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O projeto consiste no Plano Anual de Atividades da OPESP, voltado à democratização do acesso à música erudita por meio da realização de temporada contínua de concertos, apresentações itinerantes em diferentes regiões do Brasil e ações formativas. Contempla a execução de concertos sinfônicos e de câmara, a Academia de Música para formação de jovens músicos e o desenvolvimento de projetos educacionais em escolas públicas. Inclui ainda oficinas, ações de acessibilidade e contrapartidas sociais, assegurando a participação de pessoas com deficiência e a ampliação do acesso a públicos diversos.
Sinopse da Obra / Produtos do Projeto – OPESPTítulo do Projeto: Orquestra Parassinfonica do Estado de São Paulo – OPESPTipo de Produto: Espetáculo Musical Sinfônico InclusivoClassificação Indicativa: LivreDuração Estimada: 60 a 90 minutos 1. Espetáculo SinfônicoO espetáculo apresenta um repertório clássico, barroco e contemporâneo, interpretado por músicos com e sem deficiência em uma formação inclusiva. A obra combina técnica orquestral de alto nível com inovação pedagógica e acessibilidade, oferecendo ao público uma experiência musical completa, enriquecida por recursos de audiodescrição, legendagem e interpretação em Libras, garantindo participação plena para pessoas com deficiência.Objetivo artístico:Promover a integração social e artística de músicos com e sem deficiência;Apresentar a música clássica de forma acessível e inclusiva;Incentivar o interesse e a formação musical de crianças, jovens e adultos. 2. Oficinas e Seminários EducativosDescrição: Durante o projeto, serão realizadas oficinas, seminários e masterclasses sobre música clássica, performance orquestral e práticas inclusivas, voltadas para estudantes de música, professores e o público em geral.Conteúdo:Técnicas instrumentais e interpretação musical;Experiência inclusiva em orquestras e grupos musicais;Discussão sobre acessibilidade, audiodescrição musical e adaptação de instrumentos;Interação prática com músicos da OPESP.Público-alvo: Estudantes de música, professores, famílias e público em geral. 3. Concertos Didáticos e Performance InterativaDescrição: Concertos interativos destinados a escolas e comunidades, em que o público participa de atividades de aproximação com a música orquestral, promovendo aprendizado musical e sensibilização sobre inclusão.Recursos de acessibilidade:Audiodescrição de obras e movimentos;Tradução em Libras;Materiais educativos impressos e digitais sobre os instrumentos e repertório. 4. Registro e Produção AudiovisualDescrição: O projeto prevê registro profissional em áudio e vídeo dos concertos e atividades educativas, permitindo a criação de materiais de difusão cultural, documentário institucional e divulgação em redes sociais e plataformas digitais.Objetivo:Ampliar o alcance do projeto para público nacional e internacional;Divulgar a experiência inclusiva e o repertório interpretado;Servir como material pedagógico para escolas, conservatórios e instituições culturais. Resumo geral: O projeto da OPESP oferece uma experiência musical completa e inclusiva, integrando espetáculo sinfônico, educação musical, oficinas e recursos de acessibilidade. Destinado a todos os públicos, promove cultura, inclusão social e formação artística de qualidade, reafirmando o compromisso da instituição com a democratização do acesso à música clássica.
