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PRONAC 261214Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Paraíso do Rock 2026 - Festival Independente de Rock do Sul do Brasil

ASSOCIACAO DE PROTECAO A MATER E A INF DE PSO DO NORTE
Solicitado
R$ 170,2 mil
Aprovado
R$ 170,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
PR
Município
Paraíso do Norte
Início
2026-04-01
Término

Resumo

O Paraíso do Rock busca se firmar como polo de aglutinação cultural fora do eixo Rio-São Paulo e do circuito das capitais. Nesta edição, serão 10 bandas em dois dias de evento, com público estimado de 1.500 pessoas, promovendo artistas que desafiam tendências comerciais. O festival também impulsiona a economia criativa local com o Pré Paraíso do Rock, realizado na Casa de Cultura de Paraíso do Norte, com entrada franca e arrecadação de alimentos. A programação inclui lançamentos de livros, palestras e apresentações culturais. O festival ainda promoverá ações de sensibilização sobre a importância da música e da cultura alternativa em turmas de ensino médio da rede pública estadual.

Sinopse

O Paraíso do Rock é um dos festivais mais importantes do cenário musical independente do Paraná, celebrado desde 2008 e promovido pela Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (APMI). Desde sua criação, o evento se consolidou como um espaço de valorização da cultura alternativa e do espírito contestador do rock, trazendo artistas locais e nacionais para um público estimado de 1.500 pessoas. O festival é uma plataforma cultural que vai além das apresentações musicais, englobando uma programação de oficinas, debates, ensaios abertos e outras atividades formativas, sempre com o objetivo de promover a integração da comunidade local e fomentar a economia criativa da região. O evento, que ocorre anualmente em Paraíso do Norte, é organizado pela APMI, entidade sem fins lucrativos que desde sua fundação tem dedicado seus esforços a ações sociais e educacionais voltadas para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. O Centro de Estudo do Menor e Integração na Comunidade (CEMIC), mantido pela associação, atende diariamente cerca de 500 crianças e jovens, oferecendo um projeto multidisciplinar que inclui reforço educacional, música, esportes e atividades culturais, bem como quatro refeições diárias. O Paraíso do Rock busca promover um acesso democrático à cultura, criando espaços para a participação do público nas atividades do festival. Além das apresentações musicais, o evento realiza ações de sensibilização e de engajamento com a comunidade, levando o rock e as expressões culturais alternativas para além do festival em si. Nesse sentido, o evento também incorpora o Pré Paraíso com ações específicas de artistas locais, palestras e workshops. O Pré Paraíso do Rock acontece no dia anterior ao evento principal e dá início à programação do festival com uma série de atividades culturais e educativas. Organizado pela APMI, o Pré Paraíso é uma celebração informal que oferece ao público uma programação diversificada com lançamentos de livros, palestras, apresentações musicais e culturais de pequeno porte. O evento é gratuito e tem uma forte interação com a comunidade local. Parte dos ingressos para o evento principal é destinada a pessoas de comunidades periféricas, escolas públicas e grupos de jovens atendidos pela APMI, ampliando o alcance social e o impacto cultural do festival. O Pré Paraíso também está alinhado com o compromisso social da APMI, promovendo a arrecadação de alimentos que serão doados para instituições filantrópicas da cidade, fortalecendo a ação social da associação. É uma oportunidade única de vivenciar o espírito do Paraíso do Rock em um formato mais intimista e acessível, reforçando a democratização da cultura e a inclusão de públicos que, muitas vezes, têm pouco ou nenhum acesso a eventos culturais dessa magnitude. Além das atividades que acontecem durante o evento principal, o Paraíso do Rock também desenvolve um importante trabalho de sensibilização nas escolas da rede pública estadual, como parte de sua ação educativa e formativa. Estas ações têm o objetivo de aproximar os jovens da produção cultural independente e do universo do rock, um gênero que, ao longo das décadas, se consolidou como um símbolo de contestação, liberdade de expressão e resistência. O objetivo dessas ações é criar um vínculo entre os estudantes e a cultura do festival, além de promover a inclusão social e cultural desses jovens em um contexto de produção artística independente. As oficinas musicais realizadas nas escolas possibilitam que os alunos, em sua grande maioria moradores de áreas periféricas e de pouca acessibilidade à cultura, possam se engajar diretamente com a música e a arte, despertando o interesse por novas formas de expressão artística e criando novos talentos para a cena local. Para fortalecer essa integração, o evento também disponibiliza ingressos gratuitos para estudantes e professores das escolas envolvidas, permitindo que eles participem do festival e vivenciem a experiência de perto. Além de sua programação presencial, o Paraíso do Rock também busca ampliar seu alcance por meio de transmissões digitais ao vivo, permitindo que pessoas de outras cidades, estados e até países possam acompanhar o festival e participar da experiência cultural de forma virtual. A transmissão de shows, palestras e debates, com conteúdos acessíveis para públicos com deficiência, é uma das maneiras encontradas para democratizar o acesso à cultura e levar o Paraíso do Rock para além das fronteiras físicas do evento. O Paraíso do Rock segue com o compromisso de promover a inclusão e a acessibilidade, tanto no evento principal quanto nas suas atividades educacionais e de sensibilização nas escolas. Ao longo de sua trajetória desde 2008, o festival tem se consolidado como um marco cultural para a cidade de Paraíso do Norte e para a cena independente do Paraná, reforçando seu papel na democratização da cultura, na formação de plateias e no fomento à produção artística alternativa.

