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PRONAC 261245Autorizada a captação total dos recursosMecenato

“O GRANDE OTELLO – O MUSICAL”

61.236.403 FLAVIO HENRIQUE SASSIOTO NASCIMENTO
Solicitado
R$ 1,47 mi
Aprovado
R$ 1,47 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-06-01
Término
2027-05-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto tem como objetivo pesquisar, criar e realizar o espetáculo "O GRANDE OTELLO _ O MUSICAL". O ponto de partida é a trajetória de Sebastião Bernardes de Souza Prata, o inesquecível Grande Otelo, ícone da cultura popular brasileira do século XX, reconhecido por sua versatilidade e presença marcante nos palcos, no cinema e na televisão.

Sinopse

ROTEIROCENA 1 : O amor está no ar.Por meio de bailarinos, música e projeção será refeita a antológica cena de “Romeu e Julieta” protagonizada por Grande Otello e Oscarito no filme “Carnaval no fogo”, de Watson Macedo, de 1949, um marco da chanchada no cinema que deu projeção ao ator.Música de fundo: Marcha do Gago, de Klecius Caldas e Armando Cavalcanti, que integra a trilha sonora do filme. Também um número de dança ao som de “O mundo é um pandeiro”, de Irani de Oliveira e Rosalino Senos, na interpretação da cantoria Marion queparticipou do filme.CENA 2 – A mulher que me faz sorrir.Grande Otello dá uma sonora gargalhada e fala de colegas de cena na chanchada entre as quais Dercy Gonçalves e Oscarito. Lembra que neste tempo participava de um filme atrás do outro e dança com muita ginga com Dercy as canções das trilhas sonoras de "ABaronesa Transviada" (1957) e “Depois eu Conto" (1956) enquanto são projetadas cenas de ambos e sonoras gargalhadas de ambos dão o ritmo dos passos.CENA 3 – O caminho do aprendiz.Nova gargalhada de Grande Otello para falar que aprendeu com Dercy a arte do improviso. Não decorava mais nada, aprendia a dar tiradas e com elas arrancar aplausos e gargalhadas. O cinema diz tornou-se, assim, a sua casa e ao ver na tela Charles Chaplin,com seu Carlitos, teve a certeza de que esta era a vida que queria para si. Mas fala também de um momento de tristeza, quando gravava “Carnaval no fogo” e diz que a cena que todos acham graça de abertura do atual espetáculo, a de Romeu e Julieta, foi gravada um dia depois de sua primeira mulher, Lúcia Maria Pinheiro, ter se matado após matar o filho do casal, Elmar, porque, por conta do trabalho, das luzes da ribalta, se sentiam abandonados por ele. (uma dança mais lenta ao som de “luzes da ribalta”, de Chaplin,toma conta do palco).CENA 4 – É... o artista tem de ir aonde o público está...Fala Grande Otello e proclama: Abram as cortinas, estamos no Casino da Urca.Ao som de Ary Barroso, Aquarela do Brasil, com muita dança, música e alegria. Grande Otello fala que foi nesses palcos que conheceu o Trio de Ouro, composto por Herivelto Martins, Dalva de Oliveira e Nilo Chagas. Vai lembrar com orgulho que ele e Nilo Chagas eram os únicos pretos a terem entrada livre no mais famoso casino do Brasil, frequentado pela elite e até pelo presidente Getúlio Vargas. Entram canções de Herivelto como “A rainha do mar”, “Lá em Mangueira” e na voz de Dalva a emblemática “Ave Maria no morro”CENA 5 – Vão acabar com a Praça Onze.Grande Otello vai lembrar que com Herivelto Martins criou o samba “Praça Onze”, quando na década de 1940, uma nova reforma urbana, decidiu pôr fim a este espaço onde as escolas de samba se exibiam para o público. Em 1941, começaram as demolições, quedesalojaram centenas de famílias e que acabariam por derrubar 525 prédios, entre eles algumas construções históricas, como as igrejas de São Pedro dos Clérigos e de São Joaquim, para a abertura de uma larga avenida que ganharia posteriormente o nome deGetúlio Vargas. A canção fez tremendo sucesso se vangloria Grande OtelloCENA 6- Eu me descobri.Com o sucesso do samba e o seu estrelato no cinema e nos musicais do Casino da Urca, Grande Otello volta à Uberlândia onde nasceu. Relembra os tempos de moleque, do Tiãozinho que engraxava sapatos no Grande Hotel Colombo, na Praça da República (atual Tubal Vilela) e contava piadas e fazia graça com os hóspedes. Ah... o circo. Dança e música típica de circo. Foi lá quando ainda era um menino pobre, órfão de pai (o pai morreu esfaqueado em briga de bar quando ele tinha dois anos e a mãe se entregou ao alcoolismo) que Grande Otello travou contato com Abigail Parecis, esposa do proprietário de uma companhia de teatro mambembe, a Companhia Joaquim Parecis, que o levou para São Paulo. Do teste no picadeiro, em Uberlândia, ele disse em entrevista no Canal Rodaviva, da TV Cultura, em 15 de junho de 1987: "Pra mim, a primeira entrada que eu fiz foi uma beleza porque eu já era assim um palhaçoda cidade, com a pouca idade que eu tinha. Então naquele dia o circo encheu mais pra ver o Bastiãozinho (...). Eu tinha uns sete anos...Bastiãozinho vestido com um vestido comprido e um travesseiro no bumbum e rebolando, de braço com o palhaço. Aí todomundo riu, todo mundo achou graça....”CENA 7Músicas, incluindo “Lampião de gás”, que evocam São Paulo, com números de dança.Grande Otello no papel de anfitriã do espetáculo diz que seguiu se apresentando no circo mambembe da família Parecis até que conheceu a Companhia