Objetivo GeralPromover, ao longo do ano de 2027, a democratização do acesso à música erudita, formando público e novos músicos, estimulando a apreciação artística, a inclusão social e a valorização da cultura brasileira, consolidando a presença da OPESP no cenário nacional. Objetivos Específicos- Realizar a Temporada Anual de Concertos da OPESP, com 16 apresentações ao longo de 2027, incluindo concertos sinfônicos, de câmara e recitais com artistas convidados.- Desenvolver o Projeto OPESP Itinerante em 5 cidades durante o ano de 2027, com oficinas de instrumentos, palestras sobre história da música e realização de até 3 concertos ao ar livre por localidade.- Encomendar e executar 4 obras inéditas ao longo de 2027 (2 orquestrais, 1 para coro e 1 para grupo de câmara), valorizando compositores contemporâneos e brasileiros.- Atender 60 bolsistas na Academia de Música ao longo de 2027, oferecendo até 2.000 horas/aula de instrumento e 400 horas/aula de prática de câmara e teoria musical, com prioridade para pessoas com deficiência.- Oferecer 10 Ensaios Gerais Abertos e cursos para professores durante o ano de 2027, capacitando até 50 educadores da rede pública e privada para a disseminação da música orquestral.- Garantir ações de acessibilidade em todas as atividades realizadas em 2027, incluindo audiodescrição, intérprete de Libras, legendagem descritiva e visitas sensoriais, assegurando o acesso de pessoas com deficiência.- Produzir e disponibilizar conteúdos audiovisuais ao longo de 2027, ampliando o alcance do projeto em nível nacional por meio de plataformas digitais.- Implementar contrapartidas sociais em escolas públicas durante o ano de 2027, com oficinas, apresentações e distribuição de materiais educativos para crianças e professores.
O projeto da Orquestra Parassinfônica do Estado de São Paulo (OPESP) _ Plano Anual 2027 _ tem como finalidade ampliar o acesso à música de concerto no Brasil, promovendo inclusão social, formação artística e democratização cultural por meio de uma programação estruturada de concertos, ações educativas e atividades formativas.No contexto brasileiro, observa-se uma concentração significativa da oferta de música erudita em grandes centros urbanos, o que limita o acesso de amplas parcelas da população a bens culturais de alta qualidade. Além disso, pessoas com deficiência ainda enfrentam barreiras estruturais para participação plena em atividades artísticas, tanto como público quanto como protagonistas.Diante desse cenário, o projeto se estrutura como uma política cultural de caráter inclusivo e formativo, articulando excelência artística e impacto social. A OPESP se destaca por seu modelo inovador de orquestra, que integra músicos com e sem deficiência em uma formação sinfônica de alto nível, promovendo não apenas o acesso, mas a participação ativa e qualificada desses públicos no ambiente cultural.A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei Rouanet é fundamental para viabilizar a execução do projeto, uma vez que permite a captação de recursos junto à iniciativa privada por meio de renúncia fiscal, garantindo a realização das atividades com qualidade técnica, acessibilidade plena e ampla abrangência social. Sem esse mecanismo, a sustentabilidade financeira de um projeto dessa natureza — que prioriza gratuidade, preços populares e inclusão — torna-se inviável.O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, por meio da realização de concertos e da valorização de músicos e compositores brasileiros;Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, com ênfase na inclusão de pessoas com deficiência como protagonistas do fazer artístico;Inciso VII _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos, por meio da difusão da música de concerto e do intercâmbio de repertórios;Inciso VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, contribuindo para a formação cultural da sociedade;Inciso IX _ Priorizar o produto cultural originário do país, especialmente por meio da encomenda e execução de obras inéditas de compositores brasileiros.No que se refere aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei, o projeto contribui diretamente para:Inciso I, alínea "c" _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante a oferta de cursos, oficinas e atividades pedagógicas voltadas à formação de músicos e educadores;Inciso II, alíneas "b" e "c" _ Fomento à produção cultural e artística, por meio da realização de concertos, circulação artística e difusão de conteúdos musicais;Inciso IV, alínea "a" _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, com ampla democratização de acesso, distribuição gratuita de ingressos e realização de atividades abertas ao público.Dessa forma, o projeto se alinha integralmente às diretrizes da política pública de incentivo à cultura, contribuindo para a democratização do acesso à música erudita, a formação de público, a inclusão social e o fortalecimento do setor cultural brasileiro. Ao integrar difusão artística, formação e acessibilidade, a iniciativa consolida-se como uma ação estruturante, com potencial de gerar impacto cultural, social e educacional duradouro.
