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Festival de Cinema Acessível Kids® _ Territórios realizará a produção de acessibilidade e a exibição gratuita de 2 filmes longas-metragens de sucesso (1 nacional e 1 internacional) com audiodescrição, janela de Libras e legendas descritivas, apresentadas de forma simultânea. Em Porto Alegre/RS, haverá sessões abertas ao grande público em salas de cinema parceiras do Projeto em sessões educativas para escolas públicas. O circuito também levará as exibições a territórios indígenas (EEI Fág Nhin _ Kaingang; e EEI Anhetenguá _ Guarani) e a Mostardas/RS, na Comunidade Quilombola dos Teixeiras (aprox. 100 famílias). O projeto contempla populações tradicionalmente excluídas do acesso ao cinema e a espaços de cultura, assegurando fruição autônoma para pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual/cognitiva e ampliando o lazer cultural para públicos de baixa renda, com acolhimento, mediação e comunicação acessível.
Minions 2: A Origem de Gru (2022) - Classificação indicativa-Livre para todos os públicosMinions 2 - acompanha Gru, aos 12 anos, em 1970, tentando entrar para o supergrupo de vilões "Sexteto Sinistro". Após ser rejeitado e roubar uma pedra preciosa deles, Gru vira alvo do grupo e precisa da ajuda dos Minions, que aprendem kung fu para salvá-lo com a ajuda de Wild Knuckles, o mentor, Gru derrota o Sexteto Sinistro (que são transformados em ratos) e consolida sua amizade com os Minions e o futuro Dr. Nefário.O filme é focado no humor físico e na ambientação dos anos 70, servindo como uma pré-sequência direta para Meu Malvado Favorito. Antes que o Mundo Acabe (2009)- - Classificação indicativa-10 anos"Antes que o Mundo Acabe" é um filme brasileiro de drama juvenil que narra a história de Daniel, um adolescente de 15 anos vivendo no interior do RS. Enfrentando dilemas como amores complicados e a acusação de roubo de um amigo, sua vida muda quando recebe cartas de seu pai, um fotógrafo na Tailândia, abrindo sua perspectiva de mundo. “ANTES QUE O MUNDO ACABE trata de afeto, família, globalização, mas principalmente de responsabilidade. Graves questões éticas são colocadas sem abrir mão da simplicidade.”
Objetivo geral Realizar um circuito de cinema com acessibilidade plena por meio da produção das três tecnologias de acessibilidade — audiodescrição (AD), janela de Libras e legendas descritivas (LSE/SDH) — e da exibição gratuita de 2 longas-metragens de grande sucesso (1 nacional e 1 internacional), garantindo fruição autônoma e segura para crianças, jovens e adultos com deficiência e ampliando o acesso ao lazer cultural para públicos de baixa renda. Além das sessões, promover palestras e debates de abertura e de encerramento (antes e após cada exibição), com participação do público, para estimular a reflexão sobre convivência, diferenças, acessibilidade, inclusão e diversidade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais consciente e equitativa. Nesse contexto, o projeto reforça o compromisso com Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) e com o combate a todas as formas de preconceito e discriminação, como capacitismo, racismo, preconceito étnico-cultural, xenofobia, machismo/sexismo, LGBTfobia e etetarismo, entre outras barreiras atitudinais que limitam a participação e convívio social igualitário. Com foco em crianças e jovens, através de uma atividade lúdica como uma sessão de cinema, o projeto busca promover desde a infância uma compreensão natural e contínua da inclusão e do respeito às diferenças, fortalecendo uma cultura de convivência e oportunidades iguais no futuro próximo.Objetivos específicos Os filmes a serem trabalhados no projeto são: Minions 2: A Origem de Gru (2022) e Antes que o Mundo Acabe (2009). Os títulos selecionados — Minions 2: A Origem de Gru (2022) e Antes que o Mundo Acabe (2009) — foram escolhidos por combinarem forte potencial de engajamento para públicos escolar e familiar com diversidade de linguagem e faixa etária, ampliando o alcance das ações de democratização de acesso. A seleção também considera a viabilidade de exibição gratuita e mediada e a adequação técnica para aplicação das tecnologias de acessibilidade previstas (audiodescrição, Libras e legendas descritivas), fortalecendo o objetivo do projeto de promover convivência inclusiva em diferentes territórios1. Produzir, revisar com usuários (pessoas com deficiência e técnicos em acessibilidade comunicacional) e finalizar as três tecnologias de acessibilidade para cada filme, com controle de qualidade e entrega em formato apto à exibição.2. Realizar sessões presenciais gratuitas em Porto Alegre/RS, em