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PRONAC 261374Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PROJETO MAG – MEMORIAL DO AQUÍFERO GUARANI - CAUIM

CINECLUBE CAUIM
Solicitado
R$ 597,7 mil
Aprovado
R$ 597,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2026-04-20
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Ribeirão Preto São Paulo

Resumo

O projeto do Cineclube Cauim estrutura uma mostra de cinema como eixo central de todas as ações, tendo o filme como base conceitual e sensorial. Cada apresentação parte da exibição cinematográfica, que funciona como pano de fundo para atividades desenvolvidas como trilha sonora viva, performances musicais, intervenções cênicas e mediações culturais. Realizado no MAG _ Memorial do Aquífero Guarani e em territórios periféricos, o projeto se organiza em 12 eixos: exibição cinematográfica, música, artes cênicas, cultura digital, formação cultural, oficinas, debates, acessibilidade, diversidade, memória, sustentabilidade ambiental e difusão online. A proposta articula artistas e coletivos locais, promovendo inclusão, reflexão crítica e integração entre arte, cidadania e preservação ambiental.

Sinopse

O projeto consiste na realização de uma mostra contínua e gratuita de cinema, estruturada como eixo central de todas as ações culturais e formativas. As sessões de cinema apresentam obras do cinema nacional e produções independentes, abordando temas sociais, culturais, ambientais e educativos, adequados a públicos diversos.A partir de cada sessão, desenvolvem-se ações artísticas integradas, como apresentações musicais, performances cênicas, batalhas de rimas, coros cênicos e espetáculos infantis, concebidos como trilhas sonoras vivas ou desdobramentos temáticos dos filmes exibidos. O projeto inclui ainda oficinas audiovisuais e culturais, palestras, debates e mediações, voltadas à formação artística, técnica e cidadã.Complementarmente, são produzidos conteúdos audiovisuais e programas culturais, com registro e difusão digital das atividades, ampliando o acesso ao público. Todas as ações são gratuitas, acessíveis e adequadas a classificação indicativa livre, promovendo o encontro entre cinema, música, artes cênicas, cultura digital e educação ambiental.

Objetivos

Objetivos Geral Promover o acesso democrático à cultura por meio de uma mostra de cinema contínua, gratuita e diversa, tendo o filme como eixo estruturante das ações e como base para atividades artísticas desenvolvidas em diálogo com música, artes cênicas e cultura digital. A proposta visa à formação de novos agentes culturais, à valorização da diversidade e à conscientização ambiental, com ênfase na preservação do Aquífero Guarani, contribuindo para o desenvolvimento cultural, social e ecológico da comunidade de Ribeirão Preto e de territórios periféricos.Específicos • Mostra Principal de Cinema do Cineclube Cauim Realizar uma mostra contínua de cinema como eixo estruturante do projeto, com 220 sessões gratuitas ao longo do período de execução, atendendo um público estimado de até 44 mil pessoas. Todas as ações do projeto terão como base a exibição de filmes, que funcionarão como pano de fundo conceitual, artístico e educativo.• Oficinas Audiovisuais Realizar 2 oficinas de audiovisual, integradas à mostra de cinema, promovendo formação teórica e prática, criação de cineclubes comunitários e produção de conteúdo autoral em territórios periféricos.• Mostras Temáticas de Cinema Nacional Desenvolver programações permanentes de cinema nacional, incluindo sessões patrocinadas e ações de formação de público, articuladas à leitura, à mediação cultural e à democratização do acesso ao audiovisual.• Batalha de Rimas Promover encontros mensais de cultura urbana em diálogo com o cinema, utilizando os filmes exibidos como estímulo temático para criação poética, musical e performática.• Programações Infantis (Encontro da Canção Infantil e Domingo Infantil) Realizar ações voltadas ao público infantil, integrando cinema, música e artes cênicas como experiências educativas, lúdicas e formativas.• Integração Música e Cinema Executar ações como A Música Invade o Cinema, Sextas Sonoras e Temporada Bossa Nossa, nas quais a música atua como trilha sonora viva das exibições cinematográficas.• Coro Cênico e Encontros Nacionais Realizar ensaios, apresentações e encontros de coro cênico, dialogando com o audiovisual como linguagem estruturante.• Difusão e Cultura Digital Produzir conteúdos audiovisuais, programas e transmissões online, como Boca Livre / TV Cauim, ampliando o alcance das ações formativas e culturais.• Formação Cultural e Profissionalizante Executar oficinas do Programa Kabuki, voltadas à capacitação artística, técnica e cultural, articuladas às atividades da mostra.Esses objetivos consolidam mais de 45 ações culturais e formativas, estruturadas a partir do cinema como linguagem central, promovendo acesso, diversidade, formação crítica e consciência ambiental.Integração entre todos os eixos com a mostra de cinema como fator estruturanteRealizar Mostra Principal de Cinema Executar uma mostra contínua de cinema como eixo central e estruturante do projeto, com 220 sessões gratuitas, atendendo um público único estimado de até 44.000 pessoas, sendo a sessão de cinema a base obrigatória de todas as ações previstas.Integrar Ações Artísticas às Sessões de Cinema Desenvolver atividades de música, artes cênicas e cultura urbana sempre vinculadas às sessões de cinema, atuando como trilha sonora, comentário artístico ou desdobramento temático dos filmes exibidos.Realizar Ações Formativas Articuladas ao Audiovisual Executar oficinas audiovisuais e culturais utilizando os filmes exibidos como referência pedagógica, promovendo formação técnica, criação autoral e fortalecimento de cineclubes comunitários.Promover Mostras Temáticas e Mediações Culturais Realizar sessões temáticas de cinema nacional acompanhadas de debates e mediações diretamente relacionadas ao conteúdo das obras exibidas.Garantir Difusão Digital e Registro das Ações Produzir registros audiovisuais, programas e transmissões online a partir das sessões de cinema e de seus desdobramentos artísticos e formativos, ampliando o alcance do projeto.Fomentar Formação Cultural e Profissionalizante Desenvolver ações do Programa Kabuki com conteúdos fundamentados na prática cinematográfica e em suas interfaces com outras linguagens artísticas.

