. A cidade de Parauapebas apresenta elevado custo operacional para produção cultural, especialmente em razão da logística de deslocamento de artistas e equipes técnicas, transporte de equipamentos, estrutura de sonorização e iluminação profissional e limitação de fornecedores especializados na região. Soma-se a esse cenário a ausência de financiamento cultural continuado por parte de agentes públicos e privados locais, sobretudo para segmentos como música instrumental, blues e concertos de música popular brasileira, que historicamente recebem menor incentivo na região.Nesse contexto, o acesso ao incentivo fiscal federal constitui instrumento essencial para viabilizar economicamente o projeto, garantindo sua gratuidade integral, a implementação de medidas de acessibilidade e a ampliação do alcance social da proposta. O festival permitirá democratizar o acesso a bens culturais nacionais de base instrumental, descentralizar o circuito brasileiro de festivais voltados ao jazz, ao blues e à música popular brasileira, e inserir a Região Carajás no mapa de circulação desses gêneros musicais, tradicionalmente concentrados nos grandes centros urbanos do país.A proposta alinha-se às finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), instituído pelo Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, ao facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Inciso I), ao promover a regionalização da produção cultural brasileira com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Inciso II), ao apoiar e difundir manifestações culturais e seus criadores (Inciso III), ao estimular a produção e difusão de bens culturais de caráter formador (Inciso VIII) e ao priorizar produto cultural originário do País (Inciso IX). Além disso, contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da referida norma, especialmente no que se refere à valorização da cultura nacional, à ampliação do acesso da população à fruição cultural, ao estímulo à expressão cultural das diferentes regiões do País e ao fortalecimento das cadeias produtivas locais no segmento musical.O projeto, ao integrar artistas locais, artistas paraenses de outras cidades, representantes da Amazônia brasileira e nomes de circulação nacional, promove intercâmbio artístico, qualificação técnica e fortalecimento do cenário musical regional. As ações formativas - oficinas, workshops e roda de conversa -ampliam o impacto estrutural da proposta, contribuindo para formação de plateias, qualificação de músicos e estímulo à criação autoral. Trata-se, portanto, de iniciativa que ultrapassa a realização de apresentações artísticas, configurando-se como estratégia de desenvolvimento cultural territorial.O papel da Laje Produções é estratégico nesse processo, uma vez que atua como agente estruturador da cadeia produtiva cultural em Parauapebas, articulando artistas, técnicos, fornecedores e público. O fortalecimento institucional da produtora, por meio da execução do festival, consolida capacidade técnica local, amplia redes colaborativas e reduz a dependência de centros hegemônicos de produção cultural, promovendo maior autonomia regional na realização de eventos de médio e grande porte.Diante do alto custo de produção cultural na Amazônia e da limitada oferta de financiamento local, o incentivo fiscal federal revela-se imprescindível para garantir a execução do projeto com qualidade técnica, responsabilidade social e alcance público ampliado. Assim, o Morro dos Ventos Jazz Blues Festival _ I Edição apresenta inequívoco interesse público e plena aderência às diretrizes estabelecidas pela Lei nº 8.313/1991, justificando sua submissão ao mecanismo de incentivo previsto no Art. 18.