salas de cinema parceiras do projeto ( sala Paulo Amorim da Casa de Cultura Mario Quintana, Cinemark- BarraShopping de Porto Alegre e Sala Redenção da Universidade Federal do Rio Grande do Sul) , contemplando: a) sessões abertas ao grande público; e b) sessões educativas/mediadas voltadas a escolas públicas e instituições que atendem pessoas com deficiência.3. Levar exibições gratuitas a territórios indígenas em Porto Alegre/RS: Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Fág Nhin (povo Kaingang) e Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Anhetenguá (povo Guarani), articulando previamente com as escolas e lideranças locais.4. Realizar exibições gratuitas em Mostardas/RS, na Comunidade Quilombola dos Teixeiras (aprox. 100 famílias), fortalecendo o acesso cultural em território tradicional articulando previamente com as escolas e lideranças da comunidade.5. Promover convivência inclusiva ao reunir pessoas com e sem deficiência nas mesmas sessões, com apresentação inicial e palestra breve em formato de roda de conversa, contribuindo para o enfrentamento de barreiras atitudinais, do capacitismo e de outras formas de discriminação.6. Executar divulgação acessível e multicanal (redes sociais, escolas, entidades e comunicação comunitária), com materiais em linguagem simples e recursos de acessibilidade.7. Registrar e sistematizar resultados (listas de presença, indicadores de público, registros fotográficos e audiovisuais e relatórios), assegurando transparência e avaliação de resultados.8. Registrar toda a ação desde o início, em foto e vídeo, para a produção ao final do projeto de um documentário em curta-metragem, em formato acessível (com audiodescrição, Libras e legendas descritivas), funcionando também como relatório audiovisual das atividades e das exibições realizadas. O documentário será disponibilizado gratuitamente nas redes dos parceiros, apoiadores e patrocinadores, ampliando o alcance e a memória pública do projeto.Obs. 1: Além das sessões nas aldeias, as comunidades indígenas de Porto Alegre/RS (povos Kaingang e Guarani) também serão convidadas para participar das sessões nas salas de cinema parceiras do projeto. Obs. 2: Para as exibições fora das salas de cinema (nas comunidades indígenas e na Comunidade Quilombola dos Teixeiras, em Mostardas/RS), o Som da Luz dispõe de equipamentos próprios e especializados — telão, projetor e sistema de áudio de qualidade — garantindo condições técnicas adequadas de exibição. Diante disso, é possível constatar que o nosso projeto está orientado de acordo com os direcionamentos constantes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustável definidos pela ONU. Contribuindo diretamente para a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo oportunidade de aprendizagem, crescimento inclusivo e sustentável da sociedade, oportunizando também trabalho decente para todos (pessoas COM e SEM deficiência). Estamos alinhados com os objetivos do desenvolvimento sustentável ODS 4, ODS 8 e ODS 10, participando diretamente da implementação da agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
O acesso à cultura é um direito e, para milhões de brasileiros, ainda é limitado por barreiras comunicacionais, atitudinais e econômicas. O PNAD Contínua 2022 (IBGE) aponta 18,6 milhões de pessoas com deficiência, o que equivale a 8,9% da população com 2 anos ou mais, com alta incidência de dificuldades funcionais relacionadas à visão e à audição — dimensões decisivas para a fruição cinematográfica. Mesmo com avanços normativos e com a ampliação do debate público, a oferta regular de filmes com acessibilidade plena (AD, Libras e legendas descritivas) ainda é insuficiente, principalmente fora de grandes circuitos e para públicos em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica.Nesse contexto, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI _ Lei nº 13.146/2015) estabelece diretrizes objetivas: determina que a aprovação/financiamento de projetos com utilização de recursos públicos — inclusive por renúncia ou incentivo fiscal, contratos, convênios ou instrumentos congêneres — deve observar as regras de acessibilidade, e assegura o direito de acesso a cinema e atividades culturais em formato acessível. Apesar desse marco legal, ainda há uma lacuna importante na efetivação cotidiana: a acessibilidade nem sempre se traduz em circulação real e regular de obras com os três recursos simultâneos, e sessões gratuitas plenamente acessíveis são ainda mais raras. Assim, este projeto materializa e amplia o que a LBI preconiza ao garantir a exibição aberta e gratuita de filmes com audiodescrição, Libras e legendas