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PRONAC 261286Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Yvy yy - Terra das águas

ALBERTO ALVARES
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Tanguá
Início
2026-04-15
Término
2027-03-31
Locais de realização (9)
Cascavel ParanáCuritiba ParanáFoz do Iguaçu ParanáGuaíra ParanáSão Miguel do Iguaçu ParanáTerra Roxa ParanáTanguá Rio de JaneiroOurinhos São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a produção de um filme que retrata a cultura e a espiritualidade do nosso povo Ava Guarani, destacando a nossa resistência diante das mudanças climáticas, ambientais e sociais causadas com o grande impacto que devastou o nosso território, após a construção da Usina Hidroelétrica Itaipu Binacional. Com o fechar das compostas desta Usina, em 1982, foi provocado a inundação de nossas terras e nossas matas sagrada. este modo, o filme busca sensibilizar e educar o público sobre a importância da luta do povo Ava Guarani, que atualmente estão lutando pela recuperação do território impactado e por reparação histórica perante todos os dados que a Itaipu e o Estado brasileiro cometeram com o nosso povo, e mostrar como realizamos a nossa preservação territorial e cultural, assim como a conexão espiritual do nosso povo com o bem viver junto com a natureza.

Sinopse

O filme curta metragem " Yy Yvy - Terra das Águas" acompanha a resistência do povo Ava Guarani após a inundação de seu trinta e oitos aldeia no território sagrado da Tekoha Guasu Jacutinga, pela construção da Usina de Itaipu. Por meio da memória, da espiritualidade e da força de seus sábios, o filme revela a luta pela recuperação das terras, pela preservação cultural e pela continuidade do nhandereko o modo de viver Ava Guarani, convidando o público a reconhecer a profundidade da conexão entre povo Ava Guarani e a natureza.

Objetivos

Objetivo Geral -Produção de um filme curta metragem que retrata a cultura e a espiritualidade do nosso povo Ava Guarani, destacando a nossa resistência diante das mudanças climáticas, ambientais e sociais causadas com o grande impacto que devastou o nosso território, após a construção da Usina Hidroelétrica Itaipu Binacional. O intuito é mobilizar memória histórica sobre os impactos dos grandes impreendimentos sem consulta prévia, livre e informada de acordo com o previsto no artigo 169 da OIT.Objetivos específicos - 1.Preservação Cultural: Documentar e divulgar as tradições, cânticos sagrados e práticas espirituais do nosso povo Guarani.2. Educação e Sensibilização: Informar o público sobre a história e o desafio e a dificuldade que enfrentamos em nosso território e com o trabalho de filmagem, queremos promover a maior compreensão e respeito pela cultura indígena do nosso povo Ava Guarani.3. Empoderamento Comunitário: Fortalecer a identidade cultural dos Guarani, especialmente entre os jovens, incentivando a continuidade das tradições e a transmissão de conhecimentos ancestrais.4. Conservação Ambiental: Destacar a relação intrínseca do nosso povo Guarani com a natureza, promovendo a importância da preservação ambiental para a manutenção da nossa prática cultural.