A presente proposta surge da necessidade de ampliar o alcance cultural no município de Parauapebas, considerando a ausência de um festival estruturado dedicado à música instrumental brasileira, ao jazz, ao blues e a concertos de música popular brasileira. Embora o município possua intensa dinâmica econômica e crescimento populacional significativo, ainda carece de programações contínuas e qualificadas voltadas à difusão dessas linguagens musicais, que historicamente não integram o calendário regular de eventos locais. O Morro dos Ventos Jazz Blues Festival propõe preencher essa lacuna ao realizar 08 (oito) shows gratuitos no produto principal, promovendo acesso democrático a espetáculos de alto nível técnico e artístico. A iniciativa busca consolidar-se como plataforma de formação de plateia, estímulo à circulação de bens culturais brasileiros e fortalecimento da cena musical do território, contribuindo para a diversificação da oferta cultural e para a valorização da música instrumental contemporânea. A proposta também responde à necessidade de descentralização do acesso à cultura no contexto amazônico, levando ao interior do Estado programações inspiradas em modelos consolidados de festivais nacionais, adaptadas à realidade local e com protagonismo de profissionais da região. Ao estruturar uma programação contínua, incluindo ações formativas e circuito complementar de apresentações ao longo do ano, o projeto amplia o impacto cultural para além da realização pontual do evento principal. A planilha orçamentária contempla despesas logísticas como passagens aéreas, hospedagem e alimentação, considerando a necessidade de deslocamento interestadual de artistas e equipe técnica, assegurando condições adequadas para execução com padrão técnico compatível ao porte do festival. No campo da acessibilidade, o projeto prevê medidas arquitetônicas e comunicacionais, incluindo linguagem clara nos materiais de divulgação, aplicação de texto alternativo em imagens, legendas em vídeos e articulação com instituições locais representativas de pessoas com deficiência, garantindo inclusão efetiva e ampliação do acesso aos públicos diversos. Dessa forma, o Morro dos Ventos Jazz Blues Festival configura-se como ação estruturante para o fortalecimento do ecossistema cultural de Parauapebas, ampliando o acesso da população a bens culturais qualificados, promovendo inclusão social e contribuindo para a consolidação de uma política de formação de plateia no município, o que justifica seu enquadramento no Artigo 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
O produto principal consiste na realização do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival – I Edição, com 08 (oito) shows musicais gratuitos, distribuídos em 02 (dois) dias de programação artística intensiva, com público total estimado em aproximadamente 2.000 (duas mil) pessoas ao longo do evento. A classificação indicativa será livre. As apresentações terão durações variáveis entre 60 (sessenta) e 90 (noventa) minutos, conforme formato artístico de cada espetáculo. A programação contemplará shows de jazz, blues, música instrumental brasileira e concertos de música popular brasileira, com execução ao vivo, priorizando qualidade técnica, diversidade estética e valorização da música autoral e instrumental contemporânea. A estrutura técnica do festival compreenderá palco profissional com rider técnico adequado às exigências dos artistas, sistema de sonorização compatível com evento de médio porte (PA, monitoramento e mesa digital), sistema de iluminação cênica, grid, praticáveis, backline, camarins, gerador de energia, equipe técnica especializada (roadies, técnicos de som, técnicos de luz, stage manager), além de equipe de segurança, brigadistas e suporte operacional. O evento contará com plano de acessibilidade física e comunicacional, incluindo área reservada para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Complementando o produto principal, serão realizados 03 (três) dias adicionais dedicados às atividades formativas e de contrapartida social, compostas por 04 (quatro) oficinas, 02 (dois) workshops e 01 (uma) roda de conversa. Cada oficina terá carga horária média de 04 (quatro) horas, com metodologia teórico-prática voltada à iniciação e ao aprimoramento musical, abordando temas como improvisação, linguagem instrumental, arranjo, prática de conjunto e aspectos da cadeia produtiva da música. Os workshops terão duração média de 02 (duas) a 03 (três) horas e enfoque técnico-especializado, promovendo aprofundamento em processos criativos e profissionalização artística. A roda de conversa terá duração aproximada de 90 (noventa) minutos, com mediação, promovendo intercâmbio entre artistas e comunidade. O projeto pedagógico das ações formativas será fundamentado na democratização do acesso ao conhecimento musical, no estímulo à formação de plateia e no fortalecimento da cena instrumental local. As atividades priorizarão estudantes, músicos iniciantes, artistas independentes e interessados da comunidade, incentivando a continuidade da produção cultural no território.