Negra de Revistas em 1927. Fundada por Jayme Silva e pelo artista negro De Chocolat (João Cândido Ferreira),a companhia contava com Pixinguinha como maestro e diretor musical, e representava um espaço importante de afirmação e talento para artistas negros. Suas apresentações rapidamente chamaram a atenção, como evidenciado por uma crítica do Jornal do Commercio em 4 de março de 1927: "Faz parte do elenco como número de grande atração o grande Othelo, um pequenino artista de seis anos de idade, que é um verdadeiro assombro. O pequeno grande artista canta em diversos idiomas, com uma verve e uma espontaneidade extraordinárias. Jornais de São Paulo e de diversas cidades chamaram-lhe de o maior artista do idioma português." O apelido "Grande Otelo" surgiu nesse período, uma ironia à sua baixa estatura e uma referência ao personagem Otelo de William Shakespeare, possivelmente cunhado por Jardel Jércolis ou pelo próprio De Chocolat, e que o acompanharia por toda a vida. Todoscantam brincando com a ária principal da ópera Otelo de fundo.CENA 8 – Estrela de sucessoSucesso no casino, sucesso na música e sucesso nas chanchadas abrem caminho nos anos 1940 para a estrela de Grande Otello brilhar ainda mais com o convite de Orson Welles, o premiado diretor norte-americano de Cidadão Kane, considerado uma obra-prima docinema mundial, que o escala para o seu filme “It's All True” (É tudo verdade), que não chegou a ser concluído, mas abriu caminho para Grande Otello no Cinema Novo, em filmes de grande sucesso como “Rio, Zona Norte”. A cena icônica do filme de 1957 mostra o personagem de Grande Otelo apresentando o samba, de autoria de Zé Kéti, para Ângela Maria, que interpreta a si mesma ao lado do ator. A canção abre espaço para a dança e numa toada mais contemporânea para a música “Rio 40 graus” de Fernanda Abreu, Fausto Fawcett e Laufer.CENA 9 - MacunaímaGrande Otello: Na Avenida Brasil havia um cartaz que dizia “o mundo gira e a Lusitana roda”. Gira mesmo e rodei de lá pra, de cá pra lá e eis que recebi o convite para o filme Macunaíma baseado na obra de Mário Andrade. O diretor Joaquim Pedro de Andrade me surpreendeu e ficou surpresa quando disse que nos meus tempos de menino vivi na casa da família de Mário de Andrade. Foi um tremendo sucesso o filme. Dança do nascimento de Macunaíma embalada pela trilha sonora do filme com as músicas de Jards Macalé, Orestes Barbosa, Sílvio Caldas e Heitor Vila-Lobos.CENA 10 – Brilhando no exterior.O sucesso de Grande Otello no cinema foi tanto que recebeu convite do diretor alemão Werner Herzog para o filme Fitzcarraldo contracenado com Klaus Kinski, um dos maiores atores europeus. Otello disse que falava o que dava na cabeça sob os aplausos deHerzog e Kinski.Grande Otello: Eu sempre fui um palhaço. (música Ridi Pagliasso na interpretação de Enrico Caruso que é de domínio público.CENA 11 – Saudades e poesiaGrande Otello olha pela cortina do passado. Relembra os tempos de menina e revela que escreveu um livro, o Bom dia, Manhã. Nele transforma em poesia a sua vivência. Da Uberlândia da infância à convivência com Herivelto Martins e Dalva de Oliveira. Do acordar com a certeza que, enfim, é um artista: um Grande Otello, muito mais que o Otelo da ópera, o espelho do Brasil. (Entre em dança as suas músicas e dos casinos) Agora, diz Otello, vou para Paris e levo comigo este livro.Voz em off narra que ele faleceu ao chegar ao aeroporto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar a pesquisa, concepção, montagem e execução do espetáculo "O GRANDE OTELLO _ O MUSICAL", inspirado na trajetória de Sebastião Bernardes de Souza Prata, o consagrado Grande Otelo — referência incontornável da cultura popular brasileira do século XX, cuja versatilidade artística se destacou no teatro, cinema e televisão. O projeto visa resgatar e difundir sua relevância histórica, estética e simbólica no panorama das artes cênicas nacionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Realizar a montagem e temporada do espetáculo "O GRANDE OTELLO _ O MUSICAL" na cidade de São Paulo, proporcionando ao público o acesso à obra e à trajetória de Grande Otelo, figura central da história cultural brasileira; - Promover o fortalecimento das Artes Cênicas, em especial do teatro musical, por meio da criação de um produto artístico de qualidade técnica e estética reconhecida; - Valorizar e difundir a memória e o legado de Grande Otelo, contribuindo para o reconhecimento de artistas negros na história das artes brasileiras e para a preservação da memória cultural do país; - Democratizar o acesso à cultura, oferecendo ingressos com preços acessíveis e ações formativas (ensaios abertos e mediações culturais), ampliando a participação de públicos diversos, com atenção especial a grupos em situação de vulnerabilidade social; - Fomentar a formação de plateia e o interesse do público pelas artes cênicas, estimulando a reflexão sobre a identidade, a diversidade e o papel do artista na sociedade contemporânea; - Gerar trabalho, renda e visibilidade profissional para artistas, técnicos e demais trabalhadores da cadeia produtiva do teatro e da música, contribuindo para o fortalecimento do setor cultural na cidade de São Paulo e no país.

