Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto Ginga Rizoma Urbano propõe a realização de oficinas de capoeira, como ação de fortalecimento cultural e formação cidadã. As oficinas promovem o contato com a tradição afro-brasileira por meio da prática corporal, da musicalidade e do diálogo sobre identidade e pertencimento. A iniciativa valoriza saberes comunitários e cria um espaço de aprendizado, convivência e expressão cultural.
Não se aplica;
Objetivo GeralPromover oficinas de capoeira no Paranoá Parque como espaço contínuo de vivência cultural, fortalecendo a identidade afro-brasileira, a consciência corporal e o senso de pertencimento dos adolescentes participantes, por meio de práticas que integrem movimento, musicalidade, tradição e formação humana, estimulando relações baseadas no respeito, na coletividade e na valorização da cultura popular.Objetivos EspecíficosProduto: OficinasO projeto "Ginga Rizoma Urbano" prevê a realização de oficinas de capoeira 4 vezes na semana, durante período contínuo de execução conforme planejamento pedagógico. As oficinas acontecerão na cidade de Brasília DF, com duração de 1 hora cada, totalizando 4 horas semanais de atividades. Serão disponibilizadas 20 vagas por oficina, totalizando 40 vagas ao final do projeto.
Justificativa As oficinas de capoeira se apresentam como uma ação cultural essencial para o fortalecimento da identidade afro-brasileira em territórios periféricos, especialmente em contextos onde o acesso a bens e práticas culturais é limitado. Ao oferecer oficinas estruturadas dentro da própria comunidade, o projeto amplia o contato dos adolescentes com uma expressão cultural profundamente enraizada na história do Brasil.A capoeira, enquanto manifestação que integra corpo, música e ancestralidade, possibilita que os participantes compreendam a cultura como elemento vivo e presente em seu cotidiano. As oficinas criam um ambiente de pertencimento, onde tradição e contemporaneidade dialogam de forma natural, valorizando saberes transmitidos entre gerações.Além da dimensão histórica, as oficinas fortalecem vínculos comunitários ao estimular a convivência, o respeito mútuo e o reconhecimento das próprias origens culturais. A prática coletiva contribui para a construção de autoestima e identidade, aspectos fundamentais na formação de adolescentes em fase de desenvolvimento social e emocional.Ao priorizar a atuação dentro da comunidade, as oficinas também valorizam agentes culturais locais, reforçando a importância do território como espaço produtor de cultura. Dessa forma, o projeto consolida as oficinas como instrumento de preservação, difusão e renovação da cultura afro-brasileira. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no Art. 1º da Lei 8.313/91, sendo:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da mesma Lei:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
Especificações Técnicas das OficinasProduto: Oficinas de Capoeira• Modalidade cultural: Capoeira • Público: Adolescentes de 12 a 16 anos • Local de realização: Paranoá Parque, Brasília DF • Frequência: 4 encontros semanais • Duração de cada oficina: 1 hora • Estrutura de turmas: 2 turmas • Vagas: 20 participantes por turma • Equipe: 1 professor e 1 monitor • Conteúdo programático: movimentos técnicos, musicalidade, rodas de capoeira e vivências culturais
Produto: OficinasACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOTodas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei nº 13.146/2015 e a norma NBR 9050 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.A Oficina ocorrerá em áreas adaptadas para garantir a acessibilidade arquitetônica. - Sinalização tátil para pessoas com deficiência visual.- Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade.- Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual.Possíveis adaptações serão realizadas para atender a acessibilidade física com o item “Custos de Divulgação”Item na planilha: Custos de Divulgação.ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDO (Oficinas)Para PcD Visual: Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante as oficinas.Item na planilha: Custos de Divulgação.Para PcD Auditiva: Intérprete de Libras presente sob demanda identificadas previamente através de formulário de inscrição. As vagas das oficinas serão divulgadas com todos os princípios de acessibilidade e divulgará as soluções de inclusãoItem na planilha: Custos de Divulgação.Para PcD Intelectual/ Autistas/ Congêneres: Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante as oficinasItem na planilha: Custos de Divulgação.DAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá:Imagens com descrição textual (para deficientes visuais).Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiênciasintelectuais e congêneres.Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos.Item na planilha: Custos de Divulgação.INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃOA divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos.Item na planilha: Custos de Divulgação.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 41 da IN MINC nº 29/2026. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 42 da IN MINC nº 29/2026, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.
Erika de Carvalho Gonzaga - Presidente do Instituto e Coordenadora GeralFormada em Geologia pela Universidade de Brasília. Trabalha com Produção Cultural desde 2006, atuando em diversos cargos da cadeia cultural; sua primeira experiência foi como assistente de produção de projetos como Funfarra, Puro Ritmo, Makossa, entre outros, auxiliando na logística de eventos. Produtora do maior Festival de escalada feminino do Brasil, o Cocalcinhas, que acontece próximo à Pirenópolis, um festival que une música, oficinas de circo e escalada. Já participou de cursos de gestão de projetos culturais e prestação de contas de projetos incentivados. Em 2017 se tornou sócia da empresa 'Arte em Curso LTDA; e desde então trabalha com realização de projetos culturais através de Leis de incentivo, atuando desde a elaboração do projeto, até a execução e prestação de contas. Fundadora do INSTITUTO SOCIOCULTURAL E EDUCATIVO RIZOMA URBANO.A presidente do Instituto será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica de Coordenação Geral. Marina Teatini - Produtora ExecutivaLicenciada e bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília; Pedagogia pela faculdade FACIBRA. Em 2021: Formação em Ecossistemas de Aprendizagem e inovação social e cultural pela EAPE - secretaria de educação do DF. Em 2020: Formação Aprender em Comunidade pela ECOHABITARE Projetos. Em 2019: Formação "Comunidade de Aprendizagem: Cultura, Educação Social, Fazeres Inovadores e Práticas". Em 2018: Formação para "Criação de rede de comunidades de aprendizagem no distrito federal baseada em projetos". Em 2015 e 2016: Formação Gaia escola - Construindo Comunidades de Aprendizagem para um mundo sustentável - ECOHABITARE Projetos. Professora da secretaria de educação do DF desde 2012.Marina Friguetto - Assistente Administrativo (custos administrativos) Formada em Educação Física pela CEUCLAR (Centro Universitário Claretiano) e em Pedagogia pela Faculdade de Ciências de Wenceslau Braz. De 2008 a 2012 trabalhou no Hotel Fazenda Vale das Grutas (Altinópolis - SP) como coordenadora de acampamentos escolares e na organização de eventos como o Festival Forró da Lua Cheia e Soulvision. Coordenou o projeto de Brinquedoteca vinculado a rede pública de Altinópolis durante o ano de 2013.Em 2014 ingressou na Secretaria de Educação do DF atuando desde então como coordenadora, vice-diretora e professora.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 25/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.