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Tendo como filosofia a preservação da memória cultural brasileira, a exposição Clara, Guerreira, inspirada no livro Clara Nunes, Guerreira da Utopia, do jornalista e escritor Vagner Fernandes, pretende resgatar a vida e a obra de uma das mais importantes artistas do país: Clara Nunes.O projeto, que já foi desdobrado em série documental para a TV (Canal Brasil) e é negociado para chegar às telas de cinema, tem como meta o registro biográfico da cantora, por meio de textos, fotografias, entrevistas e vídeos, consolidando informações sobre uma das mais importantes e emblemáticas artistas do Brasil. O recorte curatorial aqui proposto apresentará de forma imersiva e interativa um vasto material documental, que remonta a vida e obra da intérprete, por meio de acervos fotográficos, fonográficos e vídeos, assim como entrevistas dos que conviveram com a cantora, entre eles, familiares, amigos ecompositores, para cujas canções Clara emprestou a voz.
Não se aplica
A exposição "Clara Guerreira" tem como objetivo geral celebrar um dos mais importantes e icônicos personagens da cultura brasileira, destacando a sua imprescindibilidade ante os debates que norteiam, atualmente, a sociedade civil no país, como o racismo religioso, o preconceito etnicorracial e a misoginia. O intento é celebrar a artista mineira partindo dos elementos que traduzem a mitologia africana por meio das forças da natureza.Destacam-se como objetivos específicos:1. Produto Exposição de ArtesRealizar uma exposição de médio porte, a partir de um recorte conceitual apresentado pelo curador, referendando e divulgando a obra de Clara Nunes para novas gerações de ouvintes, que terão a oportunidade de compreendê-la como material artístico e cultural atual, contemporâneo, e relevante por meio de uma catálogo digital que reunirá textos bigráficos e imagens inéditas que remontam a carreira da saudosa artista; A Exposição ficará em exibição por 90 dias, com uma média de público de 200 pessoas por dia, totalizando um publico de 18 mil pessoas.2. Produto Apresentação MusicalRealizar uma série de 12 (doze) pocket shows no Teatro Ruth de Souza no Museu Afro Brasil Emanoel Araújo reunido expoentes da música popular brasileira, uma por semana ao longo de dois meses, de cerca de 40 minutos, nas quais será resgatado o repertório da artista. Entre os nomes convidados, estarão compositores e intérpretes de gerações distintas - 120 Pessoas por dia, totalizando 1440 pessoas.3. Produto Contrapartida SocialRealizar 12 (doze) oficinas artísticas com temáticas diversas, por meio do NÚCLEO EDUCATIVO do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo ampliando a relação da arte com os mais diversos campos do saber e divulgando os processos técnicos construtivos, elementos estéticos e funcionalidades da sede da Instituição, enquanto espaço museal;4. Contribuir para os processos de renovação cultural, estimulando o desenvolvimento de novos públicos e novas interseções de estilos.
O projeto Clara Guerreira surgiu em 2003, quando Vagner Fernandes, na época editor do Jornal do Brasil, um dos mais importantes e respeitados veículos de comunicação do país, reconheceu a importância e a necessidade de se estabelecer um canal de comunicação que permitisse aos brasileiros conhecer mais detalhadamente a vida e obra de Clara Nunes. Fernandes foi o primeiro a lançar no mercado editorial uma obra de registro biográfico daquela que, sem dúvida, exerceuimportante papel para a evolução da música brasileira.A ausência de registros sobre a trajetória da artista, por meio da literatura ou da indústria audiovisual, é público e notório e, um dos aspectos mais criticados por todos os que admiram e reconhecem a importância histórico-cultural da cantora, fato que, portanto, justifica a realização de uma exposição. Clara revolucionou a indústria fonográfica, tornando-se a primeira mulher a romper a barreira das mais de 100 mil cópias comercializadas de um álbum. Até então, existia o tabu de que cantora nãovendia disco. A mineira foi a precursora da façanha e derrubou o referido estigma, convertendo-se em uma das maiores vendedoras de discos de todos os tempos no Brasil.Com a retomada da Lei Federal de Incentivo à Cultura de uma forma ampla, reconhecemos a importância da viabilização deste projeto como uma caminho oportuno para celebrar e resgatar o legado e memória de uma das maiores referência da nossa "Brasilidade". Na oportuniade, destacamos como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) desta iniciativa artística:O D S 4 Educação