Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 261301Autorizada a captação total dos recursosMecenato

COMO CONSTRUIR UM ASSASSINO

LUIZ MACHADO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 233,8 mil
Aprovado
R$ 233,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-07-01
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

COMO CONSTRUIR UM ASSASSINO é um espetáculo teatral. Parte de uma história específica de injustiça para revelar o que está por trás das ações dos agentes do Estado que perpetram esses atos indubitavelmente iníquos, aos olhos de qualquer observador comum. Para que isso seja possível, é necessário que a história não seja centrada apenas no drama individual da vítima, ou na "maldade" dos que praticam esses atos covardes. Desta forma, a encenação, que se materializa, fundamentalmente, nesse projeto, na atuação do ator, visto que se trata, afinal, de um monólogo, não se manterá fixa somente na construção da personagem central, ou em uma série de personagens. A atuação flutuará entre uma abordagem realista, dramática, e uma outra visão, épica, narrativa, que objetiva tornar perceptíveis as estruturas sociais e mentais que possibilitam o recorrente surgimento de ações ignominiosas, como essa em particular, que serve de material para a construção do texto e da encenação.

Sinopse

Como Construir um Assassino é um solo teatral inspirado na história do americano Steve Avery, que está preso há cerca de dez­esseis anos por homicídio. O espetáculo faz um mergulho psicológico na mente do protagonista, que ganhou notoriedade por ser acusado e preso injustamente de um crime de estupro, na década de oitenta. Após provar sua inocência e entrar com uma ação contra o Estado, se viu numa nova acusação que o mantém na prisão até hoje. O espetáculo é conduzido pelo personagem Steve, que narra os fatos que o levaram ao encarceramento, enquanto revira as pilhas de papéis do seu caso. Confinado, em uma cela penitenciária, ele tenta sozinho achar meios de reconquistar sua liberdade, aflorando suas emoções ao reviver cada detalhe de sua vida. O público é inserido no ambiente claustrofóbico em que Steve se encontra, ao se confundir com suas ações, que mesclam entre reais e delirantes. A ação começa com Steve expondo os detalhes da sua atual con­denação: o homicídio de Teresa Halbach, uma jovem fotógrafa que aparentemente foi vista pela última vez no ferro velho da família Avery, em contato com Steve. Dias depois dessa visita e de seu desa­parecimento, o carro de Teresa foi encontrado na mesma propriedade, assim como os restos do seu corpo e outras provas que levaram Steve a prisão. A retrospectiva desse episódio fatídico faz Steve passear por outras fases da sua vida, mostrando pessoas e momentos impor­tantes que elucidam traços da sua personalidade e da sua história. Mulheres pelas quais foi apaixonado, seus filhos, sua família e seus inimigos são apresentados, em um vai e vem cronológico que acom­panha as oscilações de lucidez do americano.As circunstâncias da condenação equivocada da década de oiten­ta também são mostradas, assim como sua possível ligação com o caso de Teresa. Steve foi culpabilizado pelo estupro de Penny Beerntsen, num conflito de interesses com sua prima e seu marido xerife, que o viam como inimigo. Mas após dezoito anos preso, o avanço da ciên­cia, por meio de um exame de DNA, o inocentou. Liberto, ele reivin­dica judicialmente seus danos, porém, numa duvidosa coincidência, dias após a ação contra o Condado de Manitowoc, é tido como prin­cipal e único suspeito do assassinato de Teresa, envolvendo, ainda, seu sobrinho, um adolescente de dezesseis anos. O personagem Steve conduz o espetáculo, numa retrospectiva desesperada, dividindo-o em seis partes: briga em família; retrato falado; o DNA; Teresa Halbach; Brendan Dassey, o sobrinho e Kathleen Zellner. Em alguns momentos, há a quebra da quarta parede, onde surge a figura do ator que interpreta Steve. Como um olhar externo, de cidadão, o ator levanta questionamentos sobre liberdade, dire­itos, normalidade e injustiças sociais. Somos todos livres? Estamos todos ilesos das intervenções do Estado? O solo não entra no mérito da sentença, mas fotografa as emoções mais escondidas de um homem que vive (quase que toda a vida) atrás das grades. Mostra o que há de privado, num homem que foi privado da sua liberdade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:O nosso espetáculo reúne todas as características necessárias a um sucesso do teatro brasileiro. Estimular o acesso do público de todas as classes sociais a produção teatral, atingindo todas as camadas da classe A à D, é um dos nossos objetivos. Apresentar o espetáculo Como Construir um Assassino na Cidade do Rio de Janeiro com 12 apresentações. OBJETIVO ESPECÍFICO:O projeto "Como Construir um Assassino" propõe os seguintes objetivos específicos:- Realizar no segundo semestre de 2026, 1 mês de temporada no Rio de Janeiro, de sexta-feira a domingo, totalizando 12 apresentações.- Como ação de acessibilidade, facilitar o livre acesso, por meio da realização do espetáculo em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais.- Como ação de acessibilidade, realizar apresentações do espetáculo com tradução em Libras, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva, audiodescrição para deficientes visuais e para deficientes intelectuais, pessoas treinadas com orientação de como proceder. Em todas as sessões.- Como ação de democratização, disponibilizar uma cota de 10% dos ingressos, durante todas as apresentações do espetáculo, para alunos e professores da rede pública de ensino do estado do Rio de Janeiro.- Como complemento à ação de democratização, realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto no estado do Rio de Janeiro.- Como contrapartida social, apresentar uma palestra.

