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Desde a sua criação (2006), o Festival de Cinema do Vale do Ivinhema se firma ao longo de 18 edições como um dos festivais de cinema contemporâneo mais longevos e continuados do estado do Mato Grosso do Sul, no Centro-Oeste. O festival promove a democratização do acesso e a difusão do cinema, além de sessões homenagens, oficinas, masterclasses, debates e shows. A 19ª edição do FESTIVALI, acontece em 4 cidades do Vale do Ivinhema, e propõe refletir sobre a cultura paraguaia e a sua influência na identidade sul-mato-grossense. O evento reafirma o compromisso com a formação audiovisual para os jovens, que encontram no cinema um lugar para desenvolver o senso crítico, formas de pensar, expressar suas narrativas e de imaginar utopias possíveis.
O 19º FESTIVALI – Festival de Cinema do Vale do Ivinhema reafirma sua posição como o mais importante evento audiovisual do Mato Grosso do Sul, sobretudo na região do Vale do Ivinhema, reunindo cineastas, pesquisadores, estudantes, realizadores e comunidades para celebrar a força do cinema sul-mato-grossense e suas conexões fronteiriças. Apresentamos uma proposta prévia de programação para a realização da 19ª edição do FESTIVALI, com o tema “Cena Brasiguaia”, com o intuito de pensar através do cinema e aprofundar os diálogos fronteiriços entre Mato Grosso do Sul e Paraguai, homenageando a memória da atriz brasileira Aracy Balabanian e paraguaia Ana Ivanova, evidenciando as trocas históricas entre os dois territórios, cujas afinidades se refletem sensivelmente na cultura regional. O festival mantém sua estrutura consolidada, composta por mostras competitivas, atividades formativas, ações culturais e espaços de reflexão sobre o audiovisual contemporâneo. A Mostra Competitiva de Cinema Brasileiro Contemporâneo e a Mostra Competitiva de Cinema Paraguaio Contemporâneo que evidenciam a diversidade da produção cinematográfica brasileira e latino-americana. Paralelamente, a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens, que estimula novas narrativas e oferece visibilidade a filmes independentes e experimentais. O festival também promove a Mostra Competitiva de Curtas Estudantis, destacando produções emergentes e incentivando jovens realizadores a ingressarem no campo do audiovisual.A dimensão formativa do FESTIVALI é ampliada, reforçando seu compromisso com a democratização do acesso e a profissionalização de novos talentos. Serão realizadas 03 (três) oficinas itinerantes pelas cidades de Ivinhema, Angélica e Nova Andradina, descentralizando o acesso e cumprindo o objetivo de formação cultural e artística em diferentes territórios do Vale do Ivinhema. Uma oficina de roteiro cinematográfico, voltada à criação de narrativas autorais e ao fortalecimento da escrita audiovisual; uma oficina de interpretação, que estimula o trabalho de atores e atrizes da região; e uma oficina de edição de vídeos, voltada a construção de narrativas para filmes, videoclipes e stories de redes sociais. O festival também se firma como espaço de debate e construção crítica por meio de 03 (três) masterclass, que abordam assuntos fundamentais para o desenvolvimento do audiovisual regional: O cinema contemporâneo sul-mato-grossense e o paraguaio com Joel Pizzini e Juanjo Pereira; A distribuição do cinema independente com o cineasta Alberto Alvarez Guarani e Estratégias de financiamento para o cinema independente com as produtoras executivas Juliana Domingos e Gabriela Sabaté (previsão). Esses encontros reúnem artistas, pesquisadores, produtores e gestores culturais, promovendo reflexões sobre integração cultural, construção de políticas públicas e fortalecimento de circuitos independentes. Para a nova edição, será convidado um representante da ANCINE e do CONE, entidade que representa o Centro-Oeste.A programação inclui ainda duas sessões comentadas com presença de direção convidada, criando um espaço íntimo de troca entre público e realizadores. O festival mantém seu caráter comunitário e formativo, proporcionando a jovens e adolescentes a possibilidade de contato com a linguagem cinematográfica, estimulando o senso crítico, a criatividade e a construção de valores de convivência, reflexão e paz. Com quase duas décadas de existência, o FESTIVALI transforma-se a cada edição, mas mantém seus princípios fundamentais: fortalecer a produção local, incentivar a formação de novos profissionais, fomentar o intercâmbio entre culturas e democratizar o acesso ao audiovisual. Em sua 19ª edição, ao celebrar Ana Ivanova e o tema "Flor do Meu Paraguai", o festival reafirma sua vocação Latino-americana e sua capacidade de unir narrativas, povos e expressões artísticas em uma mesma experiência coletiva.Assim, o 19º FESTIVALI consolida-se não apenas como um evento de exibição cinematográfica, mas como um projeto cultural estruturante, profundamente enraizado na região, responsável por promover encontros, revelar talentos, ampliar diálogos e fortalecer uma cadeia produtiva do audiovisual que já se tornou marca da identidade cultural do Vale do Ivinhema.