descritivas apresentados simultaneamente, assegurando fruição autônoma ao público com e sem deficiência, no mesmo espaço e experiência.O "Festival de Cinema Acessível Kids®" consolidou-se como referência por demonstrar que a acessibilidade universal no cinema é possível quando as tecnologias são pensadas para o público e exibidas de forma simultânea. O projeto cria um ambiente em que pessoas com e sem deficiência assistem ao mesmo filme, no mesmo espaço, com compreensão independente — sem depender de terceiros para "traduzir" a obra. Essa experiência tem efeito educativo imediato: combate o capacitismo, estimula empatia e reforça a compreensão de direitos, especialmente entre crianças e jovens que crescem em um contexto de inclusão natural e se tornam agentes multiplicadores dessa cultura.Esta Ação é focada em 2 filmes de grande sucesso e apelo (1 nacional e 1 internacional) , aprofunda o impacto em territórios estratégicos. Em Porto Alegre/RS, além das sessões abertas ao grande público em salas de cinema parceiras do projeto, haverá sessões educativas voltadas a escolas públicas e instituições que atendem pessoas com deficiência, ampliando o alcance formativo e o diálogo com educadores. A circulação em territórios indígenas (Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Fág Nhin, do povo Kaingang; e Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Anhetenguá, do povo Guarani) reconhece a diversidade cultural e garante que a política de acesso chegue também a contextos escolares e comunitários específicos.Em Mostardas/RS, a realização das sessões na Comunidade Quilombola dos Teixeiras amplia o alcance do projeto para um território tradicional que reúne aproximadamente 100 famílias, fortalecendo vínculos comunitários e o acesso ao lazer cultural de qualidade. Levar cinema acessível a diferentes contextos (salas de cinema, escolas e territórios tradicionais) é, simultaneamente, democratização de acesso e afirmação de direitos, aproximando políticas culturais do cotidiano das pessoas.O projeto também responde a uma lacuna recorrente do mercado: grandes títulos internacionais, em geral, não chegam ao país com recursos completos de acessibilidade para exibição pública gratuita; e, mesmo em produções nacionais, o formato acessível nem sempre circula com regularidade. Ao produzir e finalizar audiodescrição, Libras e legendas descritivas de forma integrada, com revisão por usuários (pessoas com deficiência) e controle de qualidade, o projeto amplia o acervo acessível disponível e fortalece uma cadeia produtiva especializada.A gratuidade integral assegura que a condição econômica não seja barreira. Assim, o projeto reúne impacto cultural, educativo e social: garante fruição autônoma, promove convivência inclusiva, amplia repertório e contribui para uma sociedade mais justa, humana e inclusiva. Por que a Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91)? Porque se trata de uma ação gratuita, com forte impacto público e custos técnicos inevitáveis — licenciamento, produção de acessibilidades, preparação de cópias aptas à exibição, comunicação acessível, logística e operação das sessões em diferentes territórios. Sem bilheteria e sem cobrança do público, o projeto depende de um instrumento capaz de captar e canalizar recursos privados para uma entrega cultural de interesse coletivo, exatamente a finalidade do PRONAC e do seu mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais.Nesse sentido, o projeto se enquadra nas finalidades do Art. 1º, incisos I e VIII, ao "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (gratuidade + acessibilidade plena) e ao "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal" (ampliação do acervo e circulação de obras acessíveis).Também atende aos objetivos do Art. 3º ao:Inciso II, alíneas "a" e "e": fomentar a produção cultural/audiovisual e a realização de festival/circuito (produção das versões acessíveis e exibições públicas organizadas em formato de circuito);Inciso IV, alínea "a": promover o estímulo ao conhecimento cultural por meio de distribuição gratuita e pública de ingressos (todas as sessões gratuitas);Inciso V, alínea "c": apoiar ações culturais relevantes não previstas nos incisos anteriores, como mediação educativa, comunicação acessível, acolhimento e devolutiva pública do projeto.Além disso, toda a execução será registrada em foto e vídeo para a produção, ao final, de um curta-metragem documentário/relatório em formato acessível (AD + Libras + legendas descritivas), disponibilizado gratuitamente nas redes de parceiros, apoiadores e patrocinadores, fortalecendo transparência, memória e difusão dos resultados.