Informações Complementares – Projeto OPESPO projeto da Orquestra Parassinfonica do Estado de São Paulo (OPESP) está estruturado em conformidade com as diretrizes da Instrução Normativa do Ministério da Cultura, especialmente no que se refere à acessibilidade, inclusão e democratização do acesso aos bens culturais. As medidas previstas abrangem dimensões arquitetônicas, comunicacionais e de conteúdo, assegurando não apenas o acesso, mas a participação ativa de pessoas com deficiência em todas as etapas do projeto — da formação à fruição artística.Inclusão e protagonismo O projeto prevê a destinação de vagas prioritárias para pessoas com deficiência tanto na formação artística quanto nas atividades pedagógicas, promovendo sua participação como protagonistas. Essa abordagem está alinhada às políticas públicas culturais contemporâneas, que incentivam a inclusão ativa e a diversidade no campo artístico.Relevância cultural e impacto social A proposta contribui diretamente para a democratização do acesso à música erudita, ampliando a presença de públicos historicamente sub-representados em espaços culturais. Ao integrar formação, difusão e acessibilidade, o projeto fortalece a cultura como instrumento de desenvolvimento social, inclusão e valorização da diversidade.Ampliação de alcance e formação de público Além das apresentações artísticas, o projeto contempla concertos didáticos, oficinas e ações em escolas públicas e comunidades, promovendo a formação de público e o acesso qualificado à música de concerto. A disponibilização de conteúdos digitais amplia o alcance das atividades para além do público presencial, atingindo abrangência nacional.Inovação em acessibilidade cultural O projeto incorpora recursos como audiodescrição, intérpretes de Libras, legendagem descritiva e materiais pedagógicos acessíveis, além do uso de tecnologias assistivas aplicadas à prática musical. Essas ações garantem condições efetivas de compreensão e participação para diferentes perfis de público.Dessa forma, o projeto consolida um modelo de atuação que integra excelência artística, inclusão social e inovação, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas de cultura e para a ampliação do acesso à música erudita no Brasil.
PROJETO PEDAGÓGICO – OPESP 1. Objetivo GeralPromover, ao longo de 12 meses, a formação musical, artística e cidadã de músicos com e sem deficiência, por meio de um programa estruturado de educação orquestral inclusiva, integrando capacitação técnica, prática coletiva e experiências performáticas, com foco na excelência artística, na inclusão social e na democratização do acesso à música erudita. 2. Estrutura Técnico-Pedagógica do ProgramaO projeto será executado durante o exercício de 2027, com atendimento a até 60 bolsistas, organizados em uma estrutura pedagógica contínua, modular e integrada, composta por atividades formativas, práticas e performativas.A carga horária total será distribuída em eixos complementares de formação, garantindo desenvolvimento técnico, artístico e socioemocional.2.1 Eixo de Formação Técnica IndividualAulas individuais semanais (1 hora/aula por participante)Carga horária estimada: até 48 horas/ano por alunoConteúdos:Técnica instrumental (postura, embocadura, arcadas, respiração)Leitura musical e percepçãoInterpretação e construção de repertórioMetodologia personalizada conforme nível técnico e perfil do aluno 2.2 Eixo de Prática Coletiva – Ensaios de NaipeFrequência: semanalDuração: 2 horas por ensaioCarga horária estimada: até 96 horas/ano por naipeObjetivos:Desenvolvimento de coesão sonoraAjuste de afinação e articulação coletivaConstrução de identidade sonora por seção 2.3 Eixo de Integração Orquestral – Ensaios GeraisFrequência: até 2 vezes por semanaDuração: 3 horas por ensaioCarga horária estimada: até 288 horas/anoObjetivos:Integração entre naipesDesenvolvimento de dinâmica, fraseado e expressividadeDisciplina orquestral e performance coletiva 2.4 Eixo de Formação Complementar e InclusivaOficinas quinzenais (2 horas)Carga horária estimada: até 48 horas/anoConteúdos:Percepção musical e escuta ativaNoções de regênciaPráticas de acessibilidade na música (Libras, audiodescrição)Formação cidadã e sensibilização para diversidade 2.5 Eixo de Difusão e Aplicação PráticaEnsaios abertos e concertos didáticosApresentações públicas integradas à temporada da OPESPDuração média: 60 a 90 minutosObjetivos:Aplicação prática do conteúdo pedagógicoFormação de públicoDesenvolvimento de experiência de