Objetivos

Objetivo GeralO Paraíso do Rock tem como objetivo geral fomentar e consolidar a cena do rock independente, promovendo um espaço de valorização da cultura alternativa e do espírito contestador do gênero. O festival busca proporcionar ao público uma experiência autêntica e imersiva, onde a música e outras expressões artísticas convergem para fortalecer a identidade cultural e a diversidade dentro do cenário musical. Além disso, tem como propósito incentivar a profissionalização de bandas e artistas independentes, criando oportunidades para que possam expandir sua visibilidade e alcançar novos públicos. Outro aspecto fundamental do objetivo geral do festival é integrar a comunidade local e fortalecer a economia criativa da região através do Pré Paraíso do Rock. O Paraíso do Rock também se posiciona como um agente de transformação social, promovendo debates sobre a importância da arte e da cultura como formas de resistência e expressão. Dessa maneira, o festival não apenas celebra o rock, mas reafirma seu compromisso com a democratização da cultura e o fomento à produção artística independente. A cada edição, o evento se consolida como um marco para os fãs do gênero e artistas que buscam espaços autênticos para se apresentar. Dessa forma, o Paraíso do Rock segue com o compromisso de manter viva a essência do rock, proporcionando ao público experiências memoráveis e mantendo-se como um dos mais relevantes festivais do cenário alternativo. Objetivos Específicos - Incentivar a produção e divulgação de bandas e artistas independentes, criando oportunidades para mais de 10 bandas e artistas que ainda não têm espaço nos circuitos comerciais; - Fortalecer a cena cultural alternativa, promovendo a troca de experiências entre músicos, produtores e público, com a realização de mais de 15 apresentações musicais e intervenções artísticas durante o festival e sua programação paralela; - Estabelecer o festival como um evento de referência na valorização da cultura underground e do espírito "faça você mesmo" (DIY), atraindo um público estimado de 2.500 pessoas ao longo de quatro dias de programação;Proporcionar uma experiência imersiva que vá além da música, incluindo o lançamento de pelo menos 5 livros e zines, além de performances, exposições, rodas de conversa e vivências culturais; - Integrar a comunidade local ao festival, incentivando a participação de moradores e fortalecendo o vínculo do evento com o território, com ações colaborativas envolvendo cerca de 15 voluntários e coletivos locais; - Estimular a economia criativa por meio da participação de 10 empreendedores criativos e comerciantes locais na F no Pré Paraíso do Rock, com expectativa de movimentar cerca de R$ 250.000,00 em renda direta e indireta durante o período do festival; - Fomentar a inclusão e diversidade, garantindo um espaço seguro e acolhedor para todas as identidades, gêneros e expressões culturais, com adoção de protocolos de segurança, acessibilidade e escuta ativa; - Realizar ações de sensibilização em turmas do ensino médio da rede pública estadual, impactando cerca de 400 estudantes com oficinas e bate-papos sobre música e cultura alternativa como formas de expressão, identidade e resistência; - Expandir o alcance do festival, atraindo público de diferentes regiões do estado e do país, com projeção de presença de visitantes de ao menos 10 cidades diferentes, e ampliando a visibilidade do evento nas redes sociais e mídias alternativas.