Justificativa

O solo teatral, Como Construir um assassino aborda a história do americano Steve Avery para levantar questões sociais importantes. É um trabalho que parte do macro, ao se inspirar num caso de repercussão internacional, para refletir nos direitos dos cidadãos brasileiros. Ao levar ao palco as circunstâncias de um homem que teve sua liber­dade privada por conflitos de interesses com o Estado, o espetáculo le­vanta o debate sobre os nossos direitos que devem ser garantidos de forma igual e universal. Sobretudo, ao mostrar uma narrativa que de­nuncia o quão podemos estar entregues a própria sorte e vulneráveis aos mais fortes, mostra-se um trabalho importante para investigarmos meios competentes de preservar a igualdade de direitos. O solo aponta o quanto a corrupção, as injustiças sociais podem nascer do olhar en­viesado para alguém diferente, que tem outra origem, outra orientação sexual, outra cor de pele, ou outra orientação religiosa. Na peça e na história de Steve Avery, sua primeira condenação acon­tece através de um retrato falado, baseado na alegação frágil da vítima (que estava debilitada) e em uma antiga foto que constava nos registros policiais. Como mostram pesquisas da Defensoria Pública do Rio de Ja­neiro, que é o estado com o maior número de casos tornados públicos, o reconhecimento equivocado de suspeitos é uma das principais causas de prisão de pessoas inocentes em processos criminais. E mais de 80% das vítimas desse tipo de erro são homens negros, reafirmando a natureza das irregularidades advinda do preconceito. Ou seja, Como Construir um Assassino torna-se uma ferramenta de denúncia. Em entrevista para o Carta Capital, em junho deste ano, a diretora do Innocence Project Brasil, Flávia Rahal, diz: "A polícia não investiga bem, o promotor de Justiça se satisfaz com uma investigação superficial, e o juiz acata a denúncia. Isso leva a condenações baseadas em procedimentos inadequa­dos". O solo toca na ferida das injustiças criminais, mas amplia o debate para a falhas do Estado, que erra não entregando a igualdade, bem como outros direitos previstos na Constituição, como saúde e educação. O personagem Steve diz: "Os pobres perdem. Os pobres perdem o tempo todo". No Brasil, a questão não está na falta de leis, na regulamentação, ou na fiscalização, mas sim no trato desigual destas leis, que muitas vezes favorece os que tem muito e persegue os que tem pouco. Portanto, Como Construir um assassino é um trabalho necessário por escancarar a fragilidade da nossa liberdade, é um espetáculo im­portante por mostrar o quanto somos privados. E em vários sentidos que a palavra privado pode ter. Afinal, somos seres livres? Somos livres para ser? Apresentar Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma:IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediantea) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O projeto “COMO CONSTRUIR UM ASSASSINO” não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial.O projeto “COMO CONSTRUIR UM ASSASSINO” pretende realizar apresentações em espaços fechados.O espetáculo “COMO CONSTRUIR UM ASSASSINO” não prevê exposição temporária ou acervo.Declaramos que o espetáculo “COMO CONSTRUIR UM ASSASSINO” não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes.Declaramos que o proponente do projeto “COMO CONSTRUIR UM ASSASSINO” se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.As funções do proponente são: ATOR / COORDENADOR DO PROJETO /RESPONSÁVEL PELO TÉCNICO FINANCEIRO DO PROJETO

Especificação técnica

A duração do espetáculo é de 60 minutosEste é um espetáculo teatral: MonólogoClassificação indicativa: 14 anos

Acessibilidade

O projeto “Como Construir um Assassino” compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, de acordo com as seguintes ações:- Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais.- Como ação de acessibilidade, realizar em todas as sessões, apresentações do espetáculo com tradução em Libras, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva, audiodescrição para deficientes visuais e para deficientes intelectuais, pessoas treinadas com orientação de como proceder. O material de divulgação do projeto em tela contemplará informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: no Teatro haverá rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (Palestra)ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: no Teatro, haverá corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição na sessão.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.