Justificativa

O espetáculo "O GRANDE OTELO _ O MUSICAL" propõe-se a resgatar, valorizar e difundir a trajetória de Sebastião Bernardes de Souza Prata, o inesquecível Grande Otelo, um dos mais expressivos artistas da cultura popular brasileira e figura essencial da história das artes cênicas, do cinema e da televisão no século XX. Sua obra revela uma combinação rara de talento, versatilidade e carisma, que o consolidou como referência nacional em humor, música e representação artística. A relevância deste projeto está em celebrar o legado de Grande Otelo por meio de uma linguagem híbrida e vibrante, o teatro musical, que integra música ao vivo, dança, comicidade e dramaturgia em uma experiência cênica completa e sensorial. Essa escolha estética valoriza o caráter popular e multifacetado do artista, traduzindo para o palco o espírito do humor brasileiro, com suas raízes no circo, na chanchada, na malandragem, na sátira e na improvisação — vertentes que marcaram profundamente a obra e o estilo interpretativo de Otelo. Mais do que uma homenagem biográfica, o espetáculo busca revisitar a trajetória do artista sob uma perspectiva contemporânea, utilizando o humor, a música e o movimento como instrumentos de reflexão sobre temas como identidade, negritude, resistência, pertencimento e superação. Dessa forma, a montagem aproxima o público da essência criativa e humana de Grande Otelo, revelando a atualidade de sua arte e a importância de sua representatividade no cenário cultural brasileiro. Ao aliar qualidade técnica e relevância social, o projeto também reafirma o compromisso com a democratização do acesso à cultura. Serão oferecidos ingressos populares e ensaios abertos ao público, ampliando o acesso de jovens, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social às artes cênicas e ao teatro musical. Tais ações fortalecem o vínculo entre arte e comunidade, estimulando o diálogo, a empatia e o sentimento de pertencimento cultural. Sob o ponto de vista da economia criativa, "O GRANDE OTELLO _ O MUSICAL" contribui para a geração de trabalho e renda de artistas, músicos, bailarinos, técnicos e demais profissionais do setor, fortalecendo a cadeia produtiva das artes cênicas e musicais na cidade de São Paulo e no Brasil. Em síntese, o projeto se justifica por sua dimensão artística, educativa e social, ao unir música, dança e comicidade em uma celebração do humor brasileiro e da genialidade de Grande Otelo, reafirmando a arte como espaço de memória, diversidade e transformação cultural. Dessa forma, o projeto se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91 de acordo com o descrito abaixo: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País.