Justificativa

A produção deste filme "A Terra Das Águas" é uma da necessidade de registar o modo de vida atual do nosso povo. Porque o cinema Guarani e´ uma ferramenta importante para as comunidades na luta contra a expulsa~o e exploraça~o de suas terras, da luta pela garantia de seus seus direitos, e no reconhecimento e valorizaça~o do modo de viver o Nhandereko. A mi´dia, na maioria das vezes, nos projeta de forma estereotipada e romantizada. Pore´m, quando invertemos o ponto de vista da câmera e produzimos o nosso pro´prio registro, transmitimos ao mundo o nosso olhar. Deixamos de ser "caça", e nos tornamos caçadores. As imagens, ale´m de serem um poderoso meio de comunicaça~o, sa~o tambe´m um importante instrumento de luta para o nosso povo. O registro nos possibilita construir uma outra forma de contar o nosso modo de viver Guarani, de descobrir revelar o outro, e conhecer mostrar diferentes mundos pelos olhos da câmera. Por isso e´ muito importante a apropriaça~o das te´cnicas de produça~o de imagens por parte de indi´genas e do protagonismo dos jovens indi´genas na produça~o de discursos audiovisuais, a partir de dentro das lo´gicas culturais dialogando na fronteira entre dois mundos, cidade e aldeia. E hoje e fundamental de registrar em filme, devido à perda da nossa terra e à modernização que vem chegando muito rápido em nosso território sagrado. Ao registrar e documentar em filme, a nossa sabedoria sempre vai estar circulando entre povo para ser compartilhada a nossa história e o jeito do nosso modo de pensar e de enxergar o nosso mundo com a nossas práticas espirituais. Para nós, povo Guarani, a palavra e´ o fundamento da vida, ela esta´ no canto, na reza, e na alegria. As palavras daqueles que ja´ se foram, permanecem vivas, resguardadas na oralidade, e entre as novas gerações na esperança de acompanhar a eterna vida. E o projeto, não apenas vai preservar a nossa narrativa e a sabedoria, mas vai salvaguardar o nosso patrimônio imaterial que carregamos dentro da nossa espiritualidade Guarani. E também promoverá uma maior conscientização e respeito pela nossa cultura milenar Guarani. Este projeto é, portanto, é essencial para garantir que as nossas vozes sejam ouvidas, e que a nossa tradição seja mantida viva para as futuras gerações.