Festival de Cinema Acessível Kids – Territórios1) Produto audiovisual acessível (conteúdo dos 2 filmes)Obras: 2 longas-metragens (1 nacional - "Antes que o Mundo Acabe" e 1 internacional - Minions 2: A Origem de Gru), com acessibilidade simultânea e aberta (no próprio arquivo do filme): Audiodescrição (AD) + Janela de Libras + Legendas Descritivas (LSE/SDH). Processo técnico (por filme):AD: roteiro com marcação de timecode → consultoria e revisão com pessoa com deficiência visual → gravação em estúdio → edição/mix/master → revisão final → arquivo final.Libras: tradução/adaptação → roteiro → gravação em chroma key → edição/recorte → inserção e sincronismo → revisão com usuário surdo → finalização.LSE/SDH: transcrição + descrição de sons/músicas → timecode → revisão técnica + revisão com usuário surdo → ajustes de leitura/tempo → inserção no filme. Controle de qualidade: sincronismo por timecode, legibilidade das legendas (tempo de leitura e contraste), posicionamento da janela de Libras, níveis de áudio e inteligibilidade. Formato de entrega/exibição: arquivo digital de alta qualidade e/ou DCP (conforme exigência do exibidor/detentor de direitos), com testes prévios de reprodução. 2) Produto “Exibição presencial” (programação e operação)Formato das sessões: exibições gratuitas com acolhimento e orientação sobre os recursos, garantindo fruição para pessoas com e sem deficiência. Duração por sessão (estimativa):Abertura institucional acessível e orientações: 5 a 10 minExibição do filme: 90 a 120 min (conforme obra)Mediação educativa - Palestra/roda de conversa breve: 45 min Duração total média: aprox. 2h a 2h30.Locais de exibição – Porto Alegre/RS (salas parceiras usuais do Som da Luz):Cinemark BarraShopping Sul – 308 poltronasSala Paulo Amorim / Casa de Cultura Mario Quintana – 160 poltronasSala Redenção / UFRGS – 206 poltronasLocal de exibição – Mostardas/RS: Salão Paroquial na Comunidades Quilombola dos Teixeiras – capacidade 180 pessoas.Auditório Municipal Dr. Mathias Azambuja Velho – 300 poltronasTerritórios e ações especiais:Porto Alegre/RS: Escola Indígena Fág Nhin (Kaingang) e Escola Indígena Anhetenguá (Guarani) – sessões com adequação de espaço (visibilidade, som/iluminação e acomodação), conforme infraestrutura local.Mostardas/RS: Comunidade Quilombola dos Teixeiras – articulação comunitária e adequação do espaço de exibição, quando necessário.Meta de público direto: 2.700 espectadores (pessoas com e sem deficiência), distribuídos entre as sessões em salas parceiras e as sessões em territórios/ações educativas pela Inclusão e Diversidade. 3) Projeto pedagógico (ações educativas e sociocultural e mediação)Objetivo pedagógico: promover vivência inclusiva, compreensão prática da acessibilidade cultural e combate ao capacitismo, por meio de uma vivência lúdica como uma sessão de cinema e acessível, promovendo a experiência compartilhada (pessoas com e sem deficiência na mesma sessão com oportunidades equiparadas de entendimento e emoção). Público prioritário: escolas públicas periféricas, estudantes com e sem deficiência (infantil, fundamental e médio), educadores, instituições que atendem PcD, comunidades indígenas e quilombola, além do público geral. Metodologia:Pré-sessão: orientação breve sobre as tecnologias assistivas e combinados de convivência igualitaria.Pós-sessão : roda curta com perguntas guiadas sobre acessibilidade, inclusão e direitos a cultura.Registro de participação (listas/indicadores) para avaliação. 4) Materiais de comunicação (material, formatos e acessibilidade)Peças digitais (formatos): cards e artes para redes (ex.: 1080x1350 e 1080x1920), webflyers e vídeos curtos de chamada. Peças físicas (quando necessário): cartazes e banners para pontos de circulação (cinemas, escolas, parceiros), com boa legibilidade e contraste. Acessibilidade na comunicação: vídeos com Libras e legendas, textos em linguagem clara e informações objetivas (data, local, gratuidade, recursos). Identidade e marcas: aplicação das marcas obrigatórias da Lei Rouanet/MinC/Governo Federal e patrocinadores, conforme normativas vigentes e regras de aprovação. 5) Produto “Relatório/Documentário acessível” (impacto indireto)Entrega audiovisual: curta documentário/relatório com registro das etapas e exibições, finalizado em formato acessível: AD + Libras + LSE/SDH. Duração estimada: 8 a 20 minutos. Distribuição: publicação gratuita nas redes do Som da Luz, parceiros e apoiadores. Meta de impacto indireto: 6.300 pessoas alcançadas por publicações em redes e pela disponibilização do documentário/relatório acessível e materiais web de divulgação das ações no projeto. 6) Será contratada assessoria de imprensa ampla, voltada à cobertura geral do projeto (TV, rádio, jornais, portais e sites), e também assessoria de imprensa dirigida ao público de pessoas com deficiência, com atuação focada em entidades representativas, redes e canais especializados em inclusão e acessibilidade. Essa estratégia amplia de forma significativa o alcance e a efetividade da mobilização, potencializando o comparecimento do público-alvo e fortalecendo a percepção de relevância social do Festival. Com base na experiência do Som da Luz em projetos semelhantes, é recorrente o apoio de veículos de mídia por meio de divulgação espontânea, com espaço editorial e jornalístico concedido ao projeto no RS e em outros estados do Brasil. No histórico de realizações no Rio Grande do Sul, a RBS tradicionalmente apoia as edições, contribuindo com visibilidade em diferentes canais da rede, o que multiplica o impacto público e a capilaridade das ações.