Justificativa

O projeto propõe a realização de uma mostra contínua e gratuita de cinema, estruturada como eixo central de todas as ações culturais e formativas, totalizando 220 sessões e mais de 45 atividades integradas. Por seu caráter público, gratuito e não comercial, o projeto não possui viabilidade de autofinanciamento, sendo indispensável o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme a Lei nº 8.313/1991.O projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei 8.313/91, ao democratizar o acesso aos bens culturais (inciso I), estimular a difusão e circulação do audiovisual (incisos II e III), valorizar a diversidade cultural brasileira (inciso IV) e preservar e difundir a memória cultural por meio de registro e difusão digital (inciso V).Atende também aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, ao promover a democratização do acesso à cultura, a formação cultural e artística, o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, a valorização de agentes culturais locais e a integração entre cultura, educação e cidadania.Assim, a Lei de Incentivo à Cultura é essencial para assegurar a execução gratuita do projeto e seu impacto social, tendo a sessão de cinema como núcleo estruturante de formação, inclusão e desenvolvimento cultural, especialmente em territórios periféricos de Ribeirão Preto.

Especificação técnica

Produto Principal – Sessões de Cinema As sessões de cinema terão duração média de 2 horas, incluindo exibição do filme e, quando aplicável, mediação ou debate. As exibições ocorrerão em sala equipada com sistema de projeção digital, tela de cinema, sistema de som, cadeiras, iluminação adequada e recursos de acessibilidade. A curadoria prioriza filmes nacionais, independentes e temáticos, com conteúdos adequados à classificação indicativa livre.Produtos Artísticos Integrados (Música, Artes Cênicas e Performances) As apresentações musicais, performances cênicas, batalhas de rimas, coros cênicos e espetáculos infantis serão realizadas em diálogo direto com as sessões de cinema, funcionando como trilha sonora, comentário artístico ou desdobramento temático. Cada ação terá duração média de 2 horas, podendo incluir ensaio aberto, apresentação e interação com o público. Utilizam-se equipamentos de som, microfones, instrumentos musicais, figurinos e elementos cênicos compatíveis com cada linguagem artística.Produtos Formativos (Oficinas, Palestras e Mediações) As oficinas audiovisuais e culturais possuem projeto pedagógico próprio, com metodologia teórico-prática, carga horária organizada por encontros de 2 horas de duração, conteúdos voltados à linguagem cinematográfica, produção audiovisual, leitura crítica de filmes e interfaces com outras artes. As atividades utilizam materiais didáticos, equipamentos audiovisuais, câmeras, computadores, softwares de edição e espaços adequados à formação.Produtos de Difusão e Registro Digital O projeto prevê o registro audiovisual das sessões de cinema e de seus desdobramentos artísticos e formativos. Os conteúdos serão editados e disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais. Quando aplicável, os programas culturais terão duração média de 2 horas ou versões editadas para difusão online, respeitando padrões técnicos de áudio, vídeo e paginação digital.Material e Acessibilidade Todos os produtos utilizarão materiais adequados à realização cultural, com atenção à acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de conteúdo. Os registros digitais seguirão padrões técnicos compatíveis com plataformas online, garantindo ampla difusão e preservação do acervo cultural produzido.