Estratégia de execução

Contexto Histórico e Social:O território do povo Ava Guarani é bastante amplo, vai da Foz do Rio Iguaçu, na região Oeste do estado do Paraná, até a Foz do Rio Apa, no Sul do estado de Mato Grosso do Sul, se estendendo também para outro lado do Rio Paraná, no Paraguai, onde temos nossos parentes vivendo da região leste do País.Nosso povo sempre circulou por entre estas terras, para acessar locais sagrados, visitar parentes, trocar semestres, acessar os sábios rezadores, e construir alianças por afinidade e matrimonio, assim como realizar rituais religiosos. Foi as fronteiras criadas pelos jurua (os brancos) que dividiu as nossas terras, prejudicando nosso modo de ser.Vivenciamos o processo de colonização de nosso território há 524 anos, contudo, foi durante o período da ditadura militar que sofremos um golpe maior, em tempos de repressão e de direitos negados, com a construção da hidroelétrica de Itaipu.Na década de 1970/80, foi construída a Usina Hidroelétrica de Itaipu, que resultou na inundação de vastas cerca de 38 comunidades ava guarani. Esse evento teve um impacto profundo, não apenas no deslocamento físico das comunidades, mas também na ruptura de suas práticas culturais e espirituais.Cabe registrar que na região Oeste do Paraná tínhamos dois locais bastantes sagrados, e que eram frequentados por nossos rezadores, pois concebiam que se tratavam de tape marane’ỹ, caminhos para a yvy marane’ỹ, a terra sem males, um local sagrado que os rezadores conseguiam alcançar ainda em vida, por meio de seus cantos, suas danças, e sua dieta alimentar. Um destes locais se chamada Ytaipyte (pedra que emite som forte), se tratava de uma grande rocha localizada no meio do leito do Rio Paraná, na altura da cidade de Foz do Iguaçu, o outro eram as Sete Quedas do Rio Paraná, localizado na altura da cidade de Guaíra. Ambos tape marane’ỹ foram alagados com a construção da Itaipu Binacional, que, inclusive, teve sua barragem construída em cima da grande pedra Itaipyte, e além de todas estas violências, os militares da época tiveram a truculência de utilizar do nome deste local sagrado para batizar sua Usina Hidroelétrica.ARGUMENTOO filme Yvy - Yy - “Terra das Águas é um documentário que nasce da memória e da resistência do nosso povo Ava Guarani, revelando a profunda conexão espiritual, territorial e cultural que sustenta seu modo de viver o Nhandereko. O filme propõe acompanhar a trajetória do povo que, mesmo após o alagamento da nossa terra antiga o ymaguare pela construção da Usina Hidroelétrica Itaipu Binacional, mantemos viva ainda a nossa espiritualidade, a nossa organização comunitária e a luta pela reparação histórica.O território tradicional Ava Guarani sempre foi amplo e contínuo, atravessando o Oeste do Paraná, o Sul do Mato Grosso do Sul e alcançando o Paraguai. Muito antes das fronteiras impostas pelos Estados nacionais, o nosso povo circulava livremente por esses espaços, visitando parentes, realizando rituais, trocando sementes, fortalecendo alianças e acessando locais sagrados. Para os Ava Guarani, o território não é apenas chão, é memória viva, é cosmologia, é caminho espiritual em nosso mundo de enxergar o nosso tekoha.A construção da Itaipu, durante o período da ditadura militar, marcou uma ruptura profunda. Com o fechamento das comportas, em 1982, extensas áreas de 38 aldeias foram inundadas, e matas sagradas desapareceram sob as águas. Animais morreram afogados, famílias foram dispersadas no que os Ava Guarani chamam de Sarambi um grande esparramo dos parentes. Locais sagrados como a pedra Itaipyte e as Sete Quedas do Rio Paraná, considerados tape marae’ỹ (caminhos para a Terra sem Males), foram submersos. A barragem foi construída sobre um desses espaços sagrados, apagando fisicamente marcos espirituais fundamentais.“A Terra da Água” não é apenas um relato histórico sobre esse processo de devastação. O filme parte do presente, ele observa a vida que continua. Através da filmagem acompanharemos os mais velhos e as comunidades no território, e buscaremos a reconstrução das aldeias dentro de filme, o plantio do milho, a recuperação das sementes tradicionais, o cuidado com as plantas medicinais e o fortalecimento das rezas e dos cantos. O documentário constrói sua narrativa a partir da oralidade, valorizando as belas palavras (nhe’ē marae’ỹ dos mais velhos, dos rezadores e dos jovens que hoje assumem o protagonismo da luta.A obra revela que, para o povo Ava Guarani, a espiritualidade não está separada da vida cotidiana. Ela se manifesta no cultivo da terra, na educação das crianças, na preservação da mata, na relação com o rio que acompanha a estrada e vem de muito longe pela floresta. Cada elemento natural carrega significado cosmológico. Quando a terra foi inundada, não se perdeu apenas espaço físico, fragilizou-se uma forma de ler o mundo.Ao mesmo tempo, o filme evidencia a resistência. Apesar das perdas, os nossos povos Ava não deixaram de lutar. Foram conquistadas pequenas reservas, processos de demarcação seguem em andamento, e a mobilização política e cultural continua. O documentário apresenta o cinema como ferramenta de resistência e autorrepresentação. Ao inverter o ponto de vista da câmera, o povo Ava Guarani deixa de ser objeto do olhar externo e passa a narrar sua própria história de mundo. As imagens tornam-se instrumento de memória, denúncia e afirmação cultural.O filme também dialoga com uma questão global urgente a crise ambiental. A destruição do território Guarani é apresentada como parte de um modelo de desenvolvimento que desconsidera saberes tradicionais e rompe equilíbrios ecológicos. Ao mostrar a relação intrínseca entre cultura e natureza, “A Terra da Água” convida o público a refletir sobre outras formas de existir no mundo, formas baseadas no respeito, na reciprocidade e na espiritualidade.Visualmente, o documentário híbrido busca uma linguagem sensível e contemplativa, valorizando paisagens, rios, matas e os gestos cotidianos da comunidade. A narrativa se constrói entre passado e presente, entre memória e reconstrução, entre dor e esperança. A palavra, o mborai canto e o silêncio terão papel central na composição da atmosfera do filme.Yvy yy é, acima de tudo, um gesto de preservação. Preservar a memória de um território alagado. Preservar a oralidade como fundamento da vida dos Ava Guarani. Preservar o direito de existir segundo o próprio modo de ser o nhandereko. Em tempos de rápidas transformações e ameaças contínuas às terras indígenas, registrar essa história é um ato político e espiritual.O curta se propõe a sensibilizar o público sobre a importância da luta do povo Ava Guarani pela recuperação de seu território e por reparação histórica, mas também pretende ir além da denúncia. Ele celebra a permanência, celebra o milho que volta a crescer. As sementes que retornam à terra. As crianças que aprendem novamente o modo de viver tradicional, comemora a palavra que resiste.O filme é, portanto, um projeto de memória, resistência e reconstrução simbólica. É denúncia histórica, mas também afirmação de vida, é território reimaginado através da imagem.Ao sensibilizar o público sobre a luta do povo Ava Guarani pela recuperação de seu território e por reparação histórica, o filme amplia o debate sobre justiça social, diversidade cultural e preservação ambiental. Mais do que registrar o passado, a obra projeta futuro, um futuro em que a memória não se afoga e a cultura permanece viva.Terra das águas afirma que, mesmo quando a terra é coberta pelas águas, o espírito do território continua pulsando. E enquanto houver palavra, reza e semente, haverá continuidade.Ao final, Yvy yy - Terra das águas se apresenta como uma ponte entre mundos. Um convite para que o espectador compreenda que a preservação cultural e ambiental não é apenas uma causa indígena, mas uma responsabilidade coletiva.