Objetivo GeralRealizar a 19ª edição do FESTIVALI - Festival de Cinema do Vale do Ivinhema, nas cidades de Ivinhema, Angélica, Nova Andradina e Brasilândia no período de 04 a 14 de novembro de 2026, no Galpão das Artes, Cinelito, e nas escolas da Rede Pública de Ensino. Nesta edição, o tema será "Cena Brasiguaia", cujo objetivo é aprofundar o diálogo além-fronteiras entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai, valorizando a diversidade, o intercâmbio sócio-artístico entre os dois países. Estima-se uma previsão de público de 6.088 pessoas contando com as exibições no Cinelito, as oficinas, as masterclasses, o show, a exibição itinerante em Brasilândia e nas escolas das cidades do Vale do Ivinhema citadas. A exibição de 52 filmes abrange uma duração de duração 11 (onze) dias de eventos que compõem: Retrospectiva de filmes Aracy Balabanian e Ana Ivanova, Mostra Competitiva de Cinema Brasileiro Contemporâneo, Mostra Competitiva de Cinema Paraguaio Contemporâneo, Mostra de Curtas-metragens Brasileiros e Paraguaios e Mostra Competitiva de Curtas-metragens estudantis. Além da realização de 03 (três) oficinas audiovisuais, 03 (três) masterclass, 02 (duas) sessões comentadas, 01 (uma) sessão itinerante em território indígena dos Ofaiés, 01 show de abertura com as cantoras sul-mato-grossense Tetê Espíndola, Alzira, acompanhadas pela Orquestra Indígena de Mato Grosso do Sul, com a regência do maestro Eduardo Martinelli.Toda a programação do FESTIVALI é gratuita e voltada para o público do Centro-Oeste, de diferentes origens sociais, faixas etárias, gêneros, etnias, orientações sexuais e pessoas portadores de deficiências - PCD’s. Em todos os espaços do evento é premissa do festival promover medidas de acessibilidade seguindo as diretrizes do MinC, do Manual de Acessibilidade em Eventos Presenciais, elaborado pela Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, bem como a legislação brasileira de acessibilidade, garantindo acesso pleno, autonomia, conforto e dignidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida, pessoas idosas, neuro divergentes e demais públicos com necessidades específicas.A Fundação Nelito Câmara, tem a responsabilidade de fomentar a economia criativa, estimulando atividades formadoras que gerem serviços técnicos e ofereçam atividades profissionais para a região. Objetivos EspecíficosRetrospectiva de 07 (sete) filmes com a atriz Ana Ivanova.Retrospectiva de 07 (sete) filmes com a atriz Aracy Balabanian.01 (um) cerimonial para a Abertura Oficial do Festival com a apresentação da atriz e escritora Gleycielli Nonato Guató, seguida de exibição do filme "As Herdeiras" (2018), dirigido por Marcelo Martinessi.Realizar 01 (um) show com as cantoras sul-mato-grossense Tetê Espíndola e Alzira E. acompanhadas da Orquestra Indígena de Mato Grosso do Sul, formada por (17) dezessete indígenas do território indígena/urbano Darcy de Sousa, com a regência do maestro Eduardo Martinelli.Realizar a seleção e exibição de 07 (sete) longas-metragens brasileiros com curadoria do cineasta sul-mato-grossense e mestre em cinema, Joel Pizzini, na Mostra Competitiva de Cinema Brasileiro Contemporâneo. Realizar a seleção e exibição de 07 (sete) longas-metragens paraguaios com curadoria da produtora executiva Gabriela Sabaté (previsão), na Mostra Competitiva de Cinema Paraguaio Contemporâneo. Convidar para o júri oficial o cineasta sul-mato-grossense Alberto Alvarez Guarani.Convidar para o júri oficial o cineasta paraguaio Juanjo Pereira.Realizar a seleção e exibição de 10 (dez) curtas-metragens brasileiros e paraguaios contemporâneos com a curadoria de Joel Pizzini (Brasil) Gabriela Sabaté (Paraguai), Realizar a seleção e exibição 10 (dez) curtas-metragens estudantis, pelos curadores desta edição, o cineasta Joel Pizzini e a produtora executiva Gabriela Sabaté (previsão);Realização de 01 (uma) exibição itinerante no território indigena dos Ofaiés, no município de Brasilândia com o curta-metragem "Koi e o Rio", de Maurício Copetti e Ricardo Pieretti Câmara e do longa-metragem "A Queda do Céu", de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha.Realizar 02 ( duas) sessões comentadas dos filmes "Bajo, Las Banderas, el Sol" (2025), com a presença do autor e cineasta paraguaio, Juanjo Pereira, premiado na Berlinale e inédito no Brasil e o filme "Guerra do Brasil" (1987), de Sylvio Back com a presença da atriz Ana Brum, protagonista do filme. Oficina de roteiro, com o cineasta sul-mato-grossense Renan Braga.Oficina de interpretação, com a atriz sul-mato-grossense Beatrice Sayd.Oficina de Edição de Vídeos, com o artista visual Alexandre Gwaz.Realizar três (03) masterclass com os temas:O cinema contemporâneo sul-mato-grossense e o paraguaio com Joel Pizzini e Juanjo Pereira;A distribuição do cinema independente com o cineasta Alberto Alvarez Guarani.Estratégias de financiamento para o cinema independente com as produtoras executivas Juliana Domingos e Gabriela Sabaté (previsão).
