Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa a manutenção do musical A Vida é um Cabaré, peça da Cia Baiana de Patifaria, com temporadas em 3 teatros de Salvador e a circulação por 9 cidades do interior da Bahia e Pernambuco, incluindo debates com artistas locais, para celebrar as quase 4 décadas da trupe, através do humor e da música, retratando o poder da arte nos bastidores de um teatro cabaré.
Prestes a completar 40 anos nos palcos com 9 peças no repertório, para a Cia Baiana de Patifaria, o musical A Vida é um Cabaré (com estreia prevista para março de 2026) é um espetáculo sobre a resistência das pessoas das Artes frente às dificuldades do ofício, mais precisamente o universo do Teatro. Como pano de fundo, a história de duas irmãs, atrizes/cantoras, Dalva (homenagem a Dalva de Oliveira) e Dolores (homenagem a Dolores Duran), que herdam um Teatro dos pais, que mantinham uma trupe teatral. O conflito se instala quando descobrem que, junto com o Teatro já decadente, herdaram muitas dívidas também. Com temperamentos bem diferentes, mas explosivos, diante do endividamento decidem diversificar as atrações e tentar conquistar mais público, transformando o Teatro numa casa de shows, onde as ‘artes cênicas’ passarão a ter a ‘música’ como companheira nas apresentações. A linguagem e a estética a serem utilizadas se inspiram em números dos cabarés expressionistas alemães dos anos 20/30, com forte referência em Bertolt Brecht e Kurt Weil, mas inserindo o cancioneiro brasileiro de vários períodos. O cabaré da Cia Baiana de Patifaria é uma alegoria sobre a ambição, uma fábula sobre as fraquezas humanas e sobre o poder de transformação que a Arte provoca, quando artistas, em seus dilemas, sempre buscam meios de reverter a crise em dias melhores. A história se passa num lugar fictício chamado Utopia, onde a Arte é livre, situado à esquerda numa bifurcação, tendo a província de Distopia à direita, onde os Artistas não são bem vistos e há censura. Em Utopia, o Cabaré funciona como um bunker, lugar em que a Arte salvará, do tédio e do medo, aqueles que ali frequentam. O paralelo aqui se dá entre o conservadorismo da província de Distopia, que é uma ameaça para a província vizinha e liberal Utopia e, por conseguinte, para o Cabaré das irmãs Dalva & Dolores. Os moradores de Utopia temem que a censura e o caos crescentes em Distopia, cheguem até eles. Por lá, livros são tirados das bibliotecas ou queimados, peças de teatro são tiradas de cartaz e artistas são perseguidos. As ‘utópicas’ irmãs Dalva & Dolores se descobrem super endividadas quando Olegário Cansanção, o produtor, informa sobre o resultado do inventário dos pais: deixaram o teatro como herança e, com ele, muitas contas a pagar. Como as duas irmãs vivem às turras e duelam todo tempo sobre quem faz mais sucesso ou chama mais atenção do público de Utopia, acabam sendo convencidas por Gratiluz, camareira de longa data da família, que só resolverão o problema se se unirem no mesmo objetivo: tirar o Teatro do buraco usando seus talentos, mas JUNTAS! A tensão cresce com a chegada da jovem Edith (homenagem a Edith Piaf), uma artista fugida de Distopia, a província vizinha que está perseguindo e censurando artistas. Outros personagens se juntam para gerar ainda mais confusão e risos nesse cabaré. A ideia é somar a música nas apresentações em forma de esquetes curtas, inspiradas na estética dos cabarés das décadas de 20/30 do século passado. A Vida é um Cabaré, é um projeto relativamente antigo para a Cia. A pesquisa começou há 11 anos, com o título Cabaré Patife. A ideia já era utilizar os recursos artísticos de canto/dança/humor da trupe, experimentados em dois projetos musicais anteriores do repertório: A Vaca Lelé e Noviças Rebeldes. De lá pra cá, a pesquisa