Justificativa

A realização do festival Paraíso do Rock, promovido pela Associação de Proteção à Maternidade e à Infância _ APMI, depende do apoio via incentivo fiscal por meio da Lei nº 8.313/91, tendo em vista os custos operacionais e estruturais necessários para garantir a qualidade artística, a acessibilidade do público e a gratuidade parcial de suas atividades. Por se tratar de um projeto realizado fora dos grandes centros urbanos e que visa democratizar o acesso à cultura em uma cidade de pequeno porte, o festival não possui viabilidade econômica baseada exclusivamente em bilheteria ou patrocínio direto. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura torna-se, portanto, essencial para a sua continuidade, expansão e qualificação. O projeto está diretamente alinhado ao Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos incisos I (fomento à cultura), II (valorização da iniciativa cultural) e IV (apoio à circulação de bens culturais). Também atende aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, ao contribuir para a formação cultural da população, garantir a universalização do acesso aos bens culturais, estimular a produção e difusão de manifestações culturais regionais e valorizar a diversidade e a pluralidade das expressões artísticas do país. Ao mesmo tempo, insere-se no esforço nacional de descentralização da produção cultural, promovendo uma agenda artística de relevância em um município do interior do Paraná, fora dos grandes eixos de visibilidade. Ao articular cultura, formação, economia criativa e impacto social, o Paraíso do Rock também se alinha a diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, reforçando seu caráter estratégico enquanto instrumento de desenvolvimento humano e social. O projeto contribui de forma direta com o ODS 4 _ Educação de Qualidade, ao incorporar ações formativas como palestras, lançamentos de livros, distribuição de fanzines e incentivo à leitura e à reflexão crítica. São práticas que dialogam com a formação ampliada de crianças, jovens e adultos, fortalecendo a cidadania cultural. Com a realização do Pré Paraíso, evento que acontece na Casa de Cultura de Paraíso do Norte, estimula a contratação de artistas independentes e fornecedores locais, o festival contribui com o ODS 8 _ Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ampliando a geração de renda e o fortalecimento da economia criativa regional. Esses impactos também respondem ao ODS 10 _ Redução das Desigualdades, uma vez que a programação é acessível ao público, com entrada gratuita em parte das atividades e ações solidárias como a arrecadação de alimentos, ampliando o acesso à cultura para populações historicamente excluídas. O evento também promove o uso qualificado de espaços públicos, ativa equipamentos culturais e reforça o senso de pertencimento e identidade comunitária, alinhando-se ao ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis. Ao transformar a cidade em um palco de diversidade cultural e fruição artística, o festival colabora para a construção de um território mais vivo, participativo e culturalmente fortalecido. A proposta dialoga ainda com o ODS 12 _ Consumo e Produção Responsáveis, especialmente ao priorizar práticas sustentáveis na produção do evento, como o incentivo ao uso de materiais recicláveis, a valorização de produtores locais e a educação ambiental junto ao público e aos expositores. Por sua vez, as ações formativas, os espaços de debate e a valorização do pensamento crítico por meio da arte dialogam com o ODS 16 _ Paz, Justiça e Instituições Eficazes, pois reforçam a importância da cultura como instrumento de construção da cidadania, do respeito às diversidades e da participação social. Por fim, o festival é viabilizado por uma rede de cooperação entre a sociedade civil organizada (APMI), o poder público e empresas parceiras, o que o coloca em consonância com o ODS 17 _ Parcerias e Meios de Implementação, demonstrando como a articulação entre diferentes setores é fundamental para promover a cultura e o desenvolvimento sustentável. A APMI (Associação de Proteção à Maternidade e à Infância) está em Paraíso do Norte desde 2008, quando a cidade passou a sediar o evento "Paraíso do Rock", organizado por essa associação há 17 anos. É uma organização da sociedade civil com longa trajetória de trabalho social no município de Paraíso do Norte, atendendo cerca de 500 crianças e adolescentes em contraturno escolar com projetos nas áreas de educação, cultura, esporte e assistência alimentar. O Paraíso do Rock, ao integrar esse escopo institucional, amplia e fortalece a atuação da entidade, colocando a cultura como um direito e um vetor de transformação coletiva. Ao buscar apoio por meio da Lei de Incentivo à Cultura, a APMI reafirma seu compromisso com a democratização da cultura, a valorização das expressões artísticas locais e a construção de um país mais justo, plural e criativo.