de Qualidade _ Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover a oportunidade de aprendizado e conhecimento para todos;O D S 5 Igualdade de Gênero _ Respeitar a equidade de direitos e garantir que todas as pessoas possam ter a mesmas oportunidades de manifestação e participação;O D S 10 Redução das Desigualdades _ Reduzir as desigualdades e transformar vidas promovendo o desenvolvimento efetivo de cada região. Destacamos, ainda, que este projeto se enquadra nos incisos I, II, III, V, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8.313/91, in verbis:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.E ainda, por meio desse projeto, o seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8.313/91 será alcançado:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor sera~o captados e canalizados os recursos do Pronac atendera~o, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.Todas os produtos serão oferecidos gratuitamente e o projeto, portanto, não se enquadra no previsto pelo art. 30 da IN nº 1/2023.Ainda assim, o Museu Afro Brasil Emanoel Araújo oferece a título de contrapartida social o Programa de Acessibilidade Singular Plural, onde o Núcleo de Educação recebe instituições públicas e particulares dedicadas à educação e saúde com interesse em conhecer as exposições permanentes e temporárias do Museu.São atendidas pessoas com deficiência intelectual, pessoas com transtornos mentais, pessoas com comprometimentos neuromotores e pessoas com deficiências múltiplas.a. Visitas especiaisb. Oficinasc. Palestrasd. Organização e realização de eventos em parceriae. Produção de materiais de apoio
Como contrapartida social, a exposição “Clara Guerreira” oferecerá por meio do Núcleo Educativo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo 12 (doze) oficinas artísticas em parceria com grupos remanescentes de jongo, samba e percussão, de modo a oportunizar os conhecimentosdas mais diversas e importantes manifestações culturais de ascendência africana no Brasil
Clara Guerreira - A ExposiçãoConsiderada uma das mais importantes intérpretes do cancioneiro popular do Brasil, Clara Nunes deixou-nos um legado pautado pela atemporalidade. Justamente por sua obra e persona não terem prescrito nas últimas quatro décadas desde a morte trágica em 1983, é que a mineira mantém-se viva no inconsciente coletivo, dialogando com o passado e o presente de forma singular.A exposição Clara Guerreira, prevista para ser inaugurada no Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, tratará de reconstruir a trajetória da cantora a partir de sua eternização na imaterialidade dos corpos quânticos, aqueles em constante movimento capazes de dinamizar energias e colapsar imagens. Neste sentido, podemos considerar que corpo quântico é um corpo energizado, dilatado e pronto para jogo. A mostra Clara Guerreira intenta ambientar o personagem central em uma perspectiva que traduza a dimensão de sua importância na consolidação dos movimentos feministas e de representatividade da cultura negra no país. Clara lutou contra a misoginia do mercado fonográfico no Brasil, o racismo religioso e o preconceito etnorracial. Cantou e reverenciou as forças da natureza, descortinou lendas africanas, propôs debates sobre a miscigenação brasileira. A partir das referências dos tambores das Minas Gerais, terra em que nasceu, popularizou os tambores e a encanteria de África, sem deixar de denunciar as consequências do maior massacre humano da história mundial: a escravidão.Clara Guerreira, a mostra, parte deste conjunto de elementos para jogar luz à história da estrela como até então nunca fora apresentada. Trilharemos pela transitoriedade dos corpos, pelos elementos que materializam a vida (a água, o fogo, o ar e a terra), bem como pelas energias/orixás que nos regem. Clara Nunes denotou-se em 40 anos de vida e uma discografia de 16 LPs, como elo de ligação entre o físico e o quântico, o material e o imaterial, o visível e o invisível, a fé e não crença. Desfez fronteiras entre a casa grande e a senzala. Desconstruiu um regime histórico de exclusão na música brasileira, levando o preto-compositor-sambista à boca de cena.Personagem luminoso de múltiplos desdobramentos, pautado por uma fé inconteste e inabalável, representada ao longo da vida pelo catolicismo simbolizado no Barroco das Gerais, o kardecismo filosófico-científico do escritor e educador francês Hippolyte Rivail, o candomblecismo surgido de um processo sincrético entre várias religiões tradicionais da África Ocidental e o umbandismo fundado no Brasil por Zelio