O FESTIVALI - Festival de Cinema do Vale do Ivinhema, ao alcançar sua 19ª edição,em novembro de 2026, reafirma sua relevância como um dos principais eventos audiovisuais do Mato Grosso do Sul, consolidando uma trajetória de excelência, continuidade e compromisso com a democratização do acesso ao cinema e na formação de plateia no Centro-Oeste. No âmbito financeiro, o FESTIVALI, ao longo de seus 18 anos, nunca conseguiu nenhum aporte de recursos via Lei Rouanet e recursos federais para a realização do evento. No ano de 2025, não obteve nenhum aporte financeiro e com isso não conseguiu viabilizar a sua 19ª edição, prorrogada para a atualidade do ano de 2026. Atualmente o projeto está integralmente vinculado à captação de recursos incentivados, sendo inviável sua realização sem o aporte das empresas patrocinadoras por meio da renúncia fiscal. Daí nossa iniciativa de inscrevê-lo no referido edital.Sabemos que os recursos públicos são vitais para a manutenção do FESTIVALI, a fim de assegurar a existência de um circuito consistente de difusão da cultura, especialmente em um território historicamente marcado por menores investimentos no audiovisual. No município de Ivinhema não existe sala de cinema para a população, o cinema mais próximo fica a 300km, na cidade de Campo Grande. Com a dificuldade de acesso a bens culturais, a Fundação Nelito Câmara, reformou um espaço multiuso e o transformou numa sala de cinema não comercial, conhecida como Cinema Cinelito - Sala Tom Payne, registrada na ANCINE e cujo intuito inicial era exibir os filmes produzidos pelos alunos da rede pública de ensino promovendo debates e reflexões, sendo o filme o dispositivo para pensar o mundo e a sociedade.O projeto enquadra-se plenamente no Art. 1º, inciso II, da Lei nº 8.313/91, ao promover a regionalização da produção cultural, além de valorizar e impulsionar a economia local com a geração de novos empregos para o setor cultural de Ivinhema, circunscrito em grande parte ao agronegócio. Sabemos que o audiovisual brasileiro movimentou R$ 70,2 bilhões e gerou mais de 600 mil empregos em 2024. Acreditamos que o FESTIVALI cumpre seu objetivo central ao descentralizar o acesso ao cinema de forma totalmente gratuita e pensar uma programação para todo Vale do Ivinhema, composto de 10 municípios, fortalecendo o ecossistema audiovisual regional e ampliando o acesso da população a bens culturais. E movimenta a economia local, cultural, hoteleira, transporte, logística, serviços, entre vários outros. Apresentamos uma proposta prévia de programação para a realização da 19ª edição do FESTIVALI, com o tema "Cena Brasiguaia", com o intuito de pensar através do cinema e aprofundar os diálogos fronteiriços entre Mato Grosso do Sul e Paraguai, homenageando a memória da atriz brasileira Aracy Balabanian e paraguaia Ana Ivanova, evidenciando as trocas históricas entre os dois territórios, cujas afinidades se refletem sensivelmente na cultura regional. A etnia Guarani, por exemplo, é presente nos dois lados da fronteira e a música de cantores como Almir Sater, Alzira, Geraldo e Tetê Espíndola incorporam e atualizam tal mitologia, assim como escritores como Sérgio Medeiros, Gleycielli Guató, pintores como Humberto Espíndola, entre outros. A produção de cineastas indígenas também é crescente nos dois países, tendo sido o filme de Alberto Alvarez Guarani, "Yvy Pytê, Coração da Terra", o grande vencedor da 18ª edição do FESTIVALI.A curadoria e a programação estruturam-se a partir dessa perspectiva, buscando reforçar pluralidade, pertencimento e representatividade por meio da seleção de filmes, convidados e ações formativas identificados com as manifestações independentes e originárias que caracterizam e expressam a identidade do estado. A realização do 19º FESTIVALI ganha ainda mais relevância ao dedicar sua edição à celebração das duas culturas, a brasileira e a paraguaia, reconhecendo a profundidade histórica, estética e social presente na relação