Estratégia de execução

A consolidação do Paraíso do Rock como um dos mais relevantes festivais do interior do Paraná representa um marco não apenas para a cultura regional, mas para todo o cenário nacional de descentralização artística. Realizado há 17 anos pela Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (APMI), o evento transcende o caráter musical ao tornar-se um instrumento efetivo de inclusão, cidadania e desenvolvimento sustentável. Sua continuidade, garantida em parte pelo apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), reafirma o papel estratégico da cultura na transformação das realidades locais. Em um município de pequeno porte como Paraíso do Norte, com cerca de 14 mil habitantes, o festival movimenta toda a cadeia produtiva da economia criativa. Ao longo de sua programação, o evento gera oportunidades de trabalho para artistas independentes, técnicos, prestadores de serviço, produtores locais, comerciantes e empreendedores da cidade e da região. O comércio local, a rede de hospedagem, o setor de alimentação e os serviços de logística registram aumento na demanda durante o período do festival, promovendo um aquecimento significativo da economia. Em edições anteriores, estima-se que o Paraíso do Rock tenha injetado centenas de milhares de reais na economia da cidade, reafirmando seu papel como catalisador de desenvolvimento econômico e social. Mais do que números, o festival simboliza a resistência e o protagonismo das comunidades fora dos grandes centros. Ele conecta juventudes, promove a diversidade, fortalece identidades e ativa os espaços públicos como territórios de criação e convivência. Essa vivência cultural, acessível e de qualidade, ecoa em rede por todo o país, somando-se a outras iniciativas que reafirmam o valor da cultura como direito e como força estruturante da democracia. Ao conjugar arte, formação, sustentabilidade e impacto social, o Paraíso do Rock posiciona Paraíso do Norte no mapa das cidades criativas do Brasil. Com isso, fortalece não apenas a sua identidade local, mas contribui diretamente para uma política cultural mais ampla, descentralizada e comprometida com o desenvolvimento humano.

Especificação técnica

Festival Paraíso do Rock – Evento Principal Duração: 2 dias consecutivos.Formato de entrega: Evento presencial realizado em espaço aberto, com estrutura de palco, som e iluminação profissional. Transmissão digital ao vivo via redes sociais e/ou plataforma de vídeo.Equipamentos utilizados: Palco com cobertura, sistema de som (P.A., monitores, microfones, mesa digital), iluminação cênica, telão de LED, equipamentos de segurança, gerador de energia, banheiros químicos (inclusive adaptados), sinalização de acessibilidade.Conteúdo: Shows de 6 bandas independentes, ações de acessibilidade (intérprete de Libras, audiodescrição, legendas), ação de sensibilização musical nas escolas e ação Pré Paraíso do Rock. 2. Pré Paraíso do Rock – Evento de Abertura Duração: 1 dia (véspera do festival). Formato de entrega: Evento gratuito realizado na Casa da Cultura de Paraíso do Norte. Equipamentos utilizados: Equipamentos de sonorização e iluminação de menor porte, projetores, cadeiras, expositores de livros e arte. Conteúdo: Lançamento de livros, palestras sobre cultura independente, apresentações musicais intimistas, arrecadação de alimentos para doação e exposições culturais. 3. Oficinas de Sensibilização Musical em Escolas Públicas Duração: Ciclo de até 2 oficinas com 2 horas de duração cada, ao longo de 1 mês. Formatos de entrega: Oficinas presenciais em escolas estaduais de Paraíso do Norte, voltadas para estudantes do Ensino Fundamental II e Médio. Equipamentos utilizados: Instrumentos musicais (violões, guitarras, baixos, baterias eletrônicas, amplificadores), caixas de som, notebooks, data show, materiais impressos (apostilas), lousas móveis. Metodologia: As oficinas adotam abordagem prática e colaborativa, com dinâmicas de escuta, experimentação de instrumentos, composição coletiva e debates sobre a história e o papel do rock na cultura brasileira e mundial. Também há espaço para expressão oral e escrita por meio de fanzines, letras e poesias. 4. Transmissão Digital e Acessibilidade de Conteúdo Duração: Durante os dois dias do evento principal e Pré Paraíso. Formato de entrega: Posterior disponibilização do conteúdo em plataformas online. Equipamentos utilizados: Câmeras profissionais, switcher de vídeo, computadores para transmissão, internet de alta velocidade. Conteúdo: Bastidores, entrevistas e inserções com intérprete de Libras, legendas e audiodescrição.