Estratégia de execução

Não há informações complementrares a serem descritas

Especificação técnica

• Duração e Formato: O espetáculo terá duração aproximada de 90 minutos, divididos em dois atos. A montagem é estruturada como Teatro Musical, possuindo obrigatoriamente dramaturgia (texto cênico), danças e canções com coreografias originais, sob o fio condutor de uma direção teatral.• Composição Artística: A equipe em cena será composta por um elenco de 12 atores-cantores-bailarinos, incluindo a participação do ator José Prata, único filho ainda vivo de Grande Othelo. A narrativa integrará elementos da chanchada, do circo-teatro e do teatro de revista, gêneros fundamentais na trajetória do homenageado.• Execução Musical: A trilha sonora será executada 100% ao vivo por uma banda/orquestra composta por 5 músicos (incluindo regência/direção musical). O repertório técnico consistirá em arranjos originais para clássicos da música popular brasileira, compostas por Grande Othelo ou em parcerias com outros artistas, respeitando a sonoridade das décadas de 1930 a 1990.• Elementos Cenográficos e Visuais: A montagem contará com cenografia modular adaptável para itinerância, design de luz profissional e figurinos de época que retratam diferentes fases da vida de Sebastião Bernardes de Souza Prata.• Recursos Técnicos de Palco: Utilização de sistema de sonorização específico para teatro musical (microfonia sem fio e monitoração in-ear) e infraestrutura de iluminação técnica conforme rider a ser detalhado na fase de execução.• Classificação Indicativa: O espetáculo terá classificação indicativa Livre (ou conforme certificado de classificação), com divulgação destacada em todo material promocional, seguindo as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Acessibilidade

O Projeto: “O GRANDE OTELLO - O MUSICAL" irá prever todas as medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal compatíveis com as características dos produtos resultantes do objeto, de acordo com o Decreto nº 11.740, de 2023. Desta forma o projeto será realizado em Teatros da cidade de São Paulo, locais, aos quais por lei já possuem toda a infraestrutura adequada e as medidas de acessibilidade como rampas de acesso, barras laterais, banheiros adaptados; bebedouro adaptado entre outras, atendendo assim todas as medidas cabíveis em relação a legislação que prevê a adequação de espaços acessíveis para pessoas com deficiência. Contaremos também com dispositivos comunicacionais de acessibilidade como Intépretes de libras e a audiodescrição do espetáculo.I - Nas medidas de acessibilidade arquitetônica: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizaram as atividades culturais e a espaços acessórios, como rampas de acesso, barras laterais, banheiros adaptados; bebedouro adaptado; criação de vagas reservadas em estacionamento; previsão de filas preferenciais devidamente identificadas, entre outras.II - Nas medidas de acessibilidade comunicacional: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço, com reserva de espaços para pessoas surdas, preferencialmente na frente do palco onde se localizam os intérpretes de libras; III - Nas medidas de acessibilidade atitudinal: a contratação de profissionais sensibilizados e capacitados para o atendimento de visitantes e usuários com diferentes deficiências e para o desenvolvimento de projetos culturais acessíveis desde a sua concepção, contempladas a participação de consultores e colaboradores com deficiência e a representatividade nas equipes dos espaços culturais e nas temáticas das exposições, dos espetáculos e das ofertas culturais em geral.

Democratização do acesso

O espetáculo "GRANDE OTELLO – O MUSICAL" será apresentado na cidade de São Paulo, com uma temporada de dois meses e um total de 30 apresentações. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, especialmente para pessoas de baixa renda, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade social, será destinado 20% do total de ingressos com desconto de meia-entrada para esse público específico. Além disso, serão realizados dois ensaios abertos ao público, promovendo a aproximação entre artistas e espectadores e estimulando o interesse pela obra e pela trajetória do artista homenageado. Essas ações reforçam o compromisso do projeto em ampliar o acesso a bens e serviços culturais, garantindo que a fruição artística não se restrinja a um público privilegiado, mas se consolide como um direito de todos.