e referências se ampliaram através da dramaturgia de Karl Valentin, o Teatro cabaré de Brecht, da estética de Almodóvar e Woody Allen, além de filmes como Chicago, e séries como Feud, que tratam sobre grandes rivalidades cênicas. Cabaret, o filme de Bob Fosse, de 1972, entra como grande inspiração por tratar da ascensão terrível do nazismo, enquanto a noite no Cabaret Kit Kat fervilhava, nos anos 30. A metalinguagem, uma das marcas registradas da Cia Baiana, acontece com os 5 atores se desdobrando em 10 personagens que se apresentam num teatro, interagindo com a plateia para contar a história desse cabaré em formato de um musical, com trilha gravada, mas cantada ao vivo.O texto, assinado pelo ator Lelo Filho, terá supervisão de dramaturgia de Vini Morais (a dupla escreveu em 2010 Siricotico, outra montagem da Cia que ficou mais de 3 anos em cartaz entre Salvador e circulação pelos principais polos culturais do interior da Bahia, com um público de mais de 50.000 espectadores). A direção será assinada por Daniel Marques, que foi assistente do saudoso mestre Harildo Déda. O elenco, formado pelos atores Rodrigo Villa, Mano Leone, Maurício Martins, João Victor Sobral e Lelo Filho (que também assina o texto), se desdobrará em 10 personagens (masculinos e femininos). O figurino de Maurício Martins, tem como modelistas Lina Lemos e Dora Moreira, que utilizará o recurso da sobreposição de peças para cada personagem. A direção musical de Gabriel Mercury terá instrumentos percussivos gravados misturando uma sonoridade brasileira e música de cabaré. A preparação vocal de Manuela Rodrigues. A cenografia de Maurício Pedrosa focará em dois camarins e no centro do palco o cabaré, completado com a iluminação de Eduardo Tudella.
OBJETIVO GERAL:- A manutenção do musical A Vida é um Cabaré, com temporadas em 3 Teatros de Salvador e realização de uma Turnê, prestigiando o público de 8 cidades do interior da Bahia (Feira de Santana, Alagoinhas, Camaçari, Ilhéus, Itabuna, Juazeiro, Jequié, Vitória da Conquista) e 1 cidade do interior de Pernambuco (Petrolina). Totalizando 10 cidades (incluindo Salvador)- Realizar debates com artistas e estudantes interessados nas Artes Cênicas, no Teatro Musical e como foi desenvolvida a montagem, em cada uma das 10 localidades onde o espetáculo será apresentado, focando, especialmente, em alunos da rede pública de ensino. - A meta em cada trabalho da Cia Baiana continua sendo o de multiplicar o público para o Teatro como um todo, atingindo faixas etárias e de poder aquisitivo distintos, já que a arte teatral somada à música se torna ainda mais universal. - Além da manutenção de postos de trabalho já existentes, gerar mais empregos diretos e indiretos em cada localidade, ampliando a cadeia produtiva e criando oportunidades de trabalho. - A Cia Baiana tem se destacado por montagens diversificadas entre autores brasileiros e estrangeiros. Mas, acima de tudo, nos últimos anos, pela busca e divulgação de uma dramaturgia popular e brasileira, autoral.- Um objetivo extremamente importante é poder contribuir para as discussões sobre o poder da Arte teatral como meio de resistência, não somente como ofício, mas, também, frente ao perigo do autoritarismo, um dos temas do espetáculo;- Contribuir, através da montagem especificamente e dos debates provenientes dela, para criar entre os espectadores um universo de questionamentos através da Arte e positividade para solucionar conflitos;- Promover o Teatro Musical como forma de expressão, através de uma Arte tão artesanal, como o Teatro, junto à música, Arte tão universal, ao mesmo tempo em que incrementa a economia criativa de cada lugar e fomenta a diversidade cultural de nosso país; OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- A realização de 22 