palco 3. Metodologia PedagógicaA metodologia é fundamentada em princípios de:3.1 Aprendizagem Ativa e ProgressivaEvolução técnica contínuaIntegração entre teoria e práticaConstrução gradual de repertório3.2 Educação Musical InclusivaAdaptação de conteúdos e metodologiasUso de tecnologias assistivas e instrumentos adaptadosComunicação acessível (Libras, audiodescrição)3.3 Prática ColaborativaTrabalho em grupoDesenvolvimento de escuta coletivaResponsabilidade compartilhada3.4 Avaliação Contínua e MonitoramentoRegistro sistemático de frequênciaAvaliação técnica individualRelatórios de evolução pedagógicaAjustes metodológicos conforme desempenho 4. Estrutura de Formação por NaipesA formação será organizada em quatro grandes grupos instrumentais:CordasViolino, viola, violoncelo e contrabaixo Foco: técnica, afinação, articulação e expressividadeMadeirasFlauta, oboé, clarinete e fagote Foco: respiração, timbre e fraseado musicalMetaisTrompa, trompete, trombone e tuba Foco: projeção sonora, controle dinâmico e resistênciaPercussãoTímpanos e percussão sinfônica Foco: precisão rítmica e coordenação motoraCada naipe contará com orientação técnica especializada e carga semanal de até 2 horas. 5. Repertório e Desenvolvimento ArtísticoO repertório será estruturado de forma progressiva e diversificada, contemplando:Obras do período barroco, clássico, romântico e contemporâneoCompositores brasileiros e internacionaisArranjos adaptados para inclusão de músicos com deficiênciaPossíveis obras inéditas e comissionadasObjetivos artísticos:Desenvolvimento técnico e interpretativoAmpliação do repertório culturalEstímulo à diversidade estética 6. Produtos Pedagógicos e EntregáveisO projeto resultará nos seguintes produtos mensuráveis:Formação de até 60 músicos ao longo de 12 mesesRealização de:Aulas individuais e coletivasEnsaios de naipe e geraisOficinas pedagógicasEnsaios abertos ao públicoConcertos didáticos e apresentações públicasProdução de registros audiovisuaisDisponibilização de conteúdos digitais acessíveis 7. Material Pedagógico e Recursos DidáticosSerão utilizados:Partituras físicas e digitais (inclusive adaptadas)Materiais pedagógicos acessíveis (Braille, áudio, Libras)Recursos audiovisuais de apoioFerramentas digitais para ensino musical 8. Sistema de Monitoramento e IndicadoresO projeto adotará indicadores objetivos para avaliação de desempenho:Número de bolsistas atendidos (até 60)Carga horária executada por eixoTaxa de frequência e permanênciaNúmero de apresentações realizadasPúblico direto e indireto atendidoQuantidade de conteúdos digitais produzidosParticipação de pessoas com deficiência 9. Impacto Social, Cultural e EducacionalO projeto gerará impactos estruturantes:Formação de músicos qualificados técnica e artisticamenteInclusão efetiva de pessoas com deficiência no campo artísticoAmpliação do acesso à música eruditaFormação de público e educação culturalFortalecimento da diversidade e inclusão nas artesConsolidação da OPESP como referência nacional em orquestra inclusiva
AcessibilidadeO projeto contempla medidas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo condições plenas de acesso, participação e fruição das atividades por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em conformidade com as diretrizes do Ministério da Cultura.Acessibilidade FísicaOs espaços de realização das atividades serão selecionados e/ou adaptados para assegurar acessibilidade arquitetônica, incluindo:Rampas de acesso e pisos táteis para orientação e deslocamento seguro de pessoas com deficiência visual;Banheiros adaptados e sinalização acessível;Elevadores ou plataformas de acesso em locais com desníveis;Assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida;Sinalização visual e tátil em áreas de circulação, salas de concerto e demais ambientes.Acessibilidade de ConteúdoPara garantir a compreensão e a plena fruição das atividades, o projeto prevê:Intérpretes de Libras em concertos, ensaios abertos e atividades educativas;Audiodescrição nas apresentações musicais;Materiais informativos em Braille e em formatos digitais acessíveis;Legendagem descritiva em conteúdos audiovisuais e transmissões online;Realização de visitas sensoriais e experiências táteis em ensaios e atividades formativas;Produção de materiais educativos acessíveis, com linguagem clara e recursos multimídia adaptados.Todas as ações de acessibilidade serão implementadas ao longo de 100% das atividades do projeto e devidamente registradas para fins de comprovação.