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA“O GRANDE OTELLO – O MUSICAL”ProjetoMAYSA MUNDIMProdução GeralLUCIANA DE BARROS CHAGASProduçãoFLÁVIO HENRIQUE SASSIOTO NASCIMENTOProdução Executiva / Direção Artística / Roteirista e DramaturgoGABRIEL GUIMARDEstudos: Desenvolvimento de conteúdo (Criação Cômica)GABRIEL D’ANGELOPesquisa de Repertório/Designer de SomANDRÉ MUATOMúsico maestroSANDRO SABBASPreparador VocalJESSICA SOUZAFigurinistaALINE EDUARDA SANTOS TAVARESCenógrafaTIÊ FABIANO DE OLIVEIRAIluminador/Designer de LuzBRENDA NADLERCoreógrafaJOSÉ ANTONIO DE SOUZA PRATA (PRATINHA)PEDRO PAULEEYElenco Protagonista / Atores ConvidadosCURRICULO DA EQUIPE TÉCNICAMAYSA MUNDIM (Produção Geral)Possui 20 anos de atuação contínua no teatro musical brasileiro, reunindo experiência artística, pedagógica e de gestão cultural. Sua trajetória é marcada pela participação em produções de grande relevância nacional, pela formação de crianças e adolescentes e pelo desenvolvimento de projetos com forte compromisso social e educativo.Ao longo de sua carreira, construiu uma atuação sólida e reconhecida nas áreas de atuação, canto, dança, coreografia e direção, aliando excelência artística à compreensão do teatro musical como ferramenta de formação humana, inclusão social e fortalecimento de vínculos comunitários.Com ampla vivência no teatro musical, integrou elencos e equipes criativas de grandes produções nacionais, trabalhando ao lado de profissionais consagrados da cena cultural brasileira, como Miguel Falabella, Marília Pera, Diogo Vilela e José Possi Neto, entre outros. Essas experiências contribuíram para o desenvolvimento de uma visão artística apurada, domínio técnico e profundo entendimento dos processos colaborativos que envolvem montagens de médio e grande porte.LUCIANA DE BARROS CHAGAS (Produção)Lu Chagas é referência em sua região e já transpondo barreiras geográficas na produção executiva, produção e direção de produção. Com uma carreira sólida no setor audiovisual, atua em cinema, TV e publicidade, demonstrando excelência na gestão e realização de projetos de diversos formatos.Como produtora executiva, figurinista e diretora de produção, Lu se destaca pela liderança em produções, desenvolvimento de projetos independentes e financiados, captação de recursos e gestão de equipe.FLÁVIO HENRIQUE SASSIOTO NASCIMENTO (Produção Executiva / Direção Artística / Roteirista e Dramaturgo)Flávio Sassioto é ator, diretor, produtor e professor de teatro, com trajetória sólida e reconhecida nas artes cênicas brasileiras. Atua de forma contínua há mais de três décadas, desenvolvendo trabalhos que transitam entre o teatro de rua, o teatro contemporâneo, a pesquisa dramatúrgica e a formação artística, sempre com forte compromisso estético, social e pedagógico.Como ator, participou de inúmeros espetáculos apresentados em diversos estados do país, com destaque para montagens como O Homem da Flor na Boca, Zoo Story, A Terceira Margem do Rio, Parabellumm, Édipo de Tabas e Inútil Canto e Inútil Pranto pelos Anjos Caídos, além de produções recentes como Capitanias (PNAB – 2022) e Brasilidades (2025). Sua atuação lhe rendeu o prêmio de Melhor Intérprete no Festival de Arte do Norte de Minas, reconhecimento de sua excelência artística.Na direção teatral, Flávio Sassioto construiu uma linguagem própria, pautada pela densidade dramatúrgica, pela investigação do ator e pela potência simbólica da cena. Dirigiu espetáculos como O Homem da Flor na Boca, Zoo Story, Parabellumm, Neruda: Canções de Amor, Dor e Desespero e Valsa nº 6 – Na obra de Nelson Rodrigues, consolidando-se como um criador atento às relações entre texto, corpo e contexto social.GABRIEL GUIMARD (Estudos: Desenvolvimento de conteúdo (Criação Cômica)Começou sua carreira artística em 1984. Fez cursos de mímica com Denise Stoklos, Paulo Yutaka, Denise Namura. Cursos de dança com Ivaldo Bertazzo, Klaus Viana, Zélia Monteiro. Na palhaçaria estudou com Philippe Gaulier em Londres.Em 1986 realiza seu primeiro espetáculo solo, Ponto Final. Em 1988, é selecionado para participar das oficinas do diretor francês Philippe Genty, um dos maiores especialistas de Teatro Visual da França e da Europa, e do grupo de mímica, Théâtre du Mouvement, em Trujillo no Peru.No ano seguinte é convidado pelo diretor francês Philippe Genty para integrar sua companhia, na cidade de Paris. Em 1989 é montado o espetáculo “Dérivès”, montagem que excursionou por mais de 40 países, realizou mais de 500 apresentações entre os anos de 1989 e 1992.Em 1993 deixa a companhia Philippe Genty e ganha bolsa de estudo do governo francês para estudar circo na Escola Nacional de Circo. No ano seguinte, ainda na França, cria o espetáculo solo Shazam, com direção de Eric de Sarria, com o qual excursiona em 15 capitais brasileiras patrocinado pela Aliança Francesa.Em 1995 volta ao Brasil onde ministra vários cursos de palhaço de teatro e mímica. Desses cursos surge a parceria com a atriz Nora Prado, com a qual fundam a Cia. Megamini e realizam vários espetáculos para crianças e toda família: Os Viajantes, Dia de Festa, Lixo é Um Luxo, Palavra Encantada, Marchinhas de Nossa Infância e Eu passarinho, eles passarão, Tem Gato na Tuba ( Proac 2007) e Viva o Paiaço (Prêmio da Cultura Inglesa) ambos com direção de Hugo Possolo, Clássicos da Mímica e mais recentemente o show cênico Todas as Cores.Ministra cursos e