Democratização do acesso

PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS.O projeto “Como Construir um Assassino” pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma:- 50% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)- 20% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)- 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente com caráter social e educativo.- até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional para os patrocinadores do projeto, de maneira proporcional ao investimento efetuado.- até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional em ações de divulgação do projeto.Os ingressos destinados às ações sociais e educativas (10%), serão oferecidos a alunos e professores da rede pública de ensino do estado do Rio de Janeiro.Em complemento, de acordo com o Art. 28 da IN nº 01 de abril de 2023, o proponente se compromete com a adoção da seguinte medida de acesso:- Realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto no estado do Rio de Janeiro.E como contrapartida social, atendendo ao Art. 30 da IN nº 01 de abril de 2023, será realizada a seguinte ação formativa cultural para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino): - Realizar, gratuitamente, 1 palestra no estado do Rio de Janeiro, com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça.A disponibilização dos ingressos para alunos e professores da rede pública de ensino será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação.O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação. E os bate-papos gratuitos serão comprovados através de registro fotográfico e de vídeo das ações.

Ficha técnica

Autor: Max Mendes Ator, Coordenador e Responsável Técnico Financeiro: Luiz Machado Direção: Moacir Chaves Direção Musical: Gustavo Corsi Direção de Movimento: Marina Salomon Direção de Produção: Edmundo Lippi Produção Executiva: Valéria Meirelles Cenógrafo: Luiz Henrique Sá Figurinista: Inês Salgado Iluminador: Aurélio de Simoni Administração: Mádia Barata Designer / Programador Visual – Gilberto FilhoRealização: LM Produções ArtísticasPROPONENTE: ATOR / COORDENADOR DO PROJETO/ RESPONSÁVEL PELO TÉCNICO FINANCEIROFormado em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação pela Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) e atua profissionalmente em teatro, televisão e cinema desde 1994.No teatro já participou de 34 espetáculos teatrais na qualidade de ator e como Produtor em quatro outros “DOIS IDIOTAS SENTADOS CADA QUAL NO SEU BARRIL”, de Dudu Sandroni e Fátima Valença em 1996, “EM CANTOS” de Rosyane Trotta em 1998, que foi indicado ao prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem de melhor Produção, “COMO MATAR UM PLAYBOY” de João Bethencourt em 1998, neste foi também Assistente de direção de João Bethencourt, “CÉU E BRANCA” de Moisés Bittencourt em 2006 – 2009. Atualmente está em cartaz com o seu primeiro monólogo “NEFELIBATO” de Regiana Antonini com a direção de Amir Haddad e Fernando Philbert. Em 2009 atuou em “APOCALIPSE, SEGUNDO DOMINGOS DE OLIVEIRA”, “O CONFRONTO” ambos de autoria e Direção de Domingos de Oliveira. Recentemente esteve em cartaz com o espetáculo “O AUTO DA COMPADECIDA” e “O SANTO E A PORCA” ambos de autoria de Ariano Suassuna. Já atuou como ator com diretores da expressão de Domingos de Oliveira, Amir Haddad, João Fonseca, João Bethencourt, Maria Clara Machado, Fernando Philbert, Sidnei Cruz, Guida Vianna, Cacá Mourthé, Ricardo Kosovski, André Mattos, Fernando Gomes, entre outros.MOACIR CHAVES - DIREÇÃODoutor em Teatro pela UniRio, instituição na qual le­ciona no Departamento de Direção. Como diretor, seus mais re­centes trabalhos foram “O Menino é Pai do Homem”, com Elisa Pinheiro, José Mauro Brant e outros, “Onde Estão as Mãos esta Noite”, com Karen Coelho e “Maracanã”, com Ricardo Kosovski. Chaves dirigiu mais de 60 espetáculos, dentre os quais desta­camos “Utopia D”, com Josie Antello e Julio Adrião, “Imagina esse Palco que se Mexe”, com Elisa Pinheiro, Monica Biel e out­ros, “Inutilezas”, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes, “Labirinto”, com a Cia Alfândega 88, “A Lua Vem da Ásia”, com Chico Diaz, “Por Um Fio”, de Drauzio Varela, com Regina Braga e Rodolfo Vaz, “A Resistível Ascensão de Arturo Ui”, com Luiz Fernando Guimarães, Oswaldo Loureiro e outros, “O Altar do Incenso”, com Marília Pera e Gracindo Junior, “Bugiaria”, com Orã Figueiredo e outros, “Dom Juan”, com Edson Celulari, Cacá Carvalho e outros e “Sermão da Quarta- Feira de Cinza”, com Pedro Paulo Rangel.MAX MENDES - AUTORBacharel em Teatro pela Universidade Cândido