1. Apresentação Musical – Produto Principal (Festival)Acessibilidade Física.O festival será realizado em espaço que atenda às normas de acessibilidade arquitetônica, garantindo:Acesso por rampas ou percurso acessível;Área reservada para pessoas com deficiência e acompanhantes;Banheiro químico adaptado, quando aplicável;Sinalização adequada de rotas acessíveis;Realização em ambiente ao ar livre.Acessibilidade de Conteúdo.Serão asseguradas medidas de acessibilidade comunicacional, incluindo:Intérprete de LIBRAS durante os concertos;Serviço de audiodescrição ao vivo;Monitores capacitados para atendimento a pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual;Comunicação prévia nas peças de divulgação informando os recursos acessíveis disponíveis.Itens previstos na planilha orçamentáriaIntérprete de LIBRAS (produção/execução);Profissional de audiodescrição (produção/execução);Monitor de acessibilidade (produção/execução);Banheiro químico adaptado (produção/execução). 2. Oficinas – Produto SecundárioAcessibilidade Física.As oficinas ocorrerão em espaço com:Acesso nivelado ou por rampa;Banheiros adaptados;Ambientes com circulação adequada;Condições de acolhimento a idosos e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de ConteúdoIntérprete de LIBRAS;Monitor capacitado para apoio a participantes com deficiência visual ou cognitiva;Metodologia adaptável conforme necessidade dos participantes.Itens na planilha orçamentáriaIntérprete de LIBRAS (produção/execução);Monitor de acessibilidade (produção/execução). 3. Workshops – Produto SecundárioAcessibilidade FísicaEspaço com acessibilidade arquitetônica garantida;Banheiros adaptados;Circulação adequada para cadeirantes.Acessibilidade de ConteúdoIntérprete de LIBRAS;Monitor de apoio especializado;Adequação metodológica quando necessário.Itens na planilha orçamentáriaIntérprete de LIBRAS (produção/execução);Monitor de acessibilidade (produção/execução). 4. Roda de Conversa – Produto SecundárioAcessibilidade FísicaLocal com acesso facilitado e sanitários adaptados;Ambiente seguro para circulação de pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de ConteúdoIntérprete de LIBRAS;Monitor de apoio para pessoas com deficiência visual ou intelectual.Itens na planilha orçamentáriaIntérprete de LIBRAS (produção/execução);Monitor de acessibilidade (produção/execução). 5. Contrapartida Social – Mobilidade e Inclusão TerritorialConsiderando que o evento principal ocorrerá em área elevada do município, será disponibilizado transporte gratuito (transfer), ampliando a democratização de acesso, inclusive para pessoas com mobilidade reduzida.Medida previstaLocação de micro-ônibus compatível com transporte acessível, conforme disponibilidade local.Item na planilha orçamentáriaLocação de micro-ônibus (produção/execução).
O Morro dos Ventos Jazz Blues Festival – I Edição adotará a gratuidade integral como diretriz estruturante de execução, garantindo que todos os produtos culturais - 08 (oito) concertos musicais do festival, 04 (quatro) oficinas formativas, 02 (dois) workshops técnicos, 01 (uma) roda de conversa e a contrapartida social - sejam ofertados sem cobrança de ingressos ou qualquer forma de comercialização.A distribuição de acesso às apresentações do festival ocorrerá por ordem de chegada, observada a capacidade técnica do espaço e assegurada reserva de área específica para pessoas com deficiência e seus acompanhantes. Para as 04 (quatro) oficinas e os 02 (dois) workshops, as inscrições serão gratuitas, realizadas por meio eletrônico e/ou presencial, com ampla divulgação pública e critérios transparentes de participação, priorizando estudantes da rede pública, músicos iniciantes e artistas locais, fortalecendo a formação de plateias e o desenvolvimento da cadeia produtiva regional.Em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 29/2026, o projeto incorpora a democratização do acesso como elemento estruturante desde sua concepção, contemplando: gratuidade integral das ações culturais; previsão orçamentária específica para medidas de acessibilidade física e comunicacional; ampliação do alcance territorial e social do projeto; e adoção de ações formativas complementares.Atendendo às disposições relativas às medidas de ampliação de acesso previstas na normativa vigente do PRONAC, o projeto realizará gratuitamente atividades paralelas de caráter formativo, compreendendo: 04 (quatro) oficinas sobre instrumentos musicais; 02 (dois) workshops técnicos sobre composição e desenvolvimento musical; 01 (uma) roda de conversa com temática transversal (música, meio ambiente e sustentabilidade).Como estratégia adicional de ampliação de acesso e difusão cultural, será realizada captação audiovisual dos 08 (oito) concertos, com posterior disponibilização de conteúdos selecionados em plataformas digitais e redes sociais institucionais, ampliando o alcance do projeto para além do público presencial e promovendo a circulação da música instrumental e autoral brasileira produzida na Região Carajás.A contrapartida social de mobilidade - consistente na oferta de transporte gratuito (transfer) para acesso ao local do festival - constitui medida concreta de democratização territorial, reduzindo barreiras geográficas, econômicas e estruturais à participação da população.Dessa forma, o projeto demonstra aderência plena às diretrizes da Lei nº 8.313/1991 e às exigências atualizadas da Instrução Normativa MinC nº 29/2026, consolidando-se como iniciativa de interesse público voltada à formação de plateias, inclusão social e descentralização cultural na Amazônia Oriental.