oficinas presenciais e online de mímica, palhaçaria e outros estilos de comicidade, humor desde 1987 em São Paulo e em todo Brasil.Participou da formação de vários palhaços, comediantes e atores que atuam profissionalmente no mercado cultural de São Paulo e do Brasil.Durante o ano de 2025 ministrou as oficinas presenciais de: Comédia Física, Mímica, Introdução a Palhaçaria, Comicidade e o Jogo com Objetos, Dramaturgia do Riso, Criação de Números Cômicos, nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. Durante este mesmo ano ministrou oficinas online de: Criação de Números Cômicos e Dramaturgia do Riso pela PUC -RS.Seu projeto pedagógico -Territórios do Riso foi contemplado pelo edital Funarte Retomada 2023 -CIRCO. Foi realizado durante os anos de 2024 e 2025. Foram oficinas presenciais de vários estilos de comicidade, que aconteceram na cidade de Porto Alegre.Criou em abril de 2024 o curso online “Encontros Online Sobre Comicidade”,que teve duração de 08 meses, abordado conceitos e história de vários estilos de comicidade.Ainda em 2024 ministrou a oficina online “Comicidade e Narração de Histórias”, no Portal das Histórias. Ministrou o curso online Territórios do Riso pela Escola SP Teatro, durante os meses de outubro e novembro de 2024.Em 2024 ministrou aulas de palhaçaria e comicidade por todoQuando voltou ao Brasil em 1995 ministrou a oficina “Descobrindo seu próprio Clown”, durante 03 anos nos espaços da Cu ltura Inglesa.OUTROS CURSOS E OFICINAS:Oficinas Culturais do Estado de São Paulo: Oswald de Andrade, Mazzaropi, São Carlos, Itaquera.Ministrou cursos de mímica e clown na SP Escola de Teatro de São Paulo, Estúdio Luis Louis, Braapa Escola de Teatro.GABRIEL D’ANGELO (Pesquisa de Repertório/Designer de Som)Com experiência em grandes Musicais Brasileiros e adaptações da Broadway, expandiu sua atuação para o cinema (Foley, Edição, Mixagem e Sound Design). Esteve presente no áudio de alguns trabalhos brasileiros para Streaming entre eles GLOBOPLAY Raul Seixas “em breve” NETFLIX com “Sintonia”, MAX com “Odilon o réu de si mesmo”, “Da Ponte pra Lá”,Cursou Áudio pela IATEC, Produção Fonográfica e Cinema pela Universidade EstácioBuscando trocar experiências e estudos, vem desenvolvendo um conceito original como Designer de Som na Arte de provocar diferentes sensações e sentimentos.ANDRÉ MUATO (Músico maestro)MUATO é uma voz singular e potente no cenário artístico brasileiro contemporâneo. Multiartista – compositor, cantor, instrumentista, ator e diretor – tem na sua trajetória recente sido consistentemente reconhecido por crítica e público, culminando em importantes prêmios.Dentre eles o mais importante prêmio de teatro do país, Prêmio Shell de Teatro, na categoria música, o prêmio APTR de direção musical e o prêmio FITA de melhor música. Além das premiações internacionais pelo o Awards Deutscher Rock & Pop Preis, na Alemanha e da indicação ao Prêmio BiBi Ferreira. Atualmente está novamente indicado ao prêmio Shell de teatro.Oriundo de Vila Isabel, no subúrbio do Rio de Janeiro, sua formação inicial em música de concerto expandiu-se para uma atuação multifacetada, marcada pela excelência técnica, pela pesquisa estética aprofundada e por um forte compromisso com narrativas culturais e sociais relevantes.No teatro, já contribui como artista em importante produções, como "Ray - Você não me conhece”, "CARTOLA - O mundo é um Moinho", "Rio mais Brasil", "O Admirável sertão de Zé Ramalho” “Djavanear", "Oboró", "VINTE", "Negra Palavra - Poesia do Samba" entre outros.SANDRO SABBAS (Preparador Vocal)Sandro de São Sabbas é ator, cantor e diretor musical. Formado em música pela UNESP, é também certificado pela IVTOM, associação internacional de profissionais da técnica vocal MIX. É membro da AOTOS, associação britânica de professores de canto e possui especialização na Áustria na técnica FLOW, desenvolvida pelo Dr. Hubert Noé. Estudou improvisação em jazz pela faculdade MusiKhochschule Köln em Colônia, Alemanha. Como ator/cantor participou dos musicais Miss Saigon e Hairspray. Fez direção dos musicais Canções para Amores Líquidos, The Great Collection of Stolen Dreams, Reciclones – Em Busca de um Lixo Consciente, Coração de Herói entre outros. É também especialista em Teatro Musical nas cadeiras de Técnica Vocal e Atuando na Canção. Possui seu próprio estúdio e atende alunos de diversos países como EUA, Inglaterra, Índia, Indonésia, China, Vietnã, Brasil entre outros.JESSICA SOUZA (Figurinista)Moradora da Zona Norte de São Paulo, iniciou sua trajetória na arte aos 16 anos através do Projeto 1.a Cena do Instituto Usina dos Atos. Aos 19 começou a estudar sobre corte e costura com a mentoria de sua mãe, que é costureira há mais de 30 anos.FORMAÇÃO:- SP Escola de Teatro - Técnico em Cenografia e Figurino - Último semestre (conclusão em dezembro de 2025).- Rede Daora - Design de Figurino, carga horária de 60 horas. Concluído em 07/2024.