apresentações do musical A Vida é um Cabaré com temporadas em 3 Teatros de Salvador e 16 apresentações em 9 cidades do interior da Bahia e Pernambuco, entre julho e dezembro de 2026; - Criar 13 postos diretos de trabalho, além de uma demanda de profissionais indiretos em cada uma das 10 localidades (incluindo Salvador e as cidades do roteiro) em todas as fases de execução do projeto, da pré-produção até a pós-produção;- Disponibilizar 10% do total de ingressos, de forma gratuita, com foco em jovens estudantes, especialmente das redes públicas de ensino e interessados nas Artes Cênicas e no Teatro Musical;- Oportunizar o acesso de um público diverso, na escolha de Teatros que atendam aos requisitos de acessibilidade física, como rampas, elevadores e banheiros adaptados, garantindo, também, a participação de pessoas com deficiência auditiva, cegos e pessoas com baixa visão.- Apresentações em Salvador:Local: Teatro MóduloPeríodo: Julho/2026Capacidade: 281 espectadoresQuantidade de apresentações: 4 sessões Dias: 04, 11, 18 e 25/07Horário: Sábados às 19hPúblico total: 1.124 espectadores Local: Teatro Sesi Casa BrancaPeríodo: Agosto/2026Capacidade: 123 espectadoresQuantidade de apresentações: 10 sessões Dias: 31/07 e 01/08, 07 e 08, 14 e 15, 21 e 22, 28 e 29/08Horário: Sextas e Sábados às 19hPúblico total: 1.230 espectadores Local: Teatro Molière (Aliança Francesa)Período: Setembro/2026Capacidade: 132 espectadoresQuantidade de apresentações: 08 sessões Dias: 05 e 06, 12 e 13, 19 e 20, 26 e 27/09Horário: Sábados e Domingos às 19hPúblico total: 1.056 espectadoresTotalizando 22 sessões em Salvador e atingindo um público total de 3.410 espectadores.- Turnê 2026 Cidade: Itabuna-BA Local: Centro de CulturaCapacidade: 320 espectadoresQuantidade de apresentações: 2 sessõesDias: as pautas serão fechadas juntamente com a Secult BAHorário: Sábado e Domingo às 19hPúblico total: 640 espectadores Cidade: Jequié-BALocal: Centro de CulturaCapacidade: 518 espectadoresQuantidade de apresentações: 1 sessãoDias: as pautas serão fechadas juntamente com a Secult BAHorário: Sábado às 19hPúblico total: 518 espectadores Cidade: Juazeiro-BALocal: Centro de CulturaCapacidade: 307 espectadoresQuantidade de apresentações: 2 sessõesDias: as pautas serão fechadas juntamente com a Secult BAHorário: Sábado e Domingo às 19hPúblico total: 614 espectadores Cidade: Alagoinhas-BALocal: SESC Capacidade: 189 espectadoresQuantidade de apresentações: 2 sessõesDias: as pautas serão fechadas juntamente com o SESCHorário: Sábado e Domingo às 19hPúblico total: 378 espectadores Cidade: Camaçari-BALocal: Teatro Cidade do SaberCapacidade: 568 espectadoresQuantidade de apresentações: 1 sessãoDias: a pauta será fechada juntamente com o teatroHorário: Sábado às 20hPúblico total: 568 espectadores Cidade: Feira de Santana-BALocal: Centro de CulturaCapacidade: 400 espectadoresQuantidade de apresentações: 2 sessõesDias: as pautas serão fechadas juntamente com a Secult BAHorário: Sábado e Domingo às 19hPúblico total: 800 espectadores Cidade: Ilhéus-BALocal: Teatro MunicipalCapacidade: 400 espectadoresQuantidade de apresentações: 2 sessõesDias: as pautas serão fechadas juntamente com o teatroHorário: Sábado e Domingo às 19hPúblico total: 800 espectadores Cidade: Vitória da Conquista-BALocal: Centro de CulturaCapacidade: 316 espectadoresQuantidade de apresentações: 2 sessõesDias: as pautas serão fechadas juntamente com a Secult BAHorário: Sábado e Domingo às 19hPúblico total: 632 espectadores Cidade: Petrolina-PELocal: SESC Capacidade: 392 espectadoresQuantidade de apresentações: 2 sessõesDias: as pautas serão fechadas juntamente com o SESCHorário: Sábado e Domingo às 19hPúblico total: 784 espectadores Totalizando um publico na turnê de 5.734 espectadores em 16 apresentações.