Fernandino de Moraes no início do século XX, Clara é a tradução do brasileiro nato, verdadeira encruzilhada espiritualista. Para decodificar uma artista tão intensa e plural, vislumbramos lançar mão de alguns recursos que exemplificamos na página a seguir.Recorte expositivoClara em mimUma experiência imersiva que convida ao encontro virtual com Clara Nunes. Ao entrar na instalação, os visitantes se deparam com um espelho estrategicamente posicionado, onde Clara surge e interage com ele.Garimpando ClaraA instalação interativa oferece aos participantes a oportunidade de explorar a vasta discografia de Clara Nunes, através de uma tela touchscreen. Ao interagir com a tela, os visitantes podem navegar por um ambiente virtual que simula um balcão de um sebo, com os vinis e CDs contendo toda a discografia da Clara Nunes. Através de recursos de pesquisa e filtragem, é possível buscar por álbuns específicos, gêneros musicais.Minha capa com ClaraO interativo consiste em um espaço onde os visitantes podem criar uma playlist a partir da obra da artista. A interação começa com um visitante tirando uma selfie e, a partir dela, criando sua própria capa de disco personalizada. A capa criada pode incluir informações como nome do visitante, um título, a data e local da exposição. Em seguida, a instalação permite que os visitantes enviem por e-mail, para alguém ou para si mesmos, a playlist, a capa com a lista de músicas, abrindo a playlist oficial da exposição no Spotify, criada pelo museu. A instalação é uma maneira dos visitantes se envolverem com a exposição e compartilharem sua experiência com amigos e familiares.Clara o IE IE IE e os FestivaisAtravés de uma projeção interativa em larga escala, os visitantes folheiam revistas virtuais, que ganham vida, exibindo imagens, vídeos e informações sobre as performances marcantes de Clara em diferentes festivais ao longo de sua carreira.Os visitantes podem explorar as páginas das revistas virtualmente, através de gestos. Ao tocar em áreas específicas das projeções imagens e conteúdos exibem os momentos icônicos, de Clara.Clara monumentalProjeção imersiva com Clara, como se os visitantes estivessem dentro de um desfile da Portela na Presidente Vargas ou na Sapucaí desfilando ao lado de Clara em meio a vários estandartes com citações e pensamentos deixados pela artista.DepoimentosNa instalação uma televisão típica dos anos 80, apresenta depoimentos de personalidades importantes falando sobre Clara.Os visitantes podem o usar o seletor analógico da TV para ver os diferentes depoimentos
Produto EXPOSIÇÃO DE ARTESAcessibilidade física:O Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, em sua sede, atende aos art.23 e art.27 da Lei de Acessibilidade (Decreto-lei 5296, leis 10.048 e 10.098), e em consonância com o prescrito nos artigos 41 e 42 da Lei 13.146/2015, disponibiliza aos portadores de necessidades especiais e idosos rampas de acesso aos pavimentos expositivos e de serviços (biblioteca Maria Carolina de Jesus, Teatro Ruth de Souza e loja); sanitários adaptados em todos os andares, além de cadeiras de rodas mecânica e motorizada (duas) à disposição do público que requisitar seu uso. O atendimento à essa medida de acessibilidade não gera nenhum custo adicional.Acessibilidade para deficientes visuais:Legendas em braile para as obras em exposição. Obs.: custo incluido no produto "Exposições de Arte - Produção/Execução".Acessibilidade para deficientes auditivosTradução em libras para todo eventual conteúdo sonoro que venha a ser apresentado na exposição, disponibilizados pelo Núcleo Educativo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, formados para atender diversos públicos com necessidades diferenciadas.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdosO Museu Afro Brasil Emanoel Araújo mantém monitores treinados à disposição para auxiliar pessoas com deficiência intelectual por meio do seu Programa de Acessibilidade Singular Plural.Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física:O Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, em sua sede, atende aos art.23 e art.27 da Lei de Acessibilidade (Decreto-lei 5296, leis 10.048 e 10.098), e em consonância com o prescrito nos artigos 41 e 42 da Lei 13.146/2015, disponibiliza aos portadores de necessidades especiais e idosos rampas de acesso aos pavimentos expositivos e de serviços (biblioteca Maria Carolina de Jesus, Teatro Ruth de Souza e loja); sanitários adaptados em todos os andares, além de cadeiras de rodas mecânica e motorizada (duas) à disposição do público que requisitar seu uso. O atendimento à essa medida de acessibilidade não gera nenhum custo adicional.Acessibilidade para deficientes visuais:Não se aplica.Acessibilidade para deficientes auditivos:Tradução em libras para todo eventual conteúdo sonoro que venha a ser apresentado na exposição, disponibilizados pelo Núcleo Educativo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, formados para atender diversos públicos com necessidades diferenciadas.