Acessibilidade

O projeto do Cineclube Cauim assegura plena acessibilidade física e de conteúdo, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam participar e compreender as ações desenvolvidas.Acessibilidade FísicaTodas as atividades presenciais do projeto — realizadas no MAG – Memorial do Aquífero Guarani, em locais descentralizados e espaços públicos — contam com estrutura adequada para garantir o acesso seguro e confortável a todos os públicos. As medidas implementadas incluem:Poltronas adaptadas para pessoas obesas, garantindo conforto e dignidade.Espaços reservados para cadeirantes, com visão privilegiada em sessões de cinema e espetáculos.Rampas de acesso, elevadores adaptados e banheiros acessíveis, seguindo as normas de acessibilidade da ABNT.Presença de guias táteis nos espaços do MAG e sinalização visual nos eventos de grande porte.Essas ações asseguram a livre circulação e permanência segura de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, além de promoverem um ambiente mais inclusivo e acolhedor para todos os participantes.Acessibilidade de ConteúdoO projeto também se compromete com a acessibilidade comunicacional, permitindo que pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual ou neurodivergente compreendam e interajam com os conteúdos culturais oferecidos. As ações previstas incluem:Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas principais apresentações, debates e transmissões ao vivo.Audiodescrição nas sessões de cinema e espetáculos selecionados, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam o conteúdo audiovisual.Legendas descritivas, incluindo identificação de sons e diálogos, para garantir a plena compreensão de pessoas com deficiência auditiva.Essas medidas asseguram a compreensão plena do conteúdo artístico e formativo por todos os participantes, promovendo a equidade no acesso à cultura e à informação.

Democratização do acesso

A democratização de acesso será garantida, prioritariamente, por meio da realização de 1.460 sessões de cinema totalmente gratuitas, que constituem a base central de todas as ações do projeto. Não haverá comercialização de ingressos, produtos ou serviços culturais, assegurando acesso universal ao público.As sessões ocorrerão no Cineclube Cauim, no Memorial do Aquífero Guarani, e em espaços descentralizados, incluindo territórios periféricos, praças públicas, escolas, associações comunitárias e equipamentos culturais, ampliando o alcance territorial da proposta.Como medidas complementares de ampliação de acesso, o projeto realizará ensaios abertos, oficinas culturais e audiovisuais integradas às sessões de cinema, mediações e debates pós-exibição, além do registro audiovisual e transmissão ao vivo de parte das atividades pelas plataformas digitais, garantindo acesso também ao público que não possa comparecer presencialmente.Todo o conteúdo gerado será disponibilizado gratuitamente em ambiente digital, fortalecendo a formação de público, a difusão do audiovisual e o acesso democrático aos bens culturais, sem qualquer restrição econômica, social ou territorial.