"É preciso fazer o mundo inteiro cantar. A música é tão útil quanto o pão e água", dizia Villa Lobos, um dos maiores músicos do mundo, essa é a frase guia desse espetáculo, cujo projeto visa, além da manutenção da temporada na capital baiana ampliando o público local, viabilizar a circulação de A Vida é um Cabaré por mais 9 cidades, promovendo a multiplicação desse público, com a interiorização e a democratização do acesso ao Teatro e ao espetáculo, bem como um intercâmbio entre os artistas e técnicos e as populações de cada localidade, através da realização dos encontros e debates sobre o fazer teatral, com interessados nas temáticas da montagem. O teatro vive em crise desde que surgiu. Uma arte tão artesanal como a nossa vem resistindo à duras penas e tentando conviver com a feroz indústria do entretenimento, os avanços da tecnologia e, o pior, a falta de interesse de uma boa parcela do público. Os espetáculos da Cia Baiana sempre são um misto de ampla pesquisa do gênero teatral que é a comédia, somada a questões que fazem o espectador sair pensando sobre o que viu no palco. Acreditamos que ninguém sai imune do Teatro, após assistir qualquer que seja o gênero de montagem.A Vida é um Cabaré vem agregar mais um item a essa pesquisa: a quantidade de assuntos e personagens que ao longo de décadas preenchem a história da música no Brasil são os focos do espetáculo. Utilizar o humor para falar de como a música faz parte da vida das pessoas em momentos bons e ruins, românticos ou não. Poder passear, com senso crítico e artístico, por movimentos musicais como a Bossa Nova, a Tropicália e o iê-iê-iê da Jovem Guarda ou pelos períodos conturbados da nossa política com as canções de protesto, os festivais, o rock brasileiro de Raul Seixas aos anos 80, o boom da axé music e do sertanejo, até os dias atuais com o arrocha e a sofrência. A trilha sonora pretende fazer um apanhado de cada período importante do Brasil, agradando faixas etárias distintas de um país tão diverso. E é de extrema importância esse fomento para sua realização, através da Lei 8.313 de Incentivo à Cultura, de 23 de dezembro de 1991, Art. 18°, parágrafo 3°, inciso I, na qual o projeto A Vida é um Cabaré se enquadra na categoria de montagem das Artes Cênicas:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.O projeto dialoga totalmente, segundo o que diz o Artigo 3° da referida lei, no item II sobre - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;Assim como com o item IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos
Espetáculo Teatro Musical – A Vida é um Cabaré Duração 90 minutosEscrito por Lelo FilhoDireção Daniel MarquesManutenção do espetáculo na capital baiana (3 meses)Circulação pelo interior (2 meses)Realização de 38 espetáculosDebates inserindo estudantes e artistas de cada localidade
Nossa estratégia de acessibilidade é integrada e começa desde a pré-produção, com a escolha de Teatros que atendam aos requisitos de acessibilidade física, como rampas, elevadores e banheiros adaptados. Esse projeto quer garantir, também, a participação, em nossa plateia, de pessoas com deficiência física, surdos, pessoas com deficiência auditiva, cegos e pessoas com baixa visão. Todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras, devidamente certificados, com posicionamento e iluminação adequados para garantir a plena visibilidade da interpretação. Também ofereceremos o recurso de audiodescrição ao vivo, com profissionais experientes na tradução de espetáculos teatrais para o público com deficiência visual.Quanto à comunicação acessível, todos os materiais de divulgação em redes sociais incluirão audiodescrição em vídeo ou texto alternativo, legendas, tradução em Libras e linguagem simples. Utilizaremos também símbolos e hashtags de acessibilidade, ampliando o alcance das informações.A mobilização do público será realizada por meio de parcerias com instituições locais, como a Associação de Surdos de Salvador (ASSBA), o Instituto de Cegos da Bahia, escolas de educação especial e grupos de apoio a pessoas com deficiência. Faremos ações específicas nessas redes e contato direto com lideranças comunitárias.Todas as ações estão alinhadas à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e ao Decreto nº 5.296/2004, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso cultural e a promoção da inclusão. Após as apresentações, disponibilizaremos canais de escuta para coleta de feedbacks, visando o aprimoramento contínuo das estratégias de acessibilidade.