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdosO Museu Afro Brasil Emanoel Araújo mantém monitores treinados à disposição para auxiliar pessoas com deficiência intelectual por meio do seu Programa de Acessibilidade Singular Plural.Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAISAcessibilidade física:O Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, em sua sede, atende aos art.23 e art.27 da Lei de Acessibilidade (Decreto-lei 5296, leis 10.048 e 10.098), e em consonância com o prescrito nos artigos 41 e 42 da Lei 13.146/2015, disponibiliza aos portadores de necessidades especiais e idosos rampas de acesso aos pavimentos expositivos e de serviços (biblioteca Maria Carolina de Jesus, Teatro Ruth de Souza e loja); sanitários adaptados em todos os andares, além de cadeiras de rodas mecânica e motorizada (duas) à disposição do público que requisitar seu uso. O atendimento à essa medida de acessibilidade não gera nenhum custo adicional.Acessibilidade para deficientes visuais:De acordo com a atividade exercida, um monitor treinado será colocado à disposição pelo Núcleo Educativo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo para fazer o acompanhamento das atividades.Acessibilidade para deficientes auditivos:Tradução em libras para todo eventual conteúdo sonoro que venha a ser apresentado na exposição, disponibilizada pelo Núcleo Educativo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, formados para atender diversos públicos com necessidades diferenciadas.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdosO Museu Afro Brasil Emanoel Araújo mantém monitores treinados à disposição para auxiliar pessoas com deficiência intelectual por meio do seu Programa de Acessibilidade Singular Plural.
A parceria com o Museu Afro Brasil Emanoel Araújo é assertiva, uma vez que este equipamento cultural promove o acesso democratizado através de várias iniciativas que eliminam os custos para o público e facilitam a divulgação da programação e a forma de aproveitá-la: os seus programas públicos beneficiam escolas das redes públicas municipal e estadual, além de escolas privadas, universidades e comunidade local, através de agendamento de grupos gratuito, feito pela internet e por telefone.Quando requisitada, a equipe do Núcleo Educativo está apta a oferecer visitas guiadas e oficinas a grupos com portadores de necessidades especiais, incluindo utilização de materiais multisensoriais e interpretes de libras; o conteúdo didático do programa educativo é ministrado aos professores nos cursos de formação a cada exposição; o ingresso às exposições e à programação paralela é gratuitoEm atendimento ao prescrito no art. 28 da IN 01/2023 do Ministério da Cultura, informamos que a proposta contempla os incisos VI e VII desse artigo, in verbis:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Nome: Vagner Fernandes Função: Curadoria e IdealizaçãoJornalista com sólida experiência profissional, com uma carreira que cobre quase duas décadas de reportagens na área de cultura brasileira. Contabiliza atuações em mídia impressa, rádio, televisão e internet, com passagens por Bloch Edi tores, Globonews, O Globo, Jornal do Brasil, Rádio Jornal do Brasil, Vogue e L’Officiel. É autor do livro CLARA NUNES - GUERREIRA DA UTOPIANome: Robson Bento Outeiro Função: Produção Executiva e Coordenação Geral do Projeto Graduado em Administração de Empresas com especialização em Gestão Cultural, Robson Bento Outeiro é diretor da Empório Empreendimento Artísticos e Culturais, que atuou em diversos projetos de relevância nacional e internacional, entre os quais, como coordenador de cenografia e eventos paralelos na Associação Brasil 500 Anos e como gerentes de projetos das itinerâncias da Mostra do Redescobrimento: Brasil + 500.A partir de 2001, assumiu a coordenação executiva da Brasil Connects Cultura em projetos expositivos na Argentina, no Chile, nos Estados Unidos, no Reino Unido e em Veneza - Itália. De 2007 a 2010, respondeu pela área de Gestão e Direção Cultural e de Novos Projetos, do Instituto Sangari, em parceria com AMNH – American Museum of Nature History. Foi responsável, ainda, pela