Acessibilidade

Para garantir a plena acessibilidade do público ao Paraíso do Rock, é fundamental prever ações que contemplem tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo, assegurando que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam desfrutar do evento com autonomia e dignidade. Abaixo as principais ações: PRODUTO Apresentação MusicalINTÉRPRETE DE LIBRAS, LEGENDAS, EQUIPE TREINADA PARA RECEPÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIENCIA FISICA E/OU INTELECTUALPRODUTO Festival (Somente Estrutura)RAMPAS DE ACESSO E CIRCULAÇÃO INTERNA, BANHEIROS ADAPTADOS, SINALIZAÇÃO ACESSÍVELPRODUTO CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICAINTÉRPRETE DE LIBRAS, LEGENDAS, EQUIPE TREINADA PARA RECEPÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIENCIA FISICA E/OU INTELECTUALAções complementares:Equipe de apoio treinada: contratação ou capacitação de staff para atendimento inclusivo e orientação ao público com deficiência.Espaço reservado para cadeirantes: áreas demarcadas e com boa visibilidade nos shows.Canal de comunicação acessível: disponibilização de contato por WhatsApp, e-mail e/ou formulário acessível para solicitação de recursos de acessibilidade ou informações específicas antes e durante o evento. AÇÕES DE ACESSIBILIDADE FÍSICARAMPAS DE ACESSO E CIRCULAÇÃO INTERNA - Instalação de rampas com inclinação adequada, piso antiderrapante e corrimão nos acessos principais e áreas de circulação. BANHEIROS ADAPTADOS - Disponibilização de sanitários acessíveis e sinalizados, com barras de apoio, porta com vão livre adequado e espaço interno para manobras de cadeira de rodas. SINALIZAÇÃO ACESSÍVEL - Sinalização visual com pictogramas universais em todas as áreas (banheiros, saídas, praça de alimentação, pontos de apoio). Placas com letras grandes e alto contraste para pessoas com baixa visão. AÇÕES DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOINTÉRPRETE DE LIBRAS :Contratação de profissionais para tradução simultânea dos shows e falas públicas do evento. Inserção de janela de Libras em vídeos de divulgação ou conteúdos exibidos no local. LEGENDAS: Produção de vídeos promocionais e institucionais com legendas para surdos e ensurdecidos.