O projeto adotará medidas estruturadas para garantir amplo acesso da população às atividades culturais, assegurando democratização, inclusão social e diversidade de público, em conformidade com as diretrizes da Lei Rouanet.Distribuição e comercialização de ingressosA política de acesso será organizada da seguinte forma:30% dos ingressos distribuídos gratuitamente, sendo:10% destinados a patrocinadores10% destinados a ações de divulgação institucional10% destinados a públicos em situação de vulnerabilidade social e projetos educativos20% dos ingressos comercializados a preços populares, com valor máximo de R$ 50,0050% dos ingressos comercializados a valor integral, respeitando o limite máximo de R$ 50,00 por ingressoGarantia de meia-entrada legal para:estudantesidosospessoas com deficiênciabeneficiários do ID JovemEssa estrutura visa equilibrar sustentabilidade financeira e amplo acesso social, priorizando a inclusão de públicos historicamente afastados da música de concerto. Acesso remoto e difusão digitalCom o objetivo de ampliar o alcance do projeto em nível nacional, serão realizadas as seguintes ações:Transmissão online gratuita de concertos selecionados, com recursos de acessibilidade (Libras, legendas e audiodescrição);Disponibilização gratuita de conteúdos audiovisuais, incluindo concertos, oficinas e ensaios abertos;Produção de materiais educativos digitais acessíveis;Parcerias com plataformas digitais e emissoras públicas para difusão gratuita de conteúdos culturais. Medidas de ampliação de acessoO projeto adotará ações complementares para ampliar o alcance social e territorial:Realização de 10 ensaios gerais abertos ao público;Realização de oficinas e cursos gratuitos voltados a estudantes, jovens e professores da rede pública;Execução de atividades em espaços públicos, escolas e equipamentos culturais acessíveis;Atendimento a públicos de instituições sociais, incluindo:instituições de longa permanência para idososcentros de acolhimentoinstituições de reabilitaçãoOferta de transporte acessível, quando necessário, para públicos com mobilidade reduzida;Disponibilização de conteúdos culturais em formato acessível. CONTRAPARTIDAS SOCIAISO projeto prevê a realização de ações formativas obrigatórias, com foco em impacto social e educativo direto.Público beneficiário direto mínimo: 1.000 pessoas, prioritariamente:estudantes da rede públicajovens em situação de vulnerabilidadepessoas com deficiênciaAções previstas:Concessão de bolsas de formação musical e capacitação cultural;Realização de oficinas, cursos, palestras e treinamentos gratuitos;Ensaios abertos com mediação educativa;Atividades formativas em escolas públicas;Ações de sensibilização sobre inclusão e acessibilidade cultural.