- Projeto 1.a Cena – Instituto Usina dos Atos – 390 horas (concluído em 2017). Projeto social executado no CEU Cidade Dutra, com oficinas de teatro, comunicação e expressão, referência e repertório, cidadania e política. EXPERIÊNCIAS:- Ópera Édipo Rei (UNIOPERA) - Data: 18/08/25 a 26/09/25. Função: Assistência de figurino.- Ópera A Flauta Mágica (UNIOPERA) - Data: 10/2024. Função: Restauro e confecção de adereços e camareira.- Atelier Bruno Oliveira - Data: 08/01/25 a 28/02/25. Função: Costureira e aderecista, confecção de figurinos para a comissão de frente das escolas de samba Tom Maior e Império de Casa Verde.- Casa Malagueta - Data: Março/2025. Função: Costureira. Projeto: Festival de opera de Manaus.ALINE EDUARDA SANTOS TAVARES (Cenógrafa)Aline Tavares é cenógrafa e diretora de arte, formada em Arquitetura pela Universidade Belas Artes de São Paulo, e técnica em Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro. Iniciou sua trajetória no teatro como assistente de cenografia de J. C. Serroni na ópera “La Traviata”, da Cia. Uniopera, em 2022.Para fomentar sua formação e pesquisa, realizou assistências de cenografia em grandes espetáculos teatrais, musicais e balés, como o musical original da Broadway “Uma Babá Quase Perfeita”, que estreou no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro. Também prestou assistência na construção do novo cenário da clássica montagem de “O Quebra-Nozes”, da Cia Cisne Negro. Em 2025, atuou como assistente da cenógrafa Giorgia Massetani no musical “TV Colosso”, onde realizou uma pesquisa sobre estruturas infláveis.Atualmente, co-assina a cenografia e figurino de dois coletivos de teatro: o Coletivo Xoxo, que explora o humor e foi contemplado com o Edital da 1.a Mostra de Circulação de Teatro da SP Escola de Teatro, e o Coletivo Negrura, que pesquisa orixalidades no espetáculo “Reza Cotidiano”, pelo qual recebeu indicações nas categorias Melhor Cenografia e Melhor Figurino no Festival de Teatro Profissionalizante de Barueri (2024).TIÊ FABIANO DE OLIVEIRA (Iluminador/Designer de Luz)Experiências na área designer de luzTEATRO*Lady Bug Miraculous - direção Esteban Paradella - produção Chaim (2018)* Uma Lei Chamada Mulher - direção Lenise Pinheiro - produção Záfrica Produções (2020)*A Flor do Sonho - direção Marcos Lopes - produção Ciabatta de Teatro (2021)*Monica & Khaled Feliz Por Você Estar Aqui - direção Marcos Lopes - produção Ciabatta de Teatro (2021)*Cinderela Experience – direção Beto Marden -produção Chaim (2022)*Harry Potter Dinner Show – direção Beto Marden – produção Chaim (2022)*Alice O musical - direção Fernanda Chama – produção Just in Time Arte e Etretenimento (2025)*O Grande Show de Mágica – direção Maicon Clenk – produção Maicon Clenk (2025)SHOWS*Dexter – Oitavo Anjo Produções (2018/2025)*Edi Rock – Roc7 (2022/2025)*Mundo Mivre S/A – Mundo LivreS/A (2024)*Febem – Brime (2024/2025)*DJ Mu540 – Mu540 Produções Musicais (2025)*Sombra – SNJ (2025)*Demonios da Garoa (2025)Operador de luz* Zoológico de Vidro - direção Ulisses Cruz - produção Mario Martini (2009)* A Gorda - direção Daniel Veronese - produção Sarau Produções (2010)* Ligações Perigosas - direção Ricardo Rizzo - produção Filmland (2011)* Cocoricó _ O Musical - direção Fernanda Chama - produção Chaim (2011)* Isso é o Que Ela Pensa - direção Alexandre Tenório - produção Eduardo Muniz (2012)* Tim Maia Vale Tudo O Musical - direção João Fonseca - produção Chaim (2013/14)* Cazuza Pro Dia Nascer Feliz O Musical - direção João Fonseca - produção Chaim (2015/16/19)* O Que O Mordomo Viu - direção Miguel Falabella - produção Chaim (2016)* Memórias de um Gigolô - direção Miguel Falabella - produção Chaim (2016)* O Musical Mamonas - direção José Possi Neto - produção Miniatura 9 (2017/18)* Hebe O Musical - direção Miguel Falabella - produção Bonustrack Entretenimentos Ltda (2018)* Josephine Baker a Vênus Negra - direção Otavio Muller - produção Dois+Dois Comunicações Ltda (2018)* Elza o Musical - direção Duda Maia - produção Sarau Agência de Cultura Brasileira (2018/19)* Nelson Gonçalves Entre o Amor e o Ódio - direção Tania Nardini - produção Guilherme Logullo (2019)* Contos Partidos de Amor - direção Duda Maia - produção Camaleão Produções Culturais (2019)* Vamos Comprar um Poeta - direção Duda Maia - produção Camaleão Produções Culturais (2019)* Donna Summer – direção Miguel Falabella – produção Atual Produções (2021)* Macabéia – direção André Paes Leme - produção Sarau Agência de Cultura Brasileira (2022)* Uma Leitura de Buzios – direção Marcio Meireles – produção Assossiação Sú de Cultura e Educação (2023)* Alguma Coisa Podre – direção Gustavo Barchilon – produção Touché Entretenimento (2023)* Cassia Eller O Musical – direção João Fonseca – produção Arte Plural Assessoria de ComunicaçãoBRENDA NADLER (Coreógrafa)Brenda Nadler iniciou sua formação em Dança pelo SESI MINAS em Uberlândia/MG. Em 2001 se mudou para São Paulo para terminar seus estudos