O projeto é estruturado para garantir acessibilidade plena, entendida como autonomia de fruição, segurança, acolhimento e igualdade de condições para o público com e sem deficiência, contemplando Acessibilidade de Conteúdo e Acessibilidade Física.1) Acessibilidade de CONTEÚDO (compreensão do projeto e das obras)a) Tecnologias de acessibilidade nos filmes (acessibilidade aberta e simultânea): • Audiodescrição (AD): roteiro, consultoria e revisão por pessoa com deficiência visual (técnico em audiodescrição); narração em estúdio; edição, mixagem e masterização; inserção e sincronização no áudio do filme; revisão final e entrega do arquivo final para exibição. • Janela de Libras: tradução e adaptação; pesquisa de sinais de compreensão nacional; roteiro; gravação com intérprete em estúdio (chroma key); edição/recorte; inserção e sincronização no filme; revisão com usuário surdo. • Legendas descritivas (LSE/SDH): transcrição; identificação de elementos sonoros relevantes; marcação de tempo; padronização; revisão técnica e revisão com usuário surdo; finalização e inserção no filme. As três tecnologias serão apresentadas simultaneamente (acessibilidade aberta), permitindo que o público assista sem equipamentos individuais, inclusive em contextos comunitários.b) Medidas de acessibilidade para compreensão e participação do público: • Abertura breve antes das sessões explicando as tecnologias e orientações de uso, com apoio de intérprete de Libras. • Mediação acessível nas sessões educativas, com linguagem simples e condução adequada à faixa etária. • Quando aplicável, disponibilização de descrição textual de peças (programação/orientações) e informações claras sobre recursos de acessibilidade, horários e locais. • Visita/acolhimento sensorial quando necessário: orientação antecipada sobre o espaço (pontos de entrada/saída, circulação, localização de assentos reservados e banheiros), especialmente para públicos com deficiência intelectual/cognitiva e pessoas autistas.2) Acessibilidade de CONTEÚDO na comunicação do projeto (antes, durante e após)• Materiais de divulgação em linguagem simples, com versões acessíveis quando aplicável, e informações claras sobre tecnologias disponíveis, horários e locais. • Comunicação digital acessível: toda a comunicação nas plataformas digitais (redes sociais, sites, peças online e conteúdos audiovisuais) seguirá padrões de acessibilidade, com legendas (quando houver falas), descrição em texto de imagens, textos alternativos (alt text), organização visual que favoreça leitura e compreensão e, quando aplicável, Libras e/ou recursos equivalentes. Essa diretriz é viabilizada pela expertise do proponente, o Som da Luz Estúdio de Gravações Ltda., que atua com acessibilidade e inclusão desde 2010, prestando consultorias e serviços especializados em acessibilidade comunicacional, diversidade e inclusão sociocultural.3) Acessibilidade FÍSICA (locomoção, permanência e uso do espaço)• Sessões em salas de cinema parceiras: seleção de espaços com acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas/elevadores quando existentes, circulação acessível, assentos reservados e espaços para cadeirantes, e banheiros acessíveis, conforme disponibilidade do equipamento cultural; checagem prévia das condições do local. • Sessões em escolas indígenas e comunidade quilombola: reconhecimento prévio do espaço e adequação do layout para garantir circulação segura, organização de assentos, visibilidade da tela e da janela de Libras, além de condições adequadas de som e iluminação; definição de pontos de apoio e orientação do público. • Facilitadores e orientação de deslocamento: sinalização simples e apoio da equipe para recepção, prioridade quando necessário e condução segura do fluxo (entrada/saída), considerando diferentes necessidades (mobilidade reduzida, deficiência visual, etc.). • Para públicos com deficiência intelectual/cognitiva (incluindo pessoas autistas): cuidados de ambiência (volume controlado, iluminação de segurança mínima e orientação antecipada, quando necessário).4) Conformidade e planejamento de custosA execução observará a normatização vigente do Pronac, inclusive limites e parâmetros previstos para custos de acessibilidade e de comunicação/divulgação acessíveis, refletidos no orçamento e no cronograma financeiro do projeto.