Jackson Gouveia. Direção Geral e Curadoria. Possui ampla experiência em gestão e produção cultural, com atuação como Executivo de Projetos na Associação Comercial e Empresarial de Marabá (ACIM) e como Assessor Especial na Secretaria Municipal de Cultura de Marabá. Desempenhou a função de Agente de Mobilização Local no programa “Cultura em Rede”, da Planeta Agência de Cultura, e atuou como Produtor Executivo Local do projeto “Mural Cultural”, da Rede Brasil Amazônia de Televisão (RBA). É coidealizador, produtor e diretor geral do “Festival Rock Rio Tocantins” (Marabá/PA), realizado nas edições de 2009, 2010 e 2011. Foi produtor local da I Seletiva do Festival Se Rasgum em Marabá (2011) e produtor executivo do Festival da Canção de Marabá – FECAM (XV edição – 2009 e XVI edição – 2011). Idealizou e criou o “Marabá Jazz Festival”, atuando como curador e diretor geral nas três primeiras edições (2022, 2023 e 2025). Também idealizou e dirigiu o projeto “Orquestra Vai à Praça com a Carajazz Marabá Orquestra”. Ambos os projetos foram selecionados e patrocinados pelo Instituto Cultural Vale. É fundador da TheRoque Produções, empresa de referência na Região de Integração Carajás, no sudeste do Pará, atua atualmente em colaboração com a Laje Produções. É idealizador do projeto “Carajás Instrumental”, iniciativa voltada à promoção e difusão da música instrumental ao vivo nos municípios do polo Carajás.Nayara Castro Silva. Coordenação Geral e Direção de Produção. Natural de Parauapebas (PA), atua como empreendedora no setor gastronômico e produtora cultural. Em abril de 2021 inaugurou o Laje Rooftop, bistrô que integra gastronomia regional, arte e música ao vivo, consolidando-se como espaço de fomento à cultura local. Participou de produções culturais de relevância, como Festival Psica, Bacana Festival e Buffalo’s Gourmet. Foi idealizadora, coordenadora e produtora executiva da II edição do Bacana Festival (2023), evento voltado à valorização de artistas locais e estaduais, reunindo nomes como Raidol (PA), Jeff Moraes (PA), Rádio Black e Jamburanas. Possui formação complementar em gestão cultural, com cursos em: Elaboração e Gestão de Projetos Culturais - Movimenta Pará (2023); Elaboração de Projetos Culturais – Módulo II (2023); Estratégias de Marketing Digital para a Cultura (2024); Empreendedorismo Cultural (2024); Uso do Design Thinking para Inovação em Projetos (2024).Natacha Colly Barros Martins. Coordenação de Comunicação. Designer, Bacharel em Projeto de Produto pela Universidade do Estado do Pará (UEPA). Atua nas áreas de gestão de design, design gráfico e design de ambientes. Desde 2015 integra o Instituto de Arte Vitória Barros (Marabá/PA), exercendo funções de curadoria, comunicação institucional e gestão de públicos, artistas e conteúdos expositivos. Foi Diretora de Arte na TheRoque Produções, atuando nos projetos Marabá Jazz Festival I e II (2022/2023), Carajazz Marabá Orquestra Vai à Praça (2023). É membro fundadora e curadora do Memorial Mestre Nato, coletivo dedicado à salvaguarda da memória e obra do artista plástico Raimundo Nonato (1952–2014). Atuou na empresa Arte RP (2009–2013), realizando coordenação e montagem de exposições em museus e galerias de Belém, além de experiência como assistente de produção na BCB Serviços de Produções Culturais (2011–2013).José Eduardo. Auxiliar de Produção Executiva. Atua na produção cultural desde 2021, desenvolvendo projetos em Parauapebas com foco na valorização da cena artística local. É coidealizador, coordenador e produtor do Bacana Festival (2023). Atuou como produtor executivo e curador no Flash Festival (2023), responsável pela logística de artistas locais e regionais, organização da praça de alimentação e exposição de artes visuais. Possui perfil operacional voltado à resolução de demandas técnicas, organização de equipes e gestão de processos produtivos.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 19/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.