Especificação técnica

O curta metragem bilingue em guarani e português terá duração de 15 minutos, com versão de legendas em português nos trechos em guarani e audiodescrição e legendas descritivas disponíveis no produto final do filme que devem ser disponibilizadas ao longo das exibições do curta metragem.

Acessibilidade

Acessibildiade físicaFaremos 5 exibições do filme em escola pública da cidade de São Paulo com disponibilidade de rampas de acesso móveis para cadeirante na sala de exibição e nos banheiros locais para portadores de deficiência física - 5 turmas com 20 a 50 alunos Faremos 2 exibições do filme nas aldeias indígenas Ocoy em São Miguel do Iguaçu - PR e Guaçu Guaíra em Guaíra - PR, fornecendo rampas de acesso até a entrada nas salas de exibição e entrada dos sanitários até a cabine de uso para portadores de deficiencia física.Acessibilidade de conteúdoAs 7 exibições do filme terão legenda descritiva e audiodescrição.As 7 exibições do filme terão intérprete de libras no local, realizando tradução simultânea.Demais exibições do filme em festivais e mostras deverão disponibilisar a audiodecrição e legenda descritiva quando houver a opção.

Democratização do acesso

A realização de 5 exibições do filme em ecolas públicas de São Paulo, assim como nas duas aldeias indígenas Ocoy e Guaçu Guaíra, com gratuidade total, fornecem a professor local e alunos a possibilidade de experiência estético reflexiva da importância do cinema indígena e democratizam o acesso ao produto final.A realização da oficina de audiovisual ao longo de 5 dias sobre fotografia, som direto e edição garantem que jovens tenham acesso a capcitação e contato com o universo audiovisual em locais e território quase inacessíveis em recurso e contato com produção audiovisual no Brasil.