O Festival de Cinema Acessível Kids – Territórios adota a democratização de acesso como princípio central, garantindo gratuidade integral, acessibilidade plena e mobilização ativa de públicos historicamente afastados do cinema e de espaços culturais.1) Distribuição do produto cultural (forma de acesso) O produto cultural do projeto é a exibição presencial gratuita de 2 longas-metragens (1 nacional e 1 internacional) com audiodescrição (AD), janela de Libras e legendas descritivas (LSE/SDH) simultâneas (acessibilidade aberta). Não haverá comercialização: não será cobrado ingresso, taxa ou qualquer contrapartida financeira. O acesso do público ocorrerá por convites e mobilização comunitária e, quando aplicável, por retirada/inscrição gratuita (online e/ou presencial) junto às salas parceiras e às instituições mobilizadas, permitindo organização de público e registro de presença.2) Ampliação de acesso por território e por público (mobilização direcionada)Porto Alegre/RS (salas de cinema parceiras): sessões abertas ao grande público e sessões educativas/mediadas com escolas públicas e instituições que atendem pessoas com deficiência.Territórios indígenas (Porto Alegre/RS): articulação direta com as escolas Fág Nhin (povo Kaingang) e Anhetenguá (povo Guarani), respeitando protocolos locais e calendário escolar. Além das sessões nos territórios, as comunidades indígenas também serão convidadas para participar das sessões nas salas de cinema parceiras, ampliando o direito de circulação e ocupação dos espaços culturais da cidade.Mostardas/RS: mobilização comunitária na Comunidade Quilombola dos Teixeiras (aprox. 100 famílias), em parceria com lideranças e representação local, priorizando famílias, crianças e jovens.3) Acessibilidade como condição real de democratização Democratizar acesso não é apenas “abrir a porta”: é garantir que o público compreenda e desfrute do conteúdo com autonomia. Por isso, o projeto assegura:exibição com AD + Libras + LSE/SDH simultâneas, permitindo fruição por pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual/cognitiva;equipe orientada para acolhimento, orientação do público e mediação quando aplicável;comunicação com informações claras sobre tecnologias disponíveis, horários e locais.4) Medidas educativas e de sensibilização (ações paralelas) Para ampliar o impacto e qualificar a experiência, serão realizadas ações educativas integradas às sessões:apresentação breve antes de cada exibição explicando os recursos de acessibilidade (com Libras quando necessário);em sessões educativas/mediadas, roda de conversa adequada à faixa etária, abordando inclusão, direitos culturais e respeito às diferenças;palestras/debates (média de 45 minutos, podendo ampliar conforme interação) nas sessões especiais para escolas, com participação de professores e estudantes, abordando: acessibilidade no audiovisual, papel social da inclusão, enfrentamento de barreiras atitudinais/capacitismo, impacto social e cadeia produtiva da acessibilidade; com intérprete de Libras quando necessário. Estimativa de benefício direto: 800 participantes nas palestras/debates.5) Comunicação acessível e multicanal A divulgação será realizada de forma ampla (redes sociais, escolas, entidades e comunicação comunitária), com linguagem simples e materiais digitais acessíveis sempre que aplicável (ex.: legendas e descrição de imagens; Libras em conteúdos de vídeo quando necessário), ampliando o alcance da informação para públicos diversos.6) Devolutiva pública e ampliação pela internet (memória acessível do projeto) Toda a ação será registrada em foto e vídeo (pré-produção, produção/execução e pós-produção) para a produção, ao final, de um curta-metragem documentário/relatório em formato acessível (AD + Libras + LSE/SDH), que será disponibilizado gratuitamente nas redes dos parceiros, apoiadores e patrocinadores, ampliando o acesso ao conteúdo do projeto pela internet. Quando viável e autorizado, trechos de palestras/debates poderão ser disponibilizados online em formato acessível, sem exibição de conteúdo dos filmes, respeitando direitos autorais.Com essas medidas, o projeto assegura que a democratização de acesso ocorra de forma concreta: gratuita, acessível, educativa, territorialmente ampla e com devolutiva pública acessível, fortalecendo o direito à cultura para crianças, jovens e comunidades historicamente excluídas.