A realização desse projeto por 5 meses, com 38 apresentações, entre Salvador, cidade que abriga a trupe da Cia Baiana de Patifaria (totalizando 22 apresentações entre julho e setembro), e a circulação por 9 cidades (interior da Bahia e Pernambuco, totalizando 16 apresentações entre outubro e novembro), através da Lei de Incentivo à Cultura permitirá dar uma maior visibilidade à mais nova produção de nossa trupe, desde a estreia de Fora da Ordem, nossa última montagem em 2014. E com o aporte para a execução do referido projeto, A Vida é um Cabaré tende a ganhar fôlego ainda maior ao atingir diferentes plateias, em Salvador (julho a setembro) e interior da Bahia e Pernambuco, entre o espectador espontâneo que irá à bilheteria garantir o ingresso, mas, especialmente, aos beneficiados pela contrapartida social do projeto, que inclui principalmente jovens estudantes e professores, com 936 ingressos gratuitos nas apresentações, estimando um público total do projeto de 9.144 espectadores. E nos debates, com o elenco e equipe técnica da montagem, a estimativa de participantes nas 10 localidades por onde o projeto irá percorrer, é de 1.000 pessoas. PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS “A Vida é um Cabaré”Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, conforme prevê o art. 27 da IN nº 01/2024, o proponente se compromete, no período de execução do projeto a:I - destinar 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores e/ou ações de divulgação do projeto, totalizando 916 cortesias. Havendo mais de um patrocinador, cada um receberá a quantidade de ingressos proporcional ao investimento efetuado;II - doar 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, totalizando 936 cortesias;III - destinar no mínimo 20% (vinte por cento) dos ingressos para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente, totalizando 1.830 ingressos;IV - assegurar a meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) em todos os ingressos comercializados; *Além disso, como medidas de ampliação de acesso, o proponente se compromete a: Para nosso projeto, propomos a realização de debates, com o elenco e equipe técnica da montagem, estimando 1.000 participantes nas 10 localidades por onde o projeto irá percorrer.
Cia Baiana de Patifaria (Teatro de Comédia Prod. Artísticas (Produtora executiva)Salvador, final dos anos 80, surgia a Cia Baiana de Patifaria, trupe cujo trocadilho no nome definia o que seriam suas marcas registradas: humor e irreverência. O grupo inverteu o processo de criação e produção de um espetáculo, passando a dividir com o diretor a concepção de suas montagens, desde a escolha dos textos. Em 38 anos, o seu público alvo tem sido bem amplo e assim mais de 2 milhões e meio de espectadores já se divertiram com as personagens de 9 sucessos do repertório: Abafabanca, A Bofetada, Noviças Rebeldes, 3 em 1, A Vaca Lelé, Capitães da Areia, Siricotico, Fora da Ordem e Fanta & Pandora. Seus atores já trabalharam com alguns dos mais importantes diretores na Bahia, como Fernando Guerreiro, Luiz Marfuz, Hebe Alves, Fernanda Paquelet e um dos maiores nomes do teatro musical no Brasil, o diretor Wolf Maya, em Noviças Rebeldes comédia musical que ultrapassou as fronteiras no Brasil e desembarcou por 2 semanas num teatro em NY, em 1997.Lelo Filho (diretor geral/ator/autor) / Euclides Valério Filho. Negro e da Comunidade LGBTQIAPN+ Iniciou carreira em 1982 no Teatro Castro Alves. Atuou