Ficha técnica

Proponente - Direção, direção de fotografia, roteiro, edição, tradução guarani português, transcrição, legendagem e montagem: Alberto AlvaresDoutorando e mestre da Pós em Cinema Audiovisual da UFF (2023 - 2025) é cineasta Guarani Nhandewa, nascido na aldeia Porto Lindo, MT.Professor e tradutor de Guarani, ministra curso de formação de cineastas indígenas.Realizou mais de 20 documentários, entre eles “Karai ha’egui Kunhã Karai ‘ete”/”Os verdadeiros líderes espirituais” (2014), “O último sonho” (2019) e “Guardião das Memórias” que foi exibido na 21a Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil em 2020; os longas-metragem Kunhangue Arandu: a Saberdoria das Mulheres, (2021) Yvy Pyte - Coração da Terra, do Projeto Itaú Cultural/Rumos, 2023. Ganhador de vários prêmios: como Forumdoc, em BH; e Doclisboa, em Lisboa, 2022. Um dos autores Falas da Terra Especial, em 2021, da TV Globo. Participou do Projeto Financiado Mondes Americains – EHESS (França/Paris), 2023. Codireção e fotografia do Futuro da Terra, para o Itaú Cultural Play - 2023. Direção de Guardião das palavras, (2025 - 2026). Produção executiva, produção local e tradução português - espanhol: Ana Carolina CamposProdutora Cultural formada pelo Programa Trânsitos desenvolvido pelo ITO (Instituto Tomie Ohtake) (2023) com pós-graduação em gestão e produção pelo centro de estudos da américa latina da USP (Cellac) (2024 - 2025). Produziu e geriu projetos culturais diversos entre 2019 - 2025, nas comunidades indígenas Guarani Mbya da cidade de São Paulo, mobilizando recursos e materiais de arte em diversas mídias para gestão plurianual de ponto de cultura indígena (aldeia Pindo Mirim e Itakupe), exposições de arte contemporânea indígena, séries fotográficas, projetos de estamparia, moda, arte e reciclagem, eventos com dança xondaro, coral Guarani, palestras, projetos de cunho ambiental, envolvendo abelhas sem ferrão, criação de lagos, plantio tradicional Guarani, dentre outros.Dentre seus trabalhos de produção local e produção executiva no audiovisual, realizou o média metragem Guardiões da Floresta e Seus Contos Ancestrais na Tekoa Itakupe - TI Jaragua SP (2022) - VAI 2 - SMC - SP, o curta metragem Semente do Retorno na aldeia Pindo Mirim - Ti Jaragua SP (2025) - SPCINE e O Lugar da palavra - dir.: alberto Alvares (2025).Fotografia e edição (correção de cor e som): José CurySom direto e trilha sonora: Fernando Caio Carvalho BrumFormação: Curso de Cinema Brasileiro Contemporâneo, prof.:Fernando Oriente, no CineSesc, SP - 2015, cursou o ] Sampa Cine Tec, Spcine - 2016, Iniciou a graduação em Produção Audiovisual na Universidade Metodista de São Paulo - 2019- Técnico de Som Direto:Série “Sou Moderno, Sou Índio”, dir.: Carlos Magalhães, fotografia: Priscila Tapajowara e Wewito Piyãko Ashaninka - 2019Curso Fitoterapia Indígena, dir.: Renato, ministrado por Catarina Delfina e Dhevan Kawin da Terra Indígena. Piaçaguera - 2019Yby Festival, Unibes Cultural - 2019Filme “Paola”, dir.: Ziel Karapotó - 2021Espetáculo “Periferida”, dir.: Juão Nyn - 2021Filme "Os Warao de Upaon-Açu" (dir.: Priscila Tapajowara). - 2023Filme do V Festival Atsa Puyanawa (dir: Indrani Pal-Chaudhuri). - 2023Filme Lugar da palavra - Avyu Renda - dir.: alberto alvares - 2025Produtor musical: Ian WapichanaIniciou sua carreira artística profissionalmente em 2013, com uma apresentação no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília/DF. Desde então, vem se destacando no cenário musical, apresentando seu trabalho autoral em festivais e eventos culturais como Picnik (2018, 2022), Mecca Festival (2019), Yby Festival (2019), Virada Sustentável (2023, 2025), Tendal da Lapa (SP), Identidade Brasilis no Sesc DF, Centro Cultural São Paulo (2023) e na Virada Cultural SP, ao lado de artistas como Eric Terena, Katu Mirim e Brisa Flow, com quem também colaborou como cantor, flautista e violonista em sua banda.Atua no cinema brasileiro como compositor e produtor de trilhas sonoras para diversas produções, incluindo os