em dança, se formando pela Especial Academia de Ballet (EAB), dirigida por Guivalde e Aracy de Almeida. Em sua carreira como bailarina clássica dançou vários repertórios nos principais teatros do Brasil e com grandes bailarinos como Ana Botafogo, Marcelo Misailidis, Priscilla Yokoi, Thiago Soares e Roberta Marquez. Em 2005 se integrou o “mundo dos musicais” com O Fantasma da Ópera pela CIE Brasil. E em 2010 se tornou Bacharel em Artes Cênicas pela escola Superior de Artes Célia Helena.Desde os 16 anos ministra aulas de Dança e depois de sua graduação ministra aulas de Teatro e Teatro Musical. Como artista profissional tem 25 anos de experiência. Atuou como bailarina, atriz, cantora, coreógrafa, professora, coaching e diretora. Participou de montagens oficiais de musicais da Broadway e montagens Brasileiras. Entre os diretores destacam-se: Miguel Falabella, Cininha de Paula, João Fonseca, Tânia Nardini, Jorge Takla, Fred Hanson, Arthur Massella, Jacqueline Dunnley-Wendt, Rica Mantoanelli e o saudoso Chet Walker.JOSÉ ANTONIO DE SOUZA PRATA (PRATINHA) - Elenco Protagonista / Ator ConvidadoAtor com vasta experiência em teatro, televisão e cinema brasileiro, Pratinha foi introduzido ao meio artístico desde muito jovem , por influência direta do pai, Sebastião Bernardes de Souza Prata (Grande Otelo), um dos maiores nomes do cinema nacional. Cresceu imerso no ambiente artístico dos estúdios, teatros e companhias cinematográficas do Rio de Janeiro das décadas de 1940 e 1950. Sua carreira teve início muito cedo, acompanhando o pai nos bastidores e posteriormente diante das câmeras. Pratinha integrou o elenco de produções populares do período, especialmente ligadas ao ciclo das chanchadas, gênero marcado pela comédia, música e apelo popular. Nessas obras, era comum a presença de personagens infantis que funcionavam como contraponto cômico ou elemento afetivo, papel que Pratinha desempenhava com naturalidade e carisma.É reconhecido por seu trabalho na preservação da memória de seu pai, tendo atuado em diversos projetos que celebram a cultura popular e a presença do artista negro no cenário nacional. No projeto "O Grande Otelo – O Musical", sua participação é fundamental não apenas pela performance cênica, mas pela consultoria histórica e biográfica sobre o legado do homenageado.PEDRO PAULEEY (Elenco Protagonista / Ator Convidado)Pedro Pauleey é ator, roteirista, diretor e produtor cultural, com uma trajetória de 29 anos dedicada às artes cênicas e audiovisuais. Sua carreira abrange televisão, teatro e cinema, com atuações marcantes e reconhecimentos nacionais e internacionais.Na televisão, destacou-se como o peão Inácio na novela Esmeralda (SBT, 2004), como Sauro em Boogie Oogie (Rede Globo, 2014), e como Washington em Apocalipse (Record TV). Também interpretou Francisco Montezuma na série Era Uma Vez Uma História (Band), participou das novelas Cristal (SBT) e integra o elenco da série O Retorno (Feliz7Play).No cinema, estrelou o longa Bom Dia Rio de Janeiro, de Ed Lopez, e atuou em produções como Um Broto Legal, de Luiz Alberto Pereira; A Jaula, de João Wainer; Ninguém Entra, Ninguém Sai, de Hsu Chien; Sophia, de Rafael Santin e Henrique Sattin; Fome, de Wendell Stein; Karsmênia; ÓDIO, de Luiz Rangel; e O Lucro Acima da Vida, entre outros. Em 2023, participou do filme e da série Mamonas Assassinas, revivendo o impacto da icônica banda. Também interpretou Grande Otelo em um documentário sobre Cacilda Becker, com lançamento previsto para breve. Protagonizou O Ar Que a Gente Respira – longa inédito no circuito comercial que já está no circuito de festivais, tendo já sido consagrado com o prêmio de MELHOR ATOR no 19º Encontro de Cinema e Vídeo dos Sertões, em Floriano/PI.Sua atuação no filme Rosas, de Ivann Willig, rendeu diversos prêmios, incluindo o Los Angeles Brazilian Film Festival (2019) e o prêmio de MELHOR ATOR no Scene Film Festival, em Maryland (EUA).No teatro, atuou sob a direção de Antônio Abujamra em Hamlet é Negro e sob a direção de Débora Dubois em Lisístrata – Sexo, Drogas e Greve, espetáculo que teve destaque na revista Isto É Gente.Como roteirista e diretor, assina o documentário Entre Cenas e Memórias – Patos de Minas & O Grande Sertão: Veredas, que resgata os bastidores das filmagens de Grande Sertão (1965) na região de Patos de Minas/MG. Em 2017, escreveu e produziu o curta A Mulher de Sete Metros, sobre a figura emblemática de Lavi Lopes, disponível no YouTube com mais de 10 mil visualizações.Na NTV Patos de Minas, participou por quatro anos do programa Escolinha Maluca e produziu conteúdos musicais como Canta Viola, além de videoclipes de artistas locais.Pedro Pauleey segue como um artista versátil e comprometido com a valorização da cultura brasileira, transitando com excelência entre diferentes linguagens e formatos.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 25/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.