entre o Paraguai e o Mato Grosso do Sul. A influência paraguaia permeia a língua, os costumes, a música, a culinária, as artes visuais e o modo de vida das populações fronteiriças, constituindo um dos pilares identitários da região sul-mato-grossense. Valorizar essa aproximação significa, portanto, reafirmar laços afetivos e culturais que se expressam há gerações, fortalecendo o sentimento de pertencimento e a integração entre os povos. Essa relação foi muito afetada pela Guerra da Tríplice Aliança e desentendimentos acerca de Itaipú, mas através da cultura, vem sendo ressignificada, o que justifica plenamente a realização de um festival que intensifique as ligações míticas e históricas entre os dois povos e reaproxime artes afins. Para se ter uma ideia, ainda está em curso a formalização de um acordo de coprodução específico entre o Brasil e Paraguai, que dispõe atualmente apenas de uma tratado no âmbito audiovisual firmado em 2023 através do Mercosul.A escolha do tema também contribui para ampliar o diálogo internacional e para promover uma perspectiva mais sensível e plural sobre o Paraguai, frequentemente reduzido a estereótipos ou visões superficiais. O cinema se apresenta como ponte potente para revelar a riqueza simbólica, a diversidade linguística e a força poética da produção cultural paraguaia - especialmente no momento em que o audiovisual daquele país vive uma renovação vigorosa, com novos diretores, narrativas originais e crescente presença em festivais internacionais.Com filmes premiados internacionalmente como "As Herdeiras", "Bajo, Las Banderas, el Sol" e cineastas reconhecidos como Juanjo Pereira e Paz Encina, além de atores como Ana Brum e Ana Ivanova, o Paraguai se afirma como polo audiovisual, criando seu Instituto de Cinema e produzindo cerca de 10 filmes por ano. Estabelecer essa rede audiovisual por meio do Festival criará condições práticas para que haja um efetivo intercâmbio artístico e profissional entre nações tão próximas geograficamente mas ainda distantes institucionalmente.Ao incorporar essa temática, o FESTIVALI reforça seu compromisso de ser um espaço formativo, inclusivo e intercultural, possibilitando ao público do Vale do Ivinhema o acesso a obras e experiências que ampliam repertórios e fortalecem a convivência entre as identidades que moldam a região. Celebrar a cultura paraguaia é também celebrar a própria história do Estado, seus vínculos de fronteira e o papel que a arte desempenha na construção de pontes entre as comunidades.Simultaneamente, o projeto atende ao Art. 3º, inciso II, alínea "c", ao fomentar a produção cultural por meio da realização de festivais de arte. O FESTIVALI constitui-se como espaço de formação, exibição e intercâmbio para realizadores locais, ampliando a participação de jovens, estudantes e novos cineastas. Esse ambiente colaborativo favorece o surgimento de novas narrativas, o desenvolvimento de senso crítico e a construção de uma comunidade audiovisual mais fortalecida e conectada. A Fundação Nelito Câmara enfrenta desafios decorrentes de oscilações no fluxo de financiamento cultural e de aumento de custos na cadeia de produção audiovisual, fatores que impactaram a previsibilidade necessária ao calendário originalmente previsto. Diante desse cenário, a opção pela realização do 19º FESTIVALI em 2026 representa uma medida de responsabilidade institucional, garantindo que o evento seja executado com a qualidade artística, técnica e pedagógica que marca sua trajetória. O FESTIVALI não é apenas um evento cultural: é um motor de desenvolvimento local, geração de empregos diretos e indiretos, fortalecimento do setor produtivo e ampliar o impacto socioeconômico na região. Assim, reafirmamos o papel estruturante para o acesso e a difusão do cinema, a criação e o fortalecimento da produção cinematográfica no Mato Grosso do Sul, justificando o apoio via Lei Rouanet e assegurando as condições para a continuidade qualificada de sua 19ª edição.