Democratização do acesso

O Paraíso do Rock será realizado com o compromisso de garantir que todos os públicos tenham acesso às atividades e experiências oferecidas pelo evento. O projeto promoverá o acesso à cultura por meio de diferentes ações, buscando incluir diversas camadas da sociedade e democratizar a participação no evento. A seguir, estão as principais formas de garantir o acesso.Segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, atendemos diretamente ao Art.47: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Segundo INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, atendemos diretamente a:XI - culturas tradicionais, populares e cultura afro-brasileira, incisos XLVIII e L do ANEXO I;Distribuição de ingressos:10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Distribuição GratuitaTodas as ações do Festival Paraíso do Rock — desde as atividades formativas nas escolas públicas, passando pelo Pré Paraíso com feira, até o evento principal — são inteiramente gratuitas e abertas ao público, reafirmando o compromisso do festival com o acesso democrático à cultura, à valorização da arte independente e à inclusão de diferentes públicos e territórios. Ações nas escolas O festival se expande para além do evento principal Paraíso do Rock e terá uma programação educativa de sensibilização cultural e social com foco na integração da comunidade e no desenvolvimento da produção artística. Essas atividades estarão abertas à participação de jovens estudantes da rede pública do estado do Paraná e demais interessados, criando um ambiente de troca de saberes e experiências. As ações de sensibilização ocorrerão nas escolas estaduais de Paraíso previamente agendadas com a direção escolar no intuito de falar sobre a história do festival e convidar os estudantes a participarem do evento. Transmissão Digital Com o objetivo de ampliar o alcance do festival e permitir que pessoas de outras cidades, estados e até países possam participar, o Paraíso do Rock contará com a transmissão digital de parte de sua programação. A transmissão incluirá apresentações musicais, debates e outras atividades do festival, acessíveis por meio de plataformas de streaming. Além disso, materiais de conteúdo formativo e cultural também estarão disponíveis online, proporcionando uma experiência virtual rica e inclusiva. Essas ações visam garantir que o Paraíso do Rock não apenas celebre o rock e a cultura alternativa, mas que também contribua para o fortalecimento de uma cena cultural acessível e plural, integrando pessoas de diferentes contextos e regiões.