em textos de Nelson Rodrigues, Bocaccio, Dan Goggin sob direção de Wolf Maya, Luiz Marfuz, Fernando Guerreiro dentre outros. Em 1987, com outros atores, criou a Cia Baiana de Patifaria que, em 38 anos produziu 9 peças, onde atuou em Abafabanca, A Bofetada, 3 em 1, Noviças Rebeldes, Fora da Ordem e Fanta & Pandora, foi também codiretor de A Vaca Lelé e Capitães da Areia, coautor e ator em Siricotico. Escreveu, dirige e atua em Fora da Ordem, Prêmio Myriam Muniz de Teatro da Funarte, concorrendo na categoria Melhor Texto no Prêmio Braskem, em 2015. Em 1997, produziu e atuou em 2 semanas no circuito off-Broadway, em Nova York, com Noviças Rebeldes. Com o personagem Fanta Maria (de A Bofetada), teve 2 programas (Exquenta e É a minha cara) nas rádios Globo e Metrópole. No cinema atuou em Tieta do Agreste (de Cacá Diegues) e em O Pai do Rock (de José Araripe Júnior). Rodrigo Villa (ator) da Comunidade LGBTQIAPN+ Ator formado pelo curso livre de teatro da UFBA em 2013. Atuou em Troillus e Créssida (Márcio Meireles), Por Que Hécuba (Márcio Meireles), Jango (Márcio Meireles), Frankenstein (Márcio Meireles), Bonde dos Ratinhos (indicado ao Prêmio Braskem de melhor espetáculo infantil), Rebola (vencedor do Prêmio Braskem de melhor espetáculo adulto do ano de 2017), Deboche e como Bisteca no espetáculo Na Rédea Curta. Na Cia Baiana de Patifaria, desde 2017, atuou em Noviças Rebeldes, A Bofetada e está em cena em FANTA & PANDORA, um recorte do espetáculo A Bofetada, desde 2022. Foi apresentador do programa "Exquenta com Fanta e Pandora" na rádio Globo 104.3 com transmissões ao vivo. No cinema, fez uma participação no longa "Não Tem Volta", cuja contracenando ao lado de Rafael Infante. Além disso, foi uma das estrelas do show de stand-up comedy "RECEBA!" na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, para um público de mais de 4 mil pessoas. Maurício Martins (produtor/ator) da Comunidade LGBTQIAPN+ Produtor, cenógrafo, figurinista, aderecista, maquiador e criador do Acervo Boca de Cena, um dos maiores acervos de figurinos e adereços do país. Atuou nos bastidores de vários espetáculos teatrais em Salvador, iniciando sua carreira em 1987 como Produtor Executivo na Cia Baiana de Patifaria, no espetáculo A BOFETADA, com direção de Fernando Guerreiro, onde desenvolveu o trabalho de Supervisor de Figurino e Cenário durante sete anos. Ainda na Cia, trabalhou na montagem do musical NOVIÇAS REBELDES como Figurinista, com a direção de Wolf Maya e como Aderecista no infantil A VACA LELÉ, com a direção de Fernanda Paquelet e Lelo Filho. Atualmente está em cena como ator em FANTA & PANDORA. Mano Leone (ator) da Comunidade LGBTQIAPN+ Tem 24 anos de idade, é ator, dramaturgo e graduando em Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades pela UFBA. Integra o Grupo Teca Teatro desde 2010, atuando em peças e participando do Núcleo de Dramaturgia Jovem. No decorrer de 15 anos, atuou em diversos espetáculos na capital baiana. Mais recentemente, recebeu duas indicações consecutivas ao Prêmio Bahia Aplaude por seu trabalho de ator em "Hamlet - O Último Tolo Dinamarquês", "Replay - Para Não Esquecer", "Farsas E Sofrências" e "Hoje é Dia de Rock". Além de uma experiência teatral longa e diversa para um jovem ator, está em um movimento cada vez mais intenso de se debruçar pelo cinema. Em 2024, gravou o curta-metragem "Jogo da Lourdes" pela "Olho de Vidro Produções" e, em 2025, gravou um longa-metragem de animação