O Festival surgiu em 2006, inicialmente como “Festival de Verão de Ivinhema”, voltado às artes e ao audiovisual. A partir de 2011, o evento ganhou corpo como Festival de Cinema do Vale do Ivinhema, ampliando sua programação e fortalecendo o diálogo com realizadores, estudantes e a comunidade. Ao longo dos anos, evoluiu até consolidar sua identidade atual como FESTIVALI, que busca meios de chegar à sua 19ª edição. Afirmando sua vocação como espaço de formação, exibição, encontros e celebração do audiovisual brasileiro. Ao longo de quase duas décadas, o FESTIVALI tornou-se um espaço contínuo de formação, encontro e difusão do audiovisual no Mato Grosso do Sul, mobilizando artistas, estudantes, realizadores e a comunidade local em torno da potência cultural do Vale do Ivinhema. É uma travessia coletiva, onde o audiovisual cria laços, desenvolve pertencimento e mobiliza futuros no Vale do Ivinhema.A difusão do cinema no Vale do Ivinhema é fundamental para ampliar o acesso à cultura e fortalecer a identidade regional. O audiovisual conecta comunidades diversas e valoriza suas realidades. A circulação de filmes forma novos públicos e estimula o pensamento crítico. Também promove experiências culturais que raramente chegam pelos meios tradicionais. Iniciativas na área impulsionam novos realizadores locais. Assim, fortalecem a cadeia produtiva do audiovisual. O cinema contribui para educação e cidadania. Amplia o repertório cultural da população. Dá visibilidade ao território em âmbito nacional. E torna-se motor de desenvolvimento humano e social. INFORMAÇÕES ADICIONAIS REQUERIDAS PELO EDITAL:Quantidade de Edições: O projeto visa a realização da 19ª edição do FESTIVALI.Módulo de Concorrência: O projeto concorre no Módulo 3 do Programa Rouanet Festivais Audiovisuais, por possuir histórico de mais de 10 edições (o projeto visa a realização da 19ª edição).
duração total do eventoPeríodo: 04 a 14 de novembro de 2026.Duração: 11 dias quantidade de sessõesCinelito | 51 sessões Sessão itinerante no território indigena dos Ofaiés | 1 sessão Total de sessões na 19ª edição do FESTIVALI: 52 sessõesformatos exibidos (DCP, digital)Mídias: H264, MP4, DCPAcessibilidade Intérprete de LibrasAudiodescriçãoLegendas descritivas (LSE) acessibilidade técnicaRotas acessíveis Áreas reservadas para cadeiras de rodas;Assentos preferenciais para pessoas idosasPoltronas ampliadas para pessoas obesasSinalização acessívelBanheiros acessíveis e adaptados;Equipe treinada para atendimento inclusivomateriais que serão produzidos (ex.: catálogo)SiteCatálogo Folheto da programaçãoCartazFolder ProgramaçãoBackdropBannerTarja faixa lonaCrachásCamisetasConvite RádioMídia espontâneaRedes sociais: Instagram, Facebook, Linktr.ee, Youtube
A acessibilidade constitui um eixo estruturante do 19º FESTIVALI – Festival de Cinema do Vale do Ivinhema, guiando desde o planejamento inicial até a execução das atividades previstas. As medidas adotadas seguem as diretrizes do MinC (pela IN MinC nº 29/2026), do Manual de Acessibilidade em Eventos Presenciais (elaborado pela Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania) e da legislação brasileira de acessibilidade, garantindo acesso pleno, autonomia, conforto e dignidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida, pessoas idosas, neuro divergentes e demais públicos com necessidades específicas.Destacamos ainda que o diretor do Festival é pessoa com deficiência, reforçando o compromisso ético, estético e político do projeto com práticas inclusivas, não apenas como obrigação legal, conforme estabelece a lei 13.146/2015, que estabelece diretrizes para garantir a acessibilidade e a igualdade de oportunidades para o PCD’S, mas também como fundamento conceitual da nossa proposta. I – Acessibilidade Arquitetônica e FísicaA escolha dos locais de realização (Galpão das Artes, Cinelito, escolas da Rede Pública de Ensino e espaços públicos) prioriza a acessibilidade universal. A equipe de produção será treinada para oferecer apoio e acompanhamento a pessoas com mobilidade reduzida, garantindo circulação segura e acesso a todos os ambientes do evento. A fim de assegurar a circulação segura nos espaços do Festival e seus ambientes complementares, serão garantidas:Rotas acessíveis desde o acesso externo até as salas de exibição, oficinas e debates;Áreas reservadas para cadeiras de rodas;Assentos preferenciais para pessoas idosas, considerando visibilidade adequada;Poltronas ampliadas para pessoas obesas, garantindo conforto e acesso digno;Sinalização acessível, com pictogramas universais, informações visuais de alto contraste e orientações táteis quando cabível;Banheiros acessíveis e adaptados;Equipe treinada para atendimento inclusivo, zelando pela mediação segura e acolhedora durante todo o evento;II. Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo:O Festival adotará recursos de acessibilidade durante todas as atividades de programação, como exibições, debates, oficinas e atividades paralelas. Entre as medidas previstas:Intérprete de Libras em 100% dos debates, mesas, conversas com realizadores e atividades formativas;Audiodescrição para as sessões, disponibilizada por meio de plataforma especializada (como PingPlay), garantindo autonomia para pessoas com deficiência visual;Legendas descritivas (LSE) para conteúdo exibido, sempre que tecnicamente possível ou ainda em pelo menos 50% dos filmes exibidos, priorizando as mostras competitivas;Utilização de linguagem simples e objetiva nos materiais de apoio e sinalização, incluindo informações sobre a estrutura física, regras, filas preferenciais e acessosAmbiente sensorialmente acolhedor durante atividades de longa duração, com orientações específicas para pessoas autistas ou com deficiência psicossocialEquipe preparada para mediação com público neuro divergente, garantindo respeito aos tempos de resposta, estímulos sensoriais e necessidades individuais III – Comunicação e Divulgação AcessíveisTodas as etapas de divulgação do Festival consideraram práticas inclusivas, conforme a IN nº 29/2026:Materiais digitais e impressos acessíveis, com contraste adequado, fontes sem serifa, texto alternativo e QR Code com o material em forma audívelDescrição de imagens (texto alternativo) em todas as peças de comunicação publicadas nas redes sociais, utilizando também a hashtag #ParaTodosVeremLegendas em vídeos de divulgação, chamadas e institucionaisJanela de Libras quando a peça envolver conteúdos de divulgação, chamadas e institucionaisInformações sobre rotas, acessos, filas preferenciais, banheiros acessíveis e equipamentos disponíveis, garantindo que o público saiba previamente quais recursos poderá utilizar Compromisso InstitucionalAs ações aqui descritas integram o orçamento como Custos Vinculados de Acessibilidade, conforme a IN 29/2026, e serão executadas transversalmente a todas as etapas do Festival. O planejamento será acompanhado por profissional especializado em acessibilidade cultural, responsável por orientar decisões, monitorar a execução e garantir a efetividade das práticas.O Festival reafirma seu compromisso com a execução da acessibilidade, a inclusão e a participação plena de todas as pessoas. A presença de profissional PCD na equipe de direção, reforça o caráter inclusivo da proposta e assegura que as medidas aqui apresentadas sejam realizadas com sensibilidade, consistência e diálogo com o público-alvo.
A democratização do acesso ao cinema e a formação de plateia é um dos pilares centrais e estruturantes do 19º FESTIVALI - Festival de Cinema do Vale do Ivinhema. Segundo os dados do IBGE (2018), mesmo com avanços tecnológicos e uma produção audiovisual brasileira cada vez mais diversa, o acesso ao cinema físico no Brasil ainda é desigual. Dos 39,9% da população vive em municípios sem salas de cinema. Um levantamento do Observatório do Cinema e do Audiovisual (ANCINE, 2020) mostra que 92% das salas de cinema estão localizadas em cidades com mais de 100 mil habitantes, apesar de a maioria dos municípios brasileiros ter menos de 50 mil moradores. Essa concentração interfere diretamente na distribuição e na visibilidade de filmes nacionais, especialmente aqueles que retratam realidades fora dos grandes centros urbanos.A proposta do festival entende que a cultura é um direito de todo cidadão e assim busca garantir que o maior número de pessoas tenha a experiência em assistir um filme dentro de uma sala de cinema, mesmo que seja um espaço alternativo de exibição, como é o caso do Cinema Nelito que adota as seguintes medidas, em conformidade com a IN nº 29/2026:Acesso Gratuito e Formação: 100% da programação será oferecida gratuitamente ao público, incluindo exibições, oficinas, masterclass e show.O Festival promoverá a Mostra Competitiva de Curtas Estudantis e oferecerá oficinas de roteiro, interpretação e edição de vídeos, direcionadas a jovens, adolescentes e educadores, estimulando a formação de público e novos realizadores.Transporte Social: Será oferecido transporte gratuito ao público da região do Vale do Ivinhema, para pessoas que, de outra forma, não conseguiriam comparecer devido a barreiras financeiras ou de mobilidade.Sessões comentadas e sessão itinerante, atendendo ao público em outros municípios da região do Vale do IvinhemaParcerias Estratégicas: Serão estabelecidas parcerias com instituições educacionais, universidades, escolas e ONGs da região para apoiar e divulgar o evento, reforçando a formação de público e a inclusão social.Doação de Produtos: O FESTIVALI se compromete a doar 20% dos produtos resultantes da execução do projeto (incluindo catálogos e registros audiovisuais) para distribuição gratuita com caráter social e educativo, superando o mínimo obrigatório e ampliando o alcance do projeto.Tais medidas visam não apenas garantir o acesso físico ao evento, mas também criar condições simbólicas e práticas para que públicos diversos se sintam convidados, representados e acolhidos na experiência proposta.