coordenação executiva e direção artística da exposição Brasília 50 Anos – Meio Século da Capital do Brasil, apresentada no Ministério de Vivendas em Madri, com remontagem em Lisboa, Brasília, Buenos Aires e em Santiago do Chile. Entre os anos de 2011 e 2012, atuou na assessoria especial da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, acumulando também a coordenação de artes visuais, dos centros culturais e de museus da cidade.De 2012 a 2016, foi diretor executivo da Fundação Cidade das Artes, ficando responsável pelo planejamento estratégico de reposicionamento da instituição. Fez parte do Conselho Consultivo que formatou a Proposta de Inscrição do SÍTIO ARQUEOLÓGICO CAIS DO VALONGO na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco.Em 2015 foi selecionado pelo Ministério da Cultura da França para atender ao programa Séjour Culture Arts Vivants – Courants du Monde. De volta ao Brasil, assumiu a coordenação executiva da Semana de Arte de São Paulo em suas duas edições .No biênio 2020 e 2021, idealizou e assinou a direção artística de duas obras digitais: Programa de arte-educação Oficinas Fibralab, prêmio Aberj 2021 na categoria mídia audiovisual; e 1) o projeto de memória e patrimônio imaterial “A Nação Efon – Religiosidade e Fé”, disponível no canal @aseolorokepantanal.com. Desde setembro de 2022, vem atuando como conselheiro do Pacto pela Educação @pactopelaeducacao, um movimento da sociedade civil que tem a função de auxiliar na definição de estratégias e planos de ação, que conectem às políticas públicas da área da educação dos municípios e estado do Rio Grande do Sul às realidades e necessidades do século XXI. Atualmente, responde pela Superintendência Executiva da Fundação Iberê, é Consultor de Projetos Incentivados da Associação Parceiros da Educação e Presidente do Instituto Back 2 Black.Nome: Daniel Morena Função: Projeto e desenvolvimento multimídiaDaniel Morena é um artista visual com mais de 20 anos de experiência criando diálogos entre Arte, Cultura, Design e Tecnologia. Ele foi o fundador e Diretor de Criação e Tecnologia da 32Bits, um estúdio de Design Interativo renomado no Brasil. Durante seu tempo na empresa, Daniel liderou o desenvolvimento de mais de dez museus e várias instalações interativas importantes, incluindo o "Beco das Palavras" e “Nós da Língua” no Museu da Língua Portuguesa, "Arte que revela História" no Catavento Cultural, "Livro-Obra", que recria digitalmente o trabalho homônimo de Lygia Clark, e "IRIS", a assistente digital que apresenta conteúdo interativo do Museu do Amanhã. Além de "IRIS+" instalação onde a versão original da “IRIS” ganha recursos de inteligência artificial do IBM/Watson para engajar os visitantes em iniciativas sustentáveis.Graças ao seu conceito inovador, o projeto "IRIS+" foi considerado pelo jornal “The New York Times” como o uso mais disruptivo de inteligência artificial em museus. O processo de criação desse projeto está em um artigo no blog do aam.us, onde se pode ter um insight das soluções desenvolvidas. Daniel também desenvolveu o Lungo, um produto digital que oferece acessibilidade e conteúdo expandido para museus e exposições.Seu trabalho na 32Bits continuou até o final de 2022 - onde participou do projeto de requalificação do Museu do Ipiranga em São Paulo, e o Mundo Zira, exposição interativa que comemora os 90 anos do Ziraldo - quando ele decidiu iniciar a samambaia.digital, estúdio que produz arte e design digital assinado."Nome: Patricia Telles Função: Gestão FinanceiraNatural do Rio de Janeiro, Patricia Telles iniciou sua carreira de produção culturaL em 1996 no Theatro Municipal por 10 anos. Em 2004, foi convidada pela Coreógrafa e diretora Dalal Achcar para ser responsável pela Coordenação da Companhia Jovem de Ballet. FoiCoordenadora do projeto “Companhia Jovem de Dança” durante 03 anos, cuidando de toda administração e prestação de contas do projeto. Além disso, atuou como Produtora Executiva nos espetáculos realizados pela Companhia. Em 2008 começou a trabalhar na Aventura Entretenimento e foi responsavel pela Direção financeira, execução e prestação de contas dos projetos da empresa até o ano de 2019.Paralelamente realizou algumas produções independentes como, Espetaculo Akram Khan, Phillipe Decouflé, Projeto Inusitado, exposição Italian Glamour e exposição Rubem Braga (realizada no RJ, SP E VITÓRIA). Em 2021 e 2022, trabalhou como Gerente financeirado Tivoli Park e na reabertura dos Teatros Claro RJ e SP.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 25/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.