chamado "Sara - A Sereia que Tinha Medo do Mar". Atualmente cursando Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades na Universidade Federal da Bahia. João Victor Sobral (ator)Começou sua carreira aos 11 anos, participando da peça Eu Sou Dom Quixote, que lhe rendeu uma indicação ao Antigo Prêmio Braskem, agora Prêmio Bahia Aplaude, na categoria Revelação. Desde então, esteve em vários espetáculos na capital baiana, como O Circo de Só Ler, Sobre o Menino que Queria Voar (os dois anteriores indicados na categoria Espetáculo Infanto-Juvenil do Prêmio Braskem), REPLAY - Para Não Esquecer, Virtude & Vingança, e, recentemente, integrou 2 montagens da Cia. De Teatro da UFBA: Eduardo II e Homem é Homem, indicado ao Prêmio Bahia Aplaude, na categoria Espetáculo Adulto. Entre seus trabalhos mais recentes estão HAMLET - O Último Tolo Dinamarquês e a interpretação do personagem Davi, na peça Hoje é Dia de Rock, que lhe rendeu uma indicação na categoria Ator, também do Prêmio Bahia Aplaude. A peça, produzida por ele, Daniel Marques e Mano Leone também concorreu à categoria Espetáculo Adulto. Daniel Marques (direção artística) da Comunidade LGBTQIAPN+ Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em direção teatral pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia onde dirigiu os espetáculos “Mãe Coragem e Seus Filhos”, de Bertolt Brecht (2022), “O tempo e os Conways”, de J. B. Priestley (2024), “Hoje é dia de rock”, de José Vicente (2024), além de um fragmento de “Os pequenos burgueses”, de Maximo Gorki (2019). No ano de 2022 foi indicado ao Prêmio Braskem de Teatro na categoria revelação pela direção e atuação em “O zoológico de Vidro”, de Tennessee Williams (2021). E em 2025 foi indicado ao Prêmio Bahia Aplaude na categoria direção e espetáculo adulto pelo trabalho “Hoje é dia de Rock”, seu trabalho de formatura na Escola de Teatro da UFBA. Atua também como professor em diferentes locais: instituição de arte-educação Hora da Criança, Grupo TECA teatro e Fundação Bahiana de Engenharia. Gabriel Mercury (direção musical)Produtor Musical/Arranjador EP "Não Estrutural", participação de Zeca Baleiro. Diretor Musical da Banda Daniela Mercury em mais de 80 shows: na Itália, Holanda, Suiça, Moçambique, Cabo Verde, Portugal, Reino Unido, EUA, Bélgica, Argentina, Espanha, França e Alemanha. Produtor Musical CD Daniela Mercury & Cabeça De Nós Todos. Compositor/Produtor Musical/Arranjador Disco: "Canibália" -Daniela Mercury juntamente com os produtores Alfredo Moura, Ramiro Mussoto. Cantor, Produtor Musical/Arranjador Disco: "Incompleto", com participação especial do Ilê Ayiê, Daniela Mercury, Fred Dantas. Álbum vencedor do prêmio Catavento de melhor compositor da música independente. Compositor "Aeromoça" - sua composição foi gravada por Daniela Mercury no álbum "Sou de Qualquer Lugar". Marcos Motta (diretor de produção/administrador) da Comunidade LGBTQIAPN+ Produtor em Salvador desde 1999, realizou as produções de espetáculos como Vingança, Vingança, Vingança (com o grupo Os Específicos), Caixa 2 (com Juca de Oliveira e Mauro Mendonça), Eles preferem as Loiras (com Zezeh Barbosa) e Donana (com Ronaldo Ciambroni). Com a Cia Baiana de Patifaria fez as produções de A Bofetada, A Vaca Lelé, Capitães da Areia, Noviças Rebeldes, Siricotico, Abafabanca e Fora da Ordem e FANTA & PANDORA.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 20/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.