Ficha técnica

Produtor Executivo - voluntario não remuneradoOdônio dos Anjos Filho Formação Acadêmica- Curso superior de Agronomia, UNESP, Jaboticabal - SP, 1984.- Pós - graduação em Economia de Empresas – FGV – São Paulo, 1995.· Trajetória Profissional- Coro Cênico CororocoJaboticabal – SP – 1981 a 1984 - Montagem e apresentação de 6 espetáculos – trabalho de produção com os maestros Samuel Kerr e José Luís da Silva- Conjunto Musical “The Lirius”Jaboticabal – SP – 1984 - Trabalhos de produção- Programa de Televisão Boca LivreRibeirão Preto – SP – desde 1996 – Apresentação e produção do programa semanal de entrevistas no canal da cidade- Conjunto de Percussão Toque da LataRibeirão Preto – SP – Trabalhos de produção- Cineclube CauimRibeirão Preto – desde 1996 - Curadoria em diversas mostras de cinema e cultura- Sociedade Artística coro Cênico Bossa NossaRibeirão Preto – SP – desde 2002 – Diversos trabalhos de curadoria e produção- Sociedade Artística coro Cênico Bossa NossaRibeirão Preto – SP Organização, Produção e Curadoria do I (2007), II (2008), III (2009), IV (2010) e V (2011) Encontros Brasileiros de Coro CênicoResumo das atividadesCurador, Produtor e Administrador de empresas e entidades da área cultural, participou na produção de diversos eventos e projetos da área cultural, tais como: Mostra de Cinema Paulista (2007 a 2010) em Ribeirão Preto - SP; Ribeirão vai ao Cinema – projeto com a apoio da Lei Rouanet (2004 a 2011 – Ribeirão Preto; Feira do Livro de Ribeirão Preto – de 2002 a 2011; A Escola vai ao Cinema – de 2004 a 2011 – Ribeirão Preto – SP; Virada Cultural Paulista – Edição Ribeirão Preto – 2009 e 2010. Assistente de Produção - voluntario não remunerado Fernando José da Silva - Formação Superior – Faculdade de Ciências Sociais de Araraquara – UNESP –São Paulo.Atividade Atual – Coordena o Cineclube Cauim desde sua fundação, em 1979, sendo que falar sobre o Cineclube Cauim é falar sobre o seu trabalho à frente da entidade que por mais de 25 anos promove a cidadania através da Cultura. Inicialmente, montou várias peças de teatro, em seguida foi o precursor das salas de cineclube em 35 mm, tendo fundado, em Ribeirão Preto, os cineclubes Cauim e CineArteAnglo, além do Oscarito e Elétrico, em São Paulo. Na década de 1980, foi responsável pela formação de 33 cineclubes no interior do Estado de São Paulo. Produziu diversos vídeos, co-produziu filmes de curta e longa duração. Editou livros de vários autores da região de Ribeirão Preto. Promoveu centenas de oficinas culturais, onde destacamos a formação da Oficina Cultural Cândido Portinari, em Ribeirão Preto, em convênio com o Governo do Estado de São Paulo, formando diversos professores. Promoveu ainda debates abertos ao público na região de Ribeirão Preto, como a série “CAUIM Discute a Constituinte”, com a participação de todos os partidos políticos.Mais recentemente produziu o programa, em rede nacional, Stúdio Brasil, pela Rede Mulher de televisão e atualmente, há onze anos, produz o programa Boca Livre, pela TV Local de Ribeirão Preto (canal 20) e o programa “Papo com o Doutor”, apresentado pelo jogador de futebol Sócrates – TV Thathi (canal 22); edita a revista o III Berro; coordena o projeto Agência Cultural Banco Ribeirão Preto, no bairro da Vila Virgínia, que trabalha com jovens e adolescentes, com apoio do Ministério da Cultura - MinC; coordena os espaços culturais Templo da Cidadania, onde funcionam um Ponto de Cultura do MinC e também uma Agência Cultural (MinC); além do apoio aos projetos associados Santa Elisa e Débora Duboc, dedicados ao teatro, coro cênico e cinema; coordena uma sala de cinema de 808 lugares onde realiza projetos de popularização do cinema, também com apoio do MinC, que já levou milhares de pessoas gratuitamente ao cinema de 25 cidades da região.Na área de educação se destaca na formação de jovens para o trabalho, tendo realizado em convênio com a FUNDET – Fundação de Educação para o Trabalho da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto a formação de centenas de jovens vinculados aos programas de formação da entidade, promovendo capacitação profissional e de Cidadania; na área de informática também tem realizado diversos cursos profissionalizantes no seu centro de inclusão digital; na área do audiovisual tem formado alunos e professores da rede pública de ensino, com destaque a capacitação de professores para utilização do audiovisual como ferramenta pedagógica, formando 1.400 professores da rede pública de ensino de Ribeirão Preto e região, no Projeto “A Escola vai ao Cinema”. Palestrante/Professor, voluntario não remuneradoMARCO AURÉLIO LUCCHETTINasceu em 19 de maio de 1961, em Ribeirão Preto (SP)Morou em São Paulo (1966-1972), Rio de Janeiro (1972-1982) e Ribeirão Preto (1982-1995). Atualmente, reside em JardinópolisÉ licenciado em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras “Barão de Mauá”É Mestre em Ciência da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USPÉ Doutor em Artes – Cinema pela ECA da USPEscreveu mais de 400 livros de bolso de Western, Policial e Espionagem para as editoras Cedibra (Rio de Janeiro) e Fittipaldi (São Paulo)Traduziu diversos livros para as editoras Fittipaldi, Maceca e Texas (São Paulo)Foi colaborador dos jornais Evidência e Diário da Manhã (Ribeirão Preto), dos fanzines Jornal da Gibizada (Maceió), Greystoke, Fon-Fon, Fanzim (Porto Alegre), especial do Mirim Clube do Brasil (Niterói), B Zine (Rio de Janeiro), Mocinhos e Bandidos (São Paulo) e das revistas FZ Revistas (Porto Alegre), Cinemin (Rio de Janeio), Calafrio, Mestres do Terror, Comix Book Shop Magazine (São Paulo) e Vide Vídeo (Ribeirão Preto)Colabora na revista Olhar (publicação da Universidade de São Carlos)Teve artigos seus publicados na Revista da USPÉ autor dos livros: A Ficção Científica nos Quadrinhos (São Paulo, GRD, 1991), As Sedutoras dos Quadrinhos (São Paulo, Opera Graphica, 2001), No Reino do Terror de R. F. Lucchetti (São Paulo, Opera Graphica, 2001), Desnudando Valentina (São Paulo, Opera Graphica, 2005), e O Quadrinho de Emir Ribeiro (a sair proximamente)Deu diversos cursos de Quadrinhos e Cinema na Oficina Cultural “Cândido Portinari” (Ribeirão Preto) e na Oficina Cultural “Sergio Buarque de Holanda” (São Carlos)A convite da Profa. Dra. Jerusa Pires Ferreira, deu algumas palestras na ECA da USP (curso de Jornalismo) e na PUC (colóquio “Visualidade e Horror”, realizado em 1998)É professor do Centro Universitário “Barão de Mauá” (cursos de Tradutor de Inglês de Audiovisual)Cursou até o terceiro ano do curso de Engenharia CivilÉ formado em Inglês pela Cultura Inglesa de Ribeirão PretoDe 1999 a 2002 deu aulas de Língua Portuguesa nos cursos de Publicidade & Propaganda e Jornalismos do Centro Universitário “Barão de Mauá”Trabalha desde 1999 no Centro Universitário “Barão de Mauá” como Professor Titular de Língua Portuguesa (Curso Tradutor de Inglês). Desde 2007 é professor de Adaptação em Multimeios (Curso de Audiovisual)Foi entrevistado diversas vezes pela TV Ribeirão e EPTV (Ribeirão Preto)Os jornais: O Globo, Jornal do Brasil (Rio de Janeiro), O Estado de S. Paulo (São Paulo), Correio Brasiliense (Brasília) já escreveram diversos artigos sobre seu trabalho e/ou entrevistaram-no. As revistas Isto É, Playboy e Set também já comentaram seu trabalhoDeu algumas entrevistas para a TV THATHI (Ribeirão Preto). A última delas para o programa Papo com o Dr., apresentando pelo Sócrates (fevereiro de 2008) Palestrante, voluntario não remuneradoREINALDO JOSÉ VOLPATOTelefones - + (055) 17 99771 4504E-mail: reivolpato@tausaudiovisuais.com.brData de nascimento: 17.03.1951 - RG 5.075.361–7 SSP-SP - CPF 677.624.928–87Registro Profissional DRT nº. 1.250 (Diretor Cinematográfico Diplomado)SINDCINE: sócio 619 (Diretor Cinematográfico)SINRAD SP: sócio 18.586 (Diretor de Programa) Descrição resumida da carreira: Reinaldo VolpatoCineasta formado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1975, com especialização em Técnicas de Som e Sonoplastia. Participou de trabalhos curriculares