Ficha técnica

InstitutoPresidente - Gustavo Araujo Marroni Gustavo Araújo atua como produtor executivo de projetos ligados a OSC do projeto. Bem como produtor cultural consolidado no município com forte atuação no setor cultural, movimentando a indústria cultural do interior do Paraná. Desde 2015 atua mobilizando agentes culturais em prol da divulgação de artistas locais e também trazendo artistas de renome nacional para a cidade. Joilton Tagliamento Chagas é um agente cultural apaixonado pela arte e pela transformação que ela pode provocar nas pessoas e nas comunidades. Músico autodidata, desde jovem encontrou na música uma forma de expressão e conexão com o mundo. Toca violão, contrabaixo e teclado, instrumentos que utiliza tanto em projetos pessoais quanto em ações coletivas ligadas à cena cultural de sua cidade. Desde 2012, é um dos organizadores voluntários do Festival Paraíso do Rock, evento que se consolidou como um importante espaço de valorização da música autoral, da arte independente e da convivência comunitária. Com uma proposta inclusiva e democrática, o festival tem reunido, ao longo dos anos, artistas locais e regionais, criando um ambiente fértil para a troca de experiências e o fortalecimento da cultura alternativa no interior do Paraná. Além de sua atuação artística, Joilton possui sólida formação acadêmica, com graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Administração pela Unifatecie e Gestão Financeira pela Universidade Positivo. Essa formação contribui para sua atuação na organização de eventos culturais, unindo planejamento, responsabilidade e paixão. Carlos Alberto Vizzotto é um entusiasta da cultura e idealizador do Festival Paraíso do Rock, evento que desde sua criação se tornou um marco no calendário cultural de Paraíso do Norte e região. Apaixonado por música desde a juventude, especialmente pelo rock alternativo, Vizzotto viu na arte uma forma de promover identidade, encontro e transformação social. Com sensibilidade artística e visão comunitária, ele não apenas idealizou o festival, mas também integra, de forma voluntária, a curadoria do evento, colaborando ativamente na seleção das atrações e na construção de uma programação que valorize a diversidade musical e o talento local. Seu envolvimento vai além dos bastidores: é presença constante nas edições do festival, incentivando a participação da juventude e o fortalecimento da cena cultural independente. Formado em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Carlos Alberto Vizzotto alia conhecimento técnico à gestão pública. Atualmente é prefeito de Paraíso do Norte, onde atua com compromisso pelo desenvolvimento sustentável, pela educação e pela cultura como pilares fundamentais para o bem-estar da população. João Paulo Mehl, destaca-se por sua atuação multifacetada nas esferas culturais, sociais e empreendedoras. Com uma trajetória que se estende desde 2006 até os dias atuais, Mehl consolidou-se como um líder estratégico, desempenhando papéis-chave em diversas organizações e projetos. Seu início, marcado pelo envolvimento na Semana de Integração Latino Americana em 2006, sinalizou o início de uma carreira voltada para a promoção cultural e comunitária. Posteriormente, como líder do Pontão de Cultura Soylocoporti de 2007 a 2009, Mehl conduziu projetos abrangentes relacionados à democratização da comunicação e rádios comunitárias, consolidando sua presença na esfera cultural e social. A incursão em plataformas digitais e participação social marcou os anos seguintes, com contribuições significativas, como a implementação da Plataforma de Participação da Relatoria da ONU para o Direito à Moradia (2011) e a Coordenação do Primeiro Congresso Latino Americano de Cultura Viva Comunitária em La Paz, Bolívia (2013). A partir de 2018, Mehl direcionou seus esforços para iniciativas sustentáveis, liderando o Terraço Verde e ITUPAVA1299. A parceria com o Instituto LocalBiz resultou no projeto Propulsão Local em 2019, uma iniciativa de impacto que acelerou projetos locais, evidenciando o compromisso com o crescimento sustentável de empreendedores.Em 2020, Mehl desempenhou papéis cruciais em iniciativas como a Quarentena Cultural e a Resistência Solidária, respondendo aos desafios impostos pela pandemia. O lançamento do projeto Reviravolta Local em 2020 destaca-se como uma resposta concreta em prol dos pequenos negócios locais. Mariane Cristine Antunes é Jornalista e Diretora de Produção. Atua com jornalismo e assessoria de imprensa há 20 anos, com atuação em sites de notícias e emissoras de rádio. Proprietária da MAIS Produções, empresa de produção cultural e eventos, desde 2017. Já produziu shows, espetáculos, feiras e eventos em geral, de pequeno, médio e grande porte. Especialista em Marketing e Mestranda em Comunicação e Formação Sociocultural na Universidade Federal do Paraná. João Felippe Carneiro, produtor cultural e permacultor, diretor do Coletivo Mão na Terra, ponto de cultura certificado no Paraná. Ganhador do prêmio de reconhecimento pela trajetória cultural em 2020 pela lei Aldir Blanc. Coordenou o Propulsão Cultural 2023, apoiando e co-criando mais de 40 projetos de artistas paranaenses para políticas de incentivo à cultura, que posteriormente virou modelo nacional para todo o PNCC. Desde 2015 é produtor de eventos, cursos, festivais, membro do conselho na OSC Soylocoporti. Leonardo Moita Bertoletti é produtor cultural, (DRT199930/PR), ator e articulador político com forte atuação no setor cultural paranaense. Foi membro titular do Fundo Municipal de Cultura de Curitiba e conselheiro suplente no Conselho Municipal de Cultura. Compôs a diretoria do SATED/PR (2021–2024) e integra, desde fevereiro de 2025, o Comitê de Cultura do Paraná. Atua na gestão de projetos culturais, festivais e intercâmbios artísticos. Desenvolve ações voltadas à valorização da cultura local e à formulação de políticas públicas para as artes. Atualmente é graduando em Gestão Cultural (CST) pela UFPR Bruno Vanhoni: Bienal de Ciência Cultura e Arte da UNE, 2007 - comissão organizadora, Reunião Especializada de Juventude do Mercosul, 2012 e 2014 - coordenação geral Vinicius Gomes de Carvalho: Bacharel em Cinema e Vídeo pela Faculdade de Artes do Paraná, Diretor de Fotografia na série televisiva “Ninhos em Movimento”, Troféu Destaque para o filme “Prontuário nº 415361” no 1º Festival Internacional da Ilha do Mel (FIIM) Michel Fonseca Ferreira: Bacharel em Comunicação Social, Radialista, ex-conselheiro tutelar eleito em Curitiba/PR Tatiana Mattos Ferreira: MBA Marketing e Branding, Estrategista de Marca, Designer Gráfico

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-07-31
Locais de realização (1)
Paraíso do Norte Paraná