Ricardo Pieretti Câmara Idealizador e DiretorFormado em Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1999), e doutor em Humanidades pela Universidade Autônoma de Barcelona (2007).Assina o roteiro e a direção do documentário O Dom do Vale (2022), exibido no Festival de Cinema do Vale do Ivinhema. É corroteirista e produtor da série de animação O Menino que Engoliu o Sol (2020), dirigida por Patrícia Alves Dias. É diretor e roteirista do documentário Os Causos: uma Poética Pantaneira (2007); É produtor e diretor do curta-metragem O Estado do Índio (2000), sobre as nações indígenas do Mato Grosso do Sul em co-direção com Kárita Cristina Francisco e Keyla Borges Tormena. O curta foi selecionado para o Festival Vídeo Índio Brasil (2008) e também foi exibido na TV Brasil. Ricardo Câmara também é criador e diretor do FESTIVALI, o festival de cinema mais longevo em Mato Grosso do Sul. Joel Pizzini CuradoriaAutor de ensaios documentais premiados internacionalmente como Caramujo-Flor (1988), Enigma de Um Dia(1996), Glauces (2001) e Dormente (2006), Joel Pizzini conquistou com 500 Almas (2004) e Anabazys (2009), além da seleção oficial no Festival de Veneza, os prêmios de Melhor Filme,Som, Fotografia, Especial do Júri, Montagem, nos Festivais do Rio, Mar Del Plata, e Brasília. Pizzini foi artista residente da Unicamp e do Fórum da Berlinale, no projeto Living Archive. Trabalhou como Curador da Restauração da obra de Glauber Rocha. Participou do projeto Arte Cidade e da Bienal de São Paulo, Mercosul com videoinstalações e direção de performances. Diretor de Elogio da Graça (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro) e Mr.Sganzerla, vencedor do Festival É Tudo Verdade (2010) e HBRFF em Los Angeles. Dirigiu o filme ensaio Olho Nú (sobre Ney Matogrosso), co-produzido pelo Canal Brasil, premiado como melhor filme do Festival In-Edit e FestCine América do Sul e selecionado oficialmente para o Doclisboa, e Festivais de Havana, Guadalajara, FIPA (Biarritz). Em 2015, criou a instalação Ruído no Branco a convite da Fundação Iberê Camargo (RS) e dirigiu Mar de Fogo, selecionado para a competição da Berlinale, e Mostra Internacional de São Paulo, além de Elogio da Sombra selecionado na competição oficial de Oberhausen. Juliana Domingos Produção executivaMestre em História Oral pela USP, com formação em Produção e Política Cultural pela Universidade Cândido Mendes no Rio de Janeiro. Assina a produção executiva do musical Ray Charles, com dramaturgia e direção de Rodrigo Portella, idealização de Felipe Heráclito Lima e produção da Tema e Sevenx. Produziu a temporada de Kafka e a Boneca Viajante, dramaturgia de Rafael Primot, direção de João Fonseca e direção musical de Tony Lucchesi. Em paralelo ao teatro, produziu o filme Alma Errante - Hibakusha, dirigido por Joel Yamaji, selecionado para a 49ª Mostra Internacional de São Paulo e o Festival Internacional de Cinema Asiático de San Diego (EUA) e o longa Depois do Trem, com direção de Joel Pizzini, em fase de finalização. Karla Aragão ViégasProduçãoKarla Aragão Viégas, nascida em 15 de janeiro de 1965 em São Luís (MA), é arte-educadora, fotógrafa e produtora cultural com atuação destacada no Mato Grosso do Sul e em diversos estados brasileiros. Graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Visuais pela UFMS (1994), possui ampla formação continuada nas áreas de cinema, fotografia, conservação, gestão cultural e artes visuais.Com trajetória marcada pela criação e direção do CineCultura de Campo Grande (2002–2010), Karla atuou em projetos culturais no Brasil e no exterior, produziu espetáculos musicais, documentários, mostras de cinema, acervos fotográficos e ações formativas. Trabalhou como fotógrafa para órgãos públicos, gravou capas e encartes de CDs de importantes artistas regionais, coordenou iniciativas como “A Escola Vai ao Cinema” e integrou produções em São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Mato Grosso do Sul e outros países.Nilda PereiraProdutora localNilda Pereira (Rosenilda