O SOM DA LUZ ESTÚDIO DE GRAVAÇÕES LTDA. tem como premissa de trabalho a acessibilidade como condição indispensável para possibilitar às pessoas com deficiência o exercício pleno da cidadania, de seus direitos e liberdades fundamentais. Há 16 anos no mercado, a empresa investe continuamente no desenvolvimento de soluções e na excelência técnica, assumindo com seus clientes o compromisso de entregas eficazes e com alto padrão de qualidade. Em reconhecimento a esses resultados, o Som da Luz foi vencedor do Prêmio Top de Marketing ADVB/RS 2024, nas categorias TOP Inclusão & Diversidade e Cultura, além de ter conquistado a Distinção Ouro, destacando-se entre grandes players de diferentes segmentos. Hoje, o Som da Luz é reconhecido como uma das empresas referência no mercado brasileiro em acessibilidade, inclusão e diversidade, atuando com consistência tanto na prestação de serviços quanto na criação de projetos de impacto social. Ao longo desse período, consolidou parcerias estratégicas e reuniu uma equipe multidisciplinar, integrando roteiristas, narradores, intérpretes de Libras, consultores e revisores (PcD), profissionais de áudio e vídeo, designers, educadores, assistentes sociais, especialistas em acessibilidade, arquitetos, músicos, entre outros, garantindo soluções completas de acessibilidade comunicacional e experiências culturais inclusivas. Com projetos pioneiros, lançou em 2015 o Festival de Cinema Acessível (2ª edição em 2016), iniciativa inovadora que contribuiu para a consolidação da acessibilidade universal no audiovisual, sendo citado pela Revista Exibidor (edição de agosto de 2016) como referência em soluções de acessibilidade no Brasil. Em 2017, ampliou esse protagonismo com o Festival de Cinema Acessível Kids, primeira mostra no país a exibir filmes internacionais infantis de grande sucesso com três tecnologias de acessibilidade simultâneas (audiodescrição, Libras e legendas descritivas). O Festival possui chancela da UNESCO, apoio do Senado Federal e parceria com instituições relevantes do setor cultural. O Som da Luz também atua no desenvolvimento e execução de ações e projetos especiais de acessibilidade e inclusão em ambiente audiovisual e de saúde, com destaque para iniciativas como os CineExames, que integram fruição cultural e acolhimento, reforçando o compromisso da empresa com experiências acessíveis e humanizadas em diferentes contextos e públicos. Sidnei Schames - Direção Geral rasileiro, 64 anos, natural de Porto Alegre Sócio Diretor do Som da Luz, comanda projetos de inclusão das pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência a um universo único, prestando consultoria em soluções tecnológicas de inclusão, colaborando na efetivação das políticas públicas de acessibilidade plena, tendo como meta o “Tudo para Todos”.Tem como premissa de trabalho a acessibilidade como condição indispensável para possibilitar às pessoas com deficiência o exercício pleno da cidadania e de todos os direitos e liberdades fundamentais, buscando assegurar a essas pessoas o acesso, em igualdade de oportunidades Sidnei também atua como Diretor da AGADE, Associação Gaúcha de Audiodescritores, primeira associação do setor no Brasil, cujo objetivo é garantir o exercício da profissão de audiodescritor por profissionais capacitados e habilitados. Domina o conhecimento de fluxo de processos e sistemas de funcionamento de empresas comerciais visando uma melhor produtividade, sabendo identificar com objetividade desconexões, para obter o maior percentual de oportunidade de melhorias. Possui experiência em gestão de pessoas, conquistando com habilidade, na coordenação e liderança de equipes, os melhores resultados. César Fraga – Roteirista - Revista Voz do Rio Grande – editor chefe, coordenador de equipe gráfica e projeto editorial “original” – período: setembro/95 a abril/96 - Mabuse Records (gravadora independente e produtora de áudio) – sócio/proprietário e coordenador geral do selo