Ficha Técnica do Projeto – OPESP1. Instituição ProponenteAssociação Orquestra Parassinfonica do Estado de São Paulo – OPESPAtividade no projeto: A OPESP será responsável pela coordenação geral do projeto, incluindo gestão administrativa e financeira, captação de recursos, acompanhamento do cronograma, execução das ações educativas e inclusivas, bem como supervisão artística de todas as atividades musicais.Currículo resumido da instituição:OPESP é uma orquestra inclusiva e premiada, que reúne músicos com e sem deficiência;Desenvolve projetos de formação musical, concertos didáticos e ações de democratização do acesso à cultura;Atua em parceria com instituições públicas e privadas, com apresentações em espaços como Sala São Paulo e Theatro Municipal;Reconhecimento nacional e internacional por sua excelência artística e compromisso social. 2. Diretor GeralNome: Igor Cayres RodriguesAtividade no projeto:Responsável pela direção geral do projeto, coordenação estratégica e representação institucional;Supervisão administrativa, captação de recursos, articulação com parceiros e órgãos públicos;Garantia do cumprimento do cronograma, contrapartidas e objetivos de acessibilidade;Mediação com equipe artística e pedagógica para assegurar excelência e inclusão em todas as ações.Currículo resumido:Mestre em Gestão Cultural e Artística (INSEEC, Paris, França) e pós-graduado em Marketing;Mais de 20 anos de experiência na produção cultural no Brasil e no exterior;Criador e realizador de projetos de destaque como FLIS (Feira do Livro Infantil de Salvador), Festival PERCPAN, Projeto Artemisa;Único produtor cultural brasileiro curador do Google Arts & Culture;Experiência consolidada em parceria com PNUD (ONU), instituições públicas e privadas. 3. MaestroNome: Marcos ArakakiAtividade no projeto:Regência das apresentações da OPESP;Coordenação artística e interpretação musical;Orientação e supervisão técnica dos instrumentistas;Desenvolvimento de repertório e condução de ensaios.Currículo resumido:Mestre em Regência Orquestral (Universidade de Massachusetts) e bacharel em Violino (UNESP);Prêmios: I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho e I Prêmio Camargo Guarnieri;Regência de orquestras brasileiras e internacionais (EUA, México, Argentina, República Tcheca, Ucrânia);Colaboração com artistas renomados como Pinchas Zukerman, Gabriela Montero, Yamandu Costa, entre outros. 4. Musicistas InstrumentistasAtividade no projeto:Execução das obras musicais durante ensaios e concertos;Participação em oficinas e ações educativas;Atuação em performances inclusivas, promovendo a integração de músicos com e sem deficiência;Colaboração na formação de jovens músicos e no desenvolvimento de projetos pedagógicos da OPESP.Resumo do corpo artístico:Músicos de excelência com formação em instituições como EMESP, UNESP, USP, Conservatórios nacionais e internacionais;Solistas e spallas com experiência em orquestras renomadas (OSESP, Orquestra Filarmônica, Theatro São Pedro);Participação em festivais nacionais e internacionais (FEMUSC, Campos do Jordão, Música nas Montanhas, Festival Gramado in Concert);Experiência em música de concerto, barroca, sinfônica, de câmara e performance histórica.(Lista detalhada de musicistas por naipe, já apresentada, incluindo Soprano Caroline Brito, pianista José Artur, violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, flautas, oboés, clarinetes, fagotes, trompas, trompetes, trombones, percussão e demais integrantes.) 5. Coordenação Pedagógica e InstrutoresCoordenação pedagógica: Aída MachadoPianista e educadora musical, responsável pela implementação das estratégias de ensino inclusivas;Experiência em formação de músicos com deficiência e integração em orquestras;Supervisão de equipe de instrutores e desenvolvimento de conteúdo educativo.Produtora Executiva: Fabiana AlvesResponsável pela produção executiva, coordenação da equipe técnica e artística;Captação de recursos via leis de incentivo e editais;Gestão de concertos, turnês, ações de inclusão e acessibilidade;Experiência com produção em grandes espaços como Sala São Paulo.Instrutores – Núcleo de Excelência Artística:Davi Graton (violino), Marcelo Jaffé (viola), Marialbi Trisolio (violoncelo), Max Ebert (contrabaixo), Rogério Wolf (flauta), Joel Gisiger (oboé), Sérgio Burgani (clarinete), Romeu Rabelo (fagote), Fernando Dissenha (trompete), Nikolay Alipiev Genov (trompa), Dárcio Gianelli (trombone), Elizabeth Del Grande (percussão).Músicos de referência da OSESP, com experiência nacional e internacional;Responsáveis pelo ensino, mentoria e acompanhamento técnico dos instrumentistas;
Projeto encaminhado automaticamente para pauta da reunião da CNIC