Pereira da Silva) é produtora social, ativista cultural e micro empresária do ramo educacional, com sólida atuação em movimentos sociais, projetos comunitários e iniciativas culturais no Mato Grosso do Sul. Formada em História pela UFMS, com qualificações em Turismo, Segurança do Trabalho, Recursos Humanos, Educação Física e Planejamento, desenvolve trabalho integrado entre educação, cultura e inclusão social.Produtora local do FESTIVALI, onde atua na organização de mostras, oficinas e atividades formativas, Nilda também é liderança em movimentos culturais e sociais da região. Coordena o Movimento Negro Atitude Ivinhema, integra o grupo TEZ – Trabalho e Estudo Zumbi e ministra palestras, capacitações e formações para professores e coletivos. Como presidente da CUFA Ivinhema e membro da Diretoria Estadual das Mulheres da Periferia/MS.Barbara MassotAssistente de Curadoria e Assistente de Produção ExecutivaRealizadora audiovisual, pesquisadora e arte-educadora. Mestra em Geografia e Meio Ambiente, bacharel em Cinema e Audiovisual e licencianda em Cinema e Audiovisual. Investiga as relações entre espaço, paisagem, imagem e imaginação. Sua prática inclui câmera, direção de fotografia e montagem, bem como a participação em projetos de colaboração acadêmica. Unindo o cinema e a escola, atua em projetos como o “Escola Fora de Quadro”, do qual é idealizadora. Integra projetos de documentação audiovisual de memórias e narrativas territorializadas. Mauricio Copetti Fotógrafo do EventoMaurício Copetti é cineasta, fotógrafo e ambientalista com mais de 20 anos de experiência na produção de documentários e conteúdos audiovisuais voltados à conservação ambiental. Maurício Copetti tem atuação destacada no registro da biodiversidade e das culturas do Pantanal, colaborando em projetos nacionais e internacionais voltados à valorização e proteção dos territórios naturais e tradicionais.JA Escritório de MultisserviçosAdministrativo e financeiroFundado em 2022, em Itapecerica-MG, o JA Escritório de Multisserviços nasceu da parceria entre Joice Souza e Ana Cláudia Nascimento, duas especialistas com sólida trajetória em gestão financeira e contabilidade. Atuamos com foco em assessoria administrativa e financeira, oferecendo soluções personalizadas que otimizam processos, fortalecem a organização interna e impulsionam o crescimento sustentável dos nossos clientes.Gabriela Pires, Giovanna Lemos e Maria Carolina ZanchettaDesign gráfico de toda material de divulgação Gabriela Pires, Giovanna Lemos e Maria Carolina Zanchetta são um grupo de designers que trabalham juntas desde 2022, quando ainda cursava a faculdade de design. Formadas pela ESPM São Paulo em 2025/1, o grupo tem experiências com as mais diversas áreas contempladas pelo design gráfico, como branding, identidade visual, editorial, embalagem, direção de arte, motion, etc. Em suas trajetórias profissionais, as designers já atuaram em agências de design, como Colírio Design (Gabriela Pires) e FutureBrand (Giovanna Lemos) e em instituições culturais como o Itaú Cultural (Maria Carolina Zanchetta). Marks SolutionsWebsiteEstúdio digital fundado em 2014, baseado em São Paulo e com atuação global, especializado em Design, Web e Motion para marcas que buscam presença digital sólida e relevante. Desenvolvemos WebApps, sistemas sob medida, sites institucionais, landing pages, identidades visuais e interfaces UI/UX, sempre alinhando estratégia, performance e estética para apoiar os objetivos de negócio dos nossos clientes.Isabella Neumann Esquenazi Assessoria jurídicaGerente jurídica do grupo Conspiração Filmes, com anos de atuação no mercado audiovisual, especializada em Propriedade Intelectual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO), e em Direito do Entretenimento pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Membro da Comissão de Direitos Autorais, Direitos Imateriais e Entretenimento da OAB RJ.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 26/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.