Mendes e Ator pelo Curso de Formação do Ator da Universidade Federal de Alagoas. É dramaturgo e roteirista, ator, professor de Teatro e de Escrita Criativa. Já escreveu mais de dez peças teatrais, incluindo Cama de Gato, que foi ao palco do teatro João Caetano; e A Mansão Rosa, que foi objeto de um artigo publicado no livro Olhares sobre textos e encenações. Como roteirista, escreveu a webserie: Sobre postar a voz, foi roteirista assistente na elaboração de uma série para a produtora TV Zero, e fez parte do Clube do pensamento do MULTISHOW. Como ator, fez participação nas novelas Êta Mundo Melhor, Mania de Você, Rancho Fundo, Terra e Paixão e Um lugar ao sol da TV Globo, além do humorístico Tô de Graça e do filme A Lista da Globo Filmes. No teatro, foi dirigido por Cesar Augusto, Eduardo Vaccari e Homero Cavalcante. Em 2022, lançou de maneira independente o livro de poemas Notas sobre a voz, que mais tarde deu origem ao seu solo teatral.DIREÇÃO MUSICAL - GUSTAVO CORSI Guitarrista e produtor musical. Um dos fundadores da banda Picassos Falsos, considerada como uma das pioneiras, na geração dos anos 1980, na fusão de rock, soul, funk com ritmos brasileiros como baião, afoxé, maracatu e samba. Trabalhou com diversos artistas, de várias vertentes. É o mentor da banda Rio Sound Machine, especializada em disco-funk dos anos 1970. Gravou e excursionou com diversos nomes da música brasileira, entre eles, Marina Lima, Cláudio Zoli, Gabriel, o Pensador, Leoni, Léo Jaime, Paula Toller, Frejat, Ana Carolina, Kleiton & Kledir, Erasmo Carlos, Fernanda Abreu, Ivo Meirelles, Cris Braun, Andrea Dutra, Dulce Quental e Katia B. Em 2017, participou da temporada de “Puro Ney”, musical sobre a obra de Ney Matogrosso, com direção de Luiz Felipe de Lima, com Soraya Ravenle e Marcos Sacramento. Recentemente assinou a direção musical do espetáculo “O Menino é Pai do Homem”, dirigido por Moacir Chaves.DIREÇÃO DE MOVIMENTO – MARINA SALOMONCom extensa trajetória nas Artes Cênicas, Marina Salomon é bailarina, atriz, professora e diretora de movimento, especialista na fusão entre Dança, Teatro e Sistema Laban/Bartenieff. Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO; Bacharel em Teatro, com especialização em Direção Teatral pela Faculdade CAL de Artes Cênicas, é formada em Dança pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa (RJ). Em 2018, recebeu o título de Honorary Certified Movement Analist (Hon.CMA) pelo Laban Institute of Movement Studies - LIMS, NY. Desde 1989, integra o corpo docente da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras como professora de movimento e preparadora corporal em montagens teatrais.Paralelamente, desenvolve um trabalho independente na Direção de Movimento e Preparação Corporal, colaborando com diretores renomados como Amir Haddad, Fernando Philbert, Isabel Cavalcanti, Miguel Falabella e Walter Lima Jr., entre outros. Sua atuação transita entre o ensino e a criação artística, contribuindo para a formação de intérpretes em diferentes contextos cênicos. Reconhecida pelo seu trabalho com a Companhia Regina Miranda e AtoresBailarinos, Marina atua como bailarina e atriz, desde 1984, nos trabalhos encenados por esta Companhia, atuando em projetos de teatro, cinema e televisão. Em 2018, recebeu o 1o Prêmio Cesgranrio de Dança, na categoria Melhor Bailarina por seu desempenho em Naitsu - Noites com Murakami. Seus trabalhos mais recentes incluem a participação no espetáculo-performance Olhos da Pele, dirigido por Miranda (2022), a direção de movimento do espetáculo NARA, com direção de Miguel Falabella (2024) e a coordenação online da Conferência Laban 2024: Transculturalidade e Tradução, realizada no Rio de Janeiro.DIREÇÃO DE PRODUÇÃO – EDMUNDO LIPPIEm 1991 funda ao lado de Marcelo de Barreto, Gláucia Rodrigues, Wagner Campos e Cristiane D´Amato a Cia Limite 151 encenando a peça “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues, com direção de Marcelo de Barreto. Em 1991 também produz o infantil “Dom Quixote” de Miguel Cervantes, com adaptação de Wagner Campos e direção Cláudio Torres Gonzaga. A partir de 1992 produz e atua nos espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga. “À Margem da Vida” de Tennessee Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “As Eruditas” de Molière, direção de José Henrique; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaginário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades & Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz, “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 25/03/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.