curtas "Grandes Guerreiros e Guerreiras" (COIAB, 2021), "Risca Faca" (2021, 2022), o Podcast Pavulagem (2023), o Podcast Escolas Vivas, gravado e captado por ele no território Guarani Rio Silveiras (2025), o longa-metragem "A Mulher Sem Chão", de Aurita Tabajara + Débora Mcdowell (2024), e o vídeo-arte “Kanau’Kyba: Caminhos das Pedras Wapichana”, de Gustavo Caboco, apresentado na Bienal das Artes de 2021.Como cineasta, produziu, dirigiu, roteirizou e editou diversas obras que reforçam a visão indígena contemporânea, como os curtas "A Natureza Não É o Logo do Homem" (2020), em parceria com Morena), "O Último Pedaço de Chão" (2020). Também dirigiu videoclipes autorais como “Reparação Histórica” (2022), um documento audiovisual sobre a articulação indígena dos anos de 2021 e 2022, “Caminhantes” (2024),“Verão Vermelho” (2025). Em 2022, captou imagens para o videoclipe “Etnocídio”, em parceria com Brisa Flow.Em 2025, lançou seu primeiro EP independente, intitulado "Baile dos Originários". Além de sua atuação artística, Ian arte-educador, contador de histórias e utiliza a musicalidade como ferramenta pedagógica. Em 2023, participou do projeto Agosto Indígena, levando suas histórias e músicas a escolas da cidade de São Paulo.Na literatura, integrou as coletâneas “Poesia.Org Indígenas” (2020) e “Brasília Inspira Poesia” (2018).Comunicação redes virtuais: Gilmar Tupã Re Sapy Chamorro - Mídia OcoyBiel Tupã (Gilmar Tupã Re Sapy Chamorro) é educador, comunicador e ativista indígena Avá-Guarani. Mora na aldeia Tekoha Ocoy e é professor licenciado em Geografia, atualmente mestrando em Educação Profissional pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Atua como comunicador da Mídia Ocoy, desenvolvendo ações formativas e conteúdos que fortalecem o protagonismo indígena na era digital. É palestrante sobre comunicação indígena, educação e direitos dos povos indígenas, já tendo ministrado cursos na área de comunicação indígena e uso crítico das mídias. Como influenciador digital, utiliza as redes sociais como ferramenta de luta, visibilidade e descolonização das narrativas sobre os povos indígenasAudiodescrição - Rosemary Martins Lucas:Nasceu no Rio de Janeiro e é uma jornalista dedicada à causa da acessibilidade. Com uma formação sólida, Rosemary é audiodescritora formada pelo Instituto Benjamin Constant, tendo estudado com renomados profissionais como Rosa Matsushita, Francisco Lima e Joel Snyder. Além disso, possui uma pós-graduação em Direitos e Inclusão da Pessoa com Deficiência. Rosemary é a fundadora da Imagética Acessibilidade, uma empresa que se dedica a tornar projetos acessíveis através de audiodescrição, Libras e legendas descritivas. Sua empresa tem prestado serviços para grandes nomes da mídia, como a Rede Globo, onde trabalhou em projetos como Globo Repórter, Gostbuster, Mais Além, Histórias Impossíveis, Cine Holiúde 3, Os Outros 2, Justiça 2 e Encantados 3. Além disso, Rosemary e sua equipe levaram acessibilidade a diversos projetos da Netflix, incluindo O Eleito, Lift, Roubo nas Alturas, The Fall Of The House Of Usher, The Umbrella Academy e Black Mirror. Sua expertise também se estende ao teatro, onde trabalhou em peças como Loloucas, Avesso do Avesso, As duas Irmãs, O Crepúsculo das Máscaras, A Lira dos 20 Anos, Makeda, Bruzundangas, Lecí, Na Palma da Mão e Duetos.Intérprete de Libras: Mirian de Souza Caxilé:Artivista negraindígena, educadora e tradutora intérprete de Libras. Natural de Santos-SP.Graduada em Pedagogia e Letras com habilitação em Bacharelado Língua Brasileira de Sinais / Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no pólo UNICAMP. Tradutora Intérprete de Libras/ Língua Portuguesa, certificada pelo Prolibras MEC e Professora Universitária. Suas atividades estão voltadas para área da surdez, com experiência há 40 anos. Atua como Tradutora Intérprete de Libras em eventos científicos, artísticos e culturais.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 26/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.