Criação, distribuição, produção, computação gráfica, edição de áudio, fotos e assessoria de imprensa. - Jornal Diário de Canoas – Grupo Editorial Sinos - repórter especial - período: 1997/1998 (de empresas e produtos). Obs.: atualmente é articulista fixo da página 06, às segundas-feiras. - Ulbra – Centro de Ensino Técnico e Nível Médio – professor do Curso de Propaganda nas disciplinas de Mídia Impressa e Eletrônica, Redação Publicitária, Produção em Rádio e Produção em TV. 1998. - Sindicato dos Professores do Ensino Privado – Sinpro/RS – repórter, editor executivo do Jornal Extra Classe, assessoria de imprensa Período – Abril de 1999 até o momento, roteirista de audiodescrição/audiodescritor para o Som daLuz e Varias outras empresas. DESENVOLVER-A Desenvolver é uma consultoria especializada na Elaboração e Implantação de Projetos de Inclusão de Pessoas com Deficiência com o objetivo de propiciar aos contratantes e inclusos relações profissionais e produtivas visando a autonomia, segurança e respeito. Suas ações inclusivas visam afirmar os direitos e deveres da pessoa com deficiência. Desde 2007 contribuindo para a inclusão social, contam com uma equipe de profissionais, composta de pessoas com e sem deficiência, altamente treinados para desenvolverem soluções adequadas. Mais em: desenvolverrs.com.br Ana Claudia Ferreira - Diretora de Acessibilidae Bacharel em Ciências Contábeis (PUCRS), com formação em Gestão de Negócios, Processos e Change Management. Audiodescritora e coordenadora técnica de projetos de acessibilidade, com experiência em gestão administrativa e coordenação de acessibilidade no audiovisual (AD e tecnologias assistivas), incluindo roteiros e narração de audiodescrição. Márcia Cristina Figueiras Gonçalves - PalestranteAdministradora (FAPA), mediadora e conciliadora arbitral (CBMAE) e especialista em Psicanálise e Educação (Laureate). Implantou programas de aprendizagem inclusiva em empresas e atua como palestrante em diversidade e inclusão, com workshops que já impactaram mais de 100 mil pessoas.Rodrigo Alencastro - Fotógrafo e Video Maker Profissional de audiovisual e design, com experiência em filmagem, fotografia, edição e design gráfico/editorial. Atuou na produção completa de vídeos (pré a pós), incluindo documentários, institucionais e publicidade (Reverber Filmes, 2014–2022). Também trabalhou como fotógrafo (Estúdio Moropolo, 2017–2020) e designer gráfico/editorial (Secretaria Estadual de Obras Públicas, 2010–2014). Formação em Publicidade e Propaganda (UNISINOS). Marcos Filomena - Identidade Visual Materiais gráficos e peças de divulgação Profissional de publicidade com trajetória desde 1986, atuando como redator e diretor de criação em agências e produtoras, além de sócio-gestor em empresas de comunicação. Premiado com Prêmio Colunistas (Ouro) e Top de Marketing ADVB, incluindo reconhecimento pelo Som da Luz – Tecnologias de Inclusão. Airton Gontow- Assessoria de imprensa - é jornalista, cronista e diretor da Gontof Comunicação há cerca de 30 anos. Trabalhou na Folha de S. Paulo, Folha da Tarde e Jornal da Tarde, além de publicar textos em diversos jornais, revistas e portais brasileiros. Foi editor-assistente da revista A Hebraica e editor-chefe da Viaje Bem (revista de bordo da Vasp), e editou livros como “A Hebraica” (com Marcos Faerman) e “Jerusalém – 3.000 anos pela Paz”. É colunista semanal do portal Sler, foi jurado de poesia do Prêmio Jabuti e venceu, em 2017, o 1º lugar em Jornalismo Impresso no Prêmio de Jornalismo em Turismo Comendador Marques dos Reis. Em 2023 e 2024, atuou como correspondente internacional em Israel para a rádio Itatiaia e a TV Bandeirantes. Presta assessoria de imprensa aos projetos da Associação Mais Criança em parceria com o Som da Luz, incluindo a Circulação Nacional do Festival de Cinema Acessível Kids a Serviço da Inclusão Educacional (Programa Criança Esperança) em 2022, 2023, 2024 e 2025, com aprovação para 2026.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.