como assistente de produção (“O Fim” de Elie Politi - 1972), diretor de produção (“Hay Fiesta?” de Adilson Ruiz, Salma Buzzar e Júnior Carone - 1973), roteirista, diretor e montador (“Doces e Salgados”, juntamente com Alain Fresnot - 1973 e “Bóias Frias” - 1974) e repórter (“O Trem” de Wagner Carvalho e “Alegres Tropeços” de Adilson Ruiz - 1974). Iniciou sua carreira profissional ainda na condição de estudante como técnico de som (“Compositores do Festival Abertura” da Rede Globo de Televisão e “Habitação” da Futura Filmes - 1974 e “Desemprego Rural” da Rede Globo de Televisão - 1975), montador (“Baía de Santos”, Raiz Produções - 1974), diretor (“CETESB Institucional, “Rio Paraíba” e “Rio Tietê” da Raiz Produções - 1975) e repórter (“Hora da Notícia” programa jornalístico diário da TV Cultura, sob direção de Vladimir Herzog - 1975). É administradorda Taus Produções Audiovisuais Eireli.Em 1976 participou como diretor, roteirista e montador do Ciclo Cinema de Rua que, sob a inspiração e orientação de João Batista de Andrade, realizou série de filmes curtos em 16mm, p & b, abordando questões relativas às condições de vida dos moradores da periferia da Região Metropolitana de São Paulo: “Restos”, “Ambulantes”, “Pau para toda Obra”, “Buraco da Comadre”, “Herança”, “Domingo em Construção”, “Ônibus” e “Trabalhadores Rurais”. O Cinema de Rua ganhou os prêmios DiómedesGramacho e Especial do Júri na Jornada Brasileira de Curta Metragem e o documentário “Pau para toda Obra” ganhou o prêmio Melhor Filme no Festival do Cinema da Aliança Francesa, dando a seu diretor Reinaldo Volpato uma viagem à França com direito a estágio e apresentações de seus filmes, seguidas de debates, em diversos auditórios. Ainda em 1976, foi convidado a participar como montador da equipe que criou o departamento do Programa Globo Repórter em São Paulo, coordenada pelo editor-chefe Fernando Pacheco Jordão. Nesta função ficou contratado pela Rede Globo de Televisão (programas Globo Repórter, Domingo Gente e Jornal Hoje) durante três anos, continuando free-lancer até 1982. Ao mesmo tempo, como sócio-proprietário da Gira Filmes foi diretor de filmes curtos (“Pergunta de Amor” e “Paixão Maria”), roteirista (“Idemtidade” e “A Visita de Oxossi”), montador (“Gilda”, “Oro”, “Afundação do Brasil” e “A Voz do Brasil”, esses dois últimos ganhadores do Prêmio Glauber Rocha – Renovação da Linguagem na Jornada Brasileira de Curta Metragem – 1980/81). Foi montador free-lancer de vários curtas (destaque para “Greve” de João Batista de Andrade) e quatro longas (“À Caminho das Índias” da Gira Filmes, “O Bandido Antonio Dó” da Filmes do Serro, “Certas Palavras com Chico Buarque” da Thomaz Farkas Produções e “Os Mücker” da Stopfilm). Fez parte da diretoria da Associação Brasileira de Documentaristas – ABD/SP.Em 1980 assinou contrato com a Embrafilme para realização de seu longa-metragem “ABRASASAS” (argumento, roteiro, direção e montagem), que teve o argumento e o roteiro selecionados na primeira (332 concorrentes) e na segunda (44 concorrentes) fases do Programa de Desenvolvimento de Projetos - PDP. O filme foi rodado em São José do Rio Preto - SP em 1982, finalizado em 1984 e lançado no ano seguinte em São Paulo, no CINESESC, fazendo carreira em cinemas de todo o País. Ganhou os prêmios Espírito Carioca e Melhor Som no Rio Cine Festival e prêmios Governador do Estado de Autoria, Melhor Som, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Direção de Arte. Na primeira metade da década de 80 continuou realizando trabalhos de montagem de filmes de curta-metragem (destaque para “O que Move?” de Bhig Nilson Villas Bôas, prêmio de Melhor Filme, Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro) e documentários especiais para televisões alemãs com direção de Jorge Bodansky, Wolf Gauer e Florian Pfeiffer entre outros. Criou e dirigiu o espetáculo “Cinema é Mais” exibido durante a Mostra de Arte Independente do SESC. Foi presidente da Associação Paulista de Cineastas - APACI na gestão 1985/86 e nesta condição participou, representando o Brasil, do Festival de Cinema de Havana, em Cuba. Em 1985 foi contratado como editor pela Assessoria de Comunicação Social da Secretaria do Interior do Estado de São Paulo, passando a diretor do “RTC Interior”, série de 20 programas de 1 hora sobre a implantação de projetos comunitários governamentais e particulares, que foi ao ar pela TV Cultura. Em 1987 foi Diretor de Produção do longa-metragem “Lua Cheia” de Alain Fresnot. Criou a Taus Filme Vídeo Produções e roteirizou, dirigiu e montou juntamente com Romildo Sant´Anna o curta metragem “CANABRABA - A Necessidade da Expressão”, prêmio EMBRAFILME de roteiro de Curta Metragem e prêmios de Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora no Rio Cine Festival. Produziu e dirigiu uma série de 4 vídeos sobre implantação de projetos da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE (destaque para “Semente em Solo Fértil” e “Jornada Única”). A partir de 1988 realizou como roteirista, diretor, produtor e editor, série de vídeos institucionais para empresas e indústrias como CETESB, Editora Abril, Case do Brasil, Anhembi, EMTU, LBA, COSESP, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (três vídeos para a ECO-92), Secretaria de Estado da Educação, INBRAARMOR, AIAA, Ciba-Geigy. Assessorou a implantação da TV Pernambuco (Recife - PE), e programas musicais como “Raízes” e “Rede Brasil” da TV Record.Em 1992 roteirizou, dirigiu e editou série didática do Dr. Flair José Carrilho para o Hospital Osvaldo Cruz de vídeos sobre laparoscopia. Co-dirigiu “Duelo dos Deuses” com Pedro Vieira (Prêmio de Melhor Vídeo do Festival da Fotóptica/Vídeo Brasil e Menção Honrosa no FEST-RIO). Editou o vídeo “Como Dança São Paulo” de Aloysio Raulino. Montou o programa piloto de TV realizado em película 16mm “A Cidade e o Corpo” de Chico Botelho (Prêmios de Melhor Filme e Melhor Documentário Cultural no Guarnicê de Cinema e Vídeo do Maranhão, Melhor Filme 16mm e Prêmio Kodak de Incentivo 16mm no Festival de Gramado e Prêmio de Melhor Fotografia na Jornada Brasileira de Curta Metragem de Salvador). Em 1993 ministrou série de cinco cursos para professores da Rede Oficial de Ensino - DRE/Bauru, com o título “Visura Crítica: Cinema, Telejornalismo, Videocomunicação”. No segundo semestre, entre outros trabalhos dirigiu vídeos institucionais, montou o trailler para o lançamento do longa-metragem de Walter Rogério “Beijo 2348/72” e dirigiu e editou o vídeo-documentário “Os Novos Fotógrafos do Cinema Paulista”, sobre a tese de doutorado do cineasta Chico Botelho. Realizou o vídeo-documentário “Linhas Tortas” (argumento, roteiro, direção) Prêmio Estímulo para Roteiro de Vídeo-Tape 1993 da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Criou e dirigiu os programas de tele-educação “Medic News” e “TV Hosp” ambos para a LM Comunicações. Até maio de 1994 foi representante da Associação Paulista de Cineastas - APACI e da Associação Brasileira de Cineastas - ABRACI junto ao Ministério da Cultura e nesta condição fez parte do júri de seleção de projetos de realização de filmes de longa, média e curta metragens. Dirigiu o documentário “População Brasileira: Histórias e Mitos” para a Argumento Produtores Associados (exibição no HABITARE, Congresso sobre Populações, da ONU, no Cairo/Egito, setembro de 1994); dirigiu dezenas de vídeos institucionais produzidos pela TV 1 Comunicação (destaque para empresas como Rhodia, Carrefour, Ineepar, Solvay do Brasil, Datasul, Fink, Antártica, Localisa) onde dirigiu também “Os Doutores da Alegria” e “Doutor Liborne”, programas “Gente Que Faz”, exibidos pela Rede Globo de Televisão. Montou o documentário “Profeta das Cores” de Leopoldo Nunes (Prêmio Melhor Documentário no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 1995). Dirigiu e editou comercial e makingof do curso de reciclagem profissional “Novas Tecnologias para Cinema e Vídeo” e foi jurado do “Concurso de Roteiro para Filmes de Longa Metragem”, projetos patrocinados pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Foi gerente e diretor da VCR Cine Vídeo Eventos. Trabalhou como consultor da área de comunicação da Secretaria de Estado da Educação-SP entre junho de 96 e janeiro de 98, onde supervisionou a realização de série de 20 vídeos pedagógicos. Dirigiu o projeto “História da Música Brasileira”, série de 15 programas para televisão patrocinada pela TELEBRÁS que foi ao ar pela TV Cultura em 1999/2000/2001 e pela TV Brasil 2008/2009. Em parceria com Rubens Xavier, escreveu o roteiro para filme de longa metragem “A Guerra dos Vizinhos” (Prêmio de melhor roteiro na Mostra do Cinema Brasileiro de Ribeirão Preto – SP). Participou como colaborador (leitura crítica) da tese de livre-docência "A Moda É Viola – Ensaio do Cantar Caipira" do Prof. Dr. Romildo Sant'Anna. Dirigiu e produziu o vídeo "Língua de Trapo ao Vivo - 21 Anos na Estrada". Escreveu o projeto de longa metragem “Vinte Anos Delira” sobre a história da música paulista de vanguarda e continua trabalhando sobre o tema Cultura Caipira de Raízes, desenvolvendo o projeto de série para televisão “A Moda É Viola”, o projeto multimídia "Fala Alto Viola" e o espetáculo “Viola Turbinada”, distinguido como um dos cem melhores eventos dos últimos oito anos pela Revista Bravo!, 2006. Escreveu o argumento para filme de longa metragem “Cornélio Pires - Um Caipira Iluminado". Dirigiu o programa "Viola, Minha Viola" da TV Cultura em 2000 e dirigiu o programa semanal “Araçatuba Meu Amor” exibido pelo SBT. Montou os longas-metragens "Rua Seis Sem Número" de João Batista de Andrade (exibido no Fórum Principal do Festival de Berlim, Alemanha) e “De Passagem” de Ricardo Elias (5 Prêmios no Festival de Gramado 2004, inclusive Melhor Filme do Júri e Melhor Filme da Crítica, Melhor Filme Brasileiro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Montagem e Melhor Figurino no Festival de Cinema de Maringá). Em 2002 e 2003 dirigiu série de 12 vídeos para o projeto “Circuito Gestão” da Secretaria de Estado da Educação e para a GAL Consultoria. Produziu e montou o documentário de longa metragem "O Profeta das Águas" de Leopoldo Nunes (Prêmio de melhor filme de longa metragem no VIII Festival Internacional de Cinema Ambiental – Goiás e prêmios de melhor diretor, melhor documentário, melhor longa metragem e melhor filme do Festival de Cinema Ambiental de Pacoti – Ceará e prêmio melhor filme tema água no ECOCINE, São Paulo, todos em 2006) e do curta-metragem ficção “Incompatibilidade de Gênios” de Farid Tavares, ambos produzidos pela Taus Produções Audiovisuais. Montou o filme de curta-metragem “A Lata” de Leopoldo Nunes (prêmio UNICEF e Especial do Júri no Festival de Brasília 2004), “Anjo Alecrim” (Prêmio de melhor trilha sonora, melhor filme, melhor direção no Festival de Cinema de Goiás – 2006) e “Café com pão, manteiga não...” de Viviane Louise (Prêmio ABD no Festival de Goiás – 2008). Escreveu o roteiro do documentário “Bambu Rei”. Foi Gerente Executivo de programação e Gerente Regional de São Paulo da Diretoria de Programas e Conteúdo da TV Brasil em 2007/08/09. Em 2010 dirigiu o vídeo institucional “Fundação PierinoMassenzi” para a Prefeitura de São Bernardo dos Campos e montou o documentário de longa metragem “Cubatão: A Volta do Guará Vermelho” de João Batista de Andrade. Em 2013 integrou o júri do Festival de Música Sertaneja Raiz de Botucatu e dirigiu, roteirizou e montou a série institucional de 8 filmes curtos “Mathias, o Viking” para as empresas Fishery Market e Mathias Biorg, da Noruega. Produziu em 2017 a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental de Rio Preto (exibição de 52 filmes internacionais) e, em 2018, a Mostra Cinema Brasileiro Século 21 CEU das Artes (exibição de 32 filmes brasileiros de longa-metragem). Escreveu, produziu, montou e dirigiu o longa metragem "Estranhas Cotoveladas” (em lançamento). Participou em 2021 como diretor